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Próxima atualização IOS 17 promete revolucionar; veja o que vai mudar no seu IPhone

Foto: Apple

O iOS 17, anunciado durante a WWDC 2023, traz uma série de novos recursos para usuários de iPhone (iOS). Entre eles estão o Modo StandBy, que transforma o celular em um relógio de mesa inteligente, os novos Pôsteres de Contatos, que permitem personalizar a aparência dos perfis dos usuários em chamadas, e a simplificação no modo de chamar a assistente virtual Siri. Há ainda o aplicativo Journal, uma novidade exclusiva da nova versão do sistema, diário digital que facilita o registro de informações de viagens e o acompanhamento de metas. Na lista a seguir, o TechTudo reúne cinco novidades do iOS 17 que valem a pena testar.

1. Modo StandBy

Entre os recursos que a nova atualização do iOS recebeu está o Modo StandBy. A novidade permite transformar o smartphone da Apple em um relógio de mesa inteligente sempre que o aparelho não estiver em uso e no modo paisagem. Assim, o usuário poderá ver informações sobre o tempo, compromissos agendados, fotos ou widgets interativos, por exemplo. 

Além disso, caso o iPhone seja carregado no MagSafe, ele sempre lembrará qual a visualização preferida do usuário para ser apresentada no Modo StandBy. Os usuários do iPhone 14 Pro com o recurso Always on Display vão visualizar a nova atualização sem a necessidade de ajustes adicionais. 

Modo StandBy vai transformar o iPhone em um relógio de mesa inteligente — Foto: Reprodução/Apple
Modo StandBy vai transformar o iPhone em um relógio de mesa inteligente — Foto: Reprodução/Apple 

2. Aplicativo Journal 

Outro destaque da versão atualizada do sistema operacional é o novo aplicativo Journal, que consiste em um diário digital baseado em machine learning. Ele servirá como um diário completo capaz de registrar diversas memórias em textos, imagens, áudios e, inclusive, a localização dos usuários em viagens. O app pode até mesmo sugerir momentos específicos importantes para que eles escrevam a respeito, o que permite estimular a imaginação.

O Journal também foi pensado para momentos de estresse e para o acompanhamento do progresso de objetivos estipulados pelos próprios usuários do iPhone. O app, que tem suporte a comandos personalizados, se torna particularmente útil por sua versatilidade e simplicidade. Outros diferenciais da aplicação são a presença de criptografia de ponta a ponta e a possibilidade de bloquear os registros para que nenhuma pessoa não autorizada os leia.

3. Pôsteres de Contatos

Um recurso divertido que está presente na atualização do iOS 17 é o Pôster de Contatos. Com ela, é possível personalizar a apresentação dos contatos, adicionando fotos, avatares, novas cores, emojis e customizando nomes. A tela personalizada aparecerá para os contatos que você ligar que tenham um iPhone e pode ser ajustada no recurso “Pôster”. Além disso, o recurso também funciona com aplicativos de chamada de terceiros.

iOS 17 vai ter a opção de personalizar os contatos com posters interativos  — Foto: Reprodução/Apple
iOS 17 vai ter a opção de personalizar os contatos com posters interativos — Foto: Reprodução/Apple

4. NameDrop

O NameDrop é um recurso novo do AirDrop que está na lista das atualizações a serem testadas no iOS 17. Com a funcionalidade, os usuários do iPhone conseguem compartilhar arquivos de contato – tanto e-mails como números de telefone. O seu principal diferencial é a possibilidade de fazer estas ações rapidamente com dois dispositivos um ao lado do outro. 

Por meio do NameDrop, será possível ouvir músicas nos dois dispositivos ao mesmo tempo com o SharePlay. Mesmo que os iPhones não estejam próximos um do outros, é possível finalizar o compartilhamento de arquivos. Afinal, eles continuam a ser enviados pela Internet.

NameDrop vai permitir enviar contatos via AirDrop — Foto: Reprodução/Apple
NameDrop vai permitir enviar contatos via AirDrop — Foto: Reprodução/Apple

5. Nova forma de chamar a Siri

Uma novidade interessante que merece ser testada na nova versão do sistema operacional da Apple é a simplificação da maneira de se chamar a Siri, a assistente virtual do iOS. Com o iOS 17, não será mais preciso chamar “Hey, Siri” para que a assistente atenda aos comandos. Basta chamar por “Siri”, uma maneira simplificada que está estendida inclusive para os comandos consecutivos, que agora poderão ser acrescentados sem a necessidade de ter que chamar a inteligência artificial novamente. A mudança é bastante útil, pois torna a interação com a IA mais objetiva. 

