No principal cenário de uma pesquisa do Instituto Paraná, feita entre 16 e 19 de novembro, Lula lidera com 34,9% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro (29,2%), Moro (10,7%) e Ciro (6,1%). João Doria tem 3,1%, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, do DEM, 1,2%, e o senadores Simone Tebet, do MDB, 0,6%, Alessandro Vieira, do Cidadania, 0,4%, e Rodrigo Pacheco, do PSD, 0,4%. Nesta situação, 9,9% dizem que não votarão em nenhum, em branco ou nulo. Outros 3,5% não souberam ou não quiseram responder. A informação é do blog “Maquiavel“, da “Veja”.
Com Eduardo Leite no lugar de Doria, a situação é a seguinte: Lula (35,1%), Bolsonaro (29,8%), Ciro (6,1%), Leite (1,6%), Mandetta (1,4%), Tebet (0,5%), Vieira (0,4%) e Pacheco (0,3%). Entre os entrevistados, 10,2% disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum e 3,4% afirmaram que não sabem em quem irão votar ou não responderam.
Já nas simulações de segundo turno, Lula venceria tanto Bolsonaro (42,5% a 35,6%) quanto Moro (40,7% a 29,8%).
A pesquisa ouviu 2.020 eleitores em 164 municípios.
O presidente Jair Bolsonaro comentou, nesta segunda-feira (22), as recentes declarações feitas por autoridades do mundo político e jurídico brasileiro sobre a adoção de um modelo semipresidencialista no Brasil. Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, o presidente chamou a questão de “coisa idiota”. – Tem certas coisas que são tão idiotas que não dá nem para discutir. Eu não vou começar a bater boca com ninguém sobre esse assunto. Coisa idiota, idiota. Agora, eu falo que jogo dentro das quatro linhas. Quem sair fora, daí eu sou obrigado a combater o cara fora das quatro linhas – declarou.
Além de criticar a adoção do modelo, Bolsonaro fez questão de ressaltar que, caso a medida ou alguma outra estratégia similar fosse implementada, ele poderia ter o poder de “dissolver o Congresso”.
– Se você for levar ao pé da letra o semipresidencialismo ou outro regime parecido, eu teria poder para dissolver o Congresso. Então não vou começar a discutir. Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? Não vai chegar a lugar nenhum – destacou.
O assunto voltou a ganhar repercussão após uma declaração do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante um fórum jurídico em Portugal, na última terça-feira (16). Na ocasião, o integrante do STF disse que o Brasil já tem “um semipresidencialismo com um controle de poder moderador que hoje é exercido pelo STF”.
Além de Toffoli, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também falou sobre o assunto durante o mesmo evento realizado em terras portuguesas. No dia 15 de novembro, Lira defendeu o modelo ao declarar que o sistema semipresidencialista “se sobressai”.
– Sabemos que não há unanimidade, mas certamente o sistema semipresidencialista se sobressai entre as alternativas que podem articular de forma mais virtuosa e eficiente a nossa experiência histórica e as nossas necessidades institucionais – afirmou.
Jornalista revelou ter apagado parte de seus conteúdos nas redes “preventivamente”
Alexandre Garcia Foto: Reprodução/YouTube Jornal da Cidade Online
Ao relembrar do início de sua carreira em 1971, o jornalista Alexandre Garcia afirmou que nem em seu trabalho durante o período do regime militar no Brasil sentiu opressão da censura como têm sentido atualmente. Ele pondera, porém, que não declarou oposição ao governo da época e que trabalha em jornal que buscava neutralidade.
– Era o governo Medici, Geisel e eu nunca senti a censura que eu sinto hoje. Também nunca inventei de dizer “vamos derrubar o governo”. Talvez quem tivesse planejando derrubar o governo tenha sentido – declarou, em entrevista ao Jornal da Cidade Online.
Garcia revelou ainda ter retirado boa parte de seus conteúdos nas redes sociais do ar para não violar as normas das plataformas.
– Minha filha me orientou a tirar uns 300 comentários do Youtube para eu me enquadrar nas regras internas, ou seria punido. Então, eu tirei preventivamente qualquer referência a coisas proibidas na pandemia – assinalou.
Na avaliação do comunicador, a “crítica”, hoje, tem sido confundida como “ataque” ou “ameaça” à democracia.
– A liberdade de opinião está prevista no artigo 220 da Constituição. As pessoas têm direito do livre pensar (…) Isso é fundamental para a democracia. O poder que vem do povo não é o poder para concordar, pois para concordar não precisa de poder.
