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Ex-presidente Jair Bolsonaro está impedido de falar com o filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA. Decisão é do STF

Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de um mandado de busca e apreensão pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (18). Na medida, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou ainda a proibição de Jair Bolsonaro usar suas redes sociais, e de se comunicar com seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está atualmente nos EUA.

“A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (18/7), em Brasília, dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da PET n.º 14129”, disse a PF em nota.

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Ex-presidente é alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira, 18, em Brasília

golpe bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro, durante sessão na 1ª Turma do STF – 10/6/2025 | Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo da Polícia Federal (PF) na manhã desta sexta-feira, 18, em Brasília. Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da petição sigilosa PET 14129, o órgão realizou mandados de busca a apreensão em endereços ligados ao político, entre eles, em sua casa, no bairro Jardim Botânico, e em seu escritório, na sede do Partido Liberal (PL).

A representação policial teve aval da Procuradoria-Geral da República (PGR) em razão de crimes de coação no curso do processo, obstrução à Justiça e ataque à soberania nacional. Bolsonaro deve ir à sede da Polícia Federal. 

Entre as medidas restritivas, estão o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar, proibição de comunicação com diplomatas e embaixadores, proibição de aproximação a embaixadas e a outros réus e investigados e proibição de acesso às redes sociais. 

Ação penal contra Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro e seu advogado, durante interrogatórios de réus da Ação Penal (AP) 2668
O ex-presidente Jair Bolsonaro e seu advogado, durante interrogatórios de réus da Ação Penal (AP) 2668 | Foto: Gustavo Moreno/STF

Jair Bolsonaro responde ao STF uma denúncia da Procuradoria-Geral da República por cinco crimes. São eles: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Em entrevista à CNN Brasil, na última quarta-feira, 16, o ex-presidente afirmou estar indignado com a denúncia da PGR, pela qual ele pode ser condenado a até 43 anos de prisão. Na mesma conversa, negou ter intenções de pedir asilo internacional ou deixar o país.

Informações Revista Oeste


O ex-presidente disse que teve o seu direito de ir e vir ‘violentamente restringido’, mesmo sem crime e condenação

Ex-presidente contaria recomendação médica para se encontrar com apoiadores na Torre de Tv, em Brasília | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro fez o comentário em uma publicação no X, nesta quinta-feira, 17. | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a falar em “perseguição política” e disse que “quem enfrenta o sistema está sendo punido, silenciado e isolado, mesmo sem provas”. O ex-presidente fez o comentário em uma publicação no X, nesta quinta-feira, 17.

Na publicação, o ex-presidente compartilhou uma matéria da Revista Oeste que noticiava uma fala anterior sua sobre a apreensão do seu passaporte. 

Em coletiva de imprensa, mais cedo, Bolsonaro declarou que viajaria para negociar com o presidente dos EUA, Donald Trump, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva devolvesse seu passaporte.

Em fevereiro de 2024, durante uma operação da Polícia Federal, o ex-presidente teve o passaporte retido. 

Desde então, Bolsonaro tem tentado reaver o documento, alegando convites internacionais, por exemplo, para viajar a Israel ou participar da posse de Trump, mas o Supremo Tribunal Federal, por meio do ministro Alexandre de Moraes, tem mantido a apreensão.

Bolsonaro fala em “perseguição aberta e inaceitável”

Na publicação, Bolsonaro disse que teve o passaporte apreendido pela Polícia Federal “em uma operação de busca e apreensão absolutamente arbitrária, supostamente motivada por uma investigação sobre seu cartão de vacinação”.

O ex-presidente disse que teve o seu direito de ir e vir “violentamente restringido”, mesmo sem crime, sem condenação e sem ameaça concreta à ordem pública.

“O pretexto foi uma apuração sobre dados em um sistema eletrônico – algo que jamais justificaria a retenção de um passaporte de ex-presidente da República”, diz um trecho da publicação. 

