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A manifestação “a favor da Palestina” foi convocada em Brasília e juntou uma série de siglas de esquerda críticas a Israel

MST convoca ato contra Israel em Brasília
MST convoca ato contra Israel em Brasília

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) convocou, nesta terça-feira, 10, uma manifestação contra aquilo que definem “os crimes do apartheid israelense”. 

A convocação foi publicada na conta oficial do Instagram do MST, em um posto onde aparecem os logos do PT Jovem, do PSOL, do PCB, do PCdoB, entre outras siglas de esquerda.

“Nesta terça (10), em Brasília, expressaremos nossa solidariedade ao Povo Palestina”, diz a publicação. “Diversas organizações denunciarão os crimes do apartheid israelense. ????Convocamos toda a sociedade a se mobilizar: terça-feira (10/10), 17h, no Museu da República, Brasília, DF. #PalestinaLivre.”

A postagem acabou sendo cancelada da página oficial do MST após as repercussões negativas, mas foi repostada por militantes e simpatizantes do movimento. 

MST emitiu nota em favor da Palestina

Poucas horas após o início do ataque do grupo terrorista islâmico palestino Hamas, que provocou a morte de milhares de pessoas em Israel, o MST emitiu uma nota de apoio à Palestina

No documento, o MST não citou o Hamas nominalmente, mas reiterou o “apoio total e irrestrito à luta do povo palestino”, citando a “autodeterminação contra a política de apartheid implementada por Israel”.

“A Resistência Palestina, desde Gaza, reagiu, de maneira legítima, às agressões e à política de extermínio que Israel implementa na região há mais de 75 anos (…) À brava Resistência Palestina em Gaza: seguiremos apoiando e defendendo o direito legitimo dos povos a reagir contra a opressão”, diz a nota do MST.

Brasileira morta em Israel e centenas de corpos de crianças encontrados

Nesta terça-feira foram descobertos outros 200 corpos no kibutz de Kfar Aza, próximo da Faixa de Gaza

Entre eles, há os cadáveres de 40 criançasdegoladas pelos terroristas palestinos. 

“Você vê crianças, suas mães, seus pais”, declarou o general Itai Veruv, do Exército Israelense. “Nos seus quartos, nos quartos onde pensavam estar seguros. Você pode ver como eles foram mortos. É algo que pensávamos que só podíamos imaginar, a partir das histórias dos nossos avós sobre os pogroms na Europa. Não achávamos que poderíamos ver certas cenas novamente hoje. Nunca vi nada parecido.”

Há brasileiros entre as vítimas do ataque de Hamas, iniciado no sábado 7. 

A morte de Bruna Valeanu, que estava desaparecida, foi confirmada nesta terça-feira. A jovem estava desaparecida desde sábado, após participar da festa rave Universo Paralello, com amigos, quando terroristas chegaram. 

Outro brasileiro, Ranani Nidejelski Glazer, estava na mesma rave e acabou morto no ataque do Hamas. 

Ainda há uma brasileira desaparecida em IsraelKarla Stelzer Mendes.

Informações Revista Oeste


Flávio Dino foi o que mais viajou com os aviões da Força Aérea Brasileira

aviao fab
De janeiro a setembro, ministros do governo Lula viajaram 1.574 vezes às custas da FAB | Foto: Divulgação/ site oficial FAB

De janeiro a setembro, os ministros do governo Lula utilizaram 1.574 vezes os serviços da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar pelo país. O número é 49% maior que no mesmo período do governo Jair Bolsonaro. Foram 1.053 voos nos nove primeiros meses de 2019.

O levantamento foi divulgado pela CNN com base nos dados divulgados pela FAB.

O índice não considera os voos do presidente e vice-presidente da República.

As decolagens foram realizadas para os mais diversos destinos. Desde o interior de Estados do Nordeste, passando por regiões isoladas do Amazonas, até grandes centros com São Paulo, que foi o destino mais solicitado pelos ministros.

Dino é o recordista de viagens

O ministro que mais fez viagens às custas da FAB foi Flávio Dino, da Justiça e Segurança Pública. Ele utilizou o serviço 79 vezes em nove meses, uma média superior a oito voos mensais.

O que chama mais a atenção é boa parte das viagens encerraram em uma sexta-feira no Maranhão, reduto eleitoral do ministro.

