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Prefeito se reúne com secretários neste domingo para buscar solução

Atitudes precipitadas da Empresa Rosa estão prejudicando o transporte urbano, neste domingo, 22, em Feira de Santana. “Nós fomos surpreendidos e estamos reivindicando medidas judiciais que normalizem a situação”, disse o prefeito Colbert Martins. 

Ele salientou que mensalmente tem repassado mais de R$ 1 milhão para as duas empresas, como antecipação de crédito de passagens e vale transporte, levando em conta a crise causada pela pandemia. 

“O governo municipal não tem mais como injetar recursos financeiros, estamos no limite. As empresas também não podem descumprir os contratos, deixando a população sem o serviço. Estamos reunidos com vários secretários neste domingo, buscando soluções”, acrescentou o prefeito. 

Colbert Martins ainda salientou que as medidas judiciais visam inclusive fazer retornar à Feira os 15 ônibus que a Empresa Rosa tirou da cidade durante a madrugada. 


A fiscalização da SMTT (Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito) também apura a retirada de veículos da empresa São João.


Foto: Divulgação

A história do homem é a história de seus problemas. Uma pletora de questionamentos éticos pulula na cabeça de cada indivíduo sobre a face da Terra, e cabe a cada um de nós, seres dotados de razão, tomar a atitude mais adequada a fim de levar a vida adiante. Em “O Suicídio”, obra máxima de Emile Durkheim (1858-1917), o sociólogo francês elabora uma verdadeira gênese da morte achada pelas próprias mãos. Durkheim disserta sobre três formas de suicídio: o egoísta, o altruísta e o anômico. O suicida egoísta é o que comete o ato tresloucado de tirar a própria vida motivado pela completa ausência de vínculos sociais; o suicídio consumado por razões altruístas era corriqueiro em povos ancestrais, a fim de se preservar a unidade de uma sociedade ou de um grupo religioso; e a modalidade da extrema autoflagelação dita anômica se dá quando há uma equivalência entre o aumento das taxas de suicídio e os índices de desemprego e a consequente pauperização de determinados estratos sociais. Pauperização, aliás, era um conceito muito usado por Karl Marx (1818-1883), que o empregava a fim de defender o argumento de que o desastre da humanidade, a Revolução Industrial (1760-1840), foi a responsável pelo empobrecimento galopante do proletariado do mundo inteiro, tornado incapaz de reagir ao avanço das máquinas. Roger Scruton (1944-2020), reconhecia, por óbvio, a importância das máquinas para o desenvolvimento do homem, mas também alegava que com elas o mundo perdera muito de sua ingenuidade, sua ternura e sua beleza, daí a arte não poder nunca prescindir da estrita observação de todos os paradigmas canônicos no que concerne ao requinte estético. Como o suicídio, segundo Durkheim, é a única questão que importa na vida, dada sua complexidade dos pontos de vista sociológico, metafísico e religioso, basta que nos mantenhamos longe, bem longe da perdição irremediável do homem e fiquemos aqui, frente a frente com nossos tantos dilemas vitais. Quem está no mundo passa por dificuldades, em maior ou menor escala, e só não tem crises quem já morreu. Um obstáculo decerto perigoso quanto a se permanecer vivo — e são — é perder um filho, tanto pior como se dera com Martha Weiss, a protagonista de “Pieces of a Woman” (2020), do diretor húngaro Kornél Mundruczó, vivida pela espetacular Vanessa Kirby. Não é menor a agonia de um músico cônscio de seu talento, mas tomado por conflitos de toda ordem, a começar pela cor da própria pele. Esse é o caso do trompetista Levee Green de Chadwick Boseman (1976-2020) em “A Voz Suprema do Blues” (2020), de George Costello Wolfe. “Pieces of a Woman”, que conferiu a Vanessa Kirby, merecidamente, o prêmio de Melhor Atriz do Festival Internacional  de Cinema de Veneza, na Itália; “A Voz Suprema do Blues”, que faturou os Oscars técnicos de Melhor Maquiagem e Figurino, e mais oito títulos, igualmente laureados e todos na Netflix, do mais novo para o mais antigo, reafirmam, ano após ano, a força do cinema e são um programaço para o seu fim de semana. Esqueça os problemas e se concentre nas possíveis soluções. Inspire-se.

Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

Pieces of a Woman (2020), Kornél Mundruczó

É muito difícil um casamento resistir à perda de um filho — e o casal que consegue tal proeza pode reivindicar essa vitória. Ao se sobrepor à vida, a morte reafirma seu inesgotável poder sobre os homens, por mais escondida que esteja. A frustração, a tristeza, o desespero de ver morrer um filho, a vida tendo desrespeitado seu sentido mais primevo, é o que se absorve da maneira mais brutal em “Pieces of a Woman”. Ao espectador, é concedido o direito de observar de perto — perto demais — o trabalho de parto de Martha Weiss, ao longo de sombrios 25 minutos — e só ao fim dessa agonia o nome do filme surge na tela. Com essa decisão artística, o diretor Kornél Mundruczó quis fazer o público tomar parte no tormento da personagem principal, fazê-lo perceber que havia uma vida se abrindo para o mundo e essa vida, por alguma razão, escapou. Martha é absorta por uma espiral de sentimentos múltiplos: a alegria fugaz de se sentir mãe logo é substituída por um luto que se prolonga na vida da protagonista indefinidamente, estado do qual ela não consegue se livrar, e que vai impactar de modo decisivo seu relacionamento com o marido, Sean, e a mãe, que reconhecem sua dor, insistem para que ela redescubra o prazer na vida, mas não sabem como persuadi-la, e metem os pés pelas mãos. Sean, em particular, passa a demonstrar uma ligeira indiferença, primeiro pelo sofrimento da companheira, depois pela própria Martha, que por sua vez perde completamente o interesse pelo parceiro. O roteiro faz com que se entenda que também ele padece com a tragédia, mas que isso não lhe serve de licença para sua covardia. Enquanto isso, Martha se desintegra ao ponto de nem ostentar mais qualquer coisa de humano. Torna-se uma criatura algo transcendental, como um espectro que ronda a matéria que lhe compunha, ansiando por voltar àquele corpo, impressões que a audiência só nota graças ao espantoso talento de Vanessa Kirby. Sua Martha Weiss é um dos retratos mais pungentes de um personagem em sua condição mental, uma mulher despedaçada que possivelmente nunca volte a estar por inteiro outra vez, ainda que o final empenhe uma promessa de felicidade.

A Voz Suprema do Blues (2020), George C. Wolfe

Não adianta: por mais poderosa que seja a história, em “A Voz Suprema do Blues” o que dá o tom mesmo são as atuações. Marcado pelo infortúnio da morte precoce de Chadwick Boseman (1976-2020), aos 43 anos, vitimado por um câncer colorretal, o filme cresce justamente se analisado à luz do núcleo liderado pelo intérprete de Levee Green, trompetista do conjunto de Gertrude “Ma” Rainey (1886-1939), interpretada por Viola Davis, que grava um disco com a Mãe do Blues num estúdio abafadiço em Chicago. O diretor George C. Wolfe, ganhador de um Tony — o Oscar do teatro americano —, talvez já prevendo o que aconteceria com um de seus protagonistas — ou tendo sido alertado sobre uma possível baixa inesperada e trágica —, resolvera dar a Boseman a chance de sua vida. E o ex-Pantera Negra brilhou. É ele quem conduz as grandes questões discutidas ao longo da pouco mais de hora e meia da trama. Muito pouco tempo para que se tratasse de racismo, machismo, relações pouco éticas no showbizz, política e homofobia, nessa ordem, num enredo que, tomando-se por base o título pomposo, passaria como a cinebiografia definitiva de uma estrela da música americana dos anos 1920. Felizmente, ninguém, nem diretor nem atores foram levados a encará-lo com esse artificialismo, e, assim, a produção, adaptação do texto de August Wilson para a peça de mesmo nome, em menos de seis meses de lançada, já se tornou um cult, em especial entre melômanos e artistas de toda sorte, negros sobretudo. O desempenho soberbo do protagonista na pele do músico obcecado com a carreira garantiu a Boseman um Globo de Ouro (póstumo, é verdade, mas à altura de seu talento, cuja lembrança há de ficar). Mesmo com um desfecho infausto — para ator e seu personagem —, Chadwick Boseman cerrou sua última cortina com toda a classe que a figura aristocrática de Levee Green lhe inspirava.

