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Renovação ocorreu nesta terça-feira

Neymar Jr Foto: Reprodução

O PSG e Neymar acertaram, na tarde desta terça-feira (2), a renovação de contrato do atleta por mais quatro anos. O vínculo de Neymar com o clube francês seria encerrado em junho de 2022, mas foi estendido até 2026.

Neymar está no clube desde 2017 e conquistou três títulos da Ligue 1, duas Copas da França, duas Copas da Liga e ainda duas edições da Supercopa.

Neste domingo (31), durante uma entrevista à televisão francesa, Neymar disse que queria ficar no clube.

Informações Pleno News


Ministério da Economia elabora relatório no qual abre os valores de salários e de vantagens que vêm nos contracheques das empresas controladas pelo governo federal. Sobressaem-se a Petrobras, o BNDES, a Eletrobras e a Codevasf.

 (crédito: Arquivo/Agência Brasil)
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Ministério Economia apresentou, ontem, um relatório no qual mostra todos os benefícios bancados pelas estatais. A publicação detalha salários e benefícios, como abonos, adicionais, ausências autorizadas, auxílios e estabilidade, entre outros. De acordo com o levantamento, algumas das empresas sob controle direto da União pagam adicionais de férias, “acima da previsão legal”, de 33%. Algumas garantem 100% do benefício aos trabalhadores.

No quesito salário, a Petrobras se destaca pelos altos valores. A remuneração máxima chega a R$ 106,1 mil –– 6.932% maior que a mais baixa da empresa, de R$ 1.510. O vencimento mensal médio da petroleira, segundo o Ministério da Economia, é de R$ 18.930 e tem 52 benefícios diferentes. Entre eles, chama a atenção a gratificação de férias, que corresponde ao valor integral do salário –– contra um terço nas empresas privadas, que pagam o mínimo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 33,3%.

A estatal gastou ainda R$ 4,4 bilhões em planos de previdência complementar, em 2019, de acordo com a Secretaria Especial de Desestatização. A assistência alimentar da Petrobras também está entre as maiores da lista: são R$ 1.254,48 mensais e os empregados têm direito a mais R$ 192 de vale-refeição.

O benefício só não é maior que o pago pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de R$ 1.521,80 mensais, com 12 auxílios por ano. Além disso, os funcionários recebem cesta-alimentação no valor de R$ 654,88 mensais, com 13 cestas por ano. O BNDES tem o segundo maior salário mensal entre as empresas públicas, de R$ 75.650 — a remuneração média, segundo o ministério, era de R$ 29,230 em 2019. O Programa de Assistência Educacional do BNDES pode chegar a R$ 1.261,65 ao mês por dependente com até 17 anos e 11 meses de idade.

Em terceiro lugar, aparece a Eletrobras, com remuneração que varia de R$ 1,9 mil a R$ 71,1 mil. O auxílio-refeição é de R$ 1,2 mil por mês, sendo 13 por ano. Auxílio-creche e pré-escola (para crianças de seis meses a seis anos) chega a R$ 863,83 por mês. Assim como a Petrobras, a empresa do setor elétrico também paga gratificação de férias acima do mínimo previsto (de 75% da remuneração). Os gastos com plano de previdência em 2019 ultrapassaram os R$ 555 milhões.

Outra empresa que chama a atenção pelo auxílio-refeição/alimentação é a Companhia de Desenvolvimento dos Vale do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), de R$ 1.015,50 mensais, com 13 tíquetes ao ano. O valor é maior do que o pago pela Caixa Econômica Federal (CEF), onde o auxílio é de R$ 807,40 mensais, de acordo com o Relatório de Benefícios das Empresas Estatais Federais (Rebef).

Dentro da lei

Apesar dos altos valores, os benefícios não são ilegais, como admite o Ministério da Economia, porque são resultado de negociações em acordo ou convenção coletiva de trabalho. Alguns temas pactuados, inclusive, prevalecem sobre a legislação. “Mesmo quando superiores à legislação trabalhista, não são irregulares, pois decorrem da dinâmica negocial e têm legalidade durante a vigência. Isso ocorre porque a lei estabelece o parâmetro mínimo (CLT), podendo as empresas públicas ou privadas negociarem benefícios ou condições contratuais mais benéficas, a fim de atrair e manter pessoas qualificadas”, informou a pasta em nota.

