A Amazônia apresenta um aumento significativo de 154% nos focos de incêndio nos 118 primeiros dias de 2024, estabelecendo um novo recorde durante o segundo ano do governo Lula.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados 8.895 focos de incêndio na região entre janeiro e abril deste ano, em comparação com 3.381 no mesmo período de 2023.
A questão das queimadas na Amazônia, frequentemente explorada nos ataques políticos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ganha destaque devido ao expressivo aumento dos incêndios sob sua gestão atual.
Após um período de declínio nos números de incêndios florestais durante os últimos anos do governo anterior (de direita), a situação se inverteu agora com a esquerda no poder, chamando a atenção para as políticas ambientais em vigor.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, concentrou-se na redução do desmatamento na Amazônia e na meta de zerar o índice até 2030 em suas recentes aparições internacionais na Alemanha e na Itália, sem mencionar o aumento dos incêndios na região.
Além da Amazônia, outros biomas brasileiros também enfrentam aumentos preocupantes nos focos de queimadas. O Pantanal, por exemplo, registrou um alarmante crescimento de 1.022% nos incêndios nos primeiros quatro meses de 2024, comparado ao mesmo período do ano anterior. Enquanto isso, o cerrado teve um aumento de 43% nos focos de queimadas, atingindo números recordes para o mês de março.
Esses dados não apenas evidenciam um cenário crítico na Amazônia, mas também destacam a urgência de medidas eficazes para conter o avanço do fogo em diferentes ecossistemas do país. A preservação ambiental e o combate às queimadas se tornam desafios cada vez mais prementes diante do contexto atual, exigindo ações concretas e políticas ambientais mais efetivas.
Em ação movida com base em reportagens do Metrópoles, MPF aponta “omissão” do INSS na fiscalização de entidades que descontam aposentadorias
São Paulo — O Ministério Público Federal (MPF)moveu uma ação judicial na qual pede a suspensão de todos os acordos feitos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com entidades que cobram mensalidades associativas diretamente na folha de pagamento dos aposentados e que o órgão federal seja condenado a indenizar cada segurado que sofreu desconto indevido — sem autorização por escrito — em suas aposentadorias.
O pedido foi feito pela procuradora Elisandra de Oliveira Olímpio, do MPF do Espírito Santo, com base em reportagens do Metrópoles que revelaram a farra bilionária de associaçõesacusadas de praticar descontos indevidos nas aposentadorias. Na ação, movida em abril, ela aponta a “existência de uma atuação fraudulenta sistêmica no país” e “uma omissão sistemática e reiterada do INSS” na fiscalização dos acordos.
Como revelou o Metrópoles em março, com dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, o faturamento mensal com descontos associativos de 29 entidades habilitadas pelo INSS saltou de R$ 85 milhões no início de 2023 para R$ 250 milhões no início deste ano. Em um ano, as associações e os sindicatos arrecadaram, juntos, R$ 2 bilhões com as mensalidades, contabilizando mais de 5,5 milhões de aposentados associados.
Após a publicação da série de reportagens, a Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma investigação, e o INSS também passou a apurar a conduta das associações com as quais firmou acordo de cooperação técnica e que somam 62 mil processos judiciais em todo o país. O salto no faturamento das entidades também é alvo de uma auditoria do do Tribunal de Contas da União (TCU).
A procuradora do MPF argumentou à Justiça que há diversas investigações abertas sobre falsificações de assinaturas e outras fraudes para filiar aposentados. Um desses inquéritos diz respeito ao Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (Cebap), no qual a entidade admitiu ter feito a adesão de um filiado por meio de SMS, o que é proibido pelo INSS. O aposentado que denunciou o caso disse que jamais aceitou se filiar à entidade.
Segundo a procuradora, o “cenário posto revela grande dificuldade de se coibir a sistemática de descontos indevidos nos benefícios previdenciários, em sua maioria de idosos, dada a capilaridade e a facilidade para que as entidades associativas assim o procedam, em decorrência da absoluta omissão do INSS”.
