Sigla aponta interferência atípica em inquérito e questiona resort de família
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
A bancada do Partido Novo formalizou, nesta segunda-feira (26), uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) e um pedido de investigação na Polícia Federal contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A sigla alega a existência de uma “interferência atípica” do magistrado na condução de um inquérito que envolve o Banco Master, do qual ele é o relator.
A movimentação ocorre após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivar um pedido anterior de parlamentares que buscavam o impedimento e a suspeição do ministro. Na ocasião, o questionamento baseava-se em uma viagem de Toffoli em aeronave particular com o advogado Augusto Botelho, que representa um dos diretores da instituição financeira.
No documento enviado às autoridades, os parlamentares Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem (RS) e o senador Eduardo Girão (CE) solicitam que a Polícia Federal apure a “real titularidade” do resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR). O empreendimento já pertenceu, em parte, a irmãos do ministro e tem sido alvo de questionamentos sobre possíveis ligações com o magistrado.
Condução de Toffoli no caso Master
A condução de Toffoli no caso Master tem gerado controvérsias devido a decisões processuais recentes, como o sigilo do inquérito, que tramita sob o segundo maior nível de restrição do STF, ocultando inclusive a lista de advogados habilitados.
O ministro chegou a convocar um embate presencial entre o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, e o dono do Master, Daniel Vorcaro, mas recuou após repercussão negativa, transferindo a decisão sobre a oitiva para a PF.
Toffoli determinou que depoimentos previstos para ocorrer ao longo de duas semanas fossem concentrados em apenas dois dias, definidos para esta segunda (26) e terça-feira (27).
Até o momento, o gabinete do ministro Dias Toffoli não se manifestou oficialmente sobre a representação protocolada pelo partido.
Encontro em dezembro de 2024 reuniu cúpula do governo petista e representantes do Banco Master
Lula recebeu Vorcaro no Palácio do Planalto a pedido do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega I Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva omitiu uma reunião com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, de sua agenda oficial. O encontro foi realizado em dezembro de 2024, no Palácio do Planalto, e durou cerca de uma hora e meia.
Além de Lula e Vorcaro, estiveram presentes na reunião o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega; o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa; o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira; Gabriel Galípolo, que já estava indicado para assumir a presidência do Banco Central (BC); e o então CEO do Banco Master, Augusto Lima.
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De acordo com o site Metrópoles, o encontro foi marcado por Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda de Lula que tinha um contrato de R$ 1 milhão por mês para prestar serviços de consultoria ao Banco Master.
O ex-ministro atuou como consultor do Master durante as negociações de venda para o Banco Regional de Brasília (BRB). O BC, entretanto, vetou a operação.
Mantega exerceu a função entre julho de 2024 e novembro de 2025, período em que recebeu ao menos R$ 16 milhões em honorários. Ele deixou a consultoria do Master depois de o Banco Central decretar a liquidação da instituição financeira.
Lula comenta caso Master pela primeira vez
Na última sexta-feira, 23, durante evento em Maceió (AL), Lula disse que há muitas pessoas que defendem o Banco Master por “falta de vergonha na cara”. O petista não mencionou nomes.
“Não é possível que a gente continue vendo pobre ser sacrificado enquanto tem um cidadão, sabe, do Banco Master, que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões”, afirmou Lula. “E quem vai pagar? São os bancos. É o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica, é o Itaú. E ainda tem gente que defende, porque também está cheio de gente que falta um pouco de vergonha na cara neste país.”
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, cumpre medidas cautelares no âmbito Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal (PF). A investigação apura fraudes na negociação de carteiras de crédito entre o Banco Master e o BRB.
O inquérito tramita no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Dias Toffoli.
Alessandro Vieira afirma que o ‘STF escolheu acobertar as condutas escandalosas’ dos ministros
Alexandre de Moraes e Dias Toffoli em sessão plenária do STF (5/11/2025) | Foto: Gustavo Moreno/STF
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) defendeu que o Senado Federal assuma um papel mais ativo de fiscalização sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e indicou o impeachment como instrumento possível de controle político-institucional diante do que classifica como omissão interna da Corte.
“Entre a transparência e o espírito de corpo o STF escolheu acobertar as condutas escandalosas de Toffoli e Moraes”, afirmou. “O único caminho disponível é levar o Senado a uma inédita ação de controle, via processo de impeachment.”
Ainda segundo o parlamentar, a abertura de um processo de impeachment dos ministros da Suprema Corte “será a missão fundamental nos próximos meses” no Senado Federal.
Toffoli é relator do caso do Banco Master no STF | Foto: Reprodução/Ascom STF
A fala do senador ocorreu depois das manifestações públicas de ministros em defesa de colegas. O presidente do STF, Edson Fachin, e o decano Gilmar Mendes elogiaram o arquivamento de denúncias envolvendo Toffoli no caso relacionado ao Banco Master, o que ampliou a leitura de “blindagem” interna.
