O técnico Tite anunciou no início da tarde desta sexta-feira (18), a lista dos 23 convocados da Seleção Brasileira para os dois primeiros confrontos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. No dia 9 de outubro, o Brasil enfrenta a Bolívia, na Neo Química Arena, em São Paulo (SP). O segundo jogo será contra o Peru, fora de casa, no dia 13.
A grande novidade na lista do treinador é Gabriel Menino. Apesar de ser jogador de meio de campo, o atleta de 19 anos foi convocado atuar na lateral-direita, papel que também cumpre, quando necessário, no Palmeiras.
Além de Gabriel Menino, outros quatro atletas que atuam no futebol brasileiro foram convocados: os goleiros Santos (Athletico-PR) e Weverton (Palmeiras), o zagueiro Rodrigo Caio (Flamengo) e o meia Éverton Ribeiro (Flamengo).
A internet é assim: vacilou vira meme, cancelamento e até música. O suposto comentário do cantor Vitão em uma postagem do ex-casal Luísa Sonza e Whindersson Nunes inspirou a música Meu Casal, composição dos baianos Juan e Rafael, num feat com o goiano Dom Vittor. Em menos de 24h o hit viralizou.
Os irmãos Juan e Rafael viajaram para Goiânia para gravar a música em ‘homenagem’ à polêmica. O clipe será gravado na noite desta quarta-feira (16) no Restaurante Alabama, na capital de Goiás. O vídeo será lançado ainda esta semana no YouTube e a música estará disponível em todas as plataformas digitais. Confira um trecho da música abaixo.
Artistas como Marília Mendonça e Wesley Safadão, Léo Santana, Tierry e João Bosco & Gabriel procuraram os baianos para parabenizar. Após lançada, a música é uma aposta da dupla baiana.
A dupla Juan & Rafael é um dos destaques regionais do novo arrocha e tem composições interpretadas por grandes nomes nacionais como Jorge & Mateus, com a canção “Olhares sinceros”, Wesley Safadão com o hit “Casado, namorando, solteiro” e Tayrone com a música “Diarista”. A carreira dos músicos é gerenciada pela Warner Music Brasil.
Neste sábado, 19, a vacinação antirrábica estará concentrada nos bairros Tanque da Nação, Jardim Cruzeiro, Morada Tropical, Feira IX, Expansão do Feira IX, Nova Esperança, George Américo, Gabriela, Asa Branca e Homero Figueiredo.
A equipe do CCZ vai realizar a vacinação das 8h às 13h, em praças e postos de saúde, conforme relação abaixo. A programação é de rotina e segue durante o mês.
Esse ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, a imunização dos animais também pode ser feita no esquema drive-thru, na sede do CCZ, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n, de segunda a sexta -feira, das 8h às 15h. Durante esse período, o atendimento aos sábados é das 08h às 13h.
Vale destacar que algumas orientações já estão sendo passadas aos donos de cães e gatos. Serão imunizados os animais a partir dos três meses; é importante levar o cartão de vacinação; os gatos devem ser transportados em caixas apropriadas enquanto os cães em coleiras ou correntes.
O CCZ informa ainda que os animais doentes ou debilitados, que tomam corticoide ou antibiótico, não poderão tomar a vacina. Os responsáveis devem manter o distanciamento social, usar máscaras e evitar levar crianças.
Locais de vacinação:
TANQUE DA NAÇÃO — POSTO DE SAÚDE E ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
JARDIM CRUZEIRO — UBS JARDIM CRUZEIRO, FINAL DE LINHA (RUA BARROLÂNDIA) E PRAÇA DA IGREJA SENHOR DO BONFIM
MORADA TROPICAL — POSTO DE SAÚDE
FEIRA IX — POSTO DE SAÚDE I E II
EXPANSÃO DO FEIRA IX — POSTO DE SAÚDE I E II
NOVA ESPERANÇA — POSTO DE SAÚDE
GEORGE AMÉRICO — PRAÇA PRINCIPAL DO CONJUNTO GEORGE AMÉRICO, PRAÇA PRÓXIMA À POLICLÍNICA E POSTO DE SAÚDE I E II
GABRIELA — POSTO DE SAÚDE I, II E III
ASA BRANCA — POSTO DE SAÚDE I, II, III E IV
HOMERO FIGUEIREDO — POSTO DE SAÚDE
CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES — ATENDIMENTO DRIVE-THRU
Casos confirmados no dia: 18 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 30 Alta hospitalar no dia: 0 Óbito comunicado no dia: 0A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.NÚMEROS TOTAISTotal de pacientes ativos: 674 Total de casos confirmados no município: 9.810 (Período de 06 de março a 18 de setembro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 641 Total de pacientes hospitalizados no município: 33 Total de recuperados no município: 8.927 Total de exames negativos: 11.011 (Período de 06 de março a 18 de setembro de 2020) Aguardando resultado do exame: 264 Total de óbitos: 209
Investigadores da Organização das Nações Unidas (ONU) concluíram que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e algumas autoridades chavistas foram responsáveis por diversos abusos dos direitos humanos, como assassinatos, tortura e até estupro. Em relatório de 411 páginas, divulgado nesta quarta-feira, 16, os profissionais da ONU afirmaram que esses métodos são consideradas crimes contra a humanidade. Eles, no entanto, recomendaram apurações mais detalhadas sobre os casos relatados no documento. Uma missão de três membros nomeada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU disse que “havia motivos razoáveis para acreditar” que Maduro, os ministros do Interior, Néstor Reverol, da Defesa, Vladimir Padrino López, e os diretores dos serviços de segurança e inteligência da Venezuela “ordenaram ou contribuíram para detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, tortura de opositores e execuções extrajudiciais”.
