A Caixa disponibiliza, a partir desta sexta-feira (8), em seu site uma área para consulta sobre o saque extraordinário de até R$ 1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os primeiros a serem beneficiados pela medida são os nascidos em janeiro, que terão o recurso liberado no dia 20 de abril.
O calendário do saque extraordinário do FGTS foi estabelecido de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. Os saques começam em 20 de abril, para nascidos em janeiro, e vão até 15 de junho, para nascidos em dezembro.
Segundo a Caixa, cerca de R$ 30 bilhões serão liberados para aproximadamente 42 milhões de trabalhadores com direito ao saque. O dinheiro ficará disponível até 15 de dezembro, quando voltará para a conta vinculada do FGTS.
“O valor do saque é de até R$ 1 mil por trabalhador, considerando a soma dos saldos disponíveis de todas as suas contas do FGTS. O crédito do saque extraordinário será feito em Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores”, informa o banco.
O pagamento ocorrerá por meio do aplicativo Caixa Tem, usado para o pagamento de benefícios sociais e trabalhistas nos últimos anos.
O dinheiro será depositado numa conta poupança digital, podendo ser transferido posteriormente para uma conta corrente por meio do celular. O limite é o mesmo para cada trabalhador, independentemente do número de contas que ele tenha.
Segundo delegado, vereador voltará a ser ouvido na próxima semana
Gabriel Monteiro Foto: Gabriel de Paiva/ Agência O Globo
Nesta quinta-feira (7), Gabriel Monteiro disse à imprensa que um ex-assessor dele está tentando conflitar “com todo mundo”. Ele deu declarações ao chegar na delegacia, após ter sido alvo de busca e apreensão da Polícia Civil. As informações são do jornal O Dia.
– Conversas de WhatsApp mostram ele [ex-assessor] propondo R$ 600 mil para forjar provas contra mim. Ele diz que R$ 100 mil cobrava pra fazer o ‘meio de campo’ e outros R$ 500 mil ele dava para a pessoa que forjasse as provas contra mim – disse Monteiro.
O vereador expressou tranquilidade a respeito da apreensão do material que estava em sua casa e em seu gabinete.
– Eu estou muito feliz, estava numa situação complicadíssima. Hoje foi feita uma busca e apreensão e foi encontrado tudo isso [HD’s, tablets, notebooks]. Para mim isso é muito bom. Um HD meu que sumiu há um mês foi encontrado na casa desse meu ex-assessor, que coincidentemente está depondo contra mim – falou.
Ele afirmou que nada ilícito foi encontrado em sua residência.
– As armas estão ok, o carro está ok. Não encontraram nada que duvidasse da minha conduta – declarou.
O delegado Luis Maurício Armond, da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), revelou que as apreensões feitas nesta quinta-feira passarão por perícias e análises técnicas.
– Terão novos depoimentos das pessoas que foram alvos para esclarecimentos do que foi apreendido. Apreendemos também aproximadamente R$ 14 mil na casa de um dos ex-assessores do Gabriel e será verificado qual é a procedência desses valores.
Armond disse ainda que o vereador voltará a ser ouvido na próxima semana.
– Hoje ouvimos ele informalmente, foi um pouco tumultuado. Foram perguntados alguns fatos, mas inicialmente não teriam tanta relevância que poderiam ser formalizadas na semana que vem – contou.
Presidente conseguiu avançar cinco pontos na comparação com pesquisa Quaest/Genial feita em março
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
A pesquisa Quaest/Genial divulgada nesta quinta-feira (7) indicou que o presidente Jair Bolsonaro(PL) avançou nas intenções de votos. Isso aconteceu por que uma parcela do eleitorado que antes estava direcionada para a chamada terceira via, nome atribuído ao grupo de candidatos fora do cenário entre ele e o ex-presidente Lula (PT), redirecionou suas preferências.
Nos números apurados no mês de abril, a escolha por outros candidatos de fora da dupla Bolsonaro e Lula despencou sete pontos percentuais (de 19% para 12%) na comparação com a análise realizada em março. A queda, provavelmente, poderia ser explicada com a saída do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) da disputa.