O caso do Banco Master tem aumentado a pressão de setores do Congresso e de partidos de oposição por apurações formais envolvendo ministros do Supremo, especialmente depois de episódios recentes que reacenderam o debate sobre mecanismos de responsabilização de integrantes do Judiciário.
Em paralelo ao debate sobre responsabilização de ministros, a bancada do Novo protocolou na Procuradoria-Geral da República (PGR) e na Polícia Federal (PF) uma notícia-crime e uma Comunicação de Fatos apontando o que classifica como “interferência atípica” do ministro Dias Toffoli em procedimentos relacionados ao Banco Master.
O líder do Novo na Câmara, Marcel van Hattem (Novo-RS), afirmou que “a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal precisam agir com independência e cumprir seu dever constitucional” e que “a sociedade exige uma resposta clara das instituições de Estado”.
Na representação enviada à PGR, a bancada argumentou que a conduta atribuída ao ministro extrapolaria os limites da função jurisdicional e pedem apuração sobre possíveis ilícitos penais e administrativos. O documento foi assinado por Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem e o senador Eduardo Girão (CE).
Já no pedido encaminhado à PF, a bancada solicita a instauração de procedimento investigatório para apurar os fatos narrados, sustentando que a gravidade institucional do caso exige análise técnica independente sobre a sequência de atos e seus efeitos práticos.
O Monitor do Debate Político da USP, em parceria com o Cebrap e a ONG More in Common, afirmou que a manifestação organizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) neste domingo (25) reuniu cerca de 18 mil pessoas na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
Segundo a instituição, a contagem foi feita a partir de imagens aéreas analisadas por inteligência artificial e tem margem de erro de 12%, o que indicaria que o público no momento de pico pode ter variado entre 15,1 mil e 20,1 mil participantes.
A USP informou que utilizou sete imagens captadas às 15h15, horário de maior concentração de público, analisadas pelo sistema P2PNet, que identifica pessoas nas fotos. O método tem erro médio estimado em 12%.
Fontes da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP), no entanto, disseram à revista Oeste que a manifestação reuniu entre 50 e 100 mil pessoas.
O ato marcou o fim da chamada Caminhada pela Liberdade, percurso de aproximadamente 240 quilômetros iniciado em Paracatu (MG) na última segunda-feira (19), com trechos por Minas Gerais e Goiás até a capital federal.
O grupo defende a derrubada dos vetos do presidente Lula ao Projeto da Dosimetria, que pode beneficiar condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Deputado apontou que o presidente fez uma propaganda eleitoral antecipada em evento com MST
Foto: José Cruz / Agência Brasil
O deputado estadual da Bahia, Leandro de Jesus (PL), apresentou uma denúncia ao Ministério Público Eleitoral (MPE), contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a denúncia, o parlamentar alega que o petista praticou uma campanha eleitoral antecipada, durante evento em Salvador com o Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Leandro aponta que o petista extrapolou os limites do discurso político institucional ao fazer referência direta à disputa eleitoral deste ano, além da continuidade de seu projeto político. No documento enviado ao MPE, o parlamentar apontou trechos do discurso de Lula que foi transmitido no Youtube.
Segundo o parlamentar, o presidente utilizou expressões como “queremos ser tetra” e “vamos disputar esse ano as eleições”, durante sua fala, fazendo ainda declarações sobre convenções partidárias e embates com adversários.
Ao final do pedido, o deputado pede que o MPE aceite a Notícia Fato e que abra uma investigação e, se foram identificadas irregularidades, adote as medidas cabíveis e que o presidente seja responsabilizado pelo ato.
Neste sábado (24), o deputado federal Nikolas Ferreira afirmou que o objetivo da Caminhada pela Justiça e Liberdade já foi alcançado e disse que a mobilização serviu para “despertar as pessoas”. A declaração foi feita em vídeo publicado às 22h49, no encerramento do sexto dia do ato.
– Hoje completa-se 235 quilômetros caminhados a pé. E além de convocá-los pra amanhã, eu quero dizer que o objetivo dessa caminhada já foi concluído. Porque o que eu queria era despertar as pessoas e o mais Cristo faria – declarou.
Nikolas declarou ainda que vê a população mais atenta a temas como corrupção, escândalos recentes e o que chamou de injustiças contra presos do 8 de janeiro.
– Não tenho dúvidas que o Brasil acordou. Hoje eu posso falar com todas as palavras do meu coração de que o Brasil acordou. Acordou contra seus problemas locais, acordou contra a corrupção – continuou.
