Já classificado para as quartas, Tite opta por poupar jogadores
Foto: Lucas Figueiredo/ CBF/ Direitos Reservados
O Brasil empatou em 1 a 1 com o Equador, na noite deste domingo (27) no estádio Olímpico de Goiânia, pela 5ª rodada do Grupo B da Copa América. Com este resultado, a equipe comandada pelo técnico Tite perdeu o aproveitamento perfeito que vinha tendo na competição.
Agora, a seleção brasileira aguarda a definição do Grupo A (cuja última rodada de jogos acontece na próxima segunda) para saber quem será seu adversário nas quartas de final (o Brasil pega o 4º colocado da outra chave).
Neymar poupado
Com a classificação já garantida como o primeiro do Grupo B, o técnico Tite decidiu poupar alguns jogadores para o jogo contra o Equador: o lateral Danilo, substituído por Emerson, o volante Fred, que deu lugar a Douglas Luiz, e o atacante Neymar, que viu Firmino entrar em sua posição.
Mesmo com tantas mudanças a seleção fez um bom primeiro tempo, alcançando 64% de posse de bola, várias finalizações e um gol. Aos 36 minutos, Everton cobrou falta para o meio da área e o zagueiro Éder Militão subiu muito para cabecear no ângulo do gol defendido por Galíndez.
Com a desvantagem no placar, o Equador retornou para a etapa final pressionando. E, logo aos 7 minutos, conseguiu empatar com Mena, que aproveitou sobra de bola na área brasileira.
A partir daí o Brasil não se encontrou mais na partida. O técnico Tite ainda realizou algumas mudanças, como as entradas de Richarlison, Everton Ribeiro e Vinícius Júnior. Mas o empate em 1 a 1 perdurou até o final.
A seleção brasileira volta a entrar em campo na competição na próxima sexta-feira (2), no estádio Nilton Santos a partir das 21h (horário de Brasília).
Vitória peruana
Na outra partida do Grupo B da Copa América realizada neste domingo, o Peru derrotou a Venezuela por 1 a 0. Com o triunfo alcançado graças a gol de Carrillo, a seleção andina garantiu a segunda posição da chave com 7 pontos.
Cerca de 47,5 mil ampolas do medicamento chegarão na terça
Foto: Reuters/Kai Pfaffenbach
Na próxima terça-feira (29), o Brasil receberá do governo da Irlanda 47.520 ampolas do medicamento anestésico Atracúrio, usado na intubação de pacientes. A doação foi coordenada pela Embaixada do Brasil em Dublin e pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.
A carga chegará ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) em operação de transporte viabilizada pela agência de defesa civil europeia Echo – sigla em inglês para Proteção Civil Europeia e Operações de Ajudas Humanitárias.
Em nota, o Itamaraty informou que o governo brasileiro agradece a doação. Segundo a pasta, a iniciativa insere-se na política de diplomacia da saúde do governo brasileiro. O medicamento será incorporado aos estoques do Ministério da Saúde destinados ao tratamento de pacientes com covid-19.
“A doação irlandesa reflete as frutíferas relações entre o Brasil e a Irlanda, aprofundadas nas últimas décadas e em que se destacam o investimento de empresas irlandesas no Brasil e o acolhimento, na Irlanda, de numerosa comunidade de cidadãos brasileiros”, destacou o comunicado.
O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz, quer ouvir já na próxima sexta-feira, 02, a servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva Oliveira. O nome dela foi apontado pelo servidor Luis Ricardo Fernandes Miranda, irmão do deputado Luis Miranda, como o responsável por autorizar e fiscalizar a importação de vacinas da Covaxin, mesmo diante das divergências em relação ao contrato original.
As notas fiscais em nome da empresa Madison Biotech, com sede em Cingapura e que integra o grupo da farmacêutica que produz a vacina na Índia, previa a entrega três milhões de doses do imunizante, número divergente do contrato, que estimava 20 milhões de doses em cinco entregas de quatro milhões.
Em duas notas levadas pelo servidor aos senadores, os documentos citavam ainda a previsão de pagamento antecipado. Ao negar o pedido para autorizar a importação, em março, a Anvisa questionou a mesma denúncia trazida pelos irmãos Miranda à CPI.
A funcionária chegou ao Ministério da Saúde em 2017, nomeada pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, no período em que o parlamentar comandou a pasta, no governo do ex-presidente Michel Temer. A informação consta no Diário Oficial da União.