De acordo com a missão da ONU, a cúpula do regime chavista não fez nada para evitar os abusos, embora tivesse poderes para isso. O relatório lista pelo menos 3 mil casos, que ocorreram desde 2014, quando a oposição ganhou força e as autoridades chavistas recorreram a táticas cada vez mais brutais para permanecer no poder. Opositores, parentes e amigos foram perseguidos, afirmaram os investigadores. Os serviços de segurança também mataram pessoas como parte da repressão antes das eleições para a Assembleia Nacional, em 2015. “Longe de serem atos isolados, esses crimes foram coordenados e cometidos de acordo com as políticas do Estado, com o conhecimento ou apoio direto de comandantes e altos funcionários do governo”, disse Marta Valiñas, jurista portuguesa que presidiu a missão.
Os investigadores afirmaram que as informações recebidas demonstram que Maduro, Reverol e Padrino López, durante o período examinado, sabiam dos crimes e “deram ordens, coordenaram atividades e forneceram recursos para a execução dos planos”. “A extensão do envolvimento nesses crimes deve ser investigada e a determinação de responsabilidade criminal individual – seja na jurisdição nacional ou internacional – deve ser feita pelas autoridades judiciais competentes”, diz o texto. O relatório, que será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos em Genebra na próxima semana, faz uma crítica devastadora a Maduro no momento em que ele tenta estabelecer pontes com o restante do mundo, como forma de melhorar a sua imagem e a sua legitimidade e, assim, diminuir a pressão das sanções americanas sobre a Venezuela.
Em agosto, o governo chavista libertou 50 opositores e disse que encerraria os processos contra dezenas de políticos e ativistas, em uma tentativa de evitar um boicote da oposição às eleições legislativas planejadas para dezembro. Entre os que foram libertados estava Juan Requesens, acusado de envolvimento em uma fracassada conspiração para o assassinato de Maduro, em 2018. Ele foi para prisão domiciliar. O governo também intensificou a cooperação com a ONU no ano passado, permitindo que os investigadores visitassem várias prisões e entrevistassem detidos, prometendo investigar as alegações de execuções extrajudiciais e de manifestantes. Michelle Bachelet, a alta-comissária da ONU para os direitos humanos, disse que sua equipe visitou, na semana passada, os principais centros de detenção do Serviço Nacional de Inteligência Bolivariano (Sebin) e da Diretoria Geral de Contrainteligência Militar. O governo, porém, não cooperou com a missão, um órgão independente que se reporta ao Conselho de Direitos Humanos. Os investigadores disseram que não tinham permissão para visitar a Venezuela e não receberam resposta a pedidos de reuniões e de informações.
As conclusões tiveram como base 274 entrevistas com vítimas, parentes, advogados, membros do Judiciário e ex-funcionários dos serviços de segurança, bem como vídeos certificados, imagens de satélite e conteúdo de mídia social. A missão também informou que ativistas e opositores presos foram levados para a sede do Sebin e para outros prédios de Caracas, onde foram torturados, espancados, asfixiados com sacos plásticos, mutilados e receberam choques elétricos. Em sete casos, os interrogadores usaram violência sexual, incluindo estupro, contra detidos – homens e mulheres – para obter confissões. Um funcionário do Sebin disse que as ordens vinham de Maduro e Diosdado Cabello, o líder do partido governista. A tortura era praticada na presença ou sob a supervisão de altos funcionários, incluindo o chefe da Diretoria de Investigações Estratégicas e outros comissários.
