Foto: Feijão Almeida/GOV-BA

A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) vai ofertar 1.865 vagas e 745 sobrevagas na edição de 2024 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação (MEC).

As oportunidades estão distribuídas em 137 opções de cursos, na modalidade de graduação presencial, com ingresso previsto para o primeiro e segundo semestre letivo deste ano, nos 25 campi e 31 departamentos da universidade. As inscrições devem ser realizadas de 22 a 25 de janeiro, no site do sistema.

Neste ano, o processo seletivo do Sisu será constituído de uma única etapa de inscrições de candidatos às vagas ofertadas pelas instituições participantes. Serão ofertadas vagas de cursos cujo início das aulas ocorrerá no primeiro e no segundo semestre, de acordo com os Termos de Adesão emitidos pelas instituições.

A Uneb reserva 40% das vagas para candidatos negros optantes pelas cotas (veja critérios no edital) e 5% de sobrevagas para indígenas; quilombolas; ciganos; transexuais, travestis e transgêneros; pessoas com deficiência, com transtorno do espectro autista e com altas habilidades. Cada grupo contará com essa porcentagem em todos os cursos.

Os candidatos poderão inscrever-se em até duas opções de vaga, especificando, em ordem de preferência, as suas escolhas de instituição de educação superior (IES), local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência.

O resultado será divulgado no dia 30 de janeiro, no site do Sisu. Entre os dias 30 deste mês e 7 de fevereiro, os estudantes que não foram selecionados na chamada regular, em nenhuma das opções, podem manifestar o interesse em participar da lista de espera


Um misto de emoções tomou conta das estudantes feirenses Maria Júlia Rocha, 16 anos, e Isabele Teixeira Menezes, 16 anos, alunas do Ensino Médio do IETIGG – Instituto de Educação de Tempo Integral Gastão Guimarães, no último dia 14 de dezembro, encerramento do Encontro Estudantil da Rede Estadual de Educação – Ciências, Tecnologia, Cultura e Artes, da SEC Bahia. O evento aconteceu na Arena Fonte Nova, em Salvador, e contou com a participação do Governador Jerônimo Rodrigues, artistas baianos e cerca de 3 mil estudantes. Júlia e Isabele concorreram ao prêmio de música autoral, com a canção Guerreiras Baianas, por meio do FACE, Festival Anual da Canção Estudantil.

Arena Fonte Nova lotada e o coração cheio de expectativas. Maria Júlia e Isabele não seguraram a emoção durante a apresentação final da canção que as levaram até a última etapa do festival. É importante lembrar que, para estar naquele palco, as garotas já haviam superado dez talentosos alunos e alunas de Feira de Santana e se credenciado a concorrer ao título baiano com estudantes de outros 26 NTEs. “Na verdade, as duas precisam acreditar que são vencedoras. Chegar até onde chegaram, com todo os esforços, aprendizados, todo o processo. O estar aqui junto a esses artistas é muito enriquecedor e nossa filha Júlia Rocha e a Isabele sabem sim disso. A gente só tem a agradecer à escola pública. Ao Gastão em especial”, salientou a jornalista Andreia Rocha, mãe de uma das participantes. E, como ressaltou a dona de casa Vanilda Santos Teixeira, mãe da estudante Isabele, essa foi uma grande oportunidade da família também valorizar e mostrar a importância de apoiar os sonhos de seus filhos. “Estar junto, acreditar, mostrar pra elas que era possível também foi muito importante para que elas chegassem até aqui”, afirmou.

