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De acordo com o ministro, o novo programa vai interligar ferramentas do Estado e integrar políticas públicas para a população de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade.

Foto: Divulgação 

Anunciado em agosto deste ano, o novo programa de transferência de renda, o Auxílio Brasil, deve substituir o Bolsa Família em novembro. 

De acordo com o ministro, o novo programa vai interligar ferramentas do Estado e integrar políticas públicas para a população de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade.

Segundo ele, o principal diferencial do Auxílio Brasil é oferecer não apenas proteção social, mas também a possibilidade de transformação social que se dará por meio da capacitação para acesso ao mercado de trabalho. Roma diz que, para isso, contará com o apoio do Sistema S.

O programa também trará mecanismos para proteção da primeira infância e de segurança alimentar com o aperfeiçoamento de iniciativas já existentes como o Criança Feliz e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Com o objetivo de estimular as pessoas a buscarem novos caminhos sem medo de perder o benefício, está sendo viabilizado, segundo Roma, uma regra de permanência em que a pessoa, mesmo conquistando um emprego, por exemplo, possa permanecer por até dois anos sem perder o auxílio.

A ideia é que o valor possa ser reajustado, passando dos atuais R$ 190 para cerca de R$ 300. O auxílio, que hoje comtempla cerca de 14 milhões de famílias, deve passar a atender 17 milhões.

O ministro falou também sobre outros programas da pasta como o Brasil Fraterno, que combate a insegurança alimentar e nutricional, e o Bolsa Atleta, auxílio essencial para cerca de 7 mil atletas brasileiros.

Informações Agência Brasil 


Categoria pretende ‘pressionar’ o governo, sobretudo pela alta do diesel

Caminhoneiros esperam a diminuição do preço do diesel Foto: Reprodução/CNN

Depois de declararem “estado de greve” a partir deste sábado (16), representantes de caminhoneiros afirmam que uma eventual paralisação ocorrerá “principalmente” em Santos, caso não haja resposta do governo acerca de reivindicações, principalmente a queda do preço do diesel.

– Se não houver resposta concreta [do governo] em cima dos direitos dos caminhoneiros autônomos, no dia 1º de novembro o Brasil todo [ficará] parado, principalmente Santos – disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Luciano Santos, em pronunciamento no encerramento de encontro nacional da categoria.

No fim de julho, transportadores da região interromperam as atividades durante um dia, sem impactos à operação do Porto de Santos.

De acordo com representantes dos transportadores rodoviários, a categoria vai iniciar paralisação nacional em 1º de novembro, caso o governo federal não atenda às reivindicações do setor em 15 dias, contabilizados a partir deste sábado.

– Tem de haver resposta concreta para o caminhoneiro. A resposta está na mão do governo – disse o presidente do Sindicam.

A decisão foi tomada durante assembleia no 2º Encontro Nacional dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas, realizado no Rio de Janeiro.

– Estado de greve significa dizer para o governo Bolsonaro que o prazo de três anos que ele teve para desenvolver e melhorar a vida do transportador autônomo não foi cumprido. Ainda serão dados mais 15 dias para que a pauta de reivindicações seja aplicada para os caminhoneiros – afirmou também em discurso no evento o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), Carlos Alberto Litti Dahmer.

No pronunciamento, Litti disse que a pauta da categoria já é de conhecimento “há muito tempo” do ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e do governo Bolsonaro.

– A categoria passa por momento de dificuldade nunca visto como em três anos de desgoverno Bolsonaro. É esse chamamento que tem respaldo de 1 milhão de trabalhadores e da sociedade que virá conosco – afirmou Litti.

O encontro foi organizado pela Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), pelo Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e pela CNTTL Segundo as lideranças, o encontrou contou com a presença de sindicatos, cooperativas e federações de todo o país.

A discussão de uma possível paralisação não estava na pauta do encontro. O mote do evento era “em prol da unificação da categoria, e em busca de melhorias para o setor de transporte de cargas e logística brasileiro”.

Caso ocorra a paralisação em 1º de novembro, será o primeiro movimento em conjunto destas entidades desde a greve de maio de 2018.