“Alguns dos benefícios são históricos, ou seja, foram negociados pelas empresas há mais de 10 anos. Vários foram negociados em troca de não ter aumento salarial no ano, ou mesmo ter percentual de aumento menor do que a inflação do período do acordo ou trocados por outros benefícios que existiam antigamente”, esclarecem o ministério.

Lariane Del-Vecchio, especialista em Direito do Trabalho, explica que “todos esses itens são comuns em grandes empresas privadas”. Além disso, embora controladas pelo governo federal, a maioria das estatais citadas no relatório “não depende de recursos do caixa da União”. “São independentes e os funcionários não são estatutários”, reforçou Lariane.

Para alguns técnicos do próprio governo, o relatório foi feito para “confundir a opinião pública”. Isso porque, no levantamento, os campos de cada estatal não são uniformes, “variam de acordo com o interesse”. Segundo um técnico do ministério, que não quis se identificar, “o relatório não tem consistência metodológica. E, no anúncio do governo, não existe nota técnica explicando os métodos de apuração ou qual o período de aplicabilidade dos benefícios”.

Balança tem rombo de US$ 1,1 bi

Com importações em recuperação, a balança comercial brasileira iniciou o ano com rombo de US$ 1,125 bilhão em janeiro, o que significa que o Brasil comprou mais do que vendeu ao exterior naquele mês. Em janeiro de 2020, o resultado também foi negativo, em US$ 1,684 bilhão.

Depois de serem fortemente afetadas pela pandemia do coronavírus, as importações iniciaram o ano de 2021 em alta, seguindo o movimento observado nos últimos meses do ano passado. Em janeiro, o montante comprado do exterior subiu 8,3%, alcançando US$ 15,933 bilhões, o maior valor desde 2015 na comparação das médias diárias.

Destaque para o aumento de 22,4% nas importações dos chamados bens intermediários, como insumos para a indústria nacional, o que indica uma expectativa maior de produção doméstica nos próximos meses. Por outro lado, houve recuo de 13,6% nas importações de bens de consumo.

De acordo com o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, a queda no montante embarcado se deu por fatores como a entressafra no setor agrícola de alguns produtos. Também influenciou o fato de janeiro de 2021 ter tido dois dias úteis a menos do que o mesmo mês do ano passado.

Informações Correio Brasiliense


Reino Unido
O Reino Unido sofreu no último ano a maior queda populacional desde a Segunda Guerra Mundial

Certa vez, um prefeito disse que se uma casa é importante porque é uma casa privada, uma cidade deve merecer a mesma consideração, porque é a nossa “casa pública”.

A médica espanhola Sonia G., de 35 anos, decidiu que Londres não será mais sua morada em ambos os aspectos.

Após cinco anos na capital inglesa, ela voltou a morar em Madri, na Espanha, cidade administrada no passado pelo prefeito que fez a reflexão acima, Enrique Tierno Galván.

E ela não é a única a tomar essa decisão: o Reino Unido sofreu no ano passado a maior queda populacional desde a Segunda Guerra Mundial. Um declínio impulsionado por um êxodo em massa de migrantes, com epicentro em Londres.

Cerca de 1,3 milhão de estrangeiros deixaram o país entre o terceiro trimestre de 2019 e o mesmo período de 2020, segundo dados do Centro de Excelência de Estatísticas Econômicas (ESCOE, na sigla em inglês).

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Uma fuga que se manifesta com força na capital inglesa: 700 mil estrangeiros deixaram a cidade, segundo estimativas feitas pelos economistas Jonathan Portes e Michael O’Connor, que cruzaram dados oficiais sobre emprego e população.

“É um êxodo sem precedentes”, afirmam os especialistas.

A pandemia, o catalisador

O caso da médica espanhola ilustra bem os dados e as conclusões desse estudo.

“No meu caso, a pandemia foi a gota d’água”, diz Sonia à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

“Não é pelo volume de trabalho devido ao coronavírus, que é o mesmo no meu país, mas pelo desgaste de não poder visitar minha família, principalmente minha avó, que tenho medo de não ver mais. Estou há quase um ano sem poder vê-los, e as dificuldades para entrar e sair do Reino Unido são cada vez maiores. Me sinto isolada, e a pandemia ainda vai durar muitos meses.”

