
Com César Oliveira
Tema: avaliação do 1º turno a nível nacional

O radialista âncora do programa Rotativo News, na Sociedade News, Joilton Freitas, em festa hoje (03) em Feira de Santana.

O índice de abstenções no primeiro turno das eleições de 2022 chegou a 20,89%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. Isso significa que cerca de 31 milhões de eleitores não compareceram às urnas no último domingo (2).
Esse é o maior número de ausentes desde as eleições de 1998, quando o índice de abstenção foi de 21,5%. Nas últimas Eleições Gerais, em 2018, 20,3% dos eleitores optaram por não votar.
Já em 2014, a Justiça Eleitoral registrou 19,4% de abstenção. Desde 2006, tem crescido o número de eleitores que optam por não votar. Naquele ano, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito, cerca de 16,8% dos eleitores não foram votar. Quatro anos depois, em 2010, a a abstenção subiu para 18,1%. Já em 2002, o índice foi de 17,7%.
*Metro1

Ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos) foi eleita senadora pelo Distrito Federal com mais de 650 mil votos.
Além de política, Damares é advogada e pastora evangélica. Nascida em Paranaguá (PR), ela se mudou com a família para o Nordeste ainda criança e, depois, para o interior de São Paulo, onde se formou em direito na extinta Fadisc, em São Carlos. Ela se mudou para Brasília e se tornou assessora parlamentar, sobretudo de parlamentares da bancada evangélica.
Antes de sair candidata ao Senado, Damares, uma das ministras mais conhecidas do presidente Bolsonaro, foi cotada para concorrer à Câmara dos Deputados e até ao cargo de vice-governadora ao lado do atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), que disputa a reeleição.
*R7

Por meio das redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (PL) demonstrou confiança com o segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na madrugada desta segunda-feira (3), o mandatário brasileiro disse que “nunca perdeu uma eleição”.
“Sabemos do tamanho da nossa responsabilidade e dos desafios que vamos enfrentar. Mas sabemos aonde queremos chegar e como chegaremos lá. Pela graça de Deus, nunca perdi uma eleição e sei que não será agora, quando a liberdade do Brasil inteiro depende de nós, que iremos perder”, escreveu.
O chefe do Executivo recebeu mais de 51 milhões de votos e irá disputar o segundo turno com o ex-presidente, que lidera a corrida presidencial com mais de 57 milhões de votos. O pleito será realizado no dia 30 de outubro.
“Nossos adversários só se prepararam para uma corrida de 100 metros. Nós estamos prontos para uma maratona. Vamos lutar com confiança e com força cada vez maior, certos de que vamos prevalecer pela pátria, pela família, pela vida, pela liberdade e pela vontade de Deus”, acrescentou o presidente.
Ainda na rede social, o presidente voltou a minimizar o resultado das pesquisas de intenções de voto que apontaram a vitória de Lula no 1º turno. “Muita gente se deixou levar pelas mentiras propagadas pelos institutos de pesquisas, que saíram do 1° turno completamente desmoralizados. Erraram todas as previsões e já são os maiores derrotados desta eleição. Vencemos essa mentira e agora vamos vencer a eleição!”, pontuou.
Na noite de domingo (2), após a apuração dos votos do primeiro turno, Bolsonaro havia declarado em coletiva de imprensa que “venceu a mentira”. “Estava o Datafolha dando aí 51% (a Lula) a 30% e poucos (para Bolsonaro). Vencemos a mentira. Temos um segundo tempo pela frente onde tudo passa a ser igual”, disse na ocasião.
Em outra publicação nas redes sociais, Bolsonaro celebrou, ainda, a vitória de inúmeros aliados ao redor do país. “Contra tudo e contra todos, tivemos no 1° turno de 2022 uma votação mais expressiva do que aquela que tivemos em 2018. Foram quase 2 milhões de votos a mais! Também elegemos as maiores bancadas da Câmara e do Senado, o que era a nossa maior prioridade neste primeiro momento”, escreveu.
“Elegemos governadores no 1° turno em 8 estados e elegeremos nossos aliados em outros 8 estados neste 2° turno. Esta é a maior vitória dos patriotas na história do Brasil: 60% do território brasileiro será governado por quem defende nossos valores e luta por um país mais livre”, concluiu Bolsonaro.
*Bahia.ba

