Celular Samsung Android com apps YouTube, WhatsApp, Snapchat e Instagram Imagem: Christian Wiediger/Unsplash
Pacotes de telefonia móvel que incluem uma quantidade limitada de dados para acessar a internet e liberam da contagem aplicativos como WhatsApp, Twitter, Waze e YouTube se tornaram populares no Brasil. Chamados de “zero rating” por excluir alguns apps da contagem da franquia dos usuários, essas opções podem estar com os dias contados.
Seguindo um movimento presente no restante do mundo, as três maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil passaram neste ano a manifestar publicamente que reavaliam a estratégia.
Entidades como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) também criticam pacotes “zero rating”, por considerar que limitam as opções dos usuários ao direcioná-los para os aplicativos liberados gratuitamente e impedem a competição.
Será o fim do zero rating?
A discussão entre especialistas para abolir o zero rating não é nova. Países da Europa e a Índia, por exemplo, já deixaram a prática de lado. Como consequência, os pacotes de dados ficaram maiores, de modo a permitir que os usuários escolhessem o que acessar.
No Brasil, as três maiores empresas já manifestaram que desejam acabar com a opção:
Não tenho dúvida que o zero rating foi um erro, um equívoco. E, apesar de ter sido criado no passado, não há nada que não possa ser consertado João Félix, presidente do grupo Claro Brasil
O comentário foi feito em junho deste ano durante o painel Telebrasil Innovation.
Assim nasceu [o zero rating] porque decidimos colocar esses produtos, mas, ao longo do tempo, reavaliamos as decisões. A tendência, no momento, é de que, em função do consumo de dados e do valor percebido pelo cliente, haja uma diminuição da presença de produtos zero rating nos próximos anos Alberto Griselli, CEO da TIM
O executivo se posicionou após ser questionado por analistas durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre de 2023. Griselli ainda afirmou que, quando as operadoras decidiram pelo zero rating, o uso dos aplicativos de redes sociais era bem menor e menos disseminado do que é hoje.
No nosso caso, só temos gratuito, ilimitado, o ‘zero rating’, o WhatsApp. As outras operadoras têm outros OTTs [provedores de conteúdo digital]. E o WhatsApp era gratuito quando ele era um aplicativo de mensagens. Hoje, o WhatsApp já é um aplicativo de várias coisas, de fotos e vídeos. E é um dos [aplicativos] que impacta o crescimento do tráfego de dados nas nossas redes Christian Gebara, diretor-presidente da Telefônica Brasil, dona da Vivo
Também durante a apresentação de resultados da companhia, o executivo afirmou que a empresa discute internamente sobre a possibilidade de alterar a política de “zero rating”.
Em resposta a Tilt, as três operadoras líderes de mercado reafirmaram o posicionamento dos executivos durante as coletivas. Já a Conexis (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel, Celular e Pessoal) afirmou apenas que o assunto “está sendo tratado pelas empresas” e que não havia nenhuma atualização até o momento.
O consumidor sai perdendo?
Para o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os pacotes “zero rating” atrapalham a competitividade entre as plataformas e pioram o uso da internet para o consumidor.
Não é à toa que as plataformas mais favorecidas dentro desses planos são atualmente as principais que os usuários utilizam, ou seja, as do grupo Meta, Twitter e do Google. Como essas aplicações são as mais favorecidas, a gente acaba vendo outras que poderiam ser incentivadas ou utilizadas pelos usuários sendo deixadas de lado porque consomem os dados dos usuários Luã Cruz, pesquisador do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec
Cruz explica ainda que o “zero rating” limita o usuário de acessar diversos serviços como os de saúde, bancários e de educação. Um exemplo: um usuário contrata um pacote mensal de 1 Gigabyte, mas utiliza mais 2 GB para acessar o WhatsApp. “No caso, ele teria 3 GB de internet e não só 1 GB. Ou seja: você o está privando de acessar outras coisas”, diz.
Segundo um levantamento realizado pelo Idec, 52% dos usuários com internet restrita pelo “zero rating” têm acesso restrito a serviços públicos e dificuldade para exercer outros direitos.
“A gente vê que o “zero rating” contribui para a falta de competitividade entre plataformas digitais. Isso inclusive é um prejuízo para a economia nacional e para a soberania digital do país. Você não consegue fazer com que um app brasileiro concorra com esses grandes, uma vez que não recebe o mesmo incentivo”, explicou.
Outra das dúvidas que podem surgir nos consumidores é se perderão o acesso ilimitado aos aplicativos mais famosos e ficarão “a ver navios” com relação a essa quantidade de dados disponíveis. Para o Idec, será necessário buscar alternativas. Por isso, o instituto já notificou as secretarias Nacional do Consumidor, da Comunicação da Presidência da República e de Direitos Digitais para tratar dos temas.
“A gente defende que a internet é um serviço essencial, ou seja, não pode ser cortado”, afirma Luã Cruz.
Segundo ele, o Idec apresentou duas opções para o governo:
Os pacotes de dados no Brasil são muito baixos e precisam aumentar.
O serviço poderia continuar quando o pacote de dados se esgotar, mas com velocidade reduzida
Como a gente tem visto o papel essencial da internet pra exercer diversos direitos, essa é uma medida paliativa muito importante para que as pessoas não fiquem desconectadas Luã Cruz, do Idec
Usuários podem escolher a qualidade da imagem para melhorar a navegação da internet. Opções para restringir ligação de números desconhecidos e mensagens em vídeo estão entre as novidades.
Saiba por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos — Foto: AP Photo/Patrick Sison
O WhatsApp atualizou e disponibilizou na última quinta-feira (17) novos recursos para os usuários no Brasil. Agora é possível compartilhar fotos em alta definição.
Também estão disponíveis o recurso de verificação de privacidade e a opção de silenciar ligação de desconhecidos.
Há, também, a possibilidade de enviar mensagens de vídeo. Além disso, uma conversação com seu próprio número (bloco de notas) é uma outra novidade.
Veja abaixo como usar os novos recursos:
📷 Como utilizar imagens em HD?
Para enviar uma imagem em alta definição pelo WhatsApp, basta escolher o arquivo e selecionar o botão “HD” na tela com os outros recursos de edição do aplicativo. Se o ícone estiver desativado, a foto será enviada no que o app chama de “qualidade padrão”.
Segundo a Meta, empresa responsável pelo aplicativo de mensagem, as fotos em HD ainda serão um pouco compactadas para garantir que o envio e o recebimento ainda sejam rápidos.
Por exemplo, caso receba alguma imagem em HD, poderá escolher, caso a caso, se deseja manter a versão padrão (com uma qualidade menor) ou atualizá-la para HD.
📲Como silenciar chamadas de desconhecidos?
No canto superior direito da tela principal, clique nos três pontos;
Depois, clique em “configurações” e, em seguida, “privacidade”;
Selecione “silenciar pessoas desconhecidas”.
O recurso foi criado para maior privacidade e controle sobre suas chamadas recebidas. Ele ajuda a excluir automaticamente spam, fraudes e chamadas de pessoas desconhecidas para uma maior proteção.
🔒Como usar a verificação de privacidade?
No canto superior direito da tela principal, clique nos três pontos;
Depois, clique em “configurações” e, em seguida, “privacidade”;
Clique em “verificação de privacidade”.
O recurso para verificar privacidade tem o objetivo de fazer com que todas as pessoas conheçam as opções de proteção do aplicativo.
A opção “Iniciar verificação”, nas configurações de privacidade, levará você a diversas camadas de privacidade que reforçam a segurança das suas mensagens, chamadas e informações pessoais.
📹Como enviar mensagens de vídeo no WhatsApp?
Abra uma conversa no WhatsApp;
Depois, toque no botão de mensagem de áudio para trocar para o de vídeo;
Mantenha o botão pressionado para gravar ou deslize para cima para bloquear e gravar com as mãos livres.
O WhatsApp explica que os vídeos serão reproduzidos automaticamente no modo silencioso quando forem abertos na conversa. E, ao tocar nele, o som será ativado.
Nome oficial da nova moeda foi anunciado pelo BC nesta segunda-feira (7). Recurso deve ser liberado ao público até o fim de 2024.
‘Drex’: o que é a nova moeda digital brasileira?
O Drex — nome do novo Real Digital, que foi revelado pelo Banco Central nesta segunda-feira (7) — gerou uma série de dúvidas sobre suas diferenças em relação ao PIX.
Logo após sua divulgação, por exemplo, internautas passaram a brincar nas redes sociais: “Faz um Drex?” — em referência ao envio de dinheiro via PIX.
Apesar de ser considerado “primo” do PIX por sua relação tecnológica, o novo recurso, que deve ser liberado ao público até o fim de 2024, possui diferenças. Mas quais?
A primeira — e principal — está na essência de cada uma das tecnologias: enquanto o PIX é uma ferramenta de transações instantâneas, o Drex é a própria moeda em si — e a primeira moeda virtual oficial do Brasil.
Assim, o PIX é um meio pelo qual é possível transferir dinheiro. Já o Drex é o próprio dinheiro a ser transferido. A nova moeda digital poderá ser utilizada tanto para “fazer um PIX” quanto para realização de pagamentos ou transferências por meio de outras modalidades já existentes.
Funcionalidades do Drex
O projeto da nova moeda também prevê a compra e venda de títulos públicos, em parceria com o Tesouro Nacional. Será possível, portanto, comprar e vender esses títulos usando o Real Digital.
Especialistas ainda reforçam que a chegada da nova moeda deverá trazer acesso a novos serviços financeiros digitais, como é o caso dos contratos inteligentes (também conhecidos como smart contracts).
Além disso, o Drex será usado em outros serviços, como empréstimos, seguros e investimentos.
“Estamos usando essa tecnologia para facilitar o acesso a serviços financeiros. Quando você tem o valor registrado e acessível de maneira simples e confiável (…), você baixa o custo e democratiza acesso ao serviço”, afirmou o coordenador do projeto no Banco Central, Fabio Araújo.
Outra diferença em relação ao PIX é que o Real Digital deve ter um custo de uso. Contudo, o coordenador da iniciativa diz que os custos das operações financeiras, como são feitas hoje, serão diminuídos com o Real Digital.
“Tem um custo, mas esse custo parece que será muito mais barato. Estamos trabalhando para construir essa tecnologia de forma que seja muito mais barata do que aquilo que temos disponível atualmente”, disse Araujo.
Drex: entenda nova moeda digital do país
Como irá funcionar o novo recurso?
Na prática, o Real Digital servirá como uma nova expressão das cédulas físicas, já emitidas pelo BC, e será garantido pelos mesmos fundamentos e pelas mesmas políticas econômicas que determinam o valor e a estabilidade do real convencional.
A autoridade monetária destaca que uma das diretrizes para o desenvolvimento da moeda digital é a interoperabilidade (capacidade de um sistema se comunicar com outro de forma transparente) com os meios de pagamento hoje disponíveis à população.
Além das transferências via PIX, os usuários poderão fazer pagamentos em lojas, por meio do seu prestador de serviço de pagamentos — banco, instituição de pagamento ou outra instituição que venha a ser autorizada pelo BC para tal.
Além disso, o usuário também poderá transferir reais digitais para outras pessoas, transformá-los em depósito bancário convencional e sacá-los em formato físico, além de pagar contas, boletos e impostos.
“Ou seja, poderá movimentar seus Reais Digitais da mesma forma que você movimentaria seus recursos hoje depositados nos bancos”, afirmou o BC em nota.
O Real Digital ainda está em fase de testes e não tem um cronograma oficial de lançamento. A expectativa é que a nova moeda seja liberada para o público no fim de 2024, segundo o coordenador da iniciativa do real digital pelo BC, Fabio Araújo.
O tema tem sido discutido pelo BC há anos. Em 2020, por exemplo, a autarquia organizou um grupo de trabalho para estudar a emissão de uma moeda digital brasileira, tendo divulgado as diretrizes gerais do projeto em maio de 2021.
será emitida pelo próprio BC, como uma extensão da moeda física, com a distribuição ao público intermediada pelos bancos e instituições de pagamento;
sua custódia ficará no Banco Central;
poderá ser trocada pelo real tradicional (em notas), e vice-versa, mas o foco serão as transações financeiras;
a cotação frente a outras moedas também será a mesma;
não será permitido que os bancos emprestem esses recursos a terceiros — como acontece atualmente com o real físico — e depois os devolva aos clientes;
não haverá remuneração, ou seja, os recursos não terão uma correção automática;
haverá uma garantia da segurança jurídica, cibernética e de privacidade nas operações.
Segundo Fabio Araújo, coordenador da iniciativa, a expectativa é que a nova moeda permita que os produtos que já existem no sistema financeiro sejam oferecidos com uma “variedade maior”, atendendo de forma mais específica as necessidades dos usuários e a um custo mais baixo.
De acordo com o especialista do BC, a ideia é que o usuário abra o aplicativo bancário ou da sua instituição financeira de preferência e encontre várias opções de um mesmo serviço financeiro, que sejam “mais adequadas” em termos de perfil e custos do que as disponíveis atualmente.
A Google começou a emitir avisos para bilhões de usuários com contas ativas do Gmail, em vista da sua nova política de exclusão de contas inativas. A gigante da tecnologia visa lidar com uma preocupação de segurança que surge de bilhões de contas que permaneceram inativas por anos.
Nos últimos meses, a Google anunciou planos para encerrar milhões de contas inativas do Gmail, especificamente aquelas que não foram tocadas nos últimos 24 meses. Na tentativa de manter sua base de usuários informada, a Google iniciou uma campanha de notificação, alertando os usuários sobre a iminente mudança de política.
Sob o assunto “Atualização da política de inatividade da conta Google”, os usuários estão sendo lembrados de que a falta de utilização de suas contas pode torná-las inativas e, portanto, elegíveis para exclusão. Embora o conteúdo da mensagem de e-mail ecoe anúncios anteriores da Google, a empresa parece determinada a não deixar nada para trás, garantindo que cada titular de conta ativa receba essa atualização importante.
Para os usuários que perderam o contato com suas contas do Gmail – digamos, uma conta pela última vez aberta durante a universidade há anos – é uma corrida contra o tempo para restaurar sua atividade. Isso pode ser alcançado simplesmente fazendo login ou enviando um e-mail. Outros meios de manter o status de atividade incluem usar o Google Drive, assistir a um vídeo no YouTube, compartilhar fotos, baixar aplicativos, usar o Google Search ou utilizar o ‘Entrar com Google’ para acessar aplicativos ou serviços de terceiros.
Na abrangente campanha de notificação do Google, apenas os usuários ativos estão no final receptor. Aqueles com contas adormecidas podem esperar um aviso adicional de exclusão, desde que tenham um e-mail de recuperação configurado. Em resumo, a movimentação do Google para limpar seus servidores excluindo contas não utilizadas exige uma ação imediata dos usuários para reter seus ativos digitais.
Grupos de bandidos vendem contas falsas de Uber e 99 para condutores expulsos das plataformas de transporte voltarem a trabalhar. Alguns deles admitem que os perfis foram criados com dados roubados de outros motoristas. Para facilitar, possuem diversas faixas de preço para venda, permitem aluguel semanal e até oferecem um período de degustação.
A reportagem de Tilt detectou o esquema após vasculhar grupos no Facebook por uma semana e falar com quatro vendedores diferentes pelo WhatsApp, todos usuários da modalidade Business do app, que é voltada a empresas.
A iniciativa não é nem um pouco discreta. Basta pesquisar por “contas fake/falsa Uber” na rede social que surgem ao menos três grupos, que vão de 47 a 3 mil membros.
Ao não usar linguagem codificada, o esquema se difere de outros, como o aluguel de contas laranjas, que usa o código “lara”, e da venda de cartões clonados, que recorre aos códigos “CC” ou “CCS”.
Nas postagens, os criminosos vendem o serviço por valores que variam conforme a plataforma. As “fake” para a Uber custam, numa compra unitária, entre R$ 400 e R$ 700, e as de 99 custam a partir de R$ 1 mil. Para alugar, ficam em R$140 por semana.
Em alguns casos, as publicidades nas redes sociais são lotadas de comentários de usuários alertando para o risco de golpe. Alguns poucos atestam a qualidade do serviço. Para driblar as acusações de golpe, os comerciantes mais comprometidos deixam que a conta falsa seja testada por um dia inteiro livre de custo, um tipo de test drive.
Grupos no Facebook abrigam bandidos que vendem contas falsas de Uber e 99 para motoristas expulsos voltarem a dirigirImagem: Reprodução/Facebook
Numa conversa via WhatsApp, o vendedor que se identificou como Medellin Interior disse à reportagem que oferece atendimento 24h a seus clientes, que pagam R$ 700 em parcela única. O esquema só funciona para Uber, pois, segundo afirmou, oferecer contas falsas para a 99 estava ficando tão mais caro que “não compensava vender mais”.
Para criar a conta, diz ele, precisa de foto e do primeiro nome da pessoa. O sobrenome e os outros dados identificadores são tirados de CNHs e de identidades roubadas.
Depois que pagar, eu faço a conta normal bonitinha. Subindo a conta pra Uber e eles aprovando tudo, eu mando a conta. Vai usar, poder testar. Fazer duas viagenzinhas. Daí tem que fazer o pagamento. Fazendo o pagamento, eu ponho outro e-mail e o número próprio dele pra conta ser dele. Medellin Interiornone
A conta, diz ele, pode durar anos, se não houver reclamações por parte dos clientes da Uber. O vendedor afirma que, em cinco anos de atuação, nunca teve problemas com a polícia. “É difícil, né? É complicado a polícia parar e saber que é conta fake. Até agora não aconteceu nada”, afirma.
Outros vendedores cobram para realizar cada etapa de seus serviços. É o caso de um que se apresenta como Malvadão. Para conta de Uber, funciona assim:
Ter a foto própria levemente alterada (chamam de mesclada) mais mudar o nome para um aleatório: R$ 700;
Alterar o primeiro nome e a foto: R$ 900;
Para conta da 99, o valor é mais salgado:
Ajustar uma conta irregular: R$ 1,8 mil
Com o Pix feito, o perfil é entregue entre 3 a 5 dias, garante ele.
Mensagem de bandido que vende contas falsas para motoristas expulsos de Uber e 99 voltarem a dirigirImagem: Reprodução/WhatsApp
Nenhum dos vendedores sabe explicar por que os trabalhos junto à 99 são mais caros. Só dizem que o serviço de quem realiza essa falsificação é mais custoso.
“Tio Patinhas” e “A.L contas Uber”, os outros dois perfis no WhatsApp com quem Tilt conversou, operam de forma similar às de Medellin e Malvadão.
O uso de dados alheios pode gerar problemas para os reais donos das informações. Alguns interessados em trabalhar na Uber descobrem no pior momento que tiveram seus dados utilizados.
Há dois anos estou tentando fazer a conta no aplicativo Uber para trabalhar como motorista, [porém] sempre minhas contas dão bloqueado. Já é quarta [vez] que tenho que fazer. Fui ao escritório para saber o que estava ocorrendo [e há] aproximadamente 3 anos e pouco alguém fez uma conta utilizando o meu CPF. [Eu] nunca havia trabalhado na Uber. homem vítima de golpe no Reclame Aqui.
Esquemas como este já viraram alvo de operação da Delegacia de Atendimento Policial do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Dairj) em 2019, resultando na localização de pelo menos dez perfis falsos, o que configurava o crime de falsidade ideológica. Tilt acionou a Polícia Civil do Rio de Janeiro, mas não obteve resposta.
Uber e 99 também foram procuradas, mas não se manifestaram até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado assim que as empresas se manifestarem.
Após receber informações repassadas por Tilt, a Meta, dona de Facebook e WhatsApp, apagou os grupos onde o comércio de contas falsas ocorria.
Não permitimos atividades fraudulentas ou quaisquer atividades que violem nossos Padrões da Comunidade ou de Publicidade. Usamos uma combinação de denúncias da nossa comunidade, tecnologia e revisão humana para identificar conteúdos violadores e removemos tais conteúdos quando tomamos conhecimento deles em nossa plataforma. Metanone
O Whatsapp orienta que os usuários denunciem perfis participantes de práticas ilegais, em especial os que utilizam a modalidade profissional do app.
Mudar a letra do WhatsApp e deixar o app com uma fonte diferente é possível de diversas maneiras no mensageiro, disponível para celulares Android e iPhone (iOS), tablets e na versão Web para PC. O aplicativo disponibiliza recursos de formatação tradicionais – negrito, itálico e riscado – e a fonte FixedSys, com um estilo monoespaçado entre os caracteres. Além das ferramentas do próprio serviço, há sites e apps com uma variedade de estilo de texto e cor, por exemplo, o Ponto de Fusão. Esta é uma página online que permite usar diversas fontes no WhatsApp grátis e o diferencial está na praticidade, pois ela dispensa o download das tipografias.
