ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O ano mal começou e muitos carros que já estavam na linha 2024 ficaram mais caros em janeiro. Com a obrigatoriedade de novos itens de segurança como controle de estabilidade, repetidor de seta e DRL (luz de rodagem diurna), os preços tendem a subir mais. Confira os modelos que já estão mais caros segundo o configurador das marcas nos respectivos sites:

Jeep Os principais produtos da Jeep iniciaram o ano com aumentos que vão de R$ 4 mil a R$ 7 mil nas principais versões. Tanto o Renegade quanto o Compass estão mais caros enquanto o Commander por enquanto se manteve nos mesmos preços.

SUV manteve motor 1.3 litro turbo flex, que entrega até 185 cv

SUV manteve motor 1.3 litro turbo flex, que entrega até 185 cv

Jeep/Divulgação

Renegade 

Jeep Compass 

Versão topo de linha que já custa R$ 152.490

Versão topo de linha que já custa R$ 152.490

Fotos Marcos Camargo Jr

Volkswagen Líder em vendas com o Polo que foi o carro mais vendido em 2023, a Volkswagen fez pequenos aumentos na linha. O Polo Track subiu cerca de R$ 700, na mesma toada da linha Polo enquanto o GTS subiu R$ 1.500 superando a faixa dos R$ 150 mil. No mesmo caminho foi o sedã Virtus que também registrou aumentos em todas as versões. 

Fiat subiu os preços do Mobi e também da linha Argo e Cronos

Fiat subiu os preços do Mobi e também da linha Argo e Cronos

Fiat/Divulgação

Fiat A Fiat subiu os preços do Mobi e também da linha Argo e Cronos. Por força de lei que obriga a inclusão do controle de estabilidade de série e outros itens o Mobi 2024 que já está nas lojas com o novo equipamento. Agora seu preço varia entre R$ 71,9 mil para a versão Like entrada e R$ 74,9 mil na versão aventureira Trekking. Antes o preço inicial era de R$ 70 mil. Já a linha do Argo e Cronos sofreu uma onda maior de aumentos de preço chegando a R$ 4 mil nas versões automáticas.

Créditos: R7.


Filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou em uma guerra judicial contra Walter Abrahão Filho, empresário filho do falecido locutor esportivo Walter Abrahão, em razão de um calote de R$ 15 milhões na compra da PlayTV, realizada em 2020.

O canal pertencia ao Grupo Bandeirantes e mantinha um contrato com a Gamecorp, da qual Lulinha era sócio, para exibição de videoclipes e programas sobre jogos eletrônicos. A participação do filho de Lula na Gamecorp foi vendida a Walter Abrahão Filho, que depois a repassou a um advogado que já era seu parceiro no negócio.

À Justiça, Lulinha afirma que vendeu suas ações por R$ 9 milhões à época. Os valores atualizados da cobrança, segundo seus advogados, chegam a R$ 15 milhões.

O contrato anexado ao processo previa que o valor fosse pago em 60 parcelas de R$ 150 mil, a partir de 90 dias da assinatura do negócio. A quantia seria atualizada ao longo dos anos.

O problema, segundo os advogados do filho do presidente da República, é que o empresário deixou de pagar a primeira parcela e, depois, passou a transferir menos do que o “montante pactuado”.

Lulinha ainda afirma que Walter e Luciana Abrahão venderam as ações da empresa antes de quitar a dívida, o que era proibido pelo contrato. A empresa foi repassada ao advogado Alexandre Zalcman. Ele diz ter se reunido com Zalcman e tentado um acordo, sem sucesso.

“Discutiu-se a possibilidade de resolução extrajudicial do presente caso, mas que não resultou em envio de proposta formal – em que pese a promessa de que seria enviada, além das diversas solicitações neste sentido”, diz o advogado Otto Medeiros, que defende Lulinha.