A dupla não foi contemplada com nenhum título pela SEC. A vencedora do FACE foi Maria Fernanda, do NTE 24, de Paulo Afonso, a quem Júlia e Isabele, de forma muito carinhosa, abraçaram e parabenizaram pela linda canção. Porém, a dupla de Feira de Santana trouxe na mala, na última sexta-feira, 15 de dezembro, uma série de lembranças, aprendizados e experiências, desde a sua primeira apresentação com a música autoral na Gincana da escola onde estudam, até a semana inteira que antecedeu ao evento do dia 14 de dezembro, dias em que elas vivenciaram o que qualquer cantora sonha: ensaiar todos os dias no estúdio do percussionista, cantor, músico Carlinhos Brown. “Foi uma experiência única, estar ao lado de um artista tão completo como Carlinhos Brown no auxiliando foi demais”, frisou Júlia. “Nunca imaginei vivenciar algo tão grandioso”, completou Isabele. As garotas ainda lembram que, durante a semana, puderam conviver com outros estudantes de cidades diferentes, todos hospedados em um resort em Stella Mares financiado pela SEC-Ba.

A jornalista Andreia Rocha salienta que esta experiência, a qual culminou nas estudantes cantando no palco ao lado do cantor João Gomes e demais participantes ao término do evento, não seria possível sem os projetos propostos pela escola pública e abraçados pelos professores e professoras. “No caso do Gastão Guimarães, nossas filhas tiveram aulas com professor de música, nossas filhas tiveram a compreensão das professoras dos horários de aulas em que elas iam se apresentar. Então, nosso agradecimento também ao grupo todo do Gastão, gestoras, coordenadoras, tias dos corredores, o fotógrafo Luiz Tito, professores, professoras e Francisco Vinicius Matias, da Fanfarra, que, lindamente, também ensaiou nossas meninas”, destacou Andreia Rocha. Para IsabeleTeixeira, uma experiência maravilhosa e a alegria de toda uma escola ter acreditado em seu potencial. “Isso é essencial para nossa autoestima e tenho certeza muito nos ajuda no dia a dia, na nossa vida enquanto pessoa, enquanto estudante”.

Na opinião de Júlia Rocha, esses eventos são de suma importância porque o estudante, principalmente de escola pública, precisa ter seus talentos visibilizados. “O FACE, por exemplo, que nos oportunizou mostrar nossos talentos, foi um processo demorado e de muito trabalho. Compomos a música, triplicamos as aulas de canto. Aprendemos novas técnicas e fomos melhorando cada vez mais. Gravamos nossa música no estúdio e, para nossa surpresa, passamos em 1° lugar na seleção do NTE de Feira e região. Isso tudo nos fez um bem enorme: emocional e cognitivo. É preciso apostar nos talentos dos alunos sim. É preciso apostar na escola pública”, ressaltou Júlia Rocha.


Cerca de 100 estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), da rede municipal de Feira de Santana, participaram do lançamento do Programa Jovem Aprendiz Feirense, visando proporcionar oportunidades de qualificação profissional e inclusão social. O evento ocorreu no Teatro Margarida Ribeiro, com a presença da secretária Municipal de Educação, Anaci Bispo Paim, e o prefeito Colbert Martins Filho.


Fotos: Milena Brandão

O número de salas de recursos multifuncionais nas escolas municipais foi ampliado de 70 para 103. O aumento vai permitir que mais estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação tenham Atendimento Educacional Especializado (AEE), formação complementar exigida pelo Ministério de Educação (MEC).

As salas de recursos são espaços no ambiente escolar que contam com materiais pedagógicos, de acessibilidade e recursos de tecnologia assistiva para a realização do AEE. A diretora do Centro Municipal de Educação Inclusiva Colbert Martins da Silva, Isabella Carvalho, explica como funciona este suporte. 

“O atendimento dado aos estudantes nas salas de recursos é feito no contraturno escolar de forma complementar e não substitui o ensino regular. Esses espaços facilitam o aprendizado dos estudantes com deficiência. O professor da sala comum desenvolve o conteúdo e, junto com o professor da sala de recursos, desenvolve estratégias para que a aprendizagem chegue também ao estudante com deficiência, respeitando as suas individualidades”.

