Pesquisadores afirmaram que encontraram mais evidências de que uma versão mutante do novo coronavírus que está se espalhando pelo mundo é mais fácil de ser transmitida, mas não parece ser mais perigosa.
Além disso, como não mudou a forma física, essa nova cepa deve ser tão vulnerável à resposta imunológica do corpo – seja natural ou induzida por vacina – quanto a outra.
Pesquisadores afirmaram que encontraram mais evidências de que uma versão mutante do novo coronavírus que está se espalhando pelo mundo é mais fácil de ser transmitida, mas não parece ser mais perigosa.
Além disso, como não mudou a forma física, essa nova cepa deve ser tão vulnerável à resposta imunológica do corpo – seja natural ou induzida por vacina – quanto a outra.
Cientistas falam sobre essa variação, chamada D614G, desde abril. A equipe de pesquisadores testou a nova cepa em animais de laboratório e placas contendo células que revestem o trato respiratório humano.
“A variante apresenta infecção, resposta e aptidão competitiva mais eficientes em células epiteliais das vias aéreas humanas primárias”, escreveram eles.
As descobertas validam estudos anteriores que mostram que a nova cepa se espalha mais facilmente e corroboram as evidências de que a mudança não aumentou as chances de o vírus causar doenças severas.
O que a mutação pode fazer é ajudar o vírus a se desenvolver melhor no nariz e no trato respiratório superior, algo que o ajudaria a se espalhar entre as pessoas.
Nesta quinta-feira (12), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, se o Brasil tiver uma segunda onda de Covid-19, a prorrogação do auxílio emergencial será “uma certeza”. A declaração foi dada ao participar de um evento promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
– Existe possibilidade de haver uma prorrogação do auxílio emergencial? Aí vamos para o outro extremo. Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza. Nós vamos ter de reagir, mas não é o plano A. Não é o que estamos pensando agora – apontou.
O auxílio emergencial foi criado em abril para ajudar famílias que perderam parte da renda ou ficaram sem nenhuma fonte de sustento por causa da pandemia. O programa é voltado para trabalhadores informais. Seriam, inicialmente, três parcelas de R$ 600. No entanto, a gravidade da pandemia obrigou o governo a estender o auxílio por mais dois meses e depois por outros quatro meses, indo até dezembro. As últimas quatro parcelas, no entanto, tiveram o valor reduzido para R$ 300.
Sobre o o custo do benefício para o país, Guedes afirmou que já foi gasto 10% do PIB, mas que se for necessário estender o auxílio, o governo conseguirá reduzir o número por já ter “experiência”.
– A pandemia está descendo, o auxílio está descendo junto, e economia voltando. Essa é nossa realidade, nosso plano A. ‘Ah, mas veio uma segunda onda’. Ok, vamos decretar estado de calamidade de novo e vamos nós, de novo, com a experiência que temos agora, recalibrando os instrumentos (…) Ao invés de gastar 10% do PIB, como foi neste ano, gastamos 4% [em 2021] – ressaltou.
Em uma conversa com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, na quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro ironizou o resultado dado por parte da imprensa americana, para as eleições no país, de um quadro vitorioso para o candidato democrata Joe Biden. Ao conversar com uma apoiadora, Bolsonaro perguntou se as eleições norte-americanas estavam concluídas.
– Está acompanhando as eleições lá? Qual tua opinião? – perguntou o presidente brasileiro.
Após a mulher responder com a frase “uma tristeza, ainda chorando, eu sou Trump”, o líder do Executivo brasileiro então indagou se a apuração já estava terminada.
– Mas já acabaram as eleições lá? – questionou.
Apoiador do republicano Donald Trump, Bolsonaro ainda aguarda a definição dos imbróglios judiciais relacionados ao pleito da maior potência econômica do mundo para assim parabenizar o vencedor.
A Bahia registrou três novos casos da doença de Haff, que deixa a urina com a cor de café. De acordo com o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, nesta quinta-feira (12), os casos aconteceram na cidade de Camaçari e todos têm associação com o consumo de um peixe conhecido como “olho de boi”.
Conforme a Sesab, a doença de Haff é uma síndrome de rabdomiólise, que causa ruptura de células musculares sem explicação. Além da mudança na coloração da urina, que está associada a elevação da enzima CPK, os pacientes com a doença também apresentam ocorrência súbita de extrema dor e rigidez muscular, dor torácica, falta de ar, dormência e perda de força em todo o corpo.
A doença pode evoluir rapidamente com insuficiência renal e, se não tratada de forma adequada, pode levar o paciente ao óbito.
Em agosto de 2020, o município de Entre Rios registrou a ocorrência de três casos suspeitos de doença de Haff com relato de ingestão do pescado. Na ocasião, conforme a Sesab, cinco pessoas da mesma família comeram o peixe “olho de boi”. Cerca de sete horas depois, um indivíduo de 53 anos apresentou os primeiros sintomas, que foram fortes dores no corpo, tontura, náuseas e fraqueza. Outros familiares apresentaram os mesmos sintomas na sequência.