A Caixa paga nesta segunda-feira (22) o Auxílio Brasil para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 4. O valor médio do benefício é de R$ 217,18. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês.
O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: o novo aplicativo Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Benefícios básicos
O novo programa social tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.
Podem receber o Auxílio Brasil as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
O vice-campeão do Big Brother Brasil 13 (BBB13), Nasser Rodrigues, afirmou, por meio de sua conta no Twitter, que o uso de maconha era liberado durante seu confinamento no reality show da TV Globo. A declaração do ex-participante foi uma resposta a um questionamento do colunista Chico Barney, do portal UOL.
– Excelentíssimo, não estou em condições de falar no momento porque estou ao lado da minha esposa dormindo nesse exato momento! Porém, sim, a maconha era liberada no Big Brother! – disse.
O vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), decidiu que será candidato ao governo do Rio de Janeiro nas eleições do ano que vem. A decisão, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, foi tomada numa conversa quinta-feira passada com o presidente do PRTB fluminense, Antonio Carlos Santos.
O combinado foi se movimentar mais no estado, falar de temas locais, se reunir com empresários e participar de eventos. E, apesar da relação oscilante que tem com Jair Bolsonaro, quer ter o apoio do presidente em 2022. Mourão também não descarta a possibilidade de disputar o Senado.
O clássico entre os dois principais clubes alvinegros do futebol paulista movimenta a 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (21), Corinthians e Santos se enfrentam às 16h (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo, com transmissão ao vivo da Rádio Nacional. A jornada esportiva terá início às 15h30, com narração de André Marques, comentários de Waldir Luiz, reportagem de Rafael Monteiro e plantão de notícias com Wagner Gomes.
O Timão iniciou a rodada na quinta posição, com 50 pontos, podendo entrar no G4 em caso de vitória no clássico. O Peixe começou o fim de semana em 11º lugar, com 42 pontos, seis a mais que o Bahia, 17º e primeiro time no Z4. Um triunfo praticamente zera as chances de rebaixamento do Alvinegro Praiano e o coloca de vez na briga por um lugar na próxima Libertadores.
A Neo Química Arena é um trunfo para o Corinthians, que tem 100% de aproveitamento em casa desde o retorno do público aos estádios. São cinco vitórias em cinco jogos. A campanha irregular na competição nacional, porém, passa pelo desempenho longe de São Paulo. O Timão não ganha como visitante há sete rodadas. Na última quarta-feira (17), a equipe foi derrotada pelos reservas do Flamengo, no Maracanã, por 1 a 0.
“É um time que vai se moldando durante um campeonato difícil, complicado. Temos uma posição na tabela muito boa, haja vista as dificuldades e os resultados que temos visto nos últimos jogos. Creio que faz bastante tempo que não estávamos em uma posição como essa, em condições de buscar nossa vaga direta na Libertadores dependendo somente dos nossos esforços”, afirmou o técnico Sylvinho, em entrevista coletiva após a partida no Rio de Janeiro.
O meia Giuliano, que sentiu um incômodo muscular no posterior da coxa direita no jogo da última quarta, é dúvida. O volante colombiano Victor Cantillo, que voltou dos duelos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo com a mesma lesão do companheiro, também tem presença incerta. Há a expectativa, porém, de que o atacante William, recuperado de uma contusão na coxa esquerda e que não atua há sete rodadas, esteja à disposição.
A provável escalação do Corinthians terá: Cássio, Fagner, João Victor, Gil e Fábio Santos; Gabriel (Victor Cantillo), Giuliano (Du Queiroz) e Renato Augusto; Gabriel Pereira (Gustavo Mosquito), Roger Guedes e Jô.
Os riscos do feminicídio é o tema da campanha lançada neste sábado (20), com o slogan “Violência contra a mulher: sua evolução leva ao feminicídio. Observe os sinais. Denuncie”. A iniciativa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), integra as ações dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. As informações são da Agência Brasil.
A campanha nacional abrange a produção de vídeos, spots para uso em rádio comunitárias e parceiras, cards educativos, enquetes interativas destinadas às redes sociais, cartazes, folders e outras peças de cunho publicitário. Os materiais também têm a proposta de estimular a cultura da denúncia.
O Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, é uma das principais ferramentas para iniciar o acionamento de toda a rede de proteção às pessoas em situação de violência.