Em todos os casos, Dino justificou o uso das aeronaves com motivo de segurança.

Flavio Dino
Flávio Dino foi o ministro que mais utilizou voos da FAB, com 79 voos nos nove primeiros meses do ano | Foto: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Já o caso mais recente que despertou a atenção foi da ministra Anielle Franco, da Igualdade Racial. Ela utilizou um dos aviões da Força Aérea para ir a uma partida de futebol em São Paulo, pela final da Copa do Brasil.

Aniele alegou estar a serviço. Mas ela recebeu críticas nas redes sociais por ter gravado um vídeo dentro da aeronave torcendo para o Flamengo, que jogou na decisão.

A ministra justificou que o voo está amparado na legislação.

Outro ministro que está entre os que mais voaram pela FAB é o do Empreendedorismo, da Micro e Pequena Empresa, Márcio França. Quando esteve à frente do Ministério de Portos e Aeroportos, ele viajou 35 vezes. Segundo a reportagem da CNN, em todos os casos, França disse que estava a serviço, em atividade ligada à pasta.

O que diz a lei para usar voos da FAB

Pela lei, auxiliares do primeiro escalão podem usar as cercas de 30 aeronaves da FAB “a serviço”, o mais invocado; por “segurança”; e em razão de “emergência médica”, que é pouco usada.

Para solicitar a aeronave, a autoridade precisa aguardar em uma fila, que depende do tempo de criação do ministério.

Os mais antigos têm preferência. As pastas mais recentes, muitas vezes, precisam pegar carona para chegar ao destino.

Conforme a configuração do avião, cada ministro pode transportar até 15 convidados, que não precisam ser servidores da administração pública.

Informações Revista Oeste


AGORA: Avião da FAB decola em direção a Israel para resgatar brasileiros; VEJA VÍDEO

Foto: Reprodução/Redes Sociais.

O primeiro avião da FAB (Força Aérea Brasileira) que vai resgatar brasileiros em Israel decolou, na noite deste domingo (8), em direção à Itália. A aeronave aguardará liberação do governo de Jerusalém para voar até a cidade de Tel Aviv, onde realizará o embarque dos brasileiros. 

De acordo com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno, o primeiro voo de volta ao Brasil deve acontecer até terça-feira (10). O governo mantém contato com embaixadas e aguarda a montagem de uma lista com o nome dos brasileiros que têm interesse em retornar ao país. 

Um segundo avião da FAB deve decolar já nesta segunda (9) de Brasília, de acordo com informações de fontes ligadas à Força Aérea do país. Médicos e psicólogos participarão do traslado para prestar suporte aos brasileiros repatriados. A informação foi divulgada após reunião de coordenação do governo no Palácio Itamaraty, em Brasília. 

As seis aeronaves usadas na operação são duas do modelo KC-30, com capacidade para até 230 passageiros; duas KC-390, para até 80 passageiros; e duas VC-2, com capacidade para até 40 passageiros. 

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, cerca de 90 brasileiros vivem na Faixa de Gaza ou nas cidades de Israel localizadas na zona de conflito. Fora da área dos ataques registrados, a estimativa é que 14 mil brasileiros vivam em Israel e outros 6.000 na Palestina, segundo informou o Itamaraty. 

Fonte: R7.


Pasta afirmou que iniciou providência para exonerar diretor do Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde

Foto: Reprodução/Redes Sociais

De acordo com uma reportagem do G1, o Ministério da Saúde informou nesse sábado (7) que afastou e iniciou o processo de exoneração do servidor responsável por um evento marcado por uma apresentação de dança considerada “inadmissível” pela pasta. O fato, que provocou a reação de parte da classe política, aconteceu durante o 1º Encontro de Mobilização da Promoção da Saúde no Brasil. O evento foi realizado em Brasília durante esta semana.

Um vídeo gravado por participantes do encontro mostra uma mulher rebolando, virada de costas para a plateia. Em nota, o Ministério da Saúde disse que foi um episódio isolado.

“O Ministério da Saúde reforça que o episódio isolado não reflete a política da pasta nem os propósitos do debate sobre a promoção à saúde realizado no encontro”.

