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Relatório mostra aumento de casos graves e revela que maioria poderia ser evitada

Saúde
A Anvisa afirma que protocolos seguros e práticas de prevenção poderiam evitar grande parte dos erros | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Entre agosto de 2023 e julho de 2024, o sistema público e privado de saúde no Brasil contabilizou 396.629 erros ligados ao atendimento de pacientes.

Desses incidentes, 2.363 terminaram em óbitos. O sistema Notivisa, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reuniu as informações com base nas notificações usadas para monitorar riscos.

Minas Gerais lidera o ranking de falhas, com 68.873 notificações. São Paulo aparece em seguida, com 52.803 registros. Já em número de mortes, os paulistas ocupam o primeiro lugar: 452 ocorrências. Depois vêm Minas (312) e Santa Catarina (226).

As situações mais graves envolvem erros na administração de medicamentos, com troca de dosagem ou substância, e procedimentos cirúrgicos realizados em áreas erradas do corpo.

Casos de lesões por pressão também estão entre os mais reportados — incluindo contusões, entorses e luxações, sendo esta última a mais severa, por afetar diretamente a articulação óssea.

Anvisa quer usar notificações para reduzir falhas na saúde

A Anvisa afirma que protocolos seguros e práticas de prevenção poderiam evitar grande parte dos erros. Segundo a Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde (GGTES), os dados coletados devem servir como base para decisões que aumentem a segurança do paciente.

Desde 2013, a criação dos Núcleos de Segurança do Paciente é obrigatória em unidades de saúde de todo o país, conforme determina a RDC nº 36.

Esses núcleos são responsáveis por registrar mensalmente os eventos no Notivisa, dentro do módulo de Assistência à Saúde, que integra o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

As notificações buscam identificar e evitar falhas durante o atendimento, reduzindo danos ao paciente. Entre os registros mais frequentes estão erros de medicação, falhas de comunicação entre equipes médicas, cirurgias em locais incorretos e negligência nos cuidados básicos.

Informações Revista Oeste


Nutricionista explica os diversos benefícios dessa planta medicinal; confira e saiba os motivos para tomar o chá saudável

chá de cravo

O chá de folha de cravo tem propriedades que beneficiam, de diferentes formas, o corpo humano. Com destaque para suas ações anti-inflamatórias, antioxidantes e antimicrobianas, ele é um verdadeiro aliado para a saúde.

A nutricionista Juliana Andrade, do Metrópoles, compartilhou os benefícios e cuidados no consumo dessa planta.

De acordo com a especialista, o chá de folha de cravo pode ajudar no alívio de sintomas de resfriados e gripes, além de melhorar a digestão e auxiliar no controle da pressão arterial.

“Ele é excelente para problemas intestinais, como prisão de ventre, náuseas e gases. As folhas de cravo têm compostos bioativos que ajudam na desintoxicação do organismo, o que pode contribuir para a saúde da pele”, explica.

Embora muitos busquem o chá como uma alternativa para emagrecer, a nutricionista esclarece que ele não deve ser visto como uma solução milagrosa.

“O chá de folha de cravo pode ser um ótimo aliado no processo de perda de peso, principalmente por melhorar a digestão e reduzir o inchaço abdominal, que são fatores importantes no controle do peso. Suas propriedades antioxidantes ajudam a combater a retenção de líquidos e a melhorar a saúde intestinal”, afirma.

folha de cravo
O chá de folha de cravo é rico em potentes antioxidantes

Outro ponto positivo do chá é a riqueza de nutrientes que ele oferece. “As folhas de cravo são ricas em antioxidantes, que ajudam a proteger as células do envelhecimento precoce e doenças crônicas, como doenças cardíacas e diabetes. Também contém minerais essenciais, como cálcio, ferro e magnésio, importantes para a saúde óssea e muscular”, detalha a nutricionista.

Contraindicações

Entretanto, como toda planta medicinal, o chá de folha de cravo apresenta algumas contraindicações. Juliana alerta que pessoas com problemas no fígado ou úlceras gástricas devem consumi-lo com cautela.

“Gestantes, mulheres em fase de amamentação e pessoas que utilizam anticoagulantes devem consultar um médico antes de consumir o chá, para evitar possíveis efeitos adversos”, orienta.