Juiz decide ouvir INSS
A ação foi movida no início de abril. Em primeira análise, o juiz federal Luiz Henrique Horsh da Matta pontuou que não poderia dar a liminar solicitada pelo MPF para suspender imediatamente todos os acordos sem ouvir o INSS. O magistrado ressaltou que o órgão federal tem divulgado medidas para apurar e prevenir fraudes e, nesse contexto, abriu prazo para que o instituto se manifeste antes de tomar uma decisão.
O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, afirmou ao Metrópoles que “recebeu a intimação para a ação civil pública por meio da Advocacia-Geral da União e está preparando sua defesa no prazo legal”. “No entanto, observa-se que o juiz indeferiu a liminar requerida, reconhecendo os esforços da autarquia para trazer melhor integridade ao modelo”, concluiu.
Laudo pericial mostra que o carro estava a mais de 114 km/h, quando Fernando Sastre de Andrade Filho causou um acidente fatal em São Paulo
Fernando Sastre de Andrade Filho, o dono do Porsche, responde em liberdade | Foto: Reprodução/Twitter/X
A Justiça de São Paulo negou pela terceira vez o pedido de prisão contra Fernando Sastre de Andrade Filho. Ele é o condutor do Porsche que se envolveu no acidente que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, em 31 de março.
Segundo informações do portal g1, o juiz Roberto Zanichelli Cintra, da 1ª Vara do Júri, aceitou o pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para torná-lo réu por homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima. No entanto, Fernando Sastre vai responder em liberdade.
O juiz ainda vai marcar uma audiência de instrução para ouvir as testemunhas do caso. O magistrado também vai interrogar o acusado. Depois, o condutor do Porsche vai ser levado a júri popular. Se condenado, a pena pode ultrapassar os 20 anos de prisão.
O laudo pericial indicou que o Porsche estava a mais de 114 km/h, quando o motorista causou o acidente. A via tem limite de 50 km/h.
Motorista do Porsche foi liberado no local do acidente
De acordo com testemunhas, Fernando Sastre Filho dirigia a Porsche muito acima da velocidade permitida na via — que é de 50 km/h | Foto: Reprodução/Twitter/X
Fernando Sastre foi liberado do local poucos minutos depois da ocorrência. Na ocasião, alegou que precisaria passar por atendimento médico em um hospital particular.
Os policiais não fizeram o teste de bafômetro. Em depoimento, o dono do Porsche negou que tivesse bebido antes de dirigir. No entanto, testemunhas afirmaram que ele havia consumido álcool.
Imagens das câmaras das fardas dos policiais que atenderam à ocorrência mostram o momento em que um bombeiro afirma que Fernando Sastre aparentava estar embriagado.
Agência Brasil – A venda de álcool líquido 70% voltou a ser proibida no Brasil nesta terça-feira (30). Agora, o produto só pode ser vendido em gel.
A Anvisa havia permitido a venda do álcool líquido para o público geral por causa da pandemia de covid-19; mas esse prazo terminou no dia 31 de dezembro do ano passado.
O período de vendas, que acabou nessa segunda, serviu apenas para esgotar os estoques dos estabelecimentos comerciais.
O álcool 70% na forma líquida já havia sido proibido 22 anos atrás, em 2002, por causa dos acidentes domésticos. Ele foi liberado novamente para facilitar o acesso a produtos de desinfecção para combater o vírus.
A Associação Brasileira de Supermercados reclama que a proibição tira o acesso a um produto de melhor relação custo-benefício, eficaz na limpeza de ambientes e na proteção contra doenças.
