Além da eleição de Bruno Reis (DEM), o domingo (15) também elegeu os 43 vereadores para os próximos quatro anos. Entre os eleitos, o destaque fica com o vereador Luiz Carlos (Republicanos) com a maior votação da capital baiana, 17.035. O segundo mais votado foi Geraldo Junior (MDB) com 12.906.
A bancada da Câmara terá como maioria o DEM, com sete eleitos, e na sequência o PT com quatro cadeiras.
O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Estadual de Feira de Santana (Consepe/Uefs) votou favorável ao Plano de Retomada das Atividades Presenciais na instituição, quando houver condições seguras para isso.
Infraestrutura para a Saúde e Biossegurança; Gestão e Planejamento; Pedagógico; e Comunicação foram os quatro eixos trabalhados por grupos, de execução e representação, para construção do protocolo.
A elaboração do documento foi realizada coletivamente por equipes compostas por estudantes, servidores técnicos, docentes e gestores. Para prestar orientações, a Assessoria Técnica e de Desenvolvimento Organizacional (Asplan) integrou as ações.
O plano que segue recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS), tem como objetivo assegurar a prevenção ao contágio pelo COVID-19 através de medidas de biossegurança para a comunidade universitária e o público da Uefs.
Em entrevista concedida ao programa Conversa Com Bial, da TV Globo, na noite de segunda-feira (16), o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, falou sobre as denúncias de corrupção relacionadas ao ex-presidente Lula, a quem já classificou como “o cara”. Ao ser questionado pelo apresentador Pedro Bial se ainda classificaria Lula de tal forma após diversas denúncias, Obama disse que não sabia do histórico de corrupção do ex-chefe do Executivo.
– Bem, com os relatos de corrupção que surgiram, na época eu não sabia de todos eles – declarou.
Até Barack Obama, queridinho da esquerda caviar mundial, diz com todas as letras que o Lula é CORRUPTO.
E você, lacrador de Twitter, subindo tag pedindo para anularem a condenação em três instâncias do ex-presidiário. pic.twitter.com/KznIdyM48b
A conversa com o ex-presidente americano foi baseada no livro de memórias escrito por ele e intitulado como “Uma terra prometida”. Na obra, Obama foi além dos termos usados na entrevista e chegou a dizer que Lula estava envolvido em uma “propina de bilhões”.
– Constava também [contra Lula] que tinha os escrúpulos de um chefão do Tammany Hall (sociedade democrata ligada a esquemas de corrupção), e circulavam boatos de clientelismo governamental, negócios por baixo do pano e propinas na casa dos bilhões – escreveu.
As apostas para o sorteio especial da Mega-Sena da Virada já podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O prêmio estimado para esta edição é de R$ 300 milhões e o sorteio será realizado no dia 31 de dezembro.
Como nos demais concursos especiais, o prêmio principal não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de seis dezenas, o valor será dividido entre os acertadores da segunda faixa, com cinco acertos, e assim por diante.
De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, renderia no primeiro mês mais de R$ 347 mil. Um volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4.50.
O apostador também pode aumentar as chances de ganhar adquirindo os bolões que são comercializados nas lotéricas. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.
Vereador eleito em Feira de Santana para o mandato 2021 – 2024, o cantor e empresário Geleguinho SPA (PSB), assinou em cartório, na última semana, uma Declaração Pública renunciando, o recebimento do salário integral de vereador, ao qual terá direito, durante o seu mandato na Câmara Municipal.
O salário líquido para o cargo na cidade é de R$ 18.991,00. Com o gesto, Galeguinho assume o compromisso com a população mais necessitada ao criar um fundo, onde reverterá o salário em ações sociais beneficiando famílias carentes e instituições.
“Eu vivo bem sem esse dinheiro. Todo o meu salário será revertido em ações sociais. Estou organizando a melhor forma para concretizar esse ato de forma transparente com o objetivo de fazer o bem. Eu não entrei na política para ser mais um”, declarou.
Segundo ele, a decisão leva em conta sua convicção em contribuir com as pessoas em situação de vulnerabilidade social, dando sequência assim a um trabalho voluntário que já realiza há 10 anos na cidade.
A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) atribuiu o apagão na madrugada desta terça-feira (17) em bairros de Salvador ao desligamento de uma subestação da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).
De acordo com a Coelba, o desligamento ocorreu às 00h34 e dois minutos depois, a Companhia iniciou a normalização de 50% dos clientes, através de transferências de cargas direto do Centro de Operações da distribuidora.
A normalização total ocorreu após a energização da Subestação da Chesf e o retorno das cargas para a Coelba, por volta de 01h50.
Os bairros de Salvador afetados pela falta de energia foram Patamares, Pituaçu, Centro Administrativo da Bahia (CAB), São Cristóvão, Imbuí, Cajazeiras, Retiro, Pituba, Federação, Itapagipe e Lobato.