Quanto à preparação, o chá é simples de fazer:

A especialista sugere que, para quem busca benefícios digestivos, o ideal é tomar uma ou duas xícaras após as refeições, mas, para quem deseja efeitos relaxantes, consumir à noite pode ser uma excelente opção.

Informações Metrópoles


Projetos de lei e consultas públicas buscam melhorar o acesso e o controle de produtos à base de cannabis

Cannabis no Brasil: Anvisa abre consulta para regulamentação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) abriu uma nova consulta pública para atualizar a regulamentação sobre o uso de cannabis no Brasil. A consulta ficará disponível por 60 dias, permitindo que qualquer pessoa ou organização envie sugestões ou críticas sobre o tema.

Desde 2019, a ANVISA autoriza o uso de produtos à base de cannabis apenas para fins medicinais, com prescrição médica e documentação comprobatória. Paralelamente, o Senado também discute a regulamentação por meio de projetos de lei, que propõem, entre outras coisas, o cultivo controlado para fins medicinais.

Um desses projetos, do senador Flávio Arnes (PSB-PR), permite o plantio da planta exclusivamente por pessoas jurídicas, mantendo a proibição para o uso recreativo. O projeto também sugere que os produtos derivados de cannabis sejam vendidos apenas em farmácias ou por associações específicas.

A regulamentação da cannabis é debatida em outros projetos no Senado, visando controle rigoroso da produção e do uso de seus derivados na medicina e na indústria, como no caso do cânhamo, utilizado para tecidos e alimentos.

Informações Metro1


Dor intensa, ciclos menstruais irregulares e dificuldades para engravidar. Estes são sinais de alerta para uma condição que afeta milhões de mulheres no mundo inteiro: a endometriose. A afirmação é da ginecologista Dra. Simone Portugal, especialista em Reprodução Humana, que salienta a necessidade de um diagnóstico precoce e destaca os impactos dessa doença crônica na saúde das mulheres. É importante frisar que a endometriosa afeta uma a cada 10 mulheres. O mês de março foi todo dedicado à conscientização sobre esta patologia, porém, Dra. Simone Portugal, enfatiza que estas campanhas de divulgação sobre essa condição são cruciais para a qualidade de vida das mulheres que a desenvolvem.

A endometriose é caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, atingindo a órgãos como ovários, trompas, intestino e bexiga. Embora possa afetar mulheres de todas as idades, a patologia é mais comum naquelas em idade reprodutiva, especialmente entre 25 e 35 anos.

A causa exata da endometriose ainda é desconhecida, mas fatores genéticos, imunológicos e ambientais podem contribuir para o seu desenvolvimento. Os principais sintomas incluem cólicas menstruais intensas, dor pélvica crônica, dor durante as relações sexuais, alterações intestinais e urinárias durante o período menstrual e infertilidade. “Muitas mulheres sofrem em silêncio com dores incapacitantes, afetando sua qualidade de vida e bem-estar”, ressalta Dra. Simone Portugal, salientando que o diagnóstico precoce é de fundamental importância para um tratamento com êxito.

A endometriose é uma das principais causas de infertilidade feminina, afetando até 50% das mulheres inférteis. “A doença pode levar à formação de aderências e alterações anatômicas que dificultam a concepção natural”, explica Dra. Simone Portugal. O tratamento da endometriose varia conforme a gravidade dos sintomas e o desejo reprodutivo da paciente, podendo incluir medicamentos hormonais, analgésicos e, em casos mais severos, intervenções cirúrgicas para remoção do tecido endometrial ectópico. “É fundamental um diagnóstico precoce e um plano de tratamento individualizado para minimizar os impactos da doença na vida da mulher”, explica Dra. Simone Portugal.

A falta de conhecimento sobre a doença dificulta o diagnóstico precoce, levando muitas mulheres a conviverem com sintomas sem receber o tratamento adequado. No Brasil, a endometriose afeta cerca de 10% das mulheres em idade fértil, o que representa aproximadamente 7 milhões de brasileiras. No Nordeste, foram registradas 32.465 internações por endometriose entre 2012 e 2021, com os estados do Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte apresentando as maiores prevalências. Na Bahia, estima-se que 60% das mulheres inférteis enfrentam a endometriose.