O G1 aponta ainda que de acordo com a ministra Nísia Trindade, o diretor do Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde, Andrey Lemos, assumiu integralmente a responsabilidade pelo ocorrido. A pasta informou também que criou uma curadoria de eventos, vinculada ao gabinete da ministra para avaliar “se as participações propostas estão adequadas com a conduta e com a missão institucional do Ministério da Saúde”.

Informações Bahia.ba


Abelha, chefe do Comando Vermelho nas ruas do Rio / Imagem: Reprodução

A Polícia Civil investiga os chefes do Comando Vermelho nas ruas por suspeita de terem ordenado o assassinato dos envolvidos no ataque ao quiosque na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, que deixou três médicos mortos e um ferido na madrugada de quinta-feira (5).

O que está acontecendo

A polícia investiga se Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como Abelha, e Edgar Alves de Andrade, o Doca, participaram do “tribunal do crime”. Apontados como os líderes da facção que domina o tráfico de drogas nas favelas do Rio, a suspeita é de que eles tenham tomado a decisão para assassinar os criminosos envolvidos na morte dos ortopedistas.

O corpo de Philip Motta Pereira, o Lesk, foi encontrado em um carro na Gardênia Azul, zona oeste carioca. Ele é apontado como o membro da milícia responsável pela aliança que permitiu a entrada do tráfico de drogas no começo deste ano no mesmo bairro onde o seu corpo foi achado, acirrando a disputa interna envolvendo a maior milícia do Rio e o próprio Comando Vermelho.

Os outros corpos são de Ryan Nunes de Almeida, Thiago Lopes Claro da Silva e Pablo Roberto da Silva dos Reis. 

Segundo a Polícia Civil, Lesk deu a ordem para matar o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, um dos seus rivais. Mas os autores do crime acabaram assassinando os três ortopedistas por engano, apontam as investigações.

A briga interna pelo controle da maior milícia do Rio de Janeiro deu origem a uma aliança inédita com o Comando Vermelho,

O “general” e a caçada aos rivais

A participação de Abelha e de Doca na aliança com a milícia do Rio, que intensificou a disputa por território entre grupos rivais, já era investigada pela Polícia Civil do Rio, apontam documentos obtidos com exclusividade pelo UOL. Os investigadores rastrearam uma troca de mensagens entre Abelha e um criminoso com a missão de ocupar territórios na zona oeste entre fevereiro e maio deste ano.

A ação é descrita como “caçada” aos rivais em mensagens enviadas a Abelha, chamado de “general” pelo suspeito de chefiar as buscas. No diálogo, o chefe do CV recebe fotos de jovens sentados no chão no que parece ser uma abordagem feita pelos criminosos.

Nas buscas, há informações em referência ao assassinato de rivais. “Morto 01 do Fubá [em referência ao líder de grupo rival que atuava na favela em Cascadura, subúrbio do Rio]”, escreve o criminoso, que recebe elogios do chefe. “Meu mn [menor, gíria usada no meio do crime para se referir a um criminoso de escalão inferior] representa nós”, responde Abelha, elogiando a ação.

Em outra mensagem, o criminoso encaminha a Abelha um vídeo mostrando outra ação.“Chacrinha pai”, diz, citando a ação na favela na Praça Seca, zona oeste, palco de confrontos entre facções rivais nos últimos anos. E, mais uma vez, recebe elogios: “Vc é foda”.

Também há imagens de armamento pesado usado pela quadrilha. Em um dos fuzis, está escrito “PB vive”. É uma referência a Pablo Rabello, filho de Abelha, morto em uma troca de tiros com a polícia em 2019 no Complexo da Penha, reduto do Comando Vermelho.

Fuzil onde se lê PB vive, em referência a filho de Abelha morto em confronto com a polícia em 2019
Fuzil onde se lê PB vive, em referência a filho de Abelha morto em confronto com a polícia em 2019 Imagem: Polícia Civil do Rio de Janeiro

O nome de Abelha está salvo no celular como Chefe Mel, de acordo com print da troca de mensagens anexada ao inquérito da Polícia Civil.

Nas mensagens, Abelha informa ter feito o pagamento de R$ 1.000 ao suspeito de chefiar a ação e a outro comparsa dele. “Deixei mil lá pra vc e vou deixar mil para ele”, escreve o chefe do Comando Vermelho.

Em seguida, o criminoso pede orientação. “Aqui eu conheço a maioria das áreas. Então onde o senhor fala [sic] pra eu entrar eu vou entrar”.