A Gamecorp foi devassada pela Operação Lava Jato, que investigou repasses de R$ 132 milhões da Oi à empresa de Lulinha durante os governos do PT. O caso acabou transferido para São Paulo, e o Ministério Público Federal (MPF) pediu seu arquivamento depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o ex-juiz e atual senador Sergio Moro suspeito nos processos envolvendo Lula – foi Moro quem autorizou as quebras de sigilo da operação que investigou Lulinha.

Como mostrou o Metrópoles em outubro de 2023, o filho do presidente ficou um tempo submerso depois das investigações, mas tem se movimentado para voltar aos negócios. Ele busca um CEO no mercado e quer voltar a atuar na área de games, que era parte da programação da PlayTV.

Lulinha alugou uma sala comercial na região da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, no Brooklin, polo empresarial na zona sul de São Paulo. Lá sediou uma de suas empresas, a G4.

A empresa que ele usou para mover a ação contra Walter Abrahão Filho é a Br4 Participações, que permanece sediada no escritório de João Muniz Leite, contador da família presidencial, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

A reportagem não localizou Walter Abrahão para comentar a cobrança feita por Lulinha. O espaço segue aberto para manifestação.

Créditos: Metrópoles.


Reprodução

São Paulo — Uma análise dos sinais dos celulares dos quatro ocupantes do helicóptero encontrado nesta sexta-feira (12/1), em Paraibuna, interior de São Paulo, após 12 dias de buscas, ajudou as equipes de resgate a reduzir a área de procura de 5 mil km² para um cone de apenas 12 km até a localização dos destroças da aeronave e dos corpos.

O helicóptero modelo Robinson 44 foi encontrado destruído em uma região de mata fechada, na Serra do Mar. Morreram no acidente o piloto Cassiano Teodoro, de 44 anos, e os três passageiros: Raphael Torres, 41; Luciana Rodzewics, 45; e Letícia Ayumi, 20.

A aeronave partiu do Campo de Marte, na capital paulista, em direção a Ilhabela, no litoral norte, na véspera do Ano-Novo. O último registro no radar havia sido por volta de 15h20 do dia 31 de dezembro. Pouco antes de a aeronave desaparecer, Letícia enviou mensagens ao namorado avisando sobre as más condições climáticas. Ela gravou um vídeo em que o helicóptero aparece totalmente coberto por neblina, sem visibilidade.

A análise dos celulares havia sido feita pela equipe de aviação da Polícia Civil ao longo dessa quinta-feira (11/1). Segundo o delegado Paulo Sérgio Reis Mello, diretor do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), apenas com um tempo favorável, o que ocorreu na quinta, esse trabalho foi possível.

“Para fazer uma triangulação e encontrar o local dos celulares, é preciso três antenas [de telefonia móvel]. Lá, tinha só uma, e virada para outro lado”, disse o delegado.

Por isso, os policiais precisavam fazer voos na região para identificar as localizações prováveis dos celulares. Eles traçaram um cone, a partir da Rodovia dos Tamoios, na altura do km 54, que seguia por um raio de 12 quilômetros em cada um dos lados.

Esse direcionamento foi repassado para o Comando da Aviação da Polícia Militar (PM) na tarde de quinta-feira e as equipes planejaram uma busca mais minuciosa a partir da manhã desta sexta-feira.

O cone traçado pela Polícia Civil foi dividido em cinco quadrantes. Em cada um deles, os helicópteros das polícias fariam voos específicos, com menor velocidade e altura. No segundo quadrante, por volta das 9h15, os PMs encontraram os corpos.

O chefe do Comando de Aviação da PM, coronel Ronaldo Barreto, afirmou que o mau tempo dos dias anteriores, a geografia da região, na Serra do Mar, e até a cor do helicóptero, impossibilitava as buscas. Com as novas coordenadas, porém, “o que era impossível ficou difícil”, segundo o coronel, mas foi possível localizar a aeronave.

Até o fim da manhã, quatro PMs haviam conseguido chegar ao local da aeronave caída, onde estão também os corpos das vítimas. A PM espera alcançar o local por terra ainda nesta sexta-feira.