Infiltrado na Klan (2018), Spike Lee

A história de um policial negro que se passa por um homem branco a fim de investigar como funciona a Klu Klux Klan, um grupo que se notabilizou por difundir ódio racial é tão absurda que só poderia mesmo ter acontecido de fato. “Infiltrado na Klan”, filme com o qual Spike Lee ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, conta a história de Ron Stallworth, até então o único policial negro de sua cidade, Colorado Springs. Ao se deparar com um anúncio da KKK publicado sem nenhuma cerimônia num jornal, ele liga para o número informado ali. A primeira aproximação é convincente e Stallworth estabelece um vínculo com um dos líderes locais da agremiação segregacionista. Por mais destemido que seja, ele não vai poder levar sua missão a cabo sozinho, por razões óbvias. E é aí que entra Flip Zimmerman, branco e judeu, seu parceiro na polícia. Zimmerman assume a identidade de Stallworth e se mistura ao bando, ainda que provoque a desconfiança de um dos fanáticos, que não lhe dá refresco.

A Noite de 12 Anos (2018), Álvaro Brechner

A partir de 1973, é instaurada uma ditatura civil-militar no Uruguai que se estende até 1985. José “Pepe” Mujica, Mauricio Rosencof e Eleuterio Fernández Huidobro, militantes dos Tupamaros, guerrilha de orientação marxista-leninista, passam a se destacar em ações como roubos a banco e logo são vistos como uma espécie de santos rebeldes, por distribuírem o espólio entre os mais humildes. As forças de repressão fecham o cerco e os três são capturados e levados a uma das unidades para confinamento de revoltosos, onde estão outros nove colegas, sem que seja possível a comunicação entre eles. Os anos se sucedem enquanto o grupo tenta não se entregar à sensação de alheamento. A espera leva 12 anos para acabar e um quarto de século depois, Mujica, aos 75 anos, é eleito presidente do Uruguai.

O Homem das Mil Caras (2016), Alberto Rodriguez

O suposto desaparecimento de Luís Roldán, ministro da Guarda Civil da Espanha flagrado numa investigação para punir corruptos no começo dos anos 1990, é esmiuçado sob o ponto de vista do ex-agente secreto Francisco “Paco” Paesa e seu associado Jesús Camoes. Roldán fez os serviços de inteligência espanhóis de gato e sapato por anos, em episódios um mais insólito que o outro, até que, com a poeira assentada, pudesse voltar ao país e ser julgado sem maiores comoções. As informações desencontradas fornecidas pela imprensa à época — de que o agora ex-ministro conseguira ingressar em 16 países, em quatro continentes diferentes; de que se associara a uma organização paramilitar a fim de receber proteção; ou de que já teria mesmo sido assassinado por rivais torna o filme ainda mais saboroso. Roldán logo ganhou o epíteto de “o homem das mil faces”, sempre planejando a próxima fuga. O verdadeiro gênio por trás dos ardis do político é Paco, que parece submisso ao chefe, mas vai mostrar o que quer de verdade.

Invasão Zumbi (2016), Yeon Sang-ho

Tão original quanto vibrante, essa produção sul-coreana mostra que zumbis estão longe da extinção nas telonas. Dirigido por Yeon Sang-Ho, “Invasão Zumbi” apresenta um homem divorciado e com uma compulsão por trabalho que é convencido pela filha, que mora com ele, a levá-la para uma temporada com a mãe. Eles tomam um trem para Busan, mas a viagem, que deveria ser tranquila, acaba apresentando mais percalços do que imaginavam. Repentinamente, se dá um surto de zumbis na Coreia. E uma dessas criaturas vai parar no trem, o que gera comoção e tumulto, até que o caos se instala de vez e seja preciso lutar para continuar vivo. O ritmo frenético em que os acontecimentos se sucedem na trama corresponde à ideia que se pode ter de uma invasão de seres sedentos por subjugar e devorar pessoas.

A Grande Aposta (2015), Adam McKay

Filmes que retratam a roda-viva do mercado financeiro parecem mesmo ter caído no gosto do espectador, mérito de Martin Scorcese com sua versão para “O Lobo de Wall Street”, justiça se lhe faça. E o diretor Adam McKay parece ter se inspirado no trabalho de Scorsese para compor o seu retrato sobre a crise gerada depois da farra dos empréstimos nunca quitados a fim de financiar a aquisição de moradia para fatias menos endinheiradas da população americana. McKay tem singular destreza quanto a tornar palatável para o grande público no que implicou a confusão do mercado imobiliário dos Estados Unidos na vida do cidadão comum, dando ênfase à falência do american way of life, que tem custado um sacrifício inútil a tanta gente há pelo menos setenta anos. Os protagonistas, investidores inescrupulosos que visam ao lucro (fácil) seja como for, partem da premissa pela qual sempre se pautaram e não veem mal nenhum em continuar garantindo o seu, ainda que boa parte dos demais pereçam. O enredo, bastante original, se vale de saídas interessantes a fim de tornar o assunto mais leve, como ao contar com o depoimento de celebridades a exemplo da atriz Margot Robbie discorrendo sobre cenários específicos da conjuntura econômica.

