A redução estimada pelo governo para o consumidor é de 20%
A partir deste sábado (16), a conta de luz pode ficar mais barata, com o fim a bandeira de escassez hídrica que resultava em uma taxa extra na conta de energia elétrica de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que encarecia os custos da energia elétrica, estava em vigor desde setembro de 2021.
A redução estimada pelo governo nas contas de luz para o consumidor é de cerca de 20%. Isso será possível porque, com os reservatórios de quatro das cinco regiões do país mais cheios, é possível, ao operador do sistema elétrico nacional, dispensar o uso de termelétricas, que têm custo maior do que o das hidrelétricas. Apenas os reservatórios da Região Sul estão baixos, devido à estiagem que atinge a região.
Já havia uma previsão de que a bandeira de escassez hídrica, patamar mais alto já adotado pelo governo, terminaria no final deste mês. A medida, no entanto, acabou sendo antecipada em cerca de 15 dias.
A tarifa extra foi aprovada em meio à crise hidrológica que afetou o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país em 2021. As usinas são a principal fonte geradora de energia elétrica no país. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o Brasil enfrentou, em 2021, “a pior seca já registrada na história”.
“Para garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica, o país utilizou todos os recursos disponíveis e o governo federal teve que tomar medidas excepcionais. Com o esforço dos órgãos do setor, o país conseguiu superar esse desafio, os reservatórios estão muito mais cheios que no ano passado e o risco de falta de energia foi totalmente afastado”, informou, em nota, a pasta.
De acordo com o ministério, o reservatório da usina de Furnas terminou o mês de março acima de 80% de seu volume útil. Em entrevista concedida no início da semana ao programa A Voz do Brasil, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação(EBC), o secretário de Energia Elétrica do ministério, Christiano Vieira, disse que atualmente os reservatórios estão, em média, com 70% de níveis de armazenamento, o que, segundo ele, “é muito relevante nessa época do ano”.
“Não dispomos de níveis assim desde 2012. Temos uma condição de segurança muito considerável. Na prática, significa que pouca geração termelétrica será necessária, o que se traduz em uma expectativa de bandeira verde até o final do ano”, disse.
Cantora reclamou após o periódico utilizar uma frase polêmica na capa de sua edição de abril
Cantora Anitta Foto: Patrícia Devoraes / AgNews
A revista americana Nylon decidiu alterar a capa de uma edição sua que causou polêmica com a cantora Anitta. A artista criticou uma frase utilizada na edição de abril da revista que apontava que a artista havia dito que “no Brasil, todo mundo quer se divertir e transar”.
A nova capa traz apenas a cantora.
Segundo a revista, ela teria afirmado, durante uma entrevista, que “na América, as pessoas só querem parecer descoladas. No Brasil, todo mundo quer é se divertir e transar. Eu quero trazer essa energia para cá”. A artista chegou a ser criticada pela declaração.
Após a repercussão da edição da Nylon, Anitta utilizou as redes sociais para mostrar descontentamento com a capa da revista.
– Meu Deus. Tira o ódio de dentro de mim porque a vontade é de mataaaaaarrrrrrrr – escreveu.
Questionada por uma pessoa a respeito da assessoria de imprensa, Anitta indicou que a revista foi sensacionalista.
– Infelizmente ainda não consigo colocar o Paulo pra controlar essas coisas fora do país. Porque se eu conseguisse, meu amorrrrr… sabe quando que iam fazer sensacionalismo comigo??? Na p*&… mano, eu tô soltando fogo pelo nariz. Meu Deusssssss tira de mim todo o ódio, pelo amor – respondeu.
Ela afirmou ainda que nunca usaria esse tipo de polêmica por fama.
– Esse tipo de polêmica aí eu não usaria jamais, nem se fosse pra ficar mais famosa que o papa. Isso é um desrespeito do c****** com MUITA gente e muita coisa na vida – apontou.
Gabriel Luiz pediu ajuda para o porteiro de seu prédio, que foi quem acionou o socorro
Gabriel Luiz, repórter da TV Globo em Brasília Foto: Reprodução/TV Globo
O repórter Gabriel Luiz, da TV Globo em Brasília(DF), pediu ajuda ao porteiro do prédio onde mora após ser esfaqueado na noite desta quinta-feira (14). Inicialmente, o funcionário do condomínio chegou a pensar que se tratava de um morador de rua, mas depois percebeu que era o jornalista quem pedia ajuda e abriu a porta do edifício.
– Me ajuda! Eles vão me matar! Eu vou morrer! – disse Gabriel ao porteiro.
