O popular aplicativo de mensagens, WhatsApp, propriedade de Mark Zuckerberg e amplamente utilizado em países como a Brasil, anunciou mudanças significativas nas suas condições de uso. A Meta, empresa que gerencia o aplicativo, implementou novas regras que podem levar à suspensão de contas que não as aceitarem.
Para saber se sua conta do WhatsApp será cancelada devido às mudanças nas condições de uso, você deve verificar abaixo se está em conformidade com as novas regras estabelecidas pela Meta, a empresa proprietária do aplicativo.
Adeus WhatsApp: devido a mudanças, o aplicativo irá suspender contas no Brasil – como posso saber se ele irá cancelar minha inscrição?
Aqui estão algumas etapas que você pode seguir para garantir que sua conta não seja suspensa:
Aceite as Novas Condições de Uso: Certifique-se de aceitar as novas condições de uso do WhatsApp antes da data limite estabelecida pela empresa. Geralmente, o aplicativo enviará uma notificação solicitando que você revise e aceite os termos atualizados.
Evite Enviar Spam: Não envie mensagens em massa ou faça spam para seus contatos. Isso inclui evitar o envio de mensagens comerciais não solicitadas ou em grande escala.
Não Envie Conteúdo Proibido: Abstenha-se de enviar qualquer tipo de conteúdo “íntimo” ou “adulto” através do aplicativo, conforme estipulado nas novas regras.
Não Use Aplicativos de Terceiros: Não utilize aplicativos não oficiais para gerenciar sua conta do WhatsApp, como GB WhatsApp ou WhatsApp Plus, pois isso pode resultar na suspensão da sua conta.
Limite o Encaminhamento de Mensagens: Respeite o limite de encaminhamento de mensagens, que não deve exceder cinco pessoas ou grupos, para evitar a propagação de informações falsas ou spam.
Como recuperar sua conta do WhatsApp
Se sua conta já foi suspensa e você acredita que foi um erro, você pode tentar recuperá-la entrando em contato com o suporte do WhatsApp. Use o formulário de contato na página oficial, envie um e-mail para support@whatsapp.com, ou acesse a seção de suporte diretamente do aplicativo. Forneça seu número de telefone com o prefixo internacional, o modelo do seu telefone e uma explicação detalhada do porquê acredita que sua conta foi suspensa incorretamente.
Lembrando, é importante manter a conformidade com as regras do aplicativo para evitar suspensões futuras e garantir a segurança e privacidade dentro da plataforma.
A Samsung lançou ontem (14) os novos celulares da linha Galaxy A, conhecida pelo bom custo-benefício. Considerados intermediários, os modelos A35 e A55 possuem recursos mais avançados, como boas câmeras e conexão 5G.
Eles já estão sendo vendidos no Brasil, em três opções de cores: azul claro, azul escuro e rosa. O Galaxy A35 parte de R$ 2.699 (6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno) e o Galaxy A55 de R$ 2.999 (8GB e 128GB).
Os dois têm as seguintes especificações em comum:
câmera principal de 50 MP com estabilização óptica e digital;
gravação de vídeo Super HDR, que otimiza a iluminação e os detalhes das cenas;
modo Nightography, que melhora as imagens em situações de baixa luminosidade;
tela Super Amoled de 6,6 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e Vision Booster;
bateria de 5.000 mAh;
certificação IP67 (imersão em água doce até 1 metro de profundidade por 30 minutos);
sistema de segurança Samsung Knox Vault, que protege os dados do aparelho contra ataques cibernéticos ou violações em caso de roubo.
Abaixo, detalhamos as diferenças entre os modelos e a ficha técnica de cada um.
Galaxy A55
É o mais poderoso smartphone da nova linha Galaxy A. Também é o primeiro a ganhar um acabamento premium, com moldura de metal e traseira em vidro. Segundo a empresa, o público-alvo são criadores de conteúdo.
Por dentro, é superior ao A35, tanto no processador (Exynos 1480 de 4 nanômetros) quanto nas câmeras, inclusive a de selfie. Além da melhor resolução dos sensores ópticos, o A55 tem recursos como modo retrato (inclusive noturno) e gravação simultânea com câmera traseira e frontal.
Imagem: Marcella Durte/UOL
Ficha técnica: Samsung Galaxy A55
Tela: Super Amoled 6,6 Full HD+ 120 Hz (1.080 x 2.340 pixels)
Esta é uma opção um pouco mais barata, com recursos fotográficos menos avançados. Segundo a Samsung, é para quem “consome conteúdo”. Ou seja, o smartphone é suficiente para as atividades do dia a dia, como ver vídeos, tirar fotos e jogar games não muito pesados.
O processador é o Exynos 1380, o mesmo utilizado no A54 (antecessor do A55). Para quem precisa de um celular mais espertinho, pode optar por mais RAM. A traseira é de vidro, mas a moldura é plástica com aspecto metálico.
Imagem: Marcella Duarte/UOL
Ficha técnica: Samsung Galaxy A35
Tela: Super Amoled 6,6 Full HD+ 120 Hz (1.080 x 2.340 pixels)
O bilionário Elon Musk processou a OpenAI, criadora do Chat GPT, e seus cofundadores Sam Altman e Greg Brockman. Segundo a Reuters, Musk alegou que ambos abandonaram a missão original da empresa de desenvolver inteligência artificial para benefício das pessoas, e não só visando lucro.
A ação judicial afirma que o bilionário teria sido convidado para a criação de uma empresa sem fins lucrativos. O documento foi apresentado nesta quinta-feira (29) em um tribunal de São Francisco, nos Estados Unidos.
Em 2015, Musk foi cofundador da OpenAI, uma organização que criaria programas de inteligência artificial generativa de “código aberto”, logo qualquer pessoa poderia ter acesso. Além disso, o objetivo era evitar a dominação da tecnologia pelo Google.
O dono da SpaceX e do X (Twitter), deixou a OpenAI em 2018 e se tornou crítico da empresa. No ano passado, Musk criou outra empresa de inteligência artificial, a xAI. Ele acredita que junto com a Microsoft, a OpenAI, está focando no lucro das ações, diferente do que foi proposto no início da empresa.
A parceria da Microsoft com a OpenAi, para desenvolver as ferramentas de inteligência artificial, prevê um investimento de US$13 bilhões (R$64,7 bilhões). Elon Musk pede que o modelo de IA GPT-4 seja retirado da licença concedida à investidora.
A OpenAI, a Microsoft e Elon Musk não comentaram o assunto publicamente.
São pelo menos dois modelos, que poderiam ser lançados só a partir de 2026. Empresa estaria trabalhando também em um iPad dobrável
A Apple estaria desenvolvendo protótipos de pelo menos dois iPhones que se dobram horizontalmente como uma concha, como no clássico design flip, segundo o site ‘The Information’, que cita uma fonte com acesso direto aos planos da companhia.
Ainda de acordo com o site, especializado em tecnologia, o projeto está na etapa de pesquisa e desenvolvimento, e os novos modelos não devem ficar prontos até pelo menos 2026.
A Apple já teria conversado com “pelo menos uma” fabricante na Ásia para a produção de iPhones dobráveis em dois tamanhos diferentes. Ao mesmo tempo, a empresa está trabalhando em um iPad dobrável.
Desafio de reduzir a espessura
Engenheiros buscam reduzir ao máximo a espessura do dispositivo final, para que seja “tão fino quanto os modelos atuais do iPhone” e, assim, não ocupar muito espaço no bolso quando dobrado, e ainda oferecer uma tela externa, semelhantes às do Galaxy Z Flip ou do Motorola Razr+.
Tim Cook, CEO da Apple, teria abordado os engenheiros da empresa sobre a possibilidade de criarem iPhones dobráveis em 2018, época em que os modelos flipsurgiram apenas como protótipos ou em dispositivos conceituais muito caros, e dois anos antes de a Samsung revelar seu primeiro Galaxy Z Flip.
