Após 34 anos, o Bahia tem um jogador servindo à Seleção Brasileira. Após Joelinton, do Newcastle se machucar pela Premier League, o meio-campista Jean Lucas, do Tricolor, teve seu nome chamado por Carlo Ancelotti na manhã desta quarta-feira (27), para fazer parte do elenco da Seleção nos jogos frente ao Chile e Bolívia, pelas Eliminatórias.

O camisa 6 do Bahia deve se apresentar à delegação brasileira após a partida frente ao Mirassol, no dia 31 de agosto, válida pelo Brasileirão. Ele será o primeiro jogador do clube a ser convocado para o Brasil no século atual.

Além do tricolor, foram convocados para o meio de campo: Andrey Santos, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Casemiro.

O último jogador do Bahia a ser convocado à Seleção Brasileira foi o ex-meia Luís Henrique, em 1991. Enquanto defendia o time das três cores, ele foi listado para a disputa de cinco amistosos e da Copa América de 1991.

Como atleta do Bahia, na Copa América, ele marcou dois gols em cinco jogos.

*Bahia Notícias
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia


Em São Paulo, em um eventual segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e para o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). É o que revela levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (27).

Foram ouvidos 1.680 eleitores em 85 municípios paulistas entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

No cenário em que a disputa é contra Bolsonaro, Lula teria 39% das intenções de voto, enquanto o ex-mandatário alcançaria 47,7%.

Em um embate contra Michelle, o petista teria 39,8% e a ex-primeira-dama, 46,5%.

Entre Lula e Tarcísio, o chefe do Executivo teria 37,6%, contra 50,4% do governador.

Apesar de constar no levantamento, o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

*CNN
Fotos: Antonio Cruz/Marcelo Camargo/Agência Brasil/Mônica Andrade/Governo do Estado de SP/Alan Santos/PR


A Polícia Federal (PF), em um ofício assinado pelo diretor-geral Andrei Rodrigues, pediu nesta terça-feira (26) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para manter uma equipe policial dentro da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em tempo integral, sob a alegação de que a medida visa garantir o cumprimento da prisão domiciliar do líder conservador.

Delegado de carreira há mais de 20 anos, Andrei Rodrigues assumiu a direção-geral da PF em janeiro de 2023, indicado pelo então ministro da Justiça e hoje colega de Moraes no STF, Flávio Dino. Durante a campanha presidencial de 2022, Rodrigues coordenou a segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), permanecendo responsável pela função até a posse do petista.

Em sua trajetória profissional, Rodrigues já atuou também na segurança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante as eleições presidenciais de 2010 e foi responsável pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, criada para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Rodrigues também foi oficial de ligação da PF em Madri, na Espanha; coordenador-geral de Polícia Fazendária; e chefe da Unidade de Gestão Estratégica da Diretoria de Tecnologia da Inovação da Polícia Federal.

No Rio Grande do Sul, em 2007, ele foi o responsável por comandar a investigação conhecida como “Fraude dos Selos”, que apurou desvio de cerca de R$ 2 milhões em verbas da Assembleia Legislativa gaúcha. Já do outro lado do país, em Manaus, capital do Amazonas, ele chefiou a Delegacia de Repressão a Entorpecentes.

Nesta terça, a PF pediu ao ministro Alexandre de Moraes que a vigilância policial em cima de Jair Bolsonaro ocorra com uma equipe dentro da residência do ex-presidente. A medida ocorre após o magistrado determinar que o líder da direita brasileira fosse monitorado 24 horas por dia.

A decisão do ministro do STF citou risco de fuga, principalmente em razão da atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos tentando influenciar autoridades contra o Judiciário brasileiro. Para Moraes, as ações do parlamentar aumentam as chances de que o pai deixe o país.

Em ofício enviado ao ministro, a PF apontou que a presença de vigilantes nas imediações da residência não seria o suficiente para evitar uma eventual fuga, mesmo com o uso de tornozeleira eletrônica, já que ela seria suscetível a falhas.

– Dessa forma, havendo, em tese, intenção de fuga, necessário o acompanhamento in loco e em tempo integral das atividades do custodiado, e do fluxo de veículos na residência e de vizinhos próximos, únicas medidas hábeis a minimizar, de forma razoavelmente satisfatória, tais riscos – diz a corporação.

O documento foi assinado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que indicou que o monitoramento dentro da residência de Bolsonaro ajudaria a evitar transtornos aos demais moradores do condomínio.

