Ao todo, 317 deputados e 53 senadores optaram por aprovar o Fundão de R$ 5,7 bilhões para 2022

Congresso Nacional Foto: EFE/EPA/ROBERT GHEMENT

Na sexta-feira (17), a Câmara dos Deputados e o Senado Federal votaram o veto determinado pelo presidente Jair Bolsonaro ao aumento do Fundo Eleitoral, o chamado “Fundão”, para R$ 5,7 bilhões no pleito de 2022. Nas duas Casas, o veto do chefe do Executivo ao acréscimo no valor foi derrubado, oficializando assim o aumento.

Na Câmara, a derrubada do veto recebeu 317 adesões contra 146 votos negativos. Já no Senado, foram 53 votos favoráveis à queda da decisão de Bolsonaro, contra apenas 21 apoios à determinação presidencial.

Com a derrubada, o fundo de financiamento da campanha de 2022 alcançará a maior quantia da história. Criado em 2017, o “Fundão” havia ficado em torno de R$ 2 bilhões em todos os anos eleitorais desde então.

Confira abaixo quais deputados e senadores votaram pela queda do veto presidencial ao aumento (em ordem alfabética):

CÂMARA DOS DEPUTADOS
Abílio Santana (PL-BA)
Abou Anni (PSL-SP)
Acácio Favacho (PROS-AP)
Adolfo Viana (PSDB-BA)
Adriano do Baldy (PP-GO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Aelton Freitas (PL-MG)
Afonso Florence (PT-BA)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
Airton Faleiro (PT-PA)
Alceu Moreira (MDB-RS)
Alcides Rodrigues (Patriota-GO)
Alencar S. Braga (PT-SP)
Alessandro Molon (PSB-RJ)
Alex Santana (PDT-BA)
Alexandre Leite (DEM-SP)
Alexandre Padilha (PT-SP)
Alice Portugal (PCdoB-BA)
Aliel Machado (PSB-PR)
Aline Gurgel (Republicanos-AP)
Altineu Côrtes (PL-RJ)
Aluisio Mendes (PSC-MA)
Amaro Neto (Republicanos-ES)
André Abdon (PP-AP)
André de Paula (PSD-PE)
André Figueiredo (PDT-CE)
André Fufuca (PP-MA)
Angela Amin (PP-SC)
Antonio Brito (PSD-BA)
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Aroldo Martins (Republicanos-PR)
Arthur O. Maia (DEM-BA)
Átila Lins (PP-AM)
Átila Lira (PP-PI)
Augusto Coutinho (Solidariedade-PE)
Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)
Bacelar (Podemos-BA)
Baleia Rossi (MDB-SP)
Benedita da Silva (PT-RJ)
Beto Faro (PT-PA)
Beto Pereira (PSDB-MS)
Beto Rosado (PP-RN)
Bira do Pindaré (PSB-MA)
Bohn Gass (PT-RS)
Bosco Costa (PL-SE)
Bosco Saraiva (Solidariedade-AM)
Bozzella (PSL-SP)
Cacá Leão (PP-BA)
Camilo Capiberibe (PSB-AP)
Cap. Fábio Abreu (PL-PI)
Carlos Bezerra (MDB-MT)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Carlos Gaguim (DEM-TO)
Carlos Veras (PT-PE)
Carlos Zarattini (PT-SP)
Cássio Andrade (PSB-PA)
Celina Leão (PP-DF)
Célio Moura (PT-TO)
Celso Maldaner (MDB-SC)
Celso Sabino (PSL-PA)
Cezinha Madureira (PSD-SP)
Charlles Evangelis (PSL-MG)
Chico D´Angelo (PDT-RJ)
Chiquinho Brazão (Avante-RJ)
Christiane Yared (PL-PR)
Christino Aureo (PP-RJ)
Claudio Cajado (PP-BA)
Cleber Verde (Republicanos-MA)
Covatti Filho (PP-RS)
Cristiano Vale (PL-PA)
Dagoberto Nogueira (PDT-MS)
Damião Feliciano (PDT-PB)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Daniela Waguinho (MDB-RJ)
Danilo Cabral (PSB-PE)
Danilo Forte (PSDB-CE)
Darci de Matos (PSD-SC)
Delegado Waldir (PSL-GO)
Denis Bezerra (PSB-CE)
Diego Andrade (PSD-MG)
