Mudar a letra do WhatsApp e deixar o app com uma fonte diferente é possível de diversas maneiras no mensageiro, disponível para celulares Android e iPhone (iOS), tablets e na versão Web para PC. O aplicativo disponibiliza recursos de formatação tradicionais – negrito, itálico e riscado – e a fonte FixedSys, com um estilo monoespaçado entre os caracteres. Além das ferramentas do próprio serviço, há sites e apps com uma variedade de estilo de texto e cor, por exemplo, o Ponto de Fusão. Esta é uma página online que permite usar diversas fontes no WhatsApp grátis e o diferencial está na praticidade, pois ela dispensa o download das tipografias.
Outra forma de personalizar o mensageiro é usar o Stylish Text. A plataforma se destaca pela possibilidade de compartilhar o resultado sem precisar sair do aplicativo. Confira a seguir uma lista com formas diferentes de mudar a letra e a fonte do WhatsApp. Aprenda também como aumentar a letra ou deixar a letra do WhatsApp colorida.
O TechTudo reuniu abaixo 10 dicas para você aprender como trocar a fonte ou aumentar a letra do WhatsApp, inclusive, mudar a cor da letra no app. No índice a seguir, confira os tópicos que serão abordados nesta lista.
Como mudar a letra para FixedSys (monoespaçado)
Como mudar a letra para Negrito
Como mudar a fonte para Itálico
Como mudar a letra para Riscado
Mudar a letra com várias formatações
Mudar a letra com o site Ponto de Fusão
Trocar a fonte com o app Stylish Text
Como trocar a fonte pelo site Fonts for WhatsApp
Como aumentar a letra do WhatsApp
Como deixar a letra do WhatsApp colorida
1. Como mudar a letra para FixedSys (monoespaçado)
A FixedSys é um tipo de fonte oferecida pelo próprio mensageiro. A principal característica visual está no formato mais espaçado entre os caracteres. Para utilizar a função, abra a tela do bate-papo e digite três acentos graves (“`) entre a palavra ou frase. Por exemplo: “`TechTudo“`. Vale destacar que a função tem visualização prévia no celular e no WhatsApp Web. Ou seja, o usuário pode ver o resultado antes do envio do conteúdo.
Inicie o WhatsApp;
Escolha uma conversa ou acesse um grupo de mensagens;
Digite a mensagem desejada no campo de texto, mas coloque três acentos graves (“`) no início e outros três no final. Por exemplo, para escrever a frase “Oi, tudo bem?” com a fonte FixedSys, insira “`Oi, tudo bem?“`.
2. Como mudar a letra para Negrito
Negrito é uma formatação comumente usada para destacar determinadas palavras e assuntos. No WhatsApp, o usuário pode utilizar essa função para destacar o dia, horário e local de um evento, por exemplo. Para aplicar o recurso, insira um asterisco (*) no começo e fim do trecho selecionado. Por exemplo: *TechTudo*. Da mesma forma que a FixedSys, o texto em negrito tem prévia no app para smartphone e no WhatsApp Web.
Negrito: digite um asterisco (*) no início e outro no fim da mensagem. Exemplo: *Oi, tudo bem?*.
3. Como mudar a fonte para Itálico
O Itálico também pode ser utilizado para personalizar o texto no WhatsApp. Os interessados podem, por exemplo, utilizar o recurso ao escrever em outro idioma ou quando quiser destacar um título. Para usar a ferramenta, digite underline (_) entre o trecho da mensagem. Por exemplo: _TechTudo_. A opção personalizada também pode ser vista previamente no mensageiro para celular e PC.
Itálico: digite um sublinhado (_) no começo e outro no fim da mensagem. Exemplo: _Oi, tudo bem?_
4. Como mudar a letra para Riscado
Outra forma de formatação básica é o Riscado. Ele pode ser usado em tom de brincadeira ou piada no chat do WhatsApp, por exemplo. A ideia é parecer que aquele termo “escapou” sem querer e precisou ser “corrigido”. Para usar o recurso, basta digitar o ícone de til (~) no início e final da palavra ou frase. Por exemplo: ~TechTudo~.
Texto riscado: digite um til (~) no início e outro no fim da mensagem. Exemplo: ~ ̶O̶i̶,̶ ̶t̶u̶d̶o̶ ̶b̶e̶m̶?̶~
5. Mudar a letra com várias formatações
É importante notar que é possível combinar diferentes formatações dentro da mesma frase, como adicionar texto em negrito e itálico. Para isso, basta utilizar os símbolos de formatação correspondentes, mas é interessante observar que a ordem dos sinais no início da frase deve ser inversa em relação aos sinais no final.
Por exemplo, para escrever “Oi, tudo bem?” em negrito e itálico, você pode utilizar *_Oi, tudo bem?_*.
Por outro lado, a fonte FixedSys não suporta qualquer tipo de combinação de formatação. Mesmo que você tente inserir outros símbolos, o texto permanecerá no formato padrão sem mostrar nenhum efeito visual diferente.
6. Mudar a letra com o site Ponto de Fusão
O site Ponto de Fusão reúne uma variedade de fontes para o aplicativo de mensagens instantâneas. São disponibilizadas 23 tipos de formatações diferentes. Basta acessar o site (www.pontodefusao.com/letras/) e digitar o texto no campo em branco. Em seguida, escolha uma das fontes, copie o conteúdo e depois cole-o no seu chat do mensageiro.
