Ministro afirmou que “apenas uma minoria coloca em dúvida a legitimidade da votação eletrônica”
Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: STF/Rosinei Coutinho
Próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes criticou o projeto, em debate no Congresso Nacional, de implementação do voto impresso.
– Não contribui para a democracia – afirmou.
Segundo Alexandre, a “maioria massacrante” dos brasileiros acredita nas urnas eletrônicas e apenas uma minoria coloca em dúvida a legitimidade da votação eletrônica, “sem apresentar até agora uma única prova de fraude”.
As afirmações foram feitas ao podcast ‘Supremo na Semana’, que é editado pela Corte. O terceiro episódio da produção foi publicado neste sábado (26), sendo que, na edição, Alexandre ponderou que a discussão sobre o voto impresso é válida para que a corte eleitoral “possa reafirmar a total legitimidade transparência e confiabilidade do voto eletrônico”.
– Não há nenhum problema em se abrir todas portas do TSE para se verificar que nunca houve e dificilmente haverá problema com o voto eletrônico, porque é controlado do início ao fim. Eventualmente se houver necessidade de alterações para uma maior fiscalização a Justiça Eleitoral está aberta. Estamos discutindo não só no TSE, mas no STF também, mas se você me perguntar é necessário hoje para aprimorar a democracia o voto impresso, não é – destacou o ministro.
As declarações de Alexandre foram ao ar no mesmo dia em que presidentes de 11 partidos fecharam um posicionamento contra o voto impresso nas eleições de 2022. Como a reportagem mostrou no início do mês, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso tinha votos suficientes para avançar na comissão especial da Câmara.
A discussão sobre a medida tem patrocínio do presidente Jair Bolsonaro, que recorrentemente faz declarações sobre fraudes nas eleições, sem apresentar quaisquer provas.
Nesta semana, o ministro Gilmar Mendes, colega de Alexandre no STF, e o ministro Luís Felipe Salomão, corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, pediram explicações do chefe do Executivo sobre as alegações contra a urna eletrônica.
Ninguém acertou as dezenas – 09, 13, 22, 25, 26 e 31 – do Concurso 2.384 da Mega-Sena, sorteadas nesse sábado (26) à noite no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.
O próximo concurso, quarta-feira (30), deve pagar R$ 20 milhões a quem acertar sozinho os seis números.
A quina teve 57 ganhadores e cada um levará R$ 28.668,57. As 3.781 apostas ganhadoras da quadra receberão o prêmio individual de R$ 617,41.
A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do concurso, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, convocou os 4 milhões de brasileiros que já têm direito, mas ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a covid-19, a procurar um posto de saúde e atualizar o esquema vacinal. “As vacinas são seguras e devem ser utilizadas”, disse o ministro em entrevista ao programa Brasil em Pauta que vai ao ar neste domingo, às 20h30. “Vocês devem confiar nas vacinas”, afirmou.
Sobre os brasileiros que estariam escolhendo o imunizante, Queiroga disse que “vacina boa é a que está disponível no posto e é aplicada em cada um dos brasileiros”. O ministro lembrou que todos os imunizantes disponíveis para vacinação no Brasil receberam o aval da Anvisa e, portanto, são seguros e eficazes.
Marcelo Queiroga reiterou que, até setembro deste ano, todos os brasileiros com idade acima de 18 anos já terão tomado a primeira dose da vacina e, até dezembro, a segunda. “O Ministério da Saúde tem trabalhado fortemente para antecipar as doses de vacinas para fazer nossa campanha acelerar”. Segundo ele, já são mais de 600 milhões de doses contratadas, e o ministério já está se preparando para 2022.
Gestantes
O ministro falou também sobre a vacinação de gestantes pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Segundo ele, já foram aplicadas mais de 87 mil doses em grávidas em todo o Brasil. Queiroga lembrou que o Ministério da Saúde ainda recomenda que se vacinem apenas as gestantes com comorbidades, mas adiantou que a pasta deverá ter um posicionamento para a vacinação de grávidas sem comorbidades nas próximas semanas.
A imunização de gestantes que não são do grupo de risco foi interrompida em maio deste ano, após o falecimento de uma grávida que tomou a vacina da Oxford/AstraZeneca. Ainda não se sabe se realmente foi o imunizante que provocou a morte da mulher. Depois desse episódio, a vacinação com a AstraZeneca em grávidas foi interrompida.
De acordo com Queiroga as vacinas com o vírus inativo são seguras para as gestantes. “Hoje, a orientação é vacinar [as grávidas] com Pfizer e Coronavac”, afirmou o ministro. Segundo ele o PNI, por meio da Secretaria de Vigilância, acompanha as gestantes que fazem o uso da vacina. Queiroga disse que grávidas que tomaram a vacina da AstraZeneca antes da suspensão poderão tomar a segunda dose após o puerpério (45 dias depois do nascimento do bebê).