Dimas Fabiano (PP-MG)
Domingos Neto (PSD-CE)
Domingos Sávio (PSDB-MG)
Dr. Jaziel (PL-CE)
Dr. Leonardo (Solidariedade-MT)
Dr.Luiz Antonio Jr (PP-RJ)
Dra. Vanda Milani (Solidariedadeade-AC)
Dulce Miranda (MDB-TO)
Edilazio Junior (PSD-MA)
Edio Lopes (PL-RR)
Eduardo Barbosa (PSDB-MG)
Eduardo Bismarck (PDT-CE)
Eduardo Costa (PTB-PA)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Efraim Filho (DEM-PB)
Elias Vaz (PSB-GO)
Elmar Nascimento (DEM-BA)
Ely Santos (Republicanos-SP)
Enio Verri (PT-PR)
EuclydesPettersen (PSC-MG)
Fábio Henrique (PDT-SE)
Fábio Mitidieri (PSD-SE)
Fábio Ramalho (MDB-MG)
Fabio Reis (MDB-SE)
Fabio Schiochet (PSL-SC)
Fausto Pinato (PP-SP)
Felício Laterça (PSL-RJ)
FelipeFrancischini (PSL-PR)
Fernando Coelho (DEM-PE)
FernandoMonteiro (PP-PE)
FernandoRodolfo (PL-PE)
FernandoRodolfo (PL-PE)
Francisco Jr. (PSD-GO)
Franco Cartafina (PP-MG)
Fred Costa (Patriota-MG)
Frei Anastacio (PT-PB)
Gastão Vieira (PROS-MA)
Gelson Azevedo (PL-RJ)
Genecias Noronha (Solidariedade-CE)
Gervásio Maia (PSB-PB)
Giacobo (PL-PR)
Gil Cutrim (Republicanos-MA)
Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
GilbertoNasciment (PSC-SP)
Giovani Cherini (PL-RS)
Giovani Feltes (MDB-RS)
Glaustin da Fokus (PSC-GO)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Greyce Elias (Avante-MG)
Guilherme Mussi (PP-SP)
Gustinho Ribeiro (Solidariedade-SE)
Haroldo Cathedral (PSD-RR)
Heitor Freire (PSL-CE)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Helder Salomão (PT-ES)
Hélio Leite (DEM-PA)
Henrique Fontana (PT-RS)
Hercílio Diniz (MDB-MG)
Herculano Passos (MDB-SP)
HermesParcianello (MDB-PR)
Hildo Rocha (MDB-MA)
Hiran Gonçalves (PP-RR)
Hugo Leal (PSD-RJ)
Hugo Motta (Republicanos-PB)
Iracema Portella (PP-PI)
Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Jaqueline Cassol (PP-RO)
Jerônimo Goergen (PP-RS)
Jesus Sérgio (PDT-AC)
Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR)
João C. Bacelar (PL-BA)
João Campos (Republicanos-GO)
João Daniel (PT-SE)
João Maia (PL-RN)
João Marcelo S. (MDB-MA)
Jones Moura (PSD-RJ)
Jorge Braz (Republicanos-RJ)
Jorge Solla (PT-BA)
Jorielson (PL-AP)
José Airton (PT-CE)
José Guimarães (PT-CE)
José Medeiros (Podemos-MT)
José Nunes (PSD-BA)
José Priante (MDB-PA)
José Ricardo (PT-AM)
José Rocha (PL-BA)
Joseildo Ramos (PT-BA)
Josimar Maranhãozinho (PL-MA)
Juarez Costa (MDB-MT)
Julian Lemos (PSL-PB)
Júlio Cesar (PSD-PI)
Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF)
Julio Lopes (PP-RJ)
Juninho do Pneu (DEM-RJ)
Junior Lourenço (PL-MA)
Júnior Mano (PL-CE)
Juscelino Filho (DEM-MA)
Laercio Oliveira (PP-SE)
Laerte Bessa (PL-DF)
Lafayette Andrada (Republicanos-MG)
Lauriete (PSC-ES)
Leandre (PV-PR)
Leda Sadala (Avante-AP)
Leo de Brito (PT-AC)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Leonardo Picciani (MDB-RJ)
Leônidas Cristino (PDT-CE)
Leur Lomanto Jr. (DEM-BA)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lincoln Portela (PL-MG)
Lucas Vergilio (Solidariedade-GO)
Luciano Bivar (PSL-PE)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Lucio Mosquini (MDB-RO)
Luis Tibé (Avante-MG)
Luisa Canziani (PTB-PR)