Em Salvador, nos meses de setembro e outubro, duas unidades hospitalares notificaram a ocorrência de casos da doença de Haff, totalizando seis pacientes que apresentaram início súbito de dor muscular de origem não determinada.
Em nota, a pasta alertou que a população procure uma unidade de saúde imediatamente assim que os primeiros sintomas forem identificados.
Já uma nota técnica destinada aos profissionais de saúde alerta que seja observado inicialmente a coloração da urina. Caso esteja escura, será necessário que o paciente seja hidratado rapidamente entre 48 a 72 horas. É preciso também evitar o uso de antiinflamatórios.
Em 2019, 4 em cada 10 moradores da Bahia (40,4% da população) estavam abaixo da linha da pobreza monetária e pouco mais de 1 em cada 10 (12,5%) estava abaixo da linha de extrema pobreza. Os dados são do estudo Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (12). A síntese considera informações da série histórica de 2012 a 2019.
Conforme o levantamento, no último ano, a Bahia apresentou movimento positivo em relação a 2018 no que tange a avaliação da pobreza, porém não foi suficiente, porém, para alterar de forma significativa a incidência de pobreza no estado.
Segundo o levantamento, as proporções praticamente não se alteraram desde 2016, colocando o estado como o segundo em número absoluto de pobres (6,006 milhões de pessoas) e o maior de extremamente pobres do país (1,853 milhão).
Neste caso, “além de terem de sobreviver com um rendimento domiciliar per capita muito baixo, quem vive abaixo da linha de pobreza está muito mais sujeito que a população em geral a enfrentar restrições importantes, sobretudo no que diz respeito aos serviços de saneamento básico, à educação e ao acesso à Internet”, aponta o compilado.
No Brasil, o critério utilizado para estimar a “linha de pobreza” é uma definição do Banco Mundial para países de renda média, segundo o qual no acompanhamento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ela é de US$ 5,50 por dia em paridade de poder de compra (PPC).
Em 2019, essa linha de pobreza monetária correspondia a um rendimento médio domiciliar per capita mensal de R$ 428 na Bahia e em Salvador, de acordo com a Síntese. Logo, viviam com renda inferior á média cerca de 6,006 milhões de baianos (40,4% da população) e 611 mil soteropolitanos (21,3% dos moradores da capital).
A divulgação destaca, no entanto, que os indicadores apresentaram leve melhora frente a 2018, a segunda consecutiva. Em um ano o número de pobres na Bahia caiu 5,3%, o que representou menos 336 mil pessoas nessa condição.
Em termos percentuais (40,4%), a Bahia ficava na 11ª posição entre os estados – caindo 4 posições no ranking, já que havia sido 7º em 2018. Maranhão (52,2%), Amazonas (47,4%) e Alagoas (47,2%) tinham os maiores percentuais de população abaixo da linha de pobreza em 2019. No outro oposto, Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (11,1%) e Distrito Federal (11,2%) tinham as menores proporções.
Os casos de chikungunya aumentaram 25 vezes em Feira de Santana, entre janeiro e outubro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade, nesta quinta-feira (12).
De acordo com os dados, nos últimos 10 meses, a cidade registrou 4.153 casos. No mesmo período do ano passado, o número foi bem menor e chegou a 167.
Apesar do aumento nos casos da chikungunya, os dados da secretaria apontam redução no números da dengue. Entre janeiro e outubro, foram registrados 3.027 casos. No mesmo período do ano passado, foram 10.344.
“Uma das causas pode ter sido que as pessoas procuram mais a unidade de saúde e, nesses casos, são registrados, pior causa da sintomatologia do chikungunya, que causa uma dor muscular incapacitante e as pessoas não conseguem ficar em casa sentido essa dor, sem procurar uma unidade de saúde”, disse Erenilde Marque, epidemiologista.
“No caso da dengue, às vezes, essa sintomatologia é mais leve. Tem casos assintomáticos e sintomáticos que não levam a uma unidade de saúde para serem notificados”, completou Erenilde.
Os pacientes que tiveram a doença reclamam das sequelas que ficaram.
Em julho deste ano, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) divulgou que o número de casos de chikungunya na Bahia subiu de 4.365 notificações, entre dezembro de 2018 e junho de 2019, para 23.311 casos entre dezembro de 2019 e junho de 2020.
Além das urnas, resultado de eleições depende do “julgamento divino”, diz a vereadora evangélica Neinha Bastos. Em pronunciamento na última sessão da Câmara antes do pleito de domingo, que vai definir a nova composição da Casa para a próxima legislatura a se iniciar no dia 1º de janeiro de 2021, ela disse acreditar que a fé é uma importante aliada na luta de todos os candidatos em busca de votos.
