Se as eleições de 2022 acontecessem nesta sexta-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro seria reeleito em todos os cenários possíveis, indica a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas.
O levantamento colocou como possíveis adversários de Bolsonaro nomes como Sergio Moro, Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL), João Doria (PSDB) João Amoêdo (NOVO), Lula (PT), Marina Silva (Rede), Luciano Huck, Flávio Dino (PCdoB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM).
No primeiro cenário, disputam Bolsonaro, Moro, Ciro, Haddad, Huck, Boulos, Amoêdo e Doria. O atual presidente aparece em grande vantagem, com 33,3% dos votos. Sergio Moro vem em segundo, com 11,8%, Ciro conquistaria 10%, Haddad, 8,8%, Luciano Huck, 7,8%, e Guilherme Boulos, 5,7%.
Já o segundo cenário traz Lula no lugar de Haddad e Marina Silva substitui Huck. Nele, Bolsonaro segue reeleito, com 32,9% dos votos. Lula teria 17,8%, Moro, 11,9%, Ciro ficaria com 7,7% das intenções, e Boulos com 4,9%.
Em agosto, o mesmo cenário mostrava Bolsonaro com 27,5% e Lula com 21,9%.
Um terceiro embate seria travado entre Bolsonaro, Ciro Gomes, Flávio Dino, Mandetta, Huck, Haddad, Doria e Amoêdo. Nela, Bolsonaro tem performance ainda melhor, com 35,8% da preferência. Ciro aparece com 12,1%, Haddad, 11,5%, Huck, 9,5%, Doria, 4,8%, Amoêdo, 3,5%, Mandetta, 2,7%, e Flávio Dino com 1,2%.
SEGUNDO TURNO A disputa em um eventual 2º turno entre os mesmos postulantes também daria vitória confortável a Bolsonaro.
O Paraná Pesquisas ouviu 2.036 eleitores, por telefone, em todos os 26 estados do país, além do Distrito Federal. As informações foram colhidas entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro, com eleitores maiores de 16 anos. A margem de erro é de aproximadamente 2%.
A Caixa Econômica Federal abre 755 agências neste sábado (5) para o pagamento do auxílio emergencial a 7 milhões de beneficiários dos ciclos 3 e 4 nascidos em novembro e dezembro. O atendimento será das 8h ao meio-dia.
Ao todo, foram creditados R$ 5,6 bilhões para esse público. Desse total, R$ 2,4 bilhões são referentes às parcelas do auxílio emergencial, de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). O restante, R$ 3,2 bilhões, corresponde às parcelas do auxílio emergencial extensão, de R$ 300 (R$ 600 para mães solteiras).
A lista das agências está disponível no endereço www.caixa.gov.br/agenciasabado. Não é preciso chegar antes do horário de abertura. Em comunicado, a Caixa esclareceu que todas as pessoas que procurarem as agências dentro do período de funcionamento serão atendidas.
Além do saque, será possível transferir de forma gratuita os valores, por meio do aplicativo Caixa Tem, para outra conta, seja da Caixa ou de outras instituições financeiras.
Do total de beneficiários, 3,6 milhões nasceram em novembro e 3,4 milhões, em dezembro. Entre os beneficiários do Ciclo 3, o dinheiro havia sido depositado na conta poupança digital em 29 de outubro, para os nascidos em novembro, e em 1º de novembro, para os nascidos em dezembro.
No Ciclo 4, os depósitos na poupança digital haviam sido feitos em 18 de novembro, para os nascidos em novembro, e em 20 de novembro, para os nascidos em dezembro.
Até agora, os recursos podiam ser movimentados apenas por meio do Caixa Tem, que permite compras por cartão de débito virtual, compras por QR Code (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros e o pagamento de boletos e de contas residenciais.
Desde o início do programa, em abril, o auxílio emergencial alcançou 67,8 milhões de brasileiros, num montante de R$ 270,2 bilhões creditados em cinco parcelas regulares e até três parcelas do auxílio extensão.
Vídeos que circularam nesta sexta-feira (4) nas redes sociais mostram dois policiais militares discutindo e um deles apontando a arma para o rosto do outro colega da corporação, no Centro de São Paulo. O caso ocorreu durante a manhã na região da Rua Santa Ifigênia, conhecida pelo comércio popular, com trânsito intenso de pedestres e veículos.