Luiz Antônio Corrêa (PL-RJ)
Luiz Carlos Motta (PL-SP)
Luizianne Lins (PT-CE)
Magda Mofatto (PL-GO)
Marcelo Aro (PP-MG)
Marcelo Freixo (PSB-RJ)
Marcelo Nilo (PSB-BA)
Marcio Alvino (PL-SP)
Márcio Biolchi (MDB-RS)
Márcio Marinho (Republicanos-BA)
Marcos A. Sampaio (MDB-PI)
Marcos Soares (DEM-RJ)
Margarete Coelho (PP-PI)
Mariana Carvalho (PSDB-RO)
Marília Arraes (PT-PE)
Marina Santos (PL-PI)
Mário Heringer (PDT-MG)
Mário Negromonte Jr (PP-BA)
Marreca Filho (Patriota-MA)
Marx Beltrão (PSD-AL)
Mauro Lopes (MDB-MG)
Merlong Solano (PT-PI)
Milton Coelho (PSB-PE)
Milton Vieira (Republicanos-SP)
Moses Rodrigues (MDB-CE)
Nereu Crispim (PSL-RS)
Neri Geller (PP-MT)
Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
Nicoletti (PSL-RR)
Nilson Pinto (PSDB-PA)
Nilto Tatto (PT-SP)
Nivaldo Albuquerq (PTB-AL)
Odair Cunha (PT-MG)
Olival Marques (DEM-PA)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Osires Damaso (PSC-TO)
Osmar Serraglio (PP-PR)
Osmar Terra (MDB-RS)
Ossesio Silva (Republicanos-PE)
Otavio Leite (PSDB-RJ)
Ottaci Nascimento (Solidariedadeade-RR)
Otto Alencar (PSD-BA)
Padre João (PT-MG)
Pastor Gil (PL-MA)
Patrus Ananias (PT-MG)
Paulão (PT-AL)
Paulo Azi (DEM-BA)
Paulo Guedes (PT-MG)
Paulo Magalhães (PSD-BA)
Paulo Pereira (Solidariedade-SP)
Paulo Pimenta (PT-RS)
Paulo Ramos (PDT-RJ)
Paulo Teixeira (PT-SP)
Paulo V. Caleffi (PSD-RS)
Pedro Augusto (PSD-RJ)
Pedro Dalua (PSC-AP)
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA)
Pedro Lupion (DEM-PR)
Pedro Uczai (PT-SC)
Pedro Westphalen (PP-RS)
Perpétua Almeida (PCdoB-AC)
Pinheirinho (PP-MG)
Pr Marco Feliciano (PL-SP)
Prof Marcivania (PCdoB-AP)
Profª Dorinha (DEM-TO)
Profª Rosa Neide (PT-MT)
Professor Alcides (PP-GO)
Rafael Motta (PSB-RN)
Raimundo Costa (PL-BA)
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Rejane Dias (PT-PI)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Ricardo Barros (PP-PR)
Ricardo da Karol (PSC-RJ)
Ricardo Izar (PP-SP)
Robério Monteiro (PDT-CE)
Rodrigo de Castro (PSDB-MG)
Rogério Correia (PT-MG)
Roman (Patriota-PR)
Ronaldo Carletto (PP-BA)
Rosangela Gomes (Republicanos-RJ)
Rubens Otoni (PT-GO)
Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA)
Rui Falcão (PT-SP)
Sebastião Oliveira (Avante-PE)
Sérgio Brito (PSD-BA)
Sergio Souza (MDB-PR)
Sergio Toledo (PL-AL)
Severino Pessoa (Republicanos-AL)
Sidney Leite (PSD-AM)
Silas Câmara (Republicanos-AM)
Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)
Soraya Santos (PL-RJ)
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ)
Tadeu Alencar (PSB-PE)
Ted Conti (PSB-ES)
Tia Eron (Republicanos-BA)
Tiago Dimas (Solidariedade-TO)
Tiririca (PL-SP)
Tito (Avante-BA)
Uldurico Junior (PROS-BA)
Vaidon Oliveira (PROS-CE)
Valdevan Noventa (PL-SE)
Valmir Assunção (PT-BA)
Vander Loubet (PT-MS)
Vavá Martins (Republicanos-PA)
Vicentinho (PT-SP)
Vicentinho Júnior (PL-TO)
Vilson da Fetaemg (PSB-MG)
Vinicius Carvalho (Republicanos-SP)
Waldenor Pereira (PT-BA)
Walter Alves (MDB-RN)
Wellington (PL-PB)
Wilson Santiago (PTB-PB)
Wolney Queiroz (PDT-PE)
Zé Carlos (PT-MA)
Zé Neto (PT-BA)
Zé Silva (Solidariedade-MG)
Zé Vitor (PL-MG)
Zeca Dirceu (PT-PR)