Para mudar a fonte e usar letras personalizadas no WhatsApp, siga estes passos do tutorial:
Acesse o site Ponto de Fusão (www.pontodefusao.com/letras/) e insira o texto no local indicado;
Escolha uma das seis opções disponíveis para visualizar uma prévia do texto com a fonte selecionada;
Se você gostou de alguma das opções, clique em “Copiar”;
Abra uma conversa no WhatsApp, cole o texto copiado e envie-o para compartilhar a mensagem com a fonte personalizada.
7. Trocar a fonte com o app Stylish Text
Os interessados em investir ainda mais na troca de mensagens com os amigos e familiares pelo WhatsApp podem baixar o app Stylish Text. Grátis e disponível para celulares com Android ou iOS (iPhone), ele tem um acervo exclusivo e personalizado, com letras grandes e fontes espaçadas, por exemplo.
O diferencial da plataforma está na possibilidade de compartilhar o resultado sem o usuário precisar sair do app. Basta tocar no botão do WhatsApp e escolher um ou mais amigos para compartilhar o texto com a nova fonte. Além disso, é possível favoritar (no símbolo de estrela) uma letra para adicioná-la diretamente no mensageiro ao deixar o aplicativo em primeiro plano.
Siga estes passos para utilizar uma fonte diferente no WhatsApp:
Faça o download do aplicativo Stylish Text para dispositivos Android e iOS (iPhone);
Digite a palavra ou frase que deseja ver com uma fonte personalizada e clique no ícone do WhatsApp;
Localize o WhatsApp na lista de programas disponíveis;
Escolha uma conversa ou grupo no WhatsApp e envie a mensagem com a fonte personalizada.
8. Como trocar a fonte pelo site Fonts for WhatsApp
Outra alternativa para mudar a letra do WhatsApp é usar o site Fonts for WhatsApp, que é gratuito para navegadores no celular ou PC. Para aprender como usá-lo, acompanhe o passo a passo abaixo:
Acesse “https://www.fontsforwhatsapp.com/” (sem aspas) e digite seu texto no campo indicado. Confira todas as opções de fontes disponibilizadas pelo site;
Escolha uma das opções e toque sobre ela – o texto será copiado automaticamente para a área de transferência do seu dispositivo. Por fim, cole o conteúdo em uma conversa do WhatsApp.
9. Como aumentar a letra do WhatsApp
Aumentar ou diminuir o tamanho da fonte nas conversas do WhatsApp pode ser benéfico para aqueles que enfrentam dificuldades ao ler mensagens com o tamanho padrão. No aplicativo, há uma opção disponível para ampliar o tamanho dos textos, proporcionando maior conforto durante a leitura.
Além disso, caso prefira otimizar o espaço na tela e visualizar mais palavras de uma só vez, também é possível reduzir o tamanho da fonte. Confira o passo a passo a seguir.
No Android:
Abra o WhatsApp em seu celular Android;
Acesse o menu de configurações. Para isso, toque nos três pontos verticais no canto superior direito e selecione “Configurações”;
Dentro das configurações, procure e selecione “Conversas”.
Em seguida, procure a opção “Tamanho da fonte”;
Agora, você pode selecionar uma fonte Pequena, Média ou Grande;
Saia das configurações para que as alterações tenham efeito.
No iPhone (iOS), opção 1:
Acesse os “Ajustes” do seu iPhone;
Clique em “Tela e Brilho”;
Toque em “Tamanho do Texto”;
Ajuste o tamanho da fonte arrastando o controle deslizante para a direita ou esquerda.
No iPhone (iOS), opção 2:
Abra os “Ajustes” do seu iPhone;
Clique em “Acessibilidade”;
Toque em “Tela e Tamanho do Texto”;
Ative a opção “Texto Maior”;
Ajuste o tamanho da fonte arrastando o controle deslizante conforme sua preferência.
Após seguir esses passos, o tamanho da letra nas conversas do WhatsApp será ampliado de acordo com a configuração escolhida. Caso queira reverter para o tamanho padrão, basta seguir o mesmo procedimento e ajustar a fonte novamente.
10. Como deixar a letra do WhatsApp colorida
Mudar a cor da letra no WhatsApp torna-se uma tarefa descomplicada graças ao Blue Text, um aplicativo grátis disponível para Android. O app permite que o usuário transforme suas mensagens em letras azuis. Basta inserir a frase desejada na ferramenta, copiar o texto gerado e colá-lo na conversa que deseja.