A missão colocou Maduro, Reverol e Padrino López em uma lista de 45 pessoas que deveriam ser investigadas e processadas por cometer crimes ou por dar ordens, definir políticas ou fornecer recursos para as execuções. “Os oficiais comandantes, incluindo autoridades de alto nível dentro do Sebin e contraespionagem militar, tinham pleno conhecimento desse padrão de crimes”, diz o documento. A missão investigou 140 casos ligados à repressão, que resultaram na morte de 413 pessoas, a maior parte jovens, muitos deles baleados à queima-roupa. “A ONU concluiu que os assassinatos eram parte de uma política para eliminar membros indesejados da sociedade sob o disfarce do combate ao crime”, disse Valiñas. “As execuções extrajudiciais não podem ser atribuídas à falta de disciplina das forças de segurança. Oficiais tinham comando e controle sobre os perpetradores e conhecimento de suas ações.” O governo encerrou oficialmente as operações de combate ao crime em 2017, mas as execuções extrajudiciais cometidas pelas Forças de Ação Especial (Faes) continuam. “A unidade deve ser desmontada”, disse a missão. “Os que estão no controle das agências de segurança devem ser responsabilizados”, disse Valiñas. Segundo ela, instâncias como o Tribunal Penal Internacional (TPI) “deveriam considerar a possibilidade de empreender ações legais” contra as autoridades identificadas pela missão.
A disputa por prefeituras nas eleições deste ano terá 72 congressistas: dois senadores, Jean Paul Prates (PT-RN), em Natal, e Vanderlan Cardoso (PSD-GO), em Goiânia e 70 deputados, entre eles o deputado federal por Feira de Santana Zé Neto (PT). O número de parlamentares candidatos a uma vaga municipal mantém a tendência de 2016, quando o número de candidaturas entre senadores foi o mesmo. Naquele mesmo pleito, o número de deputados federais candidatos teve um registro a mais que este ano.
Desde ontem (17) até o dia 29 de novembro, emissoras de rádio e televisão deverão observar uma série de restrições ao conteúdo que transmitem sobre candidatos, partidos políticos e coligações ou que revele a posição política de eleitores. As restrições estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e fazem parte do calendário eleitoral 2020. O não cumprimento das regras pode acarretar a cassação do registro da candidatura, ou do diploma de eleito, por uso indevido dos meios de comunicação.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, durante a vigência do período eleitoral, as emissoras estão livres para organizar debates políticos ou citar candidatos, partidos ou coligações em programas jornalísticos. Mas a exibição de qualquer conteúdo que os mencione ou favoreça – como peças de propaganda política ou novelas, filmes e séries, por exemplo – não é permitida.
Os programas de rádio ou TV que tenham o nome de um candidato ou façam menção a ele não poderão mais ser transmitidos até depois do segundo turno das eleições. Desde o dia 11 de agosto os próprios candidatos que atuavam como apresentadores já estão afastados dos programas. Até a data do segundo turno de votação, as emissoras de rádio e televisão também não podem exibir imagens de realização de pesquisa ou consulta eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado, ou que haja algum tipo de manipulação de dados.
Por causa da pandemia do novo coronavírus, a data do primeiro e do segundo turnos das eleições municipais de 2020 foram alteradas para os dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. A mudança foi feita por meio da aprovação de uma emenda constitucional por deputados e senadores.
Com a queda estabilizada do número de pacientes contaminados, a Prefeitura começou a desativar leitos clínicos e de UTI exclusivos para tratar pessoas com a Covid-19 em unidades de saúde próprias ou contratualizadas. O processo já teve início no Hospital Municipal de Salvador (HMS), onde 10 dos 20 leitos de terapia intensiva implantados para cuidar dos infectados foram disponibilizados a partir desta quinta (17) para outras demandas da unidade de saúde, assim como 30 de enfermaria.
Ontem (17), Salvador registrou uma taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19 de 39%. No total, a Prefeitura implantou, desde o início da pandemia, 253 leitos intensivos e 271 clínicos, ultrapassando todas as metas previstas e o que foi fundamental para que nenhum paciente com o novo coronavírus deixasse de ser atendido, ao contrário do que aconteceu em outras cidades do mundo e do Brasil. Essa rede atendeu, inclusive, pacientes vindos do interior e de outros estados. O investimento total do município no enfrentamento à crise sanitária foi de R$412 milhões, boa parte no reforço à saúde.
“Estamos começando a fazer a reversão desses leitos exclusivos para Covid-19 nos hospitais, a começar pelo HMS e naqueles contratualizados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Agora, essas estruturas passam a atender pacientes com outras enfermidades.”, disse ontem (17) o prefeito ACM Neto, durante inauguração do Prato Amigo, em Brotas.
“Mas isso não significa que a doença acabou na cidade, por conta da reversão dos leitos exclusivos. O coronavírus ainda está aí e temos que continuar tomando todos os cuidados para que ele não volte a crescer. Essa é uma responsabilidade de todos nós, e não só da Prefeitura. Precisamos ter consciência disso e continuar seguindo as normas sanitárias e os protocolos de segurança”, acrescentou o chefe do Executivo municipal.
