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Bolsonaro é derrotado com mais votos do que quando se elegeu

Primeiro presidente do Brasil a não conseguir nas urnas um segundo mandato desde que a reeleição foi instituída no país, em 1998, Jair Bolsonaro (PL, foto) recebeu no segundo turno deste ano uma votação maior que a obtida quando se elegeu em 2018, informa Malu Gaspar.

Bolsonaro obteve cerca de 58,2 milhões na votação de hoje, 400 mil votos a mais do que quando derrotou Fernando Haddad (PT) no pleito presidencial de quatro anos atrás.

De forma mais modesta, observa a colunista de O Globo, o presidente brasileiro repetiu o feito de Donald Trump: em 2020, o republicano foi derrotado pelo democrata Joe Biden mesmo com 13 milhões de votos a mais que os obtidos por ele em 2016.

Informações TBN


Apoiado por Bolsonaro, Tarcísio de Freitas derrotou Haddad e foi eleito o novo governador paulista - Flickr/TF10 Campanha
Apoiado por Bolsonaro, Tarcísio de Freitas derrotou Haddad e foi eleito o novo governador paulista Imagem: Flickr/TF10 Campanha

Tarcísio de Freitas (Republicanos), 47, foi eleito hoje o novo governador do estado de São Paulo. Carioca e ex-ministro da Infraestrutura, ele venceu o segundo turno contra Fernando Haddad (PT), 59, numa disputa que repetiu a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), apoiador de Tarcísio.

Por volta das 19h27, com 95,1% das urnas apuradas, Tarcísio tinha 55,3% dos votos, contra 44,7% de Haddad.

A eleição ao Palácio dos Bandeirantes foi a estreia de Tarcísio nas urnas — ele nunca havia concorrido a um cargo eletivo antes. Também é a primeira vez que o Republicanos, partido fundado por bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, chega ao comando do estado mais rico do país, que está sob o domínio do PSDB há 28 anos.

Seu vice será o ex-prefeito de São José dos Campos Felício Ramuth (PSD), 53. Além da sigla de Ramuth, a coligação reuniu PL, PTB, PSC e PMN.

Perfil. Nascido no Rio de Janeiro — fato amplamente explorado por Haddad ao longo do segundo turno — Tarcísio é servidor público federal e serviu o Exército por 17 anos. É bacharel em ciências militares pela Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) e mestre em engenharia de transportes pelo IME (Instituto Militar de Engenharia).

Entre 2005 e 2006, esteve na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti como chefe da seção técnica da Companhia de Engenharia.

Antes de chegar ao posto de ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro, em 2019, Tarcísio esteve à frente do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) no governo de Dilma Rousseff (PT) e foi secretário do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) no governo Michel Temer (MDB).

O governador eleito é casado com Cristiane Freitas e tem dois filhos. Ao registrar sua candidatura em agosto, ele declarou patrimônio de R$ 2,3 milhões.

‘A força do bolsonarismo’. Afilhado político de Bolsonaro, Tarcísio deixou o ministério em marçopara concorrer ao governo paulista, a pedido do presidente.

Bolsonaro e Tarcísio - Flickr/TF10 Campanha - Flickr/TF10 Campanha
Bolsonaro e Tarcísio em agenda em Sorocaba (SP): candidatura a pedido do presidenteImagem: Flickr/TF10 Campanha

Haddad liderou as pesquisas de intenção de voto desde o início da corrida, um feito considerado único pelo PT até então, mas a vantagem em relação aos principais adversários diminuiu na reta final do primeiro turno. A primeira etapa do pleito terminou com Tarcísio na frente, com 42,32%, e Haddad em segundo, com 35,7%, contrariando os levantamentos eleitorais.

Logo após o fim da apuração, no dia 2 de outubro, Tarcísio disse que o resultado mostrava “a força do bolsonarismo”. “A gente percebe uma característica liberal, conservadora no estado, [como] a eleição do Marcos Pontes (PL) no Senado”, analisou na ocasião.

A campanha aumentou o número de agendas conjuntas com o presidente na reta final. A lógica por trás desta decisão foi a de que a eleição em São Paulo se tornou polarizada por causa da influência da corrida presidencial. A avaliação da equipe de Tarcísio era de que a associação entre os dois candidatos trazia benefícios mútuos porque um ganhava com a presença do outro.

Nomes para governo. Tarcísio já falou sobre possíveis nomes para integrar seu governo, como o médico Eleuses Paiva, coordenador de seu programa de saúde, para a respectiva pasta e Guilherme Afif Domingos (PSD), coordenador de seu plano de governo.