Com informações de CNET e WIRED


‘Livro de pedra’ é encontrado pelo Rover da NASA em Marte

(Imagem: NASA)

Em Marte, você não pode julgar um “livro de pedra” pela capa. É que o rover Curiosity, da NASA, encontrou um enquanto perambulava pelo planeta vermelho, durante o 3.800º dia marciano da sua missão de longa duração.

Pedra em formato de livro encontrada em Marte por rover da NASA
(Imagem: NASA/JPL-Caltech/MSSS)

Assim como bibliotecários, geólogos precisam ler cuidadosamente pistas ao redor desse “livro”. A estranha forma das rochas de Marte – como esta encontrada pelo Curiosity – geralmente se deve ao gotejamento de água na área há bilhões de anos, quando o planeta vermelho era muito mais úmido. É o que explicaram funcionários da NASA.

Agora, o planeta está muito mais seco e castigado por ventos. “Depois de eras sendo sopradas pelo vento, a rocha mais ‘macia’ é esculpida e materiais mais duros são tudo o que resta”, disseram funcionários do JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) da NASA, localizado no sul da Califórnia (EUA). É esse laboratório que gerencia a missão do Curiosity.

Missão em Marte

Superfície de Marte vista do espaço com planeta Terra ao fundo
(Imagem: Luca9257/Shutterstock)

O Curiosity tem explorado a Cratera Gale de Marte desde agosto de 2012. Suas voltas por lá levaram a resultados importantes, publicados em artigos científicos. Entre eles, estão: descoberta de água líquida num “Marte ancestral”, evidências de vida antiga (por meio de matéria orgânica) e exames de radiação na superfície, de acordo com o JPL.

Uma missão sucessora, Perseverance, está trabalhando na área da Cratera Jezero do planeta vermelhando. Tudo que encontra fica armazenado em tubos de amostras, que serão analisados quando retornar à Terra.

Espera-se que essa devolução de amostras aumente no final da década de 2020. Isso porque devem rolar lançamentos de um conjunto de espaçonaves de retransmissão e alguns mini-helicópteros.

Escrita na Terra

Pedra com pintura rupestre de homens e animais
(Imagem: David Stanley/Wikimedia Commons)

Embora se acredite que a escrita tenha se originado na antiga Suméria (perto do atual Golfo Pérsico) há cerca de 5,4 mil anos, de acordo com o Museu J. Paul Getty, as formas pelas quais humanos registram informações são diversas.

Um estudo de 2023 sugere que “pontos” de uma pintura rupestre podem ser uma forma de escrita de 20 mil anos atrás, embora conclusão seja controversa. E formas mais modernas de escrita foram colocadas em paredes de pedra, tabuletas de argila ou pergaminhos, para citar vários tipos de formatos de leitura.

O que muitas pessoas agora chamam de “livros” originou-se de códices, primeiro como tábuas de cera e depois como pergaminho nas áreas do Mediterrâneo e da Mesopotâmia, de acordo com a Biblioteca Britânica. Datar é complicado, mas formato parece ser bastante prevalente pelo menos na época greco-romana – se não antes.

Créditos: Olhar Digital/Com informações da NASA.


Apple lança “Vision Pro”, óculos de “realidade mista” controlado pelo olhar 

Divulgação/Apple

“Gadget” estará à venda no começo de 2024 apenas nos EUA e vai custar US$ 3.499, cerca de R$ 17.240

A Apple acaba de apresentar o que, segundo a empresa, promete ser o “aparelho eletrônico de uso pessoal mais avançado de todos os tempos”: o Apple Vision Pro.

O “óculos” foi revelado na transmissão da Conferência Mundial de Desenvolvedores da empresa que começou nesta segunda-feira (5) no campus de Cupertino, Califórnia (EUA).

Segundo o CEO Tim Cook, o aparelho tem potencial para “mudar a forma como vemos a tecnologia e como ela afeta a nossa vida”. “Tivemos que fazer mais de cinco mil patentes para desenvolver este produto”, informou o executivo.