Barros, no entanto, nega qualquer indicação política. Pelas redes sociais, após as acusações dos irmãos Miranda na CPI, o deputado publicou que “não é verdade que eu tenha indicado a servidora Regina Célia como informou o senador Randolfe. Não tenho relação com esse fatos”.
O deputado federal Luis Miranda, em depoimento à CPI da Covid, disse que o presidente Jair Bolsonaro teria citado o nome de Barros durante conversa entre os dois sobre supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin.
Voltou a circular nas redes uma entrevista do empresário José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que por muitos anos foi um dos manda-chuvas da TV Globo, sobre o possível fim da concessão pública para o funcionamento da Rede Globo no Brasil. Desde que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito, o tema passou a ‘assombrar’ os bastidores da emissora.
Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, em setembro do ano passado, o ex-diretor deixou claro que “não acha possível” que a Globo perca a concessão. A permissão do governo federal para o funcionamento da emissora expira no dia 5 de outubro do ano que vem.
– Cassação de empresa de televisão de rádio no Brasil só aconteceu na ditadura, com a Excelsior e a Tupi. Não acho possível cassar a TV Globo pela penetração que ela tem, pelo respeito que as pessoas têm e pelo serviço que ela prestou – argumentou.
Marca representa 44% da população com mais de 18 anos
O Brasil superou nesse sábado (26) a marca de 70 milhões de pessoas imunizadas com a primeira dose das vacinas contra a covid-19, divulgou o Ministério da Saúde. Segundo a pasta, 71,152 milhões de brasileiros receberam a primeira dose. O total equivale a 45% das 158,095 milhões de pessoas com mais de 18 anos no país.
Um total de 25,583 milhões de brasileiros receberam a primeira e a segunda dose da vacina ou a dose única da Janssen, completando o ciclo de imunização. Isso equivale a 16,2% da população vacinável no país e a 36,2% do total de pessoas que receberam a primeira dose.
As informações estão no painel de vacinação do LocalizaSUS , plataforma do Ministério da Saúde que registra o andamento da campanha de imunização contra a covid-19. Os dados estão atualizados até ontem.
Ao todo, 96,736 milhões de doses, distribuídas entre primeira dose, segunda e dose única, foram aplicadas desde o início da vacinação, em janeiro. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 1,158 milhão de doses.
Distribuição
O Ministério da Saúde distribuiu 129,720 milhões de doses às unidades da Federação, desde o início da campanha de imunização. Até a semana passada, o Brasil contava apenas com vacinas de duas doses para conclusão do ciclo vacinal. Eram os imunizantes AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer. Desde a última terça-feira (22), no entanto, o Brasil também passou a receber a vacina da Janssen, de dose única.
Mais de 1,8 milhão de doses da Janssen foram antecipadas no contrato de 38 milhões de unidades da pasta com a farmacêutica. As unidades estavam previstas para chegar somente a partir de outubro. Na última sexta-feira (25), mais 3 milhões de doses da Janssen foram doadas pelo governo dos Estados Unidos para a imunização da população brasileira.
Mais um lote com 936 mil doses de vacinas contra a covid-19, fabricadas pela Pfizer/BioNTech, chegou ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na manhã deste domingo (27).
Com essa entrega, o laboratório completa 2,4 milhões de imunizantes fornecidos ao Brasil em menos de uma semana. Na terça-feira (22), foram 529 mil doses entregues e outras 936 mil chegaram na quinta (24).
Segundo o Ministério da Saúde, até a atualização mais recente, mais de 10,6 milhões de doses da Pfizer já tinham sido distribuídas para estados e o Distrito Federal. A previsão é de que o novo lote siga para as unidades da Federação nos próximos dias.
As doses fazem parte do contrato do Ministério da Saúde com a farmacêutica, que prevê a entrega de 100 milhões de doses até setembro. Mais 100 milhões de doses, fruto de uma segunda negociação, estão previstas para serem entregues entre setembro e dezembro, totalizando 200 milhões de doses da Pfizer neste ano.
Ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso diz que recebeu “com satisfação” a manifestação de 11 partidos contra o voto impresso e pela manutenção do atual sistema de votação. Representantes do PSDB, DEM, PP, MDB, PSD, PSL, Avante, Republicanos, PL, Solidariedade e Cidadania se reuniram virtualmente e garantiram que irão procurar Barroso para ‘fortalecer’ a relação.
Defensor ferrenho das urnas eletrônicas sem a impressão do voto, Barroso afirma estar disposto a “mostrar a segurança, a transparência e a auditabilidade do sistema brasileiro de votação eletrônica”. Barroso disse ainda que é prerrogativa do Congresso debater o tema.
