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Os casos registrados de Covid-19 em toda a zona rural de Feira de Santana – 125 conforme o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (10) – representam 2,5% do total confirmado no município: 4.979. Os dados por bairros e localidades de Feira de Santana foram atualizados pela Prefeitura através da Divisão de Vigilância Epidemiológica, órgão da Secretaria Municipal de Saúde.

Dentre as localidades rurais o distrito de Humildes é o que registra mais casos, com 61 confirmações. Na sequência aparecem Matinha e Maria Quitéria, com 19 registros cada. Tiquaruçu tem 12 casos confirmados e Jaíba 7. Aparecem com um caso confirmado: Bonfim de Feira, Jaguara e os povoados Mantiba, Tapera e Areia.

Na zona urbana os casos continuam pulverizados em todas as regiões da cidade. O bairro SIM encabeça a lista com 331 confirmaçõe, seguido pelo Tomba com 301, Mangabeira com 190, Jardim Cruzeiro com 185, e Campo Limpo com 170. Confira no link abaixo a relação completa.


Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana

NÚMEROS DESTA SEXTA-FEIRA, 10 de julho de 2020
Casos confirmados no dia: 53
Pacientes recuperados no dia: 51
Resultados negativos no dia: 83
Alta hospitalar no dia: 06
Óbitos comunicados no dia: 01
Data do óbito: 09/07
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 são feitos quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 2.322
Total de casos confirmados no município:4.979 (Período de 06 de março a 10 de julho de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.253
Total de pacientes hospitalizados no município: 69
Total de recuperados no município: 2.575
Total de exames negativos: 4.799 (Período de 06 de março a 10 de julho de 2020)
Aguardando resultado do exame: 359
Total de óbitos: 82



Com Patrícia Sales


Os jornalistas Rodrigo Capelo e Martin Fernandez entrevistaram o dirigente do Bahia, Guilherme Bellintani, sobre a MP 984/2020, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, que muda provisoriamente as regras para a negociação dos direitos de transmissão do futebol. Bellintani posicionou-se favoravelmente ao conteúdo e explicou por que gostaria da mudança nas regras. Guilherme também adiantou planos sobre plataforma para transmissão de jogos ao “sócio digital”.

Rotativo News
com informações Globo Esporte

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Vários protestos contra o governo de Alberto Fernández foram realizados nesta quinta-feira (9) em meio à prolongada quarentena na Argentina, logo após o presidente do país ter pedido união para enfrentar a COVID-19.

Uma multidão se reuniu no Obelisco de Buenos Aires, atendendo a uma convocação feita pelas redes sociais em defesa das “liberdades individuais”, uma mobilização que foi repetida em diferentes cidades do país em pleno feriado da Independência.

“Não se pode parar a justiça não pode ser parada. Isso é o pior, paralisar um dos poderes mais importantes. Nem podemos deixar de trabalhar, a saúde importa, mas também a economia. Um não fica sem o outro. O Estado não está lá para nos deixar paralisados, não é assim que ele cuida de nós “, disse à AFP José Carlos Vélez, 49 anos, que participou dos protestos no centro da capital argentina.

Entre buzinaços e exibindo bandeiras do país, os participantes do movimento, muitos sem máscaras, apresentaram uma ampla gama de reivindicações.

“Para mim, o combate à doença é mal administrado desde o início. Como ficaremos presos por 110 dias? Temos 1.500 mortos e não é tanto. Quantos mortos temos por outras doenças? Não somos ricos, temos que trabalhar”, lamentou Rubén Aguirre, um taxista de 51 anos.

O presidente Fernández repete que, com o isolamento social obrigatório, em vigor desde 20 de março, “vidas foram salvas” na Argentina, pois deu tempo para melhorar a infraestrutura e até agora era possível evitar o colapso do sistema de saúde.

Ele também insiste que o que afeta a economia é a pandemia, além da quarentena, o que vai levar a Argentina registrar um queda de quase 10% em 2020.

Nos protestos, a vice-presidente Cristina Kirchner, que também governou o país entre 2007 e 2015, e até a campanha para a legalização do aborto foram alvos das reclamações.

“Temos uma senadora, vice-presidente, ladra, assassina”, disse à AFP uma mulher de 67 anos que não quis revelar seu nome.

“Não ao abuso”, “Nova normalidade = miséria”, eram frase escritas em faixas e cartazes.

Na semana passada, Angel Spotorno, um aposentado de 75 anos que organizou e participou de marchas “antiquarentena”, morreu de coronavírus e disse que “os comunistas não precisavam voltar”, declarou um membro da família à imprensa.

A Argentina registra 87.017 casos da COVID-19 e 1.707 mortes, em um país de 44 milhões de habitantes.

Fonte: IstoÉ


A embaixada da China no Cazaquistão alertou seus cidadãos a tomar precauções contra um surto de pneumonia no país que, segundo o órgão, é “mais letal que a Covid-19”.

A entidade afirmou em comunicado na sua conta oficial do WeChat na noite de quinta-feira que houve um “aumento significativo” de casos nas cidades de Atyrau, Aktobe e Shymkent desde meados de junho.

A pneumonia no Cazaquistão matou 1.772 pessoas na primeira metade do ano, com 628 mortes somente em junho, incluindo cidadãos chineses, informou a embaixada.

Ainda não está claro se é causado por um vírus relacionado ao novo coronavírus ou por uma cepa diferente. A embaixada disse que o Ministério da Saúde do Cazaquistão e outras instituições de saúde estão agora realizando um “estudo comparativo”, mas ainda não há conclusões.