De acordo com o funcionário do prédio de Gabriel, o repórter estava consciente enquanto pedia ajuda, mas bastante ensanguentado. Diante da situação, o porteiro pediu para o jornalista não falar mais nada e acionou os bombeiros. Gabriel também pediu para que o funcionário ligasse para o pai e passou o número.
O crime ocorreu por volta das 23h20 no Sudoeste, região administrativa do DF. Enquanto o jornalista voltava para casa, dois homens o cercaram e o deixaram ferido com cerca de 10 golpes. Testemunhas relataram que um dos homens segurou Gabriel enquanto o outro desferiu as facadas. A agressão só teria parado após um vizinho gritar.
O caso é tratado como tentativa de latrocínio, pois o celular do repórter sumiu. Entretanto, não está descartada a possibilidade de tentativa de homicídio devido à violência do ataque. O quadro clínico do jornalista é grave, mas estável. Durante a madrugada, os médicos trataram diversas lesões.
Os golpes no jornalista atingiram partes como tórax, braços, mão, pernas e pescoço. Entretanto, um ferimento que demandou maior atenção dos médicos foi no abdômen, pois houve laceração nos rins e no pâncreas.
O Ministério da Saúde publicou uma portaria nesta quinta-feira (14) que converte 6,4 mil leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) exclusivos para covid-19 em leitos convencionais de UTI para o Sistema Único de Saúde (SUS), que serão usados no tratamento de enfermidades diversas.
Na prática, segundo a pasta, a medida amplia o número de leitos de UTI na assistência médica de alta complexidade no Brasil. A mudança foi oficializada no Diário Oficial da União (DOU).
A iniciativa foi acertada entre o governo federal e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), com foco no aumento da oferta aos demais pacientes que necessitam de outros cuidados intensivos não relacionados à covid-19.
A mudança também ocorre “após a queda expressiva no número de casos e internações pela doença, causando uma baixa ocupação desses leitos para pacientes com covid-19, em função do sucesso e ampla adesão da população à campanha de vacinação contra a doença”, informou o ministério.
Durante outros momentos da pandemia, cerca de 26 mil leitos chegaram a ser habilitados com recursos financiados do orçamento extraordinário de enfrentamento à covid-19.
Reajustes
O Ministério da Saúde também reajustou os valores pagos nas contratações de unidades convencionais de leitos hospitalares, que não eram reajustadas há uma década. O custo da diária de leitos do tipo II passará de R$ 478,72 para R$ 600. Leitos do tipo III terão reajuste de R$ 508,23 para R$ 700. Leitos qualificados na Rede de Urgência e Emergência (RUE) e Rede Cegonha (RC) mantêm os valores do incentivo atualmente praticados.
As diárias do leito de UTI para queimados serão reajustadas de R$ 322,00 para R$ 700, equivalente ao leito de UTI Tipo III devido à complexidade e como forma de incentivo à habilitação de novos leitos no país.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou nesta sexta-feira (15) de motociata com apoiadores no interior de São Paulo. O evento terminou por volta de 13h50.
Intitulado “Acelera com Cristo”, o evento contou com a presença de outras autoridades, como o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), pré-candidato ao governo de São Paulo.
Segundo levantamento realizado pelo jornal Folha de S. Paulo, as motociatas em apoio ao presidente já custaram praticamente R$ 5 milhões aos cofres públicos
A soma leva em conta as despesas com o cartão de pagamento do governo federal, informadas pela Secretaria-Geral da Presidência, e os gastos assumidos pelos estados para garantir a segurança da população e da comitiva de Bolsonaro.
Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber a antecipação do 13º salário a partir de 25 de abril.
A primeira parcela, que correspondente a 50% do valor do benefício, será paga entre 25 de abril e 6 de maio. Já a segunda será repassada entre 25 de maio e 7 de junho. Para consultar os valores, os beneficiários podem acessar o aplicativo ou site “Meu INSS”.
O pagamento geralmente é realizado no fim do ano, mas foi antecipado pelo governo federal para o primeiro semestre visando “alavancar a retomada do emprego e da economia no país”.
Depois de receber um alerta internacional e recomendar cautela da população, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, importação e uso de produtos da marca Kinder fabricados pela Ferrero, na Bélgica. A Resolução-RE nº 1.233, com a proibição do produto no Brasil, foi publicada nesta sexta-feira (14).
Embora o país não esteja entre os destinos dos lotes contaminados com Salmonella Typhimurium, a Anvisa considerou prudente adotar a medida preventiva, com o objetivo de evitar que o produto seja consumido no Brasil ou trazido por pessoas físicas ou importadores.