Mad Max: Estrada da Fúria (2015), George Miller

A intenção de se voltar à trilogia “Mad Max” já vinha desde o fim das filmagens da história original, nos anos 1980. O diretor George Miller e o astro Mel Gibson já acertavam os ponteiros quanto à produção da quarta parte da sequência, mas dificuldades de ordem burocrática atrasaram o projeto e Gibson foi cuidar da vida. Tom Hardy assumiu o papel do protagonista, a despeito de toda a desconfiança — e da torcida contra — e o resto é história: o desempenho memorável de Mel Gibson chegou a se constituir numa sombra sobre o novo líder do elenco, mas o novato se saiu melhor que a encomenda. O público aprovou e “Mad Max: Estrada da Fúria” é considerado um dos melhores da franquia. Aqui, Max, capturado, vira uma espécie de hospedeiro, fornecendo sangue para soldados batidos na guerra. Immortan Joe, chefe da comunidade local, subjuga a população por reservar em seu poder a maior parte da água de que dispõem. Max acaba servindo de bucha de canhão na sanha de Immortan Joe por manter seu domínio de escravos com mãos de ferro. Furiosa, uma das cativas que servia de ama-de-leite aos filhos da revolução, escapa e é aí que a história pega fogo. De uma fragilidade apenas aparente, Furiosa dá um colorido todo especial à trama ao se aliar a Max — e a química entre Charlize Theron e Tom Hardy é, decerto, uma das grandes responsáveis pela grandeza do filme, que, embora tenha levado 30 anos para sair do papel, veio à luz no momento preciso, pelas mãos do homem exato. George Miller parece ter guardado toda a sua verve para “Mad Max: Estrada da Fúria”, uma prova de que um filme, para ser bom, muitas vezes só precisa de um diretor talentoso. E talento George Miller tem de sobra.

Oeste sem Lei (2015), John Maclean

Jay Cavendish deixa sua Escócia natal e atravessa o Atlântico a fim de encontrar-se com a garota que ama. Mas Jay não tem a mais pálida ideia sobre o que seja o Velho Oeste. O rapaz tivera uma educação sofisticada, não pertence à rudeza do cenário de completa aridez dos intestinos dos Estados Unidos, e ele sabe disso. O problema é sua natureza deslocada, alheia a tudo, ainda que nem ela o impeça de correr qualquer perigo em nome do amor. Silas também entra em sua vida como seu guia e guarda-costas. O cowboy, experiente, é capaz de livrar a si e ao novo chefe das circunstâncias mais perigosas, sempre impedindo que novas armadilhas se interponham no caminho dos dois. Jay e Silas se tornam amigos — mesmo que, de quando em quando, ainda surja margem para um ou outro conflito entre eles.

O Cavaleiro das Trevas (2008), Christopher Nolan

“Olá, damas e cavalheiros! Eu sou o entertainer desta noite!” A despeito do começo eletrizante, com as precisas cenas de tensão durante um assalto a banco, parece que só depois que essa frase é dita pelo personagem principal é que começa “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. É claro que não estamos falando do Homem-Morcego, muito menos de Bruce Wayne, sua porção à paisana. No roubo ao banco, o Coringa já havia roubado também a cena, mas é na sequência da festa na casa do multimilionário que tudo começa a fazer sentido, inclusive termos incluído o filme nessa lista. O protagonista-antagonista, levado com uma performance mediúnica por Heath Ledger em um de seus últimos trabalhos, é a mais completa tradução da visão de mundo mais diabolicamente anárquica que alguém pode ter. O vilão deixa uma marca de ódio e perversidade por onde passa, nada preocupado em sofrer alguma retaliação. Batman passa a trama inteira ansiando por botar as mãos no homenzinho do terno roxo, façanha que só consegue no final — e mesmo assim a gente lamenta. Na versão da franquia que coube ao diretor Christopher Nolan, um dos mais talentosos e devotados de Hollywood, de fato são as figuras noir as que ganham — e merecem — o centro das atenções. Outro ponto alto da fita é o destaque dado à subtrama de Harvey Dent, o mocinho decaído que literalmente se transfigura no bandidão Duas Caras. Aqui, é possível entender direitinho como se deu essa mutação. Como sói acontecer, Nolan se arriscou, apostou alto e quebrou a banca, inclusive na bilheteria bilionária do filme, um dos recordistas no quesito.


