Elon Musk entra na sede do Twitter carregando uma pia Foto: Reprodução/ Print de vídeo Twitter Elon Musk
Nesta quarta-feira (26), o empresário Elon Musk publicou um vídeo no qual aparece entrando sorridente na sede do Twitter carregando uma pia, sugerindo que a sua compra da rede social se tornou realidade.
Em sua conta na rede social, o bilionário fez um trocadilho com a expressão “let that sink in”, usada para indicar uma notícia chocante, segundo informações do portal Metrópoles. A palavra “sink in” significa “afundar”, em português.
Musk, por ordem judicial, deve completar a aquisição do Twitter no valor de 44 bilhões de dólares até sexta-feira (28) se quiser evitar uma ação judicial movida pela empresa depois de ter voltado atrás.
O chefe da Tesla tentou negociar um preço mais baixo para o acordo, mas o Twitter recusou, e finalmente, com o processo judicial se aproximando, Musk desistiu e anunciou que concordava em fechar o acordo nos termos originais.
O vídeo sugere que os dois lados podem já ter finalizado os detalhes do acordo, sobre o qual os analistas viam como principal obstáculo o financiamento.
Algumas horas antes, o empresário tinha escrito que “uma coisa bonita no Twitter é a forma como dá poder ao jornalismo cidadão, as pessoas podem divulgar notícias sem viés do establishment”.
Empresa terá de fornecer o equipamento a todos os clientes lesados por essa prática
A Apple foi condenada a pagar uma multa de R$ 100 milhões por vender iPhones sem carregador no Brasil. Com a decisão, a empresa terá de fornecer os adaptadores do tipo USB-C a todos os clientes que compraram celulares da marca depois de 13 de outubro de 2020, quando a empresa anunciou a venda do iPhone 12.
O juiz Caramuru Afonso Francisco, da 18ª Vara Cível de São Paulo, argumentou que a justificativa da marca para suspender o fornecimento do adaptador é uma “disfarçada iniciativa verde”.
“Ao se invocar a defesa do meio ambiente para tal medida, demonstra a requerida evidente má-fé, a ensejar quase que uma propaganda enganosa, o que se revela, também, uma prática abusiva, visto que até incentiva e estimula o consumidor a concordar com a lesão de que está a sofrer com a cessação do fornecimento dos carregadores e adaptadores”, diz o magistrado.
Francisco disse que a conduta da Apple configura nítida prática abusiva, “pois há o condicionamento da aquisição de um produto para que se possa ter o funcionamento de outro, o que não é permitido pelo artigo 39, inciso I do Código de Defesa do Consumidor”.
Em nota, a assessoria da Apple informou que “todos os modelos de iPhone vendidos no Brasil estão em conformidade com os regulamentos locais”. Os iPhones que não vêm com carregador são: iPhone 12, iPhone SE, iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 14, iPhone 14 Plus, iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max.
X2 é uma aeronave de decolagem e aterrissagem vertical elétrica de dois lugares que é levantada por oito hélices
Um “carro voador” construído pela fabricante chinesa de veículos eletrônicos Xpeng Inc fez seu primeiro voo público na última segunda-feira (10) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
O X2 é uma aeronave de decolagem e aterrissagem vertical elétrica de dois lugares (eVTOL) que é levantada por oito hélices — duas em cada canto do veículo.
O voo de teste não tripulado de 90 minutos em Dubai foi descrito por seu fabricante como uma “base importante para a próxima geração de carros voadores”.
“Estamos avançando passo a passo para o mercado internacional”, disse Minguan Qiu, gerente geral da Xpeng Aeroht. “Primeiro selecionamos a cidade de Dubai, porque Dubai é a cidade mais inovadora do mundo.”
Ao tentar fazer capturas de tela, alguns perfis afirmaram que receberam uma notificação para confirmar a ação ou repensá-la
O Twitter quer dificultar a captura de tela por parte de seus usuários. Desde a quinta-feira 6, alguns perfis afirmaram que receberam uma notificação para confirmar sua ação ou repensá-la.