*Pleno.News
Foto: PR/Ricardo Stuckert


Na semana passada, a PGR pediu que o caso saísses das mãos de Dias Toffoli e fosse redistribuído

Ministro André Mendonça Foto: Antonio Augusto/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça será o responsável pela investigação sobre fraudes no INSS, após o caso sair da alçada do ministro Dias Toffoli.

Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu que o caso saísses das mãos do ministro Dias Toffoli e houvesse uma redistribuição. O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, acolheu o pedido e, após sorteio, o processo foi redistribuído para o ministro Mendonça, que foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), parte da investigação deve tramitar sob competência da Corte diante do surgimento de citações a autoridades com foro privilegiado, enquanto o restante deve continuar a tramitar na primeira instância.

Os inquéritos que apuram o assunto na primeira instância estão parados desde junho, quando Toffoli abriu um procedimento sigiloso no STF e solicitou cópia de todas as investigações para avaliar a sua competência no caso.

Apesar de não determinar a suspensão das apurações, a decisão, na prática, acabou paralisando o andamento dos inquéritos da Operação Sem Desconto. Diante da incerteza sobre a competência do caso, os investigadores estão aguardando uma definição para evitar a anulação de diligências. Procurado para comentar a decisão que travou as investigações, o ministro não se manifestou.

A Operação Sem Desconto teve sua primeira fase deflagrada pela PF em 23 de abril, em uma ação que afastou o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e apontou suspeitas de descontos irregulares bilionários dos beneficiários.

Esses descontos, de acordo com as apurações, foram feitos de forma irregular por uma atuação de associações e sindicatos de aposentados em conjunto com integrantes do INSS. Essa primeira fase cumpriu 211 mandados de busca e apreensão.

A investigação tramita por meio de diferentes inquéritos abertos em diversos estados, que miram diferentes sindicatos envolvidos nas fraudes.

Até o momento, o INSS calcula em R$ 3,3 bilhões o dinheiro necessário para ressarcir os aposentados lesados.

*AE


O senador Marcos Rogério (PL-RO) protocolou um pedido de convocação do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, para que ele deponha na CPMI do INSS.

A medida busca averiguar a suspeita de participação no esquema de fraudes em benefícios por parte do irmão do presidente Lula (PT), José Ferreira da Silva, o Frei Chico. Marcos Rogério quer saber por que o irmão do petista e o sindicato ao qual é vice-presidente não estão sendo investigados.

O diretor-geral da PF declarou, em abril, que nem o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), nem Frei Chico, estavam inseridos nas investigações.

– As declarações repercutiram nacionalmente e suscitaram controvérsia sobre o escopo das investigações, os critérios técnicos adotados para seleção de alvos, a motivação para determinadas medidas cautelares e a governança de dados compartilhados com INSS, Dataprev e CGU – afirma o senador no requerimento de convocação.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não vê como prioridade a convocação do irmão de Lula ao colegiado. Ele prefere aguardar para lançar luz sobre a participação de Frei Chico na fraude. As informações são de Igor Gadelha, do site Metrópoles.

*Pleno.News
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados


A superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) pediu demissão do cargo nesta terça-feira (19). Nicole Briones, que havia sido indicada pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entregou sua carta de demissão a Sidônio Palmeira, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).

Segundo informações do portal Metrópoles, Briones é ex-assessora do chefe do Executivo e administrou as redes sociais do petista durante cinco anos. Na EBC, ela liderou a mudança de posicionamento digital da empresa, coordenando os perfis @tvbrasil, @canalgov, @ebc e @agencia.brasil.

Na carta de demissão, Nicole agradece ao presidente e à Secom. Ela também apontou os resultados positivos nas redes sociais, incluindo a conquista de 350 milhões de visualizações mensais. Também indica a colega Fernando Miranda para o cargo.

Atualmente Fernanda atua como gerente de produção multimídia e servidor de carreira da EBC. Ela não é a única figura de liderança a pedir demissão da EBC em agosto. No início do mês, o presidente da EBC, Jean Lima, pediu sua exoneração em uma carta endereçada à Secom. Nela, ele afirma se sentir “honrado em ter contribuído para o governo” e diz que sua trajetória foi marcada por “importantes avanços para o fortalecimento da comunicação pública”.