Conforme apuração do UOL Notícias, ele estuda ao menos três linhas para a pasta da Segurança Pública partir de 2023 — optar por uma ala bolsonarista, uma mudança para atuação mais independente das polícias Civil e Militar ou apostar na continuidade da gestão anterior.

A deputada federal Rosana Valle (PSD) é cotada para assumir a secretaria da Mulher. Pessoas próximas à campanha também dizem que Kassab terá influência no governo, por conhecer bem o funcionamento da máquina pública e ser um importante articulador político.

Apoio do ex-adversário e fator Kassab. Dois dias depois do primeiro turno, a candidatura de Tarcísio recebeu o apoio formal do governador de São Paulo Rodrigo Garcia (PSDB), que tentou a reeleição, mas ficou em terceiro lugar.

Ao longo do segundo turno, ele também recebeu o apoio de legendas que estavam inicialmente com Rodrigo, como o União Brasil, MDB, PP, Podemos e Cidadania. Os diretórios estadual e municipal do PSDB em São Paulo também anunciaram apoio ao candidato bolsonarista.

Em sua corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, ele mobilizou uma rede de cerca de 500 prefeitos dos 645 municípios paulistas — a maioria desses políticos estava com Rodrigo no primeiro turno.

Tarcísio, a esposa Cristiane e o presidente do PSD, Gilberto Kassab - Flickr/TF10 Campanha - Flickr/TF10 Campanha
Tarcísio, a esposa Cristiane e o presidente do PSD, Gilberto Kassab, um dos grandes articuladores de sua campanhaImagem: Flickr/TF10 Campanha

Uma comitiva liderada pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, tido como um dos mais hábeis articuladores da campanha, percorreu o estado para atrair lideranças locais.

‘Renovação’ e antipetismo. Tarcísio pautou sua campanha na defesa de que o estado precisava de renovação, já que o PSDB governa o estado desde 1995, e no antipetismo, forte sobretudo no interior paulista.

Ao longo da campanha, apesar de ressaltar sempre que os apoios que recebeu não tiveram pedidos de cargos em contrapartida, ele não descartou que os tucanos possam fazer parte de seu governo.

Tenho dito que a minha gestão vai ser técnica, os espaços vão ser preenchidos por técnicos. O PSDB depois de 28 anos de governo, você tem em várias posições gente técnica, de carreira, que faz um bom serviço, que conhece a história de cada órgão (…) Pessoas técnicas, pessoas de carreira serão aproveitadas
Tarcísio de Freitas em 25 de outubro, ao receber apoio do PSDB da cidade de São Paulo

O discurso voltado à religião também teve força no segundo turno. A equipe do candidato considerou que a defesa dos valores era um tema caro à maioria do eleitorado paulista. Também houve enfoque ao liberalismo econômico.

Câmeras e Sabesp. A possível privatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e a retirada das câmeras nas fardas de policiais militares marcaram a campanha de Tarcísio e os dois assuntos opuseram o candidato do Republicanos a seu adversário.

Depois de afirmar “com certeza” retiraria os equipamentos dos policiais, o novo governador recuou e tem dito que estudará o assunto com sua equipe de segurança.

As mortes por policiais militares caíram 80% no primeiro ano de uso de câmeras em uniformes, conforme apuração do UOL Notícias.

Tarcísio cumprimenta PMs durante campanha em SP - Flickr/TF10 Campanha - Flickr/TF10 Campanha
Tarcísio cumprimenta PMs durante campanha em SP: planos de rever câmeras nas fardas da corporaçãoImagem: Flickr/TF10 Campanha

Em fevereiro, quando ainda era ministro da Infraestrutura, Tarcísio prometeu privatizar a Sabesp caso fosse eleito, o que foi usado de munição por Haddad — a estratégia era passar a ideia de que a medida poderia acarretar aumento da conta de água.

Tarcísio abriu o debate da Globo, realizado na última quinta-feira (27), desmentindo a informação.

Preciso aproveitar esse espaço para restabelecer a verdade. A primeira delas: ‘Tarcísio vai aumentar a conta de água’. Mentira, não vou. Quando discuto privatização da Sabesp, estou querendo aumentar a eficiência, estou querendo fazer com que a gente invista mais em reúso, que a gente invista mais em diminuição das perdas, em recuperação dos mananciais e em ligação de esgotonone

Tiros em Paraisópolis. A campanha de Tarcísio no segundo turno sofreu com a repercussão de um tiroteio ocorrido na comunidade de Paraisópolis, na capital, durante uma agenda de campanha dele no local, no dia 17 de outubro.

