A contemplada foi a companhia Speedbird Aero

Polícia Federal realiza exercício simulado com o uso de drones para o combate a crimes eleitorais nos dias das eleições municipais de 2020, na Praça Mauá, região portuária do Rio de Janeiro.
Foto: Tânia Rêgo

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu a primeira autorização para uma empresa utilizar drones para entregas comerciais. A contemplada foi a companhia Speedbird Aero, que poderá utilizar aeronaves não tripuladas em suas operações de entrega de produtos.

A Speedbird Aero utilizará a aeronave pilotada remotamente chamada DLV-1 NEO. Poderão ser carregadas cargas de até 2,5 quilos em um raio de até 3 quilômetros. A autorização contempla áreas rurais e urbanas.

Mas a licença envolve uma série de requisitos e parâmetros de segurança. Entre eles estão não sobrevoar pessoas, manter distância de fontes de interferência eletromagnética e respeitar as alturas máximas e mínimas fixadas pela ANAC.

O processo de análise do pedido durou oito meses. Técnicos da ANAC acompanharam quatro ensaios com a empresa, sendo três voltados para observação das características físicas do equipamento e outro para analisar a atuação operacional.

Informações Agência Brasil


Foto: Agência Senado

Diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) receberam ameaças e ofensas após a autarquia aprovar o uso da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes. De acordo com o jornal O Globo, as mensagens de ódio chegaram através dos e-mails institucionais dos servidores.

Em uma das mensagens, uma pessoa que se identifica como Nilza acusa a agência de colocar a “vida de inocentes numa grande roleta russa”. Ela diz ainda que os funcionários serão vítimas de “maldição”.

– (…) o preço a ser pago será terrível não quero estar na sua pele e oro a Deus em desfavor de todos que tem causado dor e sofrimentos ao seu próximo, lembre se o próximo pode ser dentro de sua família (sic.) – diz um trecho da mensagem.

Em outro e-mail, o remetente diz, em tom ameaçador, que os funcionários não têm “amor à pátria”. O autor do texto também garante que “o preço que o servidor vai pagar será altíssimo”.

– Com certeza não usará esse experimento nós filhos e netos de vcs (sic.) – escreveu.

Desde que avaliaram e liberaram o uso infantil da vacina Pfizer, em meados de dezembro, diretores e servidores da Anvisa têm recebido e-mails ameaçadores e ofensivos. Ao todo, já foram enviados mais de 300 e-mails deste tipo.

A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a origem das ameaças.

*Pleno.News


Ficaram expostos o nome dos usuários, CPF, instituição de relacionamento, número da agência e da conta

Segundo o BC, vazamento não permite acesso às contas Foto: Divulgação/Banco Central

O Banco Central (BC) comunicou mais um problema de vazamento de dados pessoais de clientes vinculados a chaves do Pix, agora na instituição de pagamento Acesso Soluções de Pagamento S.A. (Acesso). O incidente ocorreu de 3 a 5 de dezembro e envolveu 160.147 chaves Pix, com vazamento dos dados: nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência e da conta.

Segundo o BC, o incidente de segurança ocorreu em “razão de falhas pontuais em sistemas” da Acesso. Em nota, o órgão informou que não foram expostos dados sensíveis dos clientes, como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas, nem quaisquer informações sob sigilo bancário.

Segundo a instituição, “as informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”. Além disso, o BC informou que adotou as ações necessárias para apuração detalhada do caso e disse que aplicará medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.

Na nota, a autarquia disse que as pessoas que foram atingidas pelo vazamento de dados serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

– Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail – alertou.

Segundo o órgão, a legislação não exige a comunicação desses incidentes ao público, mas o BC resolveu divulgar para a sociedade, “à vista do compromisso com a transparência que rege sua atuação”. O BC também criou uma página específica para registrar incidentes de segurança. Esta página pode ser acessada clicando aqui.

Esse é o segundo episódio de vazamento de dados vinculados a chaves Pix. Em 24 de agosto de 2021, problema semelhante ocorreu no Banco do Estado de Sergipe (Banese), com exposição de dados vinculados a 414.526 chaves.