Outra forma de personalizar o mensageiro é usar o Stylish Text. A plataforma se destaca pela possibilidade de compartilhar o resultado sem precisar sair do aplicativo. Confira a seguir uma lista com formas diferentes de mudar a letra e a fonte do WhatsApp. Aprenda também como aumentar a letra ou deixar a letra do WhatsApp colorida.
O TechTudo reuniu abaixo 10 dicas para você aprender como trocar a fonte ou aumentar a letra do WhatsApp, inclusive, mudar a cor da letra no app. No índice a seguir, confira os tópicos que serão abordados nesta lista.
Como mudar a letra para FixedSys (monoespaçado)
Como mudar a letra para Negrito
Como mudar a fonte para Itálico
Como mudar a letra para Riscado
Mudar a letra com várias formatações
Mudar a letra com o site Ponto de Fusão
Trocar a fonte com o app Stylish Text
Como trocar a fonte pelo site Fonts for WhatsApp
Como aumentar a letra do WhatsApp
Como deixar a letra do WhatsApp colorida
1. Como mudar a letra para FixedSys (monoespaçado)
A FixedSys é um tipo de fonte oferecida pelo próprio mensageiro. A principal característica visual está no formato mais espaçado entre os caracteres. Para utilizar a função, abra a tela do bate-papo e digite três acentos graves (“`) entre a palavra ou frase. Por exemplo: “`TechTudo“`. Vale destacar que a função tem visualização prévia no celular e no WhatsApp Web. Ou seja, o usuário pode ver o resultado antes do envio do conteúdo.
Inicie o WhatsApp;
Escolha uma conversa ou acesse um grupo de mensagens;
Digite a mensagem desejada no campo de texto, mas coloque três acentos graves (“`) no início e outros três no final. Por exemplo, para escrever a frase “Oi, tudo bem?” com a fonte FixedSys, insira “`Oi, tudo bem?“`.
2. Como mudar a letra para Negrito
Negrito é uma formatação comumente usada para destacar determinadas palavras e assuntos. No WhatsApp, o usuário pode utilizar essa função para destacar o dia, horário e local de um evento, por exemplo. Para aplicar o recurso, insira um asterisco (*) no começo e fim do trecho selecionado. Por exemplo: *TechTudo*. Da mesma forma que a FixedSys, o texto em negrito tem prévia no app para smartphone e no WhatsApp Web.
Negrito: digite um asterisco (*) no início e outro no fim da mensagem. Exemplo: *Oi, tudo bem?*.
3. Como mudar a fonte para Itálico
O Itálico também pode ser utilizado para personalizar o texto no WhatsApp. Os interessados podem, por exemplo, utilizar o recurso ao escrever em outro idioma ou quando quiser destacar um título. Para usar a ferramenta, digite underline (_) entre o trecho da mensagem. Por exemplo: _TechTudo_. A opção personalizada também pode ser vista previamente no mensageiro para celular e PC.
Itálico: digite um sublinhado (_) no começo e outro no fim da mensagem. Exemplo: _Oi, tudo bem?_
4. Como mudar a letra para Riscado
Outra forma de formatação básica é o Riscado. Ele pode ser usado em tom de brincadeira ou piada no chat do WhatsApp, por exemplo. A ideia é parecer que aquele termo “escapou” sem querer e precisou ser “corrigido”. Para usar o recurso, basta digitar o ícone de til (~) no início e final da palavra ou frase. Por exemplo: ~TechTudo~.
Texto riscado: digite um til (~) no início e outro no fim da mensagem. Exemplo: ~ ̶O̶i̶,̶ ̶t̶u̶d̶o̶ ̶b̶e̶m̶?̶~
5. Mudar a letra com várias formatações
É importante notar que é possível combinar diferentes formatações dentro da mesma frase, como adicionar texto em negrito e itálico. Para isso, basta utilizar os símbolos de formatação correspondentes, mas é interessante observar que a ordem dos sinais no início da frase deve ser inversa em relação aos sinais no final.
Por exemplo, para escrever “Oi, tudo bem?” em negrito e itálico, você pode utilizar *_Oi, tudo bem?_*.
Por outro lado, a fonte FixedSys não suporta qualquer tipo de combinação de formatação. Mesmo que você tente inserir outros símbolos, o texto permanecerá no formato padrão sem mostrar nenhum efeito visual diferente.
6. Mudar a letra com o site Ponto de Fusão
O site Ponto de Fusão reúne uma variedade de fontes para o aplicativo de mensagens instantâneas. São disponibilizadas 23 tipos de formatações diferentes. Basta acessar o site (www.pontodefusao.com/letras/) e digitar o texto no campo em branco. Em seguida, escolha uma das fontes, copie o conteúdo e depois cole-o no seu chat do mensageiro.
Para mudar a fonte e usar letras personalizadas no WhatsApp, siga estes passos do tutorial:
Acesse o site Ponto de Fusão (www.pontodefusao.com/letras/) e insira o texto no local indicado;
Escolha uma das seis opções disponíveis para visualizar uma prévia do texto com a fonte selecionada;
Se você gostou de alguma das opções, clique em “Copiar”;
Abra uma conversa no WhatsApp, cole o texto copiado e envie-o para compartilhar a mensagem com a fonte personalizada.
7. Trocar a fonte com o app Stylish Text
Os interessados em investir ainda mais na troca de mensagens com os amigos e familiares pelo WhatsApp podem baixar o app Stylish Text. Grátis e disponível para celulares com Android ou iOS (iPhone), ele tem um acervo exclusivo e personalizado, com letras grandes e fontes espaçadas, por exemplo.