*Pleno.News
Foto: Nicole Briones/Arquivo pessoal


Pacote encaminhado pelo governador Jerônimo Rodrigues inclui ainda perdão ou remissão parcial de 50% dos débitos tributários relativos à Taxa de Licenciamento Anual.

Boa notícia para os cerca de 500 mil proprietários de veículos em débito com o IPVA na Bahia, dos quais 289 mil são motociclistas: vem aí o Refis especial para regularizar a situação com o imposto, conforme projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governador Jerônimo Rodrigues. Entre os benefícios previstos está o desconto de 95% em multas e acréscimos moratórios, com possibilidade de parcelamento em três vezes. O projeto de lei também prevê a remissão, ou seja, o perdão dos débitos tributários do IPVA com valor abaixo de R$ 460,00. Outro benefício do pacote é o perdão ou remissão parcial de 50% dos débitos tributários relativos à Taxa de Licenciamento Anual de veículos.

Em todos os casos, quem quiser aproveitar os benefícios deve fazer o pagamento até 28 de novembro. Ainda de acordo com as regras do programa, as vantagens oferecidas valem para todos os débitos com o IPVA, inscritos ou não em dívida ativa, inclusive os ajuizados, cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro de 2024. Em caso de parcelamento, a prestação mínima a ser paga não pode ser inferior a R$ 200.

“Estas medidas vão trazer alívio financeiro para milhares de baianos, que poderão ficar regulares e aproveitar os benefícios desta condição”, afirma o governador Jerônimo Rodrigues, lembrando que serão beneficiados também “aqueles que utilizam os veículos como ferramentas de trabalho, como mototaxistas e motofretistas”.

No caso das motos, o novo pacote dá sequência aos benefícios do Projeto Condução Decente, lançado em abril pelo governador, que incluiu linha de crédito voltada para a aquisição de motos e capacitação de mototaxistas e motofretistas, com entrega de novos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). “Tínhamos adiantado que daríamos novos passos para reconhecer e fortalecer esta categoria tão importante, e desta vez estamos contemplando não apenas estes trabalhadores, mas todos que utilizam a moto ou o carro como ferramenta de trabalho ou meio de locomoção”, enfatiza Jerônimo.

Mais serviços públicos

O secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório, explica que, além de dar uma ótima chance para milhares de contribuintes, o projeto encaminhado pelo governador à Assembleia irá contribuir para a redução de litígios tributários, tanto na esfera administrativa quanto na judicial.

As condições oferecidas também irão representar o ingresso de novos recursos no caixa do Estado, ajudando a assegurar a continuidade da prestação de serviços públicos, acrescenta o secretário. “Trata-se de uma iniciativa que traz vantagens tanto para os contribuintes quanto para o Estado, e que na prática se reverterá em um setor público mais atuante em benefício de toda a população”, observa.

Segundo o diretor geral do Detran-Ba, Max Passos, medidas como essa visam regularizar que veículos possam trafegar com toda documentação em dia com o estado. “O condutor/proprietário que se preocupa em licenciar o veículo está contribuindo também para garantir mais segurança no trânsito. Licenciar o veículo simboliza regularidade com a legislação e, consequentemente, a preocupação ativa por um trânsito mais seguro”, informou Passos.

ASCOM/IMPRENSA/Sefaz-Ba
(71) 3115-8763
21/08/25


Anúncio foi feito pelo jornalista Paulo Figueiredo nesta quarta-feira

Rodrigo Pacheco e Ricardo Lewandowski Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados; Foto: Tom Costa/MJSP

Na noite desta quarta-feira (20), em meio ao enorme impacto causado pelos indiciamentos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pela Polícia Federal, por coação a autoridades no curso da ação penal do golpe de Estado, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, fez um anúncio que produz ainda maior alvoroço no Brasil.

Em suas redes sociais, Figueiredo anunciou que o “senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o ministro Ricardo Lewandowski – e seus familiares – tiveram seus vistos americanos revogados”.

– Enquanto a Polícia Federal vem com indiciamentos inúteis, confirmo que o senador Rodrigo Pacheco, e o ministro Ricardo Lewandowski – e seus familiares – tiveram seus vistos americanos revogados pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos da América.

Informações Pleno News



Os ministérios da Defesa e dos Portos e Aeroportos do governo Lula (PT) deverão prestar esclarecimentos ao Congresso Nacional sobre a entrada em território brasileiro de uma aeronave militar dos Estados Unidos, que fez pousos em Porto Alegre (RS) e em Guarulhos (SP) nesta terça-feira (19). O pedido foi feito por três parlamentares do PSOL.