Inclusão do imunizante chinês na lista de vacinas aceitas ainda está em discussão

Novas regras na Alemanha valem a partir deste domingo (22) Foto: Pexels

O Instituto Robert Koch (RKI), a agência governamental alemã para o controle e prevenção de doenças infecciosas, informou nesta sexta-feira (20) que brasileiros com vacinação completa contra a Covid-19 poderão novamente viajar para a Alemanha. A medida vai valer a partir deste domingo (22).

De acordo com o RKI, o Brasil passará de “área com variantes do vírus” para “área de risco de Covid-19”. Será permitida a entrada de brasileiros que receberam imunizantes aprovados para uso na União Europeia (UE).

Na lista estão as vacinas da Pfizer-BioNTech, AstraZeneca e Janssen (Johnson&Johnson), aplicadas no Brasil, e a da Moderna, não utilizada no território brasileiro. Para quem tiver sido vacinado com a Coronavac ou não estiver completamente vacinado, continua sendo necessário comprovar “extrema necessidade” para entrar no território alemão.

A inclusão da Coronavac na lista de vacinas aceitas pela Alemanha ainda está em discussão. A Embaixada da Alemanha no Brasil informa que “uma ampliação abrangendo outras vacinas com um padrão de proteção comparável está prevista assim que os testes necessários forem concluídos”.

Informações Pleno News


O presidente da República, Jair Bolsonaro, acompanha na Base Aérea de Brasília, o embarque de passageiros e de material para Missão no Haiti.
Foto: Agência Brasil

Trinta e dois bombeiros e um representante do Ministério do Desenvolvimento Regional estão a caminho do Haiti, levando cerca de sete toneladas de materiais e equipamentos de emergência, além de 3,5 toneladas de medicamentos e insumos estratégicos do Ministério da Saúde. A missão tem por objetivo ajudar o Haiti a amenizar os problemas decorrentes de um terremoto que atingiu o país no dia 14 de agosto, resultando em mais de 2 mil mortes e 10 mil feridos.

O avião de transporte KC-390 Millennium decolou da Base Aérea de Brasília na manhã de hoje (22) e a previsão é de que, após paradas para abastecimento em Cachimbo (PA) e em Boa Vista (RR), desembarque às 19h25 (horário de Brasília) em Porto Príncipe, a capital haitiana. O retorno a Brasília está previsto para amanhã (23), às 08h20.

Pouco antes do embarque, em cerimônia na Base Aérea de Brasília, o presidente Jair Bolsonaro lembrou que a solidariedade é uma marca do povo brasileiro. “Recebi o pedido e, com o apoio das Forças Armadas e do corpo diplomático, essa missão foi armada. Esse pequeno contingente terá grande missão e simbolismo”, disse o presidente.

Em meio às 3,5 toneladas de medicamentos e insumos enviados há, segundo o Ministério da Defesa, cinco kits que podem, cada um, atender até 10 mil pessoas em situações de desastre. Também foram enviados materiais de uso hospitalar disponibilizados pela Força Nacional do SUS, como macas, colares cervicais, biombos, além de insulina humana tipo regular, medicamento que tem ação rápida em casos de choque, ocasionado pela diminuição anormal do volume do sangue.

Informações Agência Brasil


Mortes de pessoas acima de 60 anos com esquema vacinal completo já supera as de quem tomou só primeira dose no estado do Rio

Campanha de vacinação contra covid-19 em Angers, na França
Foto: Stephane Mahe/Reuters

O número de óbitos em idosos com esquema vacinal completo aumentou no estado do Rio, segundo gráfico divulgado pela Secretaria estadual de Saúde com base em dados do sistema da Subsecretaria de Vigilância em Saúde. A partir da 22ª semana epidemiológica de início de sintomas, a quantidade de mortes de quem já tomou as duas doses da vacina fica maior do que o número de pessoas com apenas a primeira dose.

Embora as últimas duas semanas epidemiológicas (29ª e 30ª) do gráfico mostrem uma leve diminuição no número de mortes, o secretário estadual de Saúde do Rio, Alexandre Chieppe, ressalta que as projeções são uma tendência:

— É uma tendência, um sinal de alerta. O óbito em pessoas vacinadas cai com uma dose e depois os óbitos em pessoas com duas doses têm um aumento discreto recente. A gente chega a duas conclusões: o fator de risco para adoecimento é a idade e o fato de ter duas doses nas últimas projeções já mostra um enfraquecimento da proteção.

