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PF prende servidores da Abin que espionavam celulares ilegalmente

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta sexta (20), 27 mandados em quatro estados e no Distrito Federal para investigar o uso de sistemas de rastreio de GPS da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A operação Última Milha investiga a atuação de dois servidores no esquema. 

Segundo a PF, dois mandados de prisão preventiva, 25 de busca e apreensão e outras medidas cautelares são cumpridas em São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal e foram emitidos pelo Supremo Tribunal Federal. 

Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos no Distrito Federal, onde também foram expedidas cinco ordens de afastamento, de acordo com a autoridade. 

As investigações da PF apontam que o sistema da Abin voltado à geolocalização de celulares através da rede de telefonia brasileira teria sido invadido reiteradas vezes. E os dois servidores teriam usado o conhecimento destes atos para coagir as chefias para não serem demitidos. 

Gazeta do Povo


Será o sétimo voo para a capital israelense desde o ataque do Hamas

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Aeronave deve partir nesta sexta-feira, 20, e retornar na segunda-feira 23 | Foto: Divulgação/FAB

Força Aérea Brasileira (FAB), que tinha encerrado a primeira fase da Operação Voltando em Paz, anunciou que mais uma aeronave vai decolar do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, para buscar brasileiros em Israel.

O avião KC-30 (Airbus A330 200) deve partir às 17h (horário de Brasília) desta sexta-feira, 20, em voo direto para Tel-Aviv, capital israelense. O retorno está previsto para a madrugada da segunda-feira 23, também no Galeão.

Até agora, o FAB fez seis voos trazendo 1.135 passageiros e 35 animais de estimação de Israel. O governo federal começou o resgate em 10 de outubro, depois que o Hamas fez um ataque-surpresa a Israel, em 7 de outubro. Os terroristas assassinaram centenas de civis. Na sequência, o governo israelense declarou guerra à organização terrorista que faz os ataques a partir da Faixa de Gaza, na fronteira com Israel.

Brasileiros em Gaza também esperam resgate pela FAB

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Brasileiros em Rafah; segundo o governo, 22 brasileiros e dez palestinos devem embarcar para o Brasil quando foram autorizados por Gaza | Foto: Divulgação/Itamaraty

Embora Israel esteja facilitando a saída de estrangeiros, Gaza, controlada pelo Hamas, tem dificultado esse procedimento. Um acordo entre Egito e Israel permite a saída de estrangeiros pela cidade de Rafah, na fronteira egípcia, mas Gaza não tem autorizado a saída de qualquer pessoa.

No caso brasileiro, um avião espera no Cairo, capital do Egito, autorização para tirar os brasileiros da Faixa de Gaza. Segundo o governo, são 32 pessoas (22 brasileiros e dez palestinos) que aguardam em Rafah para embarcar para o Brasil.

Outra aeronave da FAB, o KC-390 Millennium, está em Roma e atua como reserva. Caso não seja acionada para o Egito, a aeronave será deslocada para resgatar brasileiros que estão em Israel querendo voltar ao Brasil.

Informações Revista Oeste


Comissão da Câmara aprova concessão sem licitação de imóveis da União para escolas de samba

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o governo federal a ceder imóveis (terrenos, prédios) para o uso por agremiações carnavalescas, grêmios recreativos ou entidades que prestem serviços culturais.

Foi aprovado, com emendas de redação, o Projeto de Lei 2955/23, do deputado Marcelo Queiroz (PP-RJ).

De acordo com o texto, a concessão dos imóveis poderá ser realizada sem licitação, podendo ou não envolver o pagamento de contraprestação e a definição de prazo para uso. O texto estabelece ainda isenção de taxas de ocupação enquanto os imóveis permanecerem no patrimônio das entidades.

O projeto altera a Lei de Regularização de Imóveis da União (Lei 9.636/98), e dois decretos, relativos ao loteamento urbano (Decreto-Lei 271/67) e a taxas pelo uso de terras públicas (Decreto-Lei 1.876/81).

Atualmente, a lei prevê o empréstimo de imóveis da União apenas para:

“O objetivo é reduzir os custos de funcionamento de agremiações carnavalescas e demais entidades da cultura, com o potencial de criar empregos e trazer retorno para o setor e para a sociedade como um todo”, defendeu o relator, deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR).

Uma das emendas aprovadas substitui “entidades que prestem serviços culturais” por “entidades que tenham finalidade cultural em seu estatuto”.

O projeto será ainda analisado, emcaráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

*TBN com informações de Agência Câmara de Notícias


Netflix acaba de encerrar serviço no Brasil e clientes ficam insatisfeitos

Foto: Reprodução/Netflix.

Um anúncio da Netflix pegou o público de surpresa. No último relatório, a empresa comunicou que encerrou de vez um dos formatos de contrato com os usuários. 