De acordo com um relatório divulgado na terça-feira pela Kazinform, a agência de notícias estatal do Cazaquistão, o número de casos de pneumonia “aumentou 2,2 vezes em junho, em comparação com o mesmo período de 2019”.

Segundo o jornal chinês Global Times, o Ministério das Relações Exteriores do Cazaquistão “não respondeu a perguntas sobre o aviso da embaixada chinesa”.

O Cazaquistão registrou mais de 50.000 casos confirmados da Covid-19, incluindo 264 mortes. O número de novos casos aumentou para um recorde diário de 1.962 na quinta-feira, informou a Kazinform.

Fonte: CNN


Uma professora da rede municipal de ensino de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, será indenizada em R$ 30 mil por ter sido assaltada em sala de aula. A professora conta que, no dia 3 de abril de 2017, por volta das 20h30, enquanto ministrava aula no Colégio Municipal São Tomáz de Cantuário, três pessoas invadiram a sala, a ameaçaram com uma arma de fogo e roubaram bolsa e outros pertences pessoais, incluindo um aparelho celular.

Por conta do assalto, a professora desenvolveu um quadro de depressão, tendo que ser afastada das funções do magistério para fazer um tratamento psicológico. O assalto foi registrado na18ª Delegacia de Polícia Civil. Ela entrou com uma ação para ser indenizada em R$ 500 mil pela municipalidade. O caso foi julgado pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que manteve a decisão de 1º grau.

Em sua defesa, o Município alegou que não houve “negligência ou descaso do poder público municipal” e, por isso, pediu a improcedência dos pedidos. Outro argumento apresentado é pela responsabilidade civil subjetiva do Estado por omissão e vedação ao enriquecimento sem causa, “tratando-se de responsabilidade pelo fato de terceiro”.

Uma testemunha, que trabalhava como auxiliar de disciplina, confirmou o assalto na escola, tendo comunicado a presença das pessoas estranhas na unidade de ensino, que, por sua vez, comunicou os fatos à Polícia Militar. O policiamento, entretanto, só chegou ao local uma hora depois, quando os assaltantes já haviam saído do local. Para o juiz César Augusto Borges de Andrade, da 1ª Vara da Fazenda Pública, houve omissão do poder público municipal em “fornecer segurança no referido estabelecimento de ensino público, para alunos e professores”, resultando em um roubo de uma servidora “no momento em que exercia as suas funções públicas do magistério”.

O juiz ainda assinalou que, durante a audiência, diversos alunos estiveram presentes e contaram que foram roubados e ameaçados com armas de fogo, mas que não chegaram a registrar queixa na polícia. Desta forma, o juiz acatou parcialmente o pedido da autora para ser indenizada em R$ 30 mil pela municipalidade, com as devidas correções na forma da lei até o efetivo pagamento.

O Município e a professora recorreram da decisão. O Município, para ser absolvido, a autora, por sua vez, para elevar a indenização. O recurso foi relatado pelo juiz substituto Manuel Carneiro Bahia de Araújo. O Município alegou que “não há pertinência da Administração para atribuir o dever de indenizar”. Entretanto, para o colegiado, ficou configurado a “responsabilização na omissão do Município apelante em adotar as providências necessárias para evitar a ocorrência de evento o relatado, uma vez que não pode o ente público se distanciar do seu dever de zelar pela segurança dos seus servidores e das pessoas que frequentam suas repartições”.

Fonte: Site Bahia Notícias


O ex-secretário de Saúde da gestão de Wilson Witzel no governo do Rio de Janeiro, Edmar Santos, foi preso na manhã desta sexta-feira (10) durante uma operação realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Santos é investigado por suspeita de irregularidades nos contratos de Saúde, entre elas a compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19.

A prisão do ex-gestor da Saúde aconteceu em Itaipava, distrito da cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Além da prisão, os agentes do MP também cumprem mandados no endereço da residência de Santos, em Botafogo, na Zona Sul da capital fluminense.

Na última semana, a Justiça determinou a quebra do sigilo bancário e bloqueio dos bens do ex-secretário. Também na última semana, ele se recusou a responder as perguntas feitas pelas Comissões de Fiscalização dos Gastos do Estado, da Assembleia Legislativa do RJ (Alerj), contra a Covid-19 e de Saúde durante uma sessão virtual virtual.

Santos foi exonerado no dia 17 de maio. A decisão do governador Wilson Witzel foi motivada por conta dos atrasos e problemas nas entregas dos hospitais de campanha, incluindo o desgaste provocado por denúncias de fraudes na licitação para a compra de respiradores.


Agência Brasil – O presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 3 bilhões a estados, municípios e ao Distrito Federal para o pagamento do auxílio financeiro ao setor cultural. A MP nº 990/2020 foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União.

A Lei nº 14.017/2020, que instituiu o auxílio, chamada de Lei Aldir Blanc, foi sancionada por Bolsonaro no final do mês passado. As atividades do setor – cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros – foram umas das primeiras a parar, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país.

O texto da lei prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Os estados, municípios e o Distrito Federal serão os responsáveis pela distribuição dos recursos, de acordo com os critérios definidos na lei.

De acordo com a MP publicada hoje, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública). A MP tem força de lei a partir de sua publicação, mas ainda depende de aprovação do Congresso Nacional.