‘O Reino Unido se saiu relativamente mal em termos econômicos e sanitários durante a primeira onda da pandemia’, dizem especialistas Foto: Getty Images

A pandemia como catalisador é exatamente a principal hipótese que Portes e O’Connor usam para explicar a fuga de cidadãos nascidos fora do Reino Unido.

“O Reino Unido se saiu relativamente mal em termos econômicos e sanitários durante a primeira onda da pandemia”, analisam.

“Para muitos imigrantes, especialmente europeus e aqueles que chegaram recentemente ou têm família em seu país, a escolha implicaria em ficar aqui (no Reino Unido durante a pandemia) sem emprego, com menos dinheiro ou até mesmo nada, e pagando por moradia com um aluguel relativamente caro.”

Neste contexto, “a escolha não foi difícil para eles”, avaliam: “Ir para casa com a família, com menos despesas e menos probabilidade de contrair o coronavírus”.

Alberto Domínguez se identifica com o diagnóstico feito pelos especialistas.

O tatuador e modelo espanhol estava em Londres havia quase seis anos — e há duas semanas fez as malas e voltou para sua terra natal.

“Amo Londres: suas opções de lazer, seu multiculturalismo, sua eficiência, as oportunidades que tinha antes …”, diz ele à BBC News Mundo.

“Mas é extremamente difícil viver nesta cidade neste momento devido à pandemia, com um custo de vida tão alto e nenhuma renda.”

“É uma pena que você ainda não consiga fazer tatuagem online”, brinca ele com ar de resignação.

Foto: Gerty Images

O preço da moradia em Londres é um dos motivos pelos quais os trabalhadores europeus decidem ir embora, devido à falta de renda provocada pela pandemia de covid-19

Imigrantes, os mais afetados

Dinheiro, moradia e trabalho. Esses três pilares para a imigração, citados pela pesquisa do ESCOE, começaram a cambalear com a pandemia.

Antes da chegada do novo coronavírus, a taxa de desemprego do Reino Unido estava em seu nível mais baixo desde 1975 (3,8%), mas agora se encontra no ponto mais alto dos últimos quatro anos.

Mais de 1,7 milhão de pessoas não estão empregadas, e a taxa de desemprego pode variar entre 7% e 10% até meados do ano, segundo projeções do Banco da Inglaterra.

E as estatísticas não captam a verdadeira dimensão do problema, de acordo com os pesquisadores do ESCOE, que perceberam que grande parte das sanções econômicas impostas pela crise de saúde está recaindo sobre os migrantes.

“Parece que grande parte do ônus da perda de postos de trabalho durante a pandemia recaiu sobre os trabalhadores estrangeiros e se manifestou em uma migração de retorno, ainda mais que nos próprios números do desemprego”, considera Portes.

E tem muito a ver com o tipo de cargo que esses cidadãos ocupam.

“Os imigrantes têm uma probabilidade desproporcional de acabarem empregados no setor de hospitalidade e em outros serviços relacionados que requerem contato pessoal, tornando mais plausível que sejam demitidos ou percam grande parte de sua renda” devido à pandemia.

Getty Images

Os imigrantes muitas vezes ocupam postos de trabalho voltados para o público, o que os torna mais vulneráveis ​​à pandemia

“Esse é claramente o meu caso”, explica Angela, esteticista italiana que voltou no fim do ano passado para Carpinone, uma pequena cidade italiana entre Roma e Nápoles.

“As condições do meu contrato mudaram com a pandemia, passei a ter menos horas e menos renda. E a ajuda do governo não compensou a diferença. Não valia mais a pena ficar mais tempo em Londres”, explica à BBC News Mundo.

A rede de resistência desses trabalhadores é logicamente menor, ainda mais em uma cidade como Londres. Muitos apontam o preço da moradia como um dos motivos para não conseguirem aguentar mais tempo nessa situação.

“O preço do aluguel de uma casa é excessivamente alto em Londres, é surreal. E as condições dos apartamentos são lamentáveis”, desabafa Domínguez. 

Para Sonia, o dinheiro ganho é rapidamente gasto em Londres. “Grande parte do seu salário vai para pagar aluguel, nem se fala se você tentar comprar uma casa. E se você tentar se mudar do centro em busca de algo mais barato, o transporte come a diferença”, lamenta.

Essa mesma queixa poderia ser feita em relação a muitas capitais europeias, mas que no caso de Londres é especialmente significativa.

