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Por Taise Spolti para a coluna Viva Bem UOL

Frio, chuva, janelas de casa fechadas, escritórios, trens e ônibus sem ventilação. Tudo isso é propício para falarmos de gripes e resfriados. Mas saiba que, infelizmente, esse pode ser o menor dos problemas.

Em grandes centros e cidades, onde construções são mais antigas e o fluxo de pessoas por metro quadrado é ainda maior, com o frio e a umidade, é normal que muitas pessoas tenham sintomas de resfriados, mas a causa pode ser a Síndrome do Edifício Doente, uma realidade preocupante —que pode acontecer também em casas, não só em prédios.

A Síndrome do Edifício Doente (SED) começou a ser reconhecida na década de 1970, quando a construção de edifícios hermeticamente fechados e altamente eficientes em termos de energia se tornou mais comum. A preocupação com a eficiência energética levou à criação de prédios com ventilação reduzida, o que resultou em menor renovação do ar interno e, obviamente, aumento da concentração de poluentes.

Os multifatores que contribuem para a síndrome são diversos e, hoje em dia, ela é cada vez mais presente e mal-interpretada. Afinal, é muito comum apresentarmos certos sintomas e tratar como “gripes”, “resfriados” ou “alergias”, mas sem buscar um diagnóstico definitivo.

Os primeiros estudos sobre a SED surgiram a partir de relatos de trabalhadores em edifícios de escritórios que começaram a apresentar sintomas como dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz e garganta, fadiga e dificuldades de concentração. Esses sintomas eram geralmente aliviados quando os indivíduos deixavam o ambiente de trabalho e, veja bem, isso ainda é tão comum hoje em dia —provavelmente, você conhece alguém que sofre o mesmo problema, caso não aconteça com você.

Tanto é verdade sobre essas condições que, em 1984, a OMS reconheceu a Síndrome do Edifício Doente como uma condição de saúde pública, estimando que até 30% dos novos e remodelados edifícios ao redor do mundo poderiam estar sujeitos a problemas de qualidade do ar interno.

Afinal, o que é?

É uma condição em que os ocupantes de um edifício experimentam problemas de saúde e desconfortos típicos de resfriados e alergias, mas sem uma causa específica identificável. Esses sintomas geralmente diminuem ou desaparecem quando a pessoa deixa o edifício ou a casa em que se encontra.

O que pode contribuir?

Falta de renovação do ar interno pode levar ao acúmulo de poluentes, produtos de limpeza, tintas, mobiliário, carpetes e até mesmo equipamentos eletrônicos podem liberar compostos orgânicos voláteis (VOCs) e outras substâncias nocivas que se acumulam nos espaços internos.

Mofo, umidade, bolor: a umidade excessiva pode levar ao crescimento de mofo, que libera esporos e micotoxinas no ar. Bactérias, vírus e ácaros também podem se proliferar em ambientes fechados mal ventilados.

Os sintomas comuns da SED são muito bem conhecidos pela população, o que torna difícil o diagnóstico, como falado anteriormente. Os sinais comuns são:

Como é o tratamento

O tratamento individualizado envolve a saída do paciente do prédio, de imediato, e então o inicio do tratamento dos sintomas, como forma de amenizar os desconfortos.

Em paralelo a isso, deve ser feita a correta inspeção e tratamento do prédio ou da casa, envolvendo: melhora da ventilação, medição do ar interno, manutenção do sistema HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado), troca de filtros, purificadores de ar, controle de umidade interna para evitar crescimento de mofo.

Um dos importantes pontos aqui que você deve ficar atento são sinais de bolor que a casa alugada ou o edifício que você está apresenta, principalmente após enchentes ou infiltrações.

Informações UOL


(JulijaDmitrijeva/ThinkStock)

Você já sentiu cansaço sem motivo aparente, dores nas juntas ou até mesmo distúrbios digestivos? Estes podem ser indicativos de um problema de saúde muitas vezes ignorado: a inflamação. Este fenômeno, embora seja uma reação natural do organismo contra intrusos nocivos, quando ocorre de forma contínua pode resultar em várias doenças crônicas.

A resposta inflamatória é, essencialmente, uma ferramenta de defesa do corpo. No entanto, quando desencadeada sem controle, abre caminho para uma variedade de condições de saúde adversas. Por isso, é primordial entender as causas e saber como manejar a alimentação para atenuar seus efeitos.

Foto: Jannis Brandt via Unsplash

O que é exatamente a inflamação corporal?

inflamação pode se manifestar de duas formas: aguda e crônica. A primeira é uma reação imediata a um agressor, bastante intensa mas de curta duração, enquanto a crônica se desenvolve silenciosamente e pode persistir por longos períodos. Essa última é particularmente perigosa, pois está ligada a doenças como diabetes, problemas cardíacos e até alguns tipos de câncer.

Quais são os principais causadores da inflamação?

Como sua dieta pode combater a inflamação?

Modificar sua alimentação é uma das estratégias mais eficazes para minimizar os impactos da inflamação. Incluir alimentos naturais e ricos em nutrientes anti-inflamatórios pode fazer uma grande diferença. Além de ajustar a dieta, manter-se hidratado, dormir bem e praticar exercícios regulares são essenciais para a manutenção de um corpo saudável e resistente às inflamações.

Alimentos para incluir na sua dieta anti-inflamatória:

Reconhecer os sinais de alerta da inflamação e adotar um estilo de vida saudável pode prevenir muitas complicações. Consultar um especialista e realizar exames regulares também são práticas recomendadas para monitorar e manter sua saúde em equilíbrio. Através desses hábitos, é possível não só combater a inflamação, mas também melhorar a qualidade de vida de forma geral.

Informações TBN


Foto: Divulgação

Neste período de inverno e das baixas temperaturas, é comum que os casos de alergias respiratórias e dermatológicas aumentem, exigindo atenção redobrada para evitar crises e garantir uma boa qualidade de vida. O Dr. José Neto, médico pneumologista credenciado à União Médica, oferece importantes recomendações sobre como lidar com essas condições durante o período de frio.

Segundo Dr. José Neto, a alergia pode se manifestar através de sintomas respiratórios como rinite e asma, sintomas dermatológicos como coceira, vermelhidão e sintomas gastrointestinais. “A rinite alérgica, caracterizada por coceira no nariz, espirros e coriza, e a asma, que afeta os pulmões, são queixas frequentes nos consultórios durante o inverno”, disse o médico.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), caracterizada por uma resposta exagerada do sistema imunológico após exposição ou contato a um determinado antígeno, a alergia atinge cerca de 40% da população em todo o mundo. As reações podem ser leves, intermediárias, graves e até fatais. O diagnóstico médico torna-se, deste modo, essencial para a realização da prevenção e tratamentos que podem minimizar os sintomas da patologia.

“Cerca de 30% da população brasileira sofre com algum tipo de alergia, sendo que a rinite alérgica atinge aproximadamente 20% dos brasileiros. No inverno, a umidade e a poeira acumulada em ambientes fechados agravam esses quadros, tornando essencial a adoção de medidas preventivas”, enfatiza o pneumologista.

Dr. José Neto destaca a importância de evitar substâncias que desencadeiam alergias e manter os ambientes limpos. “Manter a casa e o ambiente de trabalho livres de mofo e objetos desnecessários, realizar limpezas diárias e permitir a entrada de luz solar são práticas fundamentais para reduzir as crises alérgicas”, afirma.

No inverno, é comum que peças de vestuário mais pesadas, como casacos e cobertores, que ficam guardados por longos períodos, sejam utilizadas. Antes de usá-los, é bom fazer uma limpeza adequada para remover poeira e ácaros que podem desencadear alergias. “Esses cuidados simples podem diminuir significativamente as manifestações alérgicas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, reforça o Dr. Neto.

