Foto: Reprodução/Redes sociais

Em um movimento sem precedentes, milhares de funcionários da Samsung Electronics iniciaram uma greve generalizada. A ação, que marca a maior greve na história da gigante da tecnologia, surge como uma resposta à intransigência da direção em relação às negociações salariais. Esse acontecimento ocorre em um momento em que a empresa prevê um aumento notável em seu lucro operacional para o segundo trimestre do ano.

O cenário é tenso na sede da Samsung em Seoul, Coreia do Sul, onde mais de 5 mil trabalhadores cruzaram os braços. O sindicato representativo desses funcionários parece determinado a intensificar suas reivindicações, que incluem não apenas melhorias salariais, mas também outros benefícios significativos. Este evento não apenas destaca questões salariais, mas também toca em pontos sensíveis como direitos e condições de trabalho na indústria de alta tecnologia.

O que motivou a greve dos funcionários da Samsung?

Os estrondosos passos da greve foram ouvidos inicialmente em junho, quando a primeira paralisação, de 24 horas, foi convocada. Com uma resposta insatisfatória da gestão, os funcionários elevaram o tom, organizando uma paralisação mais extensa e, agora, anunciam um cessar de atividades por tempo indeterminado a partir de 10 de julho. As exigências são claras: um aumento salarial de 5,6%, bônus atrelados aos lucros e compensações pelas perdas ocorridas durante as greves anteriores.

Como está a situação atual na Samsung?

Apesar das reivindicações contundentes, a direção da Samsung tenta manter a produção inalterada. Segundo declarações à imprensa, um porta-voz da empresa garantiu que as operações de fabricação não serão afetadas, graças à automação avançada nas linhas de produção, especialmente nas fábricas de semicondutores. No entanto, o sindicato permanece firme, alegando que, sem um acordo satisfatório, as interrupções são inevitáveis e a direção terá que ceder.

Qual o impacto esperado com esta greve?

Analisando o cenário da indústria tecnológica, essa greve não apenas impacta a produção da Samsung, mas também envia ondas pelo mercado global de tecnologia. A Samsung é um player crucial no fornecimento de chips de memória e smartphones, sendo essencial para a cadeia de suprimentos de várias outras empresas pelo mundo. Um impasse prolongado pode afetar não só a própria empresa, mas também seus parceiros e consumidores globais.

Enquanto as negociações continuam em um clima de incerteza, o mundo observa atento aos desenvolvimentos desta greve na Samsung. Seja qual for o resultado, é claro que ele definirá um novo precedente para as relações laborais na indústria de tecnologia da Ásia e, possivelmente, do mundo.

Informações TBN


Foto: Reprodução/ X/ Nasa

Após anos de atrasos, a Nasa lançou o primeiro voo tripulado da espaçonave Starliner, da Boeing. Dois pilotos de teste decolaram a bordo da cápsula em direção à Estação Espacial Internacional (ISS) em 5 de junho. A missão, inicialmente prevista para durar oito dias, já teve seu retorno adiado três vezes.

Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams deveriam retornar à Terra em 12 de junho. Na sexta-feira, 21 de junho, a Nasa informou em comunicado que o pouso era esperado para esta quarta-feira, 26 de junho. Esse cronograma foi reajustado, mas nenhuma data exata para o retorno foi divulgada.

Segundo a Nasa, o adiamento permitirá mais tempo para examinar problemas nos propulsores e vazamentos de hélio que causaram o primeiro atraso. “Estamos deixando os dados orientarem nossa tomada de decisão em relação ao gerenciamento dos pequenos vazamentos no sistema de hélio e ao desempenho dos propulsores que observamos durante o encontro e a atracação”, disse Steve Stich, gerente do Programa de Tripulação Comercial da Nasa.

A nave Starliner pode ficar ancorada na ISS por no máximo 45 dias, de acordo com autoridades da Nasa. No comunicado, a Nasa reforçou que a Starliner “permanece autorizada para retorno em caso de emergência na estação espacial que exigisse que a tripulação deixasse a órbita e voltasse à Terra”.

Informações TBN


Reprodução/MoneyTimes

Elon Musk deu a entender que pode estar considerando uma parceria com a Samsung para lançar um smartphone próprio, apelidado de “Celular X”. A declaração veio após a Apple anunciar, durante a Worldwide Developers Conference (WWDC) 2024, a integração do ChatGPT, chatbot de inteligência artificial (IA) da OpenAI, em seus dispositivos.

