
Vice-presidente do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto disse nesta quarta-feira (2), durante as comemorações dos 202 anos da Independência da Bahia, que o interior “tem de estar presente e representado” na chapa oposicionista que vai concorrer às próximas eleições na Bahia.
“Se depender da minha opinião, até março do ano que vem deveremos apresentar aos eleitores os nomes de todos os nossos candidatos ao governo, vice e Senado. E o interior terá o seu peso, terá o seu destaque”.
Pouco antes de iniciar o desfile cívico, o ex-prefeito de Salvador cobrou explicações sobre o alto volume de empréstimos contratados pelo governador Jerônimo Rodrigues -cerca de R$ 18 bilhões em apenas dois anos e meio.
“O problema não é o empréstimo, o problema é a gente não saber para onde foi este dinheiro, como está sendo aplicado. Com R$ 18 bilhões daria para construir duas pontes Salvador-Itaparica, 250 hospitais, comprado 100 mil viaturas policiais blindadas ou construídas 200 mil casas populares. E o legado, o resultado do governo Jerônimo ninguém consegue saber, não há uma marca, não há nada relevante ou de destaque. Infelizmente, ele está endividando o nosso estado e comprometendo o nosso futuro”.
ACM Neto aproveitou o desfile cívico do 2 de Julho para ressaltar “algumas independências que a Bahia precisa conquistar, sobretudo olhando para o futuro do estado. Temos sempre de homenagear e reverenciar os nossos heróis, principalmente neste dia da democracia, da liberdade e do cidadão baiano. E, ao mesmo tempo, temos de lutar muito para que os baianos tenham um futuro diferente, temos de lutar muito para que a Bahia deixe de ser o estado mais violento do Brasil, temos de lutar muito para que a Bahia saia dos últimos indicadores da educação e do desemprego”.
Na opinião de ACM Neto, os festejos do 2 de Julho sempre serão populares. “As comemorações pela Independência da Bahia nunca vão deixar de ser uma festa popular. Por mais que eles aparelhem a festa, o cidadão baiano é maior e mais forte e o 2 de Julho é ainda mais grandioso. Mas o que a gente vê, de fato, é uma ocupação da militância, o que a gente vê são pessoas que vieram orientadas politicamente, mas isso não vai diminuir a importância do 2 de Julho, o peso da Independência da Bahia e, sobretudo, o olhar crítico dos baianos de saber o que tem de ser feito para que o nosso estado retome o protagonismo que sempre teve e que foi perdido pelas péssimas administrações do PT”.
ACM Neto participou do cortejo ao lado do prefeito Bruno Reis, de deputados estaduais e federais e lideranças políticas e populares.

Nesta quarta-feira (2), Lula (PT) viajará para Buenos Aires, capital da Argentina, para participar da cúpula do Mercosul. Ele estaria planejando aproveitar a viagem para visitar a ex-presidente argentina Cristina Kirchner, que cumpre prisão domiciliar desde o dia 17 de junho em Buenos Aires.
O petista, no entanto, irá precisar de uma autorização da Justiça da Argentina para visitar Cristina.
A equipe jurídica da própria ex-presidente estaria cuidando dos trâmites.
O chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, disse que Lula vai decidir lá em Buenos Aires sobre a visita. As informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Informações Bahia.ba

Os políticos de direita seguem dominando o debate nas redes sociais brasileiras com folga. Um levantamento da consultoria Bites, divulgado pela Folha de S.Paulo, mostra que, apenas nos cinco primeiros meses de 2025, os representantes da direita tiveram um engajamento 2,5 vezes maior do que o alcançado por nomes da esquerda e do centro somados.
A pesquisa, que analisou dados entre 1º de janeiro e 30 de maio, revela um cenário preocupante para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que enfrenta dificuldades para competir com a direita no ambiente digital. A análise considerou interações em Facebook, Instagram, YouTube, TikTok e X (antigo Twitter) de 250 perfis políticos com maior número de seguidores, incluindo deputados, senadores, governadores, prefeitos de capitais, ministros e até primeiras-damas.
Segundo os dados, políticos de direita somaram 1,48 bilhão de interações, número que inclui curtidas, comentários e compartilhamentos. Já os perfis ligados à esquerda registraram 417 milhões de interações no mesmo período. O centro e o centrão, juntos, contabilizaram 171 milhões.
O desempenho superior da direita se mantém também na média por publicação. Enquanto os políticos de direita obtêm 12.894 interações por post, os de esquerda têm, em média, 4.699, e os do centro e centrão, 3.900.
Apesar de uma certa paridade no número de parlamentares considerados, 88 da direita, 84 do centro e centrão, e 78 da esquerda, a diferença no alcance e repercussão do conteúdo publicado é expressiva. Na prática, isso se traduz em uma vantagem significativa para a direita na disputa por narrativas e influência política nas plataformas digitais.
Informações Bahia.ba

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou mal novamente na terça-feira (1º) e cancelou sua presença em um evento do PL que ocorreria em Brasília, no Distrito Federal. O filho do político, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), compartilhou um comunicado, assinado pelo pai, em seu perfil no X onde afirma também que “ficam suspensas as agendas de Santa Catarina e Rondônia”.
“Após consulta médica de urgência foi-me determinado ficar em repouso absoluto durante o mês de julho”, afirmou Flávio em nome de seu pai. “Crise de soluços e vômitos tornaram-se constantes, fato que me impedem até de falar”, complementa.
Segundo matéria do InfoMoney, o político recebeu um possível diagnóstico de pneumonia viral no final de junho e, desde a data, tem sofrido com soluços e vômitos. Em seu próprio perfil no X, Bolsonaro compartilhou, sem fazer comentários, uma notícia do portal Metrópoles que afirmava que ele passou mal e cancelou sua agenda oficial.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), outro filho do ex-presidente, compartilhou a publicação feita pelo pai e escreveu que o ex-presidente “está literalmente se matando depois de terem tentado matá-lo”. Ele ainda ressaltou que Bolsonaro passou por “uma cirurgia de mais de 10 horas em menos de cerca de 2 meses”.
Esta não é a primeira vez nos últimos meses em que o ex-presidente cancela compromissos por razões médicas. Depois de participar de um churrasco, em 20 de de junho, ele teve que faltar a eventos em Goiânia (GO).
Mesmo apresentando crise de soluço e arrotos, Bolsonaro viajou a Belo Horizonte na última quinta-feira (26) para participar de evento que contou com a presença de apoiadores como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o deputado estadual mineiro Bruno Engler (PL) e o senador Cleitinho (Republicanos-MG).
Carlos Bolsonaro já tinha pontuado que os enjoos, arrotos, soluços e problemas estomacais de seu pai são consequências diretas do atentado à faca que ele sofreu em 2018. No mês passado, pouco antes de passar mal em Goiânia, o próprio ex-presidente afirmou vomitar “10 vezes por dia”, se referindo as sequelas da facada.
Desde do ataque, Bolsonaro já passou por seis cirurgias, a últimas delas em abril de 2025, uma laparotomia exploradora, que tratou obstrução intestinal.
Informações Bahia.ba

O governo federal aumentou nesta terça-feira, 1º de julho, o imposto de importação sobre carros elétricos. A nova rodada de elevação faz parte de um cronograma iniciado em janeiro. A agenda deve culminar, até julho de 2026, em uma alíquota de 35% para todos os modelos.
Como resultado, as tarifas agora variam entre 25% e 30%, dependendo da categoria do veículo. No caso dos híbridos plug-in, por exemplo, a taxa subiu de 20% para 28%.
Apesar da medida, o impacto imediato nos preços ainda é incerto. Fabricantes e revendas podem optar por manter os valores atuais, absorvendo os custos para não perder competitividade no mercado.
A justificativa oficial para o aumento é estimular a produção nacional de veículos elétricos. A Câmara de Comércio Exterior já havia aprovado o escalonamento no fim de 2023. A intenção do governo é favorecer as montadoras instaladas no Brasil.
De janeiro a maio de 2025, o país recebeu 186.181 veículos importados, sendo quase metade, 49,8%, composta de modelos elétricos, híbridos e híbridos plug-in. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa).
No mesmo período, o total de veículos emplacados no Brasil chegou a 929 mil unidades. Ou seja: os carros elétricos importados responderam por 9,98% do total vendido no país.
Representantes da indústria nacional defendem antecipar a alíquota final de 35% para frear a entrada de modelos estrangeiros. A Abeifa, no entanto, é contrária à ideia e defende previsibilidade.
A pressão também vem da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Segundo a entidade, o excesso de importações prejudica o desempenho das marcas que produzem no país.
Na prática, a nova taxação já acelera os planos de instalação de fábricas no Brasil. Montadoras como BYD e GWM, ambas chinesas, anunciaram operações locais para escapar das alíquotas maiores.
A BYD comprou a antiga planta da Ford em Camaçari (BA), mas atrasou o cronograma inicial. Problemas trabalhistas que envolvem operários chineses e troca de empreiteira responsável pelas obras contribuíram para o atraso.
Também a GWM está instalada em Iracemápolis (SP), onde a Mercedes-Benz já atuou. A expectativa é iniciar a pré-produção ainda neste mês. Outras marcas também se preparam.
A Caoa Chery segue com operações em Anápolis (GO) e deve ampliar sua presença com uma unidade em Jacareí (SP), onde pretende montar novos modelos das marcas Omoda e Jaecoo.
Já a GAC Motors negocia uma planta em Catalão (GO). Por sua vez, a Geely, que trouxe o SUV EX5 pelo Porto de Paranaguá (PR), avalia uma fábrica em São José dos Pinhais (PR), em parceria com a Renault.
Informações Revista Oeste

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começou, na segunda-feira 30, o I Mutirão Processual Penal do plano Pena Justa, mobilização que reúne Tribunais de Justiça estaduais, Tribunais Regionais Federais e diversos órgãos do sistema judiciário brasileiro, com foco na revisão de processos relacionados ao porte de maconha para consumo pessoal.
A iniciativa, que segue até 30 de julho, tem como um dos principais objetivos cumprir a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Recurso Extraordinário nº 635.659, que determinou a reavaliação das condenações por posse de pequenas quantidades da substância.
A decisão do STF determinou a descriminalização do porte de até 40 gramas ou seis plantas fêmeas da planta Cannabis sativa e retirou o enquadramento penal previsto no artigo 28 da Lei de Drogas.
Para atender a essa diretriz, o mutirão vai revisar processos em que pessoas tenham sido condenadas por posse dessa quantidade, bem como avaliar se casos tipificados como tráfico não deveriam ser requalificados.
Conforme informou o CNJ, “os processos que forem identificados pelos tribunais serão revistos, passando por uma etapa em que tanto o Ministério Público como os advogados ou a Defensoria Pública da pessoa processada poderão se pronunciar sobre o reenquadramento da condenação”.
Além da revisão de processos sobre o porte de maconha, o mutirão contempla outros três eixos: reavaliação de prisões preventivas de gestantes, lactantes e mães de crianças de até 12 anos ou pessoas com deficiência; análise de prisões preventivas que ultrapassam um ano; e saneamento de processos em execução penal com incidentes pendentes ou pena já extinta.
Nos Estados, o trabalho é desenvolvido com base em listas pré-selecionadas de processos obtidas pelo Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) e pelo Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões, complementadas por levantamentos manuais feitos pelos tribunais.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por exemplo, identificou 4,6 mil processos relacionados especificamente ao porte de maconha, que serão submetidos a nova análise. Já o Tribunal de Justiça do Amazonas utiliza o SEEU para revisar simultaneamente processos sem a necessidade de deslocamento dos magistrados.
O coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do CNJ, Luís Lanfredi, destacou que não há previsão imediata de número consolidado de casos pré-selecionados para revisão.
Ele explicou que “não foi possível criar listas de processos usando os sistemas nacionais existentes”, e que, por isso, as informações coletadas ainda passarão por filtros adicionais antes da consolidação definitiva dos dados.
Os processos incluídos na revisão seguirão diferentes encaminhamentos. A depender da análise individual, poderão ser mantidas as condenações por tráfico, rescindidas as decisões por porte, reenquadradas condenações e, em alguns casos, remetidos aos advogados e ao Ministério Público para manifestação, sem prazo obrigatório de conclusão dentro do período do mutirão.
O plano Pena Justa foi criado para enfrentar o quadro reconhecido pelo STF como “Estado de Coisas Inconstitucional” no sistema prisional brasileiro. Entre seus objetivos, estão a redução da superlotação, a garantia da dignidade das pessoas presas e a padronização de procedimentos.

A expectativa é que mutirões sejam realizados duas vezes por ano até 2027 e, depois disso, se tornem uma política permanente do CNJ. A metodologia adotada para o mutirão prevê, além da revisão processual, medidas de reinserção social das pessoas eventualmente beneficiadas.
De acordo com as orientações técnicas do CNJ, os tribunais devem articular com Escritórios Sociais e órgãos de assistência social para assegurar que as pessoas soltas recebam documentação, transporte e orientações sobre políticas públicas disponíveis.
Conforme descrito no caderno de orientações técnicas, a “saída digna do cárcere” deve ser acompanhada de procedimentos detalhados que facilitem a integração social e o acesso efetivo a direitos básicos pelas pessoas egressas.
Ao término das análises, os tribunais deverão informar ao CNJ a quantidade de processos revisados e o número de pessoas beneficiadas com extinção de pena, progressão de regime ou alteração da condenação. O resultado final será divulgado em relatório nacional previsto para outubro.
Informações Revista Oeste

Manu Pilger – Mestra em Comunicação pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Fiquei perplexa com o caso recente do adolescente de 14 anos, no Rio de Janeiro, que matou os pais e o irmão mais novo. Ao confessar o crime à polícia, não demonstrou arrependimento, nem remorso. Como chegamos até aqui? O que está acontecendo com a mente dos nossos jovens? Esse episódio, embora extremo, escancara uma ferida profunda e silenciosa: a ruptura da realidade psíquica em muitos adolescentes, que lutam diariamente para tentar se encaixar em um mundo que exige muito, cobra demais e acolhe de menos.
Esses dias, conversando com uma amiga, mãe de um adolescente, ela desabafou: “Ele tem tudo, mas vive reclamando… nada parece suficiente. ” Na hora, lembrei da minha infância. A gente mal tinha o que comer. Muitas vezes era preciso economizar no almoço para garantir a janta. Brinquedo? Era com caixa de papelão, garrafa velha. Até hoje tenho uma cicatriz na perna de uma dessas brincadeiras.
Mas, sabe? A gente era feliz. Tinha pouco, mas sonhava. E, o mais importante: não cobrava dos nossos pais o que sabíamos que eles não podiam dar. Minha mãe sempre apostou na educação. Acreditava, e nos fez acreditar, que era o único caminho para mudar de vida. E foi com essa esperança que crescemos.
Hoje, as crianças e adolescentes têm tudo nas mãos. Têm acesso à informação em tempo real, à internet veloz, a dispositivos inteligentes e redes sociais que conectam o mundo em segundos. Mas também carregam algo que, no meu tempo, a gente mal ouvia falar: depressão, crises de pânico, ansiedade extrema, automutilação e pensamentos suicidas. Isso dói e muito. Dói perceber que, mesmo com todos os avanços da tecnologia, com o aumento do consumo e das possibilidades de entretenimento, a saúde mental dessa geração parece cada vez mais frágil, mais vulnerável.
Falta silêncio, sobra comparação. Falta afeto real, sobra cobrança virtual. Vivem em um mundo acelerado, hiperconectado, mas muitas vezes desconectado da escuta, do abraço, do tempo de ser criança. É como se tivessem tudo, mas, ao mesmo tempo, faltasse o essencial: acolhimento, estabilidade emocional e espaços seguros para existir sem julgamento.
As crianças estão trancadas em casa, nos quartos, presas aos celulares, tablets, redes sociais. A gente até entende: o mundo lá fora está perigoso, e a correria da vida não ajuda. Mas, no meio disso tudo, elas foram se afastando do essencial: o contato, a brincadeira, a vida simples. Hoje, muitos vivem para ostentar. Ser “o maioral” virou meta, mesmo antes de a vida começar de verdade. E, nesse caminho, vão se perdendo reféns de um mundo onde o que importa é mostrar, parecer, consumir. Não sentir. Não viver de verdade.
Pergunto-me: como éramos tão felizes com tão pouco? E por que, com tanto, essa geração parece tão infeliz? A resposta talvez esteja naquilo que deixamos de ensinar: que felicidade não se compra, se constrói. E começa nas coisas simples, nas conexões verdadeiras, longe das telas e mais perto do coração.

A Embraer confirmou nesta terça-feira, 1º, um amplo acordo com a companhia aérea SAS. O contrato estabelece a venda de até 55 aeronaves. Estão previstas 45 unidades do modelo E195-E2, além de opção para mais dez exemplares.
Durante uma entrevista em Copenhague, o presidente-executivo da SAS, Anko van der Werff, trouxe detalhes sobre a negociação. A fabricante brasileira estimou o valor total do pedido em cerca de US$ 4 bilhões, algo próximo de R$ 21,71 bilhões.
O calendário de entregas começará no final de 2027. Outros lotes chegarão ao longo dos quatro anos seguintes. A Embraer destacou que esse contrato se tornou a maior encomenda direta da SAS desde 1996. Para a companhia aérea, a renovação da frota representa um passo estratégico.
De acordo com Van der Werff, o E195-E2 oferece a configuração e o desempenho necessários para apoiar a expansão das rotas na Escandinávia e em outros mercados internacionais. A aeronave transporta até 146 passageiros e utiliza um projeto de corredor único.
“É a aeronave certa para apoiar nosso crescimento futuro e para desenvolver nossa malha aérea tanto na Escandinávia quanto em outras regiões”, destacou o presidente.
Outro episódio recente envolveu uma disputa comercial que colocou a Embraer diante da Airbus. No início de junho de 2025, a fabricante brasileira perdeu uma concorrência para fornecer jatos à companhia aérea polonesa LOT. A Airbus fechou contrato de 40 unidades do modelo A220. Apesar do resultado negativo, a Embraer anunciou em junho novos negócios com a SkyWest e com os governos da Lituânia e de Portugal.
Já nesta segunda-feira, 30, a Embraer completou a entrega de quatro aviões Super Tucano ao Paraguai. O país adquiriu seis aeronaves, ao custo de US$ 105 milhões, aproximadamente R$ 573 milhões. As Forças Armadas pretendem usar os modelos no combate ao narcotráfico e ao crime organizado.
Informações Revista Oeste

O corpo de Juliana Marins chegou ao Brasil, nesta terça-feira (1º), em um avião da companhia aérea Emirates Airlines. A aeronave pousou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta das 17h.
A Força Aérea Brasileira (FAB) levou o corpo para a Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro (RJ).
Juliana tinha 26 anos de idade. Ela morreu durante uma trilha em um vulcão na Indonésia.
O corpo deve passar por nova autópsia no Instituto Médico Legal (IML).
A jovem vai ser sepultada em Niterói, sua cidade natal. As informações são do G1.
Informações Revista Oeste

Em sua viagem para Buenos Aires, Lula (PT) ficará hospedado na residência oficial do embaixador brasileiro, Julio Glinternick Bitelli. O petista participará da Cúpula do Mercosul.
A decisão de ficar na residência diplomática ocorre em meio a críticas ao governo sobre os seus gastos em viagens internacionais.
A viagem está prevista para esta quarta-feira (2).
O Ministério das Relações Exteriores confirmou que Lula optou por se hospedar na residência do embaixador, na capital argentina, em vez de ficar em um hotel. Em suas últimas visitas ao exterior, à França e ao Canadá, o presidente brasileiro se hospedou em hotéis de luxo. As informações são do Metrópoles e do Poder360.
Informações Pleno News