A caminhada teve início no dia 19 de janeiro, quando Nikolas saiu sozinho de Paracatu (MG). Ao longo do percurso até Brasília, políticos de diferentes regiões do país e cidadãos comuns passaram a se juntar ao grupo.
O deputado também atribuiu a mobilização à fé.
– O Brasil acordou e eu não tenho dúvidas que amanhã Deus fará algo extraordinário. Eu não tenho dúvidas. Porque quem começou isso não fui eu, foi Deus – declarou.
Neste domingo (25), a caminhada será encerrada com uma manifestação pacífica na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
Governador de Minas Gerais deu declarações nesta sexta-feira
Romeu Zema Foto: Reprodução/CNN Brasil
Nesta sexta-feira (23), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse que irá manter a sua candidatura à Presidência da República “até o final”. Ele deu declarações durante entrevista à CNN Brasil.
Segundo Zema, “isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate”.
– Fico extremamente honrado, lisonjeado pelo meu nome estar sendo lembrado, seja pré-candidato à Presidência ou pré-candidato a vice. Ambos são cargos muito relevantes. Mas o que eu posso dizer é que eu levarei a minha pré-candidatura até o final, isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate – comentou.
E acrescentou:
– Fico muito satisfeito de nós termos bons nomes pela direita. Hoje, a esquerda, como há 40 anos, só tem um nome que, graças a Deus, está aí para aposentar já. A direita tem diversos nomes e pessoas bem mais novas.
Petista comparou situação de pessoas pobres com o desfalque
Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR
Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que muita gente por “falta de vergonha na cara” defende o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A declaração ocorreu durante cerimônia em Maceió, Alagoas, para a entrega de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.
Sem citar o nome do banqueiro Daniel Vorcaro, foi a primeira vez que Lula se pronunciou sobre o escândalo envolvendo o Banco Master.
– Não é possível que a gente continue vendo o pobre ser sacrificado, enquanto um cidadão, como esse do Banco Master, que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões. E quem vai pagar? São os bancos. É o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica Federal, é o Itaú. Um cidadão que deu um desfalque de quase R$ 40 bilhões nesse país – falou o petista.
A declaração foi em referência aos recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que serão usados para pagar os credores.
– Então, companheiros, e tem gente que defende porque também está cheio de gente que falta um pouco de vergonha na cara neste país – completou.
Durante a cerimônia, o presidente citou resultados do seu terceiro governo, como a queda na inflação, que em outubro do ano passado atingiu o menor patamar em 27 anos, e o aumento no número de empregos, com 5 milhões de pessoas com carteira assinada no acumulado desde 2023.
Lula também disse que 2026 será o ano da comparação e que vai comparar as realizações de seus três anos de governo, com as dos governos dos ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).
Além da interrupção da marcha, Lindbergh Farias e Rogério Correia querem punir os participantes do ato
Nikolas partiu de Paracatu, em Minas Gerais, com destino a Brasília, na segunda-feira 19 | Foto: Vitor Liasch
Os deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) acionaram a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tentativa de impedir a conclusão da “Caminhada pela Justiça e Liberdade”. O ato é liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Nikolas partiu de Paracatu, em Minas Gerais, com destino a Brasília, na segunda-feira 19. Ele declarou que o ato simbólico tem como meta protestar contra “prisões injustas do 8 de janeiro e do ex-presidente Jair Bolsonaro”, além de defender “liberdade e justiça”.
O deputado também cobra uma reação do Congresso em relação ao escândalo que envolve o Banco Master e diversas autoridades.
Nesta quinta-feira 22, a PRF afirmou que a mobilização liderada pelo parlamentar apresenta “riscos extraordinários”. No mesmo dia, Lindbergh criticou a ação do grupo em vídeo publicado no Instagram.
“Esse Nikolas e essa turma podem fazer as passeatas que eles quiserem para defender anistia para golpista, para tirar Bolsonaro da cadeia, para defender que não paguem pelos seus crimes”, disse o petista. “O que eles não podem e não têm direito de cometer crimes, como eles estão fazendo. Eles foram para a BR-040 sem pedir autorização prévia a ninguém, ao DNIT, à ANTT, nenhum órgão.”
Anteriormente, o petista havia debochado da iniciativa de Nikolas. Lindbergh publicou um vídeo nas redes sociais em que chama a caminhada de “ato esvaziado” e critica as reivindicações.
Petistas querem punir os participantes da caminhada
Lindbergh comunicou que enviou um ofício à PRF em que solicita a interrupção e o redirecionamento da caminhada para outro local, alegando que os participantes deverão responder “administrativa e criminalmente”. O documento também foi assinado por Correia.
“O quadro fático agravou-se progressivamente ao longo do percurso, pois a caminhada não permaneceu restrita a um grupo inicial, passando a admitir adesão espontânea e sucessiva de populares e parlamentares em diferentes pontos da rodovia, ampliando de forma imprevisível o número de pessoas expostas a risco”, argumentam os petistas.