Além das medidas não medicamentosas, existe a possibilidade de tratamento com medicações específicas para controlar os sintomas das alergias. O acompanhamento médico é essencial para identificar o tipo de alergia e determinar o tratamento mais adequado para cada caso.

A conscientização sobre a prevenção de alergias no inverno é fundamental para evitar complicações e garantir o bem-estar dos pacientes. A União Médica, através de seus especialistas, reforça a importância de cuidados contínuos e personalizados para cada indivíduo, promovendo uma saúde de qualidade para todos.

Para mais informações sobre prevenção e tratamento de alergias, consulte um especialista da União Médica.

Assessoria de Comunicação da União Médica


Rodrigo Fraga Silva apresenta o CaverSTIM, um dispositivo para tratar a disfunção erétil

Segundo Fraga, 150 milhões de pessoas no mundo sofrem de disfunção erétil, com 66 milhões delas na Europa e nos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Freepik
Segundo Fraga, 150 milhões de pessoas no mundo sofrem de disfunção erétil, com 66 milhões delas na Europa e nos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Freepik

O brasileiro Rodrigo Fraga Silva, CEO e cofundador da Comphya, desenvolveu o dispositivo CaverSTIM, uma espécie de “viagra eletrônico”. O tratamento é uma alternativa para tratar a disfunção erétil.

O aparelho está em fase de testes tanto no Brasil quanto na Austrália. Em entrevista à Rádio França Internacional, Fraga, natural de Belo Horizonte, comparou o funcionamento do “viagra eletrônico” ao de um marcapasso. 

“É um neuroestimulador, em que os eletrodos são implantados na região pélvica, que entrega estímulos nervosos para ativar e reabilitar os nervos”, explicou. o CEO.

Impacto global da disfunção erétil

Segundo Fraga, 150 milhões de pessoas no mundo sofrem de disfunção erétil, com 66 milhões delas na Europa e nos Estados Unidos. 

O aparelho está em fase de testes tanto no Brasil quanto na Austrália | Foto: Reprodução/Freepik
O aparelho está em fase de testes tanto no Brasil quanto na Austrália | Foto: Reprodução/Freepik

Ele destacou que 30% desses pacientes não respondem às terapias orais e recorrem a injeções ou implantes penianos.

O público-alvo principal do CaverSTIM, de acordo com Fraga, são os pacientes que passaram por uma prostatectomia para tratar o câncer de próstata.

Testes do “viagra eletrônico” em andamento no Brasil e na Austrália

“A gente começou dois testes até agora”, relatou Fraga. “Um na Austrália, onde estamos testando em pacientes que fizeram prostatectomia. A gente implanta o dispositivo no momento da prostatectomia e aí os resultados são fantásticos.”

No Brasil, os testes se deram em pacientes com lesão medular, com resultados também promissores, de acordo com Fraga. “A gente implanta esse dispositivo e observa também uma melhora na função sexual desses pacientes.”

Os testes brasileiros partem do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.

Detalhes do procedimento

Os médicos implantam o dispositivo durante a prostatectomia, sem necessidade de cirurgia adicional. Segundo o CEO brasileiro, no momento em que o paciente trata o câncer com a cirurgia de próstata e a remove, o dispositivo é implantado.

Depois da fase de testes para obter a segurança necessária, solicita-se uma autorização às agências reguladoras, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Agência Europeia de Medicamentos. O objetivo é comercializar o procedimento em 2027.

Trajetória do fundador do “viagra eletrônico”

Rodrigo Fraga, formado em Farmácia pela UFMG, fez doutorado no Brasil e pós-doutorado nos EUA. Em 2011, mudou-se para a Suíça para estudar biologia vascular e disfunção erétil, onde conheceu seu sócio, Nikos Stergiopulos.

Informações Revista Oeste


Alimentação tem relação com sono
Alimentação tem relação com sono  Imagem: iStock

Escolher corretamente o que comer antes de dormir tem um papel importante para evitar a insônia e não atrapalhar o seu sono. Também pode ser uma maneira de evitar pesadelos e até o ganho de peso. O ideal é apostar em alimentos leves que sejam de fácil digestão e não comer comidas muito pesadas ou calóricas.