De acordo com a ginecologista Dra. Simone Portugal, “a conscientização sobre a endometriose é essencial para reduzir o tempo de diagnóstico e proporcionar um tratamento adequado às pacientes, melhorando sua qualidade de vida e preservando sua fertilidade”.

Por Adriana Matos
AMA Comunicação Integrada
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Durante este mês de março, dedicado à conscientização sobre a importância da saúde do sono, muito tem se falado sobre a importância de uma boa noite de sono para a qualidade de vida das pessoas. O cirurgião bucomaxilofacial Dr. Thiago Leite também aproveita para alertar acerca dos perigos da apneia do sono, um distúrbio que afeta milhões de brasileiros e que pode levar a sérias complicações de saúde.

A apneia do sono é caracterizada por interrupções repetidas na respiração durante o sono, resultando em despertares frequentes e sono não reparador. Essas pausas respiratórias podem durar de alguns segundos a minutos e ocorrer várias vezes por noite. “Muitos pacientes que chegam ao meu consultório relatam que não percebem que sofrem de apneia do sono. Mas sintomas como ronco alto, sonolência diurna excessiva, dificuldade de concentração e irritabilidade podem ser indicativos desse distúrbio”, explica Dr. Thiago Leite.

Embora a apneia do sono possa afetar pessoas de todas as idades, essa patologia é mais comum em indivíduos acima dos 40 anos e com sobrepeso. Outros fatores de risco incluem alterações anatômicas craniofaciais, como retrognatismo (pessoas que têm o queixo para traz), e condições como obesidade e hipertensão. “É importante a gente lembrar que a apneia do sono não tratada pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, depressão e também aumentar o risco de acidentes devido à sonolência diurna”, alerta Dr. Thiago Leite, acrescentado que não é raro muitas pessoas ficarem estressadas e irritadas facilmente devido ao cansado, às noites mal dormidas.

O tratamento varia conforme a gravidade do caso. Mudanças no estilo de vida, como perda de peso e evitar o consumo de álcool antes de dormir, podem ser eficazes em casos leves. Para casos moderados a graves, o uso de dispositivos de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) é frequentemente recomendado, mas não há a cura. “Em situações onde há alterações anatômicas significativas, a cirurgia ortognática é considerada a melhor opção, pois reposiciona os ossos da face, ampliando as vias aéreas e melhorando significativamente a qualidade do sono”, destaca Dr. Thiago Leite.

De acordo com dados recentes, a apneia do sono afeta aproximadamente 8% a 16% dos adultos no Brasil. No Nordeste, estima-se que cerca de 12% da população sofra desse distúrbio, com a Bahia apresentando números semelhantes. “É crucial que as pessoas estejam atentas aos sintomas e busquem avaliação médica, pois o diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais para prevenir complicações graves”, enfatiza Dr. Thiago Leite.

Por Adriana Matos
AMA Comunicação Integrada
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O câncer renal, uma das dez neoplasias malignas mais comuns entre homens e mulheres, ganhou destaque neste mês de março, dedicado à conscientização sobre a doença. O cirurgião urologista Dr. Eduardo Cerqueira reforça a importância do diagnóstico precoce e do acesso a tratamentos modernos para aumentar as chances de cura. O câncer renal é uma doença silenciosa e pode ter consequências graves se não for diagnosticada e tratada a tempo.

Segundo estimativas do INCA, o Brasil deve registrar aproximadamente 704 mil novos casos de câncer por ano entre 2023 e 2025. Na região Nordeste, os números também são expressivos, com destaque para a Bahia, que deve registrar cerca de 38.840 novos casos anuais, totalizando mais de 116 mil diagnósticos no período.

“O câncer renal, na maioria dos casos, não apresenta sintomas em estágios iniciais, tornando essencial a realização de exames preventivos, especialmente para pessoas com fatores de risco”, explica Dr. Eduardo Cerqueira. “A conscientização da população é o primeiro passo para um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz.”, alertou.

O câncer renal se desenvolve nos rins, órgãos responsáveis pela filtragem do sangue e pela produção de substâncias essenciais para o equilíbrio do organismo. O tipo mais comum da doença é o carcinoma de células renais, representando cerca de 90% dos casos. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença, como idade acima dos 60 anos, tabagismo, obesidade, hipertensão e histórico familiar. Os sintomas costumam aparecer em estágios mais avançados e incluem sangue na urina, dor lombar persistente, fadiga, perda de peso inexplicável e febre frequente.

O principal tratamento para o câncer renal é a remoção cirúrgica do tumor. A cirurgia robótica tem se destacado como a melhor alternativa para casos selecionados, oferecendo mais precisão, menor tempo de internação e recuperação mais rápida para o paciente. “A cirurgia robótica nos permite remover o tumor preservando ao máximo o rim saudável, o que é fundamental para a qualidade de vida do paciente”, ressalta o urologista Dr. Eduardo Cerqueira.

Medidas simples podem ajudar a diminuir o risco de desenvolver a doença, como evitar o tabagismo, manter um peso saudável, praticar atividades físicas regularmente e controlar a pressão arterial. “A prevenção é sempre o melhor caminho. Pequenas mudanças no estilo de vida podem fazer uma grande diferença na saúde renal e na redução do risco de câncer”, alerta Dr. Eduardo Cerqueira. Neste mês de conscientização, especialistas reforçam a necessidade de consultas regulares com o urologista e a realização de exames de imagem para detecção precoce da doença. Para mais informações e agendamento de consultas, procure um especialista de confiança.

Por Adriana Matos
Contato Assessoria: 75 998465463 / Email: adrianamatos.ama@gmail.com


Uma das primeiras recomendações para quem quer ganhar massa muscular é incluir o whey na dieta. Saiba os benefícios do suplemento

Imagem colorida de scopps de whey - MEtrópoles

O whey protein é um dos suplementos mais populares entre os praticantes de atividades físicas, mas qual é o real impacto no organismo do consumo diário dele?

Uma das primeiras recomendações para quem quer ganhar massa muscular é incluir o whey na dieta. O suplemento, derivado do soro do leite, é valorizado pela alta concentração de proteínas, que ajudam na recuperação muscular.

Ele está disponível em três versões principais: concentrado, isolado e hidrolisado. Os dois últimos possuem maior teor proteico e menos calorias, mas a versão hidrolisada costuma ter um custo mais elevado.

Apesar dos benefícios, o nutricionista esportivo Gustavo Carvalho, da Clínica Olympia, em Brasília, alertou que o whey não deve ser a única fonte de proteínas na dieta.

“A dose ideal de whey depende de quanto do macronutriente já está sendo consumido por meio de alimentos naturais, como carnes, ovos, laticínios, leguminosas e grãos, e de quanto ainda falta para atingir a meta proteica de cada pessoa”, explicou em entrevista anterior ao Metrópoles.

Segundo Carvalho, a necessidade diária varia entre 1 e 2,2 gramas de proteína por quilo de peso, dependendo do estilo de vida, idade, sexo e objetivos individuais.

A nutricionista esportiva Isis Janaína recomendou que o consumo do suplemento não ultrapasse duas doses diárias e que sejam ingeridas em horários diferentes.

“O ideal é que seja usado como um complemento nutricional, para que o indivíduo não perca o prazer de comer comida de verdade”, afirmou em entrevista anterior ao Metrópoles.

Principais benefícios de tomar whey protein diariamente:

Auxilia no emagrecimento
O whey protein pode ser incorporado nas dietas para perda de peso, pois fornece proteínas de alta qualidade enquanto substitui pequenas refeições ou lanches. A troca reduz a ingestão de carboidratos, que são a principal fonte de energia estocada pelo corpo.

Fortalece o sistema imunológico
Compostos como imunoglobulina e lactoferrina, presentes no whey, contribuem para o fortalecimento das defesas do organismo, ajudando na proteção contra infecções e doenças.

Ajuda no controle do apetite
As proteínas do whey são de digestão lenta, prolongando a sensação de saciedade. Além disso, o consumo estimula a liberação de hormônios reguladores do apetite, como GLP-1 e leptina.

Previne a perda de massa muscular
A partir dos 50 anos, a perda de massa muscular se torna mais comum. O suplemento auxilia na manutenção da musculatura e da densidade óssea, favorecendo uma vida mais ativa e saudável.