O motivo da briga foi o atraso de 5 minutos na troca de turno do almoço. De acordo com a polícia, o soldado que aponta a arma foi quem atrasou e a reação contra o colega, que é cabo, aconteceu quando ele foi informado que o atraso seria relatado ao comando superior.
Procurada para comentar o assunto, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que os agentes da Polícia Militar (PM)envolvidos na discussão foram afastados do patrulhamento de rua assim que as filmagens chegaram ao conhecimento da corporação.
A reportagem apurou que o agente que apontou a arma para o colega de farda foi preso em flagrante pela própria PM por crime militar e violência contra superior qualificada pelo uso de arma, que é um crime militar inafiançável. Ele foi conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital.
Por meio de nota, o comando da PM classificou a atitude dos dois policiais como “gravíssima e repulsiva” e disse que a ameaça com arma em punho “viola frontalmente os valores fundamentais da Instituição, especialmente a disciplina, a hierarquia, o profissionalismo, a honra e a dignidade humana, exigindo assim punições severas, na medida de sua gravidade”.
“Por se tratar de crime militar, todas as circunstâncias em que os fatos se deram estão sendo apuradas pela autoridade competente, em sede de polícia judiciária militar. O autor da ameaça foi preso em flagrante delito pelo crime de ameaça (artigo 223 do Código Penal Militar) e violência contra superior qualificada pelo uso de arma (artigo 157 do Código Penal Militar) e será conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes.”
Nas imagens compartilhadas nas redes sociais e aplicativos de mensagens de celular, os PMs usam máscaras e discutem. Em seguida, um deles aponta a arma na direção do rosto do colega da corporação, que empurra seu braço, afastando a arma.
Os vídeos mostram um dos PMs com a arma em punho o tempo todo, mas ele não atira. Pessoas que assistem e filmam a cena começam a gritar: “guerra de PM”. Outros policiais militares da equipe, que acompanham a briga, não intervêm e apenas observam.
Posteriormente o policial que havia apontado a arma aparece se afastando. Ele teria sido preso nesse momento pelos outros policiais. Não há informações oficiais sobre o motivo da discussão.
Se as eleições de 2022 acontecessem nesta sexta-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro seria reeleito em todos os cenários possíveis, indica a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas.
O levantamento colocou como possíveis adversários de Bolsonaro nomes como Sergio Moro, Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL), João Doria (PSDB) João Amoêdo (NOVO), Lula (PT), Marina Silva (Rede), Luciano Huck, Flávio Dino (PCdoB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM).
No primeiro cenário, disputam Bolsonaro, Moro, Ciro, Haddad, Huck, Boulos, Amoêdo e Doria. O atual presidente aparece em grande vantagem, com 33,3% dos votos. Sergio Moro vem em segundo, com 11,8%, Ciro conquistaria 10%, Haddad, 8,8%, Luciano Huck, 7,8%, e Guilherme Boulos, 5,7%.
Já o segundo cenário traz Lula no lugar de Haddad e Marina Silva substitui Huck. Nele, Bolsonaro segue reeleito, com 32,9% dos votos. Lula teria 17,8%, Moro, 11,9%, Ciro ficaria com 7,7% das intenções, e Boulos com 4,9%.
Em agosto, o mesmo cenário mostrava Bolsonaro com 27,5% e Lula com 21,9%.
Um terceiro embate seria travado entre Bolsonaro, Ciro Gomes, Flávio Dino, Mandetta, Huck, Haddad, Doria e Amoêdo. Nela, Bolsonaro tem performance ainda melhor, com 35,8% da preferência. Ciro aparece com 12,1%, Haddad, 11,5%, Huck, 9,5%, Doria, 4,8%, Amoêdo, 3,5%, Mandetta, 2,7%, e Flávio Dino com 1,2%.
SEGUNDO TURNO A disputa em um eventual 2º turno entre os mesmos postulantes também daria vitória confortável a Bolsonaro.
O Paraná Pesquisas ouviu 2.036 eleitores, por telefone, em todos os 26 estados do país, além do Distrito Federal. As informações foram colhidas entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro, com eleitores maiores de 16 anos. A margem de erro é de aproximadamente 2%.
O Supremo Tribunal Federal (STF) chegou, na manhã desta sexta-feira (4), a quatro votos a favor da possibilidade de reeleição dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Além do voto favorável do ministro Gilmar Mendes, relator do processo, os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski acompanharam a decisão.