Após o anúncio da parceria entre Apple e OpenAI, Musk reagiu à notícia, chamando-a de “violação de segurança inaceitável” e acusando a Apple de comprometer a segurança dos usuários. O bilionário chegou a ameaçar banir iPhones de suas empresas, como Tesla, SpaceX e SpaceX, alegando que a Apple “não tem ideia do que realmente está acontecendo” ao entregar dados à OpenAI.

Entre as especificações imaginadas para o suposto “Celular X” estariam uma tela OLED de 6 polegadas, compatibilidade com a internet via satélite da Starlink, carregamento solar e a possibilidade de ser usado como controle remoto para os carros da Tesla. No entanto, até o momento, tudo não passa de especulação. 

A Samsung não se pronunciou sobre o assunto e não forneceu informações concretas sobre o desenvolvimento do “Celular X” ou se a parceria realmente se concretizará.

Informações TBN



O empresário Elon Musk, dono da rede social X, fez uma postagem na plataforma neste sábado (15) na qual defendeu o fim das urnas eletrônicas. A publicação em questão foi um comentário a um post de Robert F. Kennedy Jr., candidato independente ao cargo de presidente dos Estados Unidos, que comentou uma reportagem sobre irregularidades relacionadas ao dispositivo nas eleições primárias de Porto Rico.

– Deveríamos eliminar as urnas eletrônicas. O risco de ser hackeado por humanos ou IA, embora pequeno, ainda é muito alto – escreveu Musk.

Kennedy, que segue na disputa à Presidência dos Estados Unidos, havia comentado uma reportagem da agência de notícias Associated Press que apontou que a comissão eleitoral de Porto Rico está revendo seu contrato com uma empresa de votação eletrônica dos EUA depois que centenas de discrepâncias foram descobertas após as acirradas primárias da ilha.

Segundo a agência, o imbróglio resultou de um problema de software que fez com que as máquinas fornecidas pela Dominion Voting Systems apurassem incorretamente o total de votos. Por causa disso, as contagens informadas pelas máquinas teriam sido inferiores às contagens de papel em alguns casos. Além disso, algumas máquinas reverteram certos totais ou reportaram zero votos para alguns candidatos.

Em sua publicação, o concorrente ao cargo máximo da política americana disse que “felizmente, havia um rastro de papel para que o problema fosse identificado e a contagem dos votos corrigida”.

– O que acontece em jurisdições onde não há registro documental? Os cidadãos dos EUA precisam de saber que todos os seus votos foram contados e que as suas eleições não podem ser pirateadas. Precisamos de regressar às cédulas de papel para evitar interferências electrônicas nas eleições. A minha administração exigirá votos em papel e garantiremos eleições honestas e justas – resumiu.

BOLSONARO INELEGÍVEL APÓS QUESTIONAR SISTEMA
No Brasil, o principal expoente da defesa do voto impresso auditável, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi declarado inelegível por oito anos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em junho do ano passado, justamente após fazer uma reunião com embaixadores na qual questionou o sistema de votação adotado no Brasil, no qual há apenas o registro eletrônico do voto.

Em seu voto pela inelegibilidade de Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes, então presidente do TSE, disse que, no encontro com os embaixadores, o ex-presidente teve “claro sentido de destruir credibilidade de sistema de votação” e influenciar o eleitor de que estaria sendo vítima de uma “conspiração do Poder Judiciário para fraudar as eleições presidenciais”.

*Pleno.News
Foto: EFE/Ulises Ruiz Basurto


Kirill Kudryavtsev/AFP

Diretrizes permitem compartilhamento de conteúdo adulto consensual no X

A rede social X (anteriormente Twitter) atualizou suas regras para permitir oficialmente a divulgação de conteúdo adulto e gráfico. Embora o conteúdo adulto e a nudez já estivessem presentes na plataforma há anos, diferentemente do Facebook e Instagram, eles nunca foram explicitamente proibidos, mesmo antes da aquisição por Elon Musk no final de 2022.

As novas diretrizes, divulgadas pelo site TechCrunch nesta segunda-feira (3), permitem que os usuários compartilhem conteúdo adulto “desde que seja produzido e distribuído consensualmente”. A atualização ocorreu no último final de semana, com a plataforma declarando que “a expressão sexual, visual ou escrita, pode ser uma forma legítima de expressão artística”.

