Doses serão aplicadas em Unidades Básicas de Saúde
Nesta quarta-feira, 16, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continua com a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h.
A vacina é para as pessoas que tomaram a primeira dose e estão no período recomendado para aplicação da segunda dose do imunizante.
É preciso apresentar a caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Veja os locais da vacinação: Unidades Básicas de Saúde:
UBS Cassa
UBS Subaé UBS Caseb 2 UBS Baraúnas UBS Irmã Dulce UBS Centro Social Urbano UBS Mangabeira UBS Serraria Brasil UBS Jardim Cruzeiro UBS Dispensário Santana
Previsão é de que mais de 2,4 milhões de doses da farmacêutica cheguem ao país nesta semana
Avião com mais 530 mil doses da vacina da Pfizer chega a São Paulo Foto: Reprodução/Ministério da Saúde
Um avião, com mais 530 mil doses da vacina da Pfizer chegou ao Aeroporto de Viracopos (SP), na noite desta terça-feira (15). A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde.
Além de publicar um vídeo, que mostra a chegada dos imunizantes contra a Covid-19, a pasta da Saúde destacou que previsão é de que outras 2,4 milhões de doses da farmacêutica cheguem ao país nesta semana.
– Mais 530 mil doses de vacinas #COVID19 da Pfizer chegam ao Brasil. A carga pousou agora há pouco no Aeroporto de Viracopos (SP). A previsão é de que mais de 2,4 milhões de doses da farmacêutica cheguem ao país nesta semana – informou o Ministério da Saúde.
O Brasil tem dois contratos assinados com a Pfizer. O primeiro, assinado em março, está em vigência, e prevê a entrega de 100 milhões de doses.
Iniciativa conta com o apoio de 19 dos 20 times da Série A
Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
Os principais clubes brasileiros de futebol anunciaram nesta terça-feira (15) que têm a intenção de criar uma liga independente para comandar o campeonato nacional do país, com 19 dos 20 clubes da Série A apoiando a decisão de formar uma liga que possa lhes garantir mais controle do esporte.
Diferentemente de países como Inglaterra, Espanha e Alemanha, onde a liga é comandada por um órgão separado da associação nacional de futebol, as ligas profissionais no Brasil são controladas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“Há muito o que fazer, e isso começa já”, disse o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, no Twitter. “Por novo calendário, mais planejamento, investimentos e receitas. Por democracia, com equilíbrio, união e trabalho. Sem conflitos, sem ressentimentos”, afirmou.
Os 19 clubes brasileiros (o único que não assinou o documento foi o Sport Recife, que está sem presidente) entregaram uma carta à CBF expressando sua decisão pela “criação imediata de uma Liga de Futebol do Brasil” que será fundada assim que possível.
A carta diz que a decisão é “em razão de diversos acontecimentos que vêm se acumulando ao longo dos anos e revelam um distanciamento total e absoluto” entre os clubes e a CBF.
A decisão acontece em um momento de insatisfação generalizada com a CBF, que em 31 de maio aceitou sediar no Brasil a Copa América de 2021 com duas semanas de antecedência, enquanto o Campeonato Brasileiro está acontecendo.
Ex-Presidente Lula durante reunião do PT sobre economia: tema será central na eleição de 2022 Sérgio Lima/PODER 360
Em 84 dias Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a preferência do eleitor. O intervalo separa pesquisas do PoderData.
Em 17 de março o ex-presidente tinha 34% das intenções de voto no 1º turno. O presidente Jair Bolsonaro tinha 30%. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, Lula estava à frente.
Na pesquisa de 9 de junho, Bolsonaro tinha33% no 1º turno e Lula, 31%. A margem de erro nesse caso é de 2 pontos percentuais, portanto os 2 estão tecnicamente empatados. Nos 2 levantamentos intermediários houve redução da margem favorável a Lula. Isso mostra uma tendência de consistente e progressiva de corrosão de Lula e de crescimento de Bolsonaro na hipótese mais provável por ora: de que os 2 serão candidatos.
