Presidente aparece com 34,8%, contra 19% do ex-presidente Lula.
Números foram revelados nesta terça-feira pelo Diário do Poder (Foto: Sérgio Lima / Reprodução)
BRASÍLIA – Pesquisa do instituto Brasmarket divulgada nesta terça-feira (14) pela coluna Diário do Poder é a primeira deste ano a apontar o presidente Jair Bolsonaro (PL) à frente na corrida pelas eleições de 2022.
Ele lidera no principal cenário de primeiro turno com 34,8% das intenções de votos, contra com 19%, do ex-presidente Lula (PT).
O ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) aparece com 7,8%, seguido por Ciro Gomes (PDT), com 5,2%; João Doria (PSDB), 2,4%; Luiz Henrique Mandetta (DEM), 0,4%; e Simone Tebet (MDB), com 0,3%.
Brancos/nulos (12,5%) e aqueles que não sabem/indecisos (17,7%) representam 30,2% do eleitorado.
No levantamento do segundo turno, o presidente Bolsonaro teria 43,4% contra 32,9% do petista Lula. Brancos e nulos são 16,8% e não sabe/indeciso, 6,9%
O General Fernando Azevedo ocupou o cargo de ministro da Defesa, mas deixou o governo em março deste ano
Ex-ministro da Defesa Fernando Azevedo Foto: Agência Brasil/Marcello Casal Jr
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) irá contar com um ex-ministro do presidente Jair Bolsonaro para ocupar o posto de diretor-geral da Corte. Trata-se de Fernando Azevedo, ex-ministro da Defesa, que ficará responsável por cuidar das licitações e tratar de questões administrativas.
O general Fernando Azevedo deixou o governo em março e explicou que saiu da função “na certeza da missão cumprida”.
De acordo com a revista Veja, Azevedo irá ingressar na Corte em fevereiro, quando o ministro Edson Fachin vai assumir a Presidência do TSE. O ex-ministro da Defesa continuará nas funções durante as eleições de 2022, quando o TSE será presidido pelo ministro Alexandre de Moraes.
Além dele, outro ex-integrante do governo Bolsonaro deverá ser nomeado para um cargo no TSE ano que vem. Será o ex-advogado-geral da União José Levi, que assumirá a Secretaria-Geral da Corte em agosto, quando Moraes presidir o Tribunal.
O plenário da Câmara concluiu nesta terça-feira (14) a votação da Medida Provisória (MP) 1.067/21, que adota regras para que novos tratamentos obrigatórios sejam incorporados pelos planos e seguros de saúde. O texto garante aos pacientes que ocorra a aplicação dos novos tratamentos se a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não cumprir o prazo para a decisão. A MP segue para análise do Senado.
O parecer da deputada Silvia Cristina (PDT-RO) determina que os medicamentos contra o câncer de uso oral e domiciliar, inclusive aqueles com tratamento iniciado na internação hospitalar, sejam fornecidos obrigatoriamente pelos planos de saúde, em conformidade com a prescrição médica e desde que estejam registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com uso terapêutico aprovado para essas finalidades.
O jornalista Ricardo Noblat segue “incansável” em suas enquetes nas redes sociais sobre o governo. Forte opositor do presidente Jair Bolsonaro, Noblat organizou uma nova enquete contra o chefe do Executivo, nesta segunda-feira (13).
Dessa vez, ele perguntou quem é o maior inimigo da liberdade de imprensa no Brasil. Entre as opções de voto estão “os partidos de esquerda” e “Bolsonaro”. Até o momento, o resultado parcial mostra a esquerda sendo apontada como inimiga da liberdade de imprensa.
Vacinas de reforço podem ajudar a conter a disseminação da covid-19, contanto que as pessoas mais necessitadas de proteção também tenham acesso a elas, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (14).
“É uma questão de priorização. A ordem importa. Dar reforços a grupos com risco baixo de doenças graves ou mortes simplesmente ameaça as vidas daqueles com risco alto que ainda estão esperando suas doses primárias por causa de restrições de suprimento”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em um briefing virtual.
“Por outro lado, dar doses adicionais a pessoas com risco alto pode salvar mais vidas do que dar doses primárias àqueles com risco baixo.”
Ele ressaltou que o surgimento da variante Ômicron levou alguns países a iniciar programas de vacinas contra covid-19 de reforço para todas as suas populações adultas, enquanto pesquisadores carecem de indícios sobre a eficácia dos reforços contra esta variante.
Tedros disse que 77 países já relataram casos de Ômicron “e a realidade é que a Ômicron provavelmente está na maioria dos países, mesmo se ainda não tiver sido detectada. A Ômicron está se disseminando em um ritmo que não vimos com nenhuma variante anterior”, disse.
A OMS receia que as pessoas estejam minimizando a Ômicron por considerá-la amena.
“Certamente, aprendemos a esta altura que subestimamos este vírus por nossa conta e risco. Mesmo que a Ômicron de fato cause doenças menos graves, o número imenso de casos poderia sobrecarregar mais uma vez sistemas de saúde despreparados”, disse.
