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Foto: Marcelo Brandt

Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 4,50.

O concurso 2.337 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 22 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (23) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet.


As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.


A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.


Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Informações G1


Foto: Divulgação

Pleno News- Decisão ocorre devido aos impactos da Covid-19 na cadeia de suprimentos e pelo agravamento da pandemia

Nesta sexta-feira (22), a Honda anunciou que suspendeu temporariamente a produção de motos no complexo fabril de Manaus, no Amazonas. Em comunicado, a empresa informou que tomou a decisão devido aos impactos da Covid-19 na cadeia de suprimentos e também por causa do agravamento da pandemia.

A paralisação ocorrerá do dia 25 de janeiro ao dia de fevereiro, com previsão de retomada das atividades “prevista para 4 de fevereiro, desde que as condições necessárias sejam atendidas”.

A Honda concederá, no período, férias coletivas aos funcionários dos setores administrativos e produtivos, mas deve manter uma percentual mínimo de sua força de trabalho para realizar as atividades essenciais.

A Honda possui o maior complexo fabril de Manaus e tem cerca de 7.000 funcionários.


Foto: NordWood Themes / Unsplash

CNN Brasil- Quando o quesito é criatividade, o brasileiro pode largar na frente de outros países. Exemplos que confirmam essa premissa vieram à tona recentemente, depois que algumas pessoas começaram a usar o Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central, para… paquerar.

A ferramenta foi lançada em novembro do ano passado com o objetivo de permitir transações financeiras entre usuários em tempo real e sem custos adicionais, uma alternativa ao DOC e à TED. No entanto, há usuários indo um pouco além e usando a plataforma como se fosse uma rede social. 

Os flertes têm seguido o seguinte método: a pessoa envia uma quantia simbólica para a conta de quem está interessada e, no campo onde deveria escrever a identificação da transferência, acrescenta um flerte.

Um dos primeiros casos do tipo viralizou depois que um internauta fez um post contando que sua ex-namorada, bloqueada em todas as suas redes sociais, havia lhe enviado uma sequência de transferências pelo Pix, todas no valor de R$ 0,01, com pedidos para reatar o namoro. 

Não demorou muito para que outras pessoas aderissem à ideia e compartilhassem suas chaves do Pix, pedindo que interessados lhe fizessem um “agrado” semelhante.

Outros foram ainda mais longe e deram um nome para isso: “pixsexual”, que virou sinônimo da brincadeira, e fez até o Banco Central se manifestar sobre o assunto.

O que o Banco Central tem a dizer

O Banco Central afirma que o único objetivo da ferramenta é dar mais agilidade às transações financeiras e ressalta: “O PIX é um meio de pagamento, não uma rede social”. 

O BC acrescenta também que não há previsão legal para bloqueio de usuários específicos dentro do sistema. Contudo, para quem não quer ser incomodado com mensagens, indica que o usuário pode configurar o aplicativo do banco onde mantém a conta para não receber notificações de pagamentos. 

Sobre quem compartilha suas chaves do Pix na internet, esperando receber uma transferência, a instituição alerta que a exposição tem riscos, principalmente quando a chave cadastrada é o CPF ou número de telefone, que são dados sensíveis.

Já para a chave aleatória, que não inclui dados pessoais, a entidade garante ser seguro compartilhá-la, já que ela não dá acesso à conta, servindo apenas para receber o dinheiro. 


Dentre os 238 bilionários brasileiros, 46 são mulheres

Luiza Helena Trajano Foto: Reprodução

Luiza Trajano viu o seu patrimônio se multiplicar com a valorização das ações da varejista Magazine Luiza (MGLU3), que dobraram de preço na bolsa.

Dona Luiza, como é conhecida, tornou-se a maior bilionária brasileira – com R$ 24 bilhões acumulados, de acordo com ranking da revista Forbes. Luiza é a única mulher no top 10 da lista geral de bilionários brasileiros. Em 2019, ela ocupava a 24º posição e saltou para a 8ª em 2020.

O total de mulheres na lista de bilionários brasileiros da Revista Forbes passou de 33 para 46 em 2020. Ao todo, o ranking de bilionários tem 238 nomes, sendo que, destes, 46 são mulheres.

