Gravações da sequência do longa estão paralisadas desde agosto
Letitia Wright Foto: EFE/EPA/ETIENNE LAURENT
Já não é de hoje que atriz Letitia Wright tem se posicionado de forma crítica à vacinação contra a Covid-19. De acordo com uma fonte do site norte-americano Giant Freakin Robot, a atriz, inclusive, prefere deixar as gravações do longa Pantera Negra: Wakanda Forever, segundo filme do herói, caso seja obrigada a se vacinar.
A atriz publicou, em dezembro do ano passado, um vídeo questionando a eficácia dos imunizantes contra a Covid-19. Na época, devido às críticas, ela apagou o vídeo e pediu desculpas, ponderando que não é contra as vacinas, mas que é importante questionar.
Já em outubro deste ano, Letitia veio a público desmentir boatos de que estava espalhando teorias antivacina pelo set de filmagem do longa.
Recentemente, a Disney anunciou a implantação de um sistema de isolamento durante as novas produções sob domínio da empresa, como é o caso da Marvel. O procedimento exige que todos os profissionais envolvidos apresentem uma comprovação de vacinação.
A atriz não chegou a divulgar publicamente seu status de vacinação, os sites The Hollywood Reporter e Newsweek ouviram de fontes próximas a atriz que ela não recebeu o imunizante.
Devido a uma contusão da atriz sofridas no set, as gravações do segundo filme estão paradas desde agosto. Ainda não existe uma previsão para a retomada das gravações. A atriz é intérprete da personagem Shuri, irmã do Pantera Negra.
Imóvel ficou conhecido por ter tido a propriedade atribuída ao ex-presidente Lula
Tríplex do Guarujá será sorteado Foto: EFE/ Fernando Bizerra Jr
Cidadãos interessados em adquirir o famoso tríplex do Guarujá (SP) a um preço muito abaixo do mercado terão uma chance em breve. Isto porque o empresário que arrematou o imóvel em um leilão pretende sortear o tríplex em março do ano que vem.
O imóvel é conhecido por ter tido a propriedade atribuída ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante as investigações da operação Lava Jato. O petista chegou a ser condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o sorteio do imóvel será realizado por meio da plataforma Pancadão no dia 30 de março de 2022. Para participar, é necessário desembolsar R$ 19, o valor da assinatura da plataforma.
Ao veículo, Fernando Gontijo falou sobre sua iniciativa.
– Eu arrematei o imóvel porque, sendo o tríplex mais famoso do Brasil, considero um investimento excelente (…) Eu sou um homem de negócios. Com o sorteio na internet, qualquer brasileiro pode acabar como dono do tríplex, o que é, de certa forma, o melhor desfecho que esse imóvel poderia ter, já que ele tem um valor ligado ao desejo, à história recente do nosso país – destacou.
Presidente esteve neste sábado (11/12) em evento militar. Foto: PR.
Jair Bolsonaro apontou neste sábado (11/12) a omissão dos governadores Rui Costa, da Bahia, e Romeu Zema, de Minas Gerais, em solicitar apoio do governo federal aos municípios atingidos por fortes chuvas nos últimos dias.
As tempestades geradas por um ciclone provocaram tragédias principalmente a região sul da Bahia, deixando famílias desabrigadas, pessoas desaparecidas e mortas.
“Tivemos há aproximadamente 48 horas uma catástrofe no sul da Bahia e norte de Minas. Em torno de 55 municípios foram atingidos, com enchentes, destruição de obras viárias. De imediato determinamos ao ministro Rogério Marinho e João Roma para assumir a vanguarda do que pode ser feito para os nossos irmãos, bem como também o ministro Braga Netto”, disse Bolsonaro.
“O Exército já fez um levantamento sobre o que aconteceu na área. Estamos prontos a colaborar. Precisamos ser provocados pelos respectivos governadores e prefeitos”, completou.
O Ministério do Desenvolvimento Regional reconheceu que 17 municípios baianos e 32 mineiros estão em situação de emergência por conta das fortes chuvas. Mas é preciso haver solicitação dos governos estaduais para agir.