Além disso, aqueles que desejam facilitar ainda mais o processo de escrita personalizada podem configurar e utilizar um teclado que permita digitar diretamente em azul em qualquer aplicativo. Essa ferramenta é especialmente útil para aqueles que buscam uma forma criativa de aprimorar sua experiência na Internet. Confira o tutorial abaixo e aprenda como deixar a letra do WhatsApp colorida:
Instale o aplicativo Blue Text pelo TechTudo. Ao abrir o app, você verá a tela principal onde pode inserir o texto que deseja converter para a cor azul;
Após inserir o texto, toque sobre ele e selecione a opção “Copy” (“Copiar”) para copiar o texto colorido;
No WhatsApp, toque no campo de texto da conversa onde deseja enviar a mensagem. Cole o conteúdo copiado do Blue Text no campo de texto;
Agora, você pode enviar a mensagem normalmente. Lembre-se de que as letras coloridas só serão exibidas corretamente no Android, pois o WhatsApp Web e o iPhone (iOS) não suportam essa funcionalidade;
Caso deseje utilizar o teclado do Blue Text, toque no botão de menu localizado no canto superior esquerdo da tela do aplicativo. Em seguida, selecione a opção “Keyboard” (“Teclado”);
Toque em “Setup keyboard” (“Configurar teclado”) para acessar as configurações de teclado do Android. Lá, habilite o teclado “Blue Text” e confirme as alterações necessárias;
Agora, em qualquer app, incluindo o WhatsApp, toque no ícone do teclado no canto inferior direito da tela. Selecione o teclado do Blue Text para ativá-lo e comece a digitar com cores em qualquer plataforma.
Mais de 4700 usuários apresentaram reclamações no site Downdetector, que reúne registros de falhas. A maior dificuldade dos usuários foi o envio de mensagens, correspondente a 67% das reclamações.
Saiba por que o WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos — Foto: AP Photo/Patrick Sison
O WhatsApp voltou a funcionar depois de apresentar instabilidade global no início da tarde desta quarta-feira (02). Mais de 4700 usuários fizeram reclamações no site Downdetector, que reúne registros de falhas.
A maior dificuldade dos usuários foi o envio de mensagens, correspondente a 67% das reclamações. A falha também aconteceu com mais incidência no aplicativo, sendo 21% dos registros.
O problema também foi observado em outros países, como a Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Indonésia.
No Twitter, há relatos de dificuldades também no WhatsApp Business. E, principalmente, o envio de mensagens em grupos.
O g1entrou em contato com a Meta, que administra a rede social, mas não obteve retorno imediato.
Usuários podem entrar na Justiça com pedido de indenização se conseguirem comprovar que usavam a rede nos anos de 2018 e 2019. Ação similar já foi objeto de acordo nos EUA
Facebook terá que indenizar usuários no Brasil Lionel Bonaventure/ AFP
A 29ª Vara Cível de Belo Horizonte condenou o Facebook a pagar R$ 20 milhões em danos morais coletivos por problemas com vazamento de dados de usuários da rede, do Messenger e do aplicativo de mensagens WhatsApp. A empresa deverá desembolsar ainda R$ 5 mil por danos morais individuais a cada usuário que comprovar que usava a rede social nos anos de 2018 e 2019.
A Meta disse que ainda não foi formalmente comunicada da decisão, à qual ainda poderá recorrer.
Além do Brasil, usuários do Facebook nos Estados Unidos podem requerer uma parte dos US$ 725 milhões que a Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads) concordou em pagar no fim de 2022 por conta de um processo similar no país.
O julgamento brasileiro analisou duas ações civis públicas do Instituto Defesa Coletiva, que foram protocoladas depois de uma série de vazamentos de informações pessoais dos internautas.
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O primeiro aconteceu em setembro de 2018, quando hackers conseguiram burlar a segurança do Facebook e acessar detalhes como nome, telefone e e-mail de 15 milhões de pessoas.
Outros 14 milhões de usuários tiveram ainda mais dados acessados: gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal e data de nascimento.
Meses depois, houve um novo vazamento, com a exposição de senhas de 22 mil contas e detalhes da movimentação de mais de 540 milhões de usuários. Esses dois casos constam na primeira ação protocolada em maio de 2019.
A segunda ação foi protocolada em julho de 2020 e cita uma vulnerabilidade do aplicativo WhatsApp em maio de 2019, que permitiu que hackers instalassem programas para ter acesso aos dados dos celulares. O número de usuários afetados não foi informado pela empresa.
Em dezembro de 2019, surgiu outra vulnerabilidade no Facebook. Na ocasião, foram vazadas fotos de usuários, além de imagens carregadas, mas não publicadas, nos stories. O número de vítimas ultrapassa 6 milhões de internautas.
Na sentença, o juiz da 29ª Vara Cível de Belo Horizonte José Maurício Cantarino Villela reconheceu que a responsabilidade pelas falhas de segurança do sistema é da empresa. No entanto, ele julgou improcedentes os pedidos de medidas preventivas a novos ataques, segundo a advogada Lillian Salgado, presidente do Comitê Técnico do Instituto Defesa Coletiva.
Para a especialista em Direito do Consumidor, falta informação clara e precisa aos usuários. Ao usar um aplicativo parceiro do Facebook, o internauta autoriza compartilhar seus dados.
— No mais, o Facebook tem a obrigação de comunicar a todos os lesados quando há vazamento, mas a empresa não compartilhou a lista das pessoas que foram lesadas. Se você era usuário do Facebook nessa época, e conseguir comprovar o uso da plataforma, terá direito à indenização — diz Lilian.
Como saber se meus dados foram vazados?
Na ação civil coletiva, o Facebook não apresentou uma lista com o nome das pessoas que tiveram seus dados vazados nem comprovou ter avisado os internautas sobre o problema.
Por isso, no entendimento do Instituto Defesa Coletiva, a sentença abrange todos os consumidores que eram usuários do serviço à época.