A decisão determinou a prisão do segundo-tenente Marco Aurélio Teixeira, que era coordenador do curso e foi citado nominalmente pelo soldado agredido. Além dele, tiveram a prisão decretada:
Gabriel Saraiva
Daniel Barboza
Wagner Santos
Fábio de Oliveira
Elder de Oliveira Arruda
Eduardo Ribeiro
Rafael Pereira Miranda
Bruno Almeida
Danilo Lopes
Rodrigo Dias
Matheus Barros
Diekson Peres
Reniery Santa Rosa
A juíza Catarina de Macedo ainda determinou a busca e apreensão dos aparelhos celulares dos militares e do comandante do BPChoque, coronel Calebe Teixeira.
A magistrada também aceitou o pedido da 3ª Promotoria de Justiça Militar do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT)e ordenou o afastamento de Calebe do comando do batalhão “até o encerramento das investigações e a proibição de acesso à referida unidade militar, bem como de contato com qualquer dos investigados”.
Defesa dos PMs
Em nota, o advogado Marcelo Almeida, responsável pela defesa de 12 dos PMs, disse que “em nenhum momento os referidos policiais militares foram notificados para prestarem quaisquer tipos de esclarecimentos sobre os fatos objeto desta operação, seja pelo Departamento de Controle e Correição da PMDF ou mesmo pelo MPDFT”.
O advogado acrescenta que seus clientes foram “apenas surpreendidos nesta manhã com suas respectivas prisões, razão pela qual a defesa técnica buscará trazer aos autos suas versões, para que então o Poder Judiciário possa aplicar o direito da melhor forma”.
O que diz a PMDF
Segundo o depoimento, Danilo identificou o tenente responsável pelo curso como Marco Teixeira. Procurada, a PMDF informou, por meio de nota, que, durante as atividades do curso de Patrulhamento Tático Móvel, no dia 22 de abril, um aluno solicitou desligamento após passar pela etapa inicial da formação e pelos exercícios físicos previstos.
“Apesar de sair do batalhão alegando que estava bem, o referido aluno procurou atendimento hospitalar apresentando quadro compatível com rabdomiólise e alegando ter sido agredido.”
A Corregedoria da PMDF já instaurou Inquérito Policial Militar para apurar o caso, que já está sendo acompanhado pelo Ministério Público. “O coordenador do curso solicitou o seu desligamento voluntário para que as apurações transcorram da forma mais transparente possível. Continuamos à disposição para esclarecimentos posteriores”, completa a nota.
Prisões dos PMs
Os PMs foram presos nesta segunda-feira pela manhã. Integrantes da 3ª Promotoria de Justiça Militar do MPDFT e da Corregedoria-Geral da PMDF acompanharam o cumprimento dos mandados. Até as 11h, 13 já haviam sido detidos e outro suspeito se comprometeu a se apresentar com o advogado na Corregedoria da PMDF.
A medida ocorreu após Danilo Martins, de 34 anos, denunciar que foi agredido na última segunda-feira (22/4) por um grupo de soldados da PMDF. O participante do curso afirmou que as agressões tiveram início após ele se recusar a desistir da formação.
Os militares presos ficarão detidos no 19º Batalhão da PM, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.
O Metrópoles tenta contato com as defesas dos suspeitos. O espaço está aberto para manifestações.
Denúncia
Segundo depoimento prestado pela vítima à Corregedoria da PMDF e à Promotoria de Justiça Militar do DF, por volta das 8h15, o coordenador do curso de Patamo o retirou no momento da apresentação dos uniformes e itens do curso. O superior teria dito que o soldado “não formaria no curso e que ele não mediria esforços para fazer com que ele desistisse, nem que fosse na base da ‘trairagem’”.
“Ainda falou ao declarante que o desligaria do curso por deficiência técnica ou lesionado”, completa o depoimento. Danilo diz que se recusou a desistir. Com isso, o tenente responsável pelo curso teria dito aos outros praças: “Estão vendo esse merda aqui? Ele não vai formar e quem ousar ajudá-lo também será desligado do curso”.
