
Na manhã deste sábado (05), uma ocorrência inusitada e emocionante marcou o plantão no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Feira de Santana. Uma família parou o veículo em frente ao posto pedindo socorro urgente: um bebê, de aproximadamente 4 meses, estava engasgado.
Prontamente atendidos pela equipe de plantão, um dos policiais – que atualmente cursa Medicina – assumiu a ocorrência e realizou os primeiros socorros. A mãe informou que o bebê havia se engasgado com o próprio golfo (vômito). O policial identificou sinais claros de obstrução das vias aéreas e, com rapidez, aplicou a manobra correta.
Utilizando a técnica conhecida como manobra de Heimlich para lactentes – segurando o bebê de bruços, com a cabeça levemente inclinada para baixo e aplicando leves pressões entre as escápulas (as “costas”) – o policial conseguiu desobstruir as vias aéreas. Logo após os movimentos, o bebê voltou a respirar e chorou, sinal de que havia retomado a função respiratória normal.
Apesar da melhora aparente, o policial recomendou que a criança fosse imediatamente levada ao hospital, pois havia a suspeita de hipóxia (falta de oxigenação), devido ao tempo que pode ter permanecido engasgada. A orientação foi para que a família encaminhasse o bebê ao Hospital Estadual da Criança, em Feira de Santana, para uma avaliação mais completa e monitoramento.
A ação rápida e precisa do policial foi fundamental para salvar a vida do bebê.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu na sexta-feira (4) a situação de emergência em Bom Jesus da Lapa e Ibitiara, no oeste baiano, em razão da estiagem prolongada.
Com o reconhecimento, as administrações municipais estão autorizadas a requisitar apoio da União para ações emergenciais, como fornecimento de alimentos, água potável, refeições, kits de higiene, limpeza e abrigo.
A medida facilita o acesso a recursos para mitigar os impactos da seca nas áreas afetadas.
Atualmente, a Bahia soma 85 decretos de emergência em vigor: 65 por estiagem, 18 por chuvas fortes, um por enxurrada e um por alagamento.
Confira os municípios afetados:

A Prefeitura de Feira de Santana, através da Secretaria Municipal de Saúde, prossegue na próxima semana com a vacinação itinerante na zona rural do município. Também está previsto ações em locais estratégicos, a exemplo do Centro de Convivência para Idosos Dona Zazinha Cerqueira, no bairro Muchila, e o Lar do Irmão Velho, na Santa Mônica.
A equipe de saúde da Divisão de Controle Epidemiológico estará em Jaguara, na terça-feira (8), das 8h ao meio-dia, garantindo a vacinação dos moradores dos povoados Sete Portas e Curuca. Na quarta-feira (9) será a vez de garantir a imunização em Tiquaruçu, nos povoados Socorro, Calandro, Tanque Grande e Fazenda Bandeira.
Já na quinta-feira (10), a vacinação contra a Influenza vai ocorrer nas localidades Caboronga e Gameleira, em Bonfim de Feira. Neste dia também serão vacinadas as pessoas acamadas que residem no distrito. No povoado da Barra, em Jaguara, a ação vai acontecer na sexta-feira (11), sempre das 8h ao meio-dia.
“A estratégia é para garantir que todas as pessoas que estão aptas para receber a vacina sejam assistidas. Ninguém ficará de fora da vacinação contra gripe, conforme determinação do prefeito José Ronaldo”, afirma o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos.
Devem receber a dose, pessoas acima de 60 anos, crianças entre seis meses e seis anos, gestantes, além dos grupos prioritários, a exemplo de professores, caminhoneiros, pessoas em situação de rua, puérperas, trabalhadores do transporte rodoviário e profissionais de segurança.
AÇÃO CONCENTRADA
Além da mobilização nos distritos, a dose da esperança também será levada a locais estratégicos na sede do município na próxima semana.
Entre eles, nos hospitais D. Pedro de Alcântara e Cleriston Andrade, na segunda-feira (7), e, na quinta-feira (10), no Centro de Convivência para Idosos Dona Zazinha Cerqueira, às 10h, e no Lar do Irmão Velho às 14h.
Já no dia 17 (quinta-feira), a partir das 7h30, haverá uma grande ação concentrada para vacinação de professores na Secretaria Municipal de Educação.
Vale lembrar que a vacina também está disponível em todas as 103 salas de imunização que estão distribuídas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Saúde da Família (USF).

Diante do baixo nível do estoque de plaquetas, a Hemoba promove uma campanha para mobilizar as pessoas a doarem regularmente este hemocomponente, já que tem validade de apenas cinco dias. A Fundação recebe uma média mensal de 73 doações de plaquetas, quando atualmente há a necessidade de uma média de 105 doações.
