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Pasta de Inteligência Policial da corporação vai ser ocupada por delegado responsável pela investigação da tentativa de interferência na apuração da morte da Marielle Franco

Polícia Federal
Principal mudança é na Diretoria de Inteligência Policial | Foto: | Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo 

Polícia Federal (PF) está planejando mudanças significativas na Diretoria de Inteligência Policial (DIP), que é a responsável por investigações de grande impacto, incluindo aquelas que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

Rodrigo Morais, que atualmente ocupa o cargo de diretor da DIR, vai deixar o posto para assumir o cargo de de adido em Londres. O delegado será substituído por Leandro Almada, superintendente no Rio de Janeiro. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Leandro Almada é amplamente reconhecido por sua atuação em investigações de grande importância, como a tentativa de interferência na apuração do assassinato da vereadora Marielle Franco. Além disso, outras mudanças estão em andamento na PF, como a saída de Gustavo Leite e a indicação de Felipe Seixas para a Diretoria de Cooperação Internacional (DCI).

Mudanças de indicações feitas na gestão Bolsonaro

Rafael Caldeira, chefe da Coordenação-Geral de Inteligência (CGI), deve assumir a Coordenação-Geral de Combate ao Crime Organizado (CGCINT), que analisa casos envolvendo Bolsonaro. Caldeira é conhecido por liderar a operação La Muralla em 2014. Pelo menos três delegados de alto escalão da PF estão previstos para serem designados a postos na Europa.

As nomeações para cargos no exterior são vistas como um reconhecimento e são realizadas pelo diretor-geral Andrei Rodrigues. A escolha de Almada para a DIP se deve ao seu desempenho na investigação do caso Marielle. Com essas mudanças, a disputa pela chefia da superintendência do Rio de Janeiro se intensifica, com Flávio Albergaria sendo um dos nomes cogitados.

Membros do PT fluminense estão tentando emplacar o delegado Carlos Henrique de Oliveira como chefe da PF no estado. As mudanças na cúpula da PF ocorrem em meio a um cenário político e investigativo complexo, refletindo estratégias de realocação de recursos e talentos dentro da corporação.

Informações Revista Oeste


A gestão pública municipal de Feira de Santana está sendo preparara para desenvolver estratégias que vão impactar todos os setores da sociedade já a partir de janeiro do próximo ano. Eleito prefeito para o quinto mandato, José Ronaldo participa do curso de gestão Prefeito de Sucesso, promovido pela Fundação Indigo em parceria com o União Brasil e que reúne em Brasília 150 prefeitos das maiores cidades eleitas pela coligação.
Empolgado com a oportunidade de troca de experiências entre gestores municipais, José Ronaldo ressalta que sua administração, que se inicia em 1º de janeiro de 2025, não poupará esforços para que Feira de Santana mergulhe em uma fase de desenvolvimento e progresso capaz de superar todas as suas outras administrações. “Vamos cumprir rigorosamente todo programa de governo anunciado durante campanha e também proporcionar investimentos que coloquem o município em destaque no cenário nacional”, frisou.
A larga experiência como gestor público, aliás, está sendo a estratégia utilizada por José Ronaldo para que a sua nova gestão seja ainda mais dinâmica, com respostas e resultados mais eficazes e em curto prazo. Tanto que logo após as eleições do dia 6 de outubro o prefeito eleito já deu início às articulações para definir o planejamento de sua administração.
Ao abrir o evento, o presidente da Fundação Indigo, ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, ressaltou que o Prefeito de Sucesso reúne representantes de cidades superimportantes imbuídos em desenvolver um trabalho que orgulhará o país.
O evento aconteceu de maneira híbrida, nos dias 6 e 7 deste mês, sendo presencialmente para 150 municípios, considerando a população na eleição de 2024, e de forma remota para outros cerca de 450 prefeitos eleitos pela coligação do União Brasil.


O curso abordou o processo de transição e planejamento estratégico municipal e ofereceu um Guia de Transição e Planejamento Estratégico com informações acerca dos Princípios Gerais da transição e da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O documento apresenta um passo a passo com orientações ao gestor público sobre como conduzir o início de mandato.
Com a participação de especialistas em Gestão Pública, o evento contou com as presenças do presidente do União Brasil, Antônio Rueda, ACM Neto, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e especialistas palestrantes. Também a presença do ministro do Turismo, Celso Sabino, parlamentar do União Brasil que abordou sobre planejamento estratégico.

ASCOM/PREFEITO ELEITO JOSÉ RONALDO


Na manhã desta quinta-feira (7), o vereador Pedro Américo (Cidadania) destacou a atuação de Zé Carneiro no processo de articulação da presidência da Casa. Segundo Pedro Américo, a postura de Zé Carneiro demonstra uma “capacidade de liderança e de articulação que precisa ser reconhecida”.