Depois disso, tiveram início as torturas e agressões. O tenente mandou Danilo ir para uma espécie de caixote de concreto onde o depoente foi obrigado a ficar em pé por cerca de 1h30 e o proibiu de participar das atividades do dia.
“O tenente voltou ao local trazendo uma ficha de desistência, um capacete e um fuzil. O ordenou a empunhar o fuzil e ficar na posição de pronto-arma [fuzil cruzado no peito, sem encostar] durante aproximadamente 30-40 minutos, sob a supervisão de dois soldados.”
Agressões
Ainda de acordo com o depoimento, os soldados e o tenente responsável pelo curso teriam xingado e jogado gás lacrimogênio nos olhos de Danilo. “[…] Ato contínuo o depoente foi molhado, enquanto segurava a tora de madeira sobre a cabeça com os braços esticados, sendo que o tenente disse que, quando o depoente secasse, ele voltaria e queria as fichas assinadas.”
“O tenente voltou ao local e o obrigou a assinar uma das fichas, qual seja, a ficha de responsabilização e que, após assinar, o tenente o agrediu com um pedaço de madeira e ordenou que ele corresse em volta do BPChoque cantando os seguintes dizeres: ‘Eu sou um fanfarrão, eu gosto de atenção… eu sou o coach do fracasso, eu me faço de palhaço… eu envergonho a minha família, eu envergonho a minha unidade… eu sou carente e ninguém gosta de mim’. Enquanto corria e cantava, o tenente, a todo momento, o agredia com o pedaço de madeira na região da panturrilha e dos glúteos e proferia ofensas ao depoente”, detalha o documento.
Além disso, Danilo afirmou às autoridades que recebia os chutes e era obrigado a ficar em posição de flexão enquanto levava pauladas na cabeça.
Após as agressões e humilhações, Danilo optou por desistir do curso. Nesse momento, ele saiu do meio dos colegas e foi ao banheiro se trocar. “Após desistir, o tenente afirmou: ‘Danilo, era minha missão te desligar do curso. Muita gente me pediu para te desligar. Volta ano que vem que você não vai receber essa carga’”, completa o documento.
Soldado foi para a UTI
De acordo com familiares do soldado, as agressões teriam durado cerca de oito horas. “Ele apanhou nos joelhos, nas costas, na cabeça, no estômago, no rosto, nos braços. Quando a gente chegou ao hospital, ele estava com um quadro de rabdomiólise grave, que é quando a fibra muscular rompe e ela solta uma toxina que intoxica o rim. Por conta do quadro de rabdomiólise, ele estava com insuficiência renal e precisou ser internado imediatamente na UTI”, diz uma familiar de Danilo.
Os exames mostram que Danilo ficou com uma lesão cerebral que afeta visão e audição. “Ele não enxerga 100%. A imagem vai sumindo, ele está com fotofobia, está com lesão na medula da lombar e sente muita dor na lombar, fora todos os hematomas”, completa a parente.
Danilo já saiu do hospital e está em casa com a família. Em nota, Marcos Barrozo, advogado de Danilo, reforça que o soldado foi “submetido a atos de extrema crueldade que resultaram em sérias lesões físicas e traumas psicológicos, os quais deixarão marcas profundas em sua vida”.
“O curso de formação, que deveria ser um espaço de aprendizado e preparação para o exercício da função pública, transformou-se em um cenário de horror e violência inaceitável. A tortura, além de ser crime inafiançável e equiparado a hediondo, causa traumas físicos e psicológicos irreversíveis à vítima, violando seus direitos fundamentais e deixando marcas indeléveis em sua vida. Exigimos das autoridades competentes uma investigação rigorosa e imparcial sobre o ocorrido, bem como a responsabilização dos envolvidos, sejam eles quem forem”, completa a nota do advogado de Danilo.