*Com informações da AE


Foto: Reprodução Facebook

A família Bolsonaro celebrou neste domingo (17) o aniversário de 11 anos de Laura, filha do presidente Jair Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro. O casal presidencial fez um churrasco no Palácio da Alvorada para comemorar o aniversário, que na verdade é nesta segunda-feira (18).
Participaram da festa a primeira filha de Michelle, Letícia Firmo, de 19 anos, e o senador Flávio Bolsonaro. Nos registros nas redes sociais, é possível ver outras crianças no encontro familiar.

O churrasco foi comandado pelos irmãos Joas do Padro Pereira e Josias. Joas é conhecido como Tchê, e ficou famoso nas redes sociais como ‘Churrasqueiro dos Artistas’. Recentemente ele virou funcionário oficial do Alvorada.

*Pleno.News


CPI da Pandemia faz sessão administrativa após advogados do depoente informarem que não houve tempo hábil para garantir a presença do médico no colegiado
Foto: Pedro França

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), adiou em um dia a leitura do relatório final do colegiado. Prevista inicialmente para ocorrer na terça-feira (19), a leitura será feita na quarta-feira (20). Já a votação do relatório, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), está marcada para a terça-feira da semana seguinte, dia 26. A decisão pelo adiamento foi do presidente da comissão.

Os integrantes da CPI ainda terão mais um dia de oitivas amanhã (18). Pela manhã, será ouvido o integrante do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Nelson Mussolini. À tarde, serão ouvidas pessoas que perderam amigos e parentes para a covid-19. Todas as regiões do país serão representadas entre os depoentes.

Ao longo de seis meses de duração, a CPI ouviu integrantes do governo federal e alguns de seus apoiadores, empresários, ex-ministros da Saúde, deputados, médicos e cientistas. O objetivo da CPI é apontar as responsabilidades, tanto do governo federal quanto de empresas que atuaram no combate à pandemia, em eventuais omissões que provocaram mortes.

*Agência Brasil


Foto: : PR/Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro reagiu ao fato de Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, pedir seu indiciamento por ao menos onze crimes no relatório final.

Além de ironizar o parlamentar, Bolsonaro disse que chamar Renan de bandido seria um elogio.

– Sabia que eu fui indiciado hoje por homicídio? Alguém está sabendo aí? A CPI me indiciou por homicídio. O Renan Calheiros me indiciou por homicídio. Onze crimes. O Renan me chama de homicida. Um bandido daquele. Bandido é elogio para ele – disse ao conversar com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

Bolsonaro também apontou que o colegiado deveria apontar eventuais falhas cometidas por governadores e responsabilizá-los.

O relatório final da CPI da Covid deve indiciar o presidente Jair Bolsonaro por pelo menos 11 crimes: charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; prevaricação; genocídio de indígenas; epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; emprego irregular de verbas públicas; crime contra a humanidade; crime de violação de direito social; e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo.

Na manhã deste sábado (16), o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que ainda não há consenso entre os senadores sobre as conclusões no relatório de Renan Calheiros.

*Pleno.News


Apesar de o sorteio de sábado ter tido ganhador, próximo concurso poderá pagar a bolada de R$ 17 milhões

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Uma única aposta, feita em Santos, faturou o prêmio de R$ 11,5 milhões da Mega-Sena. O sorteio do concurso 2419 foi feito no sábado, quando caíram as bolinhas de número 10 – 35 – 43 – 48 – 50 – 53. Não foi divulgado se a aposta vencedora foi individual ou feita por meio de bolão.

Apesar de o sorteio de sábado ter tido ganhador, próximo concurso tem um rateio estimado em R$ 17 milhões. O sorteio acontece na terça-feira (17).

Segundo a Caixa Econômica Federal, 31 apostas acertaram a quina e levarão R$ 83.364,16 cada uma. Já a quadra teve 3.078 apostas ganhadoras, que receberão R$ 1.199,42.

Fonte: Terra


Carregamento com 1,3 milhão de doses deve chegar no domingo (17)

Foto: Ascom, GovBA
Foto: Ascom/ GovBA

Chegou neste sábado (16) ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um lote de 4,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Os imunizantes do laboratório norte-americano chegaram em dois voos no início da manhã. Mais um carregamento com 1,3 milhão de doses está previsto para chegar amanhã (17).