A implementação das salas de recursos nas escolas municipais acontece através do Governo Federal, que destina recursos financeiros para equipar salas. 

“O Ministério da Educação avalia os dados do censo escolar e a partir da identificação do número de estudantes com deficiência define quais as unidades escolares que podem ter salas de recursos multifuncionais. Este ano nós tivemos a aprovação de 33 novas salas, uma ampliação significativa. Verificamos, através da direção escolar, o espaço disponível para alocação da sala e os equipamentos são adquiridos com os recursos liberados pelo MEC”, pontua a secretária de Educação Anaci Paim. 

Ainda de acordo com a secretária, “a expectativa é que em 2024 novas salas sejam aprovadas visto que há um número crescente de estudantes deficientes sendo matriculados na Educação Municipal”. 

Experiência nas escolas municipais 

Gabriela Andrade é professora da sala de recursos na Escola Municipal Maria José Dantas Carneiro (Caseb). Para ela, o espaço é um propulsor do processo de inclusão. 

“Além do atendimento educacional especializado, em parceria com a sala de aula comum, onde a gente traça os objetivos, metas e percebe um progresso cognitivo, a nível de aquisição de leitura, a nível da escrita do nome, reconhecimento de letras, por exemplo, há também uma mudança na sua cultura inclusiva, porque as crianças atendidas passam a ter uma participação de forma efetiva em todos os projetos e planos da escola”, pontua. 

João Augusto Machado Ferreira é estudante da unidade escolar e tem Transtorno do Espectro Autista (TEA). A mãe dele, Cíntia Machado, conta sobre as mudanças depois do atendimento nas salas de recursos. 

“Meu filho tinha uma dificuldade muito grande de realizar atividades encaminhadas da escola pra casa e hoje eu vejo uma mudança muito grande e isso a gente deve realmente à escola, o trabalho que é feito pelos profissionais e, principalmente, pela professora da sala de recursos”. 

A mãe do estudante ainda reforça a importância da sala de recursos para a educação inclusiva.“Esse espaço é fundamental na estrutura da escola quando a gente realmente tem o interesse de fazer a inclusão possível, então eu acho que o município sai na frente quando disponibiliza esse suporte”.


O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) avalia os conhecimentos em três disciplinas. Brasil está abaixo da média global

escola estudo brasil

O Brasil está entre os 20 piores países do mundo nas áreas de matemática e ciências do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) do ano passado. Isso significa que menos de 50% dos alunos conseguiram um aprendizado mínimo esperado nas matérias.

Os resultados foram divulgados na manhã desta terça-feira (5/12) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O Brasil pontuou 379 em matemática, 410 em leitura e 403 em ciências. Os exames foram aplicados entre abril e maio de 2022, nas 27 unidades da Federação. A média global é de 472 pontos em matemática, 476 em leitura e 485 em ciências.

No ano anterior da aplicação do exame, em 2018, o desempenho brasileiro foi de 384 pontos em matemática, 413 em leitura e 404 em ciências.

“Os resultados médios de 2022 foram praticamente os mesmos de 2018 em matemática, leitura e ciências. Os resultados do Pisa têm-se mantido notavelmente estáveis ​​durante um longo período: depois de 2009, nas três disciplinas, apenas foram observadas flutuações pequenas e, em sua maioria, não significativas”, constata o relatório, sobre o desempenho dos estudantes brasileiros.

Entenda o Pisa, do que o Brasil participa

O teste Pisa avalia os conhecimentos dos estudantes nas disciplinas de matemática, leitura e ciências. Em 2022, 690 mil estudantes fizeram os testes, em 81 países.

O número de alunos do país que participaram é de 10.798 alunos, de 599 escolas.

Informações Metrópoles


Candidatos têm até segunda-feira para fazer a solicitação

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou para até as 23h59 da segunda-feira (20) o prazo para pedidos de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023.