Em seu voto, que teve 64 páginas, Mendes defendeu a possibilidade de recondução ao cargo baseado no “princípio da anualidade”, ou seja, no fato de que não é possível mudar as regras a menos de um ano para a disputa. Na prática, isso abriu espaço para que tanto Maia quanto Alcolumbre possam ser reconduzidos.
– A interpretação sistemática do trecho final do § 4º do art. 57 com o art. 2º, o art. 51, III, IV e o art. 52, XII e XIII, todos da Constituição Federal, firma a constitucionalidade de uma única reeleição ou recondução sucessiva de Membro da Mesa para o mesmo cargo, revelando-se desinfluente, para o estabelecimento desse limite, que a reeleição ou recondução ocorra dentro da mesma legislatura ou por ocasião da passagem de uma para outra – disse Mendes.
Em seguida, os ministro Dias Toffoli votou com o relator e também foi favorável à reeleição dos presidentes das Casas Legislativas. O terceiro a votar foi o ministro Nunes Marques que, ao contrário dos colegas, entendeu que pode ocorrer uma reeleição, mas disse se posicionar contra o principio da anualidade apresentado por Gilmar. Diante disso, para ele, a reeleição de Maia não poderia acontecer, mas a de Alcolumbre estaria autorizada.
– É por isso que admito a inovação interpretativa adotada pelo Relator, como parte de um romance em cadeia, segundo o qual é possível nova eleição subsequente para o mesmo cargo na Mesa Diretora, independentemente se na mesma ou em outra legislatura. Contudo, desacolho a possibilidade de reeleição para quem já está na situação de reeleito consecutivamente – destacou Nunes Marques.
Os votos seguintes, dos ministros Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski, foram conhecidos já na manhã desta sexta-feira (4). Assim como Toffoli, os dois também aprovaram a decisão de Gilmar Mendes e foram favoráveis à possibilidade de reeleição de Maia e Alcolumbre.
Como os primeiros a votar na ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade de reeleição dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli disseram sim para a continuidade dos parlamentares na direção das Casas, em votos proferidos na madrugada desta sexta-feira (4).
O relator da ação, Gilmar Mendes, apresentou o primeiro voto. Ao longo de 64 páginas, Mendes defendeu a possibilidade de recondução ao cargo baseado no “princípio da anualidade”, ou seja, no fato de que não é possível mudar as regras a menos de um ano para a disputa. Na prática, isso abriu espaço para que Maia possa ser reconduzido.
– A interpretação sistemática do trecho final do § 4º do art. 57 com o art. 2º, o art. 51, III, IV e o art. 52, XII e XIII, todos da Constituição Federal, firma a constitucionalidade de uma única reeleição ou recondução sucessiva de Membro da Mesa para o mesmo cargo, revelando-se desinfluente, para o estabelecimento desse limite, que a reeleição ou recondução ocorra dentro da mesma legislatura ou por ocasião da passagem de uma para outra – diz o voto.
Em seguida, o ministro Dias Toffoli votou na ação e acompanhou o entendimento de Gilmar Mendes. Depois de Toffoli, foi a vez de Nunes Marques apresentar seu voto. Ele manifestou-se favoravelmente a Toffoli e Gilmar Mendes, entendendo que pode ocorrer uma reeleição, mas disse se posicionar contra o principio da anualidade apresentado por Gilmar. Diante disso, na opinião de Nunes Marques, a reeleição de Maia não poderia acontecer, mas a de Alcolumbre estaria autorizada.
– É por isso que admito a inovação interpretativa adotada pelo Relator, como parte de um romance em cadeia, segundo o qual é possível nova eleição subsequente para o mesmo cargo na Mesa Diretora, independentemente se na mesma ou em outra legislatura. Contudo, desacolho a possibilidade de reeleição para quem já está na situação de reeleito consecutivamente – completou Nunes Marques.
O sistema de pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves hoje (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.
A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória – sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.
O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.
No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.
Hoje (3), o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.
The 2019–2020 coronavirus pandemic is an ongoing pandemic of coronavirus disease 2019 (COVID-19), caused by severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2).