Socialite Regina Gonçalves, de 88 anos, acusa o ex-motorista de mantê-la em cárcere privado durante anos no Rio de Janeiro
O caso da socialite Regina Lemos Gonçalves, 88 anos, mantida em cárcere privado pelo ex-motorista José Marcos Chaves Ribeiro chamou a atenção de todo o país nesta semana. Amigos da bilionária contaram ao Fantástico, que foi ao ar neste domingo (28/4), que itens valiosos do apartamento da socialite desapareceram.
“Eu conhecia todas as joias dela. Sumiu tudo. Ela tinha riviera de rubi. Sumiu tudo. Van Cleef, Bulgari, Cartier, peças valiosas, diamante, chocolate, dourado, coisas raras. Não tem mais nada, nada”, diz Álvaro, estilista e amigo de Regina.
A socialite mora em um apartamento de mil metros quadrados em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O local conta com decoração única, como itens de coleção, quadros de artistas renomados e peças exclusivas.
Nesse mesmo endereço, Regina esteve isolada de amigos e familiares nos últimos 10 anos. A socialite acusa o ex-motorista de mantê-la em cárcere privado e de controlar o patrimônio bilionário dela.
“Eu resolvi fugir. Resolvi pôr um final nisso. O dia que eu fui procurar a casa do meu irmão, falei, cheguei, eles assustaram. Eu havia emagrecido mais de 30 kg. Tava osso puro”, relembrou Regina ao falar sobre 2 de janeiro deste ano, quando conseguiu deixar o apartamento onde mora em Copacabana.
Regina é viúva e não tem filhos. Antes de se casar com o marido, Nestor Gonçalves, ela já era rica, mas, com a morte dele, há 30 anos, herdou uma fortuna avaliada em, aproximadamente, R$ 2 bilhões.
Segundo a família da socialite, ela tem centenas de apartamentos, terrenos e mansões. No entanto, José Marcos é responsável por administrar todos os bens de Regina.
“Quantas mulheres com a idade dela passam por situações parecidas? Então, significa que ela é duplamente vítima. Ela é vítima por ser mulher e vítima por ser idosa. Então, é muito difícil, às vezes, a palavra da vítima nessa idade ser realmente reconhecida. E ela fala com toda grandeza o que ela passou”, enfatizou a advogada de Regina.
Pop Star traz 200 pessoas na equipe, que ocuparão 90 quartos de hotel na cidade. Material chega ao Brasil em três aeronaves.
Montagem – Palco do show da Madonna em Copacabana — Foto: TV Globo/Reprodução e Evan Agostini/Invision/AP
Madonna no Rio: 3 aviões vão transportar 270 toneladas de equipamentos
Com equipe e estrutura dignas de uma rainha, a cantora Madonna traz uma equipe de 200 pessoas e 270 toneladas de equipamentos, que começaram a chegar ao Rio neste domingo (28). Dois dos três aviões que trazem o material já pousaram no terminal de cargas do Aeroporto Galeão.
Todo o aparato será levado para Copacabana, na Zona Sul da cidade, em 30 caminhões. No local está sendo montado o palco da última apresentação da pop star na turnê Celebration Tour, no sábado (4).
200 pessoas da equipe vão ocupar 90 quartos do hotel onde ficará hospedada;
270 são toneladas de equipamentos chegam em 3 aviões de carga;
3 caminhões levam parte do equipamento para o hotel, onde serão montadas 3 academias;
27 caminhões irão direto para o palco montado na Praia de Copacabana;
palco tem 24 metros de frente e 821 metros quadrados de área, o dobro do tamanho dos montados até então na turnê;
além da estrutura principal, a cantora vai circular por três passarelas e 1 elevador;
para o show, serão 45 baús de guarda-roupa dentro deles, por exemplo, há 40 luvas de boxe para uma das coreografias.
Essa é a 4ª vez que a Madonna se apresenta no Brasil. A última foi há 12 anos. ela já apresentou ao país a turnê ‘The Girlie Show’, em 1993, a ‘Sticky and Sweet Tour’, em 2008 e a ‘MDNA’ em 2012.