A popularidade dos smartphones dobráveis têm crescido desde o lançamento do Samsung Galaxy Fold, em 2019. Desde então, a Motorola, o Google e várias marcas chinesas estão seguindo a tendência e lançaram seus próprios dispositivos dobráveis, embora ainda não sejam tão populares devido ao seu alto custo de venda e a fragilidade do equipamento em comparação com os smartphones tradicionais.
Caso a Apple acabe lançando um iPhone dobrável, esta será uma das maiores mudanças de design de hardware na história do produto.
Há seis anos, a Apple está empenhada no desenvolvimento de seu carro autônomo, conhecido como “Apple Car”, mantido em sigilo pela empresa. Durante esse período, poucas informações foram reveladas sobre o andamento do projeto. No entanto, dados fornecidos pela empresa a uma agência na Califórnia, nos Estados Unidos, indicam que vários testes de direção foram realizados com o carro ao longo de 2023, superando em pelo menos quatro vezes a quantidade realizada em 2022.
Principais pontos a serem destacados:
O Apple Car está em fase de testes mais intensos;
Há indícios de que sua revelação pode estar próxima;
No entanto, a total autonomia do veículo é questionável.
De acordo com o relatório, entre dezembro de 2022 e novembro de 2023, houve um aumento significativo na quilometragem percorrida nos testes com o Apple Car. No segundo semestre do ano passado, esse crescimento foi ainda mais acentuado, totalizando aproximadamente 13 mil quilômetros em modo de direção autônoma, conforme informações da Wired.
Apesar desse número parecer alto, ele está consideravelmente abaixo do registrado por outras empresas que desenvolvem veículos autônomos. Isso sugere que o sistema da Apple ainda não atingiu um estágio avançado de desenvolvimento. Empresas como a Cruise, da GM, mesmo diante de polêmicas, realizaram testes que foram 10 vezes mais extensos que os da Apple.
Esses dados são divulgados devido à necessidade de autorização governamental para testes de carros autônomos nas ruas da Califórnia. Enquanto a Apple ainda requer a presença de um motorista durante os testes, outras montadoras já obtiveram permissão para realizar testes sem a presença humana ao volante.
Informações mais recentes indicam que o Apple Car, quando lançado, pode não ser tão autônomo quanto inicialmente planejado pela empresa. Isso corrobora com os dados dos testes, sugerindo que o veículo poderá apresentar apenas automação parcial em suas funcionalidades.
A Bloomberg revelou que o carro teve sua previsão de lançamento adiada para 2028 e passou por alterações significativas no software. Inicialmente projetado como um veículo totalmente autônomo, agora o Apple Car será equipado apenas com automação parcial, assemelhando-se ao modelo da Tesla.
Em uma nova mudança, o nível de automação foi rebaixado novamente, passando para um sistema de nível 2+ (automação parcial). Desde o anúncio inicial, os recursos autônomos do veículo foram reduzidos de um sistema de nível 5 (automação total) para um sistema de nível 4 (automação total em algumas circunstâncias) e, agora, para um sistema parcial.
Ao longo do tempo, o projeto original da Apple, que visava um carro sem volante ou pedais, passou por diversas reformulações devido a questões de tempo e viabilidade. De acordo com a Bloomberg, a meta agora parece ser a entrega de um veículo elétrico no mesmo patamar tecnológico do Tesla, evidenciando a intenção da Apple de competir no mercado de veículos autônomos e elétricos.
A Amazon pode lançar lançar uma versão por assinatura da Alexa já em junho, segundo relatos de fon. A iniciativa surge como uma tentativa da empresa de transformar a assistente de voz em uma fonte viável de receita, após anos de desafios financeiros com a ferramenta. Não há detalhes oficiais de como seria a mudança, mas a expectativa é que a nova versão use inteligência artificial generativa, uma das tendências dos últimos anos.
Apesar dos planos ambiciosos, fontes internas da Amazon revelam que há tensões sobre a viabilidade do modelo de assinatura, de acordo com o site Business Insider. Há também dúvidas sobre se os consumidores estarão dispostos a pagar por um serviço que era totalmente gratuito. O site TechTudo apurou que a Amazon Brasil não tem planos de cobrar pela assistente virtual no país.