O Senado aprovou nesta quinta-feira, 3, um projeto de lei que estabelece a disponibilização gratuita de vacina contra a Covid-19 para toda a população. O texto determina que a imunização é um direito de todos e dever da União, Estados, Distrito Federal e municípios. A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
O projeto estabelece que “grupos mais vulneráveis” devem ser priorizados na vacinação. Conforme o Estadão, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado revelou, idosos com 75 anos ou mais, profissionais de saúde e indígenas serão os primeiros a ser vacinados contra a covid-19 no País, segundo cronograma apresentado na terça-feira, 1, pelo Ministério da Saúde em reunião com um comitê de especialistas e obtido pelo Estadão.
Conforme mostrou o Broadcast Político, o texto aprovado nesta quinta-feira é uma versão mais “light” do projeto apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que estabelecia critérios técnicos específicos para a entrega de doses e transferência de recursos para Estados e municípios.
Pela redação original, os repasses deveriam considerar tamanho da população, porcentual de população imune à doença e proporção de grupos vulneráveis em relação ao total da população. O relator da proposta, Nelsinho Trad (PSD-MS), no entanto, retirou os critérios detalhados e deixou a definição das regras para um regulamento a ser elaborado.
As regras, segundo o PL, devem ser baseadas em “informações e dados demográficos, epidemiológicos e sanitários”. O governo deverá dar transparência aos critérios escolhidos e ouvir a comissão formada por secretários estaduais e municipais e o Conselho Nacional de Saúde. Informações sobre distribuição de doses e recursos também devem ser públicas e disponibilizadas online.
Não há, no entanto, um prazo para que o governo apresente o regulamento com os critérios de imunização. O texto original previa que o documento deveria ser elaborado em até 30 dias, mas o relator considerou “inconstitucional” determinar uma data.
O projeto de lei estabelece ainda que o Sistema Único de Saúde (SUS) terá prioridade nas aquisições e na distribuição das vacinas contra a covid-19, até que as metas de cobertura vacinal nacional sejam alcançadas.
A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base da Medida Provisória (MP) que cria o programa habitacional Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa Minha Vida. O relatório do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL) foi aprovado por 367 votos favoráveis e 7 contrários. Faltam ainda as análises dos destaques para concluir a votação.
O Congresso tem até 2 de fevereiro do próximo ano para concluir a tramitação da medida sem que ela perca a validade. O prazo já considera o recesso parlamentar que ocorre entre 23 de dezembro e 1º de fevereiro.
O texto foi aprovado depois de mais de seis horas de sessão com a obstrução da oposição. O relatório permite ao Executivo alterar por decreto o valor máximo do imóvel financiado e as faixas de renda das famílias beneficiadas. Bulhões acabou acatando mudanças propostas pelos deputados.
Entre as mudanças, o relator acatou propostas de autoria do deputado Ricardo Silva (PSB-SP) que garantem benefícios às pessoas com deficiência, idosos, pessoas que vivem em áreas rurais e pessoas de baixa renda.
– Devemos sempre ter a preocupação em assegurar os direitos constitucionais a todos os brasileiros, pensando sempre naqueles que possuem carência em serem assistidos mais de perto – disse.
O Casa Verde e Amarela foi lançado sem a previsão de o governo contratar novas casas para famílias de baixíssima renda nos moldes do programa criado no governo Lula. A chamada ‘faixa 1’ do MCMV concedia subsídios de até 90% do valor do imóvel, com parcelas fixas de no máximo R$ 270, para famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil.
O governo, por sua vez, garante que as unidades do faixa 1 já contratadas serão entregues. Outro ponto destacado é que o novo programa permite que os beneficiários desse grupo possam renegociar suas parcelas, o que antes era proibido pela lei. Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, isso vai possibilitar que mais de 500 mil famílias inadimplentes regularizem sua situação.
No geral, o programa atenderá famílias com renda mensal de até R$ 7 mil, com taxas de juros a partir de 4,25% ao ano. Além dos financiamentos, o Casa Verde e Amarela tem um pilar de regularização fundiária e melhoria de residências, com meta de regularizar 2 milhões de moradias e promover melhorias em 400 mil até 2024.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quarta-feira (2), durante conversa com apoiadores, que a aquisição de vacinas contra a Covid-19 será feita com o máximo de transparência possível por parte do governo federal. Segundo o chefe do Executivo, todas as cláusulas dos acordos firmados pela administração pública serão apresentados para a população.
– Eu vou mostrar todo o contrato para vocês. Quem tomar, vai saber o que está tomando e as consequências. Se tiver um problema, um efeito colateral qualquer, já sabe que não vão cobrar de mim porque eu vou ser bem claro – disse.