O prefeito lembrou da parceria com o governo do Estado no combate à pandemia, sobretudo no esforço para ampliar o atendimento à saúde visando salvar vidas. Ou seja, a desativação dos leitos também se dará com diálogo e entendimento com os técnicos estaduais.
(Valter Pontes/Divulgação PMS/Arquivo)
Liberação parcial de praias
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), anunciou nesta sexta-feira (18) a liberação parcial das praias na capital baiana, seis meses após elas terem sido interditadas por causa da pandemia do novo coronavírus. A medida passa a valer a partir da próxima segunda (21).
Como o gestor vinha indicando publicamente, apenas algumas delas serão abertas. Continuarão fechadas as do Porto da Barra (Barra), Paciência e Buracão, ambas no Rio Vermelho. São Tomé de Paripe, Tubarão, Amaralina, Ribeira e Itapuã estão liberadas de terça a sexta, com horário livre. As demais poderão abrir de segunda a sexta, também com horário livre. No caso da Barra, a região de faixa de areia que vai do Barravento ao Farol está liberada. Já as praias próximas ao Porto, como a “praia do Reloginho”, também ficam fechadas.
O prefeito também anunciou quais atividades não estão autorizadas nas praias. Continuam proibidos, entre outras coisas, o comércio, a circulação de vendedores ambulantes, barracas, uso de cadeiras, caixas térmicas, realização de piqueniques e atividades físicas em grupo – neste último caso, só estão autorizados esportes individuais e em dupla. “Pode fazer protesto, pode reclamar. Nesse momento não podemos permitir qualquer atividade comercial nas praias”, disse. No caso do comércio, ele justificou que a prefeitura tem pago auxílio de R$ 270 para trabalhadores informais, por meio do programa “Salvador por Todos”.
Em entrevista coletiva nesta manhã, ele justificou as restrições. “Isso serve para que a volta das praias de Salvador se torne um convite para aglomeração. Um palco para a disseminação da Covid-19”, explicou. O prefeito lembrou as cenas de aglomeração geradas pela reabertura de praias no Rio de Janeiro e na Baixada Santista e afirmou que o mesmo não pode se repetir na capital baiana, sob pena de prejudicar a retomada da atividade econômica.
“O que está controlado, pode sair do controle. Na Baixada Santista houve um aumento significativo do número de casos e isso está ligado as aglomerações nas praias. Se perdemos o controle, não só as praias serão fechadas, mas seremos obrigados a fechar bares, restaurantes, salões. Não queremos isso. Cada passo que demos é analisando a consequência e os passos.”
Neto pediu que a população tenha consciência e faça sua parte, já que o contingente da prefeitura para fiscalizar o uso das praias não é ilimitado. Ele também não descartou voltar a fechá-las, caso a situação saia do controle.
“É difícil ser babá de criança adulta 24 horas. Eu não posso deixar a Guarda Municipal 24 horas no Porto da Barra. […] Se o descumprimento se tornar regra, vamos fechar tudo e acabou. O descumprimento tem que ser exceção. As pessoas sabem apontar o dedo para a prefeitura, mas basta apenas olhar no espelho e saber o que você pode fazer que é cumprir os protocolos. Não ir pro Porto da Barra não mata ninguém. O coronavírus mata.”
Um pequeno grupo realizou protesto em frente a Prefeitura, nesta quinta-feira (17), contra as blitzen de fiscalização do IPVA e eventuais abusos em taxas de guincho e diárias de pátio. Entretanto o superintendente municipal de Trânsito, Euclides Arthur Andrade, esclarece que essa fiscalização não tem nenhuma relação com a Prefeitura.
“A SMT não fiscaliza licenciamento nem IPVA de veículos. Essa competência é do Governo do Estado. As blitzen feitas nesse sentido não têm participação da SMT. Nós fiscalizamos infrações de trânsito, como paradas irregulares, avanço de sinal, dentre outras. Mas fiscalização de documentação do veículo, ou pessoal, não é de competência da SMT e nós não estamos fazendo”.
A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) foi intimada pela Polícia Federal para prestar depoimento sobre o suposto financiamento de atos antidemocráticos que aconteceram nos meses anteriores à pandemia. Por causa do foro privilegiado, Zambelli poderá escolher entre três datas para se apresentar.
Assim como Zambelli, o deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) recebeu a intimação para depor, mas através do telefone. Os dois parlamentares tiveram seus sigilos bancários quebrados no âmbito desta investigação.
Além de Zambelli e Otoni, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos – RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também foram convocados pela PF. Em seu depoimento, Carlos afirmou que não é “covarde” e negou que tenha relação com o financiamento de manifestações, de robôs, e de páginas com discurso de ódio contra opositores do governo Bolsonaro. Ainda assim, o vereador admitiu que tem acesso às contas do presidente nas redes.
Eduardo deve ser ouvido no dia 22 deste mês. Tanto ele quanto o irmão foram intimados na condição de testemunha.