“Gostaria de responder ao vereador Jhonatas Monteiro sobre a crítica, que para mim soa como elogio, de que enquanto Procurador Geral do Município, entrei com ações contra vereadores. Verdade, vereador. Na defesa da legalidade acionei irresponsáveis que queimavam pneus em vias públicas, invadiam prédios tombados e impediam o transporte público de trabalhadores honestos! Não me associei a imoralidades por conveniência de momentos, como o vereador fez ao endossar o comportamento ignóbil da vereadora Eremita de aprovar um projeto de sua autoria com apenas sete vereadores em plenário! Se o Vereador fosse a pessoa honesta que o personagem que se denomina ‘rasta’ representa, reagiria a essa ilegalidade em nome da moralidade. Mas, demonstrando que as suas convicções tem um preço, o mais aquinhoado gabinete da Câmara sucumbiu aos afagos das AJE e cartões alimentação e virou as costas ao dever de fiscalizar o escancarado assalto aos cofres públicos, como por exemplo a reforma do prédio da Casa legislativa!Aproveite seu tempo ocioso pra aprofundar as suas reflexões filosóficas e politicas sobre comportamento reto e oportunismo!”
Um dos principais coordenadores da campanha vitoriosa de José Ronaldo para a Prefeitura de Feira de Santana, no pleito que foi encerrado no último domingo (6), o consultor Hamilton Ramos terá uma comemoração dupla nesta quarta-feira (9), quando celebra idade nova, juntamente com o resultado obtido nas urnas.
Embora ele não revele sua idade, fontes indicam que está completando 58 anos, sendo que mais de quatro décadas dessas foram vividas lado a lado com seu líder político, José Ronaldo.
Atuando também na área de consultoria de projetos, Hamilton está conduzindo iniciativas importantes para o município de Feira de Santana, especialmente voltadas ao desenvolvimento econômico da cidade.
O prefeito Mauro Vieira (PSD) foi reeleito no último domingo, 6 de outubro, com uma expressiva vitória de 85,14% dos votos, totalizando 6.915 votos, consolidando-se como um dos prefeitos mais bem votados da Bahia em 2024. Com essa vitória, ele segue para o seu quarto mandato à frente do município de Anguera.
Mauro Vieira agradeceu aos eleitores pela confiança e reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando pelo desenvolvimento da cidade. “Muito obrigado pela confiança que foi depositada em mim. É uma honra estar à frente de Anguera rumo ao quarto mandato”, declarou o prefeito.
Nem a concessão de ministérios e de emendas parlamentares pode garantir ao presidente Lula o apoio necessário para se reeleger em 2026, afirmou o presidente do PSD Gilberto Kassab em entrevista ao UOL News nesta terça (8).
No caso do PSD, a sigla controla três ministérios (Agricultura e Pecuária, Minas e Energia e Pesca e Aquicultura). Nas eleições municipais de São Paulo, porém, a sigla apoia Ricardo Nunes (MDB) na disputa contra Guilherme Boulos (PSOL), aliado de Lula.
Kassab admitiu que a falta de sintonia entre o governo federal e boa parte dos partidos que compõem seus ministérios pode acabar no lançamento de candidaturas alternativas à reeleição de Lula em 2026.
Poder pode. Vai depender da avaliação do presidente Lula no momento das definições, não é? É evidente que pode, são partidos que têm bons quadros.
Eu dou o exemplo do PSD. Nós temos no partido hoje um presidenciável que já se dispôs a examinar o assunto caso o partido queira ter um candidato, que é o Ratinho Júnior [governador do Paraná]. O partido gosta da ideia de tê-lo como candidato. Gilberto Kassab, presidente do PSD
Para o presidente do PSD, há também a possibilidade de apoio a candidatos de outras siglas de centro-direita.
Outros partidos também têm lá os seus presidenciáveis. Eu acho que essa análise é mais do que possível que aconteça, sim.Gilberto Kassab, presidente do PSDValdemar errou ao apostar em disputa Lula x Bolsonaro nas eleições, diz Kassab.