Lilian explica que o consumidor precisa ajuizar uma execução da sentença coletiva para ter direito à indenização de R$ 5 mil. O valor se refere a cada ação coletiva, ou seja, o consumidor pode ser indenizado até R$ 10 mil, se comprovar que tinha vínculo com as plataformas no momento dos vazamentos.
Prints da linha do tempo são suficientes para a comprovação, mas também é possível extrair um relatório com o histórico de atividades.
Basta acessar o aplicativo do Facebook e seguir o roteiro: “Configurações e privacidade”; “Seu tempo no Facebook”; “Ver tempo”; “Ver registros”; e, finalmente, “Ver histórico de atividades”.
Para o WhastApp, as conversas também podem ser utilizadas como provas. Se preferir, o caminho para extrair o relatório de atividades é o seguinte: “Configurações”; “Conta”; “Solicitar dados da conta” e “Solicitar relatório.”
No caso dos Estados Unidos, os usuários da rede podem solicitar parte dos US$ 725 milhões até o dia 25 de agosto. Quem estava conectado entre 24 de maio de 2007 e 22 de dezembro de 2022 pode inserir suas informações em facebookuserprivacysettlement.com para receber o pagamento por meio de sua conta bancária.
Segundo o jornal americano The New York Times, o tamanho dos pagamentos deve ser pequeno e dependerá do número de pessoas que enviarem reivindicações válidas e do tempo que cada requerente foi usuário do Facebook durante o período abrangido pelo processo.
A Meta concordou no ano passado em resolver um processo de ação coletiva que acusou a empresa de compartilhar dados de usuários ou torná-los acessíveis a terceiros, incluindo a consultoria política e de dados Cambridge Analytica.
O processo foi aberto em 2018, após revelações de que a Cambridge Analytica usou informações privadas de milhões de usuários do Facebook sem permissão.
Novo recurso é semelhante ao envio de mensagem de voz na plataforma, segundo a empresa; as mensagens podem ter até 60 segundos de duração
Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
O WhatsApp agora permitirá que você grave e envie vídeos diretamente do aplicativo, segundo anunciou a plataforma da Meta nesta semana.
As mensagens de vídeo instantâneas podem ter até 60 segundos de duração e são protegidas de forma semelhante ao serviço de criptografia de ponta a ponta do aplicativo.
“Achamos que será uma maneira divertida de compartilhar momentos com toda a emoção que os vídeos trazem, seja desejando feliz aniversário a alguém, rindo de uma piada ou trazendo boas notícias”, disse a empresa na quinta-feira (27) em um post no blog da rede social.
Veja mais: WhatsApp libera recurso que permite editar mensagens
O novo recurso será semelhante ao envio de uma mensagem de voz na plataforma, acrescentou a empresa, e também haverá uma maneira de gravar vídeos sem usar as mãos.
A empresa disse que a nova atualização começou a ser lançada no aplicativo e estará disponível para todos nas próximas semanas.
Imagem de divulgação de nova funcionalidade com vídeo para o aplicativo WhatsApp. / Reprodução/WhatsApp
No início deste ano, o WhatsApp lançou uma atualização que permite aos usuários editar mensagens no aplicativo – desde que dentro de 15 minutos após o envio.
A atualização mais recente do WhatsApp vem logo após um relatório de ganhos acima do esperado da Meta. A empresa disse que a receita na quarta-feira aumentou 11% em relação ao ano anterior, para US$ 32 bilhões no trimestre encerrado em junho, já que o “ano de eficiência” do CEO Mark Zuckerberg parece estar valendo a pena para a gigante da Internet.
Após um 2022 difícil, as ações da Meta subiram mais de 150% em 2023.
A TIM fechou uma parceria com a Apple que possibilitou à operadora oferecer serviços da empresa e reduzir os preços dos iPhones em mais de 50%.
O anúncio oficial foi feito pela TIM nesta quinta-feira (27), e a operadora já iniciou os descontos em sua loja virtual. Nas lojas físicas, a venda começa nesta sexta-feira (28). Um dos celulares mais recentes da Apple, o iPhone 14 está à venda por R$ 4.999 com 256 GB de memória. No site da empresa de tecnologia, o aparelho custa R$ 8.599, o que representa um desconto de 41,9%.
Já o iPhone 14 com 128 GB de armazenamento passou a ser negociado por R$ 3.999 pela TIM, redução de 47,4% em relação aos R$ 7.599 do site do Apple. É possível parcelar o valor em até 12 vezes sem juros.
Os descontos serão válidos por três meses, de acordo com a operadora de celular, e também foram estendidos para modelos mais antigos como iPhone 13 com 128 GB, que é vendido por R$ 3.499 na TIM (na Apple custa R$ 5.699), e o iPhone 12 com 256 GB, que teve uma queda de 58,3%, com o preço de R$ 2.999 na operadora, enquanto o site da Apple vende o mesmo modelo por R$ 7.199.
A redução está disponível para quem assinar o plano pós-pago TIM Black com Apple One, com custo mensal de R$ 224,99 (para 50 GB) e R$ 294,99 (para 100 GB). O plano permite ser compartilhado entre o titular e mais três dependentes.