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Até o momento, 101,3 milhões de pessoas foram completamente imunizadas contra a doença com duas doses ou vacina de dose única.

Informações Agência Brasil


Isabelle Castro era a única candidata trans do concurso

Isabelle Castro (à dir.) ao lado de Micael Brito (à esq.), ganhador na categoria masculina Foto: Instagram/Vídeo Isabelle Castro

Isabelle Castro, uma transssexual de 27 anos, venceu a edição de 2021 do Miss Cuiabá CNB, tornando-se a primeira trans a ganhar o título na capital mato-grossense.

No evento, que ocorreu na noite de quinta-feira (14), Isabelle era a única concorrente trans. No entanto, assegura que não sofreu qualquer tipo de preconceito das outras participantes, tampouco da organização do concurso, sendo muito bem recebida na disputa pelo título.

Já muitos internautas pensam de forma diferente e encheram a página do concurso com críticas. Usuários questionaram o fato de o concurso ser estritamente feminino e não direcionado a transexuais.

Alguns comentários mais ríspidos foram considerados transfóbicos e serão encaminhados à Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos. A organização do concurso pediu investigação e punição dos autores dos comentários.

Isabelle Castro, que começou seu processo de transição com 16 anos, afirma que sua função agora será “dar voz a outras mulheres trans e ajudar a combater o preconceito”.

– Agora, eu sou uma porta-voz de toda uma comunidade que não é minoria, mas que vive às margens da sociedade. Porque, de modo geral, a sociedade é preconceituosa, machista e patriarcal. Vou usar esse título para dar voz a essas pessoas, mostrar que podemos estar em todos os lugares por direito – declarou.

Informações Pleno News


Foto: Agência Senado/Edilson Rodrigues

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), criticou as declarações do relator, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre suas conclusões no relatório final.

– Eu acho deselegante estar vazando acho que faltou respeito, pelo menos ao G7 (ala majoritária da comissão). Então, não é legal – disse o senador em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Aziz também afirmou que discorda de parte do conteúdo que tem sido divulgado pelo relator à imprensa.

– Eu não acho que tenha genocídio, tem que se provar isso. E eu não estou aqui para fazer cavalo de batalha em relatório não. A gente vai votar aquilo que é correto. Ninguém vai votar absolutamente nada com estômago aqui – declarou.

– Não presidi uma CPI seis meses para chegar o relatório e achar que o fígado vai me vencer.

Aziz declarou que não existe um consenso ou uma articulação entre os senadores em torno do relatório.

– Não conversei com Renan sobre relatório nenhum. Aliás, ele não conversou com ninguém dos senadores. Nenhum desses crimes, eu não sei. Ele vai ter de dizer por quê – completou.

*AE


Intervenção do Banco Central derruba dólar, mas efeito é temporário
Foto: Marcello Casal / Agência Brasil

As intervenções do Banco Central no câmbio nos últimos dias levaram o dólar à sua maior queda frente ao real em duas semanas, fechando nesta sexta-feira (15) com recuo de 1,08%, a R$ 5,4540.

O resultado ocorre em uma semana marcada por ofertas de contratos de swap cambial tradicional, o que levou a divisa americana a acumular baixa semanal de 1,12%. Agora, a alta de outubro é de 0,09%. Neste ano, porém, o dólar ainda sobe 5,10%.

Ainda nesta sexta, ao se referir às pressões externas geradas pela iminente elevação nos juros nos Estados Unidos e Europa em resposta a um processo de inflação global, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que haverá intervenção no câmbio quando houver risco de que a flutuação do dólar afete a inflação.

Assim, além de captar a sinalização de que a autoridade monetária irá corrigir excessos na taxa de câmbio, investidores também se animaram a voltar ao mercado de riscos após um dia de redução do temor de uma crise imobiliária na China e resultados empresariais melhores do que o esperado nos Estados Unidos.

O Ibovespa, índice de referência da Bolsa brasileira, subiu 1,29%, a 114.647 pontos, maior fechamento desde 15 de setembro. O ganho acumulado da semana foi de 1,6%.