Cook também revelou que o “gadget” custará US$ 3.499 (cerca de R$ 17.240) e será vendido a partir do começo de 2024 no site da marca e, por enquanto, apenas nas lojas dos Estados Unidos.

Como funciona

Apesar da aparência semelhante aos óculos de realidade aumentada e realidade virtual que já existem, o objeto inovador da Apple tem funcionalidades que misturam realidade virtual e realidade aumentada, o que possibilita enxergar “infinitas” telas projetadas em qualquer ambiente em que a pessoa estiver.

/ Divulgação/Apple

A interface será semelhante ao iOS, e o aparelho terá câmeras e sensores que vão permitir que os usuários interajam e controlem as telas apenas com os movimentos dos olhos e das mãos, ou pelo acionamento da Siri.

O Apple Vision Pro será alimentado por chips que processam as informações visuais e de áudio “oito vezes mais rápido do que um piscar de olhos”, para dar a impressão de que as experiências projetadas estão acontecendo em “tempo real”.

Segundo os exemplos apresentados na Conferência, será possível imergir completamente em filmes, fazer videochamadas e reuniões “extremamente realistas”, entre outras funcionalidades.

Tim Cook, também revelou que parcerias com desenvolvedores já estão em andamento, para proporcionar experiências “nunca antes vistas” aos usuários.

Por enquanto, os aplicativos apresentados mostram a possibilidade de ter um planetário próprio, de construir e revisar projetos de engenharia e até de analisar e examinar órgãos humanos.

Outros lançamentos

A Apple também aproveitou a ocasião para lançar o novo MacBook e os “mais poderosos Macs”: MacStudio e MacPro.

Também foram lançadas atualizações do sistema iOS de todos os aparelhos

Informações TBN


Alexandre de Moraes havia dado 24 horas para a empresa se manifestar

Foto: Divulgação/Telegram

O Telegram indicou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), novo representante legal no Brasil. A informação foi protocolada na Corte após o ministro dar prazo de 24 horas para a empresa apresentar a informação. Caso o prazo não fosse cumprido, o aplicativo deveria ser retirado do ar.

Conforme os dados enviados a Moraes, o novo responsável legal pela plataforma é o escritório Leonardi Advogados.

Na semana passada, o advogado Alan Campos Elias Thomaz, que atuava como representante do Telegram no Brasil, deixou de prestar serviçosà plataforma após o STF passar a investigar a empresa por postagens próprias contra o Projeto de Lei das Fake News (PL 2630/2020). A apuração foi aberta em 12 de maio.

Informações Bahia.ba


O logotipo da Neuralink, empresa pertencente ao bilionário Elon Musk - 19.dez.2022 - Dado Ruvic/Reuters
O logotipo da Neuralink, empresa pertencente ao bilionário Elon Musk Imagem: 19.dez.2022 – Dado Ruvic/Reuters

A Neuralink, empresa de implantes cerebrais de Elon Musk, disse nesta quinta-feira que recebeu a aprovação da Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos para iniciar o primeiro estudo clínico em humanos.

Em pelo menos quatro ocasiões desde 2019, Musk previu que sua empresa de dispositivos médicos logo iniciaria testes em humanos de um implante cerebral para tratar condições intratáveis, como paralisia e cegueira.

No entanto, a empresa, fundada em 2016, não buscou permissão da FDA até o início de 2022 — e a agência rejeitou o pedido, conforme relatado por sete atuais e ex-funcionários à Reuters em março.

Em um tuíte nesta quinta-feira, a Neuralink disse que a empresa ainda não está aberta para um ensaio clínico.

“Este é o resultado de um trabalho incrível da equipe Neuralink em estreita colaboração com a FDA, e representa um primeiro passo importante que um dia permitirá que nossa tecnologia ajude muitas pessoas”, disse a Neuralink em um tuíte nesta quinta-feira.

A Neuralink está desenvolvendo um implante cerebral que espera ajudar pessoas paralisadas a andar novamente e curar outras doenças neurológicas.

A FDA dos EUA não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.

Informações UOL/Reuters


Dona do Facebook, Meta vende parte da empresa por US$ 53 milhões

Foto: Reprodução 

A Shutterstock, empresa de banco de imagens on-line, anunciou nesta terça-feira, 23, a compra da Giphy, uma plataforma de imagens animadas pertencente, até então, à Meta — dona das redes sociais Facebook e Instagram e do aplicativo de mensagens WhatsApp. A transação foi fechada em US$ 53 milhões e deve ser concluída em junho. 