Segundo a Coelba, a companhia aguarda um posicionamento da Chesf sobre o motivo do desligamento.
O empresário Carlos Medeiros (NOVO) declarou nesta terça-feira (17) que não irá apoiar nenhum dos candidatos que disputarão o segundo turno eleitoral para a Prefeitura de Feira de Santana.
“Eu mantenho a minha palavra e não farei nenhum tipo de coligação ou acordo para apoio. Nenhum dos candidatos representa os valores e princípios que eu acredito. Não tem a menor possibilidade”, disse.
O partido NOVO lançou candidato próprio ao Paço Municipal Maria Quitéria, Carlos Medeiros, que recebeu 7.259 votos e ficou em sexto lugar na corrida eleitoral. Apesar de não alcançar o resultado preterido nas urnas, o empresário diz sair fortalecido das eleições 2020.
“Eu estou extremamente feliz com o resultado. O nosso projeto é de mudar totalmente o conceito da política. Este é só o início”, declarou o prefeiturável reforçando a sua independência política no cenário municipal ao não aderir as coligações do sistema de coalisão e as práticas da política tradicional.
Em termos de números, o partido quase 10 mil votos em Feira de Santana. Sendo 2.737 votos para candidatos a vereadores, e 7.259 para o cargo de prefeito.
Aproveitar para repensar a vida e dedicar mais tempo à família, é o propósito do vereador Lulinha (DEM), que embora tenha obtido quase 4 mil votos (foram 3.920) não conseguiu a renovação do mandato na Câmara de Feira de Santana, na eleição desse domingo.
“Sempre disse: não sou vereador, estou vereador”, afirmou, em pronunciamento ontem, 16, na Casa da Cidadania, em que agradeceu aos familiares, assessores e amigos como o ex-prefeito José Ronaldo e o deputado federal Zé Nunes, pelos 3.920 votos obtidos.
Ao avaliar o pleito, disse que candidatos com grande estrutura econômica são os principais responsáveis por “tirar o mandato de uma pessoa que pode continuar representando bem a cidade”.
Segundo ele, esta foi a campanha mais barata que de sua carreira política, mas, enquanto isso, “aparecem pessoas investindo em locais onde temos reduto eleitoral forte, a exemplo do que aconteceu comigo no distrito de Jaíba, para tentar derrubar quem trabalha na região”.
Mesmo tendo conquistado eleitores em outras comunidades e as projeções de pesquisas “que me davam primeiro lugar”, não resistiu ao assédio de campanhas financeiramente poderosas. “Quando sabem do seu prestígio em determinado colégio eleitoral, investem”. Com a consciência tranquila “de quem deu o máximo na luta por melhorias para população”, Lulinha diz ter deixado sua marca por todos os locais onde passou, citando emendas, indicações e obras para bairros como Santo Antônio dos Prazeres, Mangabeira e Conceição, além de vários distritos.
Os acontecimentos políticos em que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) esteve envolvida ao longo dos últimos dois anos parecem ter, definitivamente, derretido a popularidade da parlamentar e destruído qualquer chance de um novo sucesso eleitoral em São Paulo.
O resultado foi visto nas urnas neste domingo (15), quando Joice recebeu apenas 98.342 votos para assumir a Prefeitura de São Paulo, resultado 91% menor que os 1.078.666 votos adquiridos por ela quando se elegeu para deputada em 2018. O principal motivo para a queda parece ter sido a forte rejeição criada contra a parlamentar após Hasselmann romper com o presidente Bolsonaro.
Desde que passou a atacar politicamente o presidente, no fim de 2019, Joice viu sua popularidade nas redes sociais, por exemplo, despencar rapidamente. Foram mais de 200 mil seguidores que deixaram de acompanhar a parlamentar apenas no mês de outubro do último ano.
A partir de então, uma série de troca de farpas entre a deputada e a família Bolsonaro começou a ser trocada tanto nas redes quanto pessoalmente. Porém, a maior prejudicada foi mesmo a parlamentar que agora tem comprovado o impacto da ex-relação. Enquanto isso, os políticos ligados a Bolsonaro seguiram crescendo no ambiente virtual.
Os eleitores que estiverem fora de seus domicílios eleitorais no dia de votação precisam justificar a ausência para a Justiça Eleitoral.
Neste ano, por conta da pandemia, a justificativa deve ser feita pelo aplicativo e-Título até 14 de janeiro, para ausência no 1º turno, e 28 de janeiro, no 2º turno.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso o eleitor não tenha smartphone ou acesso à internet, o processo pode ser feito, excepcionalmente, em qualquer seção eleitoral.
É possível justificar ausência em qualquer local de votação do país no dia da eleição e em postos da Justiça Eleitoral até 60 dias após cada turno. Caso o eleitor esteja fora do país, o cidadão tem até 30 dias contados da data de retorno ao Brasil.
A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.