Barroso disse que Brasil não pode virar destino de turismo antivacina
Foto: Ying Tang/ Nur Photo/ Direitos Reservados
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o comprovante de vacina para viajante que chega do exterior no Brasil só pode ser dispensado por motivos médicos, caso o viajante venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.
Barroso deferiu parcialmente cautelar pedida pelo partido Rede Sustentabilidade na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 913. O ministro pediu que a decisão seja enviada para referendo em uma sessão extraordinária do plenário virtual da Corte.
Na decisão, ele entendeu que há urgência para o tema em razão do aumento de viagens no período que se aproxima e pelo risco de o Brasil se tornar um destino antivacina.
“O ingresso diário de milhares de viajantes no país, a aproximação das festas de fim de ano, de eventos pré-carnaval e do próprio carnaval, aptos a atrair grande quantitativo de turistas, e a ameaça de se promover um turismo antivacina, dada a imprecisão das normas que exigem sua comprovação, configuram inequívoco risco iminente, que autoriza o deferimento da cautelar.”
Na ação, a Rede pediu que o governo federal adotasse medidas recomendadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ingresso no país a fim de conter a disseminação da covid-19.
Depois da ação, o governo editou a Portaria Interministerial 611/2021, que passou a exigir, para o estrangeiro que chegar ao Brasil, o comprovante de vacina ou, alternativamente, quarentena de cinco dias seguida de teste negativo para o vírus antes de ser permitida a circulação em território nacional.
Ao analisar o caso, o ministro lembrou que o Supremo Tribunal Federal tem obrigação constitucional de proteger os direitos fundamentais à vida e à saúde. “Já são mais de 600 mil vidas perdidas e ainda persistem atitudes negacionistas”, completou Barroso. Ele lembrou das diversas decisões já tomadas pelo STF durante a pandemia, como a que estipulou vacinação obrigatória com possibilidade de impor restrições a quem se recusar.
Para o ministro, a portaria interministerial atende em parte as recomendações da Anvisa em relação aos viajantes, mas o texto “apresenta ambiguidades e imprecisões que podem dar ensejo a interpretações divergentes, em detrimento dos direitos constitucionais à vida e à saúde em questão”.
Ele completou que permitir a livre opção entre comprovante de vacina e quarentena seguida de teste “cria situação de absoluto descontrole e de consequente ineficácia da norma”.
Barroso decidiu que a portaria sobre os viajantes que chegam ao Brasil deve ser interpretada nos termos das notas técnicas nºs 112 e 113/2021, expedidas pela Anvisa, e levando em conta que a substituição do comprovante de vacinação pela alternativa da quarentena somente se aplica: 1- aos viajantes considerados não elegíveis para vacinação, de acordo com os critérios médicos vigentes; 2- que sejam provenientes de países em que, comprovadamente, não existia vacinação disponível com amplo alcance; 3-por motivos humanitários excepcionais.
* Agência Brasil com informações do Supremo Tribunal Federal
O Ministério da Saúde informou, por meio de nota, que está atuando com a máxima agilidade para restabelecer os sistemas do ConecteSUS que foram temporariamente comprometidos com o ataque causado na madrugada desta sexta-feira (10).
Vários sistemas já foram restabelecidos e a expectativa é que os outros estejam disponíveis para a população na próxima semana.
A pasta elaborou uma página com alternativas para a emissão temporária do comprovante de vacinação contra a covid-19.
Viagem
Para os brasileiros que estão com viagem para o exterior agendada nos próximos dias, o Ministério da Saúde disse que está trabalhando em todas as frentes para que todos consigam viajar em segurança.
Na nota, o ministério informa que Ministério das Relações Exteriores (MRE) enviará comunicado aos países que receberão voos oriundos do Brasil informando sobre a indisponibilidade temporária do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 em formato digital e que a Carteira Nacional de Vacinação no formato físico poderá ser um dos documentos utilizados para comprovação de imunização.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) é o presidente que mais teve decisões derrubadas pelo Congresso Nacional desde o ano 2000. Em 2 anos e 11 meses, o chefe do Executivo já teve 64 decisões revertidas, total ou parcialmente, por parlamentares. O número é superior à soma dos embargos sofridos pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), que, juntos, somam 32, em 16 anos.
