Pelo menos três cidades do Recôncavo da Bahia voltaram a registrar um novo tremor de terra. Os novos terremotos aconteceram nas cidades de Amargosa, Brejões e Elísio Medrado. Os tremores foram registrados na madrugada desta segunda-feira (31), na noite e na manhã do domingo (30).
Segundo o secretário de Infraestrutura de Amargosa, Aedson Borges, os maiores danos foram registrados no distrito de Corta Mão, que fica entre o município de Amargosa e São Miguel das Matas.
No domingo, ao menos 43 cidades da Bahia tiveram terremoto. O tremor foi sentido até em alguns bairros de Salvador. O abalo mais forte foi registrado em Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá. A magnitude foi de 4.6.
Moradores dos residenciais Iguatemi 1 e 2, no bairro Mangabeira em Feira de Santana, sentiram um tremor de terra na manhã deste domingo (30), por volta das 7h. Segundo os moradores, o tremor foi rápido, mas assustou bastante já que eles imaginaram que o prédio estaria desabando.
O motorista André Alves Ferreira, 40 anos, disse que sentiu a cama balançar e tudo tremer dentro de casa. “Agora estou com medo de ficar em casa. Senti a cama balançar, os móveis e fiquei com medo do prédio desabar. Estava com minha esposa e meus dois filhos e saímos correndo com medo. Agora queremos saber do Corpo de Bombeiros se podemos ou não voltar pra casa, pois a maioria das pessoas não tem pra onde ir”, afirmou.
Mradores de várias cidades do estado, como Amargosa, Castro Alves e Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, relataram o impacto do terremoto. Em Salvador, os tremores também foram sentidos. Não há registro de feridos.
Entre os municípios nordestinos e nortistas que receberam repasses da Receita Federal para o Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, Feira de Santana, com R$ 116.341 mil, foi o mais beneficiado pelos contribuintes.
O valor é o primeiro repasse feito pela Receita neste ano e refere-se a doações durante a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2020. Este tipo de repasse aconteceu pela primeira vez.
O recurso é destinado a ações que promovam o protagonismo, defesa dos interesses e a autonomia dos idosos. Em Feira de Santana, segundo o IBGE, vivem mais de 42,8 pessoas com 65 anos ou mais.
Foram 174 os contribuintes, pessoas jurídicas e físicas, que destinaram, respectivamente, 1% e 6% do valor devido, para o Fundo do município, deduzido do Imposto de Renda a pagar.
Dana White disse no último fim de semana ao Combate.com que a próxima luta de Anderson Silva, marcada para o dia 31 de outubro contra Uriah Hall, será a despedida do “Spider” do MMA.
Em entrevista à “ESPN” americana nesta quarta-feira, o ex-campeão dos médios admitiu que o duelo contra Hall deverá mesmo ser a última vez em que pisará no octógono.
Talvez esta seja minha última luta. É por isso que estou treinando duro todos os dias, fazendo meu melhor. Toda minha equipe veio me ajudar. Todo mundo está em quarentena para começar a treinar. Estou muito animado, porque eu acho que é minha última atuação dentro do cage, para meus fãs. Vamos ver.
Anderson contou ainda como seria sua despedida dos sonhos, embora admita que seja muito improvável que seu desejo se realizasse.
A boa história é Anderson Silva luta de novo pelo cinturão e vence, e então acaba. Mas isso é um roteiro, você não pode fazer isso na vida real. Estou animado para continuar trabalhando, fazendo alguma coisa especial. Esta luta vai me ajudar a criar algo enorme dentro da minha mente para meus fãs, meu legado.
A última vez em que Anderson Silva esteve em ação foi no UFC 237, em maio do ano passado, no Rio de Janeiro, quando acabou derrotado por Jared Cannonier após sentir uma lesão no joelho.
A corrida presidencial de 2018 ficou marcada por ter sido a primeira a utilizar em larga escala os meios digitais para influenciar o voto, seja por aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, seja por meio das redes sociais.
Com a evolução das tecnologias e a sua presença cada vez mais ostensiva no cotidiano das pessoas, era natural que a eleição seguinte fosse ainda mais influenciada por esse tipo de caça ao eleitor, mas a pandemia do novo coronavírus amplificou o potencial para que a disputa pelos cargos de prefeito e vereador, em novembro, seja a mais digital da história do país.
Em razão das restrições impostas para conter o vírus, sairão de cena o corpo a corpo em locais públicos, as caminhadas com militantes pelas ruas das cidades, os tradicionais comícios, as fotos com crianças no colo, os abraços efusivos e a distribuição em massa de santinhos. No lugar, entrarão os panfletos digitais, as selfies, os vídeos, os disparos de mensagens endereçadas a um perfil específico de eleitor, os debates virtuais e até inovações como os “livemícios”.