Pedro Américo defendeu que a discussão sobre a presidência deve ocorrer entre os quinze vereadores eleitos pela base governista, almejando uma harmonia na condução dos trabalhos e uma redução dos conflitos pessoais que marcaram os últimos anos. Segundo ele, “inicialmente nesse debate da presidência da Câmara a gente tinha dois pilares. O primeiro é que a decisão tinha que ser entre os quinze vereadores que se elegeram dentro da base do governo, com Zé Ronaldo e com o vice Pablo Roberto. Que entre os vereadores, tendo essa discussão, a gente poderia ter uma harmonia para que a Casa funcione sem os conflitos pessoais que prevaleceram ao longo desses últimos anos”.

Para Pedro Américo, a questão central não é apenas a eleição do presidente, mas também a estrutura de independência interna dos vereadores. O parlamentar criticou o atual modelo de gestão, que ele classificou como “presidencialismo impositivo”, alegando que esse sistema limita a atuação independente dos vereadores, tornando-os “reféns da estrutura presidencialista da Câmara”.

O parlamentar propõe um novo modelo de funcionamento, que assegure aos vereadores uma maior autonomia parlamentar e legislativa. Ele acredita que essa liberdade interna é essencial para que cada vereador possa “defender suas pautas, defender suas comunidades, cuidar da população”. Segundo o vereador, “essa autonomia interna é fundamental e faz com que a gente possa melhorar o nosso trabalho perante a sociedade e fazer com que o vereador possa ser mais respeitado”.

Ao finalizar, o vereador reforçou a importância da união entre os quinze parlamentares da base governista para consolidar essa nova estrutura da Câmara, que ele vê como um avanço essencial para uma gestão mais harmoniosa e eficaz da Casa. “Essa união que consegue agregar a maioria entre os quinze vereadores que estão na base do governo municipal”, concluiu Pedro Américo.

O Protagonista


As articulações para a presidência da Câmara de Vereadores seguem movimentadas, e o nome do vereador Pedro Américo, apesar de nunca ter anunciado publicamente sua candidatura, esteve entre os favoritos para a disputa. No entanto, nesta quinta-feira (07/11), durante uma entrevista ao repórter Gilvan Rodrigues, do programa “Diário da Feira”, da Rádio Subaé. Pedro Américo foi taxativo, seu voto e apoio poderá ir em direção do vereador José Carneiro, um dos mais cotados para assumir a presidência da câmara

Pedro Américo fez questão de destacar que, durante esta semana, José Carneiro realizou um evento com nove vereadores declarando apoio, sinal claro de que conta com a maioria no bloco governista. Para Pedro Américo, não há espaço para brigas vazias ou vaidades em torno da presidência da Câmara. “A eleição não será a última batalha da minha vida”, afirmou ele, enfatizando que não se pauta por ambições individuais de poder. Em sua visão, é necessária uma reunião com os 15 vereadores da base para que se chegue a um consenso sobre o nome que ocupará a presidência da Casa da Cidadania.

Demonstrando insatisfação com a condução atual da Câmara, Pedro Américo apontou problemas estruturais que minam a independência e a eficiência dos parlamentares. “Espero que o novo presidente tenha uma postura diferente deste modelo que está aí”, pontuou. Pedro Américo criticou o “presidencialismo impositivo” e defendeu que o presidente da Câmara deveria ser o primeiro a garantir a estrutura básica de trabalho para todos os vereadores, e não deixar que alguns tenham privilégios enquanto outros precisam “mendigar” recursos essenciais, como papel de ofício e combustível.

Suas palavras é um anseio de mudança na administração da Casa da cidadania, pautada por respeito e condições iguais a todos os parlamentares para que o Legislativo possa realmente servir à sociedade. É um recado claro de que a renovação precisa vir acompanhada de uma postura de maior transparência e comprometimento com a independência da Câmara de Vereadores de Feira de Santana.

Fonte: Site A veracidade / Fábio Negriny


Ex-presidente do Brasil tem passaporte retido pela Justiça em razão de investigação vigente sobre atos do fim de seu mandato

Ex-presidente Jair Bolsonaro
‘Moraes vai falar não para o cara mais poderoso do mundo?’, perguntou Bolsonaro | Foto: Isac Nóbrega/PR

O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende solicitar ao Supremo Tribunal Federal(STF) permissão para participar da posse de Donald Trump, prevista para 20 de janeiro de 2025, nos Estados Unidos

Durante uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Bolsonaro ressaltou que o ministro Alexandre de Moraes já negou três de suas solicitações para viagens internacionais. Entre elas, uma visita a Mar-a-Lago, local da mansão de Trump, na Flórida.

Bolsonaro manifestou que, se Trump o convidar, buscará autorização do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-presidente está impedido de deixar o Brasil, com passaporte retido, em razão de investigações sobre supostas tentativas de golpe no final de seu governo, em 2022.

“Se o Trump me convidar, eu vou peticionar ao TSE, ao STF”, afirmou Bolsonaro. “Agora, com todo o respeito, o homem mais forte do mundo… Você acha que ele vai convidar o Lula? Talvez protocolarmente. Quem ele vai convidar do Brasil? Talvez só eu. Moraes vai falar não para o cara mais poderoso do mundo? Eu sou ex. O cara vai arranjar uma encrenca por causa do ex?”