Agora, um dos principais serviços da plataforma deixará de ser oferecido aos clientes. O plano básico, de R$ 25,90, sem anúncios, mas com resolução de 720p HD, não será mais vendido. 

Segundo o Omelete, com a extinção do pacote, terão outras 3 opções. O plano padrão com anúncios, por R$ 18,90, o normal, de R$ 39,90, e o premium, que é o mais caro, por R$ 55,90. 

Mudanças não são só no Brasil

Nos Estados Unidos, a Netflix encerrou o programa de locação de filmes. Apesar de não ter sido disponibilizada por aqui, a atividade era comum no país onde a marca foi fundada. 

Antes dos streamings, a empresa trabalhou com o aluguel dos físicos. Mas, após 25 anos, o grupo confirmou que seguiria somente online a partir de 29 de setembro. As devoluções dos produtos alugados devem ser feitas até o fim do mês. 

“Tomamos a difícil decisão de encerrar o serviço. Nosso objetivo sempre foi fornecer o melhor para nossos membros, mas, como o mercado de DVDs continua diminuindo, isso se tornaria cada vez mais difícil”, justificou o grupo. 

TV Foco


STF começa a julgar se casamentos de pessoas com mais de 70 anos devem ter regime de separação obrigatória de bens

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) começaram a julgar na tarde desta quarta-feira (18) se deve ser obrigatória a aplicação do regime de separação de bens em casamento de pessoas com mais de 70 anos.

A análise do caso começou sob um novo formato de julgamento, inaugurado nesta quarta-feira (18).


Nesta nova modalidade do STF, haverá um intervalo de tempo entre a apresentação dos argumentos dos advogados e os votos dos ministros da Suprema Corte brasileira.

Na 1ª parte da sessão desta quarta, 5 advogados que participam do caso apresentaram seus argumentos.

A ideia agora é eles ouvirem as sustentações orais dos advogados e depois tentarem um consenso sobre o tema, o que resultaria em votos mais curtos.

O processo que começou a ser discutido no STF questiona se é constitucional a determinação do Código Civil de que o casamento de pessoas com mais de 70 anos só pode ser feito pela separação obrigatória de bens.

Por este regime, quando há divórcio, não há divisão de patrimônio entre o ex-casal.

Informações TBN


Presidente da EBC compartilha post que chama apoiadores de Israel de “idiotas”

Foto: Fábio Rodrigues/ Agência Brasil

O presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Hélio Doyle, compartilhou em seu perfil no Twitter uma postagem que chama os apoiadores de Israel de “idiotas”. A publicação foi feita em meio a um conflito entre o grupo terrorista Hamas e Israel, que resultou na morte de pelo menos 1.400 pessoas no país.

Doyle, nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para presidir a EBC em fevereiro, afirmou ao Estadão que o compartilhamento se refere aos “ataques indiscriminados contra a população de Gaza”.

A mensagem compartilhada por Doyle é de autoria do cartunista e ativista político Carlos Latuff, postada às 21h22 desta terça-feira, 17, na rede social. Latuff afirmou: “não precisa ser sionista para apoiar Israel. Ser um idiota é o bastante”.

Doyle, que é jornalista e atuou como professor da Universidade de Brasília (UnB) durante 28 anos, foi nomeado por Lula para ficar à frente da EBC em fevereiro deste ano. Ele recebe um salário bruto de R$ 34.895,78.

Em nota ao jornal o Estado de S. Paulo, Doyle afirmou defender a coexistência pacífica entre israelenses e palestinos.

“Defendo a existência de Israel e de um Estado Palestino, conforme resoluções da ONU, e a coexistência pacífica entre israelenses e palestinos. Condeno a ocupação de territórios palestinos por Israel, assim como qualquer violência contra civis praticada por qualquer um dos lados. Isso significa que, em relação aos fatos recentes, condeno tanto o Hamas quanto o governo de Israel. Ao compartilhar o post, o apoio a Israel ao qual me refiro é quanto aos ataques indiscriminados contra a população de Gaza”, disse o presidente da EBC.

“Eu apoio totalmente a posição do presidente Lula e manter uma postura neutra pelo governo brasileiro é exatamente o que defendo e reforcei explicitamente como linha de atuação do jornalismo da EBC, como pode ser facilmente comprovado. O compartilhamento reflete minha posição acima, de protesto contra os ataques a civis, venham de um lado ou de outro. Talvez tenha também sido motivado pelo que considero hipocrisia dos que protestam justificadamente contra o ataque a israelenses, mas justificam os ataques a palestinos”, acrescentou.