As ações do Magazine Luiza dobraram de preço na bolsa, graças à estratégia de inovação digital da companhia e de investimento no e-commerce, incluindo a aquisição da Netshoes, da startup de delivery de comida AiQFome e de três plataformas digitais de mídia: a Canaltech, a Unilogic Media e a InLoco Media.

No entanto, Dona Luíza não é a única bilionária. Outras 18 mulheres aparecem na lista dos 100 brasileiros mais endinheirados do país — ou seja, elas não representam nem 20% do total. Muitas são herdeiras de impérios, como WEG (WEGE3) e Itaú (ITUB3), diferente da Dona Luiza e da Dulce de Godoy Bueno, que construíram seus patrimônios.

Confira o top 10 das bilionárias brasileiras:

1 – LUIZA HELENA TRAJANO

Patrimônio: R$ 24 bilhões

Origem do patrimônio: Varejo

2 – DULCE PUGLIESE DE GODOY BUENO

Patrimônio: R$ 16,34 bilhões

Origem do patrimônio: Saúde

Godoy Bueno fundou, com seu ex-marido, Edson de Godoy Bueno, a rede de assistência de saúde Amil, em 1972. Ela deixou o dia a dia da companhia, mas manteve uma participação acionária estimada de 33%. Após a compra da empresa pela UnitedHealth em 2012, a médica investiu na rede de laboratórios Dasa, da qual detém 48%.

3 – FLÁVIA BITTAR GARCIA FALEIROS

Patrimônio: R$ 11,46 bilhões

Origem do patrimônio: Varejo

Herdeira do casal Wagner e Maria Trajano Garcia, que fundaram o Magazine Luiza, Garcia Faleiros tem uma participação na varejista por meio da holding Walter Garcia Participações.

4 – MIRIAM VOIGT SCHWARTZ

Patrimônio: R$ 10,77 bilhões

Origem do patrimônio: Indústria de motores

5 – CLADIS VOIGT TREJES

Patrimônio: R$ 10,66 bilhões

Origem do patrimônio: Indústria de motores

6 – VALSI VOIGT

Patrimônio: R$ 10,56 bilhões

Origem do patrimônio: Indústria de motores

As três “Voigts” têm participações acionárias na fabricante de motores WEG, que foi cofundada por seu pai, Werner Voigt. As irmãs e seus herdeiros são donos de 33,33% da holding WPA, que responde por 50,1% da WEG.

7 – MARIA HELENA MORAES SCRIPILLITI

Patrimônio: R$ 9,46 bilhões

Origem do patrimônio: Diversos

Herdeira do empresário José Ermírio de Moraes, que fundou a Votorantim.

8 – ANA LÚCIA DE MATTOS BARRETO VILLELA

Patrimônio: R$ 8,74 bilhões

Origem do patrimônio: Setor financeiro

É uma das maiores acionistas individuais do Itaú-Unibanco. Ela preside o Instituto Alana, organização sem fins lucrativos voltada para projetos culturais.

9 – CAMILLA DE GODOY BUENO GROSSI

Patrimônio: R$ 8,5 bilhões

Origem do patrimônio: Saúde

É uma das maiores acionistas da Dasa, após a morte do pai, Edson de Godoy Bueno. Ela também tem uma fatia acionária pequena na Amil.

10 – LILY WATKINS COHEN MONTEVERDE

Patrimônio: R$ 6,76 bilhões

Origem do patrimônio: Setor financeiro

Viúva de Edmond Safra, Lily administra o patrimônio deixado pelo banqueiro. Ela também herdou fortuna do marido anterior, Alfredo Monteverde, e ajuda diversas instituições de caridade.


Apesar de alta na inflação, BC decidiu não mexer na Selic

Foto: Reprodução

Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) decidiu não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 2% ao ano pela quarta vez seguida. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Em comunicado, o Copom informou que existem riscos tanto de alta como de queda da inflação. Segundo a autoridade monetária, a alta do preço das commodities (bens primários com cotação internacional) e a alta do dólar pressionam a inflação no início do ano. Por outro lado, o nível de ociosidade da economia e o aumento no número de casos de covid-19 diminuem a demanda e puxam para baixo os índices de preços.