De acordo com o requerimento, assinado pelo deputado Glauber Braga (RJ) e pelas deputadas Fernanda Melchionna (RS) e Sâmia Bomfim (SP), a gestão federal deverá informar detalhes sobre a operação e a finalidade da missão. O avião em questão é um Boeing 757 utilizado pela Força Aérea dos EUA e que costuma transportar autoridades americanas, incluindo integrantes da Agência Central de Inteligência, a CIA.

Os parlamentares querem saber se o governo americano fez um pedido formal para a operação, quais termos foram estabelecidos, quem estava a bordo da aeronave e se houve desembarque de equipamentos ou carga. Também questionam se a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi comunicada previamente, se houve apresentação de plano de voo e se toda a documentação exigida pela legislação brasileira foi cumprida.

No requerimento, os deputados afirmam que a presença de um avião militar estrangeiro em solo brasileiro, sem informações claras e públicas sobre sua missão, “levanta preocupações relevantes que merecem ser sanadas”. Caso os ministérios optem por classificar algum dado como sigiloso, terão que justificar a decisão formalmente.

SOBRE O POUSO
O Boeing C-32B, que é uma versão militar do Boeing 757-200, despertou curiosidade justamente pelo fato de não ter qualquer identificação e pela ausência de divulgação oficial de informações sobre o motivo de sua missão, pousou primeiramente em Porto Alegre (RS) e horas depois seguiu para Guarulhos (SP).

Segundo registros do site FlightRadar, o avião partiu de uma base aérea em Wrightstown, em Nova Jérsei, na última segunda (18), e seguiu para Tampa, na Flórida; depois para San Juan, em Porto Rico; e, de lá, voou até Porto Alegre, onde pousou por volta das 17h13 desta terça. A decolagem seguinte ocorreu às 20h03, com destino a Guarulhos, onde o avião chegou às 21h48 e permanecia até a manhã desta quarta (20).

A operação foi confirmada pelas concessionárias que administram os dois aeroportos brasileiros. Em nota, a Fraport, responsável pelo terminal gaúcho, confirmou o pouso e disse que a aeronave seguiu para Guarulhos. Já a GRU Airport, responsável pelo terminal da cidade paulista, reforçou que a chegada da aeronave contou com autorização do Ministério da Defesa do Brasil.

Fontes da Polícia Federal ouvidas pela CNN Brasil afirmaram que o avião transportava diplomatas norte-americanos destinados ao Consulado dos EUA em Porto Alegre. O Ministério da Defesa brasileiro também confirmou à emissora que a aeronave estava regular e que possuía plano de voo.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/YouTube Aircraft. Picmove. Military


Sob os gritos de “a roubalheira do PT tá acabando”, a oposição comemorou a escolha do senador Carlos Viana (Podemos-MG) para a presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Ele derrotou Omar Aziz (PSD-AM), indicado de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e alinhado ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O Congresso finalizou no período da tarde desta quarta-feira (20) a sessão de instalação do colegiado para apurar descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Omar Aziz atribuiu a derrota ao fato de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) ter encerrado a votação antes de todos terem registrado suas posições. Tereza afirmou que respeitou o regimento e que a maioria dos senadores já havia votado.

O governo sofreu uma segunda derrota com a decisão de Viana de escolher o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) como relator do colegiado. A escolha difere da indicação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que havia anunciado Ricardo Ayres (Republicanos-TO) para o posto.

– Foi algo não imaginado: uma união de todos da oposição que lutaram para que esse momento fosse possível e assertivo. A CPMI não pode começar com vícios e já estava iniciada viciada na fala do outrora presidente e relator que já vinham dando indícios de como conduziriam os trabalhos – afirmou Zé Trovão (PL-SC).

O colegiado é formado por 32 titulares, sendo 16 senadores e 16 deputados. Entre os integrantes estão os líderes de algumas das maiores bancadas, como os líderes no Senado do PT, Rogério Carvalho; do MDB, Eduardo Braga; do PP, Tereza Cristina, além de Aziz, que comanda o PSD – além de nomes influentes, como Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-ministro Paulo Pimenta (PT-RS).

Internamente, parlamentares consideram que o reforço da composição reflete a preocupação com a repercussão e a exploração política dos trabalhos da comissão.

*Com informações AE
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado