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Paraná Pesquisas mostra candidato à reeleição com 62,3% dos votos; o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) aparece em 2º

Bruno Reis prefeito de Salvador
O presidente estadual do PL de Bolsonaro, João Roma, disse que o partido deve apoiar a candidatura de Bruno Reis (foto)

Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta 5ª feira (28.mar.2024) mostra que o atual prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), lidera com folga a disputa eleitoral na capital baiana. Com 62,3% das intenções de voto, ele seria reeleito no 1º turno. As eleições municipais serão realizadas em outubro de 2024.  

O candidato à reeleição tem ampla vantagem, de 48,5 p.p (pontos percentuais), do 2º colocado, o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB) –que soma 13,8% das intenções de voto. 

A pesquisa foi realizada de 22 a 27 de março de 2024. Foram ouvidos 800 eleitores por meio entrevistas realizadas pessoalmente. A margem de erro do levantamento é de 3,5 p.p. e o grau de confiança é de 95%. O registro no TSE(Tribunal Superior Eleitoral) é BA-02254/2024. Eis a íntegra do estudo (PDF – 487 kB).

O pré-candidato à Prefeitura de Salvador pelo Psol, Kleber Rosa, aparece na sequência, com 2,8% dos votos. Já Luciana Buck (Novo) tem 2,4% das intenções de voto. Outros 5,3% não responderam ou disseram não saber. 

Leia abaixo o 1º cenário estimulado (quando os nomes dos candidatos são apresentados): 

APROVAÇÃO DE BRUNO REIS

Segundo o levantamento, a administração de Bruno Reis é aprovada por 72,1% dos eleitores e desaprovada por 24,1%. Outros 3,8% disseram não saber ou não responderam.

Em relação à avaliação do comando da prefeitura soteropolitana, metade (50,2%) dos entrevistados pela Paraná Pesquisas consideram “ótima/boa”, enquanto 16,9% avaliam como “ruim/péssima”.

Leia abaixo a avaliação da administração do prefeito de Salvador: 

APOIOS DE PT E PL

Bruno Reis é alinhado com pautas da direita. 

Em 21 de março, João Roma, presidente estadual do PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, disse que o partido deve apoiar a sua candidatura. A declaração foi dada em entrevista ao programa “Linha de Frente”, da TV Aratu.

Já Geraldo Júnior, que é vice do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), deve receber o apoio do PT –do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

AGREGADOR DE PESQUISAS

Poder360 mantém a plataforma Agregador de Pesquisas, a mais completa da internet brasileira, com estudos eleitorais para Presidência da República, governos estaduais, prefeituras e Senado desde 2000. 

Os dados agora estão disponíveis para acesso no Poder Monitor, uma ferramenta inédita que se propõe a integrar informações de diferentes fontes dos Três Poderes em uma única plataforma, com a possibilidade de relacionamentos sofisticados e insights usando diferentes conteúdos. O 1º mês de acesso é grátis e é possível testar a ferramenta clicando aqui.

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APROVAÇÃO X AVALIAÇÃO

As empresas de pesquisas não usam necessariamente os mesmos enunciados das perguntas nem as mesmas opções de respostas quando avaliam o desempenho dos governos e dos governantes.

É impreciso afirmar que o eleitor aprova ou desaprova o trabalho de um governante ou da administração pública se a questão dá como opções de respostas estas 6 opções: “ótimo”“bom”“regular”“ruim”“péssimo” ou “não sabe ou não respondeu”.  

É comum entender que a soma das respostas “ótimo” e “bom” seria sinônimo de “aprova o governo”. E que a soma de respostas “ruim” e “péssimo” seria equivalente a “desaprovação do governo”. Esse entendimento está incorreto porque desconsidera a parcela dos eleitores que respondeu “regular”. Os entrevistados que escolhem a categoria “regular” podem tanto aprovar como desaprovar a administração ou o governante.

As opções de respostas citadas acima (“ótimo”“bom”“regular”“ruim” ou “péssimo”) são uma idiossincrasia em pesquisas brasileiras. No país onde mais se faz estudos de opinião pública no planeta, os Estados Unidos, o mais comum é a pergunta ser sempre direta e binária, com apenas duas opções de resposta: aprova ou desaprova.

PoderData, empresa de pesquisas do Grupo Poder360, faz uma pergunta direta sobre o governo federal em suas pesquisas, indagando se o eleitor aprova ou desaprova. No caso da avaliação do trabalho pessoal do presidente da República, questiona-se se o entrevistado considera que é “ótimo”“bom”“regular”“ruim” ou “péssimo”.

Informações Poder 360

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