Metrópoles


O Partido Liberal (PL) emitiu uma nota de repúdio contra a militante do Partido dos Trabalhadores (PT) que propôs “destruir politicamente” e “quiçá de outras formas” a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para evitar que ela se candidate.

A fala em questão foi proferida pela coordenadora do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), Elenira Vilela, durante uma transmissão ao vivo que contou com a participação de José Genoino.

– Ela [Michelle] é uma carta-chave. E se a gente não arrumar um jeito de destruir ela politicamente, e quiçá de outras formas, jurídica, por exemplo, comprovando os crimes e tornando ela também inelegível, nós vamos arrumar um problema para a cabeça – disse.

Na nota, o PL questiona se a fala de Elenira não está estimulando o surgimento de um novo “Adélio Bispo”, se referindo ao homem que em 2018 deu uma facada em Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

– Estariam revelando ou plantando em seus militantes ideias de novos planos criminosos? Diante das ameaças e do histórico criminal de vários militantes da extrema-esquerda, já estamos adotando as medidas judiciais cabíveis – diz o PL.

E continua:

– Essas ameaças se tornam mais graves quando entendemos o contexto integral em que foi realizada a referida live. Trata-se da emissão de um comando, entremeado em uma aparente pseudo-autocrítica, convocando a militância de extrema-esquerda, em especial do PT, para que “acordem” e ajam diante daquilo que eles denominaram revanche da direita devido a um crescimento que ela (a direita brasileira) viria tendo, segundo suas visões.

O Partido Liberal diz confiar na imparcialidade da Justiça brasileira para decidir sobre a ameaça feita contra Michelle Bolsonaro. Ainda assim, a sigla diz que manterá a defesa da liberdade de expressão, usando apenas a legislação vigente para responsabilizar aqueles que abusam dessa liberdade.

*Pleno.News
Foto: PL/Zack Stencil


Não é preciso ter experiência profissional prévia, basta ter nível técnico

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O concurso público de nível técnico júnior da Petrobras teve as inscrições reabertas nesta semana, segundo informou Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca organizadora. O processo seletivo terá validade de 18 meses.

Ao todo, são 6.412 vagas, sendo 916 para início imediato e 5.496 para formação de cadastro reserva. O salário inicial mínimo é de R$ 5.878,82, além de uma série de benefícios ofertados pela estatal, como previdência complementar, plano de saúde e participação nos lucros e resultados.

De acordo com a companhia, 20% das vagas são destinadas a pessoas com deficiência, o percentual mínimo exigido por lei é de 5%– e outros 20% para candidatos negros. As inscrições, que terminam às 18h do próximo dia 31 de janeiro, foram suspensas na semana passada para ampliação da quantidade de locais de aplicação das provas.

Todo Brasil – Agora, todas as 27 capitais do país estarão aptas para a realização do exame, além das cidades: Araucária (PR), Betim (MG), Ipojuca (PE), Canoas (RS), Duque de Caxias (RJ), Itaboraí (RJ), Macaé (RJ), Campinas (SP), Cubatão (SP), Santos (SP), Paulínia (SP), Mauá (SP) e São José dos Campos (SP)

As oportunidades são para trabalhar em sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco. Não é preciso ter experiência profissional prévia, basta ter nível técnico.

Para se inscrever, é preciso pagar uma taxa de R$ 62,79 após preencher um formulário na página do Cebraspe. Doadores de medula óssea e inscritos no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) podem solicitar isenção.

Os candidatos que já haviam se cadastrado antes da suspensão não precisam se inscrever novamente, tampouco pagar uma nova taxa. Com a inclusão de novos locais de prova, os já inscritos podem alterar onde farão o exame até o término das inscrições.

As provas estão previstas para 24 de março. Serão 40 questões de conhecimentos básicos e 60 de conhecimentos específicos. Depois, os classificados serão convocados para uma avaliação multiprofissional, e o resultado final sairá no dia 7 de junho.

