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Este sábado, 26, é o último dia de  vacinação contra a raiva animal nos bairros. As equipes do Centro Municipal de Controle de Zoonoses  estarão concentradas no Campo do Gado Novo, Sobradinho, Parque Servilha, Pampalona, Sítio Novo, Mangabeira, Parque Brasil, Novo Horizonte, Feira VI, Alto do Papagaio, Viveiros, Baraúna e Rua Nova.

Contudo, o CCZ vai manter a vacinação antirrábica para cães e gatos em sua sede, no esquema drive-thru, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n, de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h.

Somente neste ano, mais de 30 mil animais foram vacinados. A coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro, salienta que a vacinação é importante para garantir a prevenção de animais e humanos contra a raiva. “Estamos falando de uma zoonose que acomete todos os mamíferos e que é letal em seres humanos”.

RECOMENDAÇÃO

Algumas orientações já estão sendo passadas aos donos de cães e gatos. Serão imunizados os animais a partir dos três meses; levar o cartão de vacinação; os gatos devem ser transportados em caixas apropriadas enquanto os cães em coleiras ou correntes.

O CCZ informa ainda que os animais doentes ou debilitados, que tomam corticoide ou antibiótico, não poderão tomar a vacina. Os responsáveis devem manter o distanciamento social, usar máscaras e evitar levar crianças.

Os locais de vacinação podem ser acessados no site oficial da Prefeitura.


A Prefeitura de Feira de Santana, através da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Muncipal de Saúde, divulgou nesta sexta-feira (25) a relação atualizada do número de casos de Covid-19 por bairros e localidades. O bairro Tomba continua registrando o maior número, com 617 casos confirmados.

O SIM é o segundo nesta relação, com 594.  As informações são da Prefeitura Municipal, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Nas localidades que apresentam maior número de pessoas contaminadas pelo vírus, a Prefeitura tem intensificado as ações.

A relação de casos da Covid-19 por bairros e localidades foi elaborada pela Vigilância Epidemiológica conforme informações passadas pelos próprios pacientes, inclusive em relação a denominação das localidades. Confira no link abaixo o arquivo com os dados completos no site oficial da Prefeitura.


O Ministério da Saúde planeja um dia “Dia D” contra a Covid-19 para 3 de outubro. A informação foi divulgada pelo âncora Daniel Adjuto, da CNN, nesta sexta-feira (25).

As ações terão como slogan: “Tratamento precoce é vida”. Entre os eventos previstos, está um pronunciamento e live do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em rede nacional, e-mail para todos os hospitais do SUS, campanha nas redes sociais e orientações pelo 136, o Disque Saúde.

A campanha de mobilização vai pedir que, já nos primeiros sintomas, as pessoas procurem um médico e solicite o tratamento precoce, que inclui os medicamentos do chamado “Kit Covid”, com hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina, ivermectina e zinco. O kit não será distribuído pelo governo à população.

A estratégia do governo federal é convencer população, médicos e governantes a adotarem o tratamento precoce e uso do “kit covid”. A proposta da pasta chega às vésperas das eleições municipais e usa medicamentos sem comprovação científica.

Para conscientizar gestores, serão feitas palestras, lives, encontros e campanhas de mídia para enfraquecer o discurso “ideológico”, segundo a fonte que participa da organização do Dia D, que “atrapalha” a adesão à cloroquina.


A pandemia de coronavírus deixou pelo menos 73 países em risco de escassez de remédios para tratar pessoas com HIV. O Brasil não está nesta lista, mas, no país, quem depende dos antirretrovirais também enfrentam problemas para seguir o tratamento. De acordo com o Ministério da Saúde, devido à sobrecarga dos serviços em função da pandemia, houve uma redução de 17% no número de pessoas que iniciaram a terapia antirretroviral, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Ao UOL, Claudia Velásquez, diretora do Unaids (programa internacional da ONU voltado ao combate à Aids) no Brasil, disse que “com certeza” há impacto na resposta ao HIV, mas que ainda não é possível cravar o tamanho dessa interferência na saúde das pessoas que vivem com o vírus.