O ex-presidente ainda citou o impedimento de comparecer à posse de Javier Milei na Argentina, de se reunir com Donald Trump nos EUA e de participar de encontros com líderes internacionais.

“Enquanto isso, Lula transita livremente ao lado de ditadores, homenageia corruptos condenados, interfere em assuntos internos de outras nações e ainda posa como defensor da democracia”, disse.

Informações Revista Oeste


Casa Branca refutou críticas e descreveu republicano como “líder do mundo livre”

Presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva Fotos: EFE/EPA/JIM LO SCALZO / POOL | Ricardo Stuckert / PR

A Casa Branca reagiu às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (17). Em comunicado, a porta-voz Karoline Leavitt negou que o republicano esteja tentando ser “o imperador do mundo”, como alegou o petista, e descreveu o presidente norte-americano como o “líder do mundo livre”.

– O presidente certamente não está tentando ser o imperador do mundo. Ele é um presidente forte dos Estados Unidos da América e também é o líder do mundo livre. E vimos uma grande mudança em todo o globo por causa da liderança firme deste presidente – declarou Leavitt à imprensa.

A porta-voz defendeu que as medidas de Trump são voltadas para o interesse do seu povo. Também reiterou as críticas dos EUA sobre o Brasil ter tolerância com o desmatamento ilegal e violações da propriedade intelecutal, o que estaria prejudicando empresas estadunidenses.

– A tolerância do país com o desmatamento ilegal e outras práticas ambientais coloca os produtores, fabricantes, agricultores e pecuaristas americanos, que seguem padrões ambientais melhores, em desvantagem competitiva – acrescentou.

As falas de Karoline Leavitt foram proferidas após Lula se queixar contra o presidente dos EUA em entrevista à CNN Internacional, nesta quinta.

– Nós não podemos ter o presidente Trump esquecendo que ele foi eleito para governar os Estados Unidos, e não para ser o imperador do mundo. Seria muito melhor estabelecer uma negociação primeiro, e depois alcançar um acordo possível, porque nós somos dois países que temos boas relações por 200 anos – pontuou.

O petista avaliou que falta a Trump “um pouco de multilateralismo na mente” e voltou a descrever como falsa a afirmação de que os EUA são prejudicados no comércio com o Brasil. Por fim, disse que o nosso país está pronto para negociar a tarifa de 50% anunciada pelo republicano contra os produtos brasileiros, mas frisou que no “momento certo”, a nação brasileira dará “a resposta certa” ao líder norte-americano.

– No meu pronunciamento ao povo brasileiro, eu vou dizer o que estamos pensando sobre isso. Eu garanto que o Brasil não gosta de encrenqueiros, nem de confusões. O Brasil gosta de negociar em paz – concluiu.

Informações Pleno News


Randolfe Rodrigues e Lindbergh Farias encaminharam uma notícia-crime ao STF na qual apresentam acusações contra o deputado licenciado

Eduardo Bolsonaro transferiu residência para os Estados Unidos e afirma ser alvo de perseguição dos ministros | Foto: Reprodução/Redes sociais/Eduardo Bolsonaro
Eduardo transferiu residência para os Estados Unidos e afirma ser alvo de perseguição dos ministros | Foto: Reprodução/Redes sociais/Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Lindbergh Farias (RJ), líder do PT na Câmara, e o senador Randolfe Rodrigues (AP), líder do governo no Congresso, solicitaram, nesta quinta-feira, 17, a prisão preventiva do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL). Os dois enviaram uma notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de que o ministro Alexandre de Moraes analise o pedido.

Os parlamentares argumentam que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro buscou apoio de autoridades dos Estados Unidos para pressionar sanções contra membros do STF, o que resultou em tarifas impostas pelo governo Donald Trump ao Brasil. 

Eles alegam que essas ações configuram “verdadeiro ato de traição à Pátria, ao instrumentalizar poder estrangeiro para retaliar decisões soberanas do Judiciário brasileiro, gerar impacto econômico negativo à produção nacional e ameaçar membros do STF e da PGR”.

