
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) bloqueou parcialmente um trecho da BR-116, nesta sexta-feira (4), em Feira de Santana, na Bahia, devido ao tombamento de um caminhão carregado de mangas. A interdição afeta a pista no sentido crescente da rodovia.
Segundo a PRF, as frutas foram espalhadas por parte da estrada e também pelo acostamento central. Equipes da corporação estão no local realizando os trabalhos de remoção da carga e liberação da via.
Até o momento, não foram registradas vítimas no acidente, e a corporação segue com as ações necessárias para normalizar o tráfego.
*Com informações Metro 1

Sexta-feira, 04/07/2025 – Em um cenário de crescente digitalização da informação e mudanças no consumo de notícias, os principais veículos de imprensa da Bahia consolidam-se como referências regionais ao aliar credibilidade editorial, cobertura contínua e diversidade temática. Entre os destaques estão portais com histórico centenário, como A Tarde e Tribuna da Bahia, além de plataformas digitais independentes como o Jornal Grande Bahia e o Bahia Notícias.
A pesquisa foi realizada no dia 16 de junho de 2025 (quarta-feira) com base em consulta feita ao ChatGPT, por meio da seguinte pergunta: “Quais são os 10 melhores sites de notícias da Bahia?”. A resposta obtida orientou a seleção inicial, posteriormente refinada com uma análise qualitativa que considerou critérios editoriais e técnicos, como abrangência da cobertura jornalística, frequência de atualização, qualidade na produção de conteúdo, relevância editorial, grau de independência institucional, além do desempenho digital nos mecanismos de busca, redes sociais e plataformas como o Google News, com foco em práticas consolidadas de SEO e engajamento informativo. Confira resultado:
Com forte atuação em Salvador e vinculado à Rede Bahia (afiliada Globo), o Correio 24 Horas lidera em audiência digital. Sua cobertura abrange política, cotidiano, cultura e esportes.
URL: www.correio24horas.com.br
Fundado em 1912, o jornal A Tarde mantém papel histórico no jornalismo baiano. Destaca-se pela pluralidade temática e influência nos debates públicos.
URL: www.atarde.com.br
O Bahia Notícias tornou-se referência em coberturas políticas, bastidores do poder e jornalismo diário, com linguagem direta e apuração ágil.
Derivado da Rádio Metrópole, o portal oferece conteúdo opinativo e cobertura institucional com foco nas declarações e análises do jornalista Mário Kertész.
URL: www.metro1.com.br
O BNews apresenta formato tabloide com enfoque popular. Ganhou relevância por sua velocidade na publicação de breaking news e cobertura policial.
URL: www.bnews.com.br
Com sede em Feira de Santana, o Jornal Grande Bahia se destaca pelo jornalismo investigativo, linguagem formal e foco em cidadania, democracia e liberdade de expressão. A cobertura inclui reportagens especiais sobre corrupção, desenvolvimento regional, cultura e política internacional.
URL: www.jornalgrandebahia.com.br
A Tribuna da Bahia, de perfil editorial conservador, mantém presença histórica na imprensa impressa e digital, com colunistas influentes no meio empresarial.
URL: www.tribunadabahia.com.br
Portal voltado ao segmento de cultura, lifestyle e eventos, com forte presença entre o público de classe média alta de Salvador e cobertura sofisticada da vida social.
URL: www.aloalobahia.com
Com linguagem moderna e estrutura digital otimizada, o Bahia.ba cobre política, economia e cotidiano com enfoque nas decisões governamentais e institucionais.
URL: www.bahia.ba
Sediado em Feira de Santana, o Acorda Cidade possui grande penetração local, com cobertura voltada a temas comunitários, segurança pública e mobilidade urbana.
O avanço das mídias digitais obrigou os veículos a se adaptarem a novos formatos, com foco em SEO, tempo real e interatividade. A consolidação de projetos como o Jornal Grande Bahia — com forte ênfase investigativa e abordagem crítica — representa a emergência de vozes independentes fora do eixo Salvador, descentralizando o acesso à informação qualificada no estado.
No entanto, o setor enfrenta desafios como desinformação, concentração publicitária, pressões institucionais e sustentabilidade financeira. A manutenção da pluralidade de vozes exige investimento em jornalismo ético, técnico e regionalizado.