De acordo com o diretor-executivo da empresa de banco de imagens, Paul Hennessy, “esse é um passo empolgante na jornada da Shutterstock como uma plataforma criativa de ponta a ponta”, afirmou. “A Shutterstock está no negócio de ajudar pessoas e marcas a contarem suas histórias. Por meio da aquisição da Giphy, estamos ampliando nossos pontos de contato com o público”, concluiu.

A conta do Twitter da empresa também anunciou a aquisição da nova plataforma de imagens animadas.

“Sabe aquela sensação quando encontra o GIF de reação perfeita? Seremos nós o tempo todo agora que @GIPHY é oficialmente parte da Shutterstock. Além disso, se pronuncia GIF ou JIF? Pergunte a um amigo”, diz a publicação.

Revista Oeste


Aplicativo é alvo de inquéritos no STF

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O escritório Campos Thomaz e Meirelles Advogados Associados, que representava o Telegram no Brasil, renunciou a todos os processos do aplicativo no país. Com isso, a empresa ficará sem representante legal no Brasil e, por causa de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes de março de 2022, pode ter o serviço suspenso – na ocasião, o ministro disse que o app deveria contratar um representante no país, sob pena de ser suspenso.

A renúncia foi comunicada por e-mail ao Telegram na terça-feira (16) e começou a ser informada em todos os processos nos quais o aplicativo é parte ainda na noite da quinta-feira (18). Pelo que diz o Código de Processo Civil, os advogados continuarão a ser intimados por até dez dias depois da renúncia aos processos, caso a empresa não contrate outro escritório.

No e-mail, o escritório informou que deixa os processos “por motivos de foro íntimo”. E avisou que a renúncia “abrange todo e qualquer assunto e/ou representação (em qualquer juízo, instância ou tribunal, quaisquer repartições e autoridades públicas federais, estaduais, municipais, autarquias, incluindo quaisquer órgãos da administração pública direta e indireta já autuados, além de atos extraprocessuais praticados)”.

Intimações pessoais O principal motivo para a renúncia foram as intimações pessoais do advogado Alan Thomaz, sócio do Campos Thomaz e Meirelles. Isso fazia com que ele fosse tratado como um representante administrativo do Telegram no Brasil, e não sócio do escritório que defende a empresa em processos judiciais.

Informações Bahia.ba


Fotos: Luis Gustavo Bandeira Simas/divulgação


Quem nunca viveu a experiência de chegar ao escritório para mais um dia de trabalho e após encontrar um colega gripado, viu gradativamente diversos funcionários apresentarem sintomas de gripe? O cenário, que parece corriqueiro, tem um responsável “silencioso”, o aparelho de ar condicionado, item fundamental para trazer conforto térmico ao ambiente de trabalho, mas que também pode atuar como um dos principais disseminadores de vírus, no nosso convívio diário.

Esse tipo de situação ocorre pois ao ser ligado, o aparelho puxa o ar do ambiente, resfria e o redistribui no ambiente. Se o ar estiver contaminado com vírus, o sistema de ar condicionado pode espalhar esses vírus para outras partes do ambiente, é o que aponta o empresário Loyola Neto, responsável pela SALVAR, startup que criou um equipamento de proteção coletiva que elimina fungos, vírus e bactérias presentes no ambiente interno refrigerado.

“Em geral as pessoas se enganam achando que o ar do condicionador vem de fora, porém, na prática o aparelho apenas refrigera aquele ar que já está ali no ambiente. Um exemplo disso é o caso de odores no cômodo, até que a fonte do odor seja removida, ele vai permanecer circulando ali”, explica Loyola. 

Loyola Neto, CEO da SALVAR

Além dos surtos de contaminação, a falta de uma manutenção adequada dos aparelhos também pode provocar o acúmulo de poeira, ácaros e bactérias, que podem desencadear problemas respiratórios, como asma, rinite, bronquite e outras doenças pulmonares. Isso sem contar o agravamento de doenças pré-existentes como asma e rinite após a exposição ao ar contaminado dos condicionadores.

“Foi pensando nisso, que criamos um filtro que bloqueia a recirculação de fungos, vírus e bactérias, garantindo uma maior qualidade do ar e a segurança para saúde de quem trabalha naquele local”, completa.

