Atualmente, o aposentado ou pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve ir até a uma agência do instituto ou à agência do banco onde recebe o benefício para provar que está vivo. O projeto sugere que seja apresentado, por meios eletrônicos ou pelos Correios, um atestado médico comprovando a situação do beneficiário. O documento deve conter os dados de identificação do aposentado e do profissional que identificou o interessado.
Em caso de não haver médico na localidade, o projeto sugere a entrega de um formulário padrão emitido pelo INSS, subscrito por duas testemunhas e enviado por correio. O projeto também dispensa a necessidade de prova de vida para aposentado que continue trabalhando com carteira assinada, uma vez que ele segue como contribuinte da Previdência Social.
“A prova de vida é um drama para a maioria dos idosos, beneficiários da Previdência Social, principalmente neste momento de pandemia. Os idosos, e também os que se encontram doentes ou pessoas com deficiência, em especial, caso precisem comprovar sua existência, são submetidos, não raras vezes, a longas filas, aglomerações, gente sem máscara, riscos de contrair o coronavírus, pedintes e golpistas em agências financeiras”, disse o relator do projeto de lei Jorge Kajuru (Podemos-GO).
brasileiros têm se mostrado preocupados com suas informações pessoais na internet, principalmente em uma era baseada nas mídias digitais e no compartilhamento de dados.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, encomendada pela Mastercard, apontou que sete em cada dez pessoas (73%) já sofreram algum tipo de ameaça digital -como o recebimento de mensagens falsas de empresas e senhas roubadas.
O levantamento ainda aponta que apesar de saberem que as empresas com as quais interagem guardam algum tipo de informação, 92% ainda temem pela segurança de seus dados. Em uma escala de 1 a 10 em que 1 é nenhum medo e 10 muito medo, os brasileiros atribuíram nota média 7,9 ao temor de serem vítimas de um ataque cibernético.
O CPF é considerado como a informação mais sensível pelos brasileiros. O medo de ter esse dado vazado atinge 94%.
Para Estanislau Bassols, gerente geral da Mastercard Brasil, a sensação de insegurança revelada pela pesquisa não é em vão. Segundo o executivo, o aumento da exposição dos brasileiros aos meios virtuais em virtude da pandemia de coronavírus trouxe consigo um ambiente mais propício a novos tipos de crime.
“Ao longo do último ano, cresceram os golpes, fraudes e ataques cibernéticos contra pessoas e empresas. Com novos esquemas de fraudes sendo criados todos os dias, é essencial que organizações atuem de forma a mitigar riscos e ampliar a segurança de seus clientes. Cabe às empresas a responsabilidade pela segurança dos dados dos seus clientes”, afirmou Bassols.
Dentre os entrevistados, 13% declaram que já tiveram seus dados vazados por alguma empresa da qual é cliente. Ainda segundo o estudo, 70% dos entrevistados já ouviram falar de ataque cibernético, mas apenas 13% deste total estão bem-informados sobre o assunto. A taxa de conhecimento é mais alta entre homens (78%) do que entre mulheres (62%).
As redes sociais foram consideradas como os ambientes menos confiáveis, enquanto hospitais, clínicas de exames médicos, escolas e faculdades são as instituições em que os entrevistados mais confiam.
Segundo o levantamento, a proteção de informações pessoas por parte de clínicas e hospitais é vista como muito confiável por 26%, mais ou menos confiável por 44% e pouco confiável por 20%.
Em relação às redes sociais, um terço dos brasileiros (33%) acredita que esses meios são nada confiáveis na proteção desses dados. Outros 31% acham as redes sociais pouco confiáveis.
Para Bassols, apesar da falta de confiança dos consumidores, a tendência é que a adoção de novas tecnologias continue em uma crescente .
“A transformação digital tornou-se um imperativo e isso acelerou as exigências da sociedade. Depois da pandemia, esses hábitos não devem mudar. Conforme olhamos para o futuro, precisamos continuar a habilitar todas as opções, tanto na loja física quanto online, para fazer com que a economia digital funcione para todos”, disse.