Na distribuição dos sete pontos percentuais deixados para trás, por aquela que pode ser considerada a terceira via, cinco deles foram para o presidente Jair Bolsonaro, que saltou de 26% para 31%. Os outros dois pontos foram distribuídos da seguinte forma: um ponto para Lula (45% em abril contra 44% em março) e um para os indecisos (6% em abril contra 5% em março).
Bolsonaro subiu 5 pontos na comparação com a última pesquisa Foto: Reprodução/Quaest Pesquisa e Consultoria
Um outro aspecto avaliado pela pesquisa, e que ratificou a queda da terceira via com a migração dos votos para o atual presidente, foi a respeito de qual seria a preferência do eleitor para 2022 entre aqueles que optaram por Bolsonaro, ou Fernando Haddad (PT), no segundo turno do pleito de 2018.
Em março, o percentual de eleitores que votou no atual presidente há quatro anos, e que estavam optando pela chamada terceira via – nomeada pela pesquisa como “Nem Lula, nem Bolsonaro” – era de 23%. Já em abril, esse número caiu para 15%.
Por outro lado, os eleitores que optaram por Bolsonaro em 2018 e que repetiriam o voto em 2022 aumentaram de 54% para 63%.
Repetição de votos em Bolsonaro aumentou na comparação com março Foto: Reprodução/Quaest Pesquisa e Consultoria
A pesquisa Quaest/Genial foi feita a partir de 2 mil entrevistas pessoais com eleitores a partir de 16 anos, entre os dias 1° e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%. A análise foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00372/2022.
O futuro das taxas de juros no Brasil dependerá da extensão dos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia e de eventuais outros choques sobre a inflação, disse hoje (7) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Em evento promovido por uma empresa de investimentos, ele declarou que o conflito no Leste europeu trouxe um desafio adicional para a política monetária.
“Olhando a parte longa da curva e as expectativas de inflação mais longa, existe um certo consenso de que estamos no caminho certo. A calibragem sempre depende da extensão do choque. Temos falado bastante sobre isso nas últimas reuniões do Copom [Comitê de Política Monetária]”, disse.
Segundo Campos Neto, mesmo se a guerra terminar no curto prazo, o planeta continuará com desafios por longo tempo. Entre os problemas, ele citou a redivisão das cadeias globais de valor, problema que persiste desde a pandemia da covid-19, e a cisão entre países democráticos com países com outros regimes.
Na última reunião do Copom, o BC tinha anunciado que elevaria a taxa Selic (juros básicos da economia) em 1 ponto percentual na reunião de maio, para 12,75% ao ano. No entanto, Campos Neto tem dito, em eventos recentes, que a autarquia poderia promover uma alta adicional em junho, caso os choques internacionais – fatores externos que pressionem a inflação – continuem.
Campos Neto disse que a inflação está “descolando muito” da meta, com grande disseminação entre os itens cujos preços estão subindo. Ele ressaltou que os núcleos de inflação (medida que exclui os componentes com maior volatilidade) também estão em alta, o que indica persistência dos índices de preços.
“A gente tem se preocupado em ser proativo em relação a isso, passar mensagem de que o Banco Central tem os instrumentos para agir”, afirmou.
Energia
Apesar de reconhecer que os núcleos de inflação continuam altos, o presidente do BC disse que eles estão “um pouco mais comportados”. Ele, no entanto, disse que acontecimentos recentes reduzirão a pressão sobre os preços, como o fim das bandeiras tarifárias nas contas de energia elétrica, anunciado ontem (6) pelo presidente Jair Bolsonaro após a melhora no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Para Campos Neto, o principal problema nos próximos meses deverá ser a pressão inflacionária global. Ele lembrou que os Estados Unidos registram a maior inflação em 40 anos, com o índice de preços ao consumidor norte-americano em torno de 8% no acumulado de 12 meses e com os núcleos de inflação rondando 6,5%.