SENADO FEDERAL
Ângelo Coronel (PSD-BA)
Antônio Anastasia (PSD-MG)
Carlos Fávaro (PSD-MT)
Carlos Portinho (PL-RJ)
Carlos Viana (PSD-MG)
Chico Rodrigues (DEM-RR)
Chiquinho Feitosa (DEM-CE)
Daniella Ribeiro (PP-PB)
Dário Berger (MDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Eduardo Gomes (MDB-TO)
Eliane Nogueira (PP-PI)
Elmano Férrer (PP-PI)
Esperidião Amin (PP-SC)
Fabiano Contarato (PT-ES)
Fernando Coelho (MDB-PE)
Fernando Collor (PROS-AL)
Giordano (MDB-SP)
Irajá (PSD-TO)
Jader Barbalho (MDB-PA)
Jaques Wagner (PT-BA)
Jayme Campos (DEM-MT)
Jean Paul Prates (PT-RN)
Kátia Abreu (PP-TO)
Lucas Barreto (PSD-AP)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Luiz do Carmo (MDB-GO)
Mailza Gomes (PP-AC)
Marcelo Castro (MDB-PI)
Marcio Bittar (PSL-AC)
Marcos Rogério (DEM-RO)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Maria Eliza (MDB-RO)
Mecias de Jesus (REPUBLICANOS-RR)
Nelsinho Trad (PSD-MS)
Nilda Gondim (MDB-PB)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-RS)
Paulo Rocha (PT-PA)
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Rogério Carvalho (PT-SE)
Romário (PL-RJ)
Rose de Freitas (MDB-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Soraya Thronicke (PSL-MS)
Telmário Mota (PROS-RR)
Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Weverton (PDT-MA)
Zenaide Maia (PROS-RN)
Zequinha Marinho (PSC-PA)