Conforme a nova política, a publicação de conteúdo adulto está permitida desde que seja rotulada como tal e não apareça em fotos de perfil ou banners de conta. Contas que frequentemente publicam esse tipo de conteúdo devem marcar automaticamente suas imagens e vídeos como sensíveis. Esses posts serão proibidos para usuários menores de idade ou para aqueles que optarem por não visualizá-los.

A política também se aplica a conteúdos gerados por IA, animações, desenhos animados, hentai e anime. A equipe de segurança do X afirmou na própria rede que as novas diretrizes “trariam mais clareza às regras e transparência na aplicação dessas áreas”.

Desde que adquiriu o Twitter, Musk enfrentou críticas por reduzir as equipes de moderação de conteúdo. A plataforma passou por problemas técnicos e restabeleceu contas de teóricos da conspiração de direita e do ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Musk também planeja expandir a receita do X para além da publicidade e transformá-lo em um “superaplicativo” semelhante ao WeChat da China, que integra serviços de mensagens, chamadas de voz e vídeo, redes sociais, pagamentos móveis e reservas em restaurantes.

Informações TBN


Imagem: Shutterstock

Com o avanço tecnológico constante, o debate sobre a substituição de funções humanas por máquinas inteligentes tem se intensificado. Dados recentes projetados pelo Goldman Sachs indicam que cerca de 300 milhões de empregos nos EUA e na União Europeia poderão ser afetados pela inteligência artificial. O temor de que a IA possa eliminar empregos paira no ar. Mas será isso realmente o caso?

IA: Aliada ou Vilã?

Muitos estudos têm explorado esse cenário, e embora seja complexo prever o futuro exato dessa influência tecnológica, é possível identificar áreas de trabalho menos prováveis de serem totalmente substituídas por máquinas.

A inteligência artificial não deve ser vista como uma ameaça direta aos postos de trabalho, mas sim como um agente transformador que traz benefícios significativos. Por exemplo, ela pode permitir que profissionais dediquem mais tempo a atividades estratégicas que exigem habilidades humanas únicas, como criatividade, empatia e julgamento ético.

Cinco Profissões Menos Afetadas pela IA

  1. Posições de Liderança Executiva: Gestores e líderes precisam ter um alto grau de empatia e compreensão das relações humanas, habilidades que as máquinas ainda não conseguem emular completamente.
  2. Cargos Criativos: A IA pode realizar tarefas incríveis, mas ainda não consegue igualar a originalidade e a expressão pessoal inerentes ao ser humano.
  3. Educadores/Professores: A interação humana, a empatia e o cuidado íntimo exigidos na educação estão além das capacidades atuais da IA.
  4. Profissões de Gestão Estratégica: Embora a IA possa auxiliar com análises e projeções, as decisões finais ainda devem ser tomadas por seres humanos com profundo entendimento dos negócios e da cultura organizacional.

A inteligência artificial está revolucionando diversos setores e funções, mas devemos afastar a ideia de que ela substituirá completamente os empregos humanos. Existem habilidades críticas que não podem ser codificadas. Em termos simples, a IA é uma ferramenta poderosa para nos auxiliar, não para nos substituir. Cabe a nós, seres humanos, encontrar o equilíbrio certo para aproveitar ao máximo essa tecnologia promissora.

Informações TBN


Imagem: Dimitri Karastelev/Unsplash/Reprodução

WhatsApp está lançando, nesta semana, a funcionalidade que permite a criação de figurinhas personalizadas por meio de comandos de texto enviados à inteligência artificial (IA) do aplicativo.

Com esse recurso, os usuários podem simplesmente enviar um comando de texto com uma descrição da imagem que desejam transformar em figurinha. A IA do aplicativo processa essa descrição e gera o conteúdo, que é então convertido em um sticker. Essa abordagem é semelhante ao que geradores de imagens na web, como o Dall-E 2 e o Midjourney, já fazem.

A empresa Meta, que também é proprietária do Facebook e do Instagram, havia anunciado essa novidade em outubro, mas inicialmente apenas para usuários anglófonos. Agora, a funcionalidade está disponível para falantes de português e outros idiomas.

No Brasil, a introdução desse recurso segue a estratégia gradual do WhatsApp de disponibilizar novas funcionalidades. Tanto os usuários de Android quanto os de iOS começarão a ver a opção de criar figurinhas com IA em seus aplicativos, acompanhada da mensagem “Gere figurinhas com IA”. Ao receber essa notificação, basta clicar em “Continuar” para ativar a novidade.