Com a decisão de hoje (20), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. Em julho de 2015, a taxa chegou a 14,25% ao ano. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2020, o indicador fechou em 4,52%, acima do centro da meta, de 4%.

Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para este ano foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 3,4% no cenário base. Esse cenário considera uma eventual alta da inflação no primeiro semestre, seguida de queda no segundo semestre.

A projeção, por enquanto, está em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,43%.


Foto: Jorge Magalhães

Os contribuintes têm até 31 de março para efetuar o pagamento em cota única do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), referente ao exercício de 2020. Quem optou pelo parcelamento também é possível quitar o saldo remanescente com desconto de 20% até essa data.

De acordo com o secretário da Fazenda, Expedito Eloy, a Prefeitura concedeu um prazo maior em virtude da pandemia. Inicialmente, o pagamento em cota única acabaria em abril. Ainda assim, mesmo com a prorrogação, houve queda de 10,19% de contribuição em comparação a 2019.

Expedito Eloy ressalta que o valor arrecadado retorna em investimentos para o município. “Cerca de 30% é destinado à Saúde e 27% à Educação. O restante é utilizado com obras de infraestrutura e entre outras áreas”, afirma.

As guias para o pagamento do IPTU/2020 poderão ser obtidas através da internet na página www.sefaz.feiradesantana.ba.gov.br, diretamente no CEAF, localizado na Rua Barão de Cotegipe, 764, Centro, ou ainda, através de solicitação pelo e-mail dat@sefaz.feiradesantana.ba.gov.br.

Até o momento, o pagamento do IPTU, referente ao exercício 2021, se mantém até 20 de abril, com 20% de desconto para pagamento à vista.


Trabalhadores que nasceram entre janeiro e fevereiro poderão ter acesso ao saque dos valores

Foto: Reprodução

Aproximadamente 3,4 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro começam a receber, nesta terça-feira (19), o abono salarial do calendário 2020/2021, ano-base 2019, do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Ao todo, R$ 2,75 bilhões devem ser repassados aos beneficiários pela Caixa e pelo Banco do Brasil.

A Caixa Econômica Federal depositará o dinheiro do PIS na conta corrente informada ou na conta poupança digital, usada para pagar o auxílio emergencial, para quem não é cliente do banco. As poupanças digitais podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem.

Para os funcionários públicos ou trabalhadores de empresas estatais, vale o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir de amanhã, fica disponível o crédito para inscritos com final 5. O Pasep é pago pelo Banco do Brasil.

Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro receberam o abono salarial do PIS em 2020. Os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2021. Os servidores públicos com final de inscrição do Pasep entre 0 e 4 também receberam em 2020. Já as inscrições com final entre 5 e 9 ficaram para 2021. 

QUEM TEM DIREITO AOS VALORES DO ABONO
Para receber o abono salarial 2020/2021, o trabalhador precisa estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos e ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas.

As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil (BB). Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência (TED) para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras, nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências.

Os trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior (2019/2020), finalizado em 29 de maio deste ano, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho de 2021. O saque pode ser feito nos canais de atendimento, com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.


Serão beneficiadas 3,4 milhões de pessoas

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Agência Brasil- A Caixa Econômica Federal liberou hoje (18) as operações de saques e transferências de parcelas do auxílio emergencial e auxílio emergencial extensão para 3,4 milhões de pessoas nascidas em agosto.

Esses beneficiários tiveram o dinheiro creditado na poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamentos do programa, no total de R$ 2,4 bilhões. Agora, quem ainda tiver recursos na conta poderá sacar nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou mesmo nas agências.

Para o saque em espécie, é preciso fazer o loginno aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. Esse código deve ser utilizado para a retirada do dinheiro.

Além disso, é possível movimentar ou transferir os recursos para contas em outros bancos por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele ainda é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.

O calendário do auxílio emergencial foi organizado em seis ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. Em dezembro, a Caixa encerrou a etapa de pagamentos em conta. Já a liberação das operações de transferências e saques acontece até 27 de janeiro.

