Em torno de 30 pneus encontrados na rua Marechal Deodoro seriam queimados em manifestação. A informação é do secretário de Prevenção à Violência, Moacir Lima.
O que chamou a atenção do gestor é que nas imediações não há borracharias ou oficinas.
“Não há borracharia ou oficinas nas imediações, então provavelmente seriam utilizados para queimar em manifestações contra o avanço do projeto Novo Centro”, observou.
A situação foi identificada em uma operação para remanejar os feirantes para o outro lado da via, garantindo a continuidade da obra do projeto Novo Centro.
Ainda segundo o secretário, foram retirados também três caminhões de lixo. A ação foi executada pela Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev), em parceria com a Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e a empresa de segurança e transporte Renaforte.
Pré-candidato ao governo de São Paulo está sob suspeita de corrupção na Saúde
Gestão de João Doria também contratou OS suspeita Foto: EFE/Debora Klempous
Investigada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil na Operação Raio X, cujos desdobramentos colocaram o pré-candidato ao governo de São Paulo, Márcio França (PSB), sob suspeita de corrupção na Saúde, a organização social Associação Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu fechou três contratos com a Secretaria de Saúde do Estado na gestão João Doria (PSDB).
Os contratos, assinados em 2019, tiveram como objeto a terceirização da gestão do Centro de Medicina de Reabilitação Lucy Montoro, em Santos, no litoral paulista, do Ambulatório Médico de Especialidades Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo, e do Polo de Atenção Intensiva em Saúde Mental da Baixada Santista.
Além disso, o governo tucano assinou, entre 2019 e 2020, termos aditivos nas contratações da OS para gerir o Ambulatório Médico de Especialidades Santos, o Hospital Geral de Carapicuíba e o Ambulatório Médico de Especialidades Sorocaba, no interior do estado. Os dados estão disponíveis no Portal da Transparência do estado.
De acordo com a investigação, a Associação Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu pertence ao médico Cleudson Garcia Montali, condenado a mais de 100 anos de prisão na Raio X. A organização social seria usada, segundo a Polícia Civil, para viabilizar desvios por meio de contratos superfaturados e serviços não prestados.
Em nota, a Secretaria de Saúde de São Paulo disse que, ao tomar conhecimento das primeiras suspeitas envolvendo a organização social, abriu investigação interna, que resultou na rescisão de todos os contratos de gestão, em 2020. A qualificação da OS para contratar com o governo estadual foi suspensa cautelarmente em novembro do ano passado.
– A referida OSS não possui nenhum contrato ou convênio com a Secretaria e, inclusive, teve sua qualificação como Organização Social de Saúde em São Paulo suspensa cautelarmente pela atual gestão. A pasta é vítima e a atual gestão abriu investigação contra o responsável pela contratação das organizações sociais de saúde na gestão França. O caso ainda é acompanhado pela Controladoria Geral do Estado de São Paulo – disse em nota.
O concurso 2.442 da Mega-Sena sorteia, neste sábado (8), o prêmio de R$ 6 milhões a quem acertar as seis dezenas.
O sorteio será realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê em São Paulo.
O último concurso (2.441), realizado quarta-feira (5), não teve ganhadores.
As apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias Caixa. Clientes do banco podem usar o Internet Banking Caixa.
Chamath Palihapitya, ex-executivo do Facebook, falou sobre negócios das empresas envolvendo criptomoedas
Para bilionário, Visa e Mastercard serão perdedoras em 2022 Foto: Pexels
Ex-executivo do Facebook, o bilionário indiano Chamath Palihapitya fez uma previsão “assustadora” na semana passada. Para ele, as empresas Visa e Mastercard devem ter grandes prejuízos em 2022.
Durante uma entrevista ao All-In Podcast, Palihapitya disse que as empresas serão grande perdedoras por novos projetos ligados a criptomoedas.
– Meus maiores perdedores de negócios em 2022 serão Visa e Mastercard – apontou.
O bilionário ainda ‘criticou’ as empresas que representam maiores processadores de pagamento do setor financeiro devido a um “duopólio que não precisa existir”.
– Fique atento a essas empresas e aos projetos criptográficos da Web3 que estão reconstruindo a infraestrutura de pagamentos de uma forma completamente descentralizada – destacou.