Lindbergh e Eduardo Bolsonaro
Na foto, Lindbergh Farias (esq.) e Eduardo Bolsonaro (dir.) | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

Na ausência de prisão preventiva, os petistas pedem a adoção de restrições, como impedir Eduardo Bolsonaro de deixar o país sem autorização judicial, suspender o uso do passaporte diplomático e estabelecer medidas patrimoniais para evitar ocultação de bens. Os parlamentares também sugerem que o deputado seja proibido de realizar contato institucional ou articulação política com autoridades ou entidades estrangeiras.

Eduardo Bolsonaro é investigado em inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, que apura possível obstrução de investigações sobre organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. 

O procedimento começou em 26 de maio, depois de solicitação da Procuradoria-Geral da República, que aponta declarações públicas e postagens do deputado em busca de sanções dos EUA contra ministros do STF e outras autoridades brasileiras.

Randolfe Rodrigues (PT/AP): senador que fala agora em solidez institucional é o mesmo que já pediu o impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Randolfe Rodrigues (PT/AP): senador que fala agora em solidez institucional é o mesmo que já pediu o impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Petistam citam Bolsonaro e Paulo Figueiredo

No mesmo documento, os parlamentares citam Jair Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo, com o argumento de que ambos atuaram com autoridades dos Estados Unidos para “fomentar teorias conspiratórias e fornecer alegações falsas ao governo dos EUA”, o que, segundo eles, faz parte de um esforço para desestabilizar as relações diplomáticas do Brasil.

Lindbergh Farias e Randolfe Rodrigues defendem a ideia de que o inquérito seja ampliado para incluir Jair Bolsonaro e Paulo Figueiredo como investigados “com especial ênfase nos crimes contra a soberania nacional e segurança externa”.

Informações Revista Oeste


Se medida for adiante, empresas como Meta e Uber deverão contar com novos impostos futuramente

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciou que o Brasil deve taxar as big techs dos Estados Unidos. O anúncio, realizado nesta quinta-feira (17), ocorre após o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar uma sobretaxa de 50% para os produtos brasileiros exportados para o país.

Se a medida for adiante, gigantes da tecnologia, como Meta, Uber, dentre outras, poderão contar com novas taxas do governo brasileiro.

Durante o congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia, Lula afirmou que o país não irá se curvar a nenhum outro país.

“Esse país só é soberano porque o povo brasileiro tem orgulho desse país. E eu queria dizer que a gente vai julgar e vai cobrar imposto das empresas americanas digitais”, disse.

Ainda durante o evento, Lula defendeu a negociação e disse que o Brasil vai responder da forma mais civilizada possível, mas que não aceitará “que ninguém se meta nos nossos problemas internos, que é dos brasileiros”.

Informações Bahia.ba


Motta já teria comunicado a aliados que deve dificultar avanço de propostas de interesse do Planalto, pela rejeição ao aumento do número de deputados

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetar o projeto que previa o aumento do número de deputados, aliados do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sugerem que a prioridade na Casa, ao fim do recesso, será temas defendidos pela oposição ao governo federal.

O recesso parlamentar, que começa nesta semana, servirá de intervalo antes da retomada dos trabalhos na Câmara dos Deputados. Nos bastidores, Motta já comunicou a aliados que vai dificultar o avanço de propostas de interesse do Planalto, em resposta ao veto do Executivo, o qual o Legislativo classificou como uma afronta direta.

Mudança de postura na Câmara

Lula e Hugo Motta
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta | Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Na última sessão antes da pausa, Motta se reuniu com seus apoiadores e passou a colocar em destaque projetos da oposição. A ação é uma possível amostra de mudança de postura. Ele afirmou estar surpreso com a decisão de Lula e decidiu dar espaço ampliado a demandas contrárias ao Planalto.