Na época, o Banese publicou um comunicado ao mercado esclarecendo o ocorrido. Segundo a instituição financeira, a área técnica detectou consultas indevidas a dados relacionados a 395 mil chaves do Pix, exclusivamente do tipo telefone, de não clientes do banco.

O acesso foi feito a partir de duas contas bancárias de clientes do Banese, provavelmente roubadas por meio de “phishing”, ou seja, com links maliciosos. Essas contas foram canceladas.

*AE


Decisão veio com o aumento de casos de covid-19


Uma visão geral dos espectadores assistindo ao desempenho dos foliões e ao carro alegórico da escola de samba de Viradouro durante a primeira noite do desfile de carnaval no Sambódromo do Rio de Janeiro
Foto: Reuters/ Pilar Olivares/Direitos Reservados

Os prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes e de São Paulo, Ricardo Nunes, decidiram em reunião virtual nesta sexta-feira (21) adiar os desfiles das escolas de samba do carnaval nas duas cidades para o fim de semana do feriado de Tiradentes, em 21 de abril. A decisão foi uma orientação das secretarias de saúde das duas cidades e foi motivada pela explosão de casos da covid-19 causados pela variante Ômicron.

“A decisão foi tomada em respeito ao atual quadro da pandemia de covid-19 no Brasil e à necessidade de, neste momento, preservar vidas e somar forças para impulsionar a vacinação em todo o território nacional”, diz nota conjunta das prefeituras. A reunião contou com a presença dos prefeitos, dos secretários de Saúde e das ligas de escolas de samba das duas capitais.

No começo do mês, as capitais já haviam cancelado os blocos de rua por causa do aumento de casos de covid-19.

Escolas

Em nota divulgada após a decisão, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) diz que o adiamento era um dos cenários previstos. “Com a proximidade do evento, foi mais prudente adiar a festa, situação alinhada com as autoridades sanitárias estaduais e municipais”.

A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo disse em nota que reafirma o compromisso com as autoridades no combate à pandemia. “Acatamos, com a segurança de quem acredita na ciência, a decisão que vai priorizar o coletivo”.

Informações Agência Brasil


Em entrevista à Rádio Povo FM, o ex-prefeito de Salvador confirmou que retoma na próxima semana as viagens ao interior

O pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (Democratas/União Brasil) afirmou nesta sexta-feira (21) que o senador Jaques Wagner está muito incomodado e passou a atacá-lo de forma desrespeitosa e preconceituosa nos últimos dias porque não consegue justificar os grandes dramas sociais da Bahia. “Nosso estado é governado pelo PT há quase 16 anos. Pois bem, durante este tempo a Bahia se transformou no estado mais violento do país, tem a pior educação e um dos mais elevados índices de desemprego do Brasil e o serviço de saúde é totalmente ineficiente, com as pessoas esperando na regulação por meses ou até anos por um simples procedimento”.

Em entrevista à Rádio Povo FM de Feira de Santana – e transmitida simultaneamente para Jequié, Ribeira do Pombal, Poções, Jaguaquara e Ubatã -, o ex-prefeito de Salvador disse que não é “coincidência a Bahia liderar todos os índices de violência do Brasil e, ao mesmo tempo, apresentar a pior avaliação educacional”. “As coisas estão integradas e o governo do PT nunca fez nada para resolver a situação”. Neto lembrou que, nos próximos anos, a Bahia terá à disposição cerca de R$ 9 bilhões para serem aplicados na educação. “Eu diria que não adianta só construir escola, até porque fazer escola é fácil. O mais difícil é mexer na qualidade do ensino”.

Ainda na entrevista, ACM Neto confirmou que, na próxima semana, vai retomar as viagens pelo interior. “No ano passado visitamos 70 cidades de todas as regiões. Esta é uma grande oportunidade para conversar com os baianos, acompanhar a realidade de cada cidade e, sobretudo, ver as expectativas das pessoas”. De acordo com ACM Neto, todas as sugestões apresentadas por prefeitos, lideranças políticas e a sociedade serão incorporadas ao seu plano de governo. “Cada região precisa ser compreendida de acordo com as suas características e o que faltou ao governo do PT foi ter uma ação coordenada para promover o desenvolvimento de todas as regiões. “Se os baianos confiarem em mim e eu for eleito governador, vou rodar o Brasil e o mundo para atrair negócios para o nossos estado, assim como fiz quando fui prefeito de Salvador”.