Citibank está se preparando para demitir colaboradores Foto: EFE/EPA/Wallace Woon
O banco norte-americano Citigroup está se preparando para demitir os funcionários que ainda não se vacinaram. Na onda das empresas com tolerância zero para não vacinados, o Citigroup havia dado um prazo para que seus colaboradores apresentassem o comprovante de imunização – prazo que está se esgotando.
Os funcionários têm até 14 de janeiro para mostrar à empresa que estão vacinados. Caso contrário, serão colocados em licença não remunerada e desligados até o fim do mês. A informação é da emissora Bloomberg.
A condição para manter o emprego deu certo: mais de 90% dos contratados do Citi já estão vacinados.
Apesar do rigor, o banco admite a não vacinação em casos específicos: motivos religiosos ou restrições médicas.
Já entre os que serão demitidos pela falta do imunizante, o banco propôs um bônus de fim de ano para aqueles que assinarem um termo se comprometendo a não processar o banco judicialmente.
A determinação do Citigroup atinge aproximadamente 70 mil colaboradores e faz parte de um esforço da instituição para retomar as atividades presenciais.
Começa amanhã (9) a reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. A nova rodada do exame, que segue no próximo domingo (16), é destinada a quem estava inscrito no Enem regular, mas teve a aplicação prejudicada de alguma forma. Também fazem o exame as pessoas privadas de liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL).
Nesta edição, fazem ainda as provas os candidatos inscritos no Enem 2020 que tiveram direito à isenção da taxa de inscrição e não compareceram às provas daquele ano. Pelas regras do exame, eles perderiam o direito a não pagar a taxa, mas por conta da pandemia, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), esses candidatos tiveram um novo prazo de inscrição no Enem 2021 e a isenção novamente garantida.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ao todo, mais de 340 mil candidatos estão inscritos para as provas nos dias 9 e 16 de janeiro. Desses, 54.231 estão inscritos no Enem PPL, que é aplicado desde 2010 pelo Inep, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
Além deles, são 280.145 os participantes que tiveram a taxa de isenção garantida. Somados a eles, segundo o Inep, estão os inscritos na reaplicação, 6.986 participantes que foram prejudicados de alguma forma na aplicação regular. Dentre eles, estão os casos dos estudantes prejudicados por conta da Operação Policial que ocorreu em São Gonçalo, Rio de Janeiro. O Inep afirma que todos os pedidos foram aprovados.
O exame será aplicado em 4.618 locais de prova, sendo 1.435 para o Enem PPL, 2.249 para os participantes isentos que se inscreveram após nova oportunidade e 934 para a reaplicação de quem teve o pedido aceito. Com relação a equipe de aplicação, são 54.053 pessoas envolvidas, sendo 10.470 para o Enem PPL, 40.315 para os isentos ausentes do Enem 2020 e 3.268 para a reaplicação.
Medidas contra a covid-19
Os participantes devem ficar atentos às regras de segurança para evitar a transmissão de covid-19. O uso de máscara facial cobrindo o nariz e a boca é obrigatório durante toda a realização das provas.
O participante pode levar um frasco de álcool líquido ou em gel. O produto será também disponibilizado em todas as salas. Também é permitido usar luvas transparentes ou semitransparentes durante a realização das provas. Todos esses equipamentos e itens de higiene próprios serão vistoriados. É recomendado, ainda, que cada participante leve sua própria garrafa de água para consumo.
Em caso de sintomas equivalentes à covid-19, na semana anterior ou na véspera da aplicação, a orientação é para que o inscrito não compareça ao local de provas.
Provas
Assim como no Enem regular, os participantes farão em dois domingos quatro provas objetivas de 180 questões, sendo 45 questões em cada área do conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza, além da prova de redação.
O Enem regular foi aplicado nos dias 21 e 28 de novembro de 2021, tanto no formato impresso quanto no digital. Ao todo, mais de 2,1 milhões de candidatos em todo o país fizeram as provas.
As provas do Enem regular e da reaplicação são comparáveis, uma vez que as questões são retiradas do banco nacional de itens e também porque o Enem utiliza, na correção, a chamada teoria de resposta ao item. Esses fatores permitem que candidatos que tenham feito exames diferentes possam ser avaliados segundo os mesmos critérios e possam disputar vagas em universidades.