Estratégia diversificada
O ministro destacou as diversas frentes que o governo brasileiro vem adotando para a aquisição de vacinas. Entre elas estão a adesão ao mecanismo Covax Facility, a parceria com farmacêuticas do exterior como Pfizer e Janssen, o contrato firmado com o Instituto Butantan, que produz a CoronaVac e, sobretudo, o mecanismo de transferência de tecnologia firmado entre a Fiocruz e a AstraZeneca. “Isso resultou numa vacina segura, eficaz, efetiva e custo-efetiva, então o preço da vacina é bastante interessante, um preço menor que US$ 4 por dose”, disse.
Estudos
No programa, Queiroga comentou os estudos com vacinas que estão sendo realizados em Botucatu (SP) e Paquetá (RJ), que contam com o apoio do Ministério da Saúde. “Mostrando o compromisso do governo brasileiro com a pesquisa, a ciência e a evolução da medicina de uma maneira geral e o fortalecimento do nosso complexo industrial da saúde”.
Trabalhadores informais nascidos em setembro recebem hoje (27) a terceira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
No último dia 15, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da terceira parcela. O calendário de depósitos, que começaria no último dia 20 e terminaria em 21 de julho, foi antecipado para o período de 18 a 30 de junho.
Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo) para ter direito à nova rodada.
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da terceira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 17 e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.
Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), a taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 76% na Bahia. O total de casos ativos passa dos 14 mil.
Foto: Mateus Pereira / Governo da Bahia
A Bahia registrou 3.016 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), neste sábado (26). Segundo o boletim, foram contabilizadas mais 49 mortes pela doença.
A Sesab ressalta que as mortes aconteceram em datas diversas, mas foram registradas no boletim deste sábado. Com os novos dados, a Bahia tem 23.709 óbitos pela doença, o que representa letalidade de 2,12%.
Dentre os óbitos, 55,78% ocorreram no sexo masculino e 44,22% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,97% corresponderam a parda, seguidos por branca com 22,24%, preta com 15,43%, amarela com 0,43%, indígena com 0,13% e não há informação em 6,79% dos óbitos.
O percentual de casos com comorbidade foi de 60,80%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (72,92%).
Segundo boletim, a Bahia registrou 1.117.408 casos de Covid-19, desde o início da pandemia. Desses casos, 14.996 pessoas estão com o vírus ativo. No estado, 50.699 profissionais da saúde tiveram diagnostico positivo para a doença.
O boletim informa também a situação da vacinação na Bahia. No estado, 4.706.008 pessoas foram vacinadas contra a Covid-19, dos quais 1.795.132 receberam também a segunda dose e mais 21.890 vacinados com o imunizante de dose única, até as 17h deste sábado.
Os dados do boletim representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste sábado.
Segundo o boletim deste sábado, a Bahia tem 3.467 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desse total, 2.286 estão com pacientes, o que representa taxa de ocupação geral de 66%.
Desses leitos, 1.608 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e estão com taxa de ocupação de 76% (1.227 leitos ocupados).
Já nas UTIs pediátricas, 25 das 35 estão com pessoas internadas, o que representa uma taxa de ocupação de 71%. Os leitos clínicos para adultos estão com 56% de ocupação e os infantis com 70%.
Em Salvador, dos 1.547 leitos ativos, 1.001 estão ocupados (65% de ocupação geral). A taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto é de 71% e o pediátrico está em 63%.
Ainda na capital baiana, os leitos de enfermaria registram ocupação de 58% (adulto) e 76% (pediátrico).
Ainda segundo a Sesab, até as 12h deste sábado, 46 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 17 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema.
Prazo de entrega das vacinas prontas gira em torno de 15 a 20 dias
Chegou hoje (26), no Aeroporto Internacional de Guarulhos, um avião da China com 6 mil litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) para a produção de mais 10 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19.
A matéria-prima foi enviada pela biofarmacêutica Sinovac, parceira internacional do Instituto Butantan no desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus. A previsão é que as doses fabricadas com essa quantidade de insumos sejam distribuídas para a população em julho.
A produção em São Paulo envolve processos de envase, rotulagem, embalagem e um rigoroso controle de qualidade antes do fornecimento das doses ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. O prazo de entrega das vacinas prontas gira em torno de 15 a 20 dias.
Segundo o governo estadual de São Paulo, além da entrega de 3 mil litros de IFA em maio, São Paulo recebeu outros 3 mil litros em abril. Em março, uma remessa de 8,2 mil litros, correspondente a cerca de 14 milhões de doses, chegou ao Butantan. Mais 11 mil litros foram desembarcados em fevereiro. No final de 2020, o Butantan já havia recebido IFA para a produção de 3,8 milhões de vacinas.