Oficialmente, a corrida começa na próxima segunda, 31, com o início das convenções partidárias (o término dessa fase ocorrerá em 16 de setembro). Na prática, a disputa já começou, com grande movimentação nos bastidores para se adequar a essa nova realidade.
Se o impacto digital no pleito que levou Jair Bolsonaro à Presidência chocou muita gente, o portfólio de novidades para este ano tende a surpreender muito mais. Uma delas será a estreia da rede chinesa de vídeos curtos TikTok em uma eleição no país.
“O aplicativo vai ser o game changer neste pleito, sobretudo para ativar os jovens no Brasil”, disse a VEJA o publicitário americano Arick Wierson, que foi consultor de imagem na campanha bolsonarista e deve atuar em disputas municipais em 2020 (mas não revela com quais clientes está negociando).
Outra inovação será o santinho digital, uma espécie de card com a foto e o número dos candidatos, que já está à venda em sites. Consagradas na pandemia, as lives tenderão a virar “livemícios” na política. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta sexta-feira, dia 28, por unanimidade que estão vedados os eventos transmitidos com artistas, já que a lei proíbe shows como propaganda eleitoral, mas é difícil impedir que um artista mande um “alô” ao político preferido durante um vídeo ao vivo.
Pré-candidatos já começaram a se valer da ferramenta — Guilherme Boulos (PSOL) tem um programa no YouTube chamado Boulos Invadiu Minha Casa, enquanto a candidata do PCdoB em Porto Alegre, Manuela d’Ávila, passou as últimas semanas fazendo lives com associações de bairros.
Deve vingar ainda o “Big Brother eleitoral”, no qual o candidato simula com vídeos e fotos o dia a dia com a família, com os amigos, com a comunidade. Eduardo Paes (DEM), no Rio, postou recentemente uma imagem fazendo churrasco no quintal de casa com a camisa do Vasco.
“Se dará melhor quem conseguir fazer isso de maneira que não pareça falsa”, afirma o fundador do Ideia Big Data, Maurício Moura, que participou de cursos de marketing digital a candidatos do MDB e do movimento RenovaBR.
Apenas ter à mão um portfólio grande de ferramentas, no entanto, não é suficiente para ter sucesso. Em 2018, o presidenciável Henrique Meirelles fazia quase 250 posts por dia e perdeu no voto para João Amoêdo e Cabo Daciolo.
Um dos fatores disponíveis hoje para aproveitar melhor a campanha digital é o fato de as redes terem aperfeiçoado mecanismos de direcionamento, o que para a política é quase revolucionário. Agora, o Facebook permite que o prefeito de São Paulo — e candidato à reeleição —, Bruno Covas (PSDB), que passou por tratamento contra o câncer, faça um vídeo destinado somente a pessoas que seguem associações de combate à doença, por exemplo.
Há ainda a possibilidade de georreferenciamento, ou seja, publicações direcionadas a certos bairros e ruas, o que, para uma eleição municipal, é um pote de ouro. “Essas novidades criam o que chamamos de ‘micríssima’ segmentação. Não é mais o público jovem, mas o jovem da periferia que anda de skate e não segue nada de política”, explica o consultor de marketing Daniel Braga.
Nos últimos meses, ele se dedicou com outros especialistas da área a treinar pré-candidatos do PSDB. A grade inclui assuntos como os horários mais adequados para postagens, como reagir a fake news e a melhor posição para uma selfie (Braga também será responsável pela estratégia digital de Joice Hasselmann, pré-candidata à prefeitura paulistana pelo PSL).
Em meio a uma certa euforia pelas possibilidades criadas, a ampliação do uso da internet traz algumas preocupações relevantes. O campo de batalha que se abre no meio digital será propício para irregularidades de todo tipo, como a ostensiva antecipação da campanha.
Ela começa oficialmente em 27 de setembro, mas já está a pleno vapor nas redes sociais, aproveitando-se do fato de não ter as limitações impostas à propaganda no rádio e na TV — que começa em 9 de outubro e também será um instrumento importante na eleição da pandemia.
Outra ameaça é o velho problema de 2018 e que ainda assombra a disputa deste ano: as fake news. Pressionados, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp passaram a ser mais criteriosos com contas de políticos e mais rápidos em cortar o alcance ou tirar um conteúdo falso do ar.