A relação da família Bolsonaro com Trump

O deputado Eduardo Bolsonaro, o presidente Donald Trump e o deputado Mario Frias em Mar-a-Lago, na Flórida, em março | Foto: Reprodução/Instagram
O deputado Eduardo Bolsonaro, o presidente Donald Trump e o deputado Mario Frias em Mar-a-Lago, na Flórida, em março | Foto: Reprodução/Instagram

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, esteve recentemente em Mar-a-Lago, para acompanhar as eleições norte-americanas, na terça-feira 5. 

Jair Bolsonaro comentou sua amizade com Trump e comparou a relação entre os dois à dos países Brasil e Paraguai. O ex-presidente está inelegível até 2030, depois de condenação por abuso de poder político e econômico, além de uso indevido dos meios de comunicação.

“Há dois anos querendo me incriminar como golpista”, disse Bolsonaro, ao jornal. “O cara tá há dois anos com a mulher, tô desconfiando que tá me traindo e tô há dois anos dormindo com ela. E tô investigando, me traiu, não me traiu… Resolve essa parada logo, tenha altivez. Manda soltar esses coitados que estão presos aí a 17 anos de cadeia.”

Informações Revista Oeste


Fala ocorreu em entrevista do presidente à Rede TV. Analistas aguardam anúncio de corte de gastos; expectativa é de que as áreas atingidas sejam informadas esta semana.

Brasília (DF) 08/08/2024 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordena reunião ministerial no Palácio do Planalto Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas ao mercado nesta quarta-feira (6) ao mencionar as expectativas pelo anúncio de corte nos gastos públicos. A fala ocorreu em entrevista à Rede TV

“Veja, eu não posso adiantar porque a gente ainda não concluiu o pacote. Eu tô num processo de discussão muito, muito séria com o governo porque eu conheço bem o discurso do mercado, conheço a gana especulativa do mercado. E eu, às vezes, acho que o mercado age com uma certa hipocrisia, com uma contribuição muito grande da imprensa brasileira, para tentar criar confusão na cabeça da sociedade”, disse o presidente. 

Lula afirmou que os cortes não podem mais ser feitos “em cima do ombro das pessoas mais necessitadas” e cobrou colaboração do Congresso no tema. 

“Se eu fizer um corte de gastos para diminuir a capacidade de investimento do orçamento, a pergunta que eu faço é o seguinte: o Congresso vai aceitar reduzir as emendas de deputados e senadores para contribuir com o ajuste fiscal que eu vou fazer? Porque não é só tirar do orçamento do governo. Os empresários que vivem de subsídio do governo vão aceitar abrir mão um pouco de subsídio para a gente poder equilibrar a economia brasileira? Vão aceitar? Eu não sei se vão aceitar”, questionou.

A equipe econômica do governo tem se debruçado nas últimas semanas sobre a agenda de corte de gastos, cobrada por investidores e setores da política desde o começo deste governo. 

Na manhã desta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que as reuniões internas do governo para fechar os cortes de gastos terminaram, mas acrescentou que as propostas devem ser apresentadas por Lula aos chefes do Legislativo antes de serem tornadas públicas. Ainda não previsão de quando isso acontecerá. 

O governo efetuou uma série de reuniões nos últimos dias com ministros para fechar os cortes de gastos necessários para manter o arcabouço fiscal — a regra das contas públicas — operante. A expectativa é de que o anúncio das medidas possa ocorrer ainda nesta semana. 

Lula deve conversar com cúpula do Congresso sobre corte de gastos, diz Haddad 

Haddad, que viajaria para a Europa na última segunda, ficou no Brasil a pedido de Lula para avaliar as ações do governo de cortes de despesas frente ao momento de pressão inflacionária e alta do dólar.

Por enquanto, as medidas em estudo ainda não foram detalhadas, o que tem gerado nervosismo no mercado financeiro — com pressão sobre o dólar, queda da Bolsa de Valores e alta dos juros futuros. 

Nos últimos dias, Haddad defendeu que entende a “inquietação” do mercado, mas acrescentou que o governo apresentará propostas para manter o arcabouço fiscal operante. A expectativa é que as medidas sejam apresentadas nas próximas semanas. 

“A dinâmica das despesas obrigatórias tem que caber dentro do arcabouço. A ideia é fazer com que as partes não comprometam o todo que o arcabouço tem, a sustentabilidade de médio e longo prazo”, declarou o ministro na semana passada.

Economistas consideram a agenda de cortes de despesas importante para conter a dívida e evitar alta dos juros, que penalizam investimentos produtivos e o consumo da população.

Informações G1


Por volta das 4h20 desta quarta-feira, 6, o ex-presidente do Brasil encaminhou vídeo e texto a aliados com felicitações ao líder norte-americano

Encontro bilateral entre Donald Trump e Jair Bolsonaro, em 20 de junho de 2019
Encontro bilateral entre Donald Trump e Jair Bolsonaro, em 20 de junho de 2019 | Foto: Alan Santos/PR

Impedido de viajar aos EUA, o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro enviou uma mensagem a aliados para parabenizar Donald Trump, antes mesmo da confirmação oficial de sua vitória nas eleições norte-americanas.

Durante a madrugada desta quarta-feira, 6, às 4h20 no horário de Brasília — minutos antes de Trump conquistar o Estado da Pensilvânia —, Bolsonaro compartilhou no WhatsApp uma mensagem em que citou o salmo 30:5.

“Obrigado, meu Deus. Parabéns, Donald Trump”, escreveu Bolsonaro. “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”

Além da mensagem de texto, o brasileiro encaminhou um vídeo com encontros com o republicano em viagens oficiais realizadas ainda enquanto presidente do Brasil. As imagens também reúnem o ataque sofrido por Bolsonaro na campanha de 2018 e elogios do líder norte-americano ao brasileiro.

Trump X Kamala: comitiva brasileira acompanha apuração

Eleições nos EUA devem ter resultado divulgado ainda nesta semana | Foto: Reprodução/Twitter/X
Trump venceu na Pensilvânia, Estado considerado muito importante para a vitória | Foto: Reprodução/Twitter/X

Já que a Justiça impediu a viagem de Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, liderou uma comitiva que acompanhou a apuração. O grupo teve a participação de Gilson Machado, ex-ministro do Turismo, e seu filho, Gilson Filho, vereador eleito no Recife. Eles acompanharam a contagem de votos da mansão de Trump, em Mar-a-Lago.

A mensagem do ex-presidente afirmou que Trump superou adversidades para retornar à Casa Branca e expressou esperança de que o Brasil trilhe um caminho semelhante. Mencionou, ainda, a defesa da liberdade de expressão e críticas ao aborto.

Bolsonaro expressou o desejo de que, no futuro, o Brasil recupere sua liberdade e grandeza e se inspire na vitória do republicano. Ele reiterou a importância de manter valores tradicionais e a soberania nacional. Donald Trump foi um importante aliado de Jair Bolsonaro em seu governo.

Informações Revista Oeste


Senador diz estar sem salário e que gabinete só recebe 30% do orçamento para pagar as verbas de gabinete

marcos do val
Senador Marcos do Val (Podemos-ES_ fez o discurso nesta terça-feira, 5 | Foto: Pedro França/Agência Senado

Durante sessão plenária do Senado nesta terça-feira, 5, Marcos do Val (Podemos-ES) pediu “pelo amor de Deus” para que seja votado o requerimento do líder do Podemos, Rodrigo Cunha (AL) sobre decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes sobre o bloqueio das contas do parlamentar. 

Moraes determinou o bloqueio das contas de Marcos do Val em 7 de agosto. O senador é investigado por suposto ataque nas redes sociais a delegados da Polícia Federal (PF) que investigaram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

O requerimento de Rodrigo Cunha baseia-se no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.526 do STF. A maioria da Corte decidiu que qualquer ação que possa interferir no pleno exercício dos mandatos parlamentares deve ser submetida à apreciação das Casas Legislativas.

Durante seu discurso, Marcos do Val pediu que o requerimento seja pautado com “urgência” pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O parlamentar destacou que o documento conta com o apoio de 42 senadores “para que sejam derrubadas as liminares ilegais do ministro Alexandre de Moraes”.

O parlamentar também citou que a Organização dos Estados Americanos (OEA) “identificou como um movimento ilícito” as decisões de Alexandre de Moraes e que o tema “será levado para a Corte internacional”.

“Estou sem salário, meu gabinete só tem 30% para receber de orçamento para poder pagar as verbas de gabinete”, relatou. “Não estamos conseguindo manter, no Estado e aqui, o aluguel e tudo o mais do gabinete. Então, peço, pelo amor de Deus, que o senhor coloque na pauta com medida de urgência.”

Marcos do Val afirmou que as medidas do Judiciário invadiram “outro Poder de forma ilegal e inconstitucional”. “É questão de sobrevivência eu ter a mesma autonomia que todos os demais senadores têm de exercer o cargo com os direitos que o artigo 53 nos concede”, afirmou.

Marcos do Val descreveu a postura de Moraes como uma 'prova' de que o Brasil 'não é mais uma democracia plena' | Foto: Reprodução/Twitter
Marcos do Val também teve as redes sociais suspensas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Reprodução/Twitter

Pacheco pede “paciência” a Marcos do Val

Em resposta a Marcos do Val, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pediu “paciência” para pautar o tema. Definiu o requerimento como “inusitado”. 

“Não há tanta experiência do Senado Federal em relação a requerimento dessa natureza, de modo que peço paciência à vossa excelência e confiança nos encaminhamentos da mesa diretora”, explicou Pacheco.

O presidente da Casa disse ser necessário tratar do assunto com a mesa diretora, além da advocacia do Senado. Declarou ter conhecimento da “aflição” de Marcos do Val, mas que é preciso ter “encaminhamento assertivo, que solucione efetivamente o tema”.

“De modo que não obstante que haja as assinaturas de apoiamento, é preciso ter uma avaliação sobre o procedimento e o próprio encaminhamento de mérito sob pena de algo ser votado e não ser reconhecido sob o ponto de vista jurídico”, argumentou.

Em resposta, Marcos do Val disse não ver “necessidade dessa reunião” citada por Pacheco, uma vez que não teria mais “o que se discutir” sobre a suposta ilegalidade da decisão do STF que infringe as prerrogativas legislativas. 

“Acho que é questão de sobrevivência, de manter meu mandato, de manter o meu gabinete, receber os prefeitos que foram eleitos ou reeleitos e eu não estou podendo. Está se infringindo gravemente a Constituição”, acrescentou.

Informações Revista Oeste


Aos 73 anos, José Ronaldo (União Brasil) se prepara para assumir pela quinta vez a prefeitura de Feira de Santana, após uma disputa acirrada, mas finalizada no primeiro turno, que manteve o tabu sobre a rejeição ao PT na Princesa do Sertão. Nesse novo ciclo, ele diz que pretende oxigenar a política feirense e revelar novos quadros para a vida pública, com uma composição de secretariado que vai mesclar juventude e experiência.

Nesta longa e exclusiva entrevista ao Política Livre, José Ronaldo analisa o impacto das eleições municipais na disputa ao governo do Estado em 2026 e alerta que o campo da oposição deve marchar unido porque “ninguém conseguirá ser governador sozinho”. Ele afirma que o “projeto é apoiar ACM Neto”, mas vê com bons olhos o nome de Bruno Reis, caso o ex-prefeito recue.

O futuro prefeito também assegura que “não há nenhuma chance” de deixar a Prefeitura para ser candidato daqui há dois anos. Além disso, avalia o cenário nacional e diz que “as urnas demonstraram algumas coisas novas no Nordeste”, ao defender um representante da região na chapa presidencial.

Leia a entrevista completa:

Política Livre – Como foi o desafio dessa última eleição? Mesmo com o PT juntando a força do governo do estado e do governo federal, o senhor venceu e mais uma vez mostrou força política.

José Ronaldo – É, mais uma luta foi travada e graças a Deus com sucesso. Feira de Santana é uma cidade muito diferente, sabe? Essa história de vincular para eleger fulano porque tem o apoio de beltrano, em Feira de Santana isso nunca colou. Não é agora, isso é histórico na cidade, isso vem lá dos anos 60, 70. Era um governo militar e os governadores eram indiretos e mesmo assim Feira de Feira de Santana elegia um prefeito diferente. Foi assim com Chico Pinto, Zé Falcão, Colbert pai ao longo da história. Essa eleição também se repetiu. Nós temos uma história na cidade, minha história é Feira de Santana, minha vida é Feira de Santana. Lutamos com os amigos, que são muitos e graças a Deus vencemos mais uma eleição. Vou trabalhar arduamente para realizar tudo que eu assumi de compromisso com o povo de Feira. Já estou me reunindo, discutindo o futuro, analisando como fazer tudo isso. Já comecei a me reunir com algumas pessoas para que, ao iniciar o governo, a gente inicie realmente com os compromissos que assumimos já bem encaminhados.

A composição com Pablo Roberto para vice pareceu uma demonstração de renovação da política de Feira. Essa também vai ser a tônica da sua gestão, no sentido de revelar novos quadros, de oxigenar a política de Feira?

Estou com esse objetivo. Na nossa equipe vai ter jovens, não é só a questão de jovem na idade, jovens também que vão entrar na vida pública. Acho que tem algumas pessoas dessa natureza, eu estou pensando muito a respeito disso, estou começando a fazer esse planejamento. Mas também teremos pessoas experientes dentro do processo, vai ser uma mistura de tudo isso. Mas espero formar um governo com pessoas realmente que conheçam suas pastas, que estejam dispostas a trabalhar doze horas no mínimo por dia. Porque para a gente vencer na vida pública e fazer uma gestão boa, trabalhar três, quatro horas por dia não dá não, é impossível você fazer.

“Ele [Pablo] só não será secretário se ele não desejar”.

Já pode adiantar algum quadro do secretariado?

Não.

Seu vice, Pablo, será secretário?

Sim, esse aí eu posso falar. Ele só não será secretário se ele não desejar. Esse é o único que eu posso dizer a você que tivemos uma conversa no sentido de ele ocupar uma secretaria. Agora qual é a secretaria só no futuro para a gente falar.

O ainda prefeito Colbert terá alguma participação na sua gestão?

Colbert pretende ser candidato a deputado federal e vai disputar a eleição. Pretendemos que ele faça um trabalho junto conosco, uma pessoa que terá o direito de ser candidato e terá o meu respeito.

A gente viu no segundo turno de Camaçari que a oposição deu uma demonstração de grupo como não se via há bastante tempo. Como viu esse comportamento?