A Amazon enfrenta um momento decisivo com sua assistente de voz. Segundo um relatório recente do Business Insider, a empresa precisa que a nova versão por assinatura da Alexa gere receita de maneiras que a assistente de voz nunca fez antes.
Questionada pelo site Ars Technica, a gigante do comércio eletrônico não comentou o relatório, mas as citações de funcionários anônimos da Amazon sugerem uma incerteza sobre o sucesso do novo modelo de negócios. A Alexa, conhecida por atender a consultas básicas, enfrenta o desafio de convencer os usuários a pagar por funcionalidades mais avançadas e interativas.
Em setembro, David Limp, então vice-presidente sênior de dispositivos e serviços da Amazon, demonstrou uma Alexa capaz de lidar com diferentes demandas para vários aplicativos, sendo necessária apenas uma única frase falada. Além disso, a ferramenta promete entender comandos mais complexos, e sem necessidade do prompt “Alexa”. Esta evolução aponta para a introdução da “Remarkable Alexa”, uma tecnologia que promete ser mais conversacional, mas que, segundo relatos, ainda apresenta desafios, como respostas longas ou imprecisas.
Apesar dos desafios técnicos e das incertezas internas, a Amazon vê a necessidade de tornar a Alexa uma fonte de receita viável, principalmente por conta dos altos custos associados à pesquisa e desenvolvimento de IA generativa. Com a perspectiva de lançar a versão por assinatura em junho sob o nome de “Alexa Plus”, a empresa enfrenta o desafio de equilibrar a necessidade de inovação com a realidade de um mercado que pode não estar pronto para pagar por um assistente de voz.
Alexa vai ser paga no Brasil?
No Brasil, porém, a situação parece ser diferente. Até o momento, não há indicações de que a Amazon planeje introduzir a versão por assinatura da Alexa no mercado brasileiro. A empresa confirmou que o projeto “não é válido para o Brasil”. Isso pode representar uma abordagem regionalizada da empresa, talvez refletindo as diferenças nos padrões de uso e nas expectativas dos consumidores em diferentes partes do mundo.
A decisão da Amazon de potencialmente cobrar pela Alexa em apenas alguns mercados destaca a complexidade de implementar modelos de negócios globais, sobretudo em um mundo cada vez mais digital e interconectado. Resta ver como os consumidores reagirão a essa mudança significativa em um serviço que muitos passaram a considerar essencial em seu dia a dia.
TechTudo/Com informações de Business Insider e Ars Technica (1 e 2)
A Microsoft demitiu 1.900 pessoas nesta quinta-feira (25) de suas áreas de games. Os setores com maior impacto foram as empresa Activision, Blizzard e King, adquiridas por US$ 69 bilhões em um negócio finalizado em outubro de 2023, e Xbox, que inclui o videogame, estúdios de desenvolvimento de jogos e o serviço Gamepass.
A área de games da empresa tinha cerca de 22 mil funcionários antes do corte. A Microsoft é avaliada em mais de US$ 3 trilhões, sendo a segunda companhia (depois da Apple) de quebrar a marca do trilhão em valor de mercado.
Activision, de ‘Call of Duty’, Blizzard, de ‘World of Warcraft’, e King, de ‘Candy Crush’, sofream com demissões nesta quinta (25). — Foto: Microsoft via BBC
A Activision é responsável pela série de sucesso “Call of Duty”, a Blizzard por jogos como “World of Warcraft”, “Overwatch”, “Diablo” e “Hearthstone”, e a King pelo sucesso dos celulares “Candy Crush”.
O presidente da Blizzard, Mike Ybarra, e um dos fundadores do estúdio, Allen Adham, também saíram da empresa.
“É um dia extremamente difícil para mim e minha energia e apoio estarão focados em todos os indivíduos incríveis afetados” pela decisão da empresa, disse Ybarra em sua conta na rede social X, antigo Twitter.
Em comunicado enviado aos funcionários afetados pelas demissões, o chefe da divisão Xbox, Phil Spencer, afirmou que os cortes ocorreram após serem encontradas sinergias entre as duas empresas (leia a íntegra abaixo).