A nova ameaça agora vem de deepfakes, montagens bem produzidas de imagens ou sons para dar a impressão de que um candidato disse ou fez algo. Com a grande demanda, também começou a aparecer gente vendendo serviços pouco republicanos, como banco de dados para disparos em massa no WhatsApp.
A digitalização é boa para a democracia, ao permitir a ampliação e a qualificação do debate, mas pode também ser um instrumento para distorcê-la e aprofundar os seus problemas, que já não são poucos.
A partir desta segunda-feira 31, a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), coloca em operação 60% da frota de ônibus coletivos do Sistema Integrado de Transporte (SIT) e o atendimento passa a ser até 21h, horário do último balão.
O incremento com mais 40 ônibus beneficiará todas as linhas que apresentaram aumento na demanda de passageiros. A operação contará com ônibus convencionais do tipo Padron (de maior capacidade) e micro-ônibus das concessionárias São João e Rosa, sendo iniciada no Terminal Central às 5h.
Segundo o secretário da pasta, Saulo Figueiredo, a medida faz parte da etapa do plano de retomada gradativa e segura do serviço de transporte público urbano no município.
“Durante toda a pandemia tivemos o cuidado de avaliarmos, diariamente, a oferta de veículos e a demanda de passageiros em linhas específicas. Após discutirmos soluções técnicas, estamos otimizando a frequência deste serviço essencial nos pontos de ônibus, bem como a melhoria da mobilidade dos clientes que usam o transporte público”, explica.
O secretário também destacou que, mesmo com a redução de mais de 70% no total de passageiros transportados desde março, mês de início da pandemia, a Prefeitura garantiu a circulação de 40% da frota de ônibus nas zonas urbana e rural atendendo setores essenciais, diferente de inúmeras cidades no país em que o transporte coletivo foi suspenso por conta da Covid-19.
Fiscais da SMTT seguirão orientando usuários em pontos de integração e nos terminais Central, Norte e Sul para, em caso de deslocamento, buscarem horários alternativos a fim de evitar aglomerações.
A obrigatoriedade do uso de máscaras, a completa higienização e desinfecção tanto nos ônibus coletivos quanto em terminais de transbordo continuam entre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do Coronavírus no país.
A cédula de R$ 200 será lançada oficialmente na próxima quarta-feira (02/09). A intenção do Banco Central (BC) é colocar 20 milhões de cédulas novas para rodar já na próxima semana, para tentar suprir a demanda por dinheiro em papel da sociedade brasileira, que cresceu na pandemia de COVID-19.
A apresentação da nota de R$ 200 é esperada há cerca de um mês, desde que o Banco Central (BC) anunciou a produção da nova cédula, que será estampada com a figura do lobo-guará. E teve a data informada nesta quinta-feira (27/08) pelo BC, em resposta a um processo que pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão do lançamento da nota de R$ 200.
“O lançamento da nova cédula está agendado para o próximo dia 2 de setembro, quarta-feira”, informou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ao STF.
Segundo o BC, 7,2 milhões de cédulas de R$ 200 já estão prontas. E a expectativa é que esse número chegue a 20 milhões de cédulas até o dia marcado para o lançamento. “O custo das cédulas de duzentos reais é de R$325/milheiro. Esse primeiro lote de 20 milhões de cédulas de duzentos reais custou R$6,5 milhões”, calcula.
Ao todo, a autoridade monetária fez uma encomenda de 450 milhões de cédulas de R$ 200 à Casa da Moeda, ao custo de R$ 146 milhões. Por isso, a Casa da Moeda tem trabalhado em três turnos e nos fins de semana para dar conta da demanda. Nesta semana, inclusive, a Casa da Moeda negociou com os moedeiros a manutenção do regime de horas extras aos fins de semana para garantir a produção das novas notas.
O BC disse ao STF, então, que uma eventual medida liminar que impedisse o lançamento da cédula de R$ 200 “acarretaria um sério prejuízo para a execução dos serviços de meio circulante a cargo do Banco Central e para a própria sociedade em si, que vem apresentando demanda crescente por dinheiro em espécie”.
Segundo a autoridade monetária, o brasileiro vem demandado mais dinheiro em papel na crise da COVID-19, sobretudo após os pagamentos do auxílio emergencial. Por isso, é preciso reforçar o meio em circulação para que não falte dinheiro em papel no Brasil.
A nova nota, contudo, tem sido questionada por diversas entidades de combate à corrupção. O receio é de que, pelo alto valor, a cédula de R$ 200 favoreça a corrupção e a lavagem de dinheiro. Por isso, os partidos Rede, Cidadania e PSB entraram com uma ação no STF pedindo a suspensão desse lançamento. O pedido está sendo analisado pela ministra Carmem Lúcia, que recebeu do BC nesta quinta-feira a garantia de que não haverá incentivos ao aumento da corrupção com a cédula de R$ 200.