Informações Pleno News


Foto: Reprodução/Twitter

O torcedor do Athletico que arremessou um copo de cerveja no empresário Luciano Hang, dono das Lojas Havan, durante a segunda partida da final da Copa do Brasil, na última quarta-feira (15), disputada na Arena da Baixada, em Curitiba (PR), foi demitido do escritório de advocacia onde trabalhava.

O desligamento do advogado Eduardo Alves do escritório Araúz Advogados, onde ele trabalhava, foi realizado após a identificação dele no ato praticado na quarta-feira ser concluída. Em nota, o ex-empregador de Eduardo afirmou que “não tolera atos de violência contra qualquer individuo ou instituição” e classificou o episódio como “inaceitável”.

Alves, por sua vez, alegou que está sendo ameaçado e voltou a criticar Hang nas redes sociais. O advogado admitiu que “a sua vida virou um inferno” com a repercussão do caso.

Sobre o caso, Hang não fez boletim de ocorrência, mas realizou uma live nesta sexta, em uma rede social, para falar sobre o caso e denominou o torcedor do Athletico de “Doutor Esquerdinha”. Hang ainda falou que “jamais podemos aceitar qualquer forma de violência, ainda mais como forma de inibir pensamentos diferentes”.

*Pleno.News


Presidente deu declarações nesta sexta-feira

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega

Durante conversa com apoiadores, nesta sexta-feira (17), presidente Jair Bolsonaro ironizou a pesquisa Datafolha. Ele deu declarações na área externa do Palácio da Alvorada. As informações são do site O Antagonista.

– Datafolha deu quanto para ele [Lula] no segundo turno? 60 a 30? Tem que ter Datapovo aí – falou.

Na quinta-feira (16), a pesquisa Datafolha apontou Lula na liderança da disputa pela Presidência em 2022.

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Ari Peixoto revelou detalhes de seu desligamento durante entrevista a uma rádio

Ari Peixoto Foto: Reprodução/TV Globo

Durante entrevista ao programa Cidinha Livre, da Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro, o jornalista Ari Peixoto falou sobre sua saída da TV Globo. Ele foi demitido em outubro.

Peixoto disse que a conversa sobre a saída foi rápida.

– Cheguei para trabalhar em um belo dia. O diretor me chamou e em cinco minutos eu estava demitido. Ele chegou, me pediu para sentar e disse: ‘Olha, Ari, tenho uma notícia para te dar. A Globo está te desligando’ – relatou.

O jornalista admitiu que ficou decepcionado pela forma como seu desligamento ocorreu.

– Eu sabia que poderia acontecer. São 34 anos na empresa, 56 de idade. Mas pela história que eu tenho na emissora, esperava que as coisas pudessem acontecer de outra forma. Eu glamorizei essa demissão. Você acha que o chefe vai ter a consideração e o respeito de te preparar, explicar que você será demitido – disse ele.

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Trabalhador movimenta botijões de gás de cozinha em distribuidora em São Paulo (SP)
Foto: Reuters/ Caetano Barreiras/ Direitos w

O Congresso Nacional aprovou hoje (17) a liberação de crédito orçamentário para custear o chamado auxílio gás ou vale-gás. Foram aprovados R$ 300 milhões para auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha com o equivalente a 40% do preço do botijão.

O projeto que previa o auxílio foi aprovado em outubro, mas a verba que o garante foi aprovada nesta sexta-feira por deputados e senadores. Na sessão de hoje, o Congresso aprovou créditos orçamentários para ministérios e outros órgãos e empresas públicas.

Serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O auxílio será concedido preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência. A preferência de pagamento será para a mulher responsável pela família.

A expectativa é atender 5,5 milhões de famílias e admitir a entrada gradativa de mais famílias no programa a partir do próximo ano. O auxílio do programa Gás dos Brasileiros deve ser concedido a cada bimestre.

* Com informações da Agência Senado


Quantia bate recorde e será usada para financiar campanhas em 2022

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional (para deputados) destinada à deliberação dos Vetos nºs 4, 14, 18, 19, 20, 22 a 52 de 2021 e dos Projetos de Lei do Congresso Nacional n°s 12, 13 e 15 de 2021.

Em
Foto: Pedro França/ Agência Senado

O Congresso Nacional derrubou hoje (17) um veto presidencial e, com isso, ampliou o valor do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões. Em agosto, o presidente da República havia vetado essa ampliação quando sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O trecho, antes vetado e agora derrubado, agora segue para promulgação.

O veto foi primeiro analisado na Câmara e os deputados o derrubaram por um placar de 317 votos a 143. No Senado, foram 53 votos pela derrubada do veto e 21 por sua manutenção. No Senado, assim como na Câmara, o assunto foi alvo de debates.