Ainda segundo o levantamento, 96% dos brasileiros com acesso à internet afirmam que adotam medidas adicionais de segurança, como evitar clicar em links suspeitos (83%), evitar o uso de redes públicas de wi-fi (75%), usar senhas fortes (72%), usar antivírus (67%) e possuir senhas diferentes para conta ou aplicativo (64%).
De acordo com o gerente geral da Mastercard Brasil, apesar de o medo de ataques cibernéticos por parte da população ter o potencial de impactar o desenvolvimento desses mercados, a maioria das pessoas não abrirá mão de um mundo cada vez mais conectado.
Segundo o levantamento, 66% disseram concordar que é mais seguro pagar contas pela internet do que ir até uma agência bancária com dinheiro.
Além disso, Bassols também afirma que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) também acaba sendo positiva neste cenário.
“Vemos a LGPD como uma oportunidade de abrir caminho para inovações futuras. A gestão transparente dos dados é um ponto muito importante para a Mastercard. E quando falamos em transparência e controle, estamos dizendo que as empresas devem dar às pessoas, de forma clara e muito simples, a informação de como coletam e usam seus dados”, afirmou.
“Com cada vez mais empresas em conformidade com a lei e atuando de forma transparente, os consumidores se sentirão mais seguros. E à medida que a conscientização do consumidor sobre isso aumenta, também cresce a percepção de segurança e de que esse compartilhamento de dados seja benéfico para os dois lados”, completou Bassols.
Roberto Ferreira Dias foi demitido do governo Foto: PR/Anderson Riedel
Acusado de ter cobrado propina de Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, para firmar um acordo para fornecimento da vacina da AstraZeneca, o agora ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, havia ingressado no governo em janeiro de 2019, na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Apesar de a reportagem do jornal Folha de São Paulo ter afirmado que o atual líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), teria sido o responsável por indicar Ferreira Dias ao governo, Barros negou, em rede social, a alegação e afirmou que sequer era alinhado ao governo quando o ex-gestor foi escolhido.
– Em relação à matéria da Folha, reitero que Roberto Ferreira Dias teve sua nomeação no Ministério da Saúde no início da atual gestão presidencial, em 2019, quando [eu] não estava alinhado ao governo. Assim, repito: [ele] não é minha indicação. Desconheço totalmente a denúncia da Davati – afirmou Barros.
Em outubro de 2020, o nome de Ferreira Dias já tinha sido envolvido em outra questão controversa, quando o presidente Jair Bolsonaro pediu ao Senado que fosse retirada a tramitação da indicação dele para um cargo de diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Na época, o ex-gestor ocuparia uma vaga que seria aberta em dezembro, com o término do mandato de Alessandra Bastos Soares. Porém, após a divulgação de informações de que ele havia assinado um contrato de R$ 133,2 milhões do Ministério da Saúde que estava sob suspeita de irregularidade, o presidente desistiu do nome de Ferreira Dias.
Encontra-se internado e entubado no Hospital Municipal de Campanha, em tratamento para recuperar-se do coronavírus, um irmão do vereador Galeguinho SPA (PSB). Com tristeza, ele deu a informação aos seus pares, na sessão desta quarta (30) da Câmara. Na ocasião, agradeceu ao diretor da unidade, médico Francisco Mota, pelo trabalho “belíssimo” que tem realizado. Ao acompanhar mais de perto a ação do profissional, Galeguinho diz que observa como ele se dedica diariamente a enfrentar os problemas de saúde na população, “super-atencioso e comprometido, cuidando com carinho e amor dos pacientes e familiares”. Os elogios, ele diz, são extensivos a toda a equipe hospitalar. Sobre a Covid-19 e sua gravidade, Galeguinho observa que a doença “não escolhe” a quem atingir e, por isso, recomenda, “todos devem se cuidar, usar a máscara e adotar os outros meios preventivos, pois a vida é nosso bem maior”.
LUIZ DA FEIRA: “DO DIRETOR AO PESSOAL DE SERVIÇOS GERAIS”
“Pode ligar a qualquer hora, ele está sempre disposto a atender”, afirma o vereador Luiz da Feira (PROS), ao concordar com a avaliação do colega sobre o trabalho do médico Francisco Mota na condução do Hospital Municipal de Campanha. “Na verdade, o empenho é de todos os profissionais de lá, desde o seu diretor ao pessoal de serviços gerais”, reconhece.