Em Florianópolis, quando os ônibus pararam de circular no início da pandemia e parte das clínicas que distribuía os insumos fechou as portas, pacientes chegaram a passar semanas sem medicação diária e coube a um grupo de ativistas criar um sistema para fazer a entrega dos insumos aos que moram mais longe. Fabrício Bogas Gastaldi, presidente da ONG Acontece | Arte e Política LGBT+, conta que, durante cerca de três semanas, ele e ativistas do Gapa (Grupo de Apoio à Prevenção da Aids) se organizaram para levar as receitas dos pacientes até a Policlínica Centro, na região central, e voltar distribuindo os remédios de casa em casa. Essa força-tarefa consome generosa parcela.

Apesar de não haver cura para o HIV, os medicamentos antirretrovirais são capazes de controlar o vírus até deixar a carga viral indetectável no sangue.

Fabrício conta que com o nome e alguns poucos dados em mãos é possível retirar a medicação pelo paciente. Depois de três semanas, no entanto, o sistema se mostrou inviável. E nasceu a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, que dura até hoje.

Mesmo depois que o poder público entrou na força-tarefa, no entanto, o caminho do remédio até o paciente ainda depende muito do grupo. Cabe a Fabrício e outras duas pessoas receber pedidos de remédio pelo WhatsApp, em seus telefones pessoais, a qualquer hora do dia, e inserir os nomes na planilha.

Ele conta que sua vida parou, e ele se dedica a causa 24 horas por dia. Até quarta-feira, o sistema contava com 400 pessoas cadastradas só na capital catarinense, mas Fabrício conta que foi procurado por pessoas de municípios vizinhos.

Mesmo assim, das mais de 400 pessoas cadastradas, pelo menos 50 chegaram a passar muito tempo sem tomar as medicações, seja porque a receita não estava em dia e demorou para ser regularizada, seja por que não conhecia a possibilidade de acionar as ONGs. Há casos de pessoas que passaram três semanas sem tratamento.

A dificuldade é maior ainda para quem vive na região metropolitana, mas faz tratamento em Florianópolis: Fabrício conta que algumas puderam arcar com o Uber de uma cidade para outra, já que o transporte intermunicipal também foi interrompido, mas que há casos de pessoas que fizeram o trajeto a pé, durante três horas, para buscar o remédio.

Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/09/25/


A possibilidade de vacinação em massa contra a Covid-19 ainda em dezembro está completamente descartada, assegura fonte no governo da Bahia. A possibilidade de vacinação ainda neste ano foi levantada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), nesta quarta-feira (23), mas foi classificada como “total especulação midiática” por figuras ligadas ao Executivo baiano.

O tucano divulgou que estudo feito em 50 mil pessoas na China indica segurança da Coronavac, o imunizante contra a infecção Covid-19 desenvolvido em parceria pelo laboratório Sinovac com o Instituto Butantan. Segundo o governo de São Paulo, 94,7% dos voluntários não apresentaram qualquer efeito adverso. Diante disso, o governador diz que trabalha com a expectativa de conseguir iniciar a vacinação ainda na segunda quinzena de dezembro no estado e anunciou que São Paulo deve receber 60 milhões de doses até fevereiro.

A Bahia tem sido sítio de testes de vacinas para a Covid-19. No mês de julho a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de testes de dois novos tipos de vacina contra a doença causada pela infecção do novo coronvírus. Desenvolvido conjuntamente pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech e pela farmacêutica norte-americana Pfizer, os imunizantes serão testado na Bahia e em São Paulo. Os baianos também partipam dos testes da vacina de Oxford.

Embora seja um desejo de toda a população, integrantes do governo baiano asseguram que não existe nenhuma perspectiva de ter vacina aprovada pra comercialização no país antes no final do ano, e que o prudente seria deixar isso claro para a população.


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.610 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 1.893 curados (+0,7%). Dos 299.415 casos confirmados desde o início da pandemia, 285.629 já são considerados curados e 7.378 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,40%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.406,74), Almadina (6.222,55), Madre de Deus (5.840,80), Itabuna (5.838,49), Dário Meira (5.088,70).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 583.455 casos descartados e 68.902 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quarta-feira (23).