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo divulgou na terça-feira (25) um áudio no qual um integrante da equipe de Tarcísio manda um cinegrafista apagar imagens do tiroteio. Já o The Intercept Brasil publicou que testemunhas viram um segurança da equipe do candidato atirar contra um homem desarmado na comunidade.

Inicialmente, aliados de Tarcísio alegaram que ele foi vítima de um atentado. Depois, o próprio candidato e o governo paulista descartaram a versão.

Haddad usou o tema para desgastar Tarcísio no último debate, mas não foi o suficiente para impedir a vitória dele.

Informações UOL


Das cinco regiões do Brasil, Bolsonaro venceu em todas. No entanto, Lula precisou apenas de uma goleada no Nordeste para se sagrar vencedor na disputa presidencial.

A discrepância observada na região foi a maior registrada: quase 70% para Lula contra 30% de Bolsonaro.

No Sudeste e Norte a disputa foi apertada, mas com vitória de Bolsonaro.

Os melhores índices do derrotado foram observados no Sul e Centro-Oeste. No entanto, essas regiões possuem eleitorado inferior numericamente ao nordestino.

Dentre os estados nordestinos, Piauí e Bahia foram onde Lula teve a maior vantagem.

Informações Correio


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou, através do segundo boletim divulgado neste domingo (30), em Brasília, que, em todo o país, 1.883 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas após apresentarem algum tipo de mau funcionamento. Foram contabilizadas ocorrências até as 11h30. As informações são da Agência Brasil.

A substituição de urnas eletrônicas é considerado um procedimento normal a cada eleição, e a Justiça Eleitoral já prepara previamente milhares de equipamentos reserva que podem ser colocados em operação de imediato.

Como última opção, caso não se possa substituir uma urna eletrônica por outra, é possível que seja adotada a votação manual, com cédulas de papel em urna de lona. Até o momento, isso não foi necessário em nenhuma seção eleitoral do país, informou o TSE.

Para o segundo turno, a Justiça Eleitoral mobilizou 537 mil urnas eletrônicas, das quais 64.918 são de contingência, ou seja, ficam de reserva para serem acionadas em caso de necessidade. As 1.883 substituídas até o momento representam 0,35% do total.

Neste ano, pela primeira vez, todas as seções eleitorais do Brasil ficam abertas das 8h às 17h no horário de Brasília. Nas localidades com outro fuso, portanto, o horário é adaptado de acordo com o horário local.

*Bahia.ba

Bolsonaro vota no Rio de Janeiro
30 de Outubro de 2022

Presidente foi um dos primeiros a registrar o voto neste domingo

O presidente foi um dos primeiros a votar na seção eleitoral do Rio de Janeiro

O presidente Jair Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo, 2, no Rio de Janeiro. O candidato à reeleição compareceu à zona de votação, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na zona Oeste da cidade. Ele foi um dos primeiros a iniciar a votação, por volta das 8h. Assim como no primeiro turno, Bolsonaro usou uma camiseta amarela com a inscrição “Brasil” no peito.

Bolsonaro deixou o local onde estava hospedado por volta das 7h40 e seguiu para a Vila Militar. Assim que os portões do local de votação se abriram, ele se dirigiu para a seção eleitoral para registrar o voto.

Hoje, diferentemente do primeiro turno, Bolsonaro não concedeu entrevista aos jornalistas que acompanhavam a votação. Ao deixar o colégio, ele acenou para o público e conversou apenas com apoiadores que estavam no local.

“A expectativa é de vitória pelo bem do Brasil e só temos boas notícias, e seremos vitoriosos, ou melhor, o Brasil será vitorioso”, disse brevemente Bolsonaro.

Bolsonaro deve seguir para o aeroporto do Galeão para recepcionar o Flamengo, tricampeão da Libertadores. Em seguida, ele deve embarcar para Brasília, de onde acompanhará a apuração dos votos.

Informações Revista Oeste


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, proibiu a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de realizarem qualquer operação envolvendo o transporte público disponibilizado a eleitores, seja ele gratuito ou não, sob pena de responsabilização criminal dos diretores-gerais de ambas corporações.

A decisão se baseia no suposto uso político das corporações para gerar fatos que beneficiem a candidatura de Jair Bolsonaro (PL) e prejudiquem a de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo o TSE. O pedido foi apresentado pelo deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), após notícias de que as polícias estariam realizando operações especiais em estradas, o que no dia das eleições poderia prejudicar a locomoção de eleitores até o local de votação.