A capital britânica é a cidade com o aluguel mais caro da Europa e o quarto mais caro do mundo, segundo dados da consultoria ECA International.

O custo médio de uma moradia de três quartos é equivalente a US$ 6.959 (quase R$ 38 mil) por mês, de acordo com dados de 2020. E um apartamento de um quarto pode movimentar entre US$ 1.700 e US$ 2.000.

Em suma, a queda da população economicamente ativa impulsionada por milhares de experiências semelhantes às narradas por migrantes neste artigo é o que “ajuda a explicar por que, apesar da força com que o PIB está sendo atingido, o desemprego ainda não disparou aos níveis que muitas organizações preveem”, analisa Portes.

E não para por aí: o relatório também aponta para a situação das universidades, já que muitas passaram a ministrar cursos à distância, fazendo com que estudantes estrangeiros também decidissem sair.

Getty Images

‘Temos visto alguns problemas em setores que tradicionalmente contam com muitos trabalhadores da União Europeia’

Preocupação em alguns setores econômicos

Antes da pandemia, “Londres ainda era atraente para os trabalhadores do Reino Unido e do exterior, apesar dos transtornos econômicos previstos pelo brexit (saída britânica da União Europeia)”, avalia Alec Smith, responsável pelo estudo habitacional da consultoria ECA.

Mas a evolução do êxodo acendeu alguns alertas nos setores econômicos mais dependentes da imigração europeia no Reino Unido.

“Temos visto alguns problemas em setores que tradicionalmente contam com muitos trabalhadores da União Europeia. Temos membros que estão sofrendo para preencher vagas na produção de alimentos e transporte, sobretudo de veículos pesados”, afirmou Neil Carberry, diretor da Confederação de Contratação e Emprego ao jornal britânico The Telegraph.

A UK Hospitality, que representa o setor de hospitalidade, também notou essa tendência. Segundo seus dados, um quinto dos trabalhadores do setor vêm do exterior, percentual que sobe para 30% nos hotéis e que, em Londres, responde por três quartos da força de trabalho que atua na limpeza e cozinha. Muitos foram embora, destacaram em comunicado.

A maior preocupação está em setores como a agricultura, onde “99% da mão de obra agrícola sazonal vem da União Europeia”, de acordo com um relatório da Câmara dos Comuns.

“Por que nossos jovens e nossa força de trabalho evitam o trabalho duro, enquanto romenos, lituanos e búlgaros, etc., parecem encarar?”, perguntou o deputado conservador Derek Thomas em uma sessão parlamentar recente que abordava a situação desse setor.

É que o medo da escassez de mão de obra se agravou nos últimos dias.

“Sabemos que muitos dos nossos trabalhadores voltaram para casa, mas não sabemos quantos vão retornar”, disse Kate Nicholls, representante da associação de hoteleiros.

O retorno (ou ausência dele) é justamente o medo dos empresários britânicos, que em meio à pandemia e ao brexit, não têm mais a confiança de serem tão atraentes para os trabalhadores que vêm de fora de suas fronteiras.

Uma pesquisa recente da Make UK, organização que reúne a indústria manufatureira, revelou que um terço dos fabricantes britânicos acredita que a capacidade do país de atrair talentos internacionais diminuiu.

Getty Images

Há dúvida se os trabalhadores estrangeiros que partiram vão voltar quando a pandemia terminar

Eles vão voltar?

O fato é que, à medida que a pandemia avança, o brexit também se tornou realidade. E com ele, as novas regras de imigração.

Os cidadãos da União Europeia que deixaram o Reino Unido no ano passado precisarão de visto de trabalho para voltar e trabalhar no país. Aqueles com status reconhecido poderão retornar para ocupar vagas, mas os novos imigrantes, não.

“Eu poderia voltar. Mas embora tenha medo da precariedade do trabalho no meu país, espero não precisar fazer isso”, diz Sonia, a médica espanhola. 

“Os debates sobre imigração nos últimos tempos tampouco me ajudaram a me sentir mais ligada ao país”, acrescenta.

“Não sei, talvez (volte) no futuro”, afirma o tatuador Alberto Domínguez, que reconhece que o Brexit traz algumas incertezas.

“Vamos esperar o coronavírus passar.”

Angela também não está convencida: “Prefiro ficar no meu país agora, mas veremos quando a pandemia acabar”.