De acordo com as informações, já foram entregues ao PNI, pelo Butantan, 52,21 milhões de vacinas contra a covid-19, como parte de dois contratos firmados com o Ministério da Saúde. O total de doses dos dois acordos totalizam 100 milhões de doses, com previsão de conclusão para o dia 30 de setembro.
“A partir de dezembro, o Butantan deverá passar a produzir a matéria-prima da vacina contra a covid-19 em uma nova fábrica em São Paulo. A construção da unidade deve ser concluída em setembro, com capacidade para fabricação local de 100 milhões de doses do imunizante por ano”, disse o governo estadual.
No entanto, Gilberto Carvalho minimizou questão e disse que maioria do partido é honesta
Gilberto Carvalho foi chefe de gabinete do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Reprodução
O ex-chefe de gabinete do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, admitiu, em entrevista à revista Veja, que houve corrupção durante as gestões petistas. No entanto, Carvalho minimizou o problema e afirmou se tratar de uma questão que permeia todos os governos e esferas da vida.
– […] Houve corrupção durante os nossos governos? Claro que houve corrupção nos nossos governos, como há em qualquer governo, em qualquer instituição, empresa. Houve petistas que se corromperam? Houve. Houve aliados nossos que se corromperam? Houve. Mas, se você considerar bem tudo o que houve na Petrobras, nos processos todos, a imensa maioria dos autores desses roubos são aqueles que continuam no governo Bolsonaro. São os mesmos partidos que continuam lá, os do Centrão – acusou.
Confrontado sobre a tentativa de aproximação do PT com lideranças do Centrão – a quem culpou pelos roubos -, incluindo a busca de Lula por alianças que o fortaleçam para 2022, Carvalho atribuiu a questão ao contexto político que se vive com o governo Jair Bolsonaro.
– É uma aparente contradição, mas o que ocorre é que o agravamento da realidade brasileira se deu de tal modo, a prática da destruição do país levou a tal ponto que a reversão desse quadro de morte não se dará apenas pelas forças de centro-esquerda. Essa situação nos obriga a fazer esse tipo de diálogo – justificou.
Ainda segundo Carvalho, apesar dos diversos escândalos envolvendo o governo Lula, a corrupção ‘não era a norma’.
– Temos de usar a informação como arma. Mostrar que, se houve fatos de corrupção dentro do nosso governo, isso não era a norma. Temos de mostrar que a imensa maioria dos petistas, a imensa maioria dos ministros do PT, assim como eu [o processo de corrupção que havia contra ele foi arquivado por falta de provas], segue lutando para sobreviver e não acumulou riqueza – argumenta.
Usuários de redes sociais voltaram a se unir, neste sábado (26), em mais uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro. No Twitter, apoiadores levantaram a #BolsonaroAte2026 e levaram a tag a ser uma dos assuntos mais comentados na rede social.
A manifestação ocorre no mesmo dia em que Bolsonaro realizou uma “motociata” em Chapecó, Santa Catarina.
Nas publicações, usuários elogiaram o presidente e reafirmaram o apoio à reeleição.
Alguns também dispararam críticas contra os adversários políticos de Bolsonaro.
A aplicação da primeira dose contra a Covid-19 será retomada nesta segunda-feira (28) para pessoas a partir de 44 anos ou que vão completar a idade ainda este ano (nascidos em 1977). A vacinação acontece na UniFTC, avenida Artêmia Pires, das 10h às 17h. Também nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h.
A vacinação por faixa etária, na UniFTC, será dividida por ano de nascimento. As pessoas nascidas em 1976 deverão ser vacinadas das 10h às 13h. Nascidos em 1977 deverão comparecer entre 13h e 17h. Já nas UBSs será por ordem de chegada.
Vale destacar que nascidos antes de 1977, que ainda não foram vacinados, também podem receber a dose.
Gestantes e puérperas (até 45 dias pós parto), acima de 18 anos, também estão incluídas. A aplicação será exclusivamente nas UBSs.
Para ser vacinado é obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
No caso das puérperas e gestantes também é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de risco e benefícios.
Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24h. O município manteve a marca de 37.642 curados da doença, índice que representa 82,3% dos casos confirmados. Enquanto isso, 103 exames foram negativos e 78 positivos. Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 10 e 22 de junho que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 141 pacientes internados no município e 7.228 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste sábado (26).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE SÁBADO 26 de junho de 2021
Casos confirmados no dia: 78 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 103 Total de pacientes hospitalizados no município: 141 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 7.228 Total de casos confirmados no município: 45.700 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de junho de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 7.087 Total de recuperados no município: 37.642 Total de exames negativos: 59.834 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de junho de 2021) Aguardando resultado do exame: 420 Total de óbitos: 830
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.978 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de junho de 2021) Resultado positivo: 4.815 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de junho de 2021) Em isolamento domiciliar: 12 Resultado negativo: 20.163 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de junho de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).