O PSD se tornou a sigla com mais prefeitos eleitos no Brasil em 2024: 878 até o momento, já que ainda há as disputas de segundo turno. O PL, que projetava conquistar mil prefeituras, ganhou em 510 cidades. Para Kassab, houve um erro de avaliação de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, ao apostar na polarização entre Lula e Jair Bolsonaro para obter um bom desempenho nas urnas.
Valdemar talvez cometeu um erro. Ele entendeu que a nacionalização favoreceria o PL. Nessa eleição municipal, não prevaleceu a nacionalização. As pessoas querem saber do buraco da rua, da iluminação, do hospital, da creche e da escola nas quais os filhos estão. Esse foi o erro dele ao nacionalizar.
Kassab: Tarcísio é a maior revelação política do Brasil nos últimos anos Kassab rasgou elogios Tarcísio de Freitas (Republicanos), classificou o governador de São Paulo como “maior revelação política do país” e disse que o vê como uma liderança que desponta para a direita.
Hoje, cada vez mais, o Tarcísio assume um papel de liderança nessa direita com uma diferença: ele tem um diálogo muito bom com o centro e valoriza isso, haja vista a própria relação com o PSD. O MDB está apaixonado por ele. Não acredito que haverá choque com Bolsonaro.
Tarcísio tem mais facilidade para o diálogo, tem uma compreensão melhor da importância de respeitá-lo [do que Bolsonaro]. Isso o valoriza muito.
Apesar de defender a relatoria de Rodrigo Valadares, a presidente da CCJ, Caroline de Toni, admite possibilidade de negociação para aprovação
Palácio do Congresso Nacional, onde fica a Câmara dos Deputados brasileira | Foto: Rodolfo Stuckert/Acervo Câmara dos Deputados
Com o fim do primeiro turno das eleições, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Congresso Nacional volta aos trabalhos, nesta terça-feira, 8, com o projeto de lei que concede anistia aos presos do 8 de janeiro (PL 2.858/2022) na pauta do dia.
Essa retomada das atividades legislativas marca o andamento de propostas que ficaram suspensas durante o período eleitoral. Uma proposta deve passar pela CCJ antes de avançar para votação no plenário.
O projeto de anistia não é novo no cenário político. Em tentativas anteriores de tramitação, a proposta enfrentou resistência. De um lado, o chamado centrão desempenha um papel de mediador entre os diferentes interesses partidários. Já do outro, a direita da Câmara afirma que só dará apoio ao próximo presidente da Casa se o projeto de lei for a plenário.
O projeto de anistia aos presos do 8 de janeiro
O projeto, cujo relator é o deputado Rodrigo Valadares (União-SE), pretende conceder anistia a “todos que participaram de eventos subsequentes ou eventos anteriores aos fatos acontecidos em 8 de janeiro de 2023, desde que mantenham correlação com os eventos acima citados”.
Além disso, a proposta estende o indulto a pessoas que “apoiaram, por quaisquer meios, inclusive contribuições, doações, apoio logístico ou prestação de serviços e publicações em mídias sociais e plataformas”.
Por fim, no relatório de Valadares, há, ainda, a proposta para que as investigações dos atos do 8 de janeiro saiam do gabinete do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF).
O que diz a presidente da CCJ
A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a deputada Caroline de Toni (PL-SC) | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados
Ao jornal O Globo, a presidente da CCJ, a deputada Caroline de Toni (PL-SC), afirmou que defende a visão do relator. No entanto, admite haver a possibilidade de negociação com a base governista.
“No plenário, a proposta intermediária pode ser, sim, a que tenha mais votos. Mas temo que alguns casos não sejam contemplados”, afirmou a presidente da CCJ. “Vamos votar o projeto da anistia e o pacote anti-STF na CCJ até o final do ano, independentemente de aprovar ou não, e que vença quem tiver mais votos.”