Desta vez, a apresentação nas areias de Copacabana será a única da cantora em toda a América do Sul, e os fãs brasileiros poderão ver de pertinho – seja nas areias da praia ou no conforto de casa – a diva pop interpretar os maiores hits da sua extensa carreira.
A apresentação no Rio será o encerramento da turnê mundial e o maior show da carreira da artista. O DJ norte-americano Diplo foi anunciado como convidado especial.
Como tradição, a cantora promete não só um espetáculo em termos musicais, mas também visuais. do cenário ao figurino, o show da artista é repleto de glamour.
A apresentação vai durar 2 horas, e quem quiser evitar a multidão poderá ouvir a apresentação atrás do palco, já que haverá torres de som dos 2 lados da boca de cena.
A Prefeitura do Rio de Janeiro e o governo do estado deram detalhes, nesta quinta-feira (25), do plano operacional para o megaevento. A previsão de público aumentou, e as autoridades esperam 1,5 milhão de pessoas nas areias de Copacabana — antes era 1 milhão.
A estrutura está sendo montada em frente ao Copacabana Palace, voltada para o Leme. Os organizadores estimam que atrás do palco e da área de serviço, em direção ao posto 6, esteja menos cheio.
Haverá DJs tocando a partir das 19h. Às 20h, assume o DJ Diplo. Madonna subirá ao palco às 21h45. o show deve terminar às 23h45 — se a rainha não quiser esticar.
Enquanto o mundo avança em modernização, muitas regiões, especialmente as rurais, enfrentam desafios devido à falta de conectividade. Essas áreas frequentemente ficam excluídas dos avanços tecnológicos. No entanto, uma mudança significativa está no horizonte com uma parceria inovadora entre a SpaceX, do bilionário Elon Musk, e a John Deere, uma das maiores empresas de máquinas agrícolas do mundo. Este novo acordo promete ser um marco para o avanço tecnológico no campo, especialmente para o agronegócio brasileiro. As informações são do site Compre Rural.
A parceria estratégica entre essas duas gigantes tem como objetivo aumentar a eficiência na agricultura, focando principalmente nas áreas rurais com acesso limitado à internet. Isso será possível através da integração do serviço de internet via satélite Starlink, da SpaceX, com as máquinas agrícolas produzidas pela John Deere, transformando a forma como a agricultura é conduzida em locais remotos.
Sobre a parceria da SpaceX com a John Deere A Deere Company, conhecida como John Deere, anunciou recentemente uma parceria formal com a SpaceX, empresa liderada por Elon Musk, com o objetivo de disponibilizar serviços de conectividade via satélite (SATCOM) para o setor agrícola.
Utilizando a rede Starlink, referência no mercado, os agricultores que enfrentam problemas de conectividade nas áreas rurais poderão acessar plenamente as tecnologias de agricultura de precisão.
Este acordo permitirá que os clientes da John Deere aumentem a produtividade, rentabilidade e sustentabilidade de suas atividades agrícolas, enquanto continuam a suprir suas comunidades e o mundo com alimentos, combustíveis e fibras, contribuindo para o sustento de uma população mundial em expansão.
O Starlink, negócio de Musk conhecido por sua capacidade de fornecer internet de alta velocidade em locais remotos, será uma grande mudança para os agricultores.
“O valor da conectividade para os agricultores é mais abrangente do que qualquer ação individual já realizada. A conectividade desbloqueia enormes oportunidades que antes eram limitadas ou estavam indisponíveis”, afirmou Aaron Wetzel, vice-presidente de sistemas de produção e agricultura de precisão da John Deere.
“Por exemplo, ao longo de todo o ano, os agricultores precisam concluir tarefas em janelas de tempo muito curtas. Esta dinâmica exige a execução de etapas de produção extremamente precisas, paralelamente à coordenação entre as máquinas e o gerenciamento do seu desempenho. Cada uma dessas áreas é aprimorada pela conectividade, o que torna toda a operação mais eficiente, eficaz e rentável”, completa.