Até as 16h desta quarta-feira (30), o corpo de Lázaro Barbosa Sousa, 32 anos, permanecia no Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia (GO). Lázaro morreu em confronto com policiais militares da Rotam de Goiás, na madrugada da última segunda-feira (28) após 20 dias fugindo da polícia, depois de matar quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia (DF).
Segundo Zilda Maria de Sousa, tia de Lázaro, os pais enfrentam dificuldades financeiras para realizar o funeral. Além disso, há uma discussão entre eles a respeito do local do enterro. O pai quer sepultar o filho em Goiânia e a mãe quer trazer o corpo para Barra do Mendes, no noroeste da Bahia, cidade natal do criminoso. “Os dois são bem pobres, sofridos. Estão fazendo vaquinha para tentar realizar o enterro”, conta Zilda.
Mas há um advogado cuidando dos trâmites para liberação do corpo e ele já informou que Lázaro será sepultado em cerimônia fechada para familiares. “A data e o local do sepultamento não serão divulgados por questão de segurança e privacidade dos familiares”, disse o advogado Wesley Lacerda ao Correio Braziliense.
Histórico – Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, Lázaro é investigado por mais de 30 crimes, cometidos em Goiás, Bahia e Distrito Federal. Ele é suspeito da morte de quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia, no DF, e do funcionário de uma fazenda no distrito de Girassol, em Goiás. A maioria dos casos é referente a crimes de latrocínio (roubo seguido de morte). Durante a ação criminosa, Lázaro Barbosa invadiu propriedades rurais da região do entorno, fez três pessoas reféns e baleou outras quatro, entre elas, um policial militar. O indivíduo já possui uma condenação por homicídio, no Estado da Bahia e era também procurado por crimes de roubo, estupro e porte ilegal de arma de fogo.
O governo federal exonerou Roberto Ferreira Dias, diretor de Logística do Ministério da Saúde. A decisão, anunciada na noite de ontem (29), foi publicada na edição de hoje (30) do DOU (Diário Oficial da União) e é assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.
Ainda de acordo com o ministério, a decisão foi tomada na manhã de ontem, antes da denúncia contra Dias vir à tona.
Roberto Dias é suspeito de pedir propina de US$ 1 por cada dose de vacina contra a covid-19 na negociação para compras de vacina AstraZeneca.
Dias foi nomeado na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta. Seu nome foi uma indicação do deputado federal e atual líder do governo no Congresso, Ricardo Barros (PP-PR).
Barros, porém, nega que tenha interferido na nomeação. “Roberto Ferreira Dias teve sua nomeação no Ministério da Saúde no início da atual gestão presidencial, em 2019, quando não estava alinhado ao governo. Assim, repito, não é minha indicação. Desconheço totalmente a denúncia da Davati”.
O servidor foi acusado por Paulo Dominguetti Pereira, representante da Davati Medical Supply, empresa que tentou negociar com o governo de Jair Bolsonaro a venda de 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, de pedir propina de US$ 1 por cada dose adquirida. A denúncia foi feita em entrevista à Folha de S.Paulo.
O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) comentou a denúncia logo após sua publicação. Para o senador, as acusações são “fortes”. Em seu Twitter, Aziz afirmou que Dominguetti será convocado para depor na comissão ainda esta semana.
O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também afirmou que apresentaria, junto com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), requerimento para convocação de Paulo Dominguetti Pereira.
Um levantamento realizado pelo Instituto Multidados Pesquisas mostra que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), lidera com folga as intenções de voto para o governo do estado em 2022.
Na pesquisa, divulgada pelo site Tia Cândia, Neto tem 42% da preferência do eleitorado no cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são dados pelos entrevistadores aos entrevistados
Em seguida aparece o senador Jaques Wagner (PT), com 19% das intenções de voto. A secretária de Saúde de Porto Seguro, Raissa Soares, aparece com 10%.
Um dos destaques da CPI da Covid, o senador Otto Alencar (PSD) tem 6% das intenções de voto, sendo seguido pelo ex-vereador de Salvador, Marcos Mendes (PSOL), que tem 5%. Já o vice-governador João Leão (PP) tem 4%. Os demais candidatos somam 1%.