Para o senador Telmário Mota (Pros-RR), ser a favor do veto, e contra os R$ 5,7 bilhões para as campanhas, é adotar um “discurso fácil e demagógico”. Ele defendeu a derrubada do veto para, segundo ele, trazer igualdade de condições aos candidatos e fortalecer a democracia.

“Como um líder comunitário vai conseguir disputar uma eleição com um grande empresário ou um descendente de uma oligarquia? O sistema de financiamento privado [de campanha] quase comprometeu a democracia brasileira. Escolheu-se o financiamento público. É preciso o financiamento ser igualitário para todos”, afirmou.

Já o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) se disse “indignado” com tal quantia para o Fundo Eleitoral. Para ele, não é momento do país reverter tal quantia para campanhas políticas. “A manutenção do veto é o mínimo de respeito com um país machucado pela pandemia, com mais de 20 milhões de pessoas passando fome e que agora, no apagar das luzes, se vê no direito de premiar presidentes de partidos e candidatos nas próximas eleições com montanhas de dinheiro público.”

Fundo Eleitoral

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha, ou apenas Fundo Eleitoral, foi criado em 2017. Sua criação se seguiu à proibição do financiamento privado de campanhas. Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu doações de empresas a campanhas políticas, sob alegações de haver desequilíbrio na disputa política e exercício abusivo do poder econômico.

Sem a verba privada para custear campanhas eleitorais, foi criado o Fundo Eleitoral. Ele é composto de dotações orçamentárias da União, repassadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em até o início do mês de junho, apenas em anos eleitorais. Em 2018, por exemplo, foi repassado aos partidos pouco mais de R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral para financiamento de campanhas.

Informações Agência Brasil


Novo comandante da Corte eleitoral ficará apenas até agosto e será substituído por Moraes, para as eleições de 2022

Ministro Edson Fachin, do STF Foto: Agência Brasil/Nelson Jr.

O ministro Edson Fachin foi eleito, nesta sexta-feira (17), o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O novo comandante da Corte eleitoral assume a função em 28 de fevereiro, no lugar do ministro Luís Roberto Barroso, e ficará à frente do TSE apenas até agosto, quando se encerra o período dele de dois anos no TSE.

A regra atual prevê que ministros do Supremo se dediquem também ao TSE por períodos de dois anos, que podem ser ampliados por mais dois, e, após esse prazo, devem deixar a função. Como o segundo biênio de Fachin termina em agosto, ele deverá deixar a presidência do TSE.

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Após o fim do mandato de Fachin, em agosto, quem o substituirá será o ministro Alexandre de Moraes. Portanto, é Moraes quem conduzirá as eleições do ano que vem. Ele ficará à frente da Corte eleitoral até junho de 2024.

A eleição de Fachin ocorreu no encerramento dos trabalhos do TSE, em 2021, e foi feita de forma eletrônica. Foram seis votos a um. Tradicionalmente, o ministro que é eleito para comandar a Corte vota no vice. Na quarta, Fachin realizou a primeira reunião de transição com a equipe que fará parte da nova administração.

O TSE é composto por sete ministros – três do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas nomeados pelo presidente da República entre advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, a partir de lista tríplice indicada pelo STF.


Expectativa do governo federal é de cerca de R$ 200 bilhões em investimentos até o fim do tempo de contrato

Os campos de pré-sal de Sépia e Atapu foram arrematados nesta sexta-feira (17), no último grande leilão de petróleo de 2021 realizado pelo governo federal. Dois consórcios, cada um com três empresas, arremataram os lotes, com bônus total arrecadado pelo governo de cerca de R$ 11 bilhões.

O leilão faz parte da 2ª rodada da cessão onerosa de campos para exploração de petróleo, e é o segundo maior no setor da história, segundo o governo.

As duas áreas ofertadas ficam localizadas na Bacia de Santos, a mais importante para extração de petróleo em águas brasileiras e uma das regiões mais cobiçadas do mundo para exploração da commodity.

O critério para os lances era de maior oferta de excedente de óleo destinado para a União, após dedução de despesas de produção e investimentos. Os percentuais mínimos de oferta eram de 5,89% do excedente para o campo de Atapu e 15,02% para o de Sépia.