Câmbio
Sobre a recente valorização do real, o presidente do BC disse que a queda do dólar no Brasil foi influenciada pela elevação rápida dos juros nos últimos meses, pela melhora da arrecadação no curto prazo e pelo aumento no preço internacional das commodities (bens primários com cotação internacional). Ele também mencionou o aumento dos investimentos de empresas estrangeiras no Brasil.
Em relação às eleições, Campos Neto disse que, apesar das incertezas, as limitações impostas pela legislação eleitoral e pela Lei de Responsabilidade Fiscal farão com que o gasto público esteja mais ou menos controlado. “Por ser um ano eleitoral, entramos em fase onde nada mais poderá ser executado. A lei eleitoral não permite fazer isso. O fiscal de curto prazo está mais ou menos pré-determinado”, explicou.
De acordo com o presidente do BC, a estimativa do mercado para o crescimento da economia pode ser revista para cima. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do BC, as instituições financeiras preveem expansão de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) em 2022. No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março, a autoridade monetária projetava crescimento de 1%.
Greve
Campos Neto comentou ainda a greve dos servidores do BC. Ele disse esperar uma solução rápida para o movimento, para que projetos paralisados sejam retomados. “A gente tem agora o tema da greve, que a gente espera endereçar em breve. A gente precisa avançar com esses projetos. São projetos importantes para a sociedade”, declarou.
Em greve por tempo indeterminado desde o dia 1º, os servidores do BC pedem reajuste de 26,3% e reestruturação de carreira. A reunião na terça-feira (5) entre os grevistas e representantes do Ministério da Economia terminou sem acordo.
O fim da tarifa extra para as contas de luz poderá fazer as contas dos consumidores residenciais cair 18% no próximo mês, sem prejudicar a saúde financeiras das empresas de energia, disse hoje (7) o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Em evento de lançamento de instrumentos de crédito do Banco do Brasil, o ministro declarou que a retirada da bandeira de escassez hídrica considerou os níveis dos reservatórios e não foi decidida com base em “canetadas”.
“A conta de luz cai 18% no mês que vem, sem canetada, sem botar em risco as empresas, ao contrário”, declarou o ministro. Segundo ele, a saúde das empresas do setor elétrico está recuperada, enquanto governos anteriores prejudicaram o setor com políticas intervencionistas.
Ontem (6) à noite, o presidente Jair Bolsonaro anunciou o fim das bandeiras tarifárias sobre as contas de luz. Por meio das redes sociais, o presidente informou que a recuperação dos reservatórios das usinas hidrelétricas fará o governo conceder bandeira verde para todos os consumidores de energia a partir de 16 de abril. Ele previu uma redução de cerca de 20% nas tarifas.
Segurança energética Ao discursar no evento do Banco do Brasil, Guedes disse que o governo está conseguindo mudar o eixo das discussões internacionais sobre o meio ambiente. Segundo o ministro, o Brasil está consolidando-se como um país de papel importante para garantir a segurança alimentar e energética em escala global.
“Esta guerra [entre Rússia e Ucrânia] só complica as coisas, mas a grande verdade é que o Brasil está sendo percebido como um grande agente, com papel decisivo, de segurança alimentar e segurança energética”, comentou Guedes.
Filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro, Renan Bolsonaro deve depor na Polícia Federal nesta quinta-feira (7) em inquérito que apura suposto tráfico de influência. Segundo fontes do órgão, ele será ouvido durante a tarde, na Superintendência Regional da PF no Distrito Federal.
A investigação foi instaurada em março de 2021 após denúncia de parlamentares de oposição ao governo.
A PF apura se Renan teria usado sua empresa, a Bolsonaro Jr Eventos e Mídia, para beneficiar empresários das áreas de construção e mineração, promovendo articulações com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Segundo a denúncia, Renan teria recebido doação de um carro elétrico de R$ 90 mil em troca.
O depoimento estava previsto para ocorrer em dezembro do ano passado, mas Renan não compareceu justificando que estava com problemas de saúde.