“[…] não pode ser da cabeça de uma pessoa. Isso tem de ser uma coisa mais ampla com várias pessoas pensando junto. Ninguém conseguirá ser governador sozinho, é preciso ampliar esse debate”

Falando de uma maneira geral, como é que o senhor viu a performance da oposição nas eleições municipais? Mudou o quadro para 2026?

Eu vejo da seguinte maneira: há um ar de respiração, de desejo de mudança no estado. Mas nada disso vai acontecer se você não tiver uma união da oposição. Que as pessoas realmente trabalhem com essa determinação, porque a eleição de prefeito é uma realidade e eleição de governador é outra realidade. São duas posições muito diferentes do eleitorado. A eleição de prefeito é extremamente local. É o município que decide. É naquela esfera lá dentro do seu território. Eleição de governador é esse gigantismo que é esse estado, esse estado enorme, é um continente. Então, para fazer essa política eu acho que tem algumas maneiras de se fazer. O estilo de fazer política para prefeito de Salvador é uma coisa, para prefeito de Feira é uma coisa, para prefeito lá em Chorrochó é outra coisa. Mas para governador, eu acho que é bem diferente. É um outro mundo. Então é preciso que você sente, discuta e analise esse processo de governador como fazer. E para você fazer isso, não pode ser da cabeça de uma pessoa. Isso tem de ser uma coisa mais ampla com várias pessoas pensando junto, sentando, discutindo, debatendo, ouvindo, falando. Mas ninguém conseguirá ser governador sozinho, é preciso ampliar esse debate.

O senhor aceitaria um convite para participar da majoritária em 2026?

Não, isso não. Isso não aceito, essa decisão já está tomada, não há o que pensar, o que decidir, é decisão tomada já. Eu fiz a campanha e disse ao povo de Feira de Santana que cumpriria o meu mandato, não me afastaria de hipótese alguma. Não há nenhuma chance de me afastar da Prefeitura de Feira para ser candidato. Isso aconteceu no passado, mas no presente em hipótese alguma acontecerá.

“Nosso projeto é apoiar Neto, não passou em minha cabeça algo diferente”.

Em caso de o ex-prefeito de Salvador ACM Neto ser candidato ao governo, o senhor estará com ele?

Isso é nossa ideia. Neto é uma pessoa que a gente tem uma boa relação e somos companheiros de partido, nosso projeto é apoiar Neto, não passou em minha cabeça algo diferente.

Nos bastidores, muita gente já cita o nome do prefeito Bruno Reis como um possível candidato ao governo, caso ACM Neto não concorra. O senhor considera essa possibilidade, acha que é um caminho?

Se Neto não sair, ele pode ser esse quadro sim. Bruno é uma pessoa que saiu extremamente bem da eleição, foi muito bonita a sua vitória. Bruno é um político nato, gosta de política, come política com farinha. Não tenho a menor dúvida que tem um futuro muito bonito na política. Quando é que vai ser, não sei, mas é um futuro muito bonito.

“As urnas demonstraram algumas coisas novas no Nordeste”

Há quem ventile a possibilidade de ACM Neto ser o nome do Nordeste para compor a chapa presidencial. Para o senhor, esse cenário é razoável?

Não, porque se eu responder isso eu já estou querendo tirar ele de governador. Então, como ele não conversou comigo ainda essa questão de governador, que dirá de vice-presidente, então isso é uma coisa que tem que ser analisada, discutida. Eu não gosto de colocar o carro adiante dos bois, eu quero fazer as coisas com respeito a todo mundo. Ele seria um nome muito bom para o Nordeste, mas deve ter outros nomes. Recentemente em Fortaleza apareceu aí um jovem que eu nem conhecia, nunca tinha ouvido falar desse rapaz, e o camarada disputou uma eleição com 36 anos. Perdeu por 11 mil votos no eleitorado de um 1,7 milhão de eleitores. Esse cabra é um fenômeno. Soube que a governadora de Pernambuco está fazendo uma boa gestão. Tem prefeito de Maceió, que também é um fenômeno. As urnas demonstraram algumas coisas novas no Nordeste. Em Aracaju, elegeu uma mulher. Em Mossoró, a maior cidade do Rio Grande do Norte elegeu também um prefeito do União Brasil, Campina Grande é um prefeito do União Brasil, Teresina também. São coisas que saíram muito diferentes das urnas.Eu acho que as pessoas que têm esses pensamentos precisam descer da cadeira, do trono e sentar e ouvir pessoas que estão em cadeiras comuns e discutir esse assunto. Eu acho que é importantíssimo sentar quem é do Sul, Sudeste, do Centro, Norte, Nordeste. Nós temos um político muito bem avaliado que é o governador do Mato Grosso. É um estado pequeno, mas ele pode contribuir muito naquela região ali. Agora, se você quer deixar para discutir isso em 26, eu acho que fica muito atrasado. Precisa ser agora no início de 2025, o ano bom para fazer isso é 25.

O que o senhor está falando de Brasil também se aplica à Bahia?