Em caso de vitória de consórcios, a Petrobras fica com direito de 30% da área para exploração, com os 70% restantes divididos entre os integrantes.

O campo de Sépia foi arrematado pelo consórcio formado pela francesa TotalEnergies, a estatal da Malásia Petronas e a Qatar Petroleum Brasil, com um percentual de excedente de óleo de 37,43%. O ágio foi de 149,20%, com arrecadação pelo governo de R$ 7,138 bilhões em bônus de assinatura.

A Petrobras exerceu seu direito de preferência e passou a integrar o consórcio. Com isso, a TotalEnergies terá 28%, Petronas 21% e Qatar 21%.

As empresas Chevron, Ecopetrol, Enauta, ExxonMobil, Shell e Equinor não fizeram ofertas para a área.

Já o lance vitorioso para o campo de Atapu, foi feito pelo consórcio formado pela Petrobras, Shell e TotalEnergias. O percentual de excedente de óleo foi de 31,68%, com ágio de 437,86% e bônus de cerca de R$ 4 bilhões. A Petrobras terá 52,50% da área, a Shell 25% e a TotalEnergias, 22,50%.

As empresas Chevron, Ecopetrol, Enauta, ExxonMobil, Petronas, QP Brasil e Equinor não fizeram ofertas para a área.

Ao todo, 11 companhias participaram da disputa, incluindo gigantes do setor como a Exxon e a Shell. O governo prevê R$ 11,14 bilhões em bônus de assinatura e investimentos de cerca de R$ 200 bilhões até o fim do tempo de contrato.

A expectativa do Ministério de Minas e Energia é que a produção brasileira de petróleo e gás suba 12% com a adição da exploração dos dois campos entre cinco e seis anos. Já pensando em arrecadação, o governo espera um total de R$ 120 bilhões ao fim dos períodos contratuais.

Do valor com bônus de assinatura, R$ 7,7 bilhões seriam repassados para estados e municípios. Além disso, a alta na produção reforça, segundo o ministério, a tendência do Brasil se tornar um dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo.

Ministro da Economia vê leilão como “enorme avanço”

Após o leilão, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que a vitória dos consórcios traz mais dinamismo para o setor, com participação de mais empresas.

Ele destacou o crescimento do setor de petróleo nos últimos três anos, com a produção de petróleo aumentando cerca de 14%, exportações 22% e a arrecadação de royalties, participações especiais e tributos crescendo 3 vezes, chegando a R$ 210 bilhões.

Já o ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou o leilão como um “enorme avanço”. “Eu às vezes faço alguns comentários a respeito do regime de partilha, mas é um regime super complexo, que explica toda a dificuldade que tivemos, mas tem a vantagem. No sistema, trouxe consórcios”, afirmou.

Para ele, a arrecadação do governo com os bônus “reforça o caixa do Brasil em um momento de fragilidade financeira”.

O ministro considerou a rodada ainda mais importante que a anterior, com adaptações que aumentaram o número de participantes. Ele citou uma “onda de investimentos” como resultado, que geraria empregos, renda, inovação, royalties, permitindo que o país use recursos naturais para transformar “óleo em cérebros”.

Guedes afirmou ainda que o melhor resultado para ele foi a vitória dos consórcios, que representa uma maior competitividade no setor. “Isso significa bilhões e bilhões de dólares no futuro em investimentos. Nós precisamos tirar o petróleo do chão”. Para o ministro, os investimentos são “um prenúncio de que tem crescimento pela frente”.

Rodolfo Saboia, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), afirmou no evento que a segunda rodada do leilão dos excedentes da cessão onerosa encerra um capítulo da exploração e produção de petróleo e gás no país.

Energy Weeks

O leilão desta sexta-feira faz parte de uma série de certames que ocorrerão até o dia 21 de dezembro, batizada de “Energy Weeks” pelo Ministério de Minas e Energia. A expectativa é arrecadar R$ 206,9 bilhões em investimentos privados a partir das concessões, com geração de 160 mil empregos diretos e indiretos.