A medida que vale para quem teve problemas de logística ou de saúde (doenças infectocontagiosas) nos dias do exame (12 e 19), e para quem mora a mais de 30 quilômetros do local de prova.

As solicitações para a reaplicação do exame devem ser feitas na Página do Participante, e a reaplicação será nos dias 12 e 13 de dezembro.

“Pessoas que tenham sido afetadas por problemas logísticos, como comprometimento da infraestrutura, falta de energia elétrica no local de prova ou erro de aplicação, podem solicitar a reaplicação. Participantes alocados a mais de 30 quilômetros da residência indicada no ato da inscrição também podem solicitar o direito. Os casos serão analisados individualmente”, informou o Inep, a quem caberá fazer a avaliação dos pedidos.

Causas

Entre as doenças infectocontagiosas listadas no edital estão covid-19, tuberculose, coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola e varicela. Nesses casos, os pedidos de reaplicação devem ser acompanhados por documentos comprobatórios, que serão analisados pelo Inep individualmente.

“Quem faltou a qualquer um dos domingos por motivos que não se enquadram nos termos citados não tem direito à reaplicação”, ressaltou o instituto.

Informações Bahia.ba


Mudanças foram sancionadas nesta segunda-feira pelo presidente Lula

Foto: Agência Brasil

A próxima edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que ocorrerá em janeiro de 2024, já será atualizada com as mudanças na Lei de Cotas, que foram sancionadas nesta segunda-feira (13) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Sisu é um sistema eletrônico que reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de ensino superior, a maioria em universidades e institutos federais. O sistema executa a seleção dos estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Segundo o Ministério da Educação, com as alterações na Lei de Cotas, todos os candidatos inscritos no Sisu serão classificados primeiramente para as vagas ofertadas na modalidade de ampla concorrência, independentemente de atenderem aos critérios exigidos para os cotistas. Posteriormente, serão observadas as reservas de vagas para cotas.

No mecanismo de ingresso anterior, o cotista concorria apenas às vagas destinadas às cotas, mesmo que ele tivesse pontuação suficiente na ampla concorrência. “Dessa forma, os esforços de todos aqueles que alcançam notas altas são valorizados, sem distinção”, diz o MEC, em nota.

A Lei de Cotas também reduziu o valor definido para o teto da renda familiar dos estudantes que buscam cota para ingresso no ensino superior por meio do perfil socioeconômico. Antes, o valor exigido era de um salário mínimo e meio, em média, por pessoa da família. Com a nova legislação, esse valor passa a ser de um salário mínimo, atualmente em R$ 1.320.

Outras mudanças são: a inclusão dos estudantes quilombolas como beneficiários das cotas, nos moldes do que atualmente já ocorre para pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência (PcDs); o estabelecimento de prioridade para os cotistas no recebimento do auxílio estudantil; e a extensão das políticas afirmativas para a pós-graduação.

Informações Bahia.ba


Prova do ENEM teve questões que incitaram ódio ao Agro e Ministro será chamado ao Congresso

Foto: Reprodução/Poder 360.

   

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirmou nesta segunda-feira, 6, que irá apresentar o requerimento de convocação do ministro da Educação, Camilo Santana, para prestar esclarecimentos sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na Câmara dos Deputados e no Senado. 

A bancada cobra um posicionamento sobre “questões de cunho ideológico e sem critério científico ou acadêmico” encontradas na prova de domingo, 5. 

“É inacreditável o governo federal se utilizar de desinformação em prova aplicada para quase 4 milhões de alunos brasileiros que disputam uma vaga nas universidades do Brasil”, disse a FPA em nota. 

“Negacionismo científico contra um setor que, além de trazer a segurança alimentar ao Brasil e ao mundo, é massificação de mentiras. O setor agropecuário representa toda a diversidade da agriculta: pequenos, médios e grandes. Somos um só e não aceitaremos a divisão para estimular conflitos agrários”, acrescentou. 