O BC argumentou que o Brasil tem ampliado os mecanismos de combate à corrupção e afirmou que “quando muito”, as novas cédulas de R$ 200 representarão apenas 5% do total de cédulas em circulação no país, “figurando como a denominação com a menor quantidade em circulação”, o que deve ocorrer no fim do ano.
“A nova cédula não representa violação alguma ao direito fundamental à segurança nem contraria qualquer recomendação ou orientação emanada de organismos internacionais ou entidades oficiais especializados na temática da prevenção e do combate à lavagem de dinheiro ou à criminalidade em geral”.
A autoridade monetária reconheceu, por sua vez, que “a solução alvitrada não foi a ideal para contemplar todas as vertentes de interesses públicos, nem poderia ser, por se tratar de solução urgente para atender a situação emergencial da economia, sujeita aos fatores tempo e limites físicos da produção de numerário”. E concluiu que esta “era a única solução possível ante o quadro fático diante o qual estavam os agentes públicos responsáveis” na pandemia de COVID-19.
O deputado Arthur Lira (PP-AL), líder do centrão, disse no último sábado que o presidente Jair Bolsonaro vai anunciar na terça-feira a prorrogação do auxílio emergencial. O valor ainda não foi divulgado oficialmente.
“Na terça-feira vamos ao Palácio da Alvorada anunciar, junto com o presidente Jair Bolsonaro, a prorrogação do auxílio emergencial, benefício tão importante para milhões de brasileiros que precisam dessa ajuda para enfrentar esse período da pandemia”, disse o deputado no Twitter.
Mais cedo, na inauguração de uma usina de energia em Caldas Novas (GO), Bolsonaro disse que o benefício terá um valor intermediário entre os atuais R$ 600 e R$ 200, montante defendido pela equipe econômica. Ele afirmou que o benefício é “pouco para quem recebe e muito para quem paga”.
“Sabemos da necessidade desses que recebem auxílio emergencial. É pouco para quem recebe e muito para quem paga. Vocês gastam R$ 50 bilhões nesse auxílio. Pretendemos, com um valor menor, não será 600, mas não será 200, prorrogá-lo até o final do ano”, afirmou Bolsonaro.
O auxílio emergencial deve ser prorrogado com parcelas de R$ 300, segundo fontes do governo envolvidas na definição do novo valor do benefício. Os detalhes constam de uma medida provisória (MP), de acordo com integrantes do Palácio do Planalto.
O benefício foi criado em abril por lei de iniciativa do Congresso no valor de R$ 600 pagos inicialmente por três meses a informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, além dos beneficiários do Bolsa Família. O objetivo era ajudar essas pessoas a atravessarem a crise provocada pela pandemia do coronavírus.
Conteúdo originalmente publicado no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico
O presidente Jair Bolsonaro publicou hoje a mensagem de que seu governo vai priorizar a conclusão de obras não terminadas de governos anteriores antes de iniciar novos projetos.
“O nosso governo, antes de obras novas, queremos concluir obras inacabadas há 10, 20, 30, 40 anos”, afirmou em sua conta no Twitter.
A postagem compartilhou ainda o vídeo de uma declaração do ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, admitindo que o governo está, sim, inaugurando obras de governos anteriores.
“Sempre se questiona ou critica a falta de continuidade dos governos”, disse. “Terminamos obras de outros governos. Quem bom”, disse o ministro sob alguns aplausos no vídeo em que participa de audiência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. “Não podemos reinventar o Brasil a cada quatro anos. Infraestrutura é uma questão de Estado, é uma questão de longo prazo”, afirmou Freitas no vídeo.
PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e atingiu a marca de 7.591 curados, o índice representa 85% dos casos confirmados. 63 pessoas testaram negativo para o vírus, enquanto 14 casos foram positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 41 pacientes internados no município e 1.158 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (30).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 30 de agosto de 2020
Casos confirmados no dia: 14 Pacientes recuperados no dia: 3 Resultados negativos no dia: 63 Alta hospitalar no dia: 0 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.158 Total de casos confirmados no município: 8.930 (Período de 06 de março a 30 de agosto de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.117 Total de pacientes hospitalizados no município: 41 Total de recuperados no município: 7.591 Total de exames negativos: 9.503 (Período de 06 de março a 30 de agosto de 2020) Aguardando resultado do exame: 117 Total de óbitos: 182
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana.