Decisão da legenda é duro golpe na candidatura de Baleia Rossi e deve ser decisiva para resultado
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia Foto: Reprodução
A noite de domingo (31) foi marcada por mais uma derrota do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na busca por emplacar o sucessor de sua preferência no comando da Casa. A “bola da vez” foi o anúncio de que o DEM, partido de Maia, decidiu ficar isento na disputa, em decisão que demonstra clara perda de capital político do deputado e um fator que deve ser determinante para uma derrota do candidato Baleia Rossi(MDB-SP), apoiado por Maia.
A decisão de neutralidade adotada pelo DEM foi tomada por unanimidade após uma reunião realizada na noite de domingo, na sede do partido, em Brasília (DF). A proposta de ficar isento na disputa partiu do presidente do partido, ACM Neto (BA), e teve a anuência de nomes importantes na legenda, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o ex-governador de Pernambuco Mendonça Filho e o ex-senador José Agripino.
– A Executiva Nacional optou por não aderir nem a um bloco nem a outro, a escolha foi pela neutralidade – disse Mendonça Filho.
Um dos aliados do deputado Arthur Lira (PP-AL), o deputado Luis Miranda (DEM-DF) confirmou que o partido não faz mais parte da base de apoio de Baleia Rossi e afirmou que muitos parlamentares da legenda ficaram aliviados por terem a liberdade de votar nas pautas que acreditam.
– São 31 votos a menos no bloco dele, e um alívio para os 21 deputados e deputadas que já tinham declarado voto para o Arthur Lira e não gostariam de ter a sua imagem vinculada a um bloco que foi literalmente construído com pautas da esquerda, sem sermos escutados, ouvidos e respeitados – afirmou.
O DEM não havia formalizado a adesão a nenhum dos blocos, mas era contabilizado por Baleia Rossi e por Maia como parte da base do presidente do MDB. Com o DEM, o bloco de Baleia tinha 238 parlamentares, enquanto o de Lira tinha 272. Sem o partido, o número de parlamentares no lado do aliado de Maia cai para 207. Para ser eleito presidente da Câmara em primeiro turno, o candidato precisa de 257 votos, visto que são 513 deputados no total.
Agência Brasil- Deputados e senadores se reúnem hoje (1°) para definir quem comandará as duas casas nos próximos dois anos. O Senado será a primeira casa a definir o novo presidente. Lá a eleição está marcada para começar as 14h. Já a Câmara começa a definir quem será o futuro presidente a partir das 19h. Por definição das mesas diretoras das duas casas, ambas as eleições serão presenciais. O voto também é secreto e apurado pelo sistema eletrônico.
Tanto na Câmara, quanto no Senado, os mandatos têm duração de dois anos, com possibilidade de reeleição.
No Senado, quatro parlamentares concorrem ao cargo. São eles: Simone Tebet (MDB-MS), Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Major Olimpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO). Novas candidaturas podem ser apresentadas até pouco antes do início da votação. A disputa, entretanto, está polarizada entre a senadora Simone Tebet e o senador Rodrigo Pacheco.
A reunião preparatória para a eleição está marcada para as 14h. Ela pode ser aberta com o quórum de 14 senadores, o equivalente a um sexto da composição do Senado. Mas a votação propriamente dita só começa com a presença da maioria absoluta da Casa, que é de 41 senadores.
Para ser eleito, o candidato precisará ter no mínimo a maioria absoluta dos votos, ou seja, pelo menos 41 dos 81 senadores.
Na ocasião serão eleitos ainda os demais membros da Mesa Diretora, também para um mandato de dois anos, mas a recondução é vedada. A Mesa é composta pelo presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e seus suplentes. Os votos para os cargos da Mesa só são apurados depois que for escolhido o presidente.
Como a eleição será presencial, medidas de segurança foram adotadas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Entre elas estão a colocação de duas urnas de votação do lado de fora do plenário: uma na chapelaria (uma das entradas do prédio do Congresso) e outra no Salão Azul.
O plenário estará com acesso restrito a senadores. Também haverá mais pontos com oferta de álcool em gel na Casa.
Cargo
O cargo de presidente do Senado é privativo de brasileiros natos e acumula a função de presidente do Congresso Nacional, sendo ainda o terceiro na linha de sucessão da Presidência da República, depois do vice-presidente e do presidente da Câmara dos Deputados. Ele também integra o Conselho de Defesa Nacional e o Conselho da República. Ambos são órgãos consultivos do presidente da República.
Além disso, cabe ao presidente da Casa organizar a pauta de votações e também conduzir os processos de julgamento do presidente da República, vice-presidente, ministros do Supremo Tribunal Federal, membros do Conselho de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, procurador-geral da República e advogado-geral da União e, nos crimes conexos ao presidente e vice, ministros de Estado, comandantes das Forças Armadas.
Câmara
No caso da Câmara, o atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a propor a realização de maneira remota, mas a mesa decidiu, por maioria, pela votação presencial. Com isso, está prevista a circulação de aproximadamente 3 mil pessoas no prédio da Câmara, em um momento de aumento nos casos de contaminação pelo novo coronavírus em todo o país.
Visando diminuir as aglomerações e manter o distanciamento, a mesa decidiu que as urnas para a votação ficarão dispostas no plenário e nos salões Verde e Nobre, espaços que ficarão restritos aos parlamentares.
Até o momento, nove deputados concorrem ao cargo de presidente – dois por blocos partidários, dois de partidos e cinco candidaturas avulsas. Novas candidaturas podem ser apresentadas até pouco antes do início da votação.
A disputa, entretanto, está polarizada entre as candidaturas dos deputados Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP). Lira foi o primeiro parlamentar a se lançar na disputa. Já Rossi conta com o apoio do atual presidente da Casa.
Prazo
Na quinta feira (28), Maia encaminhou ofício aos deputados informando que o prazo limite para a formação de blocos parlamentares termina nesta segunda-feira (1º), às 12h.
Às 14h, terá início a reunião de líderes, para a escolha dos cargos da Mesa Diretora pelos partidos, conforme o critério de proporcionalidade. Pelo regimento, os cargos são distribuídos aos partidos na proporção do número de integrantes dos blocos partidários.
A mesa é composta pelo presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e seus suplentes. Os votos para os cargos da Mesa Diretora só são apurados depois que for escolhido o presidente.
Conforme o Regimento Interno, a eleição dos membros da mesa ocorre em votação secreta e pelo sistema eletrônico, exigindo-se maioria absoluta de votos no primeiro turno e maioria simples no segundo turno.
Às 17h, termina o prazo para registro das candidaturas. Terminado esse prazo, haverá o sorteio da ordem dos candidatos na urna eletrônica.
Às 19h está previsto o início do processo de escolha do novo presidente. Pelo regimento da Câmara, para que um candidato seja eleito, ele precisa da maioria absoluta dos votos, ou seja, 257 dos 513 votos disponíveis.
Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta, será realizado um segundo turno, em que sairá vencedor o que obtiver maioria simples.
Presidência
O cargo de presidente da Câmara dos Deputados é reservado a brasileiros natos. Cabe ao presidente falar em nome da Casa legislativa. Quem ocupa o cargo também é responsável por ficar no segundo lugar na linha sucessória da Presidência da República, depois do vice-presidente. Integra ainda o Conselho de Defesa Nacional e o Conselho da República.
Cabe ao presidente da Casa organizar a pauta de votações, a chamada ordem do dia, em conjunto com o Colégio de Líderes, integrado pelas lideranças dos partidos políticos e bancadas da Casa.
Além disso, o presidente da Câmara dos Deputados tem a palavra final sobre pedidos de abertura de processo de impeachment ou instalação de comissões parlamentares de Inquérito (CPI’s).
É a primeira aparição pública do apresentador desde que anunciou saída da Rede Globo
Uma das personalidades importantes que pediram para a população ficar em casa, no intuito de evitar a propagação da Covid-19, o apresentador Fausto Silva, o Faustão, foi visto nas arquibancadas do Maracanã, em meio a torcedores do Santos, na final da Libertadores, disputada no último sábado (30) e vencida pelo Palmeiras por 1 a 0.
O flagrante ocorreu quando a câmera do SBT focou em mostrar a torcida do Santos, que assim como a do Palmeiras, se aglomerou no estádio, e acabou registrando o apresentador sentado e torcendo para o Peixe, time de coração.
Essa foi a primeira aparição pública de Faustão desde que anunciou a saída da Rede Globo depois de 32 anos de casa.
O trabalhador não poderá mais se aposentar pelo tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Daqui para frente, o contribuinte terá que se encaixar nas seguintes regras de transição, que também vale para quem nunca contribuiu.
Sistema de Pontos (Regra 88/98)
Antes, em 2020, essa Regra era 87/97.
O trabalhador terá que alcançar uma pontuação que deverá resultar numa soma de sua idade + tempo de contribuição.
Foto: REUTERS/Washington Alves
Neste ano, passou a ser de 88 pontos para as mulheres e 98 pontos para os homens, levando em conta o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres.
A nova regra prevê um aumento de 1 ponto a cada ano, até chegar a 100 pontos para as mulheres em 2023 e 105 pontos para os homens em 2028.
Tempo de Contribuição + Idade Mínima
A partir de 2021, a idade mínima passou a ser de 57 anos para as mulheres e 62 anos para os homens (sendo o tempo de contribuição 30 anos para as mulheres e 35 anos para os homens).
Por Idade
A idade mínima para o trabalhador se aposentar passou a ser de 65 anos para os homens. Porém, para as mulheres, ela terá que ter 61 anos em 2021 e acrescentar mais seis meses, como no ano passado. O tempo de contribuição continua 15 anos para ambos os sexos.
Pedágio de 50%
No caso das mulheres: Se ela contribuiu por pelo menos 28 anos quando a reforma entrou em vigor, poderá cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para chegar aos 30 anos de contribuição. Neste caso, não há idade mínima.
No caso dos homens: Se ele contribuiu por pelo menos 33 anos quando a reforma entrou em vigor, poderá cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição. Neste caso, não há idade mínima.
Pedágio de 100%
A mulher: Será possível se aposentar a partir dos 57 anos de idade. Porém, precisará cumprir um pedágio de 100% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição na data em que a reforma entrou em vigor.
O homem: Será possível se aposentar a partir de 60 anos, porém, precisará cumprir um pedágio de 100% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição na data em que a reforma entrou em vigor.
Em 2020 a regra era:
A mulher precisava ter 56 anos e seis meses de idade e 30 anos de contribuição, e o homem 61 anos e seis meses de idade e 35 anos de contribuição. Em 2021, a regra mudou: A mulher terá que ter 57 anos e os homens 62 anos.
Pontos
A exigência anterior era que a soma da idade com o tempo de contribuição fosse 87 pontos para as mulheres e 97 pontos para os homens. Agora, em 2021, essa pontuação aumentou para 88 para as mulheres e 98 para os homens.
Essas mudanças só valerão para quem atingir os critérios de aposentadoria neste ano. para quem já cumpriu em 2020, mas ainda não deu entrada no pedido da aposentadoria, os critérios que valem são os de 2020.
No confronto direto na luta contra o rebaixamento, o Bahia ficou em um empate de 0x0 com o Vasco, na tarde deste domingo (31), em São Januário, no Rio de Janeiro. O resultado deixa o time com 36 pontos e agora com um de distância para o Z4 do Campeonato Brasileiro, já que o Fortaleza perdeu do Atlético-MG por 2×0 e se manteve com 35.
O Esquadrão está momentaneamente em 15º lugar, uma casa acima de onde iniciou esta 33ª rodada, e depende do confronto entre Sport e Flamengo, segunda-feira, no Recife, para saber sua posição final na rodada. O time pernambucano passa o tricolor se vencer ou empatar. Já o Vasco foi a 37 pontos e está em 14º, também embolado na briga.
A partida teve marcação intensa de ambos os times e teve atuação decisiva do VAR, que anulou o que seria um gol do Vasco no segundo tempo e transformou na expulsão do zagueiro vascaíno Leandro Castán, que acertou um chute no rosto do goleiro Douglas.
O próximo compromisso do Bahia será quarta-feira (3), quando recebe o Fluminense, às 21h30, na Fonte Nova.
Sem emoção No confronto direto na parte de baixo da tabela, Bahia e Vasco iniciaram a partida sem querer correr riscos. Fora o chute de Ronaldo, que Fernando Miguel fez a defesa, o que se viu nos primeiros 20 minutos foi um jogo bastante estudado e com muitos erros de passe.
Marcando com linhas baixas, o Bahia conseguia se defender bem e esperava o erro do Vasco para tentar encaixar as jogadas. Quando decidiu subir as linhas, o tricolor pressionou o Vasco e quase rouba a bola na saída de Fernando Miguel.
Diante da pobreza técnica apresentada pelos dois times, os goleiros foram meros expectadores no primeiro tempo. Só nos instantes finais o Bahia conseguiu criar jogadas mais perigosas.
Aos 39 minutos, Thiago escapou bem pela esquerda e cruzou para o meio da área, mas Daniel não alcançou. Já aos 48, o mesmo Thiago furou depois da cobrança de escanteio e perdeu oportunidade de abrir o placar.
Faltou pontaria Apesar da baixa produtividade no primeiro tempo, o Bahia voltou para a segunda etapa sem alterações, mas com a orientação de acelerar as jogadas no meio-campo. No entanto, quem começou no ataque foi o Vasco.
Com apenas dois minutos, Gabriel Pec chutou cruzado, Ernando cortou e quase enganou Douglas, mas a bola saiu pela linha de fundo. Enquanto o Vasco rondava a área tricolor, o Bahia tentava o contra-ataque.
A chance veio aos nove minutos. Na descida rápida, Gilberto ganhou de Leandro Castan e lançou Rossi. O camisa 11 invadiu a área, limpou a marcação de Léo Matos, mas a finalização saiu fraca e Fernando Miguel salvou os donos da casa.
Aos 15 minutos o Vasco colocou pressão na defesa tricolor. Primeiro Benítez chutou forte e Douglas fez a defesa parcial. No complemento da jogada, o goleiro dividiu com Léo Matos e os vascaínos ficaram pedindo pênalti. O VAR entrou em ação e confirmou apenas o escanteio. Na cobrança, Léo Matos subiu sozinho, mas mandou para fora.
Dado então decidiu mexer no time e colocou Ramon e Zeca nas vagas de Daniel e João Pedro. Enquanto Ygor Catatau mandou chute forte e forçou Douglas a fazer a defesa, Gilberto respondeu na mesma moeda, mas a bola desviou na defesa e se perdeu em escanteio.
Aos 30 minutos, o Vasco chegou ao gol depois Leandro Castan dividiu com Douglas e a bola sobrou para Ygor Catatau mandar para as redes. O VAR entrou em ação e pegou a falta forte do zagueiro carioca. O tento acabou sendo anulado e Castan foi expulso por conta da entrada. No Bahia, Douglas precisou ser substituído por Anderson.
Com um homem a mais, o Bahia decidiu se arriscar e colocou o atacante Gabriel Novaes no lugar do zagueiro Lucas Fonseca. O gol quase saiu aos 47 minutos, mas Ricardo Graça cortou antes de Gabriel mandar para as redes. Minutos depois foi a vez de Gilberto pegar de primeira, mas mandar para fora.
Apesar da pressão, nem mesmo os nove minutos de acréscimos dado pelo árbitro foram suficientes para o Bahia abrir o placar e a partida terminou mesmo empatada em 0x0.
Ficha técnica
Vasco 0x0 Bahia Campeonato Brasileiro – 33ª rodada Local: São Janauário (Rio de Janeiro) Cartões amarelo: Benítez (Vasco); Daniel, Rossi e Gilberto (Bahia) Cartões vermelho: Leandro Castan (Vasco) Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO), auxiliado por Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Eduardo Goncalves da Cruz (MS) Árbitro de Vídeo: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Vasco: Fernando Miguel, Léo Matos (Ricardo Graça), Marcelo Alves, Leandro Castan e Henrique; Bruno Gomes, Leonardo Gil (Carlinhos) e Martín Benítez (Ygor Catatau); Yago Pikachu, Germán Cano e Talles Magno (Gabriel Pec) (Cayo Tenório). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Bahia: Douglas (Anderson), João Pedro (Zeca), Ernando, Lucas Fonseca (Gabriel Novaes) e Juninho Capixaba; Ronaldo, Gregore e Daniel (Ramon); Rossi, Thiago (Alesson) e Gilberto. Técnico: Dado Cavalcanti.
Dentre as pautas estão melhores condições de trabalho, o marco regulatório do transporte marítimo, o direito a aposentadoria especial, além de protesta contra o aumento do preço do combustível
Foto: Divulgação
Os caminhoneiros mantêm a decisão de início de uma nova paralisação por empo indeterminado a partir desta segunda (1). Dentre as pautas estão melhores condições de trabalho, o marco regulatório do transporte marítimo, o direito a aposentadoria especial, além de protesta contra o aumento do preço do combustível.
A decisão de promover a greve foi tomada no dia 15 de dezembro do ano passado, em assembleia geral extraordinária do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC).
O conselho reúne 40 mil caminhoneiros em São Paulo e tem afiliados em outros estados. Mas, como são várias as entidades que representam a categoria, ainda não se sabe que tamanho terá a mobilização.
Em 2018, no governo do ex-presidente Michel Temer, o grupo realizou uma paralisação que durou dez dias, afetando o sistema de distribuição em todo o país. Dessa vez, segundo Plínio Dias, presidente do CNTRC, a situação é “pior” do que a que levou à mobilização naquele ano eleitoral. A categoria apoiou em peso, na ocasião, a candidatura de Jair Bolsonaro.
Na semana passada Bolsonaro fez um apelo aos motoristas para que adiassem a greve. Segundo ele, o governo estuda alternativas para reduzir o PIS/Cofins e, por consequência, o preço do diesel. Bolsonaro ressaltou que a saída, no entanto, não será fácil.
Plínio Dias estima que até 80% dos caminhoneiros poderão aderir à mobilização, que também recebe o apoio da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). Tanto o CNTRC quanto a FNP são ligadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Metade do calçadão da Sales Barbosa já voltou à sua originalidade. Na obra ainda faltam alguns acabamentos que vão deixá-la mais aprazível e mais bonita. O novo piso já está chegando à praça Dr. Remédio Monteiro, conhecida popularmente como “Praça dos Remédios”.
A revitalização do centro da cidade está chegando na praça Bernardino Bahia, que será radicalmente modificada, e continua avançando pela Sales Barbosa.
Em outra frente de trabalho, operários agilizam um novo calçadão em parte da avenida Senhor dos Passos, mais precisamente do lado direito no sentido da praça Dom Pedro II (a Praça do Nordestino) à praça Duque de Caxias.
Índice de pessoas contrárias ao processo é de quase 60% dos brasileiros
Presidente Jair Bolsonaro durante conferência promovida pelo banco Credit Suisse Foto: Marcos Corrêa/PR
A maioria dos brasileiros é contra o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. É isso que indica uma pesquisa, publicada no sábado (30), que apontou que 56,4% são contrários ao impedimento do atual chefe do Executivo, enquanto 38,8% dos consultados são favoráveis. Outros 4,8% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
O levantamento, feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, apontou que o nível de aprovação ao impeachment é maior entre os entrevistados mais jovens, alcançando 53,3% na faixa de 16 a 24 anos. Na faixa de 25 a 34 e também na dos 35 a 44 anos, por sua vez, o percentual de pessoas contra o impeachment chega a 59%.