Contraindicações e cuidados

A ingestão de whey protein não é recomendada para quem já atinge os níveis ideais de proteínas com a alimentação. O consumo excessivo pode sobrecarregar os rins, especialmente sem a ingestão adequada de água.

O suplemento também não deve ser consumido por indivíduos com problemas renais ou alergia à proteína do leite. Para evitar riscos e garantir o uso correto, especialistas recomendam a orientação de um nutricionista antes de incluir o whey protein na rotina alimentar.

Informações Metrópoles


“Saúde bucal e qualidade de vida estão interligadas de maneira profunda”, diz especialista

Saúde bucal Foto: gpointstudio/Freepik

No dia 20 de março, celebra-se o Dia Mundial da Saúde Bucal, uma data escolhida pela FDI World Dental Federation para conscientizar a população sobre a importância dos cuidados bucais e promover práticas preventivas que protejam não só o sorriso, mas a saúde em geral.

Esse dia foi designado para destacar como hábitos simples podem prevenir doenças gengivais e outros problemas que afetam a qualidade de vida, reforçando o papel fundamental da saúde bucal no bem-estar integral.

– A saúde bucal e a qualidade de vida estão interligadas de maneira profunda. Cuidar dos nossos dentes e gengivas não é apenas uma questão de estética, mas sim de saúde física e emocional – afirma Paulo Zahr, fundador da OdontoCompany.

Para ajudar nessa missão, o profissional dá dez dicas essenciais para manter a saúde bucal em dia.

Confira:
– Escovação regular: escove os dentes pelo menos três vezes ao dia com um creme dental contendo flúor para remover a placa bacteriana e fortalecer o esmalte;

– Uso diário do fio dental: utilize o fio dental todos os dias para limpar os espaços entre os dentes onde a escova não alcança;

– Bochecho antisséptico: faça bochechos com um antisséptico bucal para reduzir a quantidade de bactérias na boca e manter o hálito fresco;

– Troca da escova: substitua a escova de dentes a cada três meses ou quando as cerdas estiverem desgastadas;

– Alimentação equilibrada: reduza o consumo de açúcares e alimentos ácidos, que podem causar erosão do esmalte e cáries;

– Visitas regulares ao dentista: agende check-ups semestrais para limpezas profissionais e avaliações preventivas;

– Evitar hábitos prejudiciais: abstenha-se do uso de tabaco e modere o consumo de bebidas alcoólicas, pois esses hábitos podem afetar a saúde das gengivas;

– Hidratação constante: beba bastante água ao longo do dia para manter a boca hidratada e auxiliar na produção de saliva, que é a natural protetora dos dentes;

– Enxaguantes bucais adequados: utilize enxaguantes bucais sem álcool, conforme a orientação do seu dentista, para potencializar a limpeza.

Informações Pleno News


Pesquisadores britânicos revelaram que o Lenacapavir pode conter a doença

O estudo sobre o HIV foi publicado pela farmacêutica Gilead Sciences, na revista britânica The Lancet | Foto: Jcomp/Freepik
O estudo sobre o HIV foi publicado pela farmacêutica Gilead Sciences, na revista britânica The Lancet | Foto: Jcomp/Freepik

Um estudo publicado pela farmacêutica Gilead Sciences, na revista britânica The Lancet, revelou que o novo medicamento chamado Lenacapavir pode revolucionar a prevenção e o tratamento contra o HIV. Segundo a pesquisa, o remédio pode ser usado anualmente para prevenir a doença.

Atualmente, no Brasil, as prevenções são realizadas com comprimidos diários, administrados por via oral. Nesse sentido, o Lenacapavir se somaria ao conjunto de medicamentos que poderia prevenir a doença. Mas, no caso desse remédio, a aplicação é por injeção.

De acordo com a pesquisa, o Lenacapavir bloqueia a capacidade do vírus de se multiplicar no organismo. Paulo Abrão, professor de Infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que “o medicamento já foi aprovado na Europa e nos Estados Unidos”.

A aplicação do medicamento

O fármaco pode ser administrado via injeção intramuscular. O líquido é injetado gradualmente na corrente sanguínea. O remédio, no entanto, mantém a proteção por alguns meses.