O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Inep.
Em editorial, o apresentador do Jornal Nacional criticou o presidente por suas falas sobre a vacinação de crianças
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
Nesta sexta-feira (7), usuários de redes sociais se uniram para criticar a TV Globo e o apresentador William Bonner, do Jornal Nacional. No Twitter, “manifestantes” levantaram a #CalaABocaBonner e colocaram a tag como um dos assuntos em destaque na rede social.
A iniciativa ocorre após um editorial lido durante a edição de quinta-feira (6) do Jornal Nacional, na Globo. Na ocasião, Bonner e Renata Vasconcellos criticaram declarações de Jair Bolsonaro sobre a vacinação de crianças contra a Covid-19 e disseram que o presidente tem que ser responsabilizado por seus atos.
– O presidente Jair Bolsonaro é responsável pelo que diz, pelo que faz. Espera-se que venha também a ser responsável por todas as consequências daquilo que faz e diz – afirmou Bonner.
O editorial foi lido logo após a exibição de uma reportagem sobre a eficácia e a segurança da vacina anticovid para crianças. No início do texto, o âncora disse que “as declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre as mortes de crianças por Covid afrontam a verdade e desrespeitam o luto de milhares de brasileiros”.
O jornalista disse ainda que o presidente “desrespeita todos os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ao questionar qual seria o interesse da Anvisa com a autorização da vacinação de crianças” e afirmou que Bolsonaro descumpre as prerrogativas da agência “ao ameaçar divulgar nomes de integrantes da Anvisa que aprovaram a vacinação infantil”.
Após ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociaisApós ‘ataque’ da Globo a Bolsonaro, web se une e diz: #CalaABocaBonner / Foto: Reprodução/Print de publicações nas redes sociais
A apresentadora estaria visando a programa não diário, para ter mais tempo para si e para a família
Fátima Bernandes Foto: Reprodução / TV Globo
Apesar de estar de contrato renovado com a Globo até o ano de 2025, a apresentadora Fátima Bernardes avalia novos planos para o futuro na emissora.
Segundo informações da coluna Splash, do portal Uol, a comunicadora tem conversado com a chefia sobre a possibilidade de deixar o Encontro e assumir um programa que não seja diário.
Acontece que o salário de R$ 1,5 milhões mensais que Fátima recebe à frente da atração não enche seus olhos mais do que a possibilidade de ter tempo livre para dedicar-se a si mesma, à sua família, aos amigos, a viagens e a outras áreas de seu interesse.
A mudança é esperada para ocorrer ainda este ano. Uma possibilidade é a migração de Fátima para o programa É de Casa, transmitido somente aos sábados.
Caso a alteração se concretize, outras mudanças na grade horária serão necessárias. Internamente, estuda-se a ideia de esticar o Mais Você, de Ana Maria Braga, e inserir um novo programa matinal, comandado por Patrícia Poeta e Sandra Annenberg. Ambas as apresentadoras foram bem avaliadas para a faixa de horário e público feminino, em pesquisa interna de mercado publicitário.
Ainda de acordo com o Splash, os funcionários do programa Encontro já esperam as possíveis mudanças e até temem demissões.
Recentemente, Fátima decidiu abrir mão de outra função na emissora da família Marinho: os desfiles de Carnaval do Rio de Janeiro. A apresentadora crê que seu tempo à frente da transmissão da folia já está encerrado. Com a mudança, quem deve assumir o posto é a âncora do Fantástico Maju Coutinho.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou hoje o registro de um insumo para a fabricação da AstraZeneca, vacina contra covid-19 produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) no Brasil. Antes do aval, o IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) usado para a fabricação da vacina era importado, em geral, da China ou da Índia.
Na prática, a decisão faz com que o Brasil tenha a primeira vacina contra covid 100% nacional. Segundo comunicado divulgado pela Anvisa, estudos de comparabilidade demonstraram que “ao ser fabricado no país, o insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada”.