Eu acho que a Bahia precisa ampliar essa discussão. Quanto mais você amplia uma discussão, você cresce, você evolui. Venha cá, você é um cidadão que não é político, mas é jornalista. Um jornalista é um meio político. A natureza do jornalista é parecida com a do político. Você adora receber um telefonema de uma pessoa que você gosta, não adora? Você se sente bem em receber um telefonema, não é? Eu me sinto bem em receber um telefonema de alguém. ‘Parabéns por sua vitória aí, vamos trabalhar juntos’. Isso é bom, isso alimenta a alma de quem está recebendo um telefonema. Se algum ser humano falar que não gosta disso, ele não está expressando a verdade, ele está mentindo. Eu conheço modestamente a política do interior da Bahia. Eu fui deputado muitos anos, convivi com o governos por muito tempo, convivi na oposição, então eu sinto que nós que somos do interior adoramos receber uma ligação. ‘Oi, Zé Ronaldo… oi meu amigo Tiago, de Santo Estevão… oi meu amigo Tarcísio, de São Gonçalo dos Campos… e por aí vai. Nós gostamos, nós queremos isso. Eu acho que isso é uma coisa que precisa acontecer com uma frequência muito maior por todos nós.

A falta de perspectiva de grupo foi um ponto evidente na campanha de ACM Neto em 2022. Até hoje sobram reclamações nesse sentido, inclusive pela falta de telefonemas. O senhor vê algum sinal de mudança para 2026?

Não, eu não sei se isso aconteceu ou não aconteceu. Eu saí do segundo turno no final de outubro e em dezembro de 2022 eu comecei a rodar por Feira, fiz isso em 2023 e em 2024 todinho. Então, eu me concentrei muito, me situei totalmente dentro de Feira de Santana. Depois, no segundo turno, andei um pouquinho em Camaçari e comecei a me concentrar para os meus projetos, as nossas ideias para colocar em prática. O que eu estou dizendo aqui serve para todo mundo, é algo que é importante para todo ser humano que deseja viver na política. Isso eu escuto, eu ouço, eu vejo e eu pratico. Sempre fiz isso e eu entendo que foi isso que foi o meu sucesso na política. Então, se eu tive algum sucesso na política, como vereador mais votado, deputado bem votado, prefeito bem votado, eu fiz sempre isso respeitando as pessoas, ouvindo as pessoas, sendo ouvido por elas. Então eu acho que isso no mundo da política que nós vivemos e principalmente no interior, isso é fundamental para ganhar uma eleição. Isso é fundamental.

Sobre a eleição da UPB, o senhor tem intenção de ser candidato a presidente? Defende o nome de alguém? Como está analisando a corrida?

Não está em meus planos me envolver na eleição da UPB, a não ser como eleitor. Eu não sei quantos candidatos têm, mas não fui procurado por nenhum candidato. Eu acho que esses candidatos estão tentando a benção de alguém para ser presidente, mas pode ser que tenha dois candidatos e tendo dois candidatos tem que procurar todo mundo. Não sei se é porque eu estou por fora, estou afastado, mas eu estou achando esse assunto muito morno, muito frio […] Não sei quem é que vai ser candidato, mas eu vou comparecer para votar, é uma instituição que eu respeito, tenho um prazer, seja lá quem for candidato, eu vou lá dar o meu voto espontaneamente, livremente para o novo presidente da UPB para ele representar os prefeitos, defender os interesses dos municípios. É isso que eu espero de qualquer um que venha ser presidente da UPB.

“Eu nunca li uma entrevista de Jerônimo falando da gestão, eu só leio entrevista de Jerônimo falando de política”.

Como está a relação com o governador Jerônimo depois do embate municipal, como o senhor avalia a gestão dele e como é que vai ser essa parceria institucional governo-prefeitura?

Nunca estive com o governador Jerônimo após eleito. Eu conheci Jerônimo professor da Uefes, conheci Jerônimo sendo assessor de um ministério em Brasília. Eu nunca estive com Jerônimo governador. Eu acho que Jerônimo ele faz política, política, política, política e política como governador. Eu nunca li uma entrevista de Jerônimo falando da gestão, eu só leio entrevista de Jerônimo falando de política. Não estou criticando, não estou dizendo nada, eu estou comentando. Eu já dei algumas entrevistas e vou abordar esse assunto aqui agora com você também. Segurança pública é uma atribuição do Estado, você não pode querer envolver o município. Bom, se o município tem câmeras instaladas na cidade, essas câmeras estarão hoje, amanhã, depois e sempre à disposição da segurança pública do estado cem por cento. Se você quer o apoio do município para ampliar esse número de câmeras, o município está aí para sentar, discutir, debater e ajudar em tudo isso. Mas o município não vai ser chamado nunca para discutir como é que aquela segurança está sendo feita ou como vai deixar de ser feita. Eles não vão chamar para isso nunca, nunca chamaram e não vão chamar, isso é uma política de segurança, eles têm que fazer lá a política de segurança dele, dos policiais, da Polícia Militar, da Polícia Civil, etc. Mas eu tenho dado umas entrevistas dizendo o seguinte, na saúde eu acho que é preciso conversar muito. Morre por ano em Feira 300, 400 pessoas na fila da regulação, aguardando uma vaga no hospital para poder ser transferido. De quem é a responsabilidade dos hospitais regionais? É do estado […] Eu entendo que o investimento que o estado fez no anexo do Hospital Clériston Andrade foi muito pequeno para a grandeza de Feira de Santana e da sua importância regionalmente falando. É preciso que Feira tenha um novo hospital regional como é o Clériston Andrade. E esse novo hospital regional tratar de ortopedia e neurologia.