Arte criativa com impressões 3D coloridas de partículas do vírus HIV
Arte criativa com impressões 3D coloridas de partículas do vírus HIV | Foto: NIAID/Fotos Públicas

Isso proporciona uma vantagem significativa, em comparação aos outros medicamentos, já que o Lenacapavir permanece ativo no organismo por mais tempo.

Pequenas doses do medicamento pode bloquear o vírus do HIV 

O estudo mostra que, mesmo com pequenas doses, o medicamento é eficaz para bloquear o vírus do HIV. Uma característica notável do Lenacapavir é a capacidade de atuar em diferentes fases do ciclo de vida da doença.

Ele impede, por exemplo, que o vírus entre corretamente dentro das células. Além disso, evita que seu material genético seja liberado e transportado para novas infecções. “Os resultados do estudo mostram o potencial para revolucionar a prevenção do HIV”, explica Abrão. “Funciona quase como uma vacina anual.”

Desafios financeiros

Entretanto, o custo do tratamento continua a ser um desafio significativo. Um levantamento feito por professores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostrou que que duas doses do Lenacapavir podem custar cerca de R$ 250 mil.

Célula infectada por partículas do vírus HIV | Foto: Divulgação/National Institute of Allergy and Infectious Diseases (Niaid)
Célula infectada por partículas do vírus HIV | Foto: Divulgação/National Institute of Allergy and Infectious Diseases (Niaid)

Informações Revista Oeste


Estudo feito com animais desvenda efeitos benéficos dos exercícios para o cérebro

Foto colorida de homem, idoso e negro, caminhando em uma esteira - Metrópoles

A atividade física aeróbica ajuda a proteger o cérebro contra o desenvolvimento do Alzheimer e a restabelecer o equilíbrio celular, que decai com o envelhecimento. Isso é o que mostra um novo estudo feito com animais que desvendou mecanismos dos efeitos positivos dos exercícios no cérebro.

Recém-publicada no periódico Brain Research, a pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Os autores selecionaram dez ratos idosos, que foram divididos em dois grupos: durante dois meses, metade correu em uma esteira cinco vezes por semana e os demais permaneceram sedentários.

Ao final do período, os pesquisadores analisaram amostras de tecido da formação hipocampal, região do cérebro responsável pela memória e pelo aprendizado.

O grupo que se exercitou apresentou menor quantidade de todos os marcadores envolvidos no Alzheimer: queda de 63% na proteína TAU e de 76% no depósito de beta-amiloide, proteínas que degradam os neurônios.

Eles também tinham menor acúmulo de ferro – em excesso, esse mineral induz a morte dos oligodendrócitos, células produtoras da mielina, camada que protege os nervos e favorece a transmissão de impulsos elétricos.

Esses animais tinham maior número dessas células, além de menor inflamação cerebral e melhores condições para comunicação entre os neurônios.

Os efeitos da atividade física em pessoas com essa demência já são conhecidos. “O exercício físico tem efeitos benéficos no Alzheimer, pois reduz inflamação geral crônica relacionada ao envelhecimento, prevenindo a perda de mielina, controlando os níveis de ferro no cérebro e reduzindo níveis de moléculas patológicas associadas à doença”, diz o neurocientista Robson Gutierre, um dos autores do trabalho, à Agência Einstein.

Exercícios aeróbicos e treinamento de força desempenham um papel crucial na prevenção de demências, incluindo o Alzheimer.

“O treinamento de força também eleva os níveis do fator neurotrófico derivado do cérebro [BDNF – Brain-Derived Neurotrophic Factor], favorecendo a neuroplasticidade e protegendo contra o declínio cognitivo”, completa Brendo Faria Martins, especialista em fisiologia do exercício do Espaço Einstein de Esporte e Reabilitação, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Por isso, segundo os autores do estudo, incluir atividade física na rotina pode reduzir o risco de perda cognitiva e retardar a progressão da doença.

De acordo com Gutierre, a pessoa que já treina pode fazer exercícios aeróbicos até seis vezes por semana. “O ideal é, no mínimo, três dias de exercícios aeróbios em dias alternados. Para quem não tem o costume de treinar, o ideal é passar por uma avaliação física para saber a frequência e a intensidade dos exercícios”, orienta o pesquisador.

Informações Metrópoles

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