Apesar do aumento, o secretário ressaltou que é importante destacar a eficácia da vacinação:

— (O gráfico) mostra a eficácia da vacina. Esse aumento (no número de óbitos) pode já sinalizar tendência de queda de proteção, mas não há dúvida nenhuma de que a vacina se mostrou extremamente eficaz.

Com os dados, Chieppe sinalizou a possibilidade da aplicação de uma terceira dose. O discurso se assemelha à Prefeitura do Rio, que vai testar o reforço em idosos. Mas, diferentemente da gestão municipal, o secretário estadual disse que vai seguir as diretrizes do Ministério da Saúde:

— O gráfico indica uma possibilidade (de terceira dose). A Secretaria estadual de Saúde está preocupada com a situação vacinal dos idosos, está juntando informações para fornecer ao Ministério da Saúde, mas a tomada de decisão, no nosso entendimento, deve ser do ministério. A gente vem apresentando esses dados e fazendo conversa via Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

O governo federal ainda não definiu o início da aplicação de mais uma dose de reforço em idosos. Nesta quinta-feira, em entrevista ao programa “Voz do Brasil”, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que uma terceira dose no país só após 75% da população ter tomado as duas doses:

— É provável que haja necessidade de uma terceira dose, mas só vamos avançar na terceira dose quando houver a população vacinada com as duas doses. Falei que 75% da população brasileira em outubro estaria vacinada com a segunda dose. Então, esse seria mais ou menos o prazo, mas espero também dados de uma pesquisa que o Ministério da Saúde encomendou para tomar a melhor decisão, baseada em evidências.

Informações Revista Exame


Foto: Marcello Casal Jr

Trabalhadores informais nascidos em abril recebem hoje (22) a quinta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas no último dia 12. O pagamento da quinta parcela para o público geral começou na sexta-feira (20) e segue até o dia 31.

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio é pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Confira os calendários de depósito e de saques da prorrogação do auxílio emergencial

Público geral: mês de nascimento
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
5ª parcela20/821/821/822/824/825/826/827/828/828/829/831/8
Saque1/92/93/96/99/910/913/914/915/916/917/920/9
6ª parcela21/922/923/924/925/926/928/929/930/91/102/103/10
Saque4/105/105/106/108/1011/1013/1014/1016/1018/1019/1019/10
7ª parcela20/1021/1022/1023/1023/1026/1027/1028/1029/1030/1030/1031/10
Saque1/113/114/115/119/1110/1111/1112/1116/1117/1118/1119/11
Fonte: Ministério da Cidadania e Caixa Econômica Federal
Bolsa Família: número do NIS terminado em
1234567890
5ª parcela18/819/820/823/824/825/826/827/830/831/8
6ª parcela17/920/921/922/923/924/927/928/929/930/9
7ª parcela18/1019/1020/1021/1022/1025/1026/1027/1028/1029/10
Fonte: Ministério da Cidadania e Caixa Econômica Federal

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da quinta parcela aos inscritos no Bolsa Família começou na quarta-feira (18) e segue até o dia 31. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.