Mike Ryan, o principal especialista em emergências da OMS, disse que o pico desta onda de infecções ainda está a “algumas semanas” de distância, dada a proliferação muito rápida da Ômicron.
Kate O’Brien, especialista em vacinas da OMS, disse que pessoas não vacinadas têm que ser a prioridade, já que estão pressionando os sistemas de saúde.
presidente Jair Bolsonaro (PL) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento acerca do vazamento do inquérito sobre o ataque hacker no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ocorrido em 2018. Ainda não há, porém, confirmação sobre a data da oitiva. As informações são da CNN.
Em agosto deste ano, o presidente citou o inquérito durante entrevista no dia 4 e também compartilhou a íntegra dele em suas redes sociais. No mesmo mês, o TSE enviou ao Supremo Tribunal Federal uma notícia-crime sobre o caso e negou que a invasão tenha posto em risco as eleições de 2018.
Na ocasião, a Corte eleitoral afirmou que um delito havia sido cometido “por parte do delegado de Polícia Federal que preside as investigações, do deputado federal Filipe Barros (PSL) e do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro” ao vazarem “informações confidenciais contidas no inquérito da Polícia Federal que investiga o ataque hacker sofrido pelo Tribunal em 2018”.
Como resultado, o ministro do STF Alexandre de Moraes abriu uma investigação sobre a conduta do presidente e do parlamentar e afastou o delegado da PF Victor Neves Feitosa. A Suprema Corte determinou ainda que os links divulgados pelo chefe do Executivo fossem removidos.
Na avaliação de Moraes, o compartilhamento dos documentos pode representar crime de divulgação de segredo com potencial prejuízo à administração pública.
O Ministério Público e o Tribunal de Contas da União (TCU) quer saber quanto o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro recebeu ao romper o vínculo com a empresa de consultoria internacional Alvarez & Marsal. O pedido foi encaminhado ao ministro Bruno Dantas, do TCU.
O procurador-Geral do Ministério Público de Contas em substituição, Lucas Rocha Furtado, requer a data do encerramento do contrato e quer saber quanto Moro recebeu de indenização ou algo equivalente. O subprocurador já havia se manifestado solicitando investigação sobre a atuação de Moro na empresa, por possível conflito de interesse, favorecimento, manipulação e troca de favores entre agentes públicos e organizações privadas.
Agora, em complemento à manifestação anterior, foi solicitada a obtenção, junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e outros órgãos do Judiciário, de informações acerca do número de processos de recuperação judicial em que as empresas do grupo Alvarez & Marsal atuaram desde 2013; e obter “toda documentação relativa ao rompimento do vínculo de prestação de serviços com o agente cujos atos são objeto nos referidos autos, contendo datas das transações e valores envolvidos”.
O procurador destaca que não é membro do MP junto ao TCU sorteado para oficiar nos autos, mas sente-se no dever de “tentar colaborar com a melhor apuração dos fatos”, visto que o processo foi originado de ofício e representação de sua lavra.
Moro começou a trabalhar na empresa em novembro de 2020, e foi anunciado como diretor-Geral da administradora. À época, ele chegou a ser notificado pelo Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB-SP) para que não advogasse no novo emprego, visto que a empresa é responsável pela recuperação judicial da Odebrecht – empresa que Moro condenou quando era juiz.
Segundo o Migalhas, a Ordem explicou que a prestação de serviço de assessoria e consultoria jurídica eram atos privativos da advocacia, que somente poderiam ser realizados por inscritos na OAB. Em fevereiro de 2021, o então subprocurador-Geral Lucas Furtado pediu que o TCU investigasse a atuação de Moro na empresa sobre supostos prejuízos ocasionados aos cofres públicos pelas operações supostamente ilegais dos membros da Lava Jato de Curitiba. Para ele, Moro, como juiz, teve acesso a informações privilegiadas, o que pode ter contribuído para a situação de insolvência da empresa, podendo inclusive haver conflito de interesses na situação.
À época, Bruno Dantas considerou a situação “no mínimo peculiar e constrangedora”. Com a investigação aberta no TCU, a 1ª vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, em março deste ano, suspendeu os pagamentos da Odebrecht à empresa Alvarez & Marsal.
Engenheiro Carlos Rocha ressaltou que o problema da segurança da máquina ainda não foi resolvido
A nova urna eletrônica não vai resolver o seu principal problema: a falta de segurança. A constatação é de Carlos Rocha, engenheiro formado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica e CEO da Samurai Digital Transformation.
Líder do desenvolvimento e da fabricação da urna eletrônica nos anos 1990, Rocha sustenta que as máquinas estão suscetíveis à manipulação, que pode interferir no resultado da disputa. “Isso sem deixar rastro”, disse a Oeste.
“O modelo do equipamento é irrelevante”, afirmou Rocha. “O problema está no poder absoluto dos códigos dos programas e chaves criptográficas nas mãos de alguns técnicos do TSE, que não sofrem nenhum controle externo”, resumiu.