Para aqueles que ainda não receberam a atualização, a recomendação é manter o aplicativo atualizado e aguardar a liberação do recurso, uma vez que ainda não há uma data final definida para que todos os usuários tenham acesso.

A seguir, veja explicação de como criar figurinhas com IA no WhatsApp:

  1. Abra uma conversa no WhatsApp em seu dispositivo.
  2. Toque no ícone de figurinhas localizado na área de digitação.
  3. Selecione a opção “Usar IA” para acessar a nova funcionalidade.
  4. Digite a descrição da figurinha que deseja criar. Por exemplo, se quiser uma figurinha de um gatinho comendo macarrão, escreva “gato comendo macarrão”.
  5. A IA do WhatsApp processará a descrição e gerará até quatro opções de figurinhas com base no que foi solicitado.
  6. Caso nenhuma das opções fornecidas pela IA atenda às suas expectativas, você pode refazer a descrição e tentar novamente. A flexibilidade desse recurso permite ajustar as instruções quantas vezes forem necessárias até encontrar a figurinha ideal.

Informações UOL


DenPhotos/Shutterstock

Um relatório interno do WhatsApp, revelado pelo site The Intercept, trouxe à tona preocupações significativas sobre a segurança dos usuários da plataforma de mensagens, apesar da forte criptografia de ponta a ponta. A análise revela que uma vulnerabilidade existente permite que governos rastreiem para quem os usuários enviam mensagens, potencialmente comprometendo a privacidade de indivíduos em situações sensíveis.

A Técnica da Análise de Tráfego

A vulnerabilidade mencionada no relatório baseia-se em uma técnica conhecida como “análise de tráfego.” Essa técnica envolve o monitoramento do tráfego da Internet para inferir quem está se comunicando com quem e em que momento, sem necessariamente decifrar o conteúdo das mensagens transmitidas. Especialistas em segurança sugerem que essa técnica pode ser explorada por entidades governamentais para mapear redes de comunicação entre indivíduos, algo especialmente preocupante em regiões de conflito.

Alerta Contra Exploração por Sistemas de Inteligência Artificial

Um dos exemplos mais alarmantes citados no relatório é o sistema de inteligência artificial de Israel, conhecido como Lavender, que pode usar a análise de tráfego para atingir indivíduos na Faixa de Gaza. Essa perspectiva levanta sérios questionamentos sobre a segurança de ativistas, jornalistas e cidadãos comuns que dependem do WhatsApp para comunicações seguras em áreas de conflito.

A Necessidade de Proteções Robustas

Os metaengenheiros, responsáveis pela segurança do WhatsApp, destacaram a urgência de implementar proteções mais robustas e viáveis para mitigar os riscos associados à análise de tráfego. Em suas palavras, “Nossos usuários em risco precisam de proteções robustas e viáveis ​​contra análise de tráfego,” enfatizando a responsabilidade contínua da empresa em aprimorar a segurança dos dados.

Resposta da Meta

Por outro lado, a Meta, empresa controladora do WhatsApp, minimizou a gravidade da questão, classificando-a como um problema teórico. Contudo, as preocupações levantadas internamente sugerem que a exploração dessa vulnerabilidade pode já estar ativa, aumentando a urgência de endereçar essa falha de segurança.

Informações TBN


Novo Surface, laptop da Microsoft, vem com funções integradas de inteligência artificial
Novo Surface, laptop da Microsoft, vem com funções integradas de inteligência artificial Imagem: Divulgação

A Microsoft apresentou nesta segunda-feira (21) o seu conceito de PC do futuro. Nele, a IA (inteligência artificial) está presente em tudo: transcrevendo vídeos, identificando imagens e registrando tudo o que você faz, para ficar facilmente “buscável” no computador.

Além de apresentar novos computadores compatíveis com a nova tecnologia, a empresa mostra que quer competir com o Google e a Apple.

O que aconteceu

Em evento, a companhia apresentou o que eles chamam de PCs Copilot+, que são computadores com inteligência artificial integrada e têm chips parecidos com os presentes em smartphones.

Os novos PCs são a “razão mais convincente para atualizar seu PC em muito tempo”, disse Yusuf Mehdi, chefe de marketing da Microsoft, durante o evento.