De acordo com um levantamento do Senado Federal, apurado pelo portal Metrópoles, em três anos, Bolsonaro vetou 185 projetos, total ou parcialmente, e 64 dessas decisões foram revertidas pelo Congresso Nacional – o que corresponde a 34,5%.
Antes da marca atingida pelo atual presidente, o chefe do Executivo com mais reveses no Congresso havia sido Temer que, em dois anos e meio de governo, teve 21 projetos, dos 127, rejeitados – o que representa 16,5%.
Já a ex-presidente Dilma vetou 264 projetos e apenas oito deles foram revertidos (1,5%). E o ex-presidente Lula teve apenas três reveses nos 357 projetos vetados durante os mandatos, o que corresponde a 0,5%.
Um veto só é derrubado se for rejeitado por maioria absoluta de votos nas duas casas (ao menos 257 votos na Câmara e 41 votos no Senado). Quando isso acontece, o veto derrubado é enviado novamente ao presidente da República para que proceda à promulgação da lei dentro de 48 horas.
Ao sancionar um projeto para transformá-lo em lei, o presidente da República pode vetar trechos ou a íntegra do texto aprovado pelo Legislativo. Porém, o Congresso, por sua vez, pode ou não aceitar as alterações.
A última sessão do Congresso para analisar vetos ocorreu em setembro deste ano, quando os parlamentares derrubaram as rejeições de Bolsonaro às federações partidárias e à realização de despejos durante a pandemia de Covid-19.
Com o intuito de implementar ações articuladas com diversos órgãos municipais, tais como nas áreas de habitação, infraestrutura, saúde e educação, dando suporte à população, a Prefeitura de Feira criou o Escritório de Governança Social. A publicação consta no Diário Oficial Eletrônico, edição deste sábado, 11.
Vinculado à Secretaria Municipal de Governo (SEGOV), o escritório deve coordenar ações que assegurem condições dignas de vida, trabalho, renda e desenvolvimento para as comunidades, bem como se articular com a sociedade civil para apoiar iniciativas em parcerias tendo a família como centro.
Conforme a publicação, a medida considera a necessidade de a administração municipal ampliar ações sociais inerentes à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas – ONU, que tem como um dos eixos “assegurar uma vida saudável e a promoção, o bem-estar para todos, em todas as idades, para a atual e futuras gerações”.
Desta forma, ainda no decreto, foram criados comitês, no âmbito da Governança, para aprovar as ações, alocação dos recursos e definições de metas, sendo eles: Executivo, Gestor e Local.
O deputado estadual Carlos Geílson (PSDB) realizou hoje (11), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), um evento para anunciar o lançamento da sua pré-candidatura. Estiveram no encontro, o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins; o vice-prefeito Fernando de Fabinho; o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho; o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto, vereadores e outras lideranças.
Ao discursar, Geílson relembrou seu retorno à base Ronaldista e enalteceu o grupo.
“Esse grupo político é a minha casa. Estive momentaneamente afastado desses amigos, após as eleições de 2018, estava fragilizado emocionalmente, caí no conto da sereira e fui vítima do golpe do boa noite, Cinderela. Mas Deus nos permitiu que abríssemos os olhos em tempo, que retornasse para a minha casa e viesse participar de forma decisiva do pleito que consagrou a eleição de Colbert Filho, e que hoje, para a nossa alegria governa esse município”, disse.
Foto: Rafael Marques
José Ronaldo afirmou que Feira enfrenta dificuldades para administrar sem deputados eleitos na base.
“Se em algum momento houve divergência entre Pedro ou Joaquim, este é o momento de fazer tudo isso para o passado. Vamos viver o presente e o futuro. Feira de Santana precisa de um candidato de Feira para deputado federal. Eu sei o que está acontecendo hoje na administração, o sofrimento que é administrar sem ter um deputado federal do nosso lado. É muita dificuldade e muito complicado”, declarou.