Informações TBN


Governo não quer agravar situação econômica de quem já foi prejudicado com a crise sanitária

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Sob João Doria, mais de R$ 72 milhões em multas foram aplicados a quem descumpriu decretos de lockdown | Foto: Reprodução/YouTube/Alesp

Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na terça-feira 17 a anistia de multas administrativas por descumprimento das regras, como o uso de máscaras, durante a pandemia de covid-19. O projeto foi aprovado por 52 votos a 26.

Editados pelo ex-governador João Doria (PSDB), decretos do Estado de São Paulo previam multas de R$ 276 a R$ 276 mil para quem não usasse máscaras e penalidades para quem causasse aglomeração ou infringisse outras regras do lockdown.

Segundo o governo, 579 pessoas foram multadas por não usar máscara, e mais de 10 mil autuações foram feitas, somando R$ 72,1 milhões. Apenas o ex-presidente Jair Bolsonaro, que não usava as máscaras faciais, foi multado em mais de R$ 1 milhão.

De autoria do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o projeto tem o objetivo diminuir os custos do Estado com a cobrança dos débitos — a maioria de pequeno valor — e não contribuir para agravar a situação econômica de pessoas e de pequenas empresas.

“Além de gerar um alto custo de processamento de milhares de débitos (a maioria de pequeno valor), a manutenção da cobrança das multas, quando já superamos a fase mais crítica da doença, também não contribui para o desenvolvimento social e econômico do Estado, podendo a continuidade das cobranças dar ensejo à inscrição em dívida ativa, levar o título a protesto, à cobrança judicial e até mesmo à negativação do cidadão ou da empresa devedora, agravando ainda mais a situação financeira dessas pessoas”, diz a justifica do projeto de lei do governo de Tarcísio.

Multas contra Bolsonaro já foram pagas

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Multas impostas a Bolsonaro já foram pagas e não podem ser anistiadas | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

No dia em que o projeto foi enviado à Alesp, em agosto, Bolsonaro informou, por meio de auxiliares, que depositou em juízo o valor devido. O governo de São Paulo informou que os débitos de Bolsonaro inscritos na esfera administrativa foram quitados, e aqueles objeto de execução fiscal foram garantidos por depósito judicial. Portanto, não poderiam ser beneficiadas pela anistia. 

Também foram multados os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Hélio Lopes (PL-RJ). As execuções fiscais ajuizadas em desfavor de Eduardo ainda estão em fase de citação e o processo de Lopes está suspenso, informou O Globo.

PT pretende ir à Justiça contra projeto de anistia

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Presidente da Alesp, André do Prado, anuncia resultado da votação | Foto: Reprodução/YouTube/Alesp

Durante a votação na Alesp, o PT tentou suprimir o artigo do projeto que trata do cancelamento das multas aplicadas em razão do descumprimento de medidas sanitárias na pandemia, mas foi derrotado.

O deputado petista Paulo Fiorilo disse que irá levar o caso à Justiça. “Nós vamos judicializar. Não é admissível que esta Assembleia faça de um jeito equivocado a votação da anistia das multas daqueles que tripudiaram a covid no período mais crítico, quando a gente não tinha vacinas”, declarou.

Informações Revista Oeste


Senador declarou voto contrário ao relatório da senadora Eliziane Gama (PSD-MA)

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado 

O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse, nesta quarta-feira, 18, que vai votar contra o relatório apresentado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA) no âmbito da CPMI do 8 de Janeiro.

Conforme o senador, a base governista fala que não vai ter “anistia” para os culpados pelos atos de depredação, mas anistiou o general Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), no documento oficial.

“Ele [relatório] falta com a verdade”, destacou Amin. “O G. Dias foi anistiado. Alguém falou em anistia aqui? [G. Dias] foi anistiado, porque, em sete dias, ele está dispensado de cumprir o seu dever. Foi anistiado, mesmo tendo dito, às 8h56 de 8 de janeiro, que: Vamos ter problemas.”

Como mostrou Oeste, o relatório da CPMI sugeriu o indiciamento de 61 pessoas. Entre elas, está o ex-presidente Jair Bolsonaro, 22 militares e cinco ex-ministros da gestão passada.

Apesar de G. Dias ter sido informado, desde 5 de janeiro, sobre o risco de invasões, o relatório da CPMI não pede o indiciamento dele — que renunciou ao cargo depois que imagens divulgadas pela CNN Brasil mostravam ele a paisana no Palácio do Planalto em 8 de janeiro. 

Mesmo não sendo informado por intermédio de uma plataforma oficial, Gonçalves Dias recebeu os mesmos informes enviados aos grupos de alertas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O então diretor da Abin, Saulo Moura Cunha, enviou os avisos para o WhatsApp do então ministro. 

G. Dias não teria repassado os informes para seus subordinados, que não estavam em contato com a Abin.

“Bastam esses exemplos para desqualificar o relatório, pela sua absoluta tendência que ignora a verdade”, continuou Amin. “Ignorar a verdade, neste caso, não é mentir, é fraudar. E fraudar com ‘u’, não com ‘L’.”