Abelha responde citando outro chefão da facção criminosa nas ruas. “Vou conversar com o Doca aqui e te chamo”.Doca é o apelido de Edgar Alves de Andrade, também conhecido como Urso. Assim como Abelha, ele integra a cúpula do Comando Vermelho nas ruas.

Informações UOL


Uma apresentação erótica durante o 1º Encontro de Mobilização para a Promoção da Saúde, promovido pelo Ministério da Saúde, virou alvo da oposição nesta sexta-feira (6/10). O material foi gravado na quinta (5/10), segundo dia do evento, que se estende até hoje.

No palco, uma dançarina apresenta performance enquanto outra pessoa canta. A coreografia, no entanto, não parece ter qualquer relação com o tema do evento. O encontro busca debater a implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) no Brasil.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira, reagiu ao vídeo. “Chocante como a ideologia contaminou o governo do PT 5! É um seminário de Atenção Primária do Ministério da Saúde!”

“Atenção primária é isso aí? É isso que salva vidas num sistema que a OMS colocou em 125º lugar? O cupim identitário está corroendo o governo por dentro. E Brasil real vê chocado tudo isso”, completou o senador.

O deputado Rodrigo Valadares, do União Brasil, também manifestou repúdio ao vídeo. “Vejam a que nível chegou o Brasil. Esse é o 1º Encontro de Mobilização para a Promoção da Saúde no Brasil e a apresentação é uma imoralidade desta, tudo financiado com o SEU dinheiro”, criticou Valadares.

Ministério da Saúde admite erro

Nesta sexta-feira, a Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde emitiu nota lamentando a “coreografia inapropriada” de um dos grupos artísticos que se apresentou nos intervalos do evento. Leia abaixo a íntegra da nota:

“A Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde promoveu o 1º Encontro de Mobilização para a Promoção da Saúde no Brasil (Em Prosa). O objetivo do evento é apoiar a implementação e a gestão participativa da Política Nacional de Promoção da Saúde a partir do compartilhamento de experiências e da ampliação do diálogo entre gestores e trabalhadores de diferentes estados, com momentos dedicados à diversidade cultural.

A programação contou com a participação de sete grupos artísticos nos seus intervalos. Uma das apresentações surpreendeu pela coreografia inapropriada.

O Ministério da Saúde lamenta pelo episódio isolado, que não reflete a política da Secretaria e nem os propósitos do debate sobre a promoção à saúde realizados no encontro, e adotará medidas para que não aconteça novamente”.

Metrópoles


Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Polícia Civil de São Paulo identificou um novo golpe do Pix, ferramenta de pagamento instantâneo. Os golpistas o aplicam à distância, com o auxílio de funcionários de empresas de telefonia.

Eles escolhem seus alvos a partir de dados vazados descorede crédito. Este sistema de pontuação classifica os consumidores em categorias quanto à capacidade de pagamento de suas contas.

Ao identificar uma pontuação positiva no sistema, os criminosos enviam links ou outros arquivos maliciosos para tentar invadir o celular das vítimas. Ao acessá-los, elas têm seus dados bancários vazados.

Os golpistas, então, entram no aplicativo de banco em outro celular e fazem transferências por Pix para contas suas. Na sequência, funcionários terceirizados das operadoras de telefonia configuram um novo chip com base nos dados que obtiveram ilegalmente.

A partir de então, a vítima fica sem sinal de telefone no próprio celular.

Suspeitos do golpe

Na última semana, a Polícia Civil de São Paulo prendeu cinco suspeitos de integrar uma quadrilha especializada no golpe. Eles utilizavam aparelhos próprios para fazer desvios pelo Pix e outros tipos de transferências por aplicativos de banco.

Entre os suspeitos de integrar o esquema, estão umhacker,que teria desenvolvido um programa para disparar armadilhas virtuais para os alvos, e ao menos dois funcionários terceirizados de empresas de telefonia; um deles está foragido. As outras três pessoas seriam responsáveis por organizar e executar os golpes.

Os suspeitos foram presos preventivamente e vão responder por estelionato eletrônico, invasão de dispositivo, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e organização criminosa.

Além disso, a polícia apreendeu dezenas de documentos, chips e notebooks, além de celulares – somente no imóvel de um dos suspeitos, encontraram 15 aparelhos.