Ainda hoje, à tarde, ocorrerá um leilão de transmissão de energia, que prevê a construção de 902 quilômetros de linhas de transmissão. O investimento esperado é de R$ 2,9 bilhões, com cerca de 6 mil empregos gerados. O projeto envolve os estados de Amapá, Bahia, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.

Já no dia 21, haverá o leilão de contratação de potência e de energia elétrica proveniente de usinas termelétricas novas e existentes. O início do suprimento dessa energia está previsto para 2026 e 2027, com contratos de vigência de 15 anos.

Na semana passada, foram realizados dois leilões para geração e transmissão de energia, que movimentaram cerca de R$ 490 milhões.


O Congresso Nacional derrubou hoje (17) um veto presidencial e, com isso, ampliou o valor do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões. Em agosto, o presidente da República havia vetado essa ampliação quando sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O trecho, antes vetado e agora derrubado, agora segue para promulgação.

O veto foi primeiro analisado na Câmara e os deputados o derrubaram por um placar de 317 votos a 143. No Senado, foram 53 votos pela derrubada do veto e 21 por sua manutenção. No Senado, assim como na Câmara, o assunto foi alvo de debates.

Para o senador Telmário Mota (Pros-RR), ser a favor do veto, e contra os R$ 5,7 bilhões para as campanhas, é adotar um “discurso fácil e demagógico”. Ele defendeu a derrubada do veto para, segundo ele, trazer igualdade de condições aos candidatos e fortalecer a democracia.

“Como um líder comunitário vai conseguir disputar uma eleição com um grande empresário ou um descendente de uma oligarquia? O sistema de financiamento privado [de campanha] quase comprometeu a democracia brasileira. Escolheu-se o financiamento público. É preciso o financiamento ser igualitário para todos”, afirmou.

Já o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) se disse “indignado” com tal quantia para o Fundo Eleitoral. Para ele, não é momento do país reverter tal quantia para campanhas políticas. “A manutenção do veto é o mínimo de respeito com um país machucado pela pandemia, com mais de 20 milhões de pessoas passando fome e que agora, no apagar das luzes, se vê no direito de premiar presidentes de partidos e candidatos nas próximas eleições com montanhas de dinheiro público.”

Fundo Eleitoral
O Fundo Especial de Financiamento de Campanha, ou apenas Fundo Eleitoral, foi criado em 2017. Sua criação se seguiu à proibição do financiamento privado de campanhas. Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu doações de empresas a campanhas políticas, sob alegações de haver desequilíbrio na disputa política e exercício abusivo do poder econômico.

Sem a verba privada para custear campanhas eleitorais, foi criado o Fundo Eleitoral. Ele é composto de dotações orçamentárias da União, repassadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em até o início do mês de junho, apenas em anos eleitorais. Em 2018, por exemplo, foi repassado aos partidos pouco mais de R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral para financiamento de campanhas.

*Agência Brasil


Gilmar Mendes e Cármen Lúcia
Foto: STF/Carlos Moura

A cerimônia de posse do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorreu nesta quinta-feira (16) sem a presença de dois integrantes da Corte: Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.

A ausência de Gilmar já era esperada pela Corte, uma vez que ele está em Portugal desde a semana passada. O ministro já havia avisado que não compareceria. Não há, porém, informações sobre o motivo da falta da ministra.

Cármen compareceu à Corte durante a sessão de encerramento do ano judiciário, nesta sexta-feira (17) e, em uma homenagem à ministra Rosa Weber, ironizou a ausência do colega de Corte.

– Ao ministro Gilmar Mendes, que deve estar, talvez esteja nos acompanhando – disse a ministra ao citar cada integrante da Corte.

De Portugal, Gilmar parabenizou “efusivamente” Mendonça via Twitter. Em uma publicação, o ministro disse que o novo integrante do Supremo é “dotado de uma brilhante trajetória acadêmica e profissional” e que “o novo ministro certamente terá um caminho brilhante e longevo na Suprema Corte brasileira”.

*Pleno.News