Inovação

O filtro EPC Antiviral da SALVAR é uma tecnologia inteiramente desenvolvida na Bahia e tem a capacidade de reduzir 99,999% da carga viral, incluindo o coronavírus presentes em ambientes fechadosO produto serve pra qualquer tipo de ambiente, como escolas, farmácias, clínicas, hotéis, hospitais, restaurantes, etc.

A inovação foi patenteada em parceria com SENAI Cimatec e passou por testes em quatro laboratórios independentes. “Hoje estudos apontam que em um ambiente fechado, um indivíduo infectado pode contaminar até 54 pessoas. Prova disso são surtos que vemos após festas como o carnaval”, explica.

Loyola Neto, Pedro Dantas e Genilson Brito, da SALVAR

Com empresas cada vez mais preocupadas com os impactos provocados pelo afastamento de funcionários, o filtro desenvolvido pela SALVAR tem sido um grande aliado. “Temos diversas instituições que tem utilizado o nosso filtro com excelentes resultados no dia a dia, a exemplo do SEBRAE, Fieb, Faeb, Senar, Fecomércio, além de estarmos em fase de implantação na Bahiagás e Embasa”, aponta. “A saúde da empresa passa pela saúde dos seus funcionários, por isso acredito que a tendência é ter uma busca cada vez maior por um ar de qualidade no ambiente de trabalho”, comenta.

Para conhecer mais sobre o filtro EPC Antiviral, acesse: https://salv-ar.com/.

Informações Correio


WhatsApp começa a liberar recurso de transcrição de áudio; saiba como ativar 

foto: Divulgação 

WhatsApp começou a liberar para seus usuários a possibilidade de transcrever, de forma nativa, as mensagens de voz recebidas na plataforma. A novidade, que transforma o áudio em texto, oferece, ainda, uma prévia da mensagem antes mesmo do usuário dar o play para ouvir o que foi dito. 

Em nota enviada ao blog de Tecnologia e Games, o WhatsApp reforçou que o recurso foi disponibilizado para alguns usuários em forma de teste, mas continua em desenvolvimento – ou seja, ainda não sabemos se esta será a sua versão final.

“Temos o compromisso de oferecer uma experiência simples e privada para a transcrição de mensagens. Por esse motivo, estamos testando a transcrição com alguns usuários em países selecionados enquanto continuamos a desenvolver esse recurso.”

Como ativar
Caso esteja disponível para você, ativar a transcrição de áudio em texto é simples: 

– Ir nas Configurações (o acesso acontece na base do aplicativo para iOS ou nos três pontinhos, do lado direito do app para Android)

Assim que o recurso for ativado, todos os áudios gravados na própria conversa do WhatsApp passarão a ser transcritos de forma automática.

Caso o usuário não queira mais ver as prévias das mensagens, basta desativar o recurso pelo mesmo caminho da ativação.

Informações TBN


Por que o Google não trouxe ao Brasil seu rival do ChatGPT? 

Imagem: Josh Edelson/AFP

O Brasil ficou de fora da lista dos 180 países para onde o Google resolveu levar o Bard, seu chatbot rival do famoso ChatGPT. Canadá e todos os 27 membros da União Europeia são países que também não constam da lista.

Por que o Google não trouxe para cá nem levou a estes países justamente uma de suas principais armas contra a inteligência artificial do momento? Uma análise da resposta do Google sobre as ausências na lista do Bard dá algumas pistas sobre isso:

Na versão em português, a empresa apontou que continuará implementando a ferramenta em outros países, regiões e idiomas ao longo do tempo.

Já a versão para a imprensa estrangeira traz o detalhe de que o serviço será oferecido “de forma consistente com as regulações locais e os princípios de IA” do Google.

A empresa nega que a questão regulatória seja o único motivo para não implementar seu chatbot no Brasil. Cita outros fatores, como o contexto do país, a qualidade a ser oferecida e os princípios que estipulou para a inteligência artificial. É bom lembrar outro detalhe. Ainda que tenha anunciado que o Bard em breve falaria mais de 40 línguas, o Google está expandindo para a lista de 180 países a versão em inglês do chatbot.