Comer muita gordura durante a noite requer uma resposta eficiente do sistema digestivo em um momento em que ele deveria diminuir sua atividade. Logo, se o organismo está empenhado em digerir uma refeição muito calórica, terá dificuldades para relaxar.

Isso provavelmente ocorre porque, assim como a quantidade de luz no ambiente, a atividade do sistema digestivo e a quantidade de energia nas células do corpo ajudam o tal ciclo circadiano a descobrir se é dia ou noite —hora de dormir ou de descansar.

Excesso de calorias e sono

Um estudo, feito em parceria entre as universidades da Pensilvânia e Harvard, nos Estados Unidos, e publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em 2016, analisou mais de 15 mil homens com idades entre 58 e 93 anos. Os pesquisadores descobriram que os insones e os que se sentiam mais cansados consumiam mais calorias durante o dia. Essas duas turmas também tinham uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras.

“Notamos que a insônia está associada a uma maior ingestão de gorduras trans, embora não saibamos os mecanismos por trás disso”, explica Xiang Gao, diretor do Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade da Pensilvânia e um dos autores da investigação.

O que parece haver é um ciclo vicioso: quem dorme mal come pior e quem come pior costuma dormir mal. E não é só o descanso que sai prejudicado nessa história. “Outros trabalhos mostraram que petiscos calóricos e refeições tarde da noite podem estar relacionados à obesidade e a um maior risco de doenças cardiovasculares”, comenta Gao.

O que não comer ou beber antes de dormir

O álcool pode até dar a impressão de que “apaga” o boêmio, mas esse efeito é ilusório. Na verdade, os drinques em excesso acabam piorando significativamente a qualidade do sono, em especial o REM, onde ocorrem os sonhos e a consolidação das memórias.

Café e bebidas energéticas, por serem estimulantes, também devem ser evitados quando a noite cai. Há ainda um terceiro grupo de alimentos que tem potencial para perturbar a paz noturna, os que aumentam a produção de calor no corpo, que precisa resfriar para embalar no sono. São as comidas como a pimenta, que aumentam nossa atividade metabólica, assim como alimentos e bebidas muito quentes.

Alimentos que estão liberados

Por outro lado, há nutrientes que ajudam a relaxar. Banana, abacate e leite são fontes de triptofano, substância que ajuda na liberação de melatonina, o hormônio do sono.

Outros grupos interessantes de incluir aqui são os carboidratos complexos, como os cereais integrais, e as gorduras insaturadas, como o ômega 3 dos peixes.

Mas, de novo, o que vale é o equilíbrio durante o dia todo. Não adianta comer uma banana antes de dormir se ao longo do dia há um consumo em excesso de gorduras, poucas fibras e um estilo de vida inadequado.

Por último, saiba que o tempo faz diferença. O recomendado é que as refeições sejam feitas até 3 horas antes de deitar. Se você sente fome, contudo, não precisa ficar preso a esse limite.

Fontes: Carolina Escobar, diretora do Laboratório de Ritmos Circadianos, Alimentação e Metabolismo, da Universidade Autônoma do México; Camila Kümmel, nutricionista professora da UFMG.

Informações UOL


É possível viver mais adotando hábitos saudáveis, como praticar exercícios físicos

Ao calcularem a expectativa de vida média dos participantes, perceberam uma diferença drástica entre quem mantinha os cinco hábitos saudáveis e quem não. Para os participantes do estudo que não adotaram nenhum dos fatores de estilo de vida de baixo risco, por exemplo, os pesquisadores estimaram que a expectativa de vida aos 50 anos era de mais 29 anos para as mulheres e 25,5 anos para os homens.