Além do requerimento de convocação de Camilo Santana, a Frente também quer informações sobre a banca organizadora do exame e as referências bibliográficas utilizadas. Os parlamentares ainda defendem a anulação das questões 70, 71 e 89 do Enem, que tratam de temas referentes a desmatamento, populações indígenas e agronegócio. 

Créditos: O Antagonista. 


Provas do Enem vieram com temas majoritariamente progressistas e de interesse da esquerda, mas INEP nega interferência; VEJA

O presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), Manuel Palácios, justificou neste domingo (5.nov.2023) a presença de temas como racismo, ditadura militar, violência de gênero e conflitos na Palestina na prova da 1ª etapa do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). 

Ele negou “qualquer intervenção da administração” na elaboração das questões e disse que elas “são feitas com inteira liberdade”. “Com relação à confecção das provas, elas são elaboradas por professores das nossas universidades, das nossas escolas de educação básica. Professores especialistas de cada área”, declarou em entrevista a jornalistas. 

Poder 360

Enem 2023 começa neste domingo
5 de Novembro de 2023

Os portões ficarão abertos das 12h às 13h; quase 4 milhões de candidatos fizeram inscrição para as provas

Enem 2023 começa neste domingo, 5
Os candidatos deverão levar canetas com tinta preta; lanche e água para enfrentar as 5 horas de provas | Foto: Reprodução/Freepick

O Exame Nacional do Ensino Médio 2023 (Enem) começa, neste domingo, 5, em todo o Brasil. Os portões serão abertos às 12 horas e fechados às 13 horas. As provas terão início às 13h30. Neste primeiro dia, os quase 4 milhões de candidatos inscritos farão testes de linguagens (40 de português e cinco de inglês ou espanhol), ciências humanas e redação. 

Os candidatos terão até as 19 horas para terminar a prova, sendo, ao todo, cinco horas e meia para a conclusão. 

O local de exame consta no cartão de confirmação de inscrição dos participantes. Ele pode ser acessado através do site do participante, no portal gov.com. Embora não seja obrigatório levar o cartão, a orientação é de que o candidato tenha todos os dados em mãos, para facilitar a localização do prédio e da sala onde fará a prova.

A recomendação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é de que o candidato programe-se para sair de casa com antecedência, considerando chegar às 12 horas, tão logo os portões abram. Assim, o estudante ganha margem de tempo caso haja algum contratempo no caminho. 

Quem for de transporte público, deve lembrar-se de que no domingo a frota de ônibus e trens, geralmente, é reduzida em todas as cidades. O Inep orienta, também, que os alunos confiram, antes de sair de casa, se estão com todas as documentações e material necessários.

O Enem 2023 encerra no dia 12 de novembro | Foto: Reprodução/Freepick

Confira o que levar para o Enem

O candidato deverá levar um documento oficial de identificação, como o RG ou a Carteira Nacional de Habilitação. Documentos digitais também são válidos, como o e-título.

A prova deverá ser feita com caneta esferográfica com tinta preta. Ela precisa ter estrutura transparente. É orientado levar, ao menos, duas canetas para ter uma de reserva no caso de falha na tinta.

É necessário levar o cartão de confirmação de inscrição.

Serão longas horas de exame, portanto, o candidato deverá levar um lanche. Recomenda-se incluir alimentos que deem energia, como chocolates 70%, castanhas e barras de cereal.

O candidato não deve esquecer de levar água, também em garrafa transparente. As embalagens não devem ter rótulos e os lanches poderão ser vistoriados pelo fiscal da sala.

Outra recomendação é com relação ao vestuário, para que o candidato vá com uma roupa confortável e calçados que não apertem.

O aplicativo oficial de inscrição no Enem deverá ser apresentado ao fiscal. Não serão válidas as apresentações por capturas de tela. Depois da entrada na sala de aula, o uso do celular será proibido. O Enem 2023 encerra no dia 12 de novembro.

Informações Revista Oeste