A transfusão de plaquetas beneficia pacientes em tratamento para leucemias e outros tipos de câncer, os submetidos a transplante de medula óssea, a cirurgias cardíacas, as vítimas de trauma e queimaduras, dentre outros. Em 2024, foram 872 doações.
O processo leva entre 60 a 90 minutos e pode ser realizado uma vez a cada 15 dias, totalizando 24 vezes ao ano. Para doar plaquetas é necessário preencher os mesmos requisitos exigidos para uma doação de sangue, além de ter realizado pelo menos uma doação sanguínea nos últimos 12 meses, não ter utilizado nenhum medicamento que contenha ácido acetilsalicílico (AAS, Melhoral, Sal de Frutas, Engov, Coristina D, Cibalena, Aspirina) ou antiinflamátorios até sete dias antes da doação e pesar no mínimo 60 kg.
A Fundação recomenda a doação por aférese, procedimento que separa e coleta componentes do sangue, como plaquetas, glóbulos vermelhos ou plasma, tendo em vista que contém 6 a 8 vezes mais plaquetas do que uma doação comum e parte delas pode ser doada sem causar qualquer impacto negativo à saúde do doador.

Usuários do transporte coletivo urbano de Feira de Santana passam a contar, a partir desta sexta-feira (04), com mais um moderno ônibus climatizado e com plataforma elevatória para cadeirantes. O veículo, da empresa São João, já está atendendo a linha 022, para o bairro Nova Esperança.
A substituição do veículo, com a introdução de um novo ônibus com ar-condicionado, conforme o diretor da empresa São João, Abel Soares, faz parte do programa de reordenamento e modernização do sistema de transporte coletivo urbano desenvolvido pela empresa em sintonia com o Governo do prefeito José Ronaldo.
Abel Soares informa que gradativamente estão sendo substituídos todos os ônibus mais simples por outros modernos, com ar-condicionado e plataformas elevatórias para cadeirantes. “Além disso, todos os ônibus possuem poltronas estofadas, para mais conforto e segurança dos passageiros que utilizam o serviço da São João”, destacou o empresário.
Além de atender ao bairro Nova Esperança, o novo ônibus da linha 022 da empresa São João também atende, no percurso curso, o bairro Rua Nova e o Complexo de Condomínios Flor do Sertão.

A Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou, nesta sexta-feira (4), um parecer que passará a orientar a atuação do cônjuge dos presidentes da República. O documento foi feito a pedido da Casa Civil do governo Lula após críticas sobre gastos envolvendo a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.
A AGU reconhece que os cônjuges têm direito a atuação “de interesse público” e diz que sua função deve ser voluntária e não remunerada. E que deve haver prestação de contas de viagens e de uso de recursos públicos relacionados ao cônjuge e à sua equipe.
O parecer recomenda a divulgação da agenda de compromissos públicos em site oficial, bem como das informações de despesas e viagens por meio do Portal da Transparência.
– O cônjuge do presidente, em sua atuação de interesse público, apresenta natureza jurídica própria que decorre do vínculo civil mantido com o chefe de Estado e de Governo. Assim, o cônjuge exerce um papel representativo simbólico de caráter social, cultural, cerimonial, político e/ou diplomático em nome do presidente – diz a AGU.
O texto diz que a atuação do cônjuge é pautada pelos princípios da administração pública – legalidade, imparcialidade, moralidade, publicidade e eficiência. E prevê a análise, caso a caso, “da eventual incidência de restrição constitucional ou legal de acesso a informações, nas situações em que houver a necessidade de resguardar a segurança e/ou a intimidade do cônjuge presidencial”.
O parecer deve orientar a atuação da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, cuja presença em eventos internacionais e falta de transparência nos gastos de sua equipe têm sido alvo de críticas.
O Estadão mostrou que o governo desembolsou R$ 203,6 mil para custear a estadia da comitiva de Janja em Paris. A primeira-dama, que não exerce cargo oficial no governo federal, foi representante do Brasil em eventos como as Olimpíadas de Paris e a Cúpula do G-20.
No último mês, Janja também esteve em Roma, na Itália, para participar do evento pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário (Fida), como colaboradora do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). As passagens aéreas de ida e de volta da primeira-dama, que voou de classe executiva de Brasília à capital italiana, custaram ao contribuinte R$ 34,1 mil.