Em sua fala, o prefeito Colbert Filho explanou o atual momento político que a Bahia vive, e disse que as atuais pré-candidaturas do grupo são um grande passo para o estado.
“O que estamos dando hoje é um grande passo para a Bahia, é uma grande injeção de ânimo, também. A Bahia pode mais, sim, e pode mais com ACM Neto. Só quem vence dificuldade é fé, luta e voto. Voto que precisamos ter para Carlos Geílson e ACM Neto”.
ACM Neto contou sobre a conversa que teve com Geílson, antes da realização do 2º turno nas eleições de 2020.
“Eu o recebi em minha casa e tivemos uma longa conversa e eu o disse, amigo, você para mim nunca saiu de perto da gente, você sempre esteve no meu coração. Então, Geílson, a casa é sua”, revelou Neto.
Globo busca Mundial de Clubes para ter o Palmeiras como atração principal (Imagem: Reprodução / Globo)
O Mundial de Clubes 2021 ainda não tem uma casa para chamar de sua. O torneio será disputado entre os dias 3 e 12 de fevereiro do ano que vem nos Emirados Árabes. A Globo busca um acordo com a Fifa para a transmissão do evento na TV aberta e TV paga, no SporTV, mas nada está garantido.
Segundo o UOL Esporte, a Globo tem contrato com a Fifa para um pacote de eventos até 2022, mas ele não conta com o Mundial de Clubes.
A emissora líder de audiência no país tem garantida a transmissão da Copa do Mundo do Catar, em dezembro, além das Copas de Futsal e Beach Soccer e campeonatos de base, sub-20 e sub-17.
Os direitos de exibição do Mundial de Clubes são vendidos separadamente, ano após ano. O Palmeiras vai disputar pela segunda vez consecutiva a taça mais cobiçada para qualquer time do mundo.
Globo e Fifa
Em agosto de 2020, Globo e Fifa estavam brigando na Justiça por causa do não pagamento de uma parcela do contrato milionário feito pelas partes há alguns anos.
A Fifa alegou em juízo que só soube claramente da situação da Globo quando foi procurada para se pronunciar sobre o assunto após pedidos da imprensa. A entidade afirmou que não teve tempo para se preparar para a falta do pagamento milionário.
A federação internacional apontou que o momento delicado por causa da pandemia do novo coronavírus não poderia impedir que contratos acordados fossem descumpridos por suas parceiras.
O valor causador do imbróglio, de US$ 90 milhões, quase R$ 500 milhões de reais, foi decidido em contrato há 9 anos. O acordo completo foi de R$ 600 milhões. Sempre renovado a cada duas edições da Copa do Mundo.
O pagamento seria feito em 9 parcelas anuais. O montante milionário foi acordado para os direitos de transmissão dos eventos organizados pela federação internacional entre 2015 e 2022.
Posicionamento foi enviado pela AGU ao ministro Luís Roberto Barroso
Ministro Luís Roberto Barroso, do STF Foto: Agência Brasil/José Cruz
Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o governo do presidente Jair Bolsonaro falou sobre as medidas tomadas em relação à variante Ômicron da Covid-19. O documento foi enviado por meio da Advocacia-Geral da União (AGU) ao ministro Luís Roberto Barroso.
O posicionamento foi enviado em uma ação apresentada pela Rede Sustentabilidade ao STF. No pedido, o partido acusou o governo de omissão devido a uma portaria com critérios de entradas de viajantes no Brasil. O texto aponta que as exigências são um teste negativo de Covid-19 e uma declaração de saúde.
Ao ministro Barroso, que é relator do pedido, o governo informou que vem adotando “diversas medidas” contra a pandemia e citou uma portaria recente exigindo a apresentação de um comprovante de vacinação e um teste negativo de Covid-19 para entrar no Brasil. Quem não apresentar os documentos deverá passar por uma quarentena.
“Como se nota, não houve omissão do Poder Executivo Federal em revisar as restrições, medidas e requisitos excepcionais e temporários para entrada no País, em decorrência dos riscos de contaminação e disseminação do coronavírus SARS-CoV-2 (covid-19)”, informou a AGU.
O posicionamento foi enviado ao STF nesta quinta-feira (9).