Esses dois itens são muito importantes. Hoje continua lá no Clériston Andrade pessoas com fraturas internadas esperando 15, 20, 30 dias para ser transferido. No hospital particular, o paciente entra em um dia e sai dois dias depois para casa para fazer uma cirurgia ortopédica. No estado, ele leva 15, 20, 30 dias ocupando um leito. Ora, aquele leito não tem rotatividade e isso não amplia, não adianta você fazer mais cinco leitos dentro do hospital, se você não dá rotatividade àquele leito. Eu quero dizer o seguinte: o município tem as responsabilidades dele, o estado tem as responsabilidades do estado. Eu estou disposto a sentar com o governador, a pessoa que vai ser meu secretário de saúde me acompanhando, é a pessoa que vai entender bem disso mais do que eu, mais do que o governador, com a secretaria de Saúde do estado, sentar, discutir a saúde em Feira de Santana. O que é da responsabilidade do município, nós vamos fazer. O que é da responsabilidade do estado, o estado vai fazer. Vamos fazer isso? Estou aberto para fazer isso tranquilamente sem nenhuma dificuldade. Eu disse isso na campanha política, estou repetindo as mesmas palavras que eu disse no horário de televisão, no rádio, na rua e nas dezenas e dezenas de entrevistas que eu dei. Estou repetindo aqui as mesmas coisas do meu período eleitoral. Eu estou fora da eleição, estou falando a mesma coisa. Uma pessoa que está com câncer não pode esperar seis meses, oito meses, um ano para fazer uma ressonância magnética. Isso é um absurdo. Vamos resolver essas coisas? Vamos sentar, discutir e cada um cumprir o seu papel. Estou às ordens.

Fonte: Política Livre


Com a chegada de novembro, a campanha Novembro Azul ganha destaque em todo o país, incentivando o cuidado com a saúde masculina e a prevenção de doenças que afetam principalmente os homens. Dados do Ministério da Saúde indicam que o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, representando cerca de 29% dos diagnósticos oncológicos no Brasil. Estima-se que um em cada seis homens desenvolverá a doença ao longo da vida, e cerca de 65 mil novos casos são diagnosticados a cada ano.

De acordo com o Dr. Rodrigo Serapião, médico urologista credenciado à Rede União Médica, consultas regulares com um urologista são essenciais para a identificação precoce de diversas condições de saúde. “Doenças como câncer de próstata, hiperplasia prostática benigna e disfunção erétil podem ser detectadas em consultas periódicas, permitindo um tratamento mais eficaz e aumentando as chances de cura”, explica Dr. Serapião. A prevenção é uma das principais aliadas na saúde masculina, e o Novembro Azul visa justamente reforçar a importância da conscientização sobre esse tema.

Além das doenças mais conhecidas, o urologista destaca que outras condições de saúde, igualmente comuns entre os homens, também podem ser identificadas e tratadas durante as consultas. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão arterial e o diabetes, doenças que afetam milhões de brasileiros, são frequentemente diagnosticadas em consultórios de urologia. “A hipertensão arterial, o diabetes e as alterações de colesterol, hormonais são exemplos de patologias prevalentes no sexo masculino que também devem ser diagnosticadas e acompanhadas por um especialista”, complementa.

A integração entre o cuidado urogenital e outras áreas da saúde torna as consultas ainda mais completas e essenciais para o bem-estar dos homens. Na opinião de Dr. Rodrigo, a orientação aos jovens também é um aspecto relevante da atuação do urologista, conforme explica: “Um dos principais papéis do médico urologista está na orientação de jovens que estão iniciando ou prestes a iniciar sua vida sexual. É fundamental que esses jovens sejam bem informados para reduzir o índice de infecções sexualmente transmissíveis”, destaca. Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre os jovens, as infecções sexualmente transmissíveis têm uma incidência crescente, o que reforça a importância da educação e da conscientização sobre o tema.

Para Dr. Rodrigo, a campanha Novembro Azul, além de promover a prevenção e o diagnóstico precoce, incentiva os homens a priorizarem a própria saúde e a buscarem ajuda médica sempre que necessário. “Ações de conscientização como essa ajudam a derrubar barreiras culturais que, por vezes, fazem com que os homens negligenciem o cuidado com sua saúde”, pontua.

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Fonte: Assessoria de Comunicação União Médica

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