Segunda edição do Acelera para Cristo ocorrerá no dia 15 de abril
Foto: Alan Santos
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro estão se organizando para realizar a segunda edição da motociata Acelera para Cristo, em São Paulo. O evento está previsto para acontecer no próximo dia 15 de abril e espera reunir mais de 2 milhões de motociclistas. O chefe do Executivo deve marcar presença na ocasião.
– São Paulo: a cidade que nunca dorme. No estado de SP, tem quase 5 milhões de motos. No Brasil, 23 milhões de motocicletas. E, dia 15 de abril, será a segunda edição da maior motociata do mundo: Acelera para Cristo 2 – diz a introdução do vídeo promocional.
A primeira edição do evento ocorreu em 12 de junho do ano passado. Segundo afirma a organização, a manifestação reuniu mais de 1,3 milhão de motos.
– Agora, serão mais de 2 milhões de patriotas, acelerando nos asfaltos de São Paulo. Não vai ser simplesmente uma motociata. Vai ser o apocalipse das motos – promete a divulgação.https://www.youtube.com/embed/Mz0kkrpT9rg
Evangélico e apoiador do presidente, o pastor Jackson Villar é o organizador do evento. O ato contará ainda com o apoio do apóstolo Estevam Hernandes, fundador da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.
De acordo com o site do evento, a nova edição promete contar com uma grande estrutura, incluindo palco, som, iluminação, banheiros químicos, ambulâncias, guinchos, engradamentos de seguranças, camarins e bandas. Para participar, será cobrada uma taxa de inscrição de R$ 10.
Presidente destacou que haverá redução de cerca de 20% na tarifa
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega
Nesta quarta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou que o país adotará a bandeira verde na cobrança de luz. A medida começa a valer a partir do próximo dia 16 de abril.
O chefe do Executivo se manifestou por meio das redes sociais. Ele destacou que todos os consumidores serão beneficiados com o fim da cobrança extra.
A conta de luz terá uma redução de cerca de 20%. Atualmente, o país adota a bandeira de escassez hídrica, segundo informações do portal Metrópoles.
– Em 2021 o Brasil enfrentou a pior seca dos últimos 91 anos. Para garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica, o governo federal teve que tomar medidas excepcionais. Com o esforço de todos os órgãos do setor elétrico, conseguimos superar mais esse desafio e o risco de falta de energia foi totalmente afastado. Os reservatórios estão muito mais cheios do que no ano passado. Os usos múltiplos da água foram preservados – escreveu Bolsonaro.
Governo justificou que “a proposição legislativa foi vetada por contrariedade ao interesse público”
Paulo Gustavo Foto: AgNews
Aprovado no Congresso em março deste ano em meio a uma chuva de críticas, o Projeto de Lei Complementar n° 73, de 2021, conhecido como Lei Paulo Gustavo, foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. A medida previa o repasse de recursos federais a estados e municípios para aplicação no setor cultural. O veto foi publicado na edição desta quarta-feira (6) do Diário Oficial da União.
Além de liberar R$ 3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura para apoio financeiro da União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, a proposta ainda alterava a Lei de Responsabilidade Fiscal para não contabilizar na meta de resultado primário as transferências federais aos demais entes da Federação.
Em nota, o Planalto justificou que “a proposição legislativa foi vetada por contrariedade ao interesse público”. Entre os pontos considerados pelo governo para o veto estava o de que a Lei Paulo Gustavo criaria uma despesa corrente primária que estaria sujeita ao limite constitucional, para o qual “não teria sido apresentada compensação na forma de redução de despesa”.
Outro argumento apontado pelo governo federal foi de que a proposta do Congresso traria uma despesa que comprometeria dotações orçamentárias voltadas para manutenção de áreas como saúde, educação e investimentos públicos.
– Ao criar a obrigatoriedade do repasse pelo Governo federal de recursos provenientes de fundos como o Fundo Nacional de Cultura aos Estados, aos Municípios e ao Distrito Federal, a proposição legislativa enfraqueceria as regras de controle, eficiência, gestão e transparência elaboradas para auditar os recursos federais e a sua execução – ressaltou o Planalto.