Depois de divulgado o resultado do primeiro turno das eleições para presidente, Lula discursou para militantes na Avenida Paulista. O petista mandou fechar um trecho da Avenida Paulista para comemorar a “vitória”.
“Quero agradecer, mais uma vez, a imprensa por seu comportamento nestas eleições”, declarou o petista, no domingo 2. “Dou os parabéns às pessoas que se elegeram, independentemente do partido, se são contra nós ou a favor. Quero agradecer ao povo brasileiro por mais esse gesto de generosidade.”
Segundo o petista, há quatro anos, ele era “um ser humano jogado fora da política”. “Eu disse que a gente retornaria com mais força, vontade e disposição”, observou Lula. “A única razão de a gente parar de lutar é o dia que o povo brasileiro tiver outras centenas de lideranças que consigam fazer com que eles conquistem aquilo que eles precisam para melhorar de vida.”
O ex-presidente anunciou que o partido vai mapear os locais onde recebeu menos votos e que São Paulo — maior Estado do país — será o principal palco de confronto com o presidente Jair Bolsonaro (PL).
No primeiro turno, Lula obteve 57,2 milhões de votos; Bolsonaro, 51 milhões.
Créditos: Revista Oeste

O PL de Jair Bolsonaro ganhou pelo menos 23 deputados na eleição deste domingo (2), chegando a 99 e se tornando a maior bancada eleita na Câmara nos últimos 24 anos, desde que o antigo PFL —que daria origem ao Democratas, hoje parte do União Brasil— fez 106 parlamentares na reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1998.
Com 99,9% das urnas apuradas nacionalmente até o começo da madrugada desta segunda (3), já era possível conhecer o nome da grande maioria dos 513 nomes que vão compor a Câmara na legislatura que se inicia em 1º de fevereiro de 2023.
O PL desponta como a grande força da 57ª Legislatura. Com 99 assentos, ele terá praticamente um em cada cinco votos na Casa, consolidando-se como um ator essencial nas negociações políticas entre os deputados.
O partido fez ainda o campeão das urnas neste ano —posto que coube ao vereador de Belo Horizonte Nikolas Ferreira, dono de 1,4 milhão de votos. Em São Paulo, depois de Boulos, os três mais votados também foram do PL: Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Ricardo Salles.
A composição partidária na Câmara é de suma importância para qualquer governante. Além de ser a Casa que dá a largada em possíveis processos de impeachment, é por lá também que começa a tramitação da maioria dos projetos de interesse do Palácio do Planalto.
Com informações do Folha de S. Paulo.
Pablo Roberto obteve a surpreendente marca de mais de 55 mil votos para deputado estadual