Informações Agência Brasil


A voz rouca das ruas consagrou que ninguém conhece a receita do sucesso, mas que para fracassar é muito fácil: basta querer agradar todo mundo. Cada homem é um universo particular, com suas ideias próprias, suas vontades próprias, necessidades as mais íntimas, tantas expectativas acerca da vida, ainda que saiba que pode nunca chegar a alcançá-las. Para o homo sapiens, a espécie mais curiosa encontrada sobre a Terra, é extremamente difícil submeter-se a regramentos contrários a sua formação contestatória. Malgrado fundamental para a vida em sociedade, a fim de suportarmo-nos uns aos outros, enquadrar-se não tem quase nada de prazeroso. O homem apenas reflete a própria natureza, de que também é parte, indisciplinada, selvagem, caótica. Aceitar o mundo como o conhecemos, ao mesmo tempo em que temos a capacidade de rumar para outras vidas, em que as circunstâncias mais absurdas são o que pode haver de mais corriqueiro, sempre foi uma constante na vida do ser humano, que se vale do artifício a fim de, em largando tudo, abandonar sua própria vida e acessar o mais obscuro de seu espírito, no intuito de apreender o cenário em que está inserido e, assim, conduzir sua vida de uma maneira mais adequada. Por óbvio, surgem percalços no caminho, as coisas saem do terreno do previsível e os enfrentamentos são inevitáveis. As guerras são um capítulo à parte na confusa trajetória do gênero humano, escrito com o sangue de indivíduos que se esmeraram por reparar erros que não eram seus e emoldurado por vidas que não tinham relação alguma com o que se passava: a morte investida da mais brutal, da mais covarde violência, as tolhe, e é só. Além de soldados destemidos, há quem se envolva numa guerra apenas por dever cívico e sem nunca ter pisado num campo de batalha, esforçando-se por garantir que tudo se resolva da melhor maneira. A primeira vítima numa guerra é a verdade, e só a verdade salva. Apesar dos incontáveis mistérios da existência, muito mais do que nossa vã filosofia pode supor, como disse aquele bardo inglês, é pelo rigor da vida como ela é que devemos pautar nossa conduta. Tentamos, alguns menos que outros, e uns poucos com convicção, e o perigo reside exatamente aí. Há mil descaminhos ao longo de uma vida, e todos eles, por mais retos que possam se mostrar, conduzem à perdição. Resumidamente, são esses os enredos de duas produções de que a Bula trata hoje, “As Espiãs de Churchill” (2019), de Lydia Dean Pilcher, e “Ilha de Segredos” (2021), dirigido por Miguel Alexandre. Eles, e mais três filmes da nossa lista, lançados entre 2018 e este 2021, acabaram de aterrissar no catálogo da Netflix e estão pacientemente esperando uma folguinha sua no fim de semana que se avizinha para mostrar a que vieram. A vida dá voltas, o mundo gira, e a gente tem de ir junto. Ou não?

Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

Ilha de Segredos (2021), Miguel Alexandre

A vida pode se apresentar particularmente difícil logo nos nossos verdes anos. É assim para Jonas, cujos pais acabaram de morrer, o que o faz ter de ir morar com o avô. Jonas tem de se equilibrar entre a dor do luto e a necessidade de seguir vivendo, afinal há uma vida inteira pela frente. O amor, inesperado, ajuda, mas uma outra dificuldade se impõe: o desejo. Helena, a professora substituta de alemão que vai morar no vilarejo, vira a cabeça do garoto, que sequer se imagina como parte de uma maquinação dessa mulher cheia de segredos profundos, talvez até mortais.

Mimi (2021), Laxman Utekar

Viver é mesmo uma aventura e, em sendo assim, vale tudo por um sonho? É o que pergunta o diretor indiano Laxman Utekar em “Mimi”, remake da produção de 2011. A protagonista é uma dançarina que só pensa em fazer carreira no cinema. A vida de Mimi segue sem maiores sobressaltos — nem progressos —, quando ela é sondada por Bhanu, motorista de aplicativo, sobre se aceitaria servir de mãe de aluguel a um casal de americanos. Para isso, seria muito bem paga, claro, mas uma questão dessa natureza implica uma decisão pensada, o que para Mimi é impossível. Como não poderia deixar de ser, todos os planos saem de controle e ninguém mais se entende em meio a uma situação que se torna tão incômoda como a barriga de gestante para Mimi.

Estranho Passageiro — Sputnik (2020), Egor Abramenko

No ponto mais alto da disputa pelo espaço entre Estados Unidos e União Soviética, a Orbit-4, nave que levava uma tripulação russa, volta com um único ocupante vivo. Ele está desmemoriado e, portanto, a investigação a fim de se saber o que teria acontecido com o restante da equipe vai ser mais difícil do que se pensava. O astronauta permanece isolado numa instalação do governo, tratado como um criminoso, à espera de Tatiana Klimova, psicóloga encarregada de averiguar o que teria se passado e por que o astronauta se esqueceu de tudo quanto viveu ao longo da missão. Essa é a única possibilidade de se decifrar o enigma.

As Espiãs de Churchill (2019), Lydia Dean Pilcher

Em 1941, ainda no meio da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a americana Virginia Hall já passou por boa parte dos países da Europa, aprendeu muitos idiomas e quer ser diplomata; Vera Atkins, romena, tem planos mais modestos: se naturalizar cidadã do Reino Unido. Enquanto isso não acontece, trabalha como a principal assistente de um adido militar no quartel-general inglês, em Londres. Já Noor Inayat Khan, apesar do nome, é britânica de nascimento, filha de mãe americana e pai indiano, e telegrafista do QG. As três receberam treinamento a fim de se tornarem espiãs profissionais durante o conflito, por reunirem mais chances de não serem identificadas pelos alemães, uma ordem vinda diretamente do primeiro-ministro Winston Churchill (1874-1965). Virginia e Noor, mandadas à França, diminuíram a resistência do nazismo no país, sendo lembradas ainda hoje como heroínas.