É muito cedo para saber se esse êxodo de migrantes é uma via de mão dupla, mas, já antes da pandemia, uma pesquisa da BBC mostrava que a procura de emprego no Reino Unido por europeus em portais de trabalho havia caído 12% no país e cerca de 15% em Londres em 2019.

E aquele ano entrou para o calendário como o de maior queda de migrantes europeus trabalhando no Reino Unido desde 1997, de acordo com dados do Escritório de Estatísticas Nacionais do país.

Uma incerteza de que a pandemia ampliou. Pelo menos, por enquanto.

Informações BBC NEWS Brasil


Foto: Reprodução

Após a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, na semana que vem, no Catar, o Verdão terá que fazer cinco partidas da Série A em um espaço de 11 dias para fechar sua participação no torneio.

Além disso, o Alviverde ainda jogará duas partidas contra o Grêmio, pela final da Copa do Brasil, para encerrar a temporada 2020, sendo que o Paulistão-2021 começa já no final de fevereiro.

Por isso, Abel pediu a redução imediata do número de jogos no país e deu até uma sugestão: que a Copa do Brasil seja “enxugada”, ficando similar às Copas europeias.

“Já disse e vou repetir: o calendário que é feito (no Brasil) e a quantidade de jogos que nós temos, eu acho que quem manda e quem decide têm que pensar muito bem e refazer… Tem que sentar e pensar muito bem no que fazer com tantos jogos. Inclusive, fomos criticados pela Fifa pela quantidade de jogos que temos (no Brasil)”, iniciou.

“Temos que pensar por que temos a Copa (do Brasil) em duas mãos [jogos de ida e volta]. Por que não fazemos só uma mão? Elimina e sai fora. Para que dois jogos, de ida e volta? Para que? Escolhe um sorteio, tem o jogo, se passar o Palmeiras, fantástico, se não passar, está fora. Por que temos que ter ida e volta em todos os jogos?”, questionou.

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“É só entenderem o que eu faço. Eu vou contar um dos meus segredos como treinador: eu olho o que os melhores fazem e adapto à minha realidade, ao meu contexto. Acho que o futebol brasileiro tem que fazer isso”, seguiu.

“Essa final da Libertadores que jogamos, segundo me disseram, foi vendida para muitos países, deu muito mais lucro. Não temos que aprender com isso? Por que temos que ter uma sobrecarga de jogos?”, arguiu.

“Em dezembro, fizemos nove jogos. Em janeiro, 10 jogos. Em fevereiro, teremos cinco jogos em 11 dias. É coisa de loucos. Cada vez que jogo e chego ao final da partida sem jogadores lesionados para mim é uma vitória”, encerrou.

O Verdão viaja na noite desta terça-feira para o Mundial e faz sua estreia no próximo sábado, contra o vencedor de Tigres e Ulsan Hyundai.

Informações ESPN


Reprodução/Globoplay
Imagem: Reprodução/Globoplay

O clima no “BBB 21” anda pesado. Desde a última festa “Herança Africana”, na sexta-feira, (29), quando Lucas Penteado se desentendeu com vários participantes, os internautas têm assistido um show de horrores protagonizado por Karol Conká, que já revelou seu objetivo: “Deixar esse menino tantã”.

No sábado, em conversa com Lumena, Nego Di e João Luiz, a rapper tramou um plano para expulsá-lo da mesa. “Vamos falar para ele: você vai comer depois, a gente vai comer aqui e você come depois”.

E não para por aí. Em outros momentos Karol, sempre acompanhada de seus aliados, disse que Lucas teria que “lavar a bunda da galera”, insinuou que ele usa drogas e chegou até a compará-lo ao ex-goleiro Bruno, condenado em 2013 pelo homicídio triplamente qualificado da ex-namorada, ocultação do cadáver, sequestro e cárcere privado do filho.

Essas agressões são caracterizadas como tortura psicológica. Já o abuso psicológico ocorre quando os limites são ultrapassados, ou seja, as opiniões e os atritos começam a ferir. De acordo com a legislação brasileira, em alguns casos, a tortura pode até levar à prisão do agressor.