Quais serão as abrangências dessa aliança? Os planos ambiciosos de Elon Musk, que conta atualmente com cerca de 5.300 satélites em órbita e planeja expandir para 42.000, têm a SpaceX continuamente buscando novos clientes ao redor do mundo. Nesse cenário, sua integração nos tratores da John Deere será particularmente relevante nos EUA e no Brasil, onde uma parte significativa das áreas rurais enfrenta baixo acesso à internet.
Nos Estados Unidos, aproximadamente 30% dessas áreas têm acesso limitado à internet, enquanto no Brasil esse número chega a mais de 70%, destacando a mudança que essa parceria trará para o agronegócio brasileiro.
Assim, esse acordo beneficiará centenas de agricultores. Embora os preços das antenas e dos serviços de software para a conectividade Starlink ainda não tenham sido determinados, essa colaboração marcará uma nova era para a empresa de Musk.
Sobre a solução SATCOM e o lançamento da parceria da SpaceX com a John Deere no Brasil A solução SATCOM promoverá a conexão de equipamentos agrícolas novos e já em uso através de serviços de internet via satélite e terminais robustos. Essa tecnologia habilitará recursos como autonomia, compartilhamento de dados em tempo real, diagnósticos à distância, suporte técnico avançado e comunicação entre máquinas, melhorando a eficiência e o tempo produtivo dos agricultores.
Jahmy Hindman, vice-presidente sênior e CTO da John Deere, afirmou: “Ao implementar a conectividade via satélite no setor agrícola em larg
a escala, possibilitamos que agricultores com limitações de cobertura de celular possam extrair o máximo valor das conexões em suas operações. A solução SATCOM intensifica as tecnologias já existentes da John Deere e permite o uso completo de tecnologias de precisão agrícola, juntamente com futuras inovações”.
A John Deere implementará a solução SATCOM utilizando a rede de satélites de baixa órbita Starlink, da SpaceX. As concessionárias John Deere farão a instalação de terminais Starlink em máquinas compatíveis, que foram testadas para suportar condições agrícolas adversas, junto com um modem JDLink™ 4G LTE para conectar as máquinas ao John Deere Operations Center™.
O lançamento da solução SATCOM será inicialmente restrito aos Estados Unidos e ao Brasil, começando no segundo semestre de 2024. E você, está preparado para o futuro do agronegócio brasileiro?
John Deere Investe mais de R$ 700 Milhões na Fábrica de Catalão A multinacional anunciou nesta segunda-feira (22) um investimento de mais de R$ 700 milhões em sua fábrica em Catalão, Goiás. A expansão visa aumentar a infraestrutura existente para atender à crescente demanda por alimentos globalmente, além de nacionalizar a produção do sistema de pulverização inteligente See & Spray™.
O diretor da fábrica da John Deere em Catalão, Edison Drescher, explicou que a ampliação envolverá a adição de mais de 20 mil metros quadrados aos 69 mil metros quadrados já existentes. “Para dar suporte ao crescimento da empresa no Brasil, este investimento deve gerar cerca de 400 novos empregos nos próximos cinco anos, sendo 100 diretos e 300 indiretos”, disse Drescher.
O investimento também permitirá que a John Deere comece a produzir o sistema See & Spray no Brasil. A tecnologia utiliza visão computacional, inteligência artificial e aprendizado de máquina para aplicar herbicidas apenas nas áreas necessárias. Durante testes realizados no Brasil, o sistema See & Spray Select comprovou uma redução de até 97% no uso de herbicidas não residuais, contribuindo para a sustentabilidade da produção agrícola e gerando economia para os produtores.