Lindbergh ressaltou ainda que “é proibido andar em acostamento de uma rodovia federal como aquela”. “Há trechos em que eles entram pela via principal”, continuou. “Isso é um absurdo. E helicópteros de milionários trazendo deputados, pousando ao lado da via. Isso é crime.”
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram quando helicópteros voam baixo sobre a rodovia e registros de pousos em áreas de terra próximas à pista.
O petista do Rio de Janeiro afirma que tais práticas configuram “infração aeronáutica grave” ou violam o artigo 261 do Código Penal, que trata de riscos à segurança da navegação aérea ou de terceiros no solo.
Rogério Correia reforçou as críticas: “Eles estão fazendo uma caminhada sem ter avisado a PRF na BR-40, que liga Minas Gerais a Brasília, colocando em risco não apenas a vida deles, mas também daqueles que circulam por lá.”
“A PRF não pode fingir que não está vendo”, prosseguiu o deputado pelo PT de Minas Gerais. “Tem até helicóptero pousando. É uma caminhada fake.”
O início do quinto dia da Caminhada pela Justiça e Liberdade foi marcado por um momento emocionante na manhã desta sexta-feira (23). O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que lidera o movimento, encontrou seus pais, o pastor Edésio de Oliveira e a psicóloga Maria Ruth de Oliveira, e a irmã, Lavigne Beatrice. Ao encontrar os familiares, o parlamentar foi às lágrimas.
Na atualização mais recente, a caminhada já havia ultrapassado a marca de 150 quilômetros, dos aproximadamente 240 previstos a serem finalizados até o próximo domingo (25), quando está planejado um ato na Praça do Cruzeiro, em Brasília. De acordo com Nikolas, o ato busca reforçar o caráter pacífico e simbólico da iniciativa, convidando a população a refletir sobre o atual cenário político e institucional do país.
Ainda segundo o parlamentar, a mobilização tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para o que classifica como arbitrariedades recentes no país, incluindo a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a situação jurídica dos presos relacionados aos atos do 8 de janeiro de 2023. O ato é marcado pelo lema “Acorda, Brasil”.
Desde a última segunda-feira (19), quando a caminhada foi iniciada na cidade de Paracatu (MG), centenas de pessoas, incluindo figuras políticas e anônimos, seguem o movimento, que também tem contado com o apoio de motoristas que encontram o grupo ao longo do caminho até a capital federal.
Confira alguns dos nomes de quem está ou já esteve na caminhada (alguns participaram pontualmente e não seguirão durante todo o trajeto):
Nikolas Ferreira, deputado federal por Minas Gerais André Fernandes, deputado federal pelo Ceará Gustavo Gayer, deputado federal por Goiás Guilherme Batista, pregador Marcelo Bonifácio, cantor Pablo Almeida, vereador por Belo Horizonte (MG) Wess Guimarães, influenciador Carlos Bolsonaro, ex-vereador pelo Rio de Janeiro (RJ) Luciano Zucco, deputado federal pelo Rio Grande do Sul Rafael Satiê, vereador pelo Rio de Janeiro (RJ) Fernando Holiday, vereador por São Paulo (SP) Carlos Jordy, deputado federal pelo Rio de Janeiro Sargento Gonçalves, deputado federal pelo Rio Grande do Norte Major Vitor Hugo, vereador por Goiânia (GO) Luiza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão Thiago Medina, vereador pelo Recife (PE) João Pedro Pugina, vereador por Araçatuba (SP) Magno Malta, senador pelo Espírito Santo Lucas Pavanato, vereador por São Paulo (SP) Lucas Polese, deputado estadual pelo Espírito Santo Pedro Poncio, ex-MST Sebastião Coelho, ex-desembargador Eduarda Campopiano, vereadora por Praia Grande (SP) Junio Amaral, deputado federal por Minas Gerais Chiara Biondini, deputada estadual por Minas Gerais Vile Santos, vereador por Belo Horizonte (MG) Douglas Garcia, ex-deputado estadual por São Paulo Mauricio do Vôlei, deputado federal por Minas Gerais Capitão Martim, deputado estadual pelo Rio Grande do Sul Ivson de Castro, vereador por Sete Lagoas (MG) Samuel Caires, vereador por Janaúba (MG) Matheus Braga, vereador por Ipatinga (MG) Ugleno Alves, vereador por Teófilo Otoni (MG) Pedro Luiz, vereador por Contagem (MG) Thomaz Henrique, vereador por São José dos Campos (SP) Luiz Lima, deputado federal pelo Rio de Janeiro Guilherme Kilter, vereador por Curitiba (PR).