Votos brancos e nulos formam 3%, enquanto indecisos são 11%.
Na pesquisa estimulada projetando um cenário em que os candidatos aparecem vinculados a um concorrente ao Palácio do Planalto, a dobradinha ACM Neto/Ciro Gomes aparece com 44% das intenções de voto. Em seguida, o senador e ex-governador Jaques Wagner, em dobradinha com ex-presidente Lula, aparece com 27% da preferência dos eleitores. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.
Apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro, a secretária de Saúde de Porto Seguro, Dra. Raissa Soares, tem 17% das intenções de voto.
Indecisos ou não responderam são 8%. Já votos brancos e nulos formam 4%.
O instituto entrevistou 2003 eleitores em todo o estado, entre os dias 20 e 25 de junho.
Decisão foi tomada na noite de terça-feira e publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial
Roberto Ferreira Dias foi demitido ainda na noite de terça-feira Foto: PR/Anderson Riedel
O diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, foi demitido do cargo. A decisão foi tomada pelo governo, ainda na terça-feira (29), após ser noticiado que Ferreira Dias foi acusado por Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da Davatti Medical Supply, de cobrar propina em uma negociação de doses da vacina da AstraZeneca.
Em nota, o Ministério da Saúde confirmou a exoneração do diretor. A edição desta quarta-feira (30) do Diário Oficial da União (DOU) traz a saída de Ferreira Dias do cargo. Ao jornal Folha de São Paulo, Dominguetti disse ter recebido de Ferreira Dias o pedido de propina de 1 dólar (R$ 4,96) para cada dose da vacina AstraZeneca adquirida pelo governo.
A AstraZeneca nega, porém, que a Davatti a represente. A empresa americana já chegou a ser desautorizada pela farmacêutica no Canadá. A empresa Davatti buscou a pasta para negociar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca com uma proposta feita de 3,50 dólares (R$ 17,35) a cada dose, valor que foi revisado para 15,50 dólares (R$ 76,83).
Entretanto, reportagens publicadas na imprensa mineira recentemente indicam que a Davatti pode estar fraudando o processo de aquisição de imunizantes. A empresa teria negociado com várias prefeituras, com o objetivo de conseguir uma carta de intenção demonstrando interesse na compra de vacinas da AstraZeneca. Porém, depois de conseguir a carta, as conversas emperraram.
A direção estadual do PTB esteve reunida com o ex-prefeito José Ronaldo e deixou as portas da legenda abertas
Foto: Reprodução
Um encontro em Feira de Santana, na terça-feira (29), pode ter sido o primeiro passo para um importante capítulo do cenário político baiano. Toda a alta cúpula do PTB estadual esteve reunida com o ex-prefeito José Ronaldo e abriu as portas da legenda.
O encontro aconteceu no hotel Acalanto. O PTB está, sim, cortejando José Ronaldo. Da “paquera” pode acontecer um casamento, bastante desejado pelos caciques do partido.
Uma fonte presente ao encontro revelou ao Protagonista que a direção estadual do PTB deixou José Ronaldo à vontade para definir uma candidatura em 2022. De preferência uma candidatura a governador.
Maior líder político da região, ex-candidato a governador e senador pelo DEM, prefeito de Feira por quatro mandatos, José Ronaldo tem a musculatura e credibilidade desejadas pelo PTB.
Não é segredo para ninguém que José Ronaldo deseja integrar a chapa majoritária do DEM em 2022, que tem ACM Neto como candidato natural a governador. Ronaldo nunca descartou, em entrevistas mais recentes, a possibilidade até de mudar de partido para buscar seus objetivos políticos em 2022. O PTB seria, sim, uma alternativa viável.
Estiveram presentes ao encontro com José Ronaldo as seguintes lideranças do PTB: Gean Prates, presidente Executiva Estadual; deputado federal Severiano Alves, secretário geral da Executiva Estadual; deputado estadual João Emílio, da Executiva Municipal/Salvador; Dr. Amorim; Caio Dantas, presidente do PTB/Juventude; Leandro de Jesus, da Executiva Municipal e Dr. Marcelo Gurgel. Também presente o ex-vereador Cadmiel Pereira (DEM), um fiel liderado de José Ronaldo em Feira de Santana.