No relatório, Valadares alega que a aprovação da anistia é importante para “garantir alívio institucional” e a “pacificação política”.
O candidato do PRTB ligou Guilherme Boulos (Psol) ao uso de cocaína
Guilherme Boulos negou a veracidade do laudo publicado por Pablo Marçal | Foto: Reprodução/YouTube/Revista Oeste
A Polícia Federal afirmou que há “fortes evidências de falsidade” na assinatura do laudo médico postado pelo candidato a prefeito de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) contra o também candidato Guilherme Boulos (Psol). Marçal divulgou, na última sexta-feira, 4, um documento que acusa o psolista de ter usado cocaína.
Segundo o documento, Boulos teria ido à clínica médica Mais Consulta com um “quadro de surto psicótico grave, em delírio persecutório e ideias homicidas”. A suposta consulta, no bairro do Jabaquara, teria acontecido no dia 19 de janeiro de 2021.
Guilherme Boulos negou a veracidade do laudo. Ele ainda afirmou que estava em outro local na data publicada.
Carla Maria atribui a Marçal o suposto crime de falsificação de documento | Foto: Divulgação
Segundo a emissora CNN Brasil, a PF identificou diferenças entre as assinaturas do médico José Roberto de Souza. Os peritos compararam a rubrica publicada pelo empresário com a que o médico usou durante anos de profissão. A Polícia Federal realizou o exame grafoscópico nos documentos.
“Verificou-se a prevalência das dissimilaridades entre a assinatura questionada e os padrões apresentados, tanto nas formas gráficas, quanto em suas gêneses, não havendo evidências de que tais grafismos tenham sido escritos por uma mesma pessoa”, diz um trecho da perícia.
A Polícia Civil de São Paulo também afirmou, em relatório, que a assinatura no laudo médico publicado por Pablo Marçal é falsa. “Tal assinatura não apresenta as mesmas características gráficas dos exemplares observados nos documentos descritos no capítulo ‘Padrões de Confronto’.”
O órgão paulista ainda explicou que a principal diferença entre as assinaturas está na velocidade da execução. Segundo a análise da perícia, a rubrica original demanda mais tempo para a execução.
Entenda o laudo publicado por Pablo Marçal
O documento postado pelo empresário também sugere que o psolista tenha testado positivo para o uso de cocaína. José Roberto de Souza, médico responsável pela suposta assinatura, está inativo por falecimento. A informação é do Conselho Federal de Medicina.
O Instagram removeu a publicação com o documento ainda na sexta-feira. O conteúdo ficou no ar por cerca de 1h30.
Marçal ficou de fora do segundo turno, com 28,14% dos votos. Guilherme Boulos (29,07%) e o atual prefeito paulistano e candidato à reeleição pelo MDB, Ricardo Nunes (29,48%), avançaram para a etapa de desempate. A disputa final ocorrerá em 27 de outubro.
Pablo Marçal não avançou para o segundo turno das eleições municipais de São Paulo | Foto: Reprodução/TSE
O apresentador José Luiz Datena e a ex-BBB Mara Viana não se elegeram. Thammy Miranda, Alexandre Frota e Zoe Martinez conseguiram cadeiras como vereadores. Zilu e Babu Santana ficaram como suplentes.
Ex-atletas, influenciadores, atores e jornalistas se candidataram para cargos de vereador, prefeito ou vice-prefeito nas Eleições 2024. Teve eleito, não eleito e também os suplentes (que podem, eventualmente, assumir ou não).
Funciona assim: o que faz um vereador?
Veja abaixo quais famosos que foram derrotados e quem se deu bem neste domingo (6).
José Luiz Datena (PSDB)
O candidato à Prefeitura de São Paulo José Luiz Datena (PSDB), ao votar no Colégio Santo Américo, no bairro do Morumbi, na Zona Sul de SP — Foto: Roberto Costa/Código19/Estadão Conteúdo
O apresentador de TV José Luiz Datena (PSDB) disputou o cargo de prefeito de São Paulo e não foi eleito. Ele terminou a disputa em um modesto 5º lugar, com 1,84% dos votos.