Mas para aqueles que adotaram todos os cinco fatores de baixo risco, a expectativa de vida aos 50 anos foi projetada para mais 43,1 anos para as mulheres e 37,6 anos para os homens. Em outras palavras, as mulheres que mantiveram todos os cinco hábitos ganharam, em média, 14 anos de vida, e os homens ganharam 12 anos, em comparação com aqueles que não preservaram hábitos saudáveis.

O estudo se concentrou na população americana, mas os autores dizem que as descobertas se aplicam a grande parte do mundo ocidental e ressalta a importância de seguir hábitos de vida saudáveis para melhorar a longevidade na população. No entanto, afirmam que, como a adesão a essas práticas é muito baixa, as políticas públicas devem colocar mais ênfase na criação de ambientes saudáveis, para apoiar e promover uma dieta e um estilo de vida melhor.

Fonte: Frank Hu, presidente do Departamento de Nutrição da Harvard Chan School e autor sênior do estudo.

Informações UOL


Fotos: Thiago Paixão

As hepatites virais são um conjunto de doenças que atacam o fígado e podem levar a sérios problemas de saúde, como cirrose e câncer. Para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), está intensificando as atividades educativas, vacinação e testes rápidos nas unidades de saúde em alusão à campanha Julho Amarelo.

A ação oferece testes rápidos gratuitos para as hepatites B e C em todas as unidades de saúde do município. Além disso, estão sendo realizadas palestras, campanhas de conscientização e outras atividades voltadas para informar a população sobre os sintomas, formas de transmissão e prevenção das hepatites virais.

É importante destacar que existe vacina contra a hepatite B e que a hepatite C pode ser curada com o tratamento adequado. A secretária municipal de saúde, Cristiane Campos, reforça a importância da iniciativa. 

“É fundamental que toda a população receba informações sobre a doença, suas formas de prevenção e tenha acesso ao teste rápido. Essa é a melhor forma de reduzir o contágio e promover o tratamento adequado aos pacientes”, destacou.


Créditos: Hispanolistic/istock

Em um mundo onde alimentação saudável é cada vez mais valorizada, o agrião surge como um destaque. Este vegetal tem conquistado cada vez mais espaço nas mesas de quem busca uma dieta equilibrada e rica em nutrientes. Recentemente, foi considerado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos como a verdura mais saudável, com uma pontuação perfeita em um estudo comparativo que analisou diversas frutas e vegetais.

Este superalimento, que outrora poderia ser visto apenas como um simples ingrediente de salada, é na verdade uma fonte incrível de vitaminas e minerais essenciais. Estudos científicos apontam que sua composição rica contribui de forma significativa para a manutenção da saúde e prevenção de doenças.

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Quais Nutrientes Fazem do Agrião uma Super Comida?

agrião é repleto de vitaminas A, B6, B12, C, D, E, e K, além de minerais como ferro, cálcio e potássio. Estes nutrientes são vitais para diversas funções corporais, incluindo a visão, a força óssea e a imunidade. O CDC destaca o agrião não só pelo seu baixo conteúdo calórico, mas também pela concentração destes nutrientes essenciais que superam muitas outras verduras e frutas.

Como Integrar o Agrião na Dieta Diária?

Incorporar o agrião na alimentação diária não é apenas uma maneira de enriquecer suas refeições com nutrientes, mas também de adicionar sabor e frescor. Este vegetal versátil pode ser consumido tanto cru quanto cozido. Para aproveitar ao máximo seus benefícios, recomenda-se consumi-lo cru em saladas ou como um toque verde em sanduíches.

Quais são os Principais Benefícios do Consumo de Agrião?

Além de suas propriedades nutricionais, o agrião também é conhecido por suas capacidades expectorantes que ajudam na limpeza das vias respiratórias, sendo um grande aliado durante a temporada de alergias e resfriados.

Há Restrições no Consumo de Agrião?

Embora seja um alimento extremamente benéfico, o agrião não é recomendado para todos. Pessoas em tratamento com anticoagulantes devem evitar o agrião, devido à sua alta concentração de vitamina K, que pode alterar a eficácia do medicamento. Da mesma forma, o consumo excessivo pode interferir na eficácia de outros remédios. Sempre é prudente consultar um médico antes de fazer mudanças significativas na dieta, principalmente para gestantes ou indivíduos com condições de saúde específicas.