Informações Bahia.ba


O prefeito Eduardo Paes admitiu que pretende contar com o secretário-executivo do Ministério da Justiça

Cappelli | Nos últimos dias, Eduardo Paes e Ricardo Cappelli têm trocado acenos nas redes sociais | Foto: Reprodução/Twitter/X
Nos últimos dias, Eduardo Paes e Ricardo Cappelli têm trocado acenos nas redes sociais | Foto: Reprodução/Twitter/X

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes(PSD), confirmou que convidou o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, para assumir um cargo na gestão municipal. As informações são do site Metrópoles. 

No entanto, o prefeito não informou para qual posto convidou o número 2 de Flávio Dino. O cargo, porém, deve ser no primeiro escalão da prefeitura. 

Cappelli já indicou que deve deixar o Ministério da Justiça depois que Ricardo Lewandowski assumir o comando da pasta.

Troca de acenos

Nos últimos dias, Paes e Cappelli têm trocado acenos nas redes sociais, em relação à denúncia feita pelo prefeito de que criminosos estão exigindo dinheiro de empreiteiras para liberar obras públicas na Zona Norte da cidade

“Ameaçam paralisar as obras caso o pagamento não aconteça”, escreveu Paes. “Obviamente não vamos aceitar.” 

Ao responder o tuíte do prefeito, Capelli disse que o crime organizado destrói a economia e o desenvolvimento. “A empreiteira não pode pagar nada, é inaceitável esse estado paralelo”, disse o atual secretário-executivo do Ministério da Justiça.

Conforme Paes, os criminosos exigiram o pagamento de R$ 500 mil à empreiteira responsável pelas obras do Parque Piedade. Segundo a denúncia do prefeito, caso não ocorra o pagamento, eles ameaçaram paralisar as obras. 

Cappelli trabalhou com Dino no Maranhão

Cappelli e Dino
Ricardo Cappelli já indicou que deve deixar o Ministério da Justiça depois que Ricardo Lewandowski assumir o comando da pasta | Foto: Reprodução/Twitter/X

Capelli foi um dos primeiros nomes anunciados para a pasta do Ministério da Justiça, cinco dias depois da nomeação de Dino. 

Ele foi secretário de Comunicação no segundo mandato de Dino como governador do Estado do Maranhão, entre 2019 e 2022. 

Antes, trabalhou em cargos da secretaria e de diretoria no Ministério do Esporte nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Cappelli chegou a ser secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social.

Informações Revista Oeste


Explosões e incêndio assustam moradores de Vespasiano: ônibus escolares são alvos

Explosões e ônibus escolares em chamas: noite de terror em Minas Gerais

Na madrugada dessa sexta-feira (12), em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte, um incêndio chocou a comunidade local. Cenas de chamas consumindo ônibus escolares e o som de explosões causaram medo e confusão no tranquilo bairro Suely.

Os Moradores Relatam o Susto

Moradores da Rua Lima, onde se localiza o pátio de estacionamento dos ônibus, relatam terem sido despertados por volta das 4h da manhã pelo barulho de explosões seguidas pelo cheiro forte de fumaça.Em questão de minutos, cinco ônibus escolares foram completamente consumidos pelo fogo.

“Ouvi a primeira explosão, quase caí da cama. A casa balançou toda”, disse Fábio Antônio, mestre de obras residindo na área.

Atuação das Forças de Segurança

No momento do incidente, não se registraram feridos e as autoridades foram prontamente acionadas. A Polícia Militar chegou primeiro ao local, garantindo a segurança da área e acionando a equipe da Polícia Civil para dar início às investigações.

O Incêndio e as Investigações

Ainda é cedo para determinar as origens do incêndio. A perícia da Polícia Civil, acionada ainda na sexta-feira (12), está conduzindo uma investigação minuciosa para descobrir o que causou o incêndio que destruiu os cinco ônibus escolares.

Este incidente não só provocou danos materiais significantes, mas também levantou preocupações sobre a segurança dos estudantes que dependem do transporte escolar na região.