O diferencial da plataforma está na possibilidade de compartilhar o resultado sem o usuário precisar sair do app. Basta tocar no botão do WhatsApp e escolher um ou mais amigos para compartilhar o texto com a nova fonte. Além disso, é possível favoritar (no símbolo de estrela) uma letra para adicioná-la diretamente no mensageiro ao deixar o aplicativo em primeiro plano.
Siga estes passos para utilizar uma fonte diferente no WhatsApp:
Faça o download do aplicativo Stylish Text para dispositivos Android e iOS (iPhone);
Digite a palavra ou frase que deseja ver com uma fonte personalizada e clique no ícone do WhatsApp;
Localize o WhatsApp na lista de programas disponíveis;
Escolha uma conversa ou grupo no WhatsApp e envie a mensagem com a fonte personalizada.
8. Como trocar a fonte pelo site Fonts for WhatsApp
Outra alternativa para mudar a letra do WhatsApp é usar o site Fonts for WhatsApp, que é gratuito para navegadores no celular ou PC. Para aprender como usá-lo, acompanhe o passo a passo abaixo:
Acesse “https://www.fontsforwhatsapp.com/” (sem aspas) e digite seu texto no campo indicado. Confira todas as opções de fontes disponibilizadas pelo site;
Escolha uma das opções e toque sobre ela – o texto será copiado automaticamente para a área de transferência do seu dispositivo. Por fim, cole o conteúdo em uma conversa do WhatsApp.
9. Como aumentar a letra do WhatsApp
Aumentar ou diminuir o tamanho da fonte nas conversas do WhatsApp pode ser benéfico para aqueles que enfrentam dificuldades ao ler mensagens com o tamanho padrão. No aplicativo, há uma opção disponível para ampliar o tamanho dos textos, proporcionando maior conforto durante a leitura.
Além disso, caso prefira otimizar o espaço na tela e visualizar mais palavras de uma só vez, também é possível reduzir o tamanho da fonte. Confira o passo a passo a seguir.
No Android:
Abra o WhatsApp em seu celular Android;
Acesse o menu de configurações. Para isso, toque nos três pontos verticais no canto superior direito e selecione “Configurações”;
Dentro das configurações, procure e selecione “Conversas”.
Em seguida, procure a opção “Tamanho da fonte”;
Agora, você pode selecionar uma fonte Pequena, Média ou Grande;
Saia das configurações para que as alterações tenham efeito.
No iPhone (iOS), opção 1:
Acesse os “Ajustes” do seu iPhone;
Clique em “Tela e Brilho”;
Toque em “Tamanho do Texto”;
Ajuste o tamanho da fonte arrastando o controle deslizante para a direita ou esquerda.
No iPhone (iOS), opção 2:
Abra os “Ajustes” do seu iPhone;
Clique em “Acessibilidade”;
Toque em “Tela e Tamanho do Texto”;
Ative a opção “Texto Maior”;
Ajuste o tamanho da fonte arrastando o controle deslizante conforme sua preferência.
Após seguir esses passos, o tamanho da letra nas conversas do WhatsApp será ampliado de acordo com a configuração escolhida. Caso queira reverter para o tamanho padrão, basta seguir o mesmo procedimento e ajustar a fonte novamente.
10. Como deixar a letra do WhatsApp colorida
Mudar a cor da letra no WhatsApp torna-se uma tarefa descomplicada graças ao Blue Text, um aplicativo grátis disponível para Android. O app permite que o usuário transforme suas mensagens em letras azuis. Basta inserir a frase desejada na ferramenta, copiar o texto gerado e colá-lo na conversa que deseja.
Além disso, aqueles que desejam facilitar ainda mais o processo de escrita personalizada podem configurar e utilizar um teclado que permita digitar diretamente em azul em qualquer aplicativo. Essa ferramenta é especialmente útil para aqueles que buscam uma forma criativa de aprimorar sua experiência na Internet. Confira o tutorial abaixo e aprenda como deixar a letra do WhatsApp colorida:
Instale o aplicativo Blue Text pelo TechTudo. Ao abrir o app, você verá a tela principal onde pode inserir o texto que deseja converter para a cor azul;
Após inserir o texto, toque sobre ele e selecione a opção “Copy” (“Copiar”) para copiar o texto colorido;
No WhatsApp, toque no campo de texto da conversa onde deseja enviar a mensagem. Cole o conteúdo copiado do Blue Text no campo de texto;
Agora, você pode enviar a mensagem normalmente. Lembre-se de que as letras coloridas só serão exibidas corretamente no Android, pois o WhatsApp Web e o iPhone (iOS) não suportam essa funcionalidade;
Caso deseje utilizar o teclado do Blue Text, toque no botão de menu localizado no canto superior esquerdo da tela do aplicativo. Em seguida, selecione a opção “Keyboard” (“Teclado”);
Toque em “Setup keyboard” (“Configurar teclado”) para acessar as configurações de teclado do Android. Lá, habilite o teclado “Blue Text” e confirme as alterações necessárias;
Agora, em qualquer app, incluindo o WhatsApp, toque no ícone do teclado no canto inferior direito da tela. Selecione o teclado do Blue Text para ativá-lo e comece a digitar com cores em qualquer plataforma.
Mais de 4700 usuários apresentaram reclamações no site Downdetector, que reúne registros de falhas. A maior dificuldade dos usuários foi o envio de mensagens, correspondente a 67% das reclamações.
Saiba por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos — Foto: AP Photo/Patrick Sison
O WhatsApp voltou a funcionar depois de apresentar instabilidade global no início da tarde desta quarta-feira (02). Mais de 4700 usuários fizeram reclamações no site Downdetector, que reúne registros de falhas.
A maior dificuldade dos usuários foi o envio de mensagens, correspondente a 67% das reclamações. A falha também aconteceu com mais incidência no aplicativo, sendo 21% dos registros.
O problema também foi observado em outros países, como a Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Indonésia.
No Twitter, há relatos de dificuldades também no WhatsApp Business. E, principalmente, o envio de mensagens em grupos.
O g1entrou em contato com a Meta, que administra a rede social, mas não obteve retorno imediato.
Usuários podem entrar na Justiça com pedido de indenização se conseguirem comprovar que usavam a rede nos anos de 2018 e 2019. Ação similar já foi objeto de acordo nos EUA
Facebook terá que indenizar usuários no Brasil Lionel Bonaventure/ AFP
A 29ª Vara Cível de Belo Horizonte condenou o Facebook a pagar R$ 20 milhões em danos morais coletivos por problemas com vazamento de dados de usuários da rede, do Messenger e do aplicativo de mensagens WhatsApp. A empresa deverá desembolsar ainda R$ 5 mil por danos morais individuais a cada usuário que comprovar que usava a rede social nos anos de 2018 e 2019.
A Meta disse que ainda não foi formalmente comunicada da decisão, à qual ainda poderá recorrer.
Além do Brasil, usuários do Facebook nos Estados Unidos podem requerer uma parte dos US$ 725 milhões que a Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads) concordou em pagar no fim de 2022 por conta de um processo similar no país.
O julgamento brasileiro analisou duas ações civis públicas do Instituto Defesa Coletiva, que foram protocoladas depois de uma série de vazamentos de informações pessoais dos internautas.
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O primeiro aconteceu em setembro de 2018, quando hackers conseguiram burlar a segurança do Facebook e acessar detalhes como nome, telefone e e-mail de 15 milhões de pessoas.
Outros 14 milhões de usuários tiveram ainda mais dados acessados: gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal e data de nascimento.
Meses depois, houve um novo vazamento, com a exposição de senhas de 22 mil contas e detalhes da movimentação de mais de 540 milhões de usuários. Esses dois casos constam na primeira ação protocolada em maio de 2019.
A segunda ação foi protocolada em julho de 2020 e cita uma vulnerabilidade do aplicativo WhatsApp em maio de 2019, que permitiu que hackers instalassem programas para ter acesso aos dados dos celulares. O número de usuários afetados não foi informado pela empresa.
Em dezembro de 2019, surgiu outra vulnerabilidade no Facebook. Na ocasião, foram vazadas fotos de usuários, além de imagens carregadas, mas não publicadas, nos stories. O número de vítimas ultrapassa 6 milhões de internautas.
Na sentença, o juiz da 29ª Vara Cível de Belo Horizonte José Maurício Cantarino Villela reconheceu que a responsabilidade pelas falhas de segurança do sistema é da empresa. No entanto, ele julgou improcedentes os pedidos de medidas preventivas a novos ataques, segundo a advogada Lillian Salgado, presidente do Comitê Técnico do Instituto Defesa Coletiva.
Para a especialista em Direito do Consumidor, falta informação clara e precisa aos usuários. Ao usar um aplicativo parceiro do Facebook, o internauta autoriza compartilhar seus dados.
— No mais, o Facebook tem a obrigação de comunicar a todos os lesados quando há vazamento, mas a empresa não compartilhou a lista das pessoas que foram lesadas. Se você era usuário do Facebook nessa época, e conseguir comprovar o uso da plataforma, terá direito à indenização — diz Lilian.
Como saber se meus dados foram vazados?
Na ação civil coletiva, o Facebook não apresentou uma lista com o nome das pessoas que tiveram seus dados vazados nem comprovou ter avisado os internautas sobre o problema.
Por isso, no entendimento do Instituto Defesa Coletiva, a sentença abrange todos os consumidores que eram usuários do serviço à época.
Lilian explica que o consumidor precisa ajuizar uma execução da sentença coletiva para ter direito à indenização de R$ 5 mil. O valor se refere a cada ação coletiva, ou seja, o consumidor pode ser indenizado até R$ 10 mil, se comprovar que tinha vínculo com as plataformas no momento dos vazamentos.
Prints da linha do tempo são suficientes para a comprovação, mas também é possível extrair um relatório com o histórico de atividades.
Basta acessar o aplicativo do Facebook e seguir o roteiro: “Configurações e privacidade”; “Seu tempo no Facebook”; “Ver tempo”; “Ver registros”; e, finalmente, “Ver histórico de atividades”.
Para o WhastApp, as conversas também podem ser utilizadas como provas. Se preferir, o caminho para extrair o relatório de atividades é o seguinte: “Configurações”; “Conta”; “Solicitar dados da conta” e “Solicitar relatório.”