Logo após a aprovação do projeto de lei, o então secretário especial de Cultura, Mário Frias, já havia adiantado que pediria o veto ao presidente. Segundo ele, a proposta não permitiria que a pasta definisse as diretrizes para uso da verba, que ficaria por conta dos gestores estaduais e municipais.
O projeto de lei recebeu o nome do ator, humorista, diretor, roteirista e apresentador Paulo Gustavo, que morreu no dia 4 de maio do ano passado, aos 42 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O artista estava internado desde 13 de março após ter sido infectado pela Covid-19.
Presidente disse que com o povo, seu governo irá garantir “a democracia e a liberdade”
Presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/ Joédson Alves
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (5), que tem o povo brasileiro como o “maior exército do mundo” para atingir seus objetivos e garantir a democracia e a liberdade no país.
– Juntos, e ao lado do maior exército do mundo, nosso povo, atingiremos nossos objetivos e garantiremos a democracia e a liberdade – declarou o presidente em cerimônia de cumprimento aos militares promovidos a Oficiais-Generais.
E continuou.
– Se a pátria um dia voltar a nos chamar, por ela tudo faremos, até mesmo sacrifício da própria vida – acrescentou.
Não foi a primeira vez que Bolsonaro disse ter o povo ao lado como um exército. Em ato político do PL no final de março, o presidente declarou que tomaria decisões “contra quem quer que seja” se tiver apoio de seu “exército” de apoiadores na disputa que chamou de “luta do bem contra o mal”.
A fala, desta vez, foi feita no Palácio do Planalto a uma plateia de militares, que foram chamados de “âncora do nosso País” pelo presidente.
– Isso traz tranquilidade para o governo, para seus ministros, na certeza de que o trabalho dos senhores é revertido para todos os 215 milhões de habitantes – disse o presidente, que é capitão da reserva.
Bolsonaro também declarou que as Forças Armadas estão “sempre prontas” e voltou a insinuar que seus adversários políticos agem à margem da lei.
– Queremos é que todos cumpram nossa Constituição, que pode ter seus defeitos, mas é nosso norte – afirmou o presidente.
Bolsonaro ainda afirmou que o Ministério da Defesa – hoje nas mãos do general Paulo Sérgio, que foi comandante do Exército até semana passada – é a pasta que, em última análise, “pode fazer o País rumar em direção à normalidade, ao progresso e à paz”.
– Tenho 23 ministros, todos são importantes, mas um se destaca: é o da Defesa, porque tem as tropas em suas mãos (…) Aqui é mesclado de civis e militares – apontou.
No mesmo discurso, Bolsonaro, em tom otimista, disse que os números da economia têm mostrado para onde nosso País está indo e disse ver o Brasil “conturbado por questões ideológicas”.
– O bem sempre venceu o mal, e vencerá também a batalha que temos pela frente – pontuou, sobre as eleições.
Segundo o ranking de bilionários da Forbes, divulgado nesta terça-feira (5), a fortuna do empresário Luciano Hang aumentou 2,1 bilhões de dólares em um ano. Agora, o dono da rede de lojas Havan aparece em 586º no ranking mundial da revista, com fortuna estimada em 4,8 bilhões de dólares.
Em 2021, Hang tinha patrimônio de 2,7 bilhões de dólares, mas valor que saltou 78% em 2022 e passou para 4,8 bilhões. As informações são do portal UOL.
Entre os brasileiros mais ricos, o empresário catarinense ocupa a décima posição. Em primeiro lugar está Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev.
Ainda segundo a Forbes, a Havan gerou 1,9 bilhão de receita em 2020.
Coronel Azevedo disparou críticas contra o petista durante sessão da Assembleia Legislativa
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/Sebastião Moreira
Nesta terça-feira (5), durante um pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o deputado estadual Coronel Azevedo disparou críticas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, o petista é um “preguiçoso, vagabundo, não gosta de trabalhar”.
O comentário foi feito ao criticar a governadora do estado, Fátima Bezerra, por um corte promovido nos restaurantes populares do estado.
– O líder, o cachaceiro, desordeiro, preguiçoso e vagabundo diz uma coisa, e a governadora faz no sentindo inverso.