Datena teve apenas 112.344 votos, menos do que o vereador mais votado da cidade, Lucas Pavanato (PL).
Datena disse que não vai apoiar nenhum de seus adversários no 2º turno e que a quantidade de votos que teve não faz diferença. Afirmou ainda que não vai mais seguir na política e avaliou que seu desempenho não foi à altura do partido.
A ex-BBB Mara Viana em vídeo publicado em seu Instagram durante a campanha de 2024; ela era candidata à vice na chapa de Luigi Rotunno (PSDB), que não foi eleit — Foto: Reprodução Instagram
A ex-BBB Mara Viana, vencedora da edição de 2006 do reality, não foi eleita. Ela era candidata à vice-prefeita em Porto Seguro, na chapa encabeçada por Luigi Rotunno (PSDB).
Com 12.031 votos, Rotunno ficou em 3º lugar na eleição. O vencedor foi Janio Natal (PL), que recebeu 45.601 votos, ou 53,94% do total.
Cristina Prochaska (PSOL)
Cristina Procharka em ‘Direito de Amar’, 1987 — Foto: Nelson Di Rago/Globo (Memória Globo)
A jornalista e atriz Cristina Prochaska (PSOL) disputou a prefeitura de Ubatuba (SP), mas não foi eleita. Teve apenas 402 votos, que representaram 0,77% do total.
Entre outros papeis, Cristina deu vida à personagem Lais em “Vale Tudo” (1988-1989, Globo) e Carola em “Direito de Amar” (1987).
Empresário e ex-marido de Ana Hickmann, Alexandre Correa (Avante) não foi eleito vereador em São Paulo. A apresentadora e ele tiveram um divórcio conturbado no fim do ano passado.
Hickmann entrou com um pedido de divórcio com base na Lei Maria da Penha em novembro de 2023, após registrar um boletim de ocorrência contra o ex-marido por violência doméstica e lesão corporal.
Correa admitiu o desentendimento, mas disse que não houve maiores consequências e reforçou ter sempre tratado a apresentadora “com zelo e respeito”.
Durante a campanha, pregava pelo “direito dos homens” e contra “denúncias falsas” por meio de Lei Maria da Penha. Teve 2.246 votos.
Welington Camargo (Avante)
Irmão dos cantores sertanejos Zezé di Camargo e Luciano, Welington teve 746 votos e não se elegeu.
Welington nasceu em Pirenópolis e se mudou para Goiânia para tratar de uma poliomielite quando ainda tinha 2 anos. Por causa das consequências da doença, ele usa cadeira de rodas.
Aos 27 anos, ele foi sequestrado, e o caso mobilizou o país. Durante os 94 dias em que ficou em cativeiro, em uma chácara, ele teve metade da orelha esquerda cortada pelos sequestradores.
Foto de arquivo mostra Thammy Miranda em hotel em São Vicente — Foto: Mariane Rossi/G1
Thammy Miranda, filho da cantora Gretchen, foi reeleito vereador em São Paulo, com 50.234 votos e a 22ª maior votação desta edição. A marca supera sua eleição em 2020, quando teve 43.297 votos.
Em 2016, Thammy também foi candidato a vereador de São Paulo pelo PP, obteve 12.408 votos nas eleições e ficou como suplente da coligação.
O deputado federal Alexandre Frota (PROS) na Câmara dos Deputados, em Brasília. — Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
O ator Alexandre Frota (PDT) voltou a ser eleito, desta vez como vereador em Cotia (SP). Frota recebeu 2.893 votos e foi eleito por média — quando sobram vagas para o cargo e elas são preenchidas através do cálculo da média do partido, que é determinada pela divisão do número de votos válidos pelo quociente partidário mais um.
Outro ex-apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, Frota também foi largado pelo eleitor bolsonarista. Eleito deputado federal em 2018, com 155.522 votos, foi expulso do PSL após fazer críticas ao ex-aliado.