Feira de Santana elegeu quatro deputados estaduais e um federal nas eleições deste domingo (2). O já esperado José de Arimateia, do Republicanos, com a força da Igreja Universal, além de Angelo Almeida, Binho Galinha e Pablo Roberto. Para federal, o petista Zé Neto vai para mais um mandato, enquanto Zé Chico e Dayane Pimentel não conseguiram sucesso nas urnas. Confira os deputados estaduais eleitos na Bahia, com seu respectivo partido:
Avante (1 vaga):
Patrick Lopes.
União Brasil (10 vagas):
Kátia Oliveira;
Marcinho Oliveira;
Pedro Tavares;
Sandro Régis;
Alan Sanches;
Marcelinho Veiga;
Robinho;
Manuel Rocha;
Luciano Simões;
Junior Nascimento.
Progressistas (6 vagas):
Niltinho;
Nelson Leal;
Eduardo Salles;
Hassan de Zé Cocá;
Felipe Duarte;
Antonio Henrique Jr..
Republicanos (3 vagas):
Samuel Jr.;
Jurailton Santos;
José de Arimateia.
PL (4 vagas):
Vitor Azevedo;
Leandro de Jesus;
Raimundinho da JR;
Dr. Diego Castro.
MDB (2 vagas):
Rogério Andrade;
Matheus de Geraldo Jr..
PSC (1 vaga):
Laerto do Vando.
PSD (9 vagas):
Ivana Bastos;
Alex da Piatã;
Adolfo Menezes;
Angelo Coronel Filho;
Eures Ribeiro;
Eduardo Alencar;
Cafu Barreto;
Ricardo Rodrigues;
Cláudia Oliveira.
Patriota (1 vaga):
Binho Galinha.
PSB (2 vagas):
Soane Galvão;
Angelo Almeida.
PDT (1 vaga):
Emerson Penalva.
Solidariedade (2 vagas):
Luciano Araújo;
Pancadinha.
PSOL/ Rede (1 vaga):
Hilton Coelho.
PSDB/ Cidadania (3 vagas):
Tiago Correia;
Jordávio Ramos;
Pablo Roberto.
PT/PV/PCdoB (17 vagas):
Olívia Santana;
Rosemberg;
Zé Raimundo;
Osni;
Marquinho Viana;
Vitor Bonfim;
Junior Muniz;
Ludmilla Fiscina;
Bobô;
Robinson Almeida;
Fabrício;
Euclides Fernandes;
Fátima Nunes;
Roberto Carlos;
Maria Del Carmen;
Paulo Rangel;
Zó.
Informações Bahia Notícias

Tão logo as urnas foram fechadas, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno pela Presidência da República, aliados do mandatário do Palácio do Planalto disseram à CNN que o procurador-geral da República, Augusto Aras, deve abrir o que tem sido chamada de “ampla investigação” sobre o trabalho das empresas que medem intenções de votos.
O argumento de aliados de Bolsonaro é de que as pesquisas subestimaram o apoio ao presidente, que, com 99,99% das urnas apuradas, recebeu 43,20% dos votos na eleição deste domingo (2), ante 48,43% de Lula.
A avaliação no QG bolsonarista é a de que, mostrando projeções com o petista bem à frente de Bolsonaro, os institutos teriam atuando como parcialidade nos meses que antecederam à eleição e influenciado o voto dos eleitores.De acordo com aliados de Bolsonaro, a PGR deve “mergulhar a fundo” na investigação para apurar criminalmente a atuação dos institutos.
À CNN, representantes das empresas disseram, em caráter reservado, que o resultado final da eleição mostrou que uma combinação de fatores: a não captação do eleitor de Bolsonaro somado à possível migração do eleitorado de Ciro Gomes (PDT), que terminou em quarto lugar, com 3,04% dos votos válidos, para o presidente da República.
Há a avaliação também de que algumas metodologias erraram mais do que outras por conta da ponderação por renda. Parte das empresas usa dados não atualizados, por exemplo, do que seria a população mais pobre no país.Os representantes dos institutos dizem também que pesquisas são sempre “diagnósticos” e não “prognósticos” e, por mais que nenhuma empresa tenha acertado os 4,5% de diferença entre Lula e Bolsonaro, todos acertaram as tendências.
Créditos: CNN

Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PL), pediu que os eleitores do presidente se recusem a responder os institutos de pesquisa no segundo turno das eleições.
“Depois do escândalo que cometeram, todos os eleitores do presidente Bolsonaro só tem uma resposta às empresas de pesquisa: não responder a nenhuma delas até o fim da eleição”, escreveu ele nas redes sociais.
Até as 20h50 (horário de Brasília), quando 93,46% das urnas haviam sido apuradas, Jair Bolsonaro tinha 44,02% dos votos, contra 47,47% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As pesquisas de véspera da eleição apontavam que o petista tinha chance de vencer em primeiro turno.
Na pesquisa Ipec, contratada pela TV Globo, Lula aparecia com 51% dos votos válidos — que excluem brancos, nulos e indecisos —, contra 37% do presidente Jair Bolsonaro (PL). Já no levantamento do Datafolha, o petista tinha 50% dos votos válidos, ante 36% do atual presidente. A margem de erro de ambas as pesquisas era de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Informações TBN