Spencer disse aos trabalhadores que a Microsoft e a Activision estão comprometidas em encontrar uma “estrutura de custos sustentável” para expandir o negócio de jogos online, que emprega 22 mil pessoas.
“Juntos, definimos prioridades, identificamos áreas de sobreposição e garantimos que estamos todos alinhados nas melhores oportunidades de crescimento”, acrescentou.
Em 2022, a Microsoft comprou a Activision Blizzard, uma das maiores empresas de games do mundo, por US$ 68,7 bilhões, cerca de R$ 379 bilhões. Este valor foi a maior aquisição do mercado de jogos. O negócio foi concluído em outubro de 2023.
A última vez que a Microsoft anunciou grandes demissões foi há um ano, afetando 10 mil funcionários.
Íntegra do comunicado sobre cortes
“Faz um pouco mais de três meses desde que as equipes de Activision, Blizzard e King se juntaram à Microsoft. À medida que avançamos em 2024, a liderança da Microsoft Gaming e Activision Blizzard está comprometida em alinhar uma estratégia e um plano de execução com uma estrutura de custos sustentável que apoiará todo o nosso crescente negócio. Juntos, estabelecemos prioridades, identificamos áreas de sobreposição e garantimos que todos estejamos alinhados nas melhores oportunidades de crescimento.
Como parte desse processo, tomamos a dolorosa decisão de reduzir o tamanho de nossa força de trabalho em jogos em aproximadamente 1.900 cargos, dos 22.000 membros de nossa equipe. A Equipe de Liderança em Jogos e eu estamos comprometidos em conduzir esse processo da maneira mais ponderada possível. As pessoas diretamente afetadas por essas reduções desempenharam um papel importante no sucesso da Activision Blizzard, ZeniMax e das equipes Xbox, e devem se orgulhar de tudo o que conquistaram aqui. Somos gratos por toda a criatividade, paixão e dedicação que trouxeram aos nossos jogos, jogadores e colegas. Forneceremos todo o nosso apoio àqueles que forem impactados durante a transição, incluindo benefícios de rescisão conforme as leis locais de emprego. Aqueles cujas funções serão impactadas serão notificados, e pedimos que tratem seus colegas que estão partindo com respeito e compaixão, consistentes com nossos valores.
Olhando para o futuro, continuaremos a investir em áreas que impulsionarão nosso negócio e apoiarão nossa estratégia de levar mais jogos a mais jogadores ao redor do mundo. Embora este seja um momento difícil para nossa equipe, estou tão confiante quanto sempre em sua capacidade de criar e nutrir jogos, histórias e mundos que unem os jogadores.”
Phil Spencer.
Cortes no Google
A dona do Windows não é a primeira empresa a cortar pessoal em 2024. No início de janeiro, o Google anunciou o desligamento de centenas de funcionários em todo o mundo.
O Google não deu detalhes do impactado das demissões no Brasil, mas disse que “alguns times continuam a fazer parte das mudanças organizacionais, que incluem a eliminação de alguns cargos globalmente”.
O Instagram anunciou que vai introduzir uma nova funcionalidade no seu aplicativo para incentivar os adolescentes a dormir.
A nova funcionalidade, que será lançada em breve, enviará uma notificação para os adolescentes que estiverem mais de dez minutos no aplicativo durante a noite. A notificação irá incentivar os adolescentes a fechar o aplicativo e ir para a cama.
A notificação não poderá ser desativada nas definições do aplicativo. No entanto, os adolescentes poderão fechar a notificação manualmente.
A nova funcionalidade é uma resposta às preocupações sobre os efeitos do uso excessivo de redes sociais na saúde mental dos adolescentes. Estudos têm mostrado que o uso excessivo de redes sociais pode levar a problemas como ansiedade, depressão e insônia.
O Instagram já tem outras funcionalidades destinadas a cuidar da saúde mental dos usuários, como a opção de “limitar o tempo de utilização” e a opção de “silenciar notificações”.