Além da proibição, a agência notificou a empresa Ferrero a prestar informações sobre os produtos contaminados e sobre o controle de importações por terceiros.
Solicitação deve ser feita pela Página do Participante
Termina às 23h59 de hoje (15) o prazo para estudantes pedirem isenção da taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. O pedido deve ser feito na Página do Participante.
Pelas regras do Enem, têm direito à gratuidade os participantes que se enquadram nas seguintes situações:
– estar na última série do ensino médio neste ano, em escolas públicas; – ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou ser bolsista integral em escola privada. Ter renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo (R$ 1.818) por pessoa; – aluno em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
Documentação
Entre os documentos exigidos para a dispensa da taxa de inscrição estão a cédula de identidade do participante e dos demais membros que compõem o núcleo familiar; a cópia do cartão com o NIS válido, no qual está a inscrição no CadÚnico; uma declaração que comprove a realização de todo o ensino médio em escola pública ou histórico escolar do ensino médio, com assinatura e carimbo da escola. No caso de participante bolsista, acrescentar a declaração da escola que comprove a condição de bolsista integral em todo o ensino médio.
Faltosos
Outra situação em que a taxa de inscrição pode ser dispensada é a de estudantes isentos no Enem 2021 que, por algum motivo, faltaram no dia da exame e desejam fazer o Enem 2022 gratuitamente. Os candidatos devem também enviar documentos que justifiquem a ausência, como atestado médico e boletim de ocorrência. Somente serão aceitos documentos nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2 MB.
Resultado
Os resultados, tanto da justificativa de ausência quanto da solicitação de isenção da taxa de inscrição para o Enem 2022, serão divulgados em 22 de abril, na Página do Participante. Quem tiver o pedido negado poderá recorrer entre 25 e 29 de abril. O resultado dos recursos será divulgado em 6 de maio.
Além de fazer o pedido de isenção, para participar do Enem 2022 é preciso se inscrever no exame. O edital com as datas das inscrições e das provas ainda não foi publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Notas
As notas do Enem podem ser usadas para ingressar no ensino superior, em universidades públicas e privadas, e para participar de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Após a divulgação de uma série de fotos que mostram uma onça-pintada predando uma capivara no Pantanal de Mato Grosso do Sul, feitas pelo estudante de biologia João Pedro Salgado, o felino foi “cancelado” no Twitter por estar “almoçando”. A repercussão dos internautas chocou várias profissionais ligados à vida selvagem.
A publicação, feita por João Pedro Salgado nas redes sociais, dividiu opiniões. De um lado, alguns comentários debocharam da situação e compararam a situação com homicídios: “vou começar a postar fotos e vídeos de pessoas sendo mortas em assistentes [acidentes] e assassinadas…”, veja o post abaixo:
Do outro lado, biólogos defenderam o registro feito por João Pedro Salgado, dizendo que as fotos mostram fielmente como a natureza é. Em conversa com o g1, o biólogo Gustavo Figueirôa explicou que a onça é um carnívoro estrito, que significa que o animal se alimenta apenas de carne.
“Eu fico assustado, as pessoas não têm noção básica da natureza, aquela cena não tem nada de errado. Os animais estão no ambiente que elas deveriam estar. Os comentários das pessoas mostram que eles não têm noção de como funciona a natureza”, enfatizou o biólogo.
Em outro post, um twiteiro escreve: “temos tecnologia o suficiente para produzir proteína vegetal e alimentar estes bichos, protegendo a vida de milhares de animais em extinção”. Veja o post abaixo.
João esperava uma repercussão com a sequência de fotos, mas não tanta. O estudante de biologia fez o registro na primeira vez que veio ao Pantanal. “Acho que isso mostra o descolamentos da natureza que as pessoas estão no momento. Algo preocupante no meu ponto de vista, pois um dos lemas da conservação é ‘conhecer para preservar’, como vamos preservar algo que as pessoas estão demonstrando ao menos conhecer?”, questionou
O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) fez um breve, mas exaltado discurso em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nessa quinta-feira (14). Em evento com sindicalistas, ele encerrou sua fala bradando “viva Lula”.
“A luta sindical deu ao Brasil o maior líder popular deste país. Lula! Lula! Viva Lula! Viva os trabalhadores do Brasil!”, disse Alckmin, já rouco e aos gritos.
O ex-governador, que integrou o PSDB por 33 anos e já foi adversário de Lula, foi bem recebido pelos sindicalistas, chegando a ser chamado por alguns de “companheiro”.