No site oficial dedicado a explicitar seus princípios de IA, o Google afirma que está otimista com essas tecnologias, mas aponta que elas ainda oferecem desafios. Alguns deles são encontrar uma maneira de torná-las socialmente seguras e como trabalhar o algoritmo para não reproduzir ou reforçar preconceitos referentes a raça, etnia, gênero e orientação sexual.

Perguntado diretamente sobre isso por um jornalista italiano, Sundar Pichai, CEO do Google, deu uma resposta pouco clara e não deixou claro qual o papel das regulamentações (como a GDPR na Europa ou PL das Fake News no Brasil) nessa decisão estranha.

Definitivamente vamos levar o Bard para todos os países. Com algo como o Bard, queremos localizar e localizar em cada uma dessas línguas envolve muito mais trabalho do que o normal. A regulamentação também varia em todo o mundo. É uma combinação desses dois fatores” Sundar Pichai, CEO do Google

O que o Bard faz:

executa tarefas e responde perguntas, como “Me ajude a planejar o chá de bebê de um amigo/amiga”, “Compare dois filmes indicados ao Oscar” e “Quais novas descobertas do James Webb eu poderia falar ao meu filho de 9 anos?”;

exportará trechos das respostas e conversas do Bard para outros produtos do Google, como Gmail e Docs. É a primeira interação do Bard com outros produtos da empresa —atualmente, há só um botão de “buscar no Google” sugerido em algumas respostas;

passará a mostrar imagens na conversa. Em uma tentativa de ficar mais visual, ele usará imagens presentes na busca do Google. Exemplo: ao perguntar que cidade visitar, você poderá ver imagens. Será possível também fazer o inverso: dar comandos ao Bard a partir de imagens, usando o Google Lens — algo semelhante foi anunciado no GPT-4.

contará com extensões para serviços do Google (como Maps, Sheets, Gmail, Docs etc). Terceiros também poderão criar extensões no Bard, sendo que a primeira será do Adobe Firefly, inteligência artificial que permite a criação de imagens (algo que o Bing, da Microsoft, já faz).

A legislação no caminho do Bard

Desde o começo do ano, o Brasil virou um dos epicentros de regulação das Big Tech no mundo, com a volta da tramitação do PL 2630 — também conhecido como PL das Fake News — e a retomada da discussão no Supremo Tribunal Federal que pode levar a uma mudança no Marco Civil da Internet.

Nós estamos vivendo um momento bastante delicado. O problema não é bem regulação. Está havendo uma certa birra das empresas em relação ao temaTainá Aguiar Junquilho, pesquisadora do ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio)e professora no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa)

As Big Tech são contrárias a alguns pontos do PL das Fake News. Na semana em que o projeto seria votado na Câmara dos Deputados, o Google exibiu em sua ferramenta de busca uma mensagem afirmando que o projeto de lei poderia “aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”. A votação não chegou a ocorrer. Ainda assim, o Telegram enviou a todos os seus usuários uma mensagem contra o PL das Fake News.

As discussões legislativas são o traço que liga os países cortados da lista de ampliação do Bard.

O Canadá discute uma lei de mídia que obriga empresas como Alphabet Inc e Meta, que controlam Google e Facebook respectivamente, a pagar veículos de imprensa. Inspirada em uma legislação aprovada em 2021 na Austrália, a proposta é que essas companhias façam acordos comerciais para remunerar jornais, revistas, sites, TVs e rádios pelo conteúdo produzido por eles e exibido em seus aplicativos e sites.

Recentemente, a União Europeia também sancionou a Lei dos Serviços Digitais (DSA, em inglês). Com 12 regras, a legislação altera drasticamente a relação dos usuários com as plataformas digitais. Essa nova lei é também fonte de inspiração para o PL das Fake News, assim como foi a GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados, na tradução da sigla) no momento da criação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Para Junquilho, a indisposição de grandes plataformas em relação a esses marcos é uma espécie de espécie de demostração de força.

“Como a gente não usa essas essas tecnologias e não temos investido em estratégias para avanços na produção delas, ficamos reféns de importar. Áí países que têm mais força econômica, ainda que tenham legislação, conseguem sobreviver. Já países com menos força ficam reféns”, apontou.

Para a pesquisadora do ITS-RJ, a discussão legislativa no Brasil não foge muito do que acontece nos países da União Europeia. A professora afirma ainda que não implementar determinados serviços é também uma estratégia de empresas que não querem ser reguladas. “Vamos ver até quando vai durar”.

Informações TBN

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