Com uma pontuação de 100 em uma escala de avaliação nutricional e no topo da lista do CDC como a verdura mais saudável, o agrião é sem dúvida uma excelente escolha para aqueles que buscam melhorar sua alimentação e, consequentemente, sua qualidade de vida.

Informações TBN


Foto: Reprodução.

O consumo frequente de carnes processadas vem sendo associado a um crescente risco do desenvolvimento de câncer de intestino. Esta doença, que figura entre as mais comuns em várias partes do mundo, incluindo Brasil, suscita preocupações quanto aos hábitos alimentares modernos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as carnes processadas são consideradas um fator de risco “certo” para câncer de intestino, enquanto as carnes vermelhas são classificadas como um risco “provável”. Essa diferenciação importante faz parte de um conjunto de diretrizes emitidas para alertar sobre os perigos potenciais à saúde associados ao consumo deste tipo de alimento.

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Quais são os processos que tornam as carnes risco à saúde?

As carnes processadas são aquelas preservadas por métodos como defumação, cura, salga, ou através da adição de conservantes químicos. Exemplos comuns incluem salsichas, bacon, mortadelas e até conservas de carnes como sardinha e atum.

Impacto das carnes brancas processadas

Não apenas as carnes vermelhas, mas também as brancas processadas, como o peito de peru defumado, têm implicações negativas para a saúde devido aos processos de conservação semelhantes. A OMS sugere que mesmo estas devem ser consumidas com moderação.

Relação entre carnes processadas e o câncer de intestino

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Estudos apontam que a ingestão de 50 gramas diárias de carne processada pode elevar o risco de câncer colorretal em até 18%. Além disso, aqueles produtos enfatizam um armazenamento mínimo de vitaminas e nutrientes essenciais, apresentando, assim, baixo valor nutritivo.

O perigo se encontra principalmente nas substâncias usadas para a preservação e melhoria do sabor, que no decorrer do tempo, podem causar danos ao DNA das células do intestino, potencializando o risco de transformações malignas.

Dicas para reduzir o consumo de carnes processadas

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Reconhecer e adaptar hábitos alimentares pode ser um passo significativo na prevenção dessa doença grave que é o câncer de intestino. Além de uma dieta balanceada, é crucial realizar exames periódicos, como a colonoscopia, a partir dos 45 anos, para uma detecção precoce e eficaz deste tipo de câncer.

Informações TBN


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O mundo da ciência está em constante evolução, e as descobertas recentes da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), abriram novas discussões sobre produtos cotidianos. Numa recente publicação na revista The Lancet Oncology, a Iarc fez alterações significativas em sua lista de componentes potencialmente cancerígenos.

Uma das mudanças que mais chamou atenção foi a inclusão do talco mineral na categoria 2A, que engloba ingredientes “provavelmente cancerígenos para humanos”. Essa revisão foi motivada pelas evidências encontradas em estudos feitos tanto em animais quanto, em menor escala, em humanos, sobre os riscos especialmente associados ao câncer de ovário.

Por que o talco foi classificado como potencialmente cancerígeno?

O talco, amplamente utilizado em cosméticos e produtos de higiene pessoal, especialmente na forma de pó para aplicação na região perineal, foi posto sob escrutínio científico após suspeitas levantadas desde a década de 1970. Estudos anteriores indicaram que minerais utilizados na obtenção do talco poderiam estar contaminados com amianto, conhecido por seu alto risco carcinogênico.

Apesar de medidas regulatórias que reduziram a presença de amianto nos produtos de talco, a Iarc aponta que não é possível descartar completamente a possibilidade de contaminação. Além disso, há um risco aumentado para pessoas envolvidas diretamente com sua extração e processamento, ressaltando a importância de políticas de segurança mais rigorosas nesses ambientes de trabalho.