Um brasileiro que fez fortuna na área de games comprou uma mansão pela quantia de US$ 25,4 milhões, ou R$ 123,9 milhões. Logo, o imóvel tem como localização o coração do Vale do Sicílio, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos.
Trata-se, portanto, de Victor Lazarte, co-fundador e ex-CEO da Wildlife Studios, a empresa de jogos de celular mais valiosa da América Latina.
A propriedade adquirida por Lazarte está localizada na Euclid Avenue, em San Mateo, uma região a cerca de 30 minutos da sede de grandes empresas de tecnologia como Google, Facebook e Apple. Ainda, o imóvel contempla dois terrenos que, juntos, totalizam 8 mil metros quadrados.
Ademais, a mansão adquirida através da fortuna com games possui 760 metros quadrados de área construída, incluindo uma casa de hóspedes e uma ampla área destinada a piscina. Ao todo, a propriedade dispõe de 6 quartos e 8 banheiros.
A compra pela mansão ocorre alguns meses após Lazarte ter se tornado o primeiro brasileiro a figurar no rol de sócios da Benchmark. Ela é uma das mais prestigiosas gestoras de investimento em startups da Califórnia, reconhecida por realizar investimentos em empresas de grande porte como Uber, eBay e Instagram.
Saiba mais sobre a careira de Lazarte
Victor Lazarte iniciou a Wildlife Studios em São Paulo, juntamente com seu irmão Arthur, no ano de 2010. A empresa é responsável pelo desenvolvimento de jogos de sucesso como Tennis Clash, Zooba, Sniper 3D e Colorfy. No ano passado, a Wildlife Studios foi avaliada em US$ 3 bilhões, passando a ser a empresa de tecnologia mais valiosa do Brasil e com o maior alcance global.
Atualmente, com a fortuna adquirida pelos games, Lazarte reside nos Estados Unidos, onde atua como investidor e conselheiro da Brex. Essa é uma fintech de cartão de crédito corporativo fundada em 2017 pelos também brasileiros Henrique Dubugras e Pedro Franceschi.
Empresa quer ‘voltar às origens’ com nova série de veículos
Conceito do carro elétrico Space-Hub, desenvolvido pela Honda | Foto: Divulgação/Honda
A fabricante de automóveis japonesa Honda apresentou conceitos de carros elétricos que recarregam em 15 minutos. Chamados Saloon e Space-Hub, a fabricante promete lançar os veículos em 2026, nos EUA.
De acordo com a Honda, os futuros elétricos vão ter bateria de alta densidade com maior autonomia e recarga rápida em 15 minutos para até 80% de energia.
A alimentação vai ser feita por um novo tipo de eixo, batizado e-Axles, conectado ao motor elétrico e inversor além da transmissão.
Segundo a Honda, o estilo desses veículos vai seguir uma nova orientação de design e tecnologia, conforme o conceito “0 Series”.
O Space-Hub deve ser um veículo multiuso, como uma espécie de perua, além de uma traseira toda fechada e uma tela personalizável na frente.
Under the common design language of the Honda 0 Series, the Space-Hub was developed under the theme of “augmenting people's daily lives.” #CES2024#Honda0pic.twitter.com/BRj6neDsuF
Conceito 0 Series para os carros elétricos da Honda
A Honda explica que o nome 0 Series para os novos carros é uma espécie de “ponto de partida” para novas tecnologias.
“O nome da série representa a determinação da Honda em enfrentar o desafio de desenvolver novos veículos elétricos, voltando ao ponto de partida como fabricante de automóveis e criando veículos elétricos completamente novos a partir do ‘zero’”, disse a empresa, em nota.
Segundo Shinji Aoyama, vice-presidente-executivo global da Honda, a empresa voltou “ao princípio”, trazendo “um design para uma nova era” ao formular o Honda 0 Series. “Uma proporção ousada e pura para despertar uma nova perspectiva para as pessoas.”
Sabe-se que a nova linha de elétricos da marca terá um novo logotipo — uma releitura da marca original da Honda, alterada para atual em 1981. Segundo a Honda, o novo logotipo deve estar presente em todos os próximos carros elétricos, inclusive nos da 0 Series.