No 2º turno, o petista estava na frente, com 48%. Bolsonaro tinha 35%. Em 14 de abril, Lula tinha 52% e Bolsonaro, 34%. A diferença caiu 7 pontos percentuais.
Faltam 16 meses para o 1º turno da eleição. Muita coisa mudará até lá. É possível que Lula volte a ter maior vantagem sobre Bolsonaro. Ou o contrário.
O desempenho do petista na 1ª pesquisa tem sido atribuída ao impacto da novidade. O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin decidiu em 8 de março anular as sentenças contra o ex-presidente na 1ª instância da Justiça Federal de Curitiba. Com isso, Lula tornou-se possível candidato em 2022. Mas nesses quase 3 meses isso se tornou algo dado, como as nuvens do céu.
Um nome tão conhecido como Lula tornar-se elegível de um dia para outro é algo que não pode ser desprezado. Tampouco é um fator que pode dar conta de explicar completamente a escolha do eleitor a favor ou contra o petista. Como já se argumentou aqui, algo que conta muito ao se optar por um candidato a presidente é o desempenho da economia.
Bolsonaro e Lula poderão mostrar em 2022 o que fizeram para melhorar o emprego e a renda em seus respectivos governos. Mas o que interessa mesmo às pessoas é quem lhes proporcionará maior prosperidade de 2023 a 2026. O passado importa como sinalização do que poderá ser o futuro.
FAIXAS DE RENDA
Na pesquisa de 17 de março, Lula tinha vantagem sobre Bolsonaro em 3 faixas de rendimentos. Eram 15 pontos a mais entre as pessoas sem renda fixa, 8 pontos nas que recebem até 2 salários mínimos (R$ 2.200) e 25 pontos nas que recebem de 2 a 5 salários mínimos (R$ 2.200 a R$ 5.500). Bolsonaro estava à frente nas faixas de 5 a 10 salários (R$ 5.500 a R$ 11.000), com 25 pontos, e na acima disso, com 16 pontos.
Na pesquisa de 9 de junho, Lula liderava só entre as pessoas sem renda fixa. Mas a vantagem era bem inferior à de antes: 9 pontos. Na faixa até 2 salários, Bolsonaro passou a liderar com 14 pontos. Na de 2 a 5, tem 5 pontos de vantagem. Na de 5 a 10, tem 8 pontos de vantagem. Na acima de 10, o presidente tem quase o mesmo que tinha antes: 15 pontos.
Note-se aqui a corrosão de Bolsonaro em uma faixa: a de 5 a 10 salários mínimos. Ele tinha 25 pontos de vantagem e passou a ter 8. É possível que essas pessoas se sintam mais vulneráveis à alta da inflação e à dificuldade de criação de vagas formais de trabalho, sobretudo com maior remuneração.
Mas em outras faixas de menor renda a satisfação com o governo parece estar crescendo. É isso o que sugere a preferência que Bolsonaro passou a ter sobre Lula. Também é consistente com a recuperação em vários itens do mercado de trabalhoobservada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
As vagas dos que trabalham por conta própria, sem carteira assinada, já superavam em março (dado mais recente disponível) o nível de março de 2020. A pandemia foi decretada em março de 2020. A renda ficou ligeiramente superior, em valor corrigido pela inflação. A economia segue crescendo, o que sugere que a avaliação do governo se tornará progressivamente mais favorável.
Os itens desfavoráveis ao governo e a Bolsonaro já mencionados acima são a alta da inflação e a demora de recuperação do emprego formal. A isso pode se somar a percepção de alguns eleitores de que o presidente age mal para reduzir o número de casos de covid e os danos que a doença causa na economia. Não são todos que pensam assim. Tendem a ser ainda em menor número os que acham que o comportamento equivocado atual possa comprometer o futuro do país.
Os petistas e outros adversários de Bolsonaro parecem contar com o fato de que os erros do presidente e do governo são evidentes. Talvez lhes seja útil avaliar o quadro de forma um pouco mais sofisticada.
A partir desta quarta-feira (16), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em novembro podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 5 de julho.
Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o siteauxilio.caixa.gov.br.
A terceira parcela poderá ser sacada a partir de 27 de julho e a quarta, a partir de 27 de agosto.