Além dos aparelhos mais baratos, a operadora de telecomunicações passa a disponibilizar serviços como Apple Music, Apple TV, iCloud (armazenamento de dados em nuvens) e Arcade (games).
O pacote de serviço disponibilizado no plano pós-pago para os clientes da TIM é vendido como Apple One pela empresa de tecnologia e custa entre R$ 34,90 e R$ 79,90 por mês, no site oficial da Apple.
“Demos um passo adiante ao trazer a assinatura Apple One em uma oferta que chega ao Brasil graças à inovação e ao protagonismo da TIM. Vamos oferecer uma solução completa para os ‘applelovers’, que poderão aproveitar os serviços de TV, música, jogos e armazenamento na maior rede móvel do país”, disse o vice-presidente de Receitas da TIM, Fabio Avellar.
Já a Apple destacou a possibilidade de ampliar o leque de clientes com essa parceria. “Estamos entusiasmados em levar o Apple One a mais clientes no Brasil, para que eles possam acessar facilmente o melhor entretenimento”, afirmou Jennifer D’Cunha, diretora de serviços para a América Latina da Apple.
Para anunciar a parceria, a TIM deve lançar uma campanha publicitária nesta quinta-feira (27), que terá o ator Rodrigo Santoro como protagonista.
LuzIA é a nova inteligência artificial do WhatsApp e do Telegram. A personagem de olhos azuis e cabelos vermelhos que apela para uma comunicação mais orgânica nos aplicativos de smartphone chegou ao Brasil nesta última semana. LuzIA — as letras I e A em caixa alta são uma óbvia referência à sigla da inteligência artificial — é capaz de transcrever áudios, traduzir mensagens e também de gerar imagens sob as orientações do usuário.
O recurso de inteligência artificial já está disponível em conversas comuns pelos aplicativos de mensagens. De acordo com o portal G1, no total, a ferramenta já conta com mais de 4 milhões de usuários ativos em mais de 40 países. Para além do idioma português, a simpática LuzIA está disponível também aos falantes de francês, espanhol e inglês. publicidade
O novo sistema de inteligência artificial integrado aos aplicativos de mensagens — WhatsApp e Telegram — é uma criação do engenheiro espanhol Álvaro Higes, de 36 anos. O profissional da tecnologia tem passagem por gigantes do mercado, como a Amazon; Higes é professor da IE Business School, em Madri. O engenheiro usa o ChatGPT como base para o desenvolvimento do seu trabalho.
A LuzIA é um novo recurso de inteligência artificial disponível para o WhatsApp | Foto: Canva
Como usar a LuzIA?
O usuário interessado em usar o novo serviço de inteligência artificial deve simplesmente adicionar o seguinte número de telefone à sua agenda de contatos: +55 11 97255-3036. Na sequência, é só dar início à conversa com o chatbot por meio do aplicativo de mensagem de preferência, Telegram ou WhatsApp. O usuário também pode acessar a LuzIA diretamente pelo site; ela é completamente gratuita.
O que a LuzIA pode fazer?
A inteligência artificial nos aplicativos de mensagens pode:
Transcrever áudios;
Tirar dúvidas comuns;
Traduzir textos;
Criar imagens conforme descrição dada pelo usuário.
Possível fim do WhatsApp ilimitado pode ter impacto maior do que o previsto; Entenda
Foto: Dado Ruvic/Reuters.
O cenário de comunicação no Brasil pode estar prestes a passar por uma mudança significativa, impulsionada pela economia e avanço tecnológico. As principais operadoras de telecomunicações do país, Vivo, TIM e Claro, estão atualmente em discussão sobre a viabilidade de encerrar a oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos de dados, devido aos custos crescentes relacionados à implementação da tecnologia 5G. Essa possível alteração poderá impactar diretamente a maneira como as pessoas se comunicam e consomem informações, uma vez que o WhatsApp se tornou uma plataforma central para a troca de mensagens e notícias.
Atualmente, o acesso ilimitado ao WhatsApp tem sido uma opção popular e conveniente para muitos usuários, proporcionando uma maneira rápida e acessível de consumir notícias e se manterem informados. No entanto, essa facilidade de acesso também pode acarretar alguns desafios. A dependência exclusiva desses aplicativos para a obtenção de informações pode limitar a busca por outras fontes e conteúdos verificados, levando a uma possível falta de contexto ou análise mais aprofundada das notícias recebidas.
A combinação das empresas de telefonia com as Big Techs representa uma estrutura sobre a qual se sustentam negócios e também, ultimamente, o espaço cívico.
A discussão sobre o acesso ilimitado ao WhatsApp levanta questões importantes sobre como as mudanças na economia e na tecnologia estão moldando nossos padrões de comunicação e consumo de informações. Três das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, Vivo, TIM e Claro, estão debatendo a possibilidade de encerrar a oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos de dados. A discussão surge em meio a preocupações com os crescentes custos associados à implementação da tecnologia 5G no país. A oferta do WhatsApp ilimitado era uma vantagem competitiva oferecida pelas operadoras, mas agora elas estão avaliando sua sustentabilidade financeira diante do aumento da demanda esperada com a expansão do 5G.