– Recebo com satisfação a manifestação dos partidos e continuo à disposição para mostrar a segurança, transparência e auditabilidade do sistema brasileiro de votação eletrônica – disse Barroso.
‘VOTO IMPRESSO NÃO CONTRIBUI PARA A DEMOCRACIA’, DIZ MORAES Próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes criticou o projeto, em debate no Congresso Nacional, de implementação do voto impresso.
Ninguém acertou as dezenas – 09, 13, 22, 25, 26 e 31 – do Concurso 2.384 da Mega-Sena, sorteadas nesse sábado (26) à noite no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.
O próximo concurso, quarta-feira (30), deve pagar R$ 20 milhões a quem acertar sozinho os seis números.
A quina teve 57 ganhadores e cada um levará R$ 28.668,57. As 3.781 apostas ganhadoras da quadra receberão o prêmio individual de R$ 617,41.
A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do concurso, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, convocou os 4 milhões de brasileiros que já têm direito, mas ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a covid-19, a procurar um posto de saúde e atualizar o esquema vacinal. “As vacinas são seguras e devem ser utilizadas”, disse o ministro em entrevista ao programa Brasil em Pauta que vai ao ar neste domingo, às 20h30. “Vocês devem confiar nas vacinas”, afirmou.
Sobre os brasileiros que estariam escolhendo o imunizante, Queiroga disse que “vacina boa é a que está disponível no posto e é aplicada em cada um dos brasileiros”. O ministro lembrou que todos os imunizantes disponíveis para vacinação no Brasil receberam o aval da Anvisa e, portanto, são seguros e eficazes.
Marcelo Queiroga reiterou que, até setembro deste ano, todos os brasileiros com idade acima de 18 anos já terão tomado a primeira dose da vacina e, até dezembro, a segunda. “O Ministério da Saúde tem trabalhado fortemente para antecipar as doses de vacinas para fazer nossa campanha acelerar”. Segundo ele, já são mais de 600 milhões de doses contratadas, e o ministério já está se preparando para 2022.
Gestantes
O ministro falou também sobre a vacinação de gestantes pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Segundo ele, já foram aplicadas mais de 87 mil doses em grávidas em todo o Brasil. Queiroga lembrou que o Ministério da Saúde ainda recomenda que se vacinem apenas as gestantes com comorbidades, mas adiantou que a pasta deverá ter um posicionamento para a vacinação de grávidas sem comorbidades nas próximas semanas.
A imunização de gestantes que não são do grupo de risco foi interrompida em maio deste ano, após o falecimento de uma grávida que tomou a vacina da Oxford/AstraZeneca. Ainda não se sabe se realmente foi o imunizante que provocou a morte da mulher. Depois desse episódio, a vacinação com a AstraZeneca em grávidas foi interrompida.
De acordo com Queiroga as vacinas com o vírus inativo são seguras para as gestantes. “Hoje, a orientação é vacinar [as grávidas] com Pfizer e Coronavac”, afirmou o ministro. Segundo ele o PNI, por meio da Secretaria de Vigilância, acompanha as gestantes que fazem o uso da vacina. Queiroga disse que grávidas que tomaram a vacina da AstraZeneca antes da suspensão poderão tomar a segunda dose após o puerpério (45 dias depois do nascimento do bebê).
Estratégia diversificada
O ministro destacou as diversas frentes que o governo brasileiro vem adotando para a aquisição de vacinas. Entre elas estão a adesão ao mecanismo Covax Facility, a parceria com farmacêuticas do exterior como Pfizer e Janssen, o contrato firmado com o Instituto Butantan, que produz a CoronaVac e, sobretudo, o mecanismo de transferência de tecnologia firmado entre a Fiocruz e a AstraZeneca. “Isso resultou numa vacina segura, eficaz, efetiva e custo-efetiva, então o preço da vacina é bastante interessante, um preço menor que US$ 4 por dose”, disse.
Estudos
No programa, Queiroga comentou os estudos com vacinas que estão sendo realizados em Botucatu (SP) e Paquetá (RJ), que contam com o apoio do Ministério da Saúde. “Mostrando o compromisso do governo brasileiro com a pesquisa, a ciência e a evolução da medicina de uma maneira geral e o fortalecimento do nosso complexo industrial da saúde”.
Trabalhadores informais nascidos em setembro recebem hoje (27) a terceira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
No último dia 15, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da terceira parcela. O calendário de depósitos, que começaria no último dia 20 e terminaria em 21 de julho, foi antecipado para o período de 18 a 30 de junho.
Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo) para ter direito à nova rodada.
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da terceira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 17 e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.
Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.