Em seu perfil na rede social, Jane Manchun Wong falou sobre a novidade. Wong é conhecida por captar atualizações nas funções de aplicativos como Instagram, Facebook e o próprio Twitter.
“O Twitter está me persuadindo a compartilhar o tuíte ou a copiar o link em vez de fazer uma captura de tela”, contou Jane. Na notificação, é exibida a pergunta “Compartilhar tuíte em vez de captura de tela?”, seguido de dois botões para clique: “Copiar link” (para a área de transferência) e “Compartilhar tuíte”.
Twitter is trying to persuade me to Share Tweet or Copy Link instead of taking a screenshot of the Tweet pic.twitter.com/vwFYNsf003
De acordo com Shaokyi Amdo, porta-voz do Twitter, essa novidade na captura de tela ainda está em teste e disponível para um pequeno grupo de usuários do sistema operacional da Apple, o iOS. O objetivo dessa atualização, segundo Amdo, é mudar a forma como os conteúdos da rede social são compartilhados, uma vez que muitos tuítes acabam sendo replicados em outras plataformas, como o Instagram.
Prints não geram receita
É comum as pessoas compartilharem printsde tuítes em outras redes sociais. Esse tipo de atitude ajuda a criar conteúdos multiplataforma para os influenciadores digitais, mas é ruim para o Twitter, já que menos pessoas precisam acessá-la para ler o conteúdo.
Uma das principais formas de monetização da empresa hoje é a exibição dos anúncios. Logo, é extremamente prejudicial para a empresa ter menos acessos.
Bilionário está disposto a comprar o Twitter para não enfrentar um julgamento em Delaware
Elon Musk sugere a transformação do Twitter em um superaplicativo chamado X Foto: EFE/PETER FOLEY
Elon Musk está disposto a comprar o Twitter para não enfrentar um julgamento em Delaware, marcado para o próximo dia 17. Ele já começa a virar a visão de que a rede social possa ser um problema: após a confirmação do negócio, Musk comentou em sua conta no próprio Twitter que esse é um movimento que pode acelerar a construção de um “superapp” chamado por ele de X.
A ideia do bilionário é criar um modelo semelhante ao do chinês WeChat – um superaplicativo, que reúne características de redes sociais, mensageiro e app de banco.
O projeto não é novo para o bilionário. Antes de sinalizar a primeira intenção de compra do Twitter, em abril, Musk já havia falado de sua ideia de criar uma rede social própria, alegando priorizar que os usuários fossem mais livres para publicar suas opiniões.
Uma das motivações do dono da Tesla para criar a rede, batizada de X.com, ficou explícita após o Twitter banir a conta do ex-presidente dos EUA Donald Trump, depois de publicações de desinformação sobre a covid-19 e incitação aos atos no Capitólio em 6 de janeiro de 2020.
Depois de publicar sua ideia no Twitter, um seguidor do bilionário perguntou se não seria mais fácil apenas criar uma rede social do zero.
– (A compra do) Twitter provavelmente acelera (a construção da) X entre 3 e 5 anos, mas posso estar errado – respondeu Musk.
Após atritos públicos que resultaram no processo na Corte de Delaware, nos EUA, a confirmação da transação na tarde da última terça-feira fez os papéis da empresa subirem 22%, a 52 dólares (R$ 270) por ação – próximo do valor oferecido por Musk, de 54,40 dólares (R$ 282,71)por ação.
PEDRA NO CAMINHO Um dos desafios do Twitter, atualmente, é manter uma proposta de monetização para seus usuários na plataforma. Consideravelmente menor do que apps como Instagram, Facebook e TikTok, o site ficou “parado no tempo” em relação ao que as empresas de tecnologia e mídia social estavam propondo aos seus usuários e influenciadores.
Alguns movimentos foram feitos nos últimos anos para tentar reverter esse quadro: a adição de uma assinatura paga, o Twitter Blue, com ferramentas exclusivas, caixinhas de gorjetas, monetização de newsletter e entradas pagas para salas no Espaços, canal de conversas em áudio da plataforma.