Informações Bárbara Barreto/ Bom Dia Feira


Recebem os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) de final 1; benefício é pago a mais de 14 milhões de famílias inscritas.

Foto: Divulgação

Começa nesta segunda-feira (18) o pagamento do Bolsa Família para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) de final 1. Em janeiro, o pagamento vai até o dia 29.
O Bolsa Família é pago a mais de 14 milhões de famílias inscritas.


Para saber em que dia o benefício ficará disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no cartão de cada titular.


Para cada final do NIS há uma data correspondente por mês. Se o NIS do titular termina com o número 1, em janeiro, por exemplo, os pagamentos iniciam-se no dia 18.
Os depósitos ocorrem sempre nos 10 últimos dias úteis de cada mês.


As parcelas mensais ficam disponíveis para saque durante 90 dias após a data indicada no calendário. Os beneficiários podem conferir no extrato de pagamento a “Mensagem Bolsa Família”, com o valor do benefício.


A Caixa Econômica Federal, operadora do programa, já iniciou a identificação com cartazes dos locais em que o benefício poderá ser sacado, como agências, lotéricas e correspondentes bancários (comércios com a marca Caixa Aqui).


Os Centros de Referência de Assistência Social (CRASs) e os outros centros de atendimento do Bolsa Família podem entrar em contato com a agência de relacionamento no município para obter os cartazes de divulgação também.


De acordo com o Ministério da Cidadania, 95% das famílias do Bolsa Família migraram para o Auxílio Emergencial no ano passado, pelo fato de o valor ser mais vantajoso para os beneficiários. De acordo com dados de novembro de 2020, 12,4 milhões de famílias, do total de 14,2 milhões cadastradas no Bolsa, estavam recebendo o Auxílio.


Os beneficiários do Bolsa Família receberam a última parcela do Auxílio Emergencial em 23 de dezembro. A partir de janeiro, esse público volta a receber o Bolsa.


Essas famílias receberam no ano passado cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil e quatro de R$ 300 ou R$ 600. O valor médio pago pelo Bolsa Família gira em torno de R$ 190. Ou seja, milhares de beneficiários receberam por nove meses em 2020 valores acima do que pagaria o Bolsa Família.


O Bolsa Família é um auxílio para as famílias de baixa renda. São beneficiárias as famílias consideradas:


extremamente pobres: com renda mensal de até R$ 89 por pessoa;pobres: com renda mensal de até R$ 178 por pessoa, mas que incluam gestantes ou crianças e adolescentes de até 18 anos


O benefício parte de R$ 89 mensais e pode ter parcelas adicionais de:
R$ 41 para crianças, adolescentes e gestantes;R$ 48 para adolescentes de 16 ou de 17 anos.


O valor total do pagamento não pode ultrapassar R$ 372 por família.

Informações G1


Foto: Edgar Su – 8.set.2020/ Reuters

CNN Brasil- Durante o lançamento do iPhone 12, em outubro do ano passado, a Apple anunciou a retirada de alguns acessórios inclusos na compra dos smartphones.

De acordo com a consultoria de mercado Counterpoint Research, a empresa poupa cerca de US$ 4,20 (R$ 23 no câmbio de hoje) por unidade ao retirar adaptador de tomada e fones de ouvido. Os consumidores que não tinham as peças de compras anteriores precisam adquirir os itens separadamente.

A estimativa é que a empresa tenha vendido mais de 63 milhões de unidades somente no final do ano passado, representando uma economia de US$ 264 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão na conversão direta).

Ainda que a medida tenha sido anunciada durante o lançamento do iPhone 12, a estratégia também vale para outros smartphones da Apple. Agora, os aparelhos acompanham somente um cabo USB-C Lightning.

A empresa defende que a medida foi adotada como parte dos esforços para preservar o meio ambiente, alegando que muitas pessoas já têm carregadores e fones de outras compras e que a retirada dos acessórios ajudaria a reduzir o impacto da emissão de carbono. A decisão foi alvo de críticas de usuários e de solicitação de esclarecimentos por órgãos de defesa do consumidor.

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