Ré pela morte do próprio filho, a pedagoga Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, teve liberdade concedida pela Justiça do Rio de Janeiro nesta terça-feira (5) após um ano atrás das grades. Em sua decisão, a juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal, determinou que Monique seja monitorada por tornozeleira eletrônica.
Na avaliação da magistrada, a “manutenção da prisão em instituição estatal era o meio adequado de se prevenirem reações exacerbadas e incivilizadas contra a requerente, incompatíveis com o Estado de Direito”. De acordo com Louro, há denúncias de que Monique vinha sendo alvo de “ameaças e violação do sossego” no ambiente carcerário.
Na mesma decisão, a magistrada manteve a prisão do padrasto de Henry, o ex-vereador Jairo Santos, também conhecido como Dr. Jairinho. O ex-casal foi preso preventivamente em abril de 2021, acusado de atrapalhar as apurações do caso da morte de Henry Borel, de 4 anos. Os dois são acusados de matar a criança.
Entre janeiro e março deste ano, foram confirmados 233 casos de dengue grave (DG) e 2.435 casos de dengue com sinais de alarme (DSA) no Brasil. Ao todo, foram 258.917 casos prováveis de dengue. Em comparação com o mesmo período de 2021, houve um aumento de 72,1% no número de casos, conforme boletim publicado na última segunda-feira (4) pelo Ministério da Saúde.
Segundo o documento, a região Centro-Oeste foi a que apresentou a maior taxa incidência da doença, com 561,3 casos/100 mil habitantes, seguida das regiões Sul (135,6 casos/100 mil), Norte (117/100 mil), Sudeste (81,6/100 mil) e Nordeste (49,6/100 mil).
Os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de dengue até o dia 26 de março foram Goiânia/GO, com 22.532 casos, Brasília/DF, com 15.850 casos, e Palmas/TO, com 7.087 casos.
Os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, assinaram hoje (5) um termo de cooperação para combater a disseminação de notícias falsas, as fake news, durante as eleições deste ano.
A assinatura ocorreu na residência oficial da Câmara e contou ainda com a participação do vice-presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes. Além do termo de cooperação também foi assinado um protocolo de intenções para o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação no âmbito da Justiça Eleitoral, formado por membros das duas instituições. O termo tem validade de 60 meses.
No documento, o TSE e a Câmara ressaltam que as notícias falsas podem representar “risco a bens e valores essenciais à sociedade, como a democracia, bem como afetar de forma negativa a legitimidade e a credibilidade do processo eleitoral e a capacidade das eleitoras e dos eleitores de exercerem o seu direito de voto de forma consciente e informada”.
Entre as medidas definidas no termo, estão o desenvolvimento de ações e projetos, conjuntamente, para o enfrentamento da desinformação no processo eleitoral, além de atividades voltadas à conscientização da ilegalidade das práticas de desinformação.
Também ficou definido que as instituições adotarão medidas para desestimular e denunciar a criação e a utilização de redes de desinformação e condutas ilegais, bem como o envio de disparo em massa de mensagens de propaganda política durante as eleições. Além disso, também foi definido que o TSE e a Câmara vão atuar “na defesa da integridade do Processo Eleitoral e da confiabilidade do sistema eletrônico de votação”.
Valor inclui fundo eleitoral, doações e contribuições do candidato; prioridade atual é escolha do marqueteiro
Foto: Governo do Estado de São Paulo
Em paralelo a pressões vindas do ex-governador gaúcho Eduardo Leite – que ainda pretende disputar a presidência -, lideranças tucanas já têm um orçamento da campanha de João Doria pelo Palácio do Planalto. A estimativa é um gasto total de R$ 65 milhões. O valor viria do fundo eleitoral, doações e contribuições do próprio candidato. As informações são do colunista Guilherme Amado, do site Metrópoles.
O ex-governador de São Paulo deve ir durante esta semana a Brasília para debater os passos da campanha com a cúpula tucana. A prioridade agora é a escolha do marqueteiro. A propaganda em rádio e TV do PSDB começa no dia 26 deste mês. Doria não só gostaria de já ter o profissional que vai liderar a produção deste conteúdo, como desejaria a realização de pesquisas antes de gravar os programas.