Ainda assim, a rede social segue distante dos recursos de outras plataformas, principalmente em relação a parcerias com publicidades pagas.
– Para Musk, a ironia é que a parte fácil deste acordo foi comprar o Twitter, a parte difícil será corrigi-lo com monetização e engajamento de assinantes, um grande problema para o Twitter na última década – disse Dan Ives, analista da empresa de investimentos americana Wedbush.
A negociação entre Musk e Twitter havia sido suspensa após o bilionário desistir da compra da empresa, alegando inconsistência nos dados divulgados pela companhia a respeito de contas de spam na plataforma. Segundo o Twitter, apenas 5% de suas contas ativas monetizáveis poderiam ser consideradas bots – o empresário diz que esse porcentual é de 20%.
PROCESSO O processo, movido em julho pelo Twitter, visa a forçar Musk a cumprir a oferta que fez em abril deste ano pela empresa, de 44 bilhões de dólares (R$ 228,65), ou 54,20 de dólares (R$ 281,66) por ação. Um dos pedidos da companhia no processo é para que esse valor seja mantido.
Do outro lado, Musk tentava se livrar do acordo de compra e da multa rescisória de 1 bilhão de dólares, estipulada em contrato em caso de desistência do negócio. O argumento dele para fugir da multa é de que o Twitter não foi transparente sobre o número de contas falsas na plataforma. A equipe de Musk pediu à empresa que fornecesse dados para uma investigação independente, e alegou que a plataforma não ofereceu informações suficientes.
A disputa foi parar na Justiça, mas o novo acordo pela compra deve livrar Musk do julgamento que ocorreria no próximo dia 17 e seria perigoso para sua imagem como empresário de tecnologia.
Por enquanto, o aplicativo disponibilizou o recurso apenas para os usuários da versão Beta. Para esses, começou a valer nessa segunda (3/10)
O aplicativo de mensagens WhatsApp está começando a implementar de forma gradual, um novo recurso de bloqueio de captura de tela em vídeos e fotos de visualização única. A novidade de privacidade foi anunciada em agosto deste ano e começou a funcionar para alguns usuários nessa segunda-feira (3/10).
Por enquanto, o aplicativo disponibilizou o recurso, que garante mais segurança no envio de arquivos, apenas para testadores da versão Beta. De acordo com a empresa, ainda não existe uma data definida para que o recurso chegue a todas as versões do aplicativo.
A ferramenta impede que quem recebe as mídias faça capturas de tela de fotos e vídeos que só podem ser abertos uma única vez, mas sem notificar o remetente sobre a tentativa de prints. Assim, caso algum contato tente fazer uma captura de tela de alguma mídia enviada por um usuário, ele não será informado disso.
Com o recurso, quando a pessoa tenta tirar o screenshot, a imagem fica preta, e logo em seguida aparece uma mensagem informando que não é permitido fazer capturas de tela por conta das políticas de segurança do aplicativo.
A empresa vai usar as informações coletadas para revisar os próximos passos e entregar aeronaves aos clientes até 2027
O primeiro avião de passageiros totalmente elétrico do mundo fez seu voo inaugural na terça-feira 27.
O protótipo decolou do Aeroporto Internacional de Grant County, em Washington, nos Estados Unidos. O voo durou por apenas oito minutos e atingiu uma altitude máxima de cerca de mil metros, com poucas manobras durante o período no ar.
“Isso é história”, comemorou Gregory Davis, presidente e CEO da Eviation, empresa israelense fabricante da aeronave. “Não vimos a tecnologia de propulsão mudar na aeronave desde que passamos do motor a pistão para o motor a turbina, em 1950.”
Com tecnologia de bateria semelhante à de um carro elétrico ou de um celular com 30 minutos de carregamento, o Alice — como foi batizado —, de nove passageiros, poderá voar por uma hora.
O avião tem uma velocidade máxima de cruzeiro de 530 quilômetros por hora. Para referência, um Boeing 737 tem uma velocidade máxima de cruzeiro de 1 mil quilômetros por hora.