Olhos atentos para as próximas atualizações

A medida em que a investigação progride, autoridades e cidadãos esperam ansiosos pelos resultados. Este incidente chocante trouxe à tona a questão da segurança pública em áreas normalmente tranquilas e reforçou a necessidade de vigilância constante. A comunidade local está comprometida em se manter forte e unida nesse momento difícil e aguarda com esperança a resolução do caso.

Informações O Antagonista


Polícia cita crimes do 8/1 ao prender manifestantes contra alta de passagem

A Polícia Civil de São Paulo citou contra 13 manifestantes detidos durante um protesto contra o aumento da passagem de trem e metrô, nesta quarta-feira (10), os crimes de corrupção de menor, associação criminosa e abolição violenta do Estado democrático de Direito — esses dois últimos são os mesmos crimes pelos quais foram condenados participantes dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

De acordo com testemunhas, um grupo de 25 pessoas foi parado pela PM por volta das 18h, perto da praça da República, na região central. Elas estavam a menos de 500 metros do Theatro Municipal, onde se concentrava a manifestação. Após revista, todos foram encaminhados ao 3º Distrito Policial, no bairro de Campos Elíseos.

Na delegacia, o grupo prestou depoimento. Dos 25, 12 foram liberados no final da noite — dois tinham menos de 18 anos. Outros 13 ficaram detidos porque, segundo os policiais, portavam objetos ilícitos.

Conforme o UOL apurou, na manhã de quinta-feira (11) os adultos aguardavam audiência de custódia, e seis adolescentes, que estão na Fundação Casa, devem passar por oitiva no Ministério Público.

“É uma tentativa de vingança por conta [das prisões dos golpistas] do 8 de Janeiro”, disse uma pessoa ligada à manifestação, sob condição de não ser identificada. Outro protesto feito pelo mesmo grupo já havia acontecido no dia 4, numa caminhada da avenida Paulista à praça Roosevelt, também no centro — e ninguém foi preso.

O que diz o BO

UOL teve acesso ao boletim de ocorrência das prisões ocorridas ontem. Os policiais militares relatam que encontraram com o grupo objetos como faca, canivete e martelo, além de gasolina, garrafas e gases, que combinados “com líquidos inflamáveis são utilizados em protestos contra agentes públicos”.

Segundo o documento, as substâncias são usadas para impedir a “atuação dos agentes públicos, podendo causar, inclusive, lesões permanentes e até mesmo a morte e também atentar aos manifestantes que estavam no local de forma ordeira e pacífica.”

Os PMs alegaram na delegacia que uma das pessoas detidas disse: “Vocês [a polícia] têm granadas e nós temos gasolina. Vamos pra cima contra esse aumento de tarifa abusivo e contra esse governador autoritário”.

Desde 1º de janeiro, o valor das passagens de trem e Metrô passou para R$ 5,00. O reajuste de R$ 0,60 foi anunciado pelo governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) em dezembro.

No registro da prisão, a polícia também associa a frase “parar a cidade”, presente em mensagem publicada em redes sociais para convocação do protesto, a uma ação que “alimenta por si só um sentimento de enfrentamento, colocando em risco toda a população de bem que ali circula” e motiva “um caos e desordem urbana”.

De acordo com o boletim de ocorrência, as 13 pessoas foram autuadas em flagrante. Os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, associação criminosa e corrupção de menores são citados no relatório do boletim de ocorrência — no resumo do registro, o primeiro crime não consta.

Tanto o relatório como o resumo do boletim de ocorrência serão avaliados pelo Ministério Público, a quem cabe decidir se os suspeitos serão denunciados e por quais crimes.

UOL procurou a Defensoria Pública, que atua no caso, e a informação foi de que não haverá manifestação neste momento.