A mudança potencial na oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp pode impactar a experiência dos usuários, que se acostumaram a utilizar o aplicativo de mensagens sem se preocupar com limites de dados. A decisão das operadoras de rever essa oferta ocorre devido às complexidades e altos custos envolvidos na implantação da infraestrutura necessária para suportar o 5G, que promete velocidades de conexão significativamente mais rápidas e maior capacidade de dados. Como o uso do WhatsApp é amplamente difundido no Brasil, qualquer alteração nas condições de acesso ao aplicativo pode ter um impacto significativo nas escolhas dos consumidores em relação aos planos de telefonia móvel.
Três das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, Vivo, TIM e Claro, estão debatendo a possibilidade de encerrar a oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos de dados.
Ainda não há uma decisão final sobre o assunto, mas as discussões em andamento entre as operadoras de telecomunicações indicam que a oferta de WhatsApp ilimitado pode ser revista em breve. O cenário reflete o desafio que as empresas enfrentam para equilibrar a oferta de serviços atraentes para os consumidores, ao mesmo tempo em que investem na expansão e aprimoramento de suas redes para atender às crescentes demandas de conectividade trazidas pela tecnologia 5G no Brasil.
Há dois cenários para a informação vindos dessa potencial mudança. Ou as pessoas finalmente ficam mais conscientes ou agora a coisa degringola de vez.
É possível que os consumidores busquem por alternativas para se manterem informados, já que vão pagaro acesso de qualquer jeito. Sem a comodidade do acesso ilimitado, as pessoas podem se voltar para fontes originais de notícias, explorando sites de veículos de comunicação, blogs especializados e outras plataformas que oferecem informações confiáveis e verificadas.
Por outro lado, o fim do acesso ilimitado ao WhatsApp também pode ter um efeito negativo no consumo de notícias. Com muitos consumidores enfrentando restrições financeiras, a falta de recursos para pagar pelo pacote de dados poderia resultar em uma redução do acesso à informação. As pessoas vão trocar menos notícias entre si e não vão checar essas notícias de jeito nenhum porque a ordem é economizar, pensando nesse cenário.
Além do impacto na disseminação da informação, o possível fim do acesso ilimitado ao WhatsApp nos planos de dados também pode ter implicações significativas para os negócios que utilizam a plataforma como ferramenta essencial para suas operações. Hoje em dia, o WhatsApp desempenha um papel crucial no mundo empresarial, sendo utilizado por muitas empresas, grandes e pequenas, para se comunicarem com clientes, fornecedores e parceiros de negócios. A facilidade de comunicação, compartilhamento de informações e a possibilidade de realizar vendas diretamente na plataforma tornaram o aplicativo uma ferramenta indispensável para muitos empreendimentos.
Retrato-falado criado por inteligência artificial a partir do DNA de suspeito de cometer crime ao lado da foto do suspeito preso Imagem: Divulgação/Parabon Nanolabs
Especialistas em genética estão se aliando a forças policiais para gerar “retratos falados” sem ninguém para falar. Em vez de testemunhas, é o material genético do suspeito, encontrado em roupas, cabelos e secreções corporais, que dedura a fisionomia da pessoa. E tudo isso é feito com ajuda da inteligência artificial.
Fundada com dinheiro da Casa Branca, a norte-americana Parabon Nanolabs já usa a técnica para solucionar crimes em todo o mundo. Não sem polêmicas: um dos retratos indicava um jovem, enquanto o criminoso verdadeiro era um idoso; outro, indicando um homem negro, foi apontado como racista por ter sido divulgado pela polícia e exibido na TV. UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e a Polícia Federal trabalham desde janeiro deste ano em um projeto que usa IA para criar imagens de suspeitos por meio de amostras de DNA.
Desde janeiro deste ano, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Polícia Federal recriam imagens de suspeitos com IA por meio de amostras de DNA. O projeto nasceu em 2015, fruto de uma parceria entre PUC-RS e PF.
Líder do projeto, a geneticista Clarice Alho explicou a Tilt que a ideia surgiu porque os bancos de dados internacionais não são adequados às características do Brasil, marcado pela miscigenação. “Eu mesmo tenho DNA mitocondrial indígena”, diz Clarice.
O plano é fazer a iniciativa chegar a uma base com dados de mil voluntários. Já há mais de 500, inicialmente todos do Rio Grande do Sul.
Além da coleta e do estoque de DNAs em construção, o modelo de IA já está pronto.O passo ainda não executado é a execução. Acionada pela reportagem, a PF não respondeu o pedido de entrevista.
A PF não está fazendo [retratos falados por DNA] ainda porque não tem uma legislação de suporte. Não está sendo feito por questões éticas, legais, morais. Estamos fazendo um treinamento de máquina para o futuro, quando for possível. Clarice Alho, geneticistanone
A Justiça brasileira aceita amostras de DNA como provas. A Lei de Execução Penal inclusive permite que suspeitos sejam forçados a prover amostras, em crimes contra a vida, liberdade sexual e vulneráveis.
Não há, porém, legislação sobre “retrato-falado” criado por DNA. Em outra linha, um projeto de lei, o PL 1.496, tenta obrigar a coleta do DNA de todos os condenados por crimes dolosos, com o objetivo de criar uma imensa base de dados.
Os genes falam, mas não tudo
Tecnicamente chamada de fenotipização por DNA, a técnica consiste na reconstrução do aspecto físico -o fenótipo— de um desconhecido, por meio de evidências em seus genes.