Ontem (15), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o banco estuda antecipar o pagamento da quarta parcelado auxílio emergencial. O atual cronograma prevê que a Caixa comece a depositar os valores relativos à quarta parcela na conta social digital dos beneficiários nascidos em janeiro a partir de 23 de julho e que os depósitos da quarta fase se estendam até 22 de agosto, com o pagamento para os nascidos em dezembro.
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
No dia 8 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício pode ser estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada.
“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, disse.
Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio emergencial serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.
No mês de julho, a Bahia receberá 300 mil doses da vacina russa Sputnik V. O acordo foi divulgado nesta terça-feira (15), em reunião entre representantes do Fundo Soberano Russo e governadores do Nordeste, e anunciado pelo governador Rui Costa durante o Papo Correria. O Fundo confirmou para o início de julho o envio das primeiras doses e informou que entregará até o fim de junho o cronograma de distribuição das doses.
“Aplicando as duas doses, teremos 150 mil pessoas imunizadas. Ainda nesta semana, nós vamos definir quatro ou cinco cidades onde vamos aplicar essas vacinas em toda a população adulta acima de 18 anos e que ainda não foi vacinada. Resolvemos concentrar essa vacina em alguns municípios para gerar um efeito demonstração. Após a vacinação, nós vamos fazer a coleta dos dados e apresentar para o Brasil e para o mundo inteiro os resultados, mostrando a da eficácia dessa vacina que já vem sendo aplicada com sucesso em vários países”, afirmou Rui.
Em março, o consórcio de governadores do Nordeste formalizou a compra de 37 milhões de doses da Sputnik V. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, com restrições, a importação do imunizante. Num primeiro momento, as vacinas serão para apenas 1% da população de cada um dos seis estados do Nordeste que fizeram o pedido à Anvisa: Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí.
A Rede Globo irá confirmar nesta terça-feira (15) a renovação do contrato do apresentador Luciano Huck, o que significa um posicionamento oficial do global de desistir de disputar as eleições para a presidência da República. Mais detalhes devem ser revelados no programa Conversa com Bial que será exibido nesta madrugada. As informações são do Notícias da TV.
O contrato atual de Huck com a emissora se encerraria no início de 2021 e não estava claro se ele seria renovado ou se o apresentador iria optar por concorrer às eleições presidenciais de 2022.
Segundo aponta o site, após confirmação de que Fausto Silva não renovaria seu contrato, o apresentador do Caldeirão teria sido pressionado pelos executivos da emissora para adiar os planos políticos.
E O CALDEIRÃO? Para assumir o horário nobre de domingo, Huck deixará de apresentar o Caldeirão, que deverá ser substituído por programas ainda não definidos. Uma das possibilidades é que quadros consagrados do Domingão do Faustão, como o Dança dos Famosos e o Show dos Famosos, tornem-se programas independentes com diferentes apresentadores para preencher a grade.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques decidiu hoje (15) que o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel não é obrigado a prestar depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. A oitiva estava prevista para amanhã (16).
“Em face do exposto, defiro o pedido de habeas corpus para dispensar o paciente, caso queira, de comparecer perante a CPI da Pandemia e, em caso de opção pelo comparecimento, garantir-lhe: o direito ao silêncio, a não assumir o compromisso de falar a verdade (em razão da condição de investigado e não de testemunha) e à assistência de advogado”, decidiu.
A decisão do ministro foi motivada por um habeas corpus protocolado pela defesa de Witzel. Os advogados alegaram que o depoimento seria ilegal porque o ex-governador foi convocado como testemunha para depor sobre fatos aos quais responde na Justiça como investigado.
“Fica evidente que a convocação do paciente na qualidade de testemunha configura verdadeiro subterfugio ilegal para obrigar o paciente a comparecer compulsoriamente para prestar depoimento perante a CPI, bem como o obrigar a falar sobre fatos que já é investigado e/ou processado, o que viola os direitos do paciente já reconhecidos por diversas oportunidades por este excelso Supremo Tribunal Federal, quais sejam, o direito a não autoincriminação”, argumentou a defesa.