No caso dos Estados Unidos, os usuários da rede podem solicitar parte dos US$ 725 milhões até o dia 25 de agosto. Quem estava conectado entre 24 de maio de 2007 e 22 de dezembro de 2022 pode inserir suas informações em facebookuserprivacysettlement.com para receber o pagamento por meio de sua conta bancária.
Segundo o jornal americano The New York Times, o tamanho dos pagamentos deve ser pequeno e dependerá do número de pessoas que enviarem reivindicações válidas e do tempo que cada requerente foi usuário do Facebook durante o período abrangido pelo processo.
A Meta concordou no ano passado em resolver um processo de ação coletiva que acusou a empresa de compartilhar dados de usuários ou torná-los acessíveis a terceiros, incluindo a consultoria política e de dados Cambridge Analytica.
O processo foi aberto em 2018, após revelações de que a Cambridge Analytica usou informações privadas de milhões de usuários do Facebook sem permissão.
Novo recurso é semelhante ao envio de mensagem de voz na plataforma, segundo a empresa; as mensagens podem ter até 60 segundos de duração
Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
O WhatsApp agora permitirá que você grave e envie vídeos diretamente do aplicativo, segundo anunciou a plataforma da Meta nesta semana.
As mensagens de vídeo instantâneas podem ter até 60 segundos de duração e são protegidas de forma semelhante ao serviço de criptografia de ponta a ponta do aplicativo.
“Achamos que será uma maneira divertida de compartilhar momentos com toda a emoção que os vídeos trazem, seja desejando feliz aniversário a alguém, rindo de uma piada ou trazendo boas notícias”, disse a empresa na quinta-feira (27) em um post no blog da rede social.
Veja mais: WhatsApp libera recurso que permite editar mensagens
O novo recurso será semelhante ao envio de uma mensagem de voz na plataforma, acrescentou a empresa, e também haverá uma maneira de gravar vídeos sem usar as mãos.
A empresa disse que a nova atualização começou a ser lançada no aplicativo e estará disponível para todos nas próximas semanas.
Imagem de divulgação de nova funcionalidade com vídeo para o aplicativo WhatsApp. / Reprodução/WhatsApp
No início deste ano, o WhatsApp lançou uma atualização que permite aos usuários editar mensagens no aplicativo – desde que dentro de 15 minutos após o envio.
A atualização mais recente do WhatsApp vem logo após um relatório de ganhos acima do esperado da Meta. A empresa disse que a receita na quarta-feira aumentou 11% em relação ao ano anterior, para US$ 32 bilhões no trimestre encerrado em junho, já que o “ano de eficiência” do CEO Mark Zuckerberg parece estar valendo a pena para a gigante da Internet.
Após um 2022 difícil, as ações da Meta subiram mais de 150% em 2023.
A TIM fechou uma parceria com a Apple que possibilitou à operadora oferecer serviços da empresa e reduzir os preços dos iPhones em mais de 50%.
O anúncio oficial foi feito pela TIM nesta quinta-feira (27), e a operadora já iniciou os descontos em sua loja virtual. Nas lojas físicas, a venda começa nesta sexta-feira (28). Um dos celulares mais recentes da Apple, o iPhone 14 está à venda por R$ 4.999 com 256 GB de memória. No site da empresa de tecnologia, o aparelho custa R$ 8.599, o que representa um desconto de 41,9%.
Já o iPhone 14 com 128 GB de armazenamento passou a ser negociado por R$ 3.999 pela TIM, redução de 47,4% em relação aos R$ 7.599 do site do Apple. É possível parcelar o valor em até 12 vezes sem juros.
Os descontos serão válidos por três meses, de acordo com a operadora de celular, e também foram estendidos para modelos mais antigos como iPhone 13 com 128 GB, que é vendido por R$ 3.499 na TIM (na Apple custa R$ 5.699), e o iPhone 12 com 256 GB, que teve uma queda de 58,3%, com o preço de R$ 2.999 na operadora, enquanto o site da Apple vende o mesmo modelo por R$ 7.199.
A redução está disponível para quem assinar o plano pós-pago TIM Black com Apple One, com custo mensal de R$ 224,99 (para 50 GB) e R$ 294,99 (para 100 GB). O plano permite ser compartilhado entre o titular e mais três dependentes.
Além dos aparelhos mais baratos, a operadora de telecomunicações passa a disponibilizar serviços como Apple Music, Apple TV, iCloud (armazenamento de dados em nuvens) e Arcade (games).
O pacote de serviço disponibilizado no plano pós-pago para os clientes da TIM é vendido como Apple One pela empresa de tecnologia e custa entre R$ 34,90 e R$ 79,90 por mês, no site oficial da Apple.
“Demos um passo adiante ao trazer a assinatura Apple One em uma oferta que chega ao Brasil graças à inovação e ao protagonismo da TIM. Vamos oferecer uma solução completa para os ‘applelovers’, que poderão aproveitar os serviços de TV, música, jogos e armazenamento na maior rede móvel do país”, disse o vice-presidente de Receitas da TIM, Fabio Avellar.
Já a Apple destacou a possibilidade de ampliar o leque de clientes com essa parceria. “Estamos entusiasmados em levar o Apple One a mais clientes no Brasil, para que eles possam acessar facilmente o melhor entretenimento”, afirmou Jennifer D’Cunha, diretora de serviços para a América Latina da Apple.
Para anunciar a parceria, a TIM deve lançar uma campanha publicitária nesta quinta-feira (27), que terá o ator Rodrigo Santoro como protagonista.