Moraes entendeu que as informações das polícias com dados sobre apreensões feitas nestas operações “não foram suficientes a refutar as notícias amplamente divulgadas, não havendo até o momento, indicação sobre as razões que justificam as operações específicas implementadas no segundo turno das eleições, exceto a coibir a compra de voto.” “O processo eleitoral, como um dos pilares da democracia, deve ser resguardado”, acrescentou.

O ministro ressaltou o papel de intervir nesta situação em caráter emergencial faltando poucas horas para o início do pleito. “No dia da votação, há de imperar a ordem, a regularidade, a austeridade. A liberdade do eleitor depende da tranquilidade e da confiança nas instituições democráticas e no processo eleitoral”.

A decisão vale até o fim do segundo turno. A CNN procurou a PF e PRF, que ainda não se manifestaram.

Créditos: CNN.


Presidente da República se manifestou por meio das redes sociais, neste sábado

Presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/Joédson Alves.

Neste sábado (29), o presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou nas redes sociais uma lista com 22 compromissos a serem cumpridos se ele for reeleito. Ele destacou que “é preciso compreender aqueles que ainda não decidiram e lhes oferecer segurança para que façam a melhor escolha para o futuro da nossa nação”.

– Mais do que promessas vazias e abstratas, o Brasil precisa de um caminho sólido, pautado em ações concretas e, sobretudo, em princípios. A partir de 2023, com um Congresso em sintonia com o nosso Governo, será possível avançar não apenas em novas propostas, mas naquelas boas medidas que foram travadas pelo caminho. Dito isso segue abaixo 22 COMPROMISSOS que farão do Brasil um país mais próspero, mais livre e mais seguro para todos os brasileiros – defendeu.

Bolsonaro se comprometeu a reduzir a maioridade penal para crimes hediondos, como estupro, homicídio e latrocínio; e endurecer penas para crimes violentos e os critérios para progressão de regime. Veja a lista completa, abaixo:

1. Reduzir maioridade penal para crimes hediondos, como estupro, homicídio e latrocínio;
2. Acabar com a audiência de custódia, hoje um dos maiores estímulos à impunidade no país;
3. Endurecer penas para crimes violentos e os critérios para progressão de
regime;
4. Criar o Estatuto de Direitos das Vítimas, em contrapartida à crescente inversão de valores percebida nas últimas décadas, onde o bandido é a vítima e a polícia e os cidadãos são os vilões;
5. Garantir retaguarda jurídica e excludente de ilicitude para agentes de segurança, respaldando nossos policiais no combate ao crime;
6. Aumentar o Fundo Nacional de Segurança Pública para garantir a aparelhagem e a modernização das forças de segurança;
7. Com as medidas de combate à impunidade apresentadas acima, buscaremos reduzir em mais 20% os homicídios nos próximos 4 anos, chegando a uma queda de 50% do pico de mortes violentas atingido no último ano de governo do PT;
8. Implementar uma Política Nacional de Fortalecimento dos Laços Familiares, um conjunto de medidas e diretrizes que visam incentivar a criação e preservação das famílias, que são a base da sociedade;
9. Garantir o bônus de produtividade de 200 reais adicionais para beneficiários do Auxílio Brasil permanente de no mínimo 600 reais, para estimular o trabalho produtividade e a ascensão dos mais pobres;
10. Entregar no mínimo mais 2 milhões de moradias a famílias de baixa renda;
11. Democratizar os serviços digitais, por meio da isenção de impostos para compra de aparelhos celulares populares e do estabelecimento de uma tarifa social para planos de dados;
12. Aumentar o salário mínimo para 1400 reais em 2023 e acima da inflação todos os anos até 2026;
13. Seguir indicando de forma independente nomes técnicos e de Ficha Limpa para Ministérios, bancos públicos e estatais, impedindo que interesses escusos façam florescer a corrupção sistêmica no Governo;
14. Manter uma política econômica pautada no livre mercado e na responsabilidade fiscal, propiciando um ambiente favorável à atração de investimentos e à geração de pelo menos mais 6 milhões de empregos;
15. Criar e implementar o SUS Online: Modernização dos serviços de saúde pública, com agendamento, pré-triagem e prontuário digital, visando reduzir e zerar as filas nos hospitais (Zap da Saúde);
16. Promover a desoneração da folha de pagamento para profissionais de saúde e buscar a desoneração gradual para os demais profissionais;
17. Corrigir Tabela do IRPF; com isenção para quem ganha até cinco salários mínimos; e implementar o IRPF familiar, que permite um imposto de renda menor para quem realizar a declaração em família;
18. Fazer do Nordeste o centro mundial de geração de energia verde e converter os royalties em benefícios sociais para a população, como o Auxílio Brasil;
19. Implementar o FIES/TEC, para financiar cursos técnicos e profissionalizantes, permitindo aos brasileiros uma inserção maior no mercado de trabalho e um retorno financeiro mais rápido ao estudante;
20. Implementar o Programa Educação para o Futuro, que pretende, com base no sucesso que tivemos com os cursos de alfabetização, disponibilizar para a população também o ensino de Programação, Inglês e Educação Financeira, essenciais para o crescimento profissional;
21. Não controlar nem interferir na imprensa e preservar a liberdade de expressão, inclusive na Internet;
22. Não ampliar o número de ministros do Supremo Tribunal Federal; indicar ministros comprometidos com a Proteção da Vida desde a concepção e a Liberdade; e respeitar a independência entre os poderes e a Constituição Federal, a nossa Carta da Democracia.