Em 2022, tentou uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo, mas não foi eleito. Teve pouco mais de 24 mil votos.
Zoe Martinez em selfie publicada no seu Instagram no dia do 1º turno da eleição de 2024 — Foto: Reprodução Instagram
A influenciadora e comentarista de política Zoe Martinez foi eleita vereadora em São Paulo. A cubana naturalizada brasileira teve 60.272 votos, um 13º lugar entre os mais votados da cidade.
Os suplentes podem, eventualmente, substituir quem foi eleito por determinados motivos (como renúncia, morte, licença-médica ou até decisão judicial, por exemplo) ou passar os quatro anos fora da Câmara, sem assumir.
É o caso dos seguintes famosos:
Zilu Camargo (União Brasil)
Ex-mulher do cantor Zezé di Camargo e mãe da cantora Wanessa, Zilu Camargo (União Brasil) não foi eleita vereadora em São Paulo, mas ficou como suplente. Ela teve 4.579 votos, apenas 0,08% do total.
Em São Paulo, o vereador com menos votos foi Gilberto Nascimento (PL), que teve 22.306 votos.
Zilu camargo em vídeo divulgado no seu Instagram — Foto: Reprodução Instagram
Joice Hasselmann (Podemos)
A jornalista Joice Hasselmann (Podemos) não foi eleita vereadora em São Paulo, mas ficou como suplente. Ela teve apenas 1.673 votos, em mais uma perda severa de eleitores que vem encolhendo eleição a eleição.
Em 2018, Joice foi a mulher mais votada para a Câmara dos Deputados na história do Brasil, com 1 milhão de votos. Ela era uma das principais aliadas do presidente Jair Bolsonaro, com quem rompeu em 2019.
Abandonada pelo eleitorado bolsonarista, ela concorreu ao mesmo cargo em 2022, perdendo 99,9% dos eleitores. Na ocasião, foram 13.679 votos.
Deputada Federal Joice Hasselmann (PSDB) no ato pela democracia — Foto: Celso Tavares/g1
Sérgio Hondjakoff (Cidadania)
O ator Sérgio Hondjakoff, que ficou famoso como o personagem Cabeção em “Malhação” (de 2000 a 2006, Globo), não foi eleito vereador no Rio de Janeiro, mas ficou como suplente.
Ele teve 456 votos, enquanto o vereador eleito com menos votos — Diego Faro (PL) — precisou de 12.675 votos.
Nos últimos anos, o ator enfrentou uma luta contra o vício em drogas. Ele chegou a ser internado e, quando teve alta, manifestou o desejo de retomar a carreira artística.
Sérgio Hondjakoff avalia primeira semana após alta de clínica e exalta momentos com filho — Foto: Arquivo Pessoal
Bebeto (PSD), ex-jogador de futebol e campeão do mundo com a Seleção Brasileira, não foi eleito vereador no Rio de Janeiro, e também ficou como suplente. Ele teve 8.125 votos.
Ídolo do futebol carioca, ele foi titular do time campeão da Copa do Mundo de 1994 e da equipe vice-campeã em 1998.
Na política, foi deputado estadual no Rio de Janeiro por três mandatos, entre 2011 e 2022. Tentou se eleger deputado federal nas eleições de 2022, mas também não venceu.
O ex-jogador e deputado Bebeto quando era deputado — Foto: Reprodução/Redes sociais
O ex-BBB tentou ser vereador no Rio de Janeiro pelo PSOL. Ele não foi eleito, mas também ficou como suplente.
Babu é famoso por seus trabalhos como ator e cantor, além de ter sido um dos destaques da edição reality da Globo.
Babu Santana — Foto: Lara Letícia
Mario Gomes (Republicanos)
O ator Mario Gomes (Republicanos) terminou a eleição com 4.492 votos e na condição de suplente na cidade do Rio de Janeiro.