À época, seu advogado, Frederick Wassef, negou que seu cliente tenha recebido vantagens ilícitas. A defesa afirmou que o inquérito é parte de esforços “coordenados para atingir o presidente” da República.
Base educacional deve ser inspirada nos modelos de sucesso de outros países em desenvolvimento
O cenário pós-pandêmico no setor da educação já mostra traços que precisa seguir a partir de uma tendência motivada por pilares de desenvolvimento socioeconômicos como resgate à disciplina, maior participação dos pais nas escolas e respeito ao professor, que foram duramente impactados nos dois últimos anos, para retomar o movimento de resgate da melhora da base educacional. A afirmação é de Claudia Vieira Levinsohn, mestre e especialista em educação, que percorreu países pobres, mas comprometidos com a educação, para buscar modelos de projetos de sucesso que podem ser replicados no Brasil.
Modelos como os que ela viu no Paquistão, Índia e Etiópia, que mesmo sendo países financeiramente mais pobres, presam pelo cuidado, organização e disciplina no ensino. “Vi crianças uniformizadas, tendo direito a ônibus gratuito, e zelo pelo material escolar, além do grande respeito aos professores”, declara Claudia.
Para ela, nesse pós-pandemia, é preciso realizar uma mudança de dentro para fora na educação brasileira em que pais e mestres trabalhem de mãos dadas, assim como ocorre em alguns países pelo mundo. “Esta é uma importante inspiração para, enfim, alcançarmos grandes objetivos e mudarmos o futuro”, declara a especialista.
O número de analfabetos no Brasil também chama a atenção da mestre. Segundo suas pesquisas, a Coreia do Sul conseguiu aumentar o nível de educação no país e diminuir o número de analfabetos. “Esse é mais um ponto que precisamos mudar com urgência e devemos aproveitar o salto que demos em tecnologia nesse período para ser um aliado na transformação que o país tanto necessita”, afirma ela.
Segundo dados do IBGE, em 2020, o número de pessoas sem saber ler e escrever no país era de 11 milhões, ou seja, 5,2% da população. Diferente do que representa a Coreia do Sul. Um país que há 35 anos estava atrás do Brasil em nível educacional, passou a investir no ensino básico da população e hoje viu o cenário se inverter.
De acordo com dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), os valores gastos pelo país asiático com o ensino básico são quase três vezes maiores do que os do Brasil. São US$ 9,3 mil por aluno ao ano na Coréia em comparação aos US$ 3.822 investidos pelo governo brasileiro.
Do ensino básico ao superior, a tecnologia mostrou ser a maior aliada do setor e essencial no processo de aprimoramento do ensino. O primeiro acesso às ferramentas se apresentou como algo emergencial e uma das questões mais desafiadoras no início de todo esse período de adaptação. “Hoje segue se moldando a nova realidade para implementarmos de vez um sistema híbrido ou totalmente digital a partir dos próximos anos”, diz Claudia.
Para a especialista, a aprendizagem realizada em torno da tecnologia mostra que é possível os estudantes terem acesso a boas aulas online, além de incluir mais alunos do que caberia em uma sala de aula convencional e, dessa forma, fazer com que o aprendizado consiga ir muito mais longe.
Aproveitar a infinidade de recursos tecnológicos disponíveis que possibilitam a interação e a troca de saberes nunca antes imaginados ou sequer usados no Brasil também é vista como tendência e essencial no período pós-pandemia.
“Como eu já vi em minhas viagens pelo mundo, diversos países do continente europeu já têm implementado em seu currículo escolar aulas mais amplas sobre geografia mundial. Mas sinto falta disso aqui no Brasil, onde é apresentada uma visão limitada do mundo para os jovens”, declara a especialista.
De acordo com ela, é preciso fazer uma rede com outros países, apresentar melhor o mundo para esses jovens, estimulando a troca de cultura, que é importante para a educação, com o auxílio da tecnologia.