“Tortura é um abuso exacerbado, mas o próprio abuso já é uma tortura e causa danos severos”, explica Cláudio Paixão Anastácio de Paula, doutor em psicologia social pela USP (Universidade de São Paulo) e professor da Escola de Ciência da Informação da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Nesses casos, a vítima se sente paralisada, começa a questionar os próprios sentimentos, os instintos e, às vezes, até a própria sanidade. Já o agressor questiona tudo, afirma ser o dono da razão, critica, ironiza, ameaça, isola a vítima, controla seus passos, minimiza e ignora o sentimento alheio, inverte as situações ao seu favor e tem prazer sádico em ver o sofrimento do outro.

Psicopatas podem ter esse tipo de atitude, mas isso não significa que todos que cometem essas agressões são psicopatas.

“Isso gera insegurança, a pessoa pede desculpas constantemente, quer se justificar, não sabe o que fazer, não consegue ficar feliz”, exemplifica De Paula. “E, às vezes, aquilo que ela fez pode ser grave num contexto, numa situação, mas talvez não seja um demarcador de caráter, as pessoas falham, erram. E no final ela pensa que não é boa suficiente e que não faz nada certo. Tudo isso faz com que ela perca o equilíbrio emocional necessário para sobreviver nesse mundo”, completa.

Quais os danos de uma tortura?

Tanto o abuso como a tortura causam uma série de impactos negativos na saúde física e mental, como depressão, ansiedade, traumas, e até um estressepós-traumático, quando o abuso foi tão intenso que a pessoa não consegue esquecer.

E quando o estresse é prolongado altera todo o metabolismo. “Altera a produção de glicose, paralisa o intestino, porque você direciona energia para pressionar os músculos para lutar ou para correr, aumenta a pressão sanguínea, a pressão arterial, o risco de infarto e derrame, a pessoa pode ficar obesa, porque muda toda a digestão. A imunidade, em geral, abaixa, porque você tem que fortalecer os músculos”, descreve o professor da UFMG.

Quando há uma tortura, na maioria das vezes, a pessoa tem duas escolhas: ou lutar contra ou correr/fugir. Essa situação gera um desequilíbrio mental, uma vez que ela fica o tempo todo arisca, se preparando para um novo “ataque”.

Todos esses danos também podem surgir a curto prazo, dependendo da intensidade das agressões e a posição da vítima.

Tortura pode ser coletiva ou individual

Segundo o professor da UFMG, o abuso e a tortura podem ser praticados no coletivo ou individualmente. Um grupo que se identifica pode cometer as agressões ou até mesmo um pai contra o filho, um cônjuge, um chefe.

“Porque tem uma assimetria de poder: quem é o abusado geralmente tem menos força em termos físicos, emocionais ou até sociais. Às vezes a pessoa pode até ser mais forte, como um homem, mas está sofrendo abuso de um grupo, que se junta para ameaçá-lo com autoridade”, diz o professor.

Precisa de tratamento

O abuso emocional pode gerar traumas durante a vida inteira, mesmo que a agressão tenha sido por pouco tempo. Em casos de histórico anterior, o caso é ainda mais grave.

As vítimas sempre saem fragilizadas da situação. Por isso, para uma recuperação, é necessário tratamento adequado e terapia.

“Os danos são reversíveis, mas depende muito, muito, muito de a pessoa ter essa conjuntura transformada. Então, ela precisa sair ou ser retirada desse ‘espaço’, receber proteção e acolhimento”, finaliza o professor da UFMG.

Informações Viva Bem/ UOL


Foto: Washington Nery

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 22.082 pacientes curados, índice que representa 94,3% dos casos confirmados. Enquanto isso, 77 exames foram negativos e 87 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 50 pacientes internados no município e 899 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (02).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA
02 de fevereiro de 2021

Casos confirmados no dia: 87
Pacientes recuperados no dia: 32
Resultados negativos no dia: 77
Total de pacientes hospitalizados no município: 50
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 899
Total de casos confirmados no município: 23.401 (Período de 06 de março de 2020 a 02 de fevereiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 849
Total de recuperados no município: 22.082
Total de exames negativos: 33.253 (Período de 06 de março de 2020 a 02 de fevereiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 383
Total de óbitos: 420

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 21.141 (Período de 06 de março de 2020 a 02 de fevereiro de 2021)
Resultado positivo: 3.763 (Período de 06 de março de 2020 a 02 de fevereiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 13
Resultado negativo: 17.378 (Período de 06 de março de 2020 a 02 de fevereiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Operação cumpria mandado relacionado a um caso de pornografia infantil

Agentes do FBI morreram durante operação na Flórida Foto: EFE/EPA/Cristobal Herrera-Ulashkevich

Dois agentes do FBI morreram na manhã de terça-feira (2), após serem baleados enquanto cumpriam um mandado relacionado a um caso de pornografia infantil, em um bairro residencial de Sunrise, no sul da Flórida, nos Estados Unidos.