O que esses computadores do futuro têm de diferente

Os PCs Copilot+ tem processador Qualcomm (Snapdragon X Elite), parecidos com os usados em celulares, e vem com NPU (um chip específico para rodar atividades de inteligência artificial localmente). Na prática, isso se traduz em máquinas mais finas, que podem ficar até 20 horas longe da tomada e que executam tarefas de inteligência artificial localmente (sem precisar ter conexão com internet).

Recall é uma das experiências exclusivas presentes nesses novos computadores. O recurso permite buscar algo que você já viu antes no PC. Imagine uma linha do tempo em que você pode navegar por capturas de tela e encontrar atividades que você fez no passado, como uma imagem editada no mês passado ou uma página web que você acessou antes de ontem. A funcionalidade permitirá personalizações, como guardar capturas de tela até determinado tempo e não “gravar” interações com determinados programas.

Recall é um recurso que permite buscar atividades passadas realizadas no PC; no exemplo, há uma busca por 'celeiro vermelho' e o sistema retorna uma imagem correspondente usada no Microsoft Power Point
Recall é um recurso que permite buscar atividades passadas realizadas no PC; no exemplo, há uma busca por ‘celeiro vermelho’ e o sistema retorna uma imagem correspondente usada no Microsoft Power Point Imagem: Divulgação

Uma mãozinha para quem gosta de desenhar.Se você gosta de desenhar, o Cocreator poderá, baseado nos seus traços de um desenho no Paint, gerar uma imagem nova. Será possível fazer edições de fotos usando a mesma funcionalidade: por meio de traços, a inteligência artificial poderá personalizar a imagem.

Legendas automáticas. Sistema de inteligência artificial fará traduções ao vivo de qualquer áudio do seu computador, mesmo que ele esteja offline. Segundo a empresa, num primeiro momento, isso será feito apenas para o inglês.

Primeiros PCs Copilot+ estão em pré-venda nos EUA, partindo de US$ 999 (cerca de R$ 5.100), de marcas como Samsung, Asus, Acer, Dell, entre outros, com entrega prevista em 18 de junho. Ainda não há previsão para chegada dos computadores no Brasil. A Microsoft também anunciou novos laptops Surface com processador Qualcomm, que nos EUA.

Foco em computadores com chip de celular

A empresa promete maior compatibilidade de programas importantes para os novos computadores, como o pacote Adobe (Photoshop, Lightroom, Express, Illustrator e Premiere Pro), Capcut, djay Pro, entre outros.

Até então, a maioria dos PCs com Windows tem arquitetura x86 (usada em chips Intel e AMD). Com o anúncio desta segunda, a empresa mostra que quer ir em direção do uso de chips parecidos com os de celular (arquitetura ARM, feitos pela Qualcomm). Nisso, a Microsoft adota uma linha parecida com a da Apple, que deixou chips Intel para adotar de vez esses de celular nos novos MacBooks.

*UOL com agências internacionais


Segue até o dia 21 as inscrições para o maior evento de Marketing Digital da Bahia, o InstaWeek. A iniciativa é do Sebrae, em parceria com a Prefeitura de Feira de Santana, traz uma importante programação para impulsionar os pequenos negócios nas mídias sociais e transformar likes em lucro.

As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas pelo link: https://bit.ly/instaweek2024. O evento acontece na próxima terça-feira (21), no Ária Hall – avenida Presidente Dutra, 1226, Centro. De acordo com a Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), até o momento o evento possui em torno de 800 inscritos.

A programação será aberta com uma exposição de negócios para fomentar a conexão entre os empreendedores. Às 18h, o painel “A Magia do Básico Bem-feito: Mídias Sociais em sua Máxima Potência” com Marília Enéas, especialista em Marketing Digital e Analista do Sebrae. Logo em seguida, o painel enriquecedor “Ter uma rede, ser social” com Wil Machado, publicitário com mais de oito anos de atuação no mercado da comunicação baiana, referência em autenticidade e Ecossistemas Criativos.

A mais esperada palestra “Desmarketize-se”, ministrada por João Branco, está marcada para 19h30. João Branco foi vice-presidente de Marketing do McDonald’s, e eleito como o profissional de marketing mais admirado do Brasil (Scopen), Top 10 melhores CMOs do Brasil (Forbes) e #1 líder de marketing mais efetivo do Brasil (AD Latina).

*Secom/PMFS
Foto: ACM