Sobre sua caminhada até as eleições, Neto disse que tem recebido o apoio de muitos prefeitos, ex-prefeitos e candidatos. “Também estamos avançando muito nas conversas com os partidos e, até o começo de abril, muitas novidades serão anunciadas na Bahia”.


Em carta assinada por 186 pessoas, profissionais demonstraram “preocupação” a respeito de conteúdos publicados

Jornalistas da Folha pedem censura do próprio jornal (imagem ilustrativa) Foto: Pixabay 

Jornalistas da Folha de S. Paulo divulgaram uma carta aberta para demonstrar “preocupação” a respeito de conteúdos publicados recentemente no jornal.

Os profissionais citaram o artigo assinado por Antonio Risério, cujo título é Racismo de negros contra brancos ganha força com identitarismo.

A carta endereçada à direção do jornal foi assinada por 186 jornalistas.

– Nós, jornalistas da Folha aqui subscritos, vimos, por meio desta carta, expressar nossa preocupação com a publicação recorrente de conteúdos racistas nas páginas do jornal. Sabemos ser incomum que jornalistas se manifestem sobre decisões editoriais da chefia, mas, se o fazemos neste momento, é por entender que o tema tenha repercussões importantes para funcionários e leitores do jornal e no intuito de contribuir para uma Folha mais plural – destacaram os profissionais.

No texto, os jornalistas também se manifestaram a respeito de outros autores que publicam na Folha, como Leandro Narloch e Demétrio Magnoli.

Leia a carta, abaixo:

Informações Pleno News


Banco Central comunica vazamento de dados pessoais de 160 mil chaves Pix
Foto: Leonardo Sá / Agência Senado

O Banco Central (BC) informou nesta sexta-feira (21) a ocorrência de incidente de segurança com dados pessoais vinculados a chaves Pix sob a guarda e a responsabilidade da Acesso Soluções de Pagamento S.A. (Acesso), em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição de pagamento.

Segundo o BC, não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras.

O BC ainda informou que as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento. “Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail”, diz o comunicado.

O órgão também alegou o princípio da transparência para comunica o incidente de segurança “mesmo não sendo exigido pela legislação vigente, por conta do baixo impacto potencial para os usuários”, diz trecho da nota.

Este não é o primeiro caso do tipo. Em setembro do ano passado, o BC informou vazamento de dados de chaves Pix sob a responsabilidade do Banese (Banco do Estado de Sergipe).

*Metro1


Foto: Reprodução/Redes Sociais

Políticos usaram as redes sociais, na manhã desta sexta-feira (21), para lamentar a morte da mãe do presidente Jair Bolsonaro. Olinda Bolsonaro tinha 94 anos e faleceu na madrugada desta sexta. Ela estava internada em um hospital em Registro, interior de São Paulo. A causa da morte ainda não foi divulgada.

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) emitiu uma nota de pesar.

– A SECOM une-se a toda a equipe de governo e aos brasileiros em condolências e orações pelo falecimento da senhora Olinda Bonturi Bolsonaro, mãe do presidente Jair Bolsonaro. Que nosso Senhor acolha a alma de dona Olinda e ampare o senhor presidente e demais familiares – destacou o texto da Secom.

Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, expressou solidariedade ao presidente.

– Meus sentimentos, presidente! O amor dos filhos é evidência de vida justa na terra e galardão no céu. Pela infinita misericórdia de Cristo, que veio para nos salvar pelo seu sacrifício na cruz, temos a fé [de] que ela está com os eleitos junto de Deus. Força, presidente – escreveu.

O deputado Eduardo Bolsonaro, neto de Olinda, também se manifestou.

– Na memória, momentos doces da minha infância até os mais recentes com ela e sua risada peculiar – escreveu ele.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse estar em oração pela família Bolsonaro.

– Dona Olinda Bolsonaro, a mãe que ele [Bolsonaro] tanto amou e honrou, foi para o céu. Força, Michelle! Força, meninos! Descanse em paz, dona Olinda – declarou Damares.