Informações Pleno News


Ministro estabeleceu uma série de temas sobre os quais a deputada não pode se manifestar

Deputada federal Carla Zambelli Foto: Agência Câmara

Na madrugada de sábado (29) para domingo (30), o ministro Alexandre de Moraes proferiu duas decisões contra a liberdade de expressão de Carla Zambelli.

O ministro estabeleceu uma série de temas sobre os quais a deputada não pode se manifestar, inclusive em entrevistas, sob pena de multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por cada fala.

O ministro determinou a intimação de Zambelli por volta de 1h da manhã, dando prazo até 2h da manhã para excluir várias postagens de redes sociais.

Caso a deputada não cumprisse as decisões ainda de madrugada, estaria sujeita a multa de R$100.000,00 por hora.

Informações Pleno News


Pesquisa divulgada na noite deste sábado (29/10), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, mostra disputa em cada região do país

Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL)
Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Lula e Bolsonaro(foto: Nelson Almeida/AFP e Evaristo Sá/AFP )

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (29/10), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, mostra que Jair Bolsonaro (PL) aumentou a vantagem em relação a Lula (PT) no Sudeste, região com maior colégio eleitoral do Brasil.

Em pesquisa publicada no dia 26 de outubro, Bolsonaro tinha 46% das intenções de voto entre os eleitores dos quatro estados sudestinos (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo). O percentual subiu para 49% neste sábado, fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Lula, por sua vez, viu seu índice cair de 43% a 39% em três dias. A queda do petista também está fora da margem de erro.

Portanto, a vantagem de Bolsonaro para Lula no Sudeste na pesquisa deste sábado é de dez pontos percentuais. Em 26 de outubro, era de apenas três pontos, o que configurava empate técnico dentro da margem de erro.

Pesquisa Quaest no Sudeste:


26 de outubro: 
Bolsonaro (46%) x Lula (43%)
29 de outubro: Bolsonaro (49%) x Lula (39%)

Consideradas as intenções de voto de todo o Brasil, a pesquisa indica empate técnico, mas com Lula numericamente à frente. O petista aparece com 46%, contra 43% de Bolsonaro.

Demais regiões

De acordo com a pesquisa deste sábado, Lula teria mais votos no Norte e no Nordeste, a exemplo do que efetivamente ocorreu no primeiro turno de 2 de outubro. Bolsonaro, por sua vez, ganharia no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste.

Pesquisa Quaest: gráficos mostram evolução das intenções de voto por região
Pesquisa Quaest: gráficos mostram evolução das intenções de voto por região (foto: Reprodução/Quaest)

Informações Estado de Minas


URGENTE: Instituto Veritá “crava” vitória de Bolsonaro no segundo turno; Veja números
Foto: reprodução.

Às vésperas da votação do segundo turno, o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 51% das intenções de votos válidos, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 49%, na pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá neste sábado (29).

Eleitores que disseram votar branco ou nulo somam 3,2%. Aqueles que afirmaram não saber ou que preferiram não responder representam 3,1%.

No cenário espontâneo, quando o nome do candidato não é citado ao eleitor, o atual presidente da República mantém a preferência do eleitorado, com 51,2%. O candidato do PT aparece com 48,8%.

Para a pesquisa, feita por iniciativa própria, o Instituto Veritá entrevistou 17.552 eleitores entre sexta-feira (28) e este sábado. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04217/2022.

Créditos: Portal R7.

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