A primeira-dama desistiu de viajar a Nova Ioque, na última semana, para chefiar a delegação brasileira e discursar na Organização das Nações Unidas (ONU), como representante do Brasil. O governo Lula organizava a participação da primeira-dama com líder da comitiva a ser enviada pelo País à 69ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW). Nos bastidores, a queda de popularidade de Lula e da própria Janja pesou na decisão.
Sem um cargo formal para representar o governo institucionalmente, Janja tem encontrado dificuldades para atuar numa área em que ela se familiariza, a agenda social. Em março, a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu que Janja tenha um “cargo honorífico” no governo Lula. Na sua avaliação, é “injustiça” o que se faz com a primeira-dama em relação aos pedidos de informação sobre sua agenda, e ataques.
Como mostrou o Estadão, apesar de não ter cargo formal no governo, Janja, na prática, tem uma equipe de ao menos 12 pessoas à sua disposição. O grupo inclui assessora de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e um militar como ajudante de ordens.
*Com informações AE

Basta fazer uma rápida compra no mercado, seja em grandes capitais ou em pequenas e médias cidades do país, para entender por que o preço dos alimentos está entre as maiores preocupações do cidadão comum e virou um desafio permanente para o governo Lula, afetando negativamente a avaliação do presidente.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, ficou em 0,64% em março, desacelerando em relação à taxa de fevereiro (1,23%). Apesar de perder força, o indicador foi alavancado pela resiliência da inflação do grupo de alimentos e bebidas, que avançou 1,09% e respondeu por 0,24 ponto percentual do IPCA-15 no mês passado.
Em fevereiro deste ano, ainda segundo o IBGE, a inflação dos alimentos havia sido de 0,61%. No acumulado de 12 meses até março, a alta é de 7,42% – bem acima dos 5,26% registrados pelo IPCA-15 no mesmo período.
Segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação no Brasil para este ano é de 3%. Como há um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ela será cumprida se ficar entre 1,5% e 4,5%.
De acordo com especialistas ouvidos pelo Metrópoles, uma combinação de fatores explica o aumento nos preços dos alimentos no Brasil, em um fenômeno que já não é tão recente e se agravou nos últimos anos. Eventos climáticos extremos, com períodos de chuvas mais intensas ou de secas prolongadas, acabaram influenciando diretamente a oferta e o volume da produção. Além disso, a demanda por produtos do agro brasileiro ficou mais aquecida tanto no mercado interno quanto no externo.
“À medida que a inflação de alimentos se sustenta acima da inflação média, isso significa que colocar alimento na mesa está pesando mais para as famílias. Se os salários são corrigidos pelo IPCA médio e os alimentos sobem mais do que esse índice, essa remuneração não acompanha a inflação de alimentos. Você tem de gastar mais para consumir a mesma quantidade de comida”, explica o economista André Braz, coordenador dos Índices de Preços do FGVIbre.
“De 2020 para cá, tivemos a pandemia, que criou graves problemas nas cadeias produtivas globais. O custo para que os alimentos chegassem à mesa das famílias aumentou muito. Depois tivemos eventos climáticos sérios, como a crise hídrica de 2021, que elevou o preço dos alimentos por causa da pouca chuva”, observa Braz. “Em 2022, tivemos a guerra entre Rússia e Ucrânia, que também elevou os preços de algumas commodities, encarecendo as carnes em geral. Em 2023, houve até uma queda no preço dos alimentos, mas muito pequena frente ao aumento acumulado. E, finalmente, em 2024, tivemos o El Niño, que resultou em fortes chuvas, e o La Niña, que secou algumas áreas do país, levando à quebra da safra de café.”
O fenômeno El Niño, por exemplo, provoca o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, causando profundas alterações nos padrões climáticos globais – o que afeta diretamente a agricultura. No Brasil, regiões como o Norte e o Nordeste ficaram mais secas, enquanto o Sul do país sofreu com o excesso de chuvas, como ocorreu entre abril e maio do ano passado na tragédia climática do Rio Grande do Sul.
Outro fator que ajuda a explicar a inflação persistente dos alimentos no Brasil é o aumento da demanda interna, provocado pelo aquecimento da economia. Segundo dados divulgados pelo IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 3,4% em 2024, depois de já ter avançado 3,2% no ano anterior. A taxa de desemprego no país, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), ficou em 6,8% em fevereiro – o menor nível para o mês desde 2014.
“Nos últimos anos, a economia brasileira vive uma fase bastante aquecida, com índices fortes de crescimento. Quando olhamos para o desemprego atual, é uma taxa baixa para os padrões brasileiros”, afirma André Diz, professor de MBA do FGV Agro. “Tudo isso sinaliza uma economia aquecida, com o mercado de trabalho crescendo no número de ocupados e no salário médio. Uma parte disso [inflação dos alimentos] é por causa do crescimento da economia brasileira. Esse crescimento da renda acaba se materializando na forma de demanda por alimentação”, explica.