A empresa espera usar as informações coletadas durante o voo de terça-feira para revisar os próximos passos e entregar aeronaves aos clientes até 2027.
“Na verdade, geramos, francamente, terabytes de dados com os sistemas de aquisição de dados que tínhamos na aeronave, então vamos levar algumas semanas e revisá-los para ver como a aeronave se comporta em relação aos nossos modelos e nossos análise”, disse Davis.
Segundo a big tech, o objetivo é permitir que os usuários tenham seu próprio julgamento sobre os conteúdos
A Microsoft anunciou que não vai rotular publicações na rede social profissional LinkedIn e no buscador Bing como fake news. A big techinformou que, com essa medida, pretende fugir das acusações de estar “censurando” o discurso on-line.
“Não acho que as pessoas queiram que os governos lhes digam o que é verdadeiro ou falso”, disse o presidente da Microsoft, Brad Smith, à agência de notícias Bloomberg. “E não acho que a população esteja realmente interessada em que as empresas de tecnologia definam isso.”
Smith disse que a Microsoft tem como foco o rastreio e a divulgação de campanhas de desinformação que visam seus clientes do setor público e privado. O objetivo, segundo ele, é fornecer mais informações sobre quem está falando e o que estão dizendo como forma de permitir que os usuários tenham seu próprio julgamento se o conteúdo é verdadeiro.
“Temos de ser muito cuidadosos, porque — e isso também é verdade para todos os governos democráticos — fundamentalmente as pessoas querem, com razão, tomar suas próprias decisões. E deveriam fazer isso”, afirmou.
O presidente da Microsoft argumentou que a companhia prefere fornecer mais informações às pessoas em vez de colocar selos que indicam fake news. “Não podemos tropeçar e usar o que outros podem considerar censura como tática”, afirmou.
A decisão pode ser uma resposta à reação negativa enfrentada pelo Facebook e pelo Twitter depois das tentativas de sinalizar e remover posts com informações rotuladas como enganosas.
O Google foi multado em cerca de US$ 4,125 bilhões pelo Tribunal da União Europeia por violar leis de concorrência em países do bloco. As informações são da Reuters.
De acordo com a Corte, a empresa impôs restrições ilegais aos fabricantes de dispositivos móveis Android e operadoras de redes móveis para “consolidar a posição dominante de seu mecanismo de busca“.
Embora a empresa tenha contestado uma decisão antitruste do bloco, o Tribunal da UE confirmou a decisão. A multa inicial era de US$ 4,34 bilhões, mas foi reduzida depois do recurso.
“Estamos desapontados que o Tribunal não anulou a decisão por completo. O Android criou mais opções para todos, não menos, e apoia milhares de empresas de sucesso na Europa e em todo o mundo“, disse um porta-voz do Google à Reuters.
“Para melhor refletir a gravidade e a duração da infração, o Tribunal Geral considera apropriado, no entanto, impor uma multa de 4,125 bilhões de euros ao Google“, disseram os juízes, segundo a agência de notícias.
Gastar no exterior sem cartão de crédito internacional, pagar hospedagem em outros países com transferência instantânea ou compartilhar o custo de um churrasco com amigos estrangeiros em segundos. Este tipo de transação, impensável atualmente, está em testes e pode unir mais de 60 países no Nexus, o “Pix Internacional”. O sistema vai permitir transações entre diferentes nações e moedas em até um minuto.
O Nexus está sendo desenvolvido dentro do hub de inovação do Bank Of International Settlements (BIS), conhecido como “o banco central dos bancos centrais”, com sede em Basiléia, na Suíça. A ideia é integrar todos os países que já contam com algum sistema instantâneo de pagamento e transferência, como o Pix.
O desenvolvimento do Nexus está atualmente na fase de prova de conceito, com testes entre sistemas de pagamento da Malásia, de Cingapura e da Zona do Euro, por meio do Banco da Itália. O BC brasileiro participa como observador.