Embora Campos Neto tenha colocado foco nos choques externos ao tratar da atuação do BC no câmbio, analistas consideram que a política monetária aplicada neste momento tem como principal função compensar momentaneamente a percepção de investidores sobre o risco fiscal do país e o cenário político conturbado, que são os principais motivos para a fuga de dólares do país e o consequente desequilíbrio no câmbio. O efeito, porém, deve ser passageiro.

Para Álvaro Frasson, economista do BTG Pactual digital, a alta do dólar registrada nas últimas semanas não é compatível com os fundamentos econômicos do país, sobretudo em um cenário em que o Banco Central já havia sinalizado para uma expressiva alta na taxa de juros básicos.

Desde março, quando iniciou o ciclo de aperto, o BC já subiu a Selic em 4,25 pontos, ao patamar atual de 6,25% ao ano. Desta forma, mesmo com a perspectiva de elevação dos juros básicos nos Estados Unidos, por exemplo, o investidor já está sendo compensado pelo risco ao manter seus investimentos no Brasil, segundo o analista.

“O primeiro ponto [dos fundamentos econômicos que deveriam atrair dólares para o país] é que tivemos nas últimas semanas um diferencial de alta nos juros importante e, quando isso ocorre, geralmente, há apreciação do real, mas desta vez isso não aconteceu”, diz Frasson.

“O segundo ponto é que houve alta das commodities e isso deveria aumentar a oferta de dólar, mas isso não está acontecendo porque o exportador não está trazendo para dentro do país os dólares das suas vendas ao exterior”, afirma.

“Não dá para colocar na conta do Banco Central essa desvalorização do câmbio, mas sim nas dificuldades do governo em avançar nas reformas e com a política fiscal”, diz o analista do BTG.

A afirmação de que a pressão sobre o câmbio reflete mais riscos internos do que externos pode ser medida pela taxa de retorno do dólar à vista frente a outras moedas de países emergentes.

Em uma cesta com 24 divisas, o real está na 19º posição, figurando entre as moedas com o pior retorno em outubro deste ano, segundo dados da Bloomberg. O real só está à frente do peso argentino, do dólar taiwanês, da rupia indiana, do peso chileno e da lira turca.

Além de refletir riscos, o câmbio também retrata frustração do mercado em relação a reformas esperadas na gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que não avançaram, segundo Zeller Bernardino, especialista em câmbio da Valor Investimentos.

“Os investidores foram se desgastando por não verem resultados e, mesmo as ações tomadas pelo governo, acabaram gerando medidas frustrantes”, diz Bernardino.

Entre as principais decepções do mercado, o analista cita a reforma tributária. “Esperava-se uma mudança no sistema de tributação, que o deixasse mais simples e melhorasse o ambiente de negócios, mas o que foi apresentado foi apenas uma proposta de reforma do Imposto de Renda”, diz.

EXTERIOR POSITIVO LEVA BOLSA A RETOMAR OS 114 MIL PONTOS

O cenário externo trouxe ânimo aos investimentos no Brasil, principalmente após as altas nas Bolsas dos Estados Unidos, que refletiram o ânimo do mercado com lucros trimestrais dos bancos Goldman Sachs, Citi, Morgan Stanley e Bank of America.

Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam com altas de 1,09%, 0,75% e 0,50%.

Em outra frente, o banco central chinês afirmou que os riscos para o sistema financeiro decorrentes dos problemas da incorporadora Evergrande não devem se espalhar, tirando momentaneamente do radar o temor de crise nos setores imobiliário e financeiro.

Além disso, ações do varejo doméstico foram em bloco para cima após o GPA anunciar a venda de lojas Extra Hiper para o Assaí, numa revisão de estratégias das empresas controladas pelo francês Casino.

As maiores altas do pregão foram registradas por Pão de Açúcar (11,85%), Americanas (9,18%), BTG (4,92%) e Bradesco (5,24%).

No setor de commodities, a Vale subiu 1,87%. Já as ações da Petrobras fecharam em queda de 0,27%, apesar da alta do petróleo nesta sexta. O barril do Brent subiu 1,02%, a US$ 84,86 (R$ 462,57).

*Folhapress

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