Na Bahia, 25.369 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 49 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 6.408, representando uma letalidade de 2,14%. Dentre os óbitos, 55,81% ocorreram no sexo masculino e 44,19% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 53,37% corresponderam a parda, seguidos por branca com 16,92%, preta com 15,25%, amarela com 0,83%, indígena com 0,11% e não há informação em 13,53% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 73,63%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (75,71%).


O Ministério da Saúde editou uma nova portaria regulatória para o procedimento de aborto em caso de estupro. De acordo com o novo texto, foi mantida a orientação de que a polícia seja notificada sobre o caso, independentemente do desejo da vítima de registrar queixa ou identificar o agressor. A diferença é que foi retirada a obrigatoriedade da notificação.

Na prática, a responsabilidade de acionar a polícia fica dividida entre o governo e a equipe médica, que foi orientada a “observar” a necessidade de comunicação às autoridades.

As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (24) e assinada pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Outra modificação foi a exclusão total do trecho que determinava que a equipe médica deveria informar a mulher sobre possibilidade de se realizar uma ultrassonografia para a visualização do feto antes do aborto, caso fosse desejo da gestante. No texto anterior, a mulher deveria “proferir expressamente sua concordância, de forma documentada”.

As alterações aconteceram após pressão da bancada feminina do Congresso Nacional. As parlamentares ameaçavam levar a nova portaria ao Supremo Tribunal Federal, alegando que o texto era inconstitucional e feria princípios constitucionais da legalidade, da dignidade da pessoa humana, da inviolabilidade da intimidade, da integridade física, psíquica e moral e do direito social à saúde das vítimas de agressão sexual.

Informações: Pleno News


A entrega da documentação que credencia mulheres que, por motivo de saúde, desejam se submeter ao tratamento cirúrgico de redução de mama deverá ser efetivada nos dias 28, 29 e 30.

O Programa de Tratamento de Gigantomastia foi instituído em 2014 pela FHFS (Fundação Hospitalar de Feira de Santana), e é realizado com recursos próprios do município e do SUS.

Não se trata de programa estético, mas de saúde pública. O volume excessivo dos seios pode causar problemas físicos e psicológicos para a paciente e a cirurgia traz resultados imediatos.

A cirurgia para redução das mamas é destinada exclusivamente para residentes em Feira de Santana. Essa triagem deveria ser feita em março, mas foi suspensa devido a Covid-19. Neste primeiro momento, as mulheres serão cadastradas para consulta com o cirurgião plástico do programa, Cesar Kelly.

As interessadas devem se dirigir à sede da Fundação Hospitalar, à rua da Barra, 705, Jardim Cruzeiro, das 9h às 17h ou fazer o cadastro pelo email gabinete@fhfs,ba.gov.br – a documentação deverá ser anexada.
Como condicionantes à participação, as candidatas deverão possuir mais de 4 quilos de mama, ter filho(s), carência econômica – que será confirmada por visita do serviço social, morar em Feira de Santana – será confirmado na referida visita e ser maior de 18 anos.

Deverão apresentar comprovante de endereço, cópia do RG e CPF, cartão SUS, telefone para contato, fotos, relatórios da real necessidade ou especificar se já passou por algum outro mutirão ( opcional porque será analisado no momento da avaliação médica).

O edital de chamamento foi publicado no Diário Oficial Eletrônico, nesta quarta-feira, 23.

Secom


A violência psicológica sofrida através do preconceito racial pode gerar adoecimento mental e levar a uma série de transtornos, desde quadros ansiosos depressivos, a depender da intensidade dessa forma de violência, até quadros mais graves. A afirmação é do médico psiquiatria Ivan Araujo. Ele destaca que o indivíduo que sofre preconceito racial pode desenvolver alguns comportamentos evitativos, sentimentos de menos valia e vivem constantemente vulneráveis a outras formas de violência.

“É interessante que muitas vezes a pessoa não tem o histórico familiar de transtorno mental e, após ter sofrido uma forma de violência muito intensa, pode desenvolver formas de doenças graves. Tanto instituições relacionadas a saúde quanto da justiça, têm verificado que essas formas de violência interferem no processo saúde/doença”, destacou.