– O FBI está analisando a troca de tiros que ocorreu nesta manhã em Sunrise, Flórida. Uma equipe de policiais estava lá para executar um mandado de busca e apreensão ordenado por um tribunal federal, em um caso de crimes violentos contra crianças – diz uma nota publicada pela agência.

O tiroteio aconteceu por volta das 6h em um complexo chamado Reflections, onde uma pessoa se trancou dentro de uma casa. Depois de proteger-se no local por horas, acredita-se que o suspeito também tenha se matado.

O mandado federal estava relacionado a um caso de pornografia infantil investigado pelo FBI e processado por promotores federais em Fort Lauderdale, de acordo com o jornal Miami Herald.

Informações Pleno News


José Carneiro vai assumir a Secretaria Municipal de Meio Ambiente no governo do prefeito Colbert Filho

Zé Carneiro cutuca Fernando Torres ao se despedir da Câmara de Vereadores
Foto: Ascom Câmara

Ao se despedir nesta terça (02) da Câmara – vai assumir a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais -, o vereador José Carneiro (MDB) deu uma cutucada no presidente da Casa, vereador Fernando Torres. “Ele foi infeliz”, disse sobre as acusações de Torres a Nery (leia mais).

Carneiro se posicionou sobre as acusações feitas por Fernando Torres a Alberto Nery, ex-vereador e presidente do Sindicato dos Rodoviários. “Respeito a posição do vereador Fernando e suas denúncias, mas estamos aqui para divergir também. Tenho por Nery respeito e amizade. Acredito que (Fernando) não foi feliz, mas é decisão dele, temos de acatar”. Sobre a chegada ao governo Colbert, José Carneiro diz que será “motivo de muito orgulho integrar o governo de um prefeito preparado”. Considera um “desafio muito grande”, mas tem a certeza de que vai “corresponder à expectativa de quem me confiou e do povo, que espera nossas ações”.

“É temporário, pois antes de encerrar o mandato tem que retornar à Câmara, para poder concorrer nas eleições de 2024”, observa.


Foto: Valter Campanato

Governador de São Paulo ligou para a rádio Jovem Pan e criticou Rodrigo Constantino

Nesta terça-feira (2), usuários de redes sociais se uniram em nova crítica ao governador de São Paulo, João Doria. No Twitter, manifestantes subiram a #CalaABocaDoria e levaram a tag a ser o assunto mais comentado da rede social.

A iniciativa ocorre após Doria ligar para a Jovem Pan e pedir um direito de resposta, após as críticas feitas a ele pelo comentarista Rodrigo Constantino sobre sua gestão na pandemia de Covid-19. O governador paulista “atacou” Constantino, acusou o jornalista de defender estupro e disse para ele “lamber as botas” do presidente Jair Bolsonaro.

Nas publicações, usuários criticaram o “chilique” de Doria na rádio e fizeram críticas ao governador.

Usuários da rede social também levantaram a #DoriaVassaloDaChina.

Após a discussão, Rodrigo Constantino usou seu perfil nas redes sociais para comentar os “ataques” do governador. Na postagem, o jornalista chamou o gestor público de “canalha” e afirmou que vai processar Doria pelas ofensas realizadas ao vivo.

Informações Pleno News


Foto: Jorge Magalhães

Em Feira de Santana agora é um requisito apresentar o cartão SUS ou comprovante de residência para vacinação contra a Covid-19, a partir desta quarta, 03. O intuito é garantir que a vacinação seja exclusiva dos munícipes.

As pessoas que não apresentarem a documentação exigida ou que não morem em Feira de Santana não poderão tomar a vacina. Neste momento a vacinação continua sendo limitada apenas aos profissionais e trabalhadores da saúde.

Esta exigência não exclui a necessidade de apresentar documento original com foto, CPF, comprovante de vínculo de trabalho em instituição de saúde ou carteira do conselho da área de atuação.

“É uma decisão necessária para garantir a imunização dos nossos munícipes”, pontuou o secretário de Saúde, Edval Gomes.