Dilma Rousseff ainda dormia no Palácio da Alvorada em 2015 — e a Rede Globo lucrou R$ 3 bilhões. A petista caiu em 2016. Coincidência ou não, o caixa do império Marinho começou a derreter — até fechar no vermelho em 2021, com prejuízo de R$ 170 milhões.
Mas a sorte virou no ano seguinte e melhorou ainda mais depois que Lula voltou a morar em Brasília. Em meio às eleições, o prejuízo deu lugar ao lucro.
Em 2022, a Globo lucrou R$ 1,2 bilhão. Teve um pequeno solavanco no ano seguinte, com R$ 840 milhões. Mas tudo foi compensado em 2024, quando a joia da coroa dos Marinho voltou a brilhar: R$ 2 bilhões de lucro.
No frigir dos ovos, em meio aos dois primeiros anos de Lula, a Rede Globo lucrou mais do que em quatro anos de Jair Bolsonaro. Foram quase R$ 3 bilhões com o petista, contra R$ 2 bilhões no mandato do antecessor. E ainda falta um bom tanto de mandato para fechar a conta e dobrar a meta — coincidência ou não.
Informações Revista Oeste

O mesatenista brasileiro Hugo Calderano foi impedido de entrar nos Estados Unidos para participação de um torneio em Las Vegas por ter visitado Cuba para uma competição em 2023. Essa restrição, porém, está baseada em uma norma de 2015, implementada ainda durante o governo do ex-presidente Barack Obama, usada para reforçar controles antiterrorismo.
De acordo com a norma em questão, pessoas que estiveram em certos países que gerem preocupação à segurança dos Estados Unidos ou que sejam cidadãos desses locais não podem fazer jus ao chamado programa de isenção de visto, que dispensa o documento para cidadãos de 42 países em viagens de até 90 dias.
Calderano, que possui passaporte português, tentou entrar nos EUA justamente por meio do programa de isenção de visto, mas a autorização foi negada pelo fato de ele ter estado em Cuba após 12 de janeiro de 2021, quando os americanos passaram a considerar a ilha caribenha “um Estado patrocinador do terrorismo” e o país entrou nas restrições da lei de 2015. Países como Coreia do Norte e Irã também estão na lista.
Com a informação, o brasileiro precisou solicitar um visto regular emergencial. O mesatenista recebeu apoio da Associação de Tênis de Mesa dos Estados Unidos (USATT) e do Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC), tendo seu agendamento emergencial aprovado, mas não havia disponibilidade para uma entrevista consular que lhe permitisse chegar a tempo do início da competição.
Em publicação feita em suas redes sociais nesta quinta-feira (3), Hugo lamentou o “impedimento burocrático”.
– Infelizmente não poderei disputar o WTT Grand Smash em Las Vegas devido a um impedimento burocrático para entrada nos Estados Unidos. Lamento ficar fora de uma das mais importantes competições da temporada por questões que fogem do meu controle, especialmente vindo de resultados tão positivos. É frustrante – escreveu.
Informações Pleno News

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmam, nos bastidores, que a Corte deve reagir a um eventual indulto concedido ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso ele seja condenado por tentativa de golpe de Estado e um aliado vença as eleições presidenciais de 2026.
Segundo o colunista Paulo Cappelli, do site Metrópoles, integrantes do STF relataram que se a anistia for concedida por nomes como Eduardo Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ronaldo Caiado (União Brasil) — que já se manifestaram a favor de uma anistia — ela seria considerada inconstitucional.
Ainda de acordo com Cappelli, a possível reação da Corte seria baseada no precedente do caso Daniel Silveira. Em 2023, o STF anulou o indulto concedido por Bolsonaro ao ex-deputado, alegando que o benefício foi motivado por afinidade político-ideológica, que seria incompatível com os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa.
Informações Pleno News

A Ucrânia viveu sua pior noite de bombardeio desde o início da guerra contra a Rússia nesta sexta-feira (4) com os ataques deixando ao menos 23 pessoas feridas. A ofensiva russa ocorre logo após uma ligação entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o líder americano, Donald Trump. O país foi alvo de 11 mísseis e 539 drones disparados pelas forças russas.
Segundo matéria do portal UOL, a Força Aérea da Ucrânia informou que o ataque desta sexta foi o maior já sofrido pelo país desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. Apesar disso, o exército ucraniano afirma ter abatido 270 dos 550 ataques, com outros 208 drones sendo desviados. Nove mísseis e 63 drones atingiram seus alvos, e destroços de drones interceptados caíram em pelo menos 33 localidades. Até o momento não foram registradas mortes.
O principal alvo dos ataques foi a capital ucraniana, Kiev, que teve prédios e ruas atingidos, além de sua infraestrutura ferroviária danificada. A embaixada da Polônia no país também registrou danos. Destroços de drones, a maioria do tipo Shahed, de fabricação iraniana – provocaram um incêndio em uma instalação médica no distrito de Holosiivskyi, segundo o prefeito Vitali Klitschko.
Ligação entre Trump e Putin
O ataque ocorreu logo após uma ligação entre Trump e Putin. Pouco antes da ofensiva, o presidente americano afirmou à imprensa ter tido uma longa conversa com o chefe de Estado russo, mas que a ligação não levou a “nenhum progresso”. Na conversa, Putin insistiu que a Rússia “não abrirá mão de seus objetivos” na Ucrânia.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o alerta antiaéreo foi acionado logo após o fim da ligação entre Trump e Putin. “Mais uma vez, a Rússia demonstra que não tem intenção de terminar com a guerra e com o terror”, declarou Zelensky.
EUA deixou de fornecer armas à Ucrânia
No início da semana, os EUA suspenderam o fornecimento de parte de seu armamento para a Ucrânia. Kiev alertou que a decisão comprometeria sua capacidade de repelir ataques aéreos e de frear o avanço de tropas russas.
O assunto deve ser discutido durante um telefonema entre Zelensky e Trump agendado para esta sexta. Apesar da suspensão de armamento, o presidente americano afirmou que seu governo está “tentando ajudar” a Ucrânia, mas que o governo de seu antecessor, Joe Biden, teria desfalcado os estoques de armas americanas ao entregá-las às forças ucranianas. “Biden esvaziou nosso país dando armas a eles, e temos que garantir que temos [armas] o suficiente para nós mesmos”, disse Trump.
Informações Bahia.ba
Com Frei Jorge Rocha
Tema: Palavras Africanas em nosso cotidiano
Confira:
Com Frei Jorge Rocha
Tema: Palavras Africanas em nosso cotidiano
Confira:

A Comissão de Segurança Pública do Senado deu sinal verde, na última terça-feira, 1º, para um projeto de lei que libera uso de armas e de armadilhas contra invasores de terra.
O texto aprovado segue agora para avaliação da Comissão de Constituição e Justiça — etapa obrigatória antes de eventual votação no plenário do Senado. De acordo com a proposta, o uso de força letal será considerado legítimo para reagir a invasões, seja em domicílios próprios ou de terceiros.
A iniciativa também autoriza a instalação de armadilhas, artefatos similares e o uso de cães de guarda para proteger propriedades. O proprietário, segundo o projeto, não responderá civil ou criminalmente por possíveis ferimentos ou mortes de invasores nesses casos.
O projeto foi apresentado pelo senador Wilder Morais (PL-GO) e teve o senador Flávio Bolsonaro(PL-RJ) como relator. No parecer, argumenta-se que a medida visa a proteger não só o patrimônio, mas principalmente a vida dos moradores ou ocupantes do local invadido. A lógica também se aplica a veículos.
“A proposta dá mais segurança jurídica para quem usa arma de fogo para se defender”, afirmou Flávio Bolsonaro durante o debate.
Se aprovado no Congresso, o projeto vai acrescentar dois novos incisos ao Código Penal. Atualmente, a lei reconhece legítima defesa para quem reage moderadamente a uma agressão injusta, atual ou iminente.
Informações Revista Oeste

Uma proposta de cessar-fogo de 60 dias entre Israel e o Hamas voltou a ser debatida nesta quarta-feira, 3 de julho. As negociações são conduzidas pelos Estados Unidos (EUA), Catar e Egito.
O plano prevê a libertação imediata de 10 reféns vivos e 18 corpos de israelenses em Gaza. Em troca, palestinos presos seriam soltos, a ajuda humanitária aumentaria e tropas israelenses sairiam parcialmente de áreas civis. Fontes indicam que líderes do Hamas em Doha foram instruídos a entregar suas armas.
Apesar do avanço, o fim das conversas com o grupo terrorista ainda é incerto. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que não aceitará acordo que deixe o Hamas governar Gaza. “A vitória é eliminar as capacidades militares e políticas do Hamas, garantir a liberdade dos reféns e impedir futuras ameaças”, afirmou.
O Hamas analisa os termos, mas exige o fim da guerra e a saída total das forças israelenses. Até agora, o grupo não deu resposta formal.
Um ponto-chave é a administração de Gaza depois da trégua. Israel rejeita qualquer papel do Hamas. Mediadores árabes querem que a Autoridade Palestina participe da gestão, dependendo de reformas internas e apoio popular.
O plano inclui a Organização das Nações Unidas e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha para monitorar a ajuda humanitária, algo que ainda não aconteceu desde outubro de 2023. Naquele mês, o Hamas atacou Israel e matou mais de 1,2 mil pessoas.
A proposta ganhou atenção depois de Donald Trump dizer que “Israel está pronto para um acordo” e que a crise será resolvida “quando eu voltar à Casa Branca”. Diplomatas israelenses receberam o comentário com cautela, pois Trump não participa das negociações.
No governo israelense, a trégua gera divisões. Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança, e Bezalel Smotrich, das Finanças, ameaçam deixar a coalizão se Netanyahu aceitar o plano sem eliminar o Hamas. Familiares de reféns e grupos civis pressionam por acordo que liberte os sequestrados e alivie a crise humanitária.
Dados do Hamas, não verificados, indicam mais de 38 mil mortes em Gaza desde o início da guerra. Israel sofreu centenas de baixas entre soldados. Mais de 50 reféns seguem sob poder do grupo islâmico.
Negociadores em Washington, Doha e Cairo mantêm conversas reservadas. “Ainda não há acordo, só uma proposta. Muitos obstáculos à frente”, disse à Reuters um alto funcionário da Casa Branca.
Informações Revista Oeste