A Fiocruz assinou contrato para produzir a vacina AstraZeneca no Brasil, com direito à transferência de tecnologia. O processo para conseguir autorização da Anvisa para produzir o IFA nacional teve início ainda no ano passado.
Em maio de 2021, a Anvisa concedeu à Fiocruz um certificado de Boas Práticas de Fabricação do novo insumo, o que garante que a linha de produção cumpre com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do IFA. Desde então, a instituição produz lotes testes para submeter à Anvisa e já tem o equivalente a 21 milhões de doses em IFA nacional, em diferentes etapas de produção e controle de qualidade.
Em entrevista à CNN, o pesquisador da Fiocruz, Daniel Villela, explicou a importância da produção de uma vacina 100% nacional no momento atual da pandemia. “O caminho é esse: ter a produção do IFA localmente e ter essa autonomia, porque a vacinação é o melhor meio atualmente do controle da pandemia. As variantes aparecem por conta de mutações, algumas não levam a efeitos significativos e outras a OMS chama de ‘preocupação’, pode ser pela transmissibilidade maior, como a ômicron”.
A vacina produzida pela Fiocruz foi desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. O imunizante recebeu registro definitivo para uso no Brasil em 12 de março de 2021.
O imunizante vinha sendo envasado no Brasil desde o início de 2021, mas com IFA importado da China. O acordo entre a fundação e a AstraZeneca previa a transferência de tecnologia para fabricação total no Brasil, porém o processo atrasou.
A previsão inicial era de que a Fiocruz estaria produzindo e distribuindo no Brasil as vacinas nacionais em agosto de 2021. Depois, em outubro.
Segundo a Fiocruz, houve um atraso na assinatura do contrato de transferência de tecnologia porque foi dada prioridade primeiro ao registro emergencial e depois ao registro definitivo da vacina na Anvisa. O contrato final de transferência foi assinado em junho.
Neste sábado, 08, a Secretaria Municipal de Saúde vai aplicar a primeira, segunda e terceira doses da vacina contra a Covid-19 na Unidade Básica de Saúde Cassa e na Unidade de Saúde da Família Centro Social Urbano (CSU), das 7h30 às 12h30. Ao todo, já foram 1.013.656 doses do imunizante contra a Covid-19 aplicadas em Feira de Santana. Do quantitativo de um milhão, 504.530 vacinas foram destinadas para primeira aplicação. Enquanto, 432.609 para a segunda dose. 67.911 pessoas receberam a dose de reforço. 8.606 foram imunizadas com a vacina de dose única. PRIMEIRA DOSE A primeira dose será destinada a pessoas maiores de 18 anos, gestantes e puérperas (até 45 dias pós-parto) – também a partir de 18 anos – e adolescentes de 12 a 17 anos. É obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação. Para puérperas e gestantes é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de riscos e benefícios. O adolescente deve ter 12 anos completos, não sendo possível vacinar aqueles que ainda não completaram a idade recomendada pelo Ministério da Saúde. O jovem só pode ser vacinado se estiver acompanhado de um adulto responsável. Caso possua, é preciso apresentar o cartão de vacinação. SEGUNDA DOSE Na oportunidade será aplicada a segunda dose da vacina Pfizer para pessoas com aprazamento até o dia 16 de janeiro. Vale salientar que não será possível antecipar a vacinação para além desta data. Também será realizada a imunização em segunda dose da vacina Coronavac para aqueles que estão no período recomendado e da Astrazeneca/Oxford (para pessoas com aprazamento até 16 de janeiro). É obrigatório levar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência. SEGUNDA DOSE DA VACINA JANSSEN A aplicação da dose de reforço da vacina Janssen, destinada a pessoas que receberam dose única há pelo menos dois meses. Para receber o imunizante é preciso, além de estar no período recomendado pelo Ministério da Saúde, apresentar RG, CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação, com registro da primeira dose, e comprovante de residência. TERCEIRA DOSE Será aplicada a terceira dose para pessoas maiores de 18 anos, que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 4 meses e pacientes imunossuprimidos, que tenham 28 dias que tomaram a segunda dose (é necessário apresentar relatório médico). Para receber a dose de reforço é preciso apresentar RG, CPF, caderneta de vacinação com a comprovação da segunda dose e comprovante de residência.