No ano passado, o mercado aquecido foi um dos responsáveis pelo aumento no preço da carne. A procura interna pela proteína foi grande, ao mesmo tempo em que diversos fornecedores do exterior – como os Estados Unidos e a Austrália – recorreram ao Brasil para suprir problemas de suas produções.
Outra explicação apontada pelos analistas é a valorização do dólar frente ao real observada no fim do ano passado. A alta da moeda norte-americana em relação à brasileira é considerada determinante para o aumento do preço doméstico dos alimentos, que está ligado aos valores praticados no mercado internacional (determinados em dólar).
Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o dólar fechou o ano passado cotado a R$ 6,10, uma alta de 24% em relação ao valor do início de 2024 (R$ 4,91). Essa trajetória se acentuou a partir de novembro, quando o governo federal apresentou um pacote fiscal que projetava uma economia de R$ 70 bilhões em 2 anos. O valor foi considerado insatisfatório pelo mercado, cuja percepção negativa aumentou ainda mais com o anúncio, em paralelo, da proposta de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem recebe até R$ 5 mil.
“O que fica na conta do governo é a questão cambial. As razões que justificam a desvalorização cambial têm a ver com os riscos que a nossa economia impõe aos investidores. O risco do momento é o fiscal”, aponta André Braz, do FGV Ibre.
“Há uma dívida pública crescente e não se tem certeza de como ela será reduzida no médio ou longo prazo. Essa falta de uma política fiscal mais austera é o que sustenta a nossa taxa de câmbio em um patamar de forte desvalorização”, analisa. “E já esteve muito pior, chegando a R$ 6,30 no início deste ano. A taxa de câmbio já se recuperou um pouco, mas ainda segue muito desvalorizada. Poderíamos ter uma moeda mais fortalecida, o que nos ajudaria muito a diminuir a inflação de alimentos.”
Em meio à queda na aprovação do governo federal e na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Executivo anunciou, no começo de março, uma série de medidas para tentar conter a escalada dos preços da comida, como a isenção do imposto de importação de um grupo de alimentos: carnes desossadas de bovinos, café torrado, café em grão, milho em grão, azeite de oliva extravirgem, açúcares de cana, massas, bolachas, biscoitos e óleo de girassol.
“Esses alimentos que o governo colocou na lista, de fato, começaram a apresentar uma inflação cada vez mais baixa desde o início de março. Mas não creio que isso seja responsabilidade da tarifa zero, pelo menos por enquanto. Já estavam em curso efeitos para desacelerar o preço desses alimentos. Ele começou a subir menos porque já tinha chegado ao seu limite”, explica André Braz. “O café, por exemplo, subiu tanto que agora não tem mais razão para subir mais, vai equilibrar. Estamos vendo uma desaceleração da inflação desses alimentos justamente pela falta de espaço para aumentos maiores. Eles continuam subindo de preço, mas em patamar cada vez menor”, afirma.
No caso do café, por exemplo, a escalada dos preços observada nos últimos tempos é decorrente da falta de chuvas durante os períodos de desenvolvimento das lavouras. Não foram poucos os produtores que tiveram de aumentar seus gastos com a produção, em busca de novas técnicas para a manutenção das lavouras. Além disso, houve aumento das exportações em 2024, com o recorde de 50,4 milhões de sacas de 60 quilos. Com o aumento da procura, o preço subiu. “Tivemos uma exportação recorde, o que gera um desafio para a inflação de alimentos. Exportando muito, falta alimento aqui”, diz Braz.
De fato, depois de engatarem altas durante quatro meses, renovando sucessivos recordes, os preços do café fecharam o mês de março em baixa no Brasil, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). No mês passado, a média de preço do café arábica, variedade mais consumida no Brasil, ficou em R$ 2.547,71 por saca de 60 quilos. O resultado representou uma queda de 3,16% (ou cerca de R$ 80 por saca) em relação a fevereiro.
Para André Braz, a expectativa é a de que a inflação dos alimentos desacelere até o fim do ano, mas dificilmente haverá uma queda dos preços no curto ou médio prazo. “Pode ser que os preços subam menos do que se estimava. No começo do ano, se esperava uma alta de 10% a 11% para alimentos em 2025. Pode ser que fique entre 6,5% e 7%. Mesmo assim, é muita inflação para alimentos em um ano só, considerando que a nossa meta de inflação é de 3%”, diz.