“Parar a cidade” não é o mesmo que instituir ditadura, diz professor

Para Gustavo Badaró, professor de direito processual penal da USP, está errada a associação de crime de ataque ao Estado democrático de Direito, nesta situação. Ele afirma que se enquadram nesse tipo de delito pessoas que tentam “praticar um ato de grave violência e ameaças para tentar depor Poderes constituídos, um golpe de Estado”.

Sobre a expressão “parar a cidade”, citada pelo delegado no boletim de ocorrência, o professor afirma que “não quer dizer que você vai instituir uma ditadura”, acrescenta Badaró.

Os manifestantes não estavam ainda praticando nenhum ato de violência. No máximo, atos preparatórios não puníveis. Estar indo para a manifestação portando esses utensílios não caracteriza o crime de tentar abolir o Estado democrático de Direito.”

É lamentável que isso aconteça. Isso vai fazer com que todo mundo se sinta impedido de manifestar a liberdade de expressão.
Gustavo Badaró, professor de direito processual penal da USP

O que diz a Secretaria de Segurança Pública

A pasta confirmou o caso em nota enviada ao UOL e disse que “policiais militares atuavam preventivamente na região, acompanhando uma manifestação, quando se depararam com o grupo encapuzado e utilizando máscaras”.

No posicionamento, no entanto, a secretaria diz que o episódio “foi registrado como associação criminosa e corrupção de menores”.

Informações UOL


O benefício tem como base o INPC acumulado em 2023, que fechou em 3,71%

Getty Images
Getty Imagesnone

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou, nesta quinta-feira (11), as faixas de renda e os valores a serem pagos pelo seguro-desemprego em 2024. O piso tem como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor(INPC) acumulado em 2023, que fechou o ano em 3,71%.

Para quem depende do benefício, o reajuste vai ser feito conforme o valor do salário mínimo, que passou a ser  R$ 1.412. Esse aumento só vai realizado a partir do dia 11 de janeiro.

Os trabalhadores que receberam salários mínimos acima de R$ 3.402,65 devem receber, invariavelmente, o seguro-desemprego no valor de R$ 2.313,74, de acordo com o MTE.

Veja os valores do seguro-desemprego em 2024:
Reprodução/Agência Gov

Informações UOL


Exame confirmou que influenciador usou cocaína e casal é indiciado por ocultação de cadáver na Grande SP; jovem morreu durante o orgasmo

foto colorida do influencer Carlos Henrique Medeiros, encontrado morto em Itapecerica da Serra - Metrópoles

São Paulo — A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte do youtuber Carlos Henrique Medeiros, 26 anos, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Segundo as investigações, Medeiros morreu em dezembro após usar cocaína e ter uma overdose. Um casal que estava na mesma casa onde o corpo foi encontrado será indiciado por ocultação de cadáver.

Medeiros contava com um canal de pegadinhas no YouTube, com quase 2 milhões de seguidores. A suspeita de que ele teria morrido enquanto fazia sexo, após usar cocaína, foi confirmada por laudo necroscópico. O exame apontou que havia 31 mg/ml no sangue do influenciador —não foi detectado álcool.

O youtuber estava desaparecido desde o Natal, quando o corpo foi encontrado no quintal da casa de um vizinho, em 30 de dezembro. No dia seguinte, o casal Renan José, de 28 anos, e Caroline Mello, de 24, se entregou à polícia relatando o que teria acontecido.

Na ocasião, os dois disseram à polícia que Medeiros usou drogas durante a madrugada e passou mal enquanto tinha relação sexual com a irmã de Caroline, que tem 16 anos. O casal teria de desesperado, optando por enterrar o corpo do rapaz. O influenciador e Renan eram amigos de infância.

Segundo o delegado Luís Hellmeister, da Delegacia de Polícia de Itapecerica da Serra, o casal será indiciado por ocultação de cadáver, e não por homicídio. Renan e Caroline estavam presos na própria delegacia e serão soltos.

De acordo com Hellmeister, Renan chegou a afirmar que está com medo da reação dos moradores da região e que, preso, se sentia ao menos seguro.

Informações Metrópoles

1 175 176 177 178 179 823