A campanha de Gomes ganhou destaque por conta de uma ação da Justiça que determinou o despejo do ator da mansão de onde morava, na Joatinga, na Zona Oeste do Rio, por conta de uma antiga dívida trabalhista.
O ex-galã de novela de 71 anos chegou a vender sanduíche na praia anos atrás. Essa não foi a primeira tentativa de Mario Gomes na política. Ele disputou outras quatro eleições entre 2006 e 2022.
Após ser despejado, Mário Gomes diz ter voltado ao antigo endereço e afirmou que não vai sair — Foto: Reprodução/Instagram
Marquito (Republicanos)
Já há alguns anos na política, o humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido como Marquito, não foi eleito, mas ficou como suplente. Ele teve 4.801 votos.
Mesma situação aconteceu em 2012, quando ele concorreu pelo PTB, alcançou 22.198 votos e ficou com a vaga de primeiro suplente do vereador eleito Celso Jatene, do mesmo partido.
O humorista Marco Antonio Ricciardelli, conhecido como Marquito, foi candidato a vereador em São Paulo pelo Republicanos — Foto: Instagram/Reprodução
Partido do ex-presidente Jair Bolsonaro saltou de 4,7 milhões de eleitores em 2020 para 15,7 milhões em 2024
Partido de Bolsonaro, PL cresceu exponencialmente nas eleições de 2024 | Foto: Luis Lima Jr/Fotoarena/Estadão Conteúdo
O Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro, saltou de 4,7 milhões de votos em 2020 para 15,7 milhões em 2024. O avanço representa um crescimento de 236,2% e leva o partido à liderança da tabela de mais apoios recebidos para seus candidatos a prefeito.
A alta coincide com a estratégia da sigla de aumentar número de candidatos neste ano. Ao todo, o PL cresceu de 970 concorrentes em 2020 para 1.483 em 2024.
Depois de PL, aparecem PSD e MDB
Em segundo lugar no ranking de votos está o Partido Social Democrático (PSD), com 14,5 milhões de votos para prefeito — alta de 36,7% em relação a 2020. Já o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) aparece em terceiro, com 14,4 milhões de votos e um aumento de 32,5% no mesmo período.
O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que tinha 10,6 milhões de votos em 2020, experimentou uma queda significativa, totalizando apenas 4,7 milhões em 2024, uma redução de 56%.
PT sofre derrota e termina primeiro turno sem prefeitura nas capitais
Enquanto isso, o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ficou em sexto lugar, com 8,9 milhões de votos.
Além disso, o cenário das eleições municipais de 2024 revelou um desempenho decepcionante para a sigla, que não elegeu nenhum prefeito de capital no primeiro turno e, atualmente, tem chances de vitória em só quatro delas no segundo turno.
Esse resultado mostra o enfraquecimento da legenda, que historicamente teve forte presença em várias das cidades brasileiras.
O presidente do PL Bahia, João Roma, destacou o fortalecimento da legenda nas eleições municipais deste domingo. “O PL está hoje estruturado, com diretório municipal, em mais de 80% dos 417 municípios baianos. O 22 marca presença nessas eleições com candidaturas de vereadores, prefeitos e vices por todo o estado”.
O líder estadual do PL, que vota em Salvador, onde o partido apoiou a candidatura a reeleição do prefeito Bruno Reis, do União Brasil, esteve no sábado em Itabuna, participando da Caminhada da Direita em prol do correligionário Chico França, candidato a prefeito da cidade. No mesmo dia, também foi a Barreiras apoiar Túlio (PL), vice na chapa de Otoniel (UB).
“O PL ampliou a sua capilaridade, fincando a bandeira do 22 em todo o estado. Mas o trabalho de estruturação do PL na Bahia continua. Estaremos em todos os 417 municípios baianos para chegarmos ainda mais fortes em 2026, quando pretendemos disputar novamente o governo baiano”, disse Roma que votou neste domingo no campus da Ufba, no Vale do Canela, ao lado da deputada federal Roberta Roma (PL) e os filhos.