Principais integrantes da chamada “terceira via” Fotos: EFE/ Joédson Alves // Agência Senado/Jefferson Rudy // Reprodução/YouTube Veja
Dirigentes do MDB, PSDB, União Brasil e Cidadania fecharam um acordo, nesta quarta-feira (6), e decidiram lançar apenas um candidato à Presidência da República. Mesmo assim, o grupo da terceira via só baterá o martelo sobre quem será o candidato no dia 18 de maio.
Até agora, o nome mais cotado para encabeçar a chapa única é o da senadora Simone Tebet (MDB-MS). O ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) também se movimenta, mas admite ser vice, caso haja essa dobradinha. O impasse ocorre porque quem venceu as prévias do PSDB foi João Doria, ex-governador de São Paulo, e não Leite.
Em comunicado emitido após reunião em Brasília, as cúpulas dos quatro partidos declararam que o objetivo dessa aliança é apresentar uma alternativa à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que hoje lideram as pesquisas.
“Conclamamos outras forças políticas democráticas para que possam se incorporar a esse projeto em defesa do Brasil e de todos os brasileiros”, diz a carta.
O texto é assinado pelo presidente do União Brasil, Luciano Bivar; do MDB, Baleia Rossi; do PSDB, Bruno Araújo; e do Cidadania, Roberto Freire. Antes da definição, o União Brasil ainda pretende submeter uma sugestão de nome à análise do grupo, até o próximo dia 14.
O ex-juiz Sérgio Moro se filiou ao União Brasil após deixar o Podemos, mas seu novo partido não quer que ele seja candidato à sucessão de Bolsonaro. A ideia é que Moro concorra a uma vaga na Câmara dos Deputados, por São Paulo. A cúpula do União Brasil avisou que no próximo dia 14 submeterá o nome indicado pelo partido para apreciação do MDB, PSDB e Cidadania.
Na tarde desta quarta-feira, Eduardo Leite se reuniu com Simone Tebet, no Senado. Nesta manhã, em entrevista à Rádio Eldorado, a senadora afirmou ver Leite como um “grande ativo do PSDB”.
O concurso 2.469 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (9) à noite no Espaço Loterias da Caixa em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. Os números sorteados foram: 05 – 28 – 30 – 38 – 52 – 55.
O próximo concurso (2.470), no sábado (09), deve pagar o prêmio de R$ 45 milhões.
A quina teve 34 ganhadores e cada um vai receber R$ 60.884,93. Os 2.246 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.316,68.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
O sorteio é realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
Ex-presidente afirmou que financiar obras em outros países seria “a coisa mais normal do planeta”
Ex-presidente Lula Foto: Reprodução/YouTube TVT
Assunto controverso ao longo dos últimos anos, os empréstimos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a realização de obras no exterior, especialmente em países simpáticos aos governos do PT, foram abordados pelo ex-presidente Lula durante uma entrevista concedida à Rede T de rádios, do Paraná, na manhã desta terça-feira (5).
Durante a conversa, Lula defendeu o empréstimo brasileiro para a realização de obras em outros países. Um exemplo lembrado por ele foi a obra do metrô de Caracas, capital da Venezuela, que segundo o petista foi iniciada de forma “correta” no governo de Fernando Henrique Cardoso. Para Lula, o ato de financiar obras em outros países seria “a coisa mais normal do planeta”.
– O Brasil é o único país que, quando o BNDES empresta dinheiro para fazer uma obra no exterior, tudo que vai ser utilizado e todo o serviço é da engenharia brasileira. Na verdade, o Brasil está exportando serviços, está exportando engenharia, termina sendo uma coisa lucrativa quando você vende e uma coisa quando você recebe. É a coisa mais normal do planeta Terra – alegou.
Em outro momento, ao ser questionado se a medida seria correta mesmo diante dos problemas internos do Brasil, Lula defendeu a prática dizendo que ela não representa a retirada de dinheiro do Orçamento; mas que, na verdade, a verba utilizada em obras no exterior seria referente a valores que o empresariado brasileiro não toma emprestado.
– Você não está retirando dinheiro do Orçamento, você está fazendo dinheiro emprestado, que as pessoas pagam juros. Pagam o principal e ainda pagam pelas importações que fazem de nós – completou.