Capitaneada pela Parabon Nanolabs, a análise funciona assim:
Informações genéticas achadas em cenas de crime ou outras evidências, como objetos ligados ao suspeito, são levadas à análise.
Essas amostras revelam informações relativamente básicas ligadas aos genes, como sexo, cor de olhos, da pele e dos cabelos. Também mostra a ancestralidade (se tem ascendentes europeus, indígenas, africanos etc) da pessoa e em qual proporção, baseada em variações regionais de diversos genes;
Os dados genéticos alimentam uma inteligência artificial que vasculha um banco de dados contendo os rostos e dados genéticos de milhares de pessoas. A partir da similaridade genética, a IA prevê como seria o rosto do indivíduo.
O resultado é uma imagem como a abaixo:
Imagem: Divulgação/Parabon Nanolabs
A imagem mostra:
A percentual de regiões originárias na composição pessoa – majoritariamente europeia (49,35%), mas com cerca de 37% do material genético vindo de Leste e Sul da África.
A previsão da existência de sardas (“freckles”), de 46,5% (informação com 76% de confiança)
A cor dos cabelos (com chance de 91,1% de estar certa).
A empresa afirma ter ajudado a resolver mais de 230 casos, sem detalhar o número exato por haver vários em andamento.
Quando uma prisão ocorre, a Parabon exibe em seu site a imagem prevista por sua tecnologia e a foto real do suspeito. Há até uma página de pôsteres para isso.
Tecnologia controversa
Nem sempre os resultados batem. Genes não são capazes de determinar a idade, o índice de massa corporal (isto é, o peso) e várias características adquiridas ao longo da vida, como cicatrizes e tatuagens. O formato do rosto também é uma estimativa mais vaga que a cor dos olhos e do cabelo.
Não raro, a ferramenta erra a idade do suspeito.
Imagem: Divulgação/Parabon Nanolabs
Em entrevista a Tilt, Ellen Greytak, diretora de bioinformática da Parabon, reconhece a limitação da tecnologia, mas defende o método.
Uma predição de fenótipo é uma evidência investigativa, como o testemunho de uma vítima. Ajuda os detetives a realizar sua investigação, mas é a comparação tradicional do perfil de DNA que confirma a identidade e é usada para prisão e condenação. O uso primário de fenotipização deveria ser para excluir indivíduos [de uma investigação] que claramente não preenchem a descrição, seguido por priorizar suspeitos que preenchem. Ellen Greytak, diretora de bioinformática da Parabonnone
Críticos, porém, enxergam outros problemas. Para o sociólogo Acácio Augusto, da Universidade Federal de São Paulo, é muito alta a possibilidade de a tecnologia absorver os preconceitos de gênero, raça e classe.
“Quem opera e quem programa essas coisas [AI] são humanos. Não me surpreenderia se, se passássemos a usar esse tipo de tecnologia, ela tivessse um resultado muito parecido com que já é a clientela do sistema de Justiça Criminal: pobre, homem, jovem, negro, basicamente.”
É basicamente como as coisas já estão sendo vistas onde a técnica é usada. A imagem abaixo causou uma crise de relações públicas à Parabon.
Imagem: Divulgação/Parabon Nanolabs
A polícia de Edmonton, no Canadá, procurou a empresa para tentar resolver um caso de estupro ocorrido em 2019. Ao receber a análise da empresa, em outubro de 2022, divulgou a imagem à imprensa e pelo seu site. Era, segundo os policiais, um “último recurso” para encontrar o suspeito. Diante de um turbilhão de acusações de racismo em redes sociais, os policiais tiveram que remover a imagem do site e pedir desculpas. O caso não foi resolvido.
Se chamar um algoritmo de racista soa exagero, é bom lembrar que a divulgações de imagens como a acima não acontece num vácuo, mas num contexto em que racismo é um problema vivo, em particular com forças de repressão.
A fenotipização pode prever coisas muito amplas como gênero, cor dos cabelos, cor dos olhos, talvez altura etc., mas essas tem uma grande variação em previsibilidade. “Isso deixa a polícia na posição de saber (talvez) que estão buscando (por exemplo) um homem negro de 1,78 m. Como isso ajuda? Eles vão tentar interrogar ou investigar cada homem negro de 1,78 m na área? Isso seria uma imensa violação de privacidade e liberdades civis. Calli Schroeder, conselheira da ONG Electronic Privacy Information Center (“Centro de Informações Sobre Privacidade Eletrônica”), apoiada pelo governo dos Estados Unidosnone
Grupos minoritários podem ser particularmente vulneráveis a danos dessa tecnologia, como já são frequentemente e desproporcionalmente alvo de investigações. Isso ainda pode aumentar o preconceito do público e das forças de repressão e tornar grupos vulneráveis propensos a sofrer de vigilantismo [isto é, perseguição justiceira, linchamentos]. Calli Schroedernone
A geneticista Clarice Alho explica que as preocupações com usos racistas da tecnologia fizeram parte da criação do projeto. Para Ellen Greytak, o problema foi a polícia ter divulgado a foto ao público, quando a recomendação da empresa é outra.