A operação, chamada Lost Line, ocorreu em Santo André e Ribeirão Pires, na região metropolitana da capital paulista, e também em Caldas Novas (GO), Palmas (TO) e Brasília (DF). Os policiais cumpriram seis mandados de prisão e outros 11 de busca e apreensão.

As investigações prosseguem para identificar outros suspeitos de integrar o esquema e novas possíveis vítimas.

Saiba como evitar ser vítima de golpes do Pix

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os cidadãos podem tomar algumas medidas para evitar serem vítimas do golpe. Veja quais são:

Se houver desvio de valores do banco, mesmo sendo pouco, a orientação é entrar em contato com a instituição financeira e procurar a polícia para registrar boletim de ocorrência.

FONTE: terrabrasilnoticias.com


Foto: Reprodução G1

O ministro Luís Roberto Barroso toma posse nesta quinta-feira (28) como novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Em agosto deste ano, Barroso foi eleito para o cargo, para um mandato de dois anos. Assumirá a vice-presidência do tribunal o ministro Edson Fachin.

Barroso sucederá à ministra Rosa Weber, que estava no cargo desde 12 de setembro do ano passado. Com a aposentadoria compulsória, a ministra deixou o posto e a cadeira na Corte.

A sucessão no comando do STF segue a ordem da antiguidade, de forma que o vice-presidente é o provável sucessor de quem ocupa o cargo atualmente.

Barroso, 65 anos, assumiu uma vaga no Supremo Tribunal Federal em 2013, indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff.

G1


Foto: Clarice Castro/MDHC

O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, quer que a Advocacia-Geral da União (AGU) processe os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Filipe Barros (PL-PR) por conta dos vídeos onde eles comentam a resolução nº 2, de 19 de setembro de 2023, sobre o uso de banheiros em escolas por identificação de gênero.

No documento, as escolas são orientadas a permitirem o acesso a esses espaços para atender as crianças e adolescentes transsexuais e não binárias. Mas nos vídeos, os parlamentares falam em “banheiro unissex” e mostram que o presidente Lula (PT), durante a campanha eleitoral, disse que banheiro neutro era invenção.

Os banheiros unissex não foram instituídos, por dois motivos. Em primeiro lugar, porque a Resolução nº 2 não é vinculante. Em segundo lugar, porque não se trata de “banheiro unissex”. Leia-se os artigos da mencionada Resolução, sobre o tema – explicou o ministro.

Almeida disse também que nem ele, nem o presidente Lula tiveram qualquer participação ou influência no documento que foi publicado no Diário Oficial e que leva a assinatura do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+”, um órgão autônomo que está ligado ao Ministério dos Direitos Humanos.

Por isso, o ministro diz que os comentários dos deputados são “ofensivos e crimes contra a honra e de dano moral”.

Pleno News


Foto: Reprodução

A Amazon e a Shopee enviaram os pedidos de adesão ao programa Remessa Conforme, da Receita Federal, nesta sexta-feira (15).

Na prática, isso significa que, caso os pedidos sejam aceitos, as compras internacionais feitas nos sites dessas empresas não terão mais incidência do imposto de importação, desde que não ultrapassem o limite de US$ 50.

De acordo com a Receita, os pedidos serão analisados e as certificações precisarão ser publicadas no Diário Oficial da União (DOU) para terem efeitos legais.

As novas regras para a tributação de compras internacionais feitas pela internet foram anunciadas pelo Ministério da Fazenda no final de junho e passaram a valer no começo do mês passado.

A medida prevê a isenção da cobrança do imposto de importação sobre compras de até US$ 50 para as empresas que aderirem voluntariamente ao Remessa Conforme da Receita Federal. As companhias que se inscrevem no programa também são responsáveis por recolher o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de 17%.

As empresas que não aderirem, continuarão sendo tributadas.

Outras companhias já aderiram ao programa

As duas empresas não foram as primeiras a aderirem ao programa Remessa Conforme. Nomes como Aliexpress, Shein e Sinerlog também se inscreveram e já estão certificadas.

Segundo informações do próprio Fisco, as empresas que já aderiram ao programa respondem por aproximadamente 67% do volume de remessas enviadas ao país. Com as novas certificações, esse número deve passar para 78,5%.

Veja o que dizem as novas regras:

G1

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