“Mesmo que o preço de alguns alimentos caia um pouco, isso não compensa tudo o que o consumidor pagou de reajuste nos últimos anos. Essa eventual queda não é percebida no dia a dia”, prossegue. “Vamos continuar com uma pressão expressiva de alimentação na inflação de 2025. E a solução do problema só virá quando tivermos um clima mais ameno, mais favorável às nossas culturas, e com o encaminhamento de políticas que façam nossa agricultura ganhar em produtividade.”
Informações Metrópoles

O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), está tentando ganhar tempo para não pautar a anistia aos presos do 8 de janeiro.
Sóstenes obteve 178 assinaturas de parlamentares, das 257 necessárias, para fazer tramitar a urgência da proposta. Esse avanço ocorre apesar do recuo de Motta sobre a anistia.
“Na minha avaliação, o presidente Hugo Motta quer ganhar tempo para buscar uma solução que não terá”, disse o líder do PL na Câmara.“Ele está esticando a corda do tempo e não vai resolver o problema. Esse é um assunto que o plenário precisa deliberar.”
O líder do PL afirmou, com exclusividade a Oeste, que Motta pediu a representantes de diferentes partidos que não assinassem o requerimento de urgência. “Enquanto isso, estou fazendo o trabalho formiguinha, um a um.”
O parlamentar falou sobre a dificuldade para se reunir com o presidente da Câmara nesta semana. Depois de insistir por uma audiência que antecedesse a reunião de líderes, o deputado foi recebido, na quarta-feira 2, às 23h. O paraibano não fechou questão sobre a proposta, tampouco a defendeu diante do colégio de líderes.
Embora tenha evitado receber o deputado para uma conversa reservada no começo da semana, Motta posou para fotos ao lado dos ministros do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino e Alexandre de Moraes, em evento no Senado.
Enquanto Sóstenes mantém confiança no avanço das articulações pela anistia, líderes começam a dar sinais de que podem ceder à pressão da base governista e do lobby contra a proposta.
Partido presidido pelo senador Ciro Nogueira, o PP está dividido entre oposição e centrão. “O presidente do meu partido foi chefe da Casa Civil de Bolsonaro”, declarou o líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho (RJ). “A pauta tem apelo político, mas entendemos que extrapola nossa função constitucional.”
Luizinho também alegou falta de articulação prévia por parte do líder do PL, em relação à proposta. “Tinha de ter nos procurado antes.”
Informações Revista Oeste
![Mega-Sena tem novo sorteio programado para o sábado, dia 1] de março | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil](https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/02/Mega-Sena-300-712x370.jpeg)
A Caixa Econômica Federal realiza a partir das 20 horas deste sábado, 5, o sorteio das seis dezenas da Mega-Sena. A extração é referente ao concurso 2849. O valor da premiação deve chegar a R$ 60 milhões. A quantia se deve principalmente em razão de ninguém ter acertado a sena no último concurso, o de número 2848. Assim, além das novas apostas, há o valor acumulado.
O sorteio vai ocorrer no Espaço da Sorte, que fica na Avenida Paulista, em São Paulo. A Loterias Caixa transmite o processo de extração dos números ao vivo. Para acompanhar, basta acessar o canal da Caixa no YouTube, neste link.
Os participantes devem selecionar de 6 a 15 números dentre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima permite a escolha de 6 números, enquanto apostas com mais números aumentam as chances de ganhar e, assim, consequentemente o valor da aposta. Veja os valores e desse modo entenda melhor como funcionam as probabilidades
As apostas podem ser realizadas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio. Os sorteios ocorrem às 20h, geralmente às quartas-feiras e sábados. É importante, dessa forma, estar atento aos horários para garantir a participação no concurso desejado. Locais para apostar:
Informações Revista Oeste

Mesmo diante da recente queda nos mercados financeiros ao redor do mundo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou nesta sexta-feira (4) seu compromisso com a política tarifária que tem adotado e descartou qualquer mudança de postura.
“Para os muitos investidores que estão vindo para os Estados Unidos e investindo grandes quantias de dinheiro, minhas políticas nunca mudarão. Este é um ótimo momento para ficar rico, mais rico do que nunca!”, escreveu Trump em sua conta na rede Truth Social.
A declaração ocorre em meio a dois dias de turbulência nas bolsas globais, que reagiram ao anúncio feito na última quarta-feira (2) sobre a imposição de novas tarifas de importação. As taxas anunciadas por Trump variam entre 10% e 50% e se aplicam a produtos de todos os países.
Informações Bahia.ba