A maior parte das agências [policiais] usa as imagens internamente, para excluir suspeitos. Quando uma agência decide soltar a informação publicamente, insistimos que a previsão inteira seja mostrada, não só a composição [isto é, a imagem gerada], para deixar claro que é só uma previsão. Ellen Greytak, diretora de bioinformática da Parabonnone
A pesquisadora da UFRGS concorda: imagens geradas pela tecnologia nunca deveriam gerar cartazes tipo “Procura-se”. “Isso seria totalmente de uso privado da polícia.”
Para os críticos, porém, não se trata de um problema de relações públicas. Toda a tecnologia é um equívoco. Para Acácio, a ferramenta é exemplo de uma espécie de “solucionismo do Vale do Silício”.
Para qualquer problema, inclusive social, surge um app. App para emagrecer, para parar de fumar, agora um app num contexto policial. Acácio Augusto, sociólogo da Unifespnone
As agências de repressão sempre vai se empolgar com as promessas de tecnologias que podem tornar seu trabalho mais fácil. Mas o entusiasmo delas aqui está mal direcionado. Não apenas essa tecnologia dificilmente poderá gerar informação mais precisa sobre suspeitos de crimes, mas ela pode levar a polícia em direções erradas e por em risco pessoas inocentes. Calli Schroeder.
O WhatsApp lançou nesta semana o recurso para enviar mensagens a números que não estão na agenda do usuário. A novidade, que era aguardada há um bom tempo e foi vista nas versões betas, será liberada gradualmente para as bilhões de contas no aplicativo. Por isso, não fique “estressado” se a ferramenta ainda não aparecer para você.
A nova função permitirá que os usuários conversem com outros números sem precisar salvá-los na agenda. Isso facilitará para aquelas ocasiões em que você precisa conversar com um contato em uma ocasião específica, como contatar alguma loja ou clínica. Além do mais, será uma maneira mais segura e mais “privada” de conversar com números desconhecidos.
Como conversar sem adicionar o número no iOS e Android
Para a sorte dos usuários do WhatsApp, as etapas para conversar com um número sem salvá-lo na agenda são iguais para o Android e iOS — que podem ficar com a interface idêntica em breve. E, ainda bem, muito simples de usar.
Basta clicar no ícone de nova conversa (localizado no canto inferior direito), digitar o número desejado e clicar no botão “conversar”, que aparecerá do lado do nome da conta com a qual você deseja abrir um chat — claro, se ela tiver uma conta no WhatsApp.
Recurso de abrir conversa sem salvar contato possui as mesmas etapas para ser usado no Android ou iOS (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog).
Como mostrado na imagem acima, os números que não estão adicionados na sua agenda apareceram sob um menu intitulado “Não estão na sua lista de contatos”. Ao digitar o contato não salvo, as opções já existentes de adicionar contato e compartilhar link de convite continuarão sendo mostradas no WhatsApp.
Para usar esta nova ferramenta do aplicativo, o usuário precisa instalar a versão mais recente do WhatsApp. O recurso será uma mão na roda para entrar em contato com aqueles estabelecimentos que até possuem link para abrir uma conversa sem salvar o número, mas que estão quebrados — acho que todos nós passamos por isso ao buscar o contato de uma clínica, restaurante ou loja.
Os executivos das principais operadoras do Brasil, Tim, Claro e Vivo, estão discutindo o fim do WhatsApp ilimitado. O jornalFolha de S.Paulodivulgou a informação nesta segunda-feira, 17.
Tanto a Tim como a Claro, assim como a Vivo, oferecem acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos. Ou seja, o consumo de internet do aplicativo de mensagens não é considerado no limite de acesso aos pacotes de dados contratados pelos clientes.
A vantagem do WhatsApp ilimitado impulsionou a venda dos planos das principais operadoras em todo o país. Afinal, 62% dos brasileiros acessam a internet somente pelocelular. E, além disso, trocar mensagens peloappé hoje o principal uso desmartphonesno Brasil.
Por que as operadoras podem acabar com o WhatsApp ilimitado
Oferecer WhatsApp ilimitado encare os planos de telefonia, indicam estudos | Foto: Pixabay
José Felix, presidente do grupo Claro Brasil, disse que é um “erro” oferecer WhatsApp ilimitado em um evento de inovações em telecomunicações realizado em junho. Ele disse que a empresaa de telefonia tem gastos milionários para manter o acesso ilimitado a plataformas dasbig techs.
A Claro oferece acesso limitado não só no WhatsApp, mas também ao Waze e às redes sociaisInstagram, TikTok e Facebook. A Tim, por sua vez, dá acesso ilimitado ao WhatsApp e Deezer nos planos pré e pós-pagos, que também oferecem Instagram, Facebook e Twitter ilimitados.
Já a Vivo é a operadora menos generosa com os usuários: só dá acesso ilimitado ao WhatsApp e, em alguns planos, pós-pagos inclui também o Waze.
Felix, daClaro, também acrescentou que a estratégia fere o princípio da neutralidade da rede, determinado pelo Marco Civil da Internet. Nesse sentido, o executivo acredita que o oferecimento do WhatsApp ou outros aplicativos de modo ilimitado precisa ser revisto para que novos acordos considerem “o tamanho díspar das principais empresas de tecnologia, como Meta, Google e Apple”.