O ministro do Turismo, Gilson Machado, publicou um vídeo em que ele aparece tocando a música Asa Branca, de Luiz Gonzaga, para Olinda Bolsonaro.

Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente, também postou uma mensagem de pesar à família.

*Pleno.News


Anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro, que se prepara para voltar ao Brasil

Presidente Jair Bolsonaro e mãe, dona Olinda, de 94 anos Foto: Reprodução/ Twitter

Morreu, na madrugada desta sexta-feira (21), Olinda Bolsonaro, mãe do presidente Jair Bolsonaro. Ela tinha 94 anos.

O falecimento foi anunciado pelo chefe do Executivo, em suas redes sociais. A causa da morte ainda não foi informada.

– Com pesar o passamento da minha querida mãe. Que Deus a acolha em sua infinita bondade – escreveu Bolsonaro.

Olinda Bolsonaro estava internada no Hospital São João, em Registro (SP), desde a última segunda-feira (17). Ela morava em Eldorado (SP).

Ao comunicar a perda da mãe, o presidente revelou que se prepara para voltar ao Brasil. Ele tinha viajado, na manhã de quinta-feira (20) para o Suriname.

Informações Pleno News


Ministro e presidente do TSE diz que plataforma precisa ter “representação jurídica” no país

Ministro Luís Roberto Barroso, do STF, tenta contato com o Telegram Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A possibilidade de o Telegram ser vetado nas campanhas eleitorais deste ano por não ter uma representação no Brasil para receber e cumprir ordens judiciais entrou na agenda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um grupo do Ministério Público Federal (MPF) mais ligado ao combate ao cibercrime vinha defendendo essa interpretação internamente e orientando os demais procuradores a respeito.

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, vai levar o tema para debate junto aos demais ministros na volta do recesso. Em nota divulgada pela Corte Eleitoral, ele afirma que “nenhum ator relevante no processo eleitoral de 2022 pode operar no Brasil sem representação jurídica adequada, responsável pelo cumprimento da legislação nacional e das decisões judiciais”.

Em 16 de dezembro, Barroso enviou um ofício ao Telegram, por e-mail, solicitando audiência com Pavel Durov, fundador da empresa, com sede em Dubai. Queria discutir uma cooperação contra a desinformação que circula no aplicativo e afeta a confiança nas eleições brasileiras.

Barroso foi ignorado. Ao menos quatro tentativas de envio por correspondência também não tiveram sucesso. O tribunal não pretende enviar um representante à empresa porque detém informações de que no escritório em Dubai não há um representante de fato da companhia. Apenas um pequeno grupo de funcionários de baixo escalão dá expediente no local.

ENTRAVES JURÍDICOS
O Telegram representa hoje uma das principais preocupações para as disputas eleitorais deste ano. Sem representação local, a plataforma está fora do alcance da Justiça brasileira, e especialistas apontam o risco de ela ser um canal para disseminação de notícias falsas, ataque a instituições e discurso de ódio. Investigadores também se queixam do fato de o aplicativo não cooperar mesmo em apurações nacionais sobre crimes como apologia ao nazismo e pedofilia.

A ideia de proibir o funcionamento de serviços sem representação no Brasil, com vistas à eleição, é baseada em uma interpretação do que está disposto na Lei das Eleições, de 1997, e na resolução do TSE sobre propaganda eleitoral. Os textos exigem que “sítios” de candidato, partido e coligações estejam hospedados em provedor de internet estabelecido no país. O Telegram e outros serviços como Gettr, Parler e Gab estariam incluídos nessa regra, na interpretação de integrantes do MPF.

Contudo, a tese não é majoritária. Enfrenta resistência entre especialistas e até dentro do TSE. Em setores do tribunal, há quem considere que o entendimento aplicado sobre a lei e a resolução seja “forçar a barra” para tentar solucionar um problema complexo.

Curiosamente, o presidente Jair Bolsonaro é o pré-candidato à Presidência da República com maior número de seguidores no aplicativo, canal por onde ele também divulga suas opiniões, agendas e informações de interesse público.

*AE