De acordo com o especialista, no ano de 2002 a Organização Mundial de Saúde (OMS) fez um relatório sobre violência e saúde, entendendo que o racismo é uma forma de perpetuação de violência étnica. Outro dado apresentado pelo psiquiatra é do ano de 2007, quando o Ministério da Saúde fez um relatório chamado Atenção Integral à Saúde da População Negra, mostrando que o indivíduo que sofre preconceito adoece mais e a taxa de suicídio é maior na população negra do que na população parda ou branca. Outro estudo do ano de 2016 indica que o risco de suicídio é 46% maior em jovens e adolescentes negros do que em brancos.

“Existem determinantes sociais que estão interferindo nesse processo de saúde/doença. Então a gente começa a perceber que se não houver intervenção e uma política pública séria de saúde mental, onde os indivíduos seriam vistos com olhares diferentes, não conseguiremos avançar e reduzir esses indicadores alarmantes, trata-se de uma política de reparação histórica”, analisou.

O psiquiatra Ivan Araujo considera que o impacto do racismo na saúde mental é tão grave quanto outras doenças do corpo. Ele destaca que o racismo é uma forma de violência e como forma de violência, os profissionais da área da saúde tem que aprender a detectar seu impacto negativo na saúde.

“Quando alguém traz um depoimento de racismo não é um depoimento vazio, é um depoimento de sofrimento e muitos indivíduos têm tido sofrimento de uma forma extremamente crônica e, se a gente for perceber, esse sofrimento não é só de uma geração. A gente vem de uma série de gerações de famílias que sofreram preconceito. Qual o impacto dessa violência no decorrer das gerações dessa família?”, questionou.

De acordo com Ivan Araujo, o conhecimento da violência como problema de saúde pública, e não apenas de justiça, pode reduzir os efeitos negativos na saúde mental da pessoa negra, já que, conforme afirmou, a partir do momento em que essa pessoa entende que ela é um ser singular, que tem o direito a saúde de uma forma plena e integral, e esse direito é legitimado pelos profissionais da saúde, esse indivíduo começa a ser tratado e passa a criar estratégia de resiliência, sentindo menos os efeitos dessa violência e, por consequência, adoecendo menos.

Preconceito racial na infância

No período da infância, onde a criança está em formação de personalidade, os pais devem estar atentos e devem acompanhar o processo de socialização e a maneira como ela está acontecendo, segundo alertou o psiquiatra Ivan Araujo. Ele afirma que uma vez que ocorra o racismo durante a infância, é interessante saber quais as situações e sinalizar para a escola ou responsáveis. Além disso, observa que os pais devem conversar para entender o que a criança sentiu e como ela lida com os sentimentos dela naquele momento.

“Isso é importante até para avaliar, pra criança não criar uma falsa cognição de que ela é incapaz, é inferior. É importante também porque essa violência faz aumentar o risco de transtornos mentais e uma série de complicações que, muitas vezes, a depender da intensidade dessa violência, desse preconceito, a criança pode desenvolver quadros extremamente graves de transtornos. Então os pais devem observar a socialização, o ambiente que a criança está e é importante pais e professores observarem para fazer uma intervenção e saber qual o impacto, através da escuta dessa criança, sobre o que aconteceu e quais são os sentimentos e emoções que ela tem em relação a isso”, salientou.


O Brasil teve 836 mortes e 33.536 novos casos do novo coronavírus registrados nas últimas 24 horas. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (22).

O total de mortes causadas por covid-19 chega a 138.108, um acréscimo de 0,6% sobre a soma de ontem, quando o painel do ministério marcava 137.272 falecimentos. Ainda há 2.423 mortes em investigação.

Com os novos diagnósticos notificados pelas secretarias estaduais de saúde, o número de casos acumulados totaliza 4.591.604. O resultado traz um incremento de 0,7% sobre a soma de ontem, de 4.558.068 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, 507.869 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.945.627 já se recuperaram.

Boletim epidemiológico covid-19
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