Outras seis ficaram feridas com as chamas em prédio da avenida Farrapos, na capital gaúcha. Parte da edificação ficou destruída
Um incêndio que atingiu uma pousada localizada no centro de Porto Alegre (RS) provocou a morte de 10 pessoas na madrugada desta sexta-feira (26/4). As chamas começaram por volta das 2h e só foram contidas às 4h pelo Corpo de Bombeiros. O fogo destruiu parte da edificação que fica na avenida Farrapos.
Segundo informações da Record TV, oito pessoas morreram carbonizadas e as outras duas por inalação de fumaça. Seis moradores do local ficaram feridos e seguiram para atendimento no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre.
Integrantes dos bombeiros e da Polícia Civil devem apurar as causas do incêndio. Quem participou do combate às chamas acredita que um isqueiro ou um fósforo pode ter iniciado o fogo.
A pousada não tinha Plano de Prevenção contra Incêndio (PPCI) e o local seria irregular.
Governo e prefeito lamentam mortes em incêndio
Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre, lamentaram as mortes. “O incêndio que deixou mortos em uma pensão em Porto Alegre nos consterna profundamente”, postou Leite.
“O Corpo de Bombeiros mobilizou cinco caminhões e dezenas de bombeiros para combater as chamas durante a madrugada. Seguimos mobilizados no rescaldo dessa tragédia e na identificação das causas das chamas. Meus sentimentos aos familiares das vítimas”, concluiu.
Melo afirmou acompanhar “com profunda tristeza” a apuração do incêndio. “A prioridade agora é o atendimento aos cidadãos resgatados e encaminhados ao HPS. A prefeitura trabalha para acolher os moradores e apoiar a investigação dessa tragédia”, continuou.
Estudante foi transferida a pedido da família, segundo Secretaria de Educação. Pasta, Sindicato dos Professores e CLDF acompanham o caso
A aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 1 do Gama que escreveu uma redação na qual afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes havia acabado com as leis no país foi transferida de escola, a pedido da família da estudante.
O caso ocorreu na última quarta-feira (17/4). A aluna do 2º ano escreveu a informação na atividade escolar, e a professora explicou, com base na Constituição Federal, que não cabe ao Poder Judiciário elaborar leis, o que é papel do Legislativo.
A estudante, então, ligou para a mãe e relatou o que a professora havia falado. Imediatamente, a responsável pela estudante enviou um áudio no WhatsApp para a supervisora da escola para condenar a conduta da professora, que classificou como “doutrinação”.
A mãe ainda disse, segundo o diretor do CEM 1, que era amiga do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), do deputado Gustavo Gayer (PL-GO) e do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG). Também afirmou que esfregaria o celular “na cara da professora para mostrar que as leis foram mudadas”, caso a escola não “desse um jeito” na situação.
Posteriormente, a mãe da estudante foi ao colégio pessoalmente, repetiu as agressões verbais e disse que iria “atrás dos [próprios] direitos”. Ainda segundo o diretor da instituição de ensino, a professora entregou um atestado médico que a afastou das atividades laborais por 30 dias, devido ao abalo psicológico sofrido.
Transferência
Em nota, a Secretaria de Educação informou que “agiu prontamente ao ser informada do incidente”. “Tanto a Coordenação de Ensino do Gama quanto a diretoria da escola relataram que, após o incidente, a professora registrou um boletim de ocorrência, e a CRE prontamente atendeu ao pedido de transferência da aluna feito por sua família”, diz a nota.
Ainda de acordo com a pasta, a situação permanece sob a supervisão direta da coordenação, que, se necessário, tomará outras medidas administrativas de acordo com os normativos legais vigentes.
“Reiteramos o compromisso da Secretaria de Educação com a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos no ambiente escolar. A escola é um espaço de aprendizado e convivência pacífica, onde se promove a cultura da paz e a Secretaria repudia veementemente qualquer forma de violência, seja ela de natureza moral ou física. Reafirmamos nosso empenho em manter um ambiente escolar seguro e acolhedor para todos os alunos, professores e funcionários”.