“Jesus Vive. sempre vou levantar esta bandeira”, declarou em plenário. A vereadora cristã diz ter “cumprido a missão”, nos quatro anos do seu mandato “guiado por Deus”, especialmente nas ações voltadas para a área de saúde (ela é assistente social, de formação, com experiência em unidades como o Hospital Geral Clériston Andrade). Convida o público a acessar as suas redes sociais, onde está registrado o seu trabalho “em benefício da população”.
PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Feira de Santana está perto de alcançar a marca de 12 mil recuperados da Covid-19 desde o início da pandemia. Nas últimas 24h, 108 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 124 novos casos de Coronavírus foram positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 36 pacientes internados no município e 1.091 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também registra mais uma morte confirmada hoje. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (12).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 12 de novembro de 2020
Casos confirmados no dia: 124 Pacientes recuperados no dia: 17 Resultados negativos no dia: 108 Alta hospitalar no dia: 0 Óbito comunicado no dia: 1 Data do óbito: 12/11
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.091 Total de casos confirmados no município: 13.288 (Período de 06 de março a 12 de novembro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.055 Total de pacientes hospitalizados no município: 36 Total de recuperados no município: 11.933 Total de exames negativos: 15.365 (Período de 06 de março a 12 de novembro de 2020) Aguardando resultado do exame: 522 Total de óbitos: 264
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 17.445 (Período de 06 de março a 12 de novembro de 2020) Resultado positivo: 3.124 (Período de 06 de março a 12 de novembro de 2020) Em isolamento domiciliar: 9 Resultado negativo: 14.321 (Período de 06 de março a 12 de novembro de 2020)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Sabotagem prejudica asfaltamento em rua no centro de Feira de Santana
Uma sabotagem na tubulação em hidrômetros de dois imóveis prejudicou o asfaltamento da rua Intendente Rui, no centro de Feira de Santana. Durante toda madrugada de hoje (12), jorrou muita água e danificou a base que receberia o asfalto, conforme constatação da Secretaria Municipal de Planejamento.
“A Embasa atesta que os rompimentos na tubulação foram propositais, vandalismo. Para nós, fica evidente que se trata de uma sabotagem contra o bom andamento das obras do Projeto Centro, praticada por alguém que não deseja uma cidade melhor, mais bonita”, afirma o secretário de Planejamento de Feira de Santana, Carlos Brito.
A Embasa já fez os consertos nos dois hidrômetros e a empresa responsável pelo Projeto Centro já está tomando novas providências para o asfaltamento. A sabotagem consistiu em danos nos tubos que abastecem os imóveis.
Para garantir um dia de votação sem problemas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta que os eleitores, no dia 15 de novembro – e no dia 29 de novembro onde houver segundo turno –, devem consultar o local de votação, já que em alguns estados o número de locais de votação foi reduzido. Essa consulta pode ser feita pelo site do órgão, pelo aplicativo e-Título ou ainda pelo telefone. No site, a informação está no Portal do TSE: clique na aba superior, no menu “Eleitor e eleições” e, em seguida, selecione “Título eleitoral”. Depois, faça a consulta pelo nome do eleitor ou pelo número do título. No primeiro caso, é preciso fornecer o nome completo, a data de nascimento e o nome da mãe. No segundo, é necessário ter em mãos o número do título e a data de nascimento. Ao fazer a consulta, o eleitor obterá o número de sua inscrição eleitoral, da zona eleitoral e do local de votação, com endereço completo. Os sites dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais também fornecem essas informações, assim como é possível obtê-las junto à Ouvidoria do TSE, pelos números (61) 3030-7357, das 8 às 12h, e (61) 3030-7579, das 13h às 19h. O setor também atende por meio de formulário eletrônico, disponível no Portal do TSE. e-Título O aplicativo e-Título também mostra o local de votação e, por meio de ferramentas de geolocalização, guia o usuário até sua seção eleitoral. A ferramenta para dispositivos móveis pode ser baixada gratuitamente nas lojas virtuais Apple Store e Google Play. O e-Título também serve como documento de identificação do eleitor caso ele já tenha feito o cadastramento biométrico. Isso porque a versão digital traz a foto, o que dispensa a apresentação de outro documento de identificação. O eleitor sem o cadastramento biométrico pode baixar o e-Título para saber onde votar, mas deverá apresentar um documento oficial com foto no momento da votação. Redes Sociais Os seguidores do TSE no Facebook e no Twitter também podem verificar onde votar nas páginas oficiais do Tribunal no twitter ou no facebook. Nesses casos, o eleitor envia uma mensagem e interage com o assistente virtual (chat bot). Depois de perguntar o motivo da consulta, ele terá diante de si um passo a passo para obter a resposta.