O senador duvida que, após se notificado sobre o risco de invasões, G. Dias não tenha conversado com o ministro da Justiça. Flávio Dino, e o presidente Lula. 

“Ele [G. Dias] tinha experiência”, declarou Amin. “Ele já trabalhou no GSI, conhecia toda estrutura. É um dos pioneiros da equipe de transição.”

O senador ainda criticou o ministro da Justiça pela ação da Força Nacional de Segurança em 8 de janeiro. O MJ informou que a ação da Força Nacional só poderia ter sido acionada com o aval do Governo do Distrito Federal e que, em 8 de janeiro, o batalhão deveria proteger apenas o Palácio da Justiça e a sede da Polícia Federal.

“O Código de Processo Penal foi a primeira infração dele [do ministro], art. 301, porque qualquer do povo e qualquer que tenha autoridade policial tem o dever de impedir o crime”, disse Amin. “Mas ele não tinha só o dever, ele é pago para isso, não só para fazer brincadeirinha, não só para debochar.”

Depois que os ataques começaram e que Lula decretou uma intervenção federal no DF, a FNS atuou para desocupar os prédios públicos.

Informações Revista Oeste


BOMBA: ONG ligada a Marina Silva recebeu R$ 35 milhões do Fundo Amazônia e gastou 80% com consultorias e viagens

Foto: Wallace Martins/Estadão Conteúdo

A ONG Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), ligada à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, recebeu R$ 35 milhões do Fundo Amazônia, em 2022, e gastou R$ 24 milhões desse montante com consultorias e viagens. Alemanha e Noruega são os maiores doadores do Fundo. 

Os gastos constam em documentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, aos quaisOesteteve acesso. 

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Sessão da CPI das ONGs ouve o diretor-executivo do Ipam, André Guimarães, organização ligada à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva – 17/10/2023 | Foto: Cristyan Costa/Revista Oeste

Conforme o diretor-executivo do Ipam, André Guimarães, Marina ocupa o cargo de conselheira honorária da ONG.

A CPI levantou dúvidas sobre a atuação da ministra. Isso porque Marina supostamente privilegia ONGs ao facilitar a distribuição de dinheiro do Fundo Amazônia para essas organizações. Marina também compõe o Comitê Orientador do Fundo, de acordo com a comissão. 

CPI fala em relação promíscua entre Marina Silva e ONG

Durante depoimento da CPI, o relator Marcio Bittar (União Brasil-AC) afirmou que a relação entre as ONGs e integrantes do governo Lula, como Marina, é “promíscua”. O posicionamento é o mesmo do presidente da comissão, Plínio Valério (PSDB-AM), que reiterou essa postura em outras sessões.

Revista Oeste 


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Embarque de soja para a exportação | Foto: Reprodução/Porto de Paranaguá

A soja é um importante ativo do Brasil no mercado internacional. Mundialmente, o país é o maior produtor e exportador desse grão de múltiplas aplicações.

Sozinho, o Brasil produziu 30% de toda a soja consumida no mundo em 2022, de acordo com os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A safra fechou em 130 milhões de toneladas — e os embarques resultaram em quase 80 milhões de toneladas.

China, União Europeia, Tailândia, Irã são os principais destinos do grão brasileiro. Em todos os casos, a agricultura do Brasil responde por porções significativas no mercado interno.

No caso da China, o fornecimento brasileiro responde por quase metade de todo o consumo. Na União Europeia, a marca fechou em 42% em 2022. Em relação ao consumo tailandês, a participação brasileira chega a 77%. Para o mercado iraniano, a participação do Brasil fechou em 87%.

Exportação brasileira do soja

O Brasil é um dos poucos países com produção excedente suficiente para exportar o grão em grandes quantidades. Os embarques globais devem movimentar por volta de 170 milhões de toneladas em 2023. Cerca de 95 milhões de toneladas (56%) serão colhidas nas lavouras brasileiras, conforme os dados do USDA. Considerando a média paga por tonelada neste ano, esse mercado deve gerar US$ 51 bilhões ao país.

O que fazer com o grão?

A soja tem apreciação global em razão da vasta aplicação. O leque inclui itens mais conhecidos, como óleos, farinhas e molhos, e a aplicação em outros ramos da indústria de alimentos para humanos, a produção de biocombustíveis para a geração de energia e a nutrição de animais.

Esse grão também serve para gerar insumos e matérias-primas para outros setores da indústria. Estão na lista, por exemplo, as fabricações de produtos de higiene pessoal — como pastas de dentes, xampus e sabonetes — e automobilísticos (entre eles, os pneus de carros e lubrificantes automotivos).

Informações Revista Oeste

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