Em comparação ao último estudo sobre o tema, feito em abril do ano passado, o quadro se mostrou mais favorável a Bolsonaro. Na época, 42,9% dos entrevistados defendiam o impeachment, e 51,9% eram contrários. Na separação de dados por região, o Nordeste é quem mais aprova a medida, com 43,2%, enquanto 52,1% são contra.
Por outro lado, o Sul é a região onde o presidente encontra o maior apoio, com apenas 33,1% defendendo o impeachment e 63,1% contrários. Na Região Norte e Centro Oeste, 40,5% aprovam e 56,1% reprovam. Por fim, no Sudeste, 37,4% são a favor e 56,9% contra o processo de impedimento do mandato.
O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais. As consultas foram feitas por telefone, entre os dias 22 e 26 de janeiro, em 26 Estados, no Distrito Federal e em 204 municípios brasileiros.
Prefeito de São Paulo falou sobre as críticas que recebeu após ida para final da Libertadores
Posse do prefeito de São Paulo, Bruno Covas Foto: Afonso Braga | REDE CÂMARA
Após ser duramente criticado por ir ao estádio do Maracanã assistir a final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Santos, que aconteceu no sábado (30) no Rio de Janeiro, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), usou sua conta no Instagram para falar sobre o assunto.
Em uma postagem na rede social, o prefeito da capital paulista afirmou que a internet “pegou pesado” e ainda chamou as críticas feitas contra ele de uma “hipocrisia generalizada”. A foto do prefeito durante o jogo de ontem foi amplamente compartilhada nas redes sociais.
– A hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se eu tivesse feito algo ilegal – afirmou.
Nas redes, os internautas o criticaram sobre sua postura, após ter decretado, juntamente com o governador João Dória, o fechamento de bares, restaurantes e comércio nos fins de semana, feriados e durante a semana após às 20h durante a fase vermelha, com o intuito de conter a disseminação da Covid-19.
O prefeito disse que tomou a decisão de ir ao estádio levar seu filho, após o término de suas sessões de radioterapia e “tantas incertezas sobre a vida”. Segundo ele, “se esse é o preço a pagar para passar algumas horas inesquecíveis com meu filho, pago com a consciência tranquila”.
Além de funcionar também com grupos, a função não requer a instalação de aplicativos de terceiros no celular.
Foto: Ilustração
O Telegram já faz sucesso com seus usuários há tempo, mas passou a ganhar mais notoriedade nas últimas semanas devido ao WhatsApp ter anunciado mudanças em sua política de privacidade. Nesta semana, o Telegram ganhou um recurso interessante para quem está querendo migrar conversas do WhatsApp.
A função em questão é bem simples de ser utilizada e, além de funcionar também com grupos, não requer a instalação de aplicativos de terceiros no seu celular.
Como migrar conversas do WhatsApp para o Telegram
1. Acesse a Google Play ou App Store e atualize tanto o Telegram quanto o WhatsApp para a última versão disponível;
2. Abra o WhatsApp normalmente e entre na tela de conversa que deverá ser exportada; 3. Toque no ícone representado por três pontos e vá em Mais;
4. Clique em Exportar conversa e selecione se os arquivos de mídia devem ou não estar inclusos no processo;
5. Na janela aberta, selecione o Telegram e então o contato ou grupo que deverá receber a conversa;
6. Na mensagem que surge, toque em Importar e aguarde o processo ser realizado.
O tempo para ele ser concluído varia de acordo com o tamanho de sua conversa. Pronto! Agora, você já sabe como migrar conversas do WhatsApp para o Telegram sem ter que instalar nada no seu celular.