Conforme o especialista, dois terços das invasões de sistemas têm origem nas organizações. “Não há sistema 100% seguro”, observou. “Deve-se implantar a segregação de funções, com a certificação independente de equipamentos”.
“Além disso, é preciso haver programas e auditorias independentes da integridade do sistema e da assertividade dos resultados”, explicou Rocha, defensor da impressão do comprovante do voto.
Voto auditável
Em agosto, o Congresso Nacional derrubou a proposta de emenda à Constituição que tratava do voto auditável. A queda ocorreu depois de reuniões de integrantes do STF com membros do Parlamento.
Amílcar Brunazo, engenheiro especialista em segurança de dados e voto eletrônico, afirmou que a confiabilidade das urnas eleitorais é duvidosa. De acordo com ele, o equipamento pode ser objeto de fraude.
“O software é desenvolvido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seis meses antes [das eleições], compilado com 15 dias de antecedência, transmitido por internet pelos tribunais regionais e por cartórios, e gravado num flashcard”, explicou.
“A equipe do professor Diego Aranha, dentro do TSE, mostrou ser possível pegar esse cartão, inserir nele um código espúrio, que não foi feito pelo TSE, e colocar na urna eletrônica”, salientou o especialista, ao mencionar que os brasileiros acabam tendo de confiar no servidor que vai pôr o dispositivo na máquina.
“Muitas vezes é um profissional terceirizado. Realmente, o processo eleitoral brasileiro depende da confiança de todos os funcionários envolvidos. Isso é um equívoco”, lamentou Brunazo.
Com a palavra, o TSE
Durante a cerimônia de lançamento da nova urna eletrônica, o TSE informou que a urna utiliza o que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais. “Tudo isso garante que somente o sistema desenvolvido pelo TSE e certificado pela Justiça Eleitoral seja executado nos equipamentos”.
O TSE voltou a ressaltar que as urnas eletrônicas “não se conectam a nenhum tipo de rede, internet ou bluetooth. Dessa forma, para que fosse possível fraudar o equipamento, seria necessário superar mais de 30 barreiras de proteção”.
Secretário de Saúde de Sorocaba ingressou com ação no TSE afirmando que a deputada cometeu infidelidade partidária
Deputada Joice Hasselmann Foto: Câmara dos Deputados/Maryanna Oliveira
A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) corre o risco de perder o seu mandato na Câmara. Isso porque o médico Vinicius Rodrigues, secretário de Saúde de Sorocaba (SP), entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a parlamentar por infidelidade partidária.
A ação tem por base um evento em que Joice participou em outubro deste ano, quando anunciou uma ‘filiação’ ao PSDB. Joice foi eleita pelo PSL e continua no partido, mas deve deixar a sigla e ingressar no PSDB, já que o evento de filiação foi apenas simbólico.
Vinicius Rodrigues é o primeiro suplente do PSL e afirmou, em sua ação, que a deputada cometeu infidelidade partidária ao participar do evento do PSDB. Na ocasião, o PSL havia se manifestando contra a iniciativa de Joice e dito que tomaria as medidas judiciais, mas o partido acabou não realizando nenhum procedimento dentro do prazo legal.
Artista foi detido após ameaçar a ex-mulher, Laís Holanda
Ávine Vinny Foto: Reprodução/YouTube
O cantor Ávine Vinny, intérprete da música Coração Cachorro, foi preso na noite de segunda-feira (13), em Fortaleza, por ameaçar sua ex-mulher, Laís Holanda. Ávine foi encaminhado para a Delegacia da Mulher, que fica também na capital cearense. A informação da prisão foi confirmada pela assessoria do cantor.
De acordo com informações preliminares sobre o caso, o artista teria ameaçado Laís. Segundo a assessoria do cantor, “houve uma discussão verbal e em breve ele será liberado”. A Secretaria da Segurança Pública (SSPDS) foi procurada pelo portal G1 para falar sobre o caso, mas não se pronunciou.
Junto com Matheus Fernandes, Ávine Vinny ficou nacionalmente conhecido pela música Coração Cachorro que, inspirada na música Same Mistake, de James Blunt, entoa em seu refrão a frase “late coração” junto com o “uivo” tradicional da música do artista britânico.
A música Coração Cachorro, primeiro sucesso nacional de Ávine, ganhou grande repercussão por conta de seu refrão característico, que lembra a melodia de Same Mistake. Por conta do fato, os autores inclusive fizeram um acordo com James Blunt e cederam 20% da renda da canção.
MENSAGEM DE APOIO AO DJ IVIS Em novembro, após o DJ Ivis fazer sua primeira postagem nas redes sociais depois de ser solto da prisão em que estava por conta de uma agressão contra sua ex-esposa, Pamella Holanda, Ávine chegou a mandar uma mensagem de apoio ao músico.
– Deus te abençoe meu irmão. Todos merecem perdão e uma segunda chance – escreveu Vinny, na ocasião.
Ivis estava preso desde o dia 14 de julho e havia sido capturado após serem divulgados vídeos onde ele aparece agredindo Pamella em um apartamento onde ambos moravam, em Fortaleza. O músico foi liberado da prisão no dia 22 de outubro.