Quais outros produtos foram classificados na mesma categoria?

Além do talco, diversos outros produtos comuns foram avaliados e incluídos em várias categorias de risco pela Iarc. Por exemplo, as carnes vermelhas e os alimentos fritos também estão listados como prováveis causadores de câncer em humanos. Essas classificações ajudam a orientar políticas de saúde pública e escolhas de estilo de vida mais seguras.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), classifica substâncias e agentes em grupos com base no potencial carcinogênico para humanos. Aqui estão alguns produtos e agentes considerados potencialmente cancerígenos:

Grupo 1: Carcinogênicos para humanos

  1. Tabaco: Inclui cigarros, charutos, tabaco de mascar e fumo passivo.
  2. Amianto (asbesto): Usado em materiais de construção e outros produtos.
  3. Sílica Cristalina: Encontrada em atividades de mineração e construção.
  4. Bebidas Alcoólicas: Consumo regular de álcool.
  5. Radiação Solar: Exposição excessiva à radiação ultravioleta.
  6. Carne Processada: Carnes defumadas, curadas, fermentadas ou que passaram por outros processos que aumentam sua conservação.
  7. Formaldeído: Utilizado em produtos de construção e preservativos.

Grupo 2A: Provavelmente carcinogênicos para humanos

  1. Carne Vermelha: Consumo regular de carne bovina, suína, ovina, etc.
  2. Glifosato: Um herbicida amplamente utilizado.
  3. Exposição Profissional em Salões de Beleza: Exposição a produtos químicos em tinturas e outros produtos cosméticos.
  4. Radiação Ultravioleta A (UVA) e Ultravioleta B (UVB): Exposição artificial, como em camas de bronzeamento.
  5. Emissões de Alta Temperatura de Óleos de Cozinha: Exposição a vapores e fumos durante o cozimento em altas temperaturas.

Grupo 2B: Possivelmente carcinogênicos para humanos

  1. Exposição Profissional ao Cloreto de Vinila: Utilizado na produção de plásticos.
  2. Extrato de Aloe Vera: Quando ingerido.
  3. Radiação Eletromagnética de Baixa Frequência (como de celulares): Potencial exposição prolongada.
  4. Exposição Profissional a Gases de Escapamento de Motores a Gasolina: Presente em oficinas mecânicas e rodovias.
  5. Exposição Profissional a DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano): Pesticida banido em muitos países, mas ainda presente em alguns locais.

Grupo 3: Não classificável quanto à sua carcinogenicidade para humanos

(Para referência, o Grupo 3 inclui agentes para os quais a evidência de carcinogenicidade é inadequada em humanos e em animais de laboratório. Alguns exemplos são cafeína, sacarina e cloreto de sódio).

Essa classificação é baseada em revisões contínuas da literatura científica e pode ser atualizada à medida que novas evidências surgem. Para informações detalhadas e atualizadas, a consulta direta às publicações da IARC é recomendada.

Qual é a Situação da Acrilonitrila Segundo o Iarc?

Outra substância que entrou para a lista, desta vez na categoria mais grave (1A – carcinogênicos para humanos), foi a acrilonitrila. Presente no processo de fabricação de diversos polímeros, essa substância é parte essencial na produção de componentes para roupas, carpetes, cigarros e plásticos. As evidências atuais são suficientes para associá-la diretamente ao desenvolvimento de câncer de pulmão, e também há suspeitas de que possa aumentar os riscos de câncer de bexiga.

O conhecimento contínuo sobre essas substâncias é crucial para ajustar as regulamentações e proteger melhor a saúde pública. Além de nos manter informados, as revisões e pesquisas da Iarc colaboram amplamente para práticas mais seguras em relação ao uso de produtos químicos em nossa vida cotidiana.

Continuar informado sobre as mais recentes pesquisas científicas e mudanças nos regulamentos é essencial para manter uma vida mais saudável e segura. Siga as atualizações da área de Saúde para mais informações relevantes.

Informações TBN

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