No que se refere aos números do Ligue 180, apenas de julho do ano passado a novembro deste ano, mais de 97,4 mil denúncias de violência doméstica e familiar contra a mulher foram registradas. Outras violações somaram mais de 24,5 mil casos no período.
Assim como em novembro, procura das distribuidoras em dezembro também é atípico
Foto: Paulo Whitaker/Reuters
A Petrobras anunciou que não atenderá novamente 100% dos pedidos de distribuidoras por combustíveis em dezembro, em meio à manutenção de um cenário de demanda atípica vista também em novembro. “Assim como no mês de novembro, os pedidos de diesel encaminhados pelas distribuidoras para o mês de dezembro foram atípicos e superiores ao mercado esperado para este período”.
Atualmente, a companhia opera seu parque de refino com fator de utilização de aproximadamente 87%. De acordo com a CNN Brasil, a Petrobras disse ainda que há atualmente dezenas de empresas cadastradas na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), reguladora do setor, aptas para importação de combustíveis e que possuem condições de atender essa demanda adicional.
O cenário ocorre enquanto importadoras e distribuidoras de combustíveis têm apontado defasagem nos preços de diesel e gasolina praticados pela Petrobras no mercado interno em relação ao exterior. Isso torna o valor do combustível da estatal mais baixo que o importado, gerando uma escalada de pedidos.
A Petrobras – responsável por quase 100% da capacidade de produção de derivados do petróleo no Brasil – vem sendo pressionada por diversos segmentos no país para segurar os valores internos, e reduziu ao longo do ano a periodicidade de reajustes, em busca de evitar volatilidades. No entanto, o Brasil não é capaz de suprir a demanda crescente do mercado apenas com produção doméstica e, por isso, depende cada vez mais de importações.
sexta-feira (19), o governador Rui Costa participou da cerimônia de lançamento da pedra fundamental e assinou a ordem de serviço que autoriza a implantação da BA-658 e a construção de uma ponte sobre o rio Jequitinhonha. O evento, realizado na sede da Veracel Celulose, em Eunápolis, no extremo sul do estado, apresentou o projeto da nova rodovia, que terá 25 quilômetros e vai ligar a BA-275 e a BA-982, passando a ser uma via alternativa à BR-101.
“A nova rodovia é um instrumento que vai possibilitar a expansão da produção industrial e, consequentemente, o aumento do plantio e do faturamento das empresas, gerando, assim, mais renda e emprego para a Bahia”, destacou Rui.
Na ocasião, o governador também falou sobre os recursos para a implantação da estrada. “Essa obra é resultado dos recursos de crédito tributário que o Governo do Estado libera para que as empresas convertam em investimentos que beneficiam a população, principalmente na área de infraestrutura. Temos feito isso na região oeste, com a liberação dos créditos tributários dos produtores, para que sejam convertidos em melhorias de estradas, e tem dado muito certo, já com muitos quilômetros de rodovias construídas e requalificadas. Esse benefício, portanto, transborda e beneficia toda a comunidade e a economia dos municípios essas regiões”, explicou.
Com um investimento de cerca de R$ 95 milhões, a estrada vai favorecer o desenvolvimento da região e o aumento do fluxo turístico local, com a redução da distância entre os municípios de Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Belmonte e Canavieiras. Já a ponte de 360 metros sobre o Rio Jequitinhonha beneficiará diretamente os moradores dos municípios de Belmonte, Itapebi e demais cidades da região, ao facilitar o acesso da população a serviços de saúde, educação, assistência social, entre outros. O início da obra está previsto para dezembro deste ano, e o prazo para conclusão é de um ano.
De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, a nova BA-658 e a ponte sobre o rio Jequitinhonha “vão garantir a expansão de uma base florestal de uma das maiores empresas de produção de celulose do Brasil e do mundo, promovendo ainda uma melhor circulação das cargas e também o aumento do turismo entre as regiões”.
A nova rodovia vai facilitar ainda o acesso da produção de madeira da área florestal da Veracel para a sua fábrica, que funciona há 30 anos em Eunápolis, trazendo importantes ganhos logísticos para a operação da companhia, além de reduzir custos operacionais e possibilitar uma futura expansão da empresa.
Com a implantação da nova estrada, o fluxo de veículos da empresa será reduzido nas rodovias BA-275, BA-687 e BR-101, com uma economia de 56 quilômetros por viagem para cada carreta de transporte que realiza o percurso. Isso trará uma redução de até 25 viagens de carretas de madeira por dia nas estradas da região, diminuindo o risco de acidentes, além das emissões de CO2 na atmosfera.