Leave no Trace (2018), Debra Granik

A diretora americana Debra Granik é hábil em retratar adolescentes em meio ao bombardeio dos tantos conflitos típicos da idade. Em “Leave no Trace”, Granik traz a história de Will e Tom, pai e filha. Os dois são os únicos moradores de uma grande reserva florestal nos limites de Portland, e não têm o menor problema com o isolamento, questionado pelas autoridades — que nunca se importaram com eles. O serviço social os obriga a deixar a área, e agora Will e Tom passam a ser tutelados pelo governo dos Estados Unidos. Eles não se conformam com tanta interferência num assunto íntimo e tentam retornar à vida feliz que tinham, driblando as novas necessidades que as circunstâncias os impõem.


Globais exibiram o lanche militante nas redes sociais

Biscoito “Fora Bolsonaro” é exibido por globais nas redes sociais Foto: Reprodução/Instagram

Muitos da classe artística, sobretudo os globais, têm adotado um posicionamento contrário ao atual governo. Nesta sexta-feira (20), alguns funcionários da Rede Globo ganharam uma “iguaria” para acompanhar o cafezinho.

Um biscoito com a frase “Fora Bolsonaro” foi distribuído na emissora e imagens têm sido compartilhadas por atores nas redes sociais. A ideia do “biscoito militante” partiu da atriz Julia Lemmertz e do ator Thardelly Lima. Legendas como “meu biscoito da sorte” e “hora do lanche” acompanhavam as publicações.

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Petista está se reunindo apenas com lideranças locais

Lula faz discurso para poucas pessoas no Maranhão Foto: Reprodução/Twitter

O ex-presidente Lula (PT) está em viagem pelo Nordeste, já tendo passado por Pernambuco, Piauí e Maranhão. Na tarde desta sexta-feira (20), ele desembarcou em Fortaleza, onde ficará até a próxima segunda-feira (23). O petita foi recebido pelos governadores de cada estado. Sua agenda inclui reuniões com lideranças locais e de outros partidos. No entanto, nada de compromissos nas ruas.

Lula repetiu a exaustão a frase “não estou aqui como candidato” em cada capital pela qual passou. Porém, sabe-se que a visita é para marcar espaço para sua candidatura em 2022 na região e tentar refazer pontes visando as eleições do próximo ano.

Circula pela internet um vídeo de uma das reuniões do petista no Maranhão, no qual ele aparece em um anfiteatro praticamente composto somente por jornalistas e apoiadores.

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Vacinas chegarão neste domingo (22) e na segunda (22); serão doses dos imunizantes da Coronavac, Pfizer e Oxford

Foto: Divulgação Sesab
Foto: Divulgação Sesab

A Bahia receberá mais três remessas de vacinas contra a Covid-19 neste domingo (22) e segunda-feira (23) que resultará em um total de 564.570 doses.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), neste domingo chegam 170.600 doses de Sinovac/Coronavac em um voo previsto para pousar no aeroporto de Salvador às 9h40. A segunda remessa, com 164.970 doses do imunizante produzido pela Pfizer/BioNTech, tem previsão de chegada às 16h50.

Já na segunda-feira (23), às 19h05, mais 229.000 doses de vacinas da Oxford/AstraZeneca estão previstas para desembarcar na capital baiana.

Segundo a Sesab, as doses são destinadas para primeira e segunda aplicações. Após a conferência das cargas pela equipe de Imunização do Estado, as vacinas serão enviadas para as regionais de saúde, de onde serão encaminhadas para os municípios.

A Comissão Intergestores Bipartite (CIB), ligada à Sesab, decidiu que 20% das doses de vacinas contra a Covid-19 que cheguem à Bahia esta semana serão destinadas aos municípios que estão mais atrasados em relação à idade de chamamento para vacinação da população acima de 24 anos.

Com as cargas de domingo e segunda-feira, a Bahia chegará ao total de 14.856.328 doses de vacinas recebidas, sendo 5.087.698 da Sinovac/Coronavac; 6.567.830 da Oxford/AstraZeneca; 2.939.700 da Pfizer e 261.100 da Janssen.

Informações Bahia.ba