Mais de 200 agentes de segurança procuram um homem acusado de matar quatro pessoas da mesma família em Ceilândia, na região administrativa de Brasília. Lázaro Barbosa, de 33 anos, conhecido como “Serial Killer do DF” está foragido há sete dias. A Polícia Militar usa helicópteros, cães farejadores e conta com auxílio da Polícia Federal e Civil.
Nesta terça-feira (15), o acusado fez uma pessoa de refém em Edilândia (GO) e trocou tiros com policiais. De acordo com o site Metrópoles, um agente foi atingido, mas não há informações sobre o estado de saúde. O foragido havia sido visto em propriedades rurais na região do entorno do DF e Goiás. Além da cidade goiana de Edilândia, ele passou por Cocalzinho de Goiás, distante 115 quilômetros de Brasília.
Lázaro é acusado de matar, a tiros e facadas, três pessoas na zona rural de Ceilândia no último dia 9 de junho. Os mortos eram Cláudio Vidal de Oliveira, de 48 anos, e os filhos Gustavo Marques Vidas, de 21 anos, e Carlos Eduardo Marques Vidal, de 15 anos.
O foragido também é acusado de participar do sequestro da mulher de Cláudio, Cleonice Marques de Andrade. O corpo dela foi encontrado no dia 12 à beira de um córrego, próximo da casa onde a família morava. No mesmo dia, Lázaro fugiu de um cerco policial na cidade de Cocalzinho. Ao fugir, ele trocou tiros com agentes e ateou fogo em uma casa.
Em entrevista na segunda-feira, 14, o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Marques, classificou o foragido como “psicopata”.
– Ele, além de ser um psicopata, é da região. É o que nós chamamos de ‘mateiro’, acostumado a se emburacar no mato Ele deve ter outra motivação psicótica. Está muito focado em seguir na trajetória criminosa. Mas vamos chegar até ele – afirmou.
Nascido na cidade baiana de Barra do Mendes, a 530 quilômetros de Salvador, Lázaro já respondeu, na cidade natal, a um processo por homicídio quando tinha 20 anos. Em 2011, já em Ceilândia, ele foi condenado por estupro e roubo com emprego de arma. Ele chegou a ser preso em 2018, em Águas Lindas de Goiás, mas fugiu do encarceramento poucos meses depois.
Agência revisou o número após o desempenho do primeiro trimestre surpreender positivamente
Fitch eleva previsão para alta do PIB do Brasil em 2021, de 3,3% a 5% Foto: Reprodução
A Fitch Ratings elevou a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2021, de 3,3% a 5%, após o desempenho do primeiro trimestre surpreender positivamente. Para 2022, no entanto, a agência cortou a estimativa para expansão da atividade, de 2,5% a 2%. Já em 2023, a expectativa é de avanço de 2,4%.
Em relatório divulgado nesta terça-feira (15), a instituição explicou que a economia brasileira se mostrou “resiliente” à redução das políticas de estímulos e à segunda onda de casos de coronavírus.
A maior economia da América Latina também tem se beneficiado da escalada dos preços das commodities e de uma política monetária “acomodatícia”, na visão da Fitch.
Segundo a análise, o crescimento econômico deve desacelerar a partir do ano que vem, diante do aperto das medidas macroeconômicos, sobretudo do ponto de vista monetário, e da redução de investimentos em meio à polarizada campanha eleitoral de 2022.
– Retrocessos na gestão da pandemia, incluindo atrasos na vacinação, também pode pesar no desempenho econômico em 2021-2022 – alertou.
A Fitch avalia ainda que a inflação ao consumidor deve romper a meta do Banco Central e se elevar 5,5% este ano, antes de desacelerar a 3,7% em 2022 e 3,3% em 2023.
Os gastos com consumo subirão 3,4% em 2021, 2,4% em 2022 e 2,5% em 2023, pelas previsões da agência.
Para o câmbio, a previsão é de que o dólar termine este ano e o próximo em RS$ 5,30 e caia a RS$ 5,20 em 2023. Já a taxa Selic subirá a 6% até o fim de 2021 e a 6,50% em 2023, no entendimento da Fitch.