Entre as votações recentes, a Câmara aprovou o uso de até R$ 30 bilhões do Fundo Social para renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por problemas climáticos. Também deu continuidade ao texto sobre licenciamento ambiental. O governo rejeita ambas as ações. 

Interlocutores próximos ao presidente da Câmara avaliam que pode haver revisão sobre essa postura de confronto. Para isso, Lula e sua equipe devem aproveitar as próximas duas semanas sem sessões para retomar o diálogo com o Legislativo e buscar acordos que amenizem o impasse.

Informações Revista Oeste


Segundo o ex-presidente, os Estados Unidos ‘não têm com quem negociar’

Jair Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Campanato/Agência Brasil

Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 17, o ex-presidente Jair Bolsonaro comentou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de taxar produtos brasileiros, como o alumínio.

“Se o Lula me der o passaporte, eu negocio com o Trump”, destacou Bolsonaro.

Em fevereiro de 2024, durante uma operação da Polícia Federal, o ex-presidente teve o seu passaporte retido. Desde então, Bolsonaro tem tentado reaver o documento, alegando convites internacionais, por exemplo, para viajar a Israel ou participar da posse de Trump, mas o Supremo Tribunal Federal, por meio do ministro Alexandre de Moraes, tem mantido a apreensão.

Ao comentar o cenário internacional e o impacto da medida para o país, Bolsonaro afirmou que “não há ataque à soberania nacional, mas o Brasil está deixando de ser economicamente relevante.”

“Os Estados Unidos não têm com quem negociar”, declarou o ex-presidente da República. “Eu acho que teria sucesso em conseguir uma audiência com o Trump. Estou à disposição.”

Em seguida, comparou o desempenho do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com o trabalho do Ministério das Relações Exteriores. “O Tarcísio faz mais do que o cara do Itamaraty”, disse.

Bolsonaro também defendeu a atuação do seu filho “03”, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA. 

“Está lá o meu filho, Eduardo Bolsonaro, que tem portas abertas na Casa Branca, no Capitólio”, disse o ex-presidente. “Ele está fazendo mais do que a embaixadora, que não está lá, está de férias, mais do que o chefe nosso aqui, o ministro das Relações Exteriores, que não está lá também, que até agora não conversou com o Marco Rubio, que política externa é essa?”

Bolsonaro relembra negociação que fez com Trump

Além disso, Bolsonaro relembrou da negociação que fez com Trump durante o seu governo. Em dezembro de 2019, Trump, em seu primeiro mandato à frente da Casa Branca, anunciou que reverteria isenções e voltaria a taxar o aço e o alumínio do Brasil e da Argentina. Na ocasião, o republicano acusou os dois países de desvalorizarem suas moedas.

O governo Bolsonaro reagiu rapidamente. Os então ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Paulo Guedes (Economia) argumentaram que o Brasil não manipulava o câmbio. A dupla ainda disse que a medida também prejudicaria a indústria norte-americana.

No dia 20 de dezembro de 2019, depois de uma ligação de 15 minutos com Trump, Bolsonaro afirmou que o republicano havia desistido das sobretaxas, destacando o bom relacionamento entre os dois países.

Informações Revista Oeste


Presidente criticou a condução do julgamento pelo STF

Bolsonaro teve um rápido contato com Trump por intermédio de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) | Foto: Alan Santos/PR
Bolsonaro teve um rápido contato com Trump por intermédio de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) | Foto: Alan Santos/PR

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quarta-feira, 16, que a decisão de impor tarifas de até 50% sobre produtos importados do Brasil tem motivação política, em reação ao processo judicial movido contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante declarações feitas na Casa Branca, em reunião com o príncipe do Bahrein, Salman bin Hamad bin Isa Al Khalifa, Trump voltou a criticar a condução do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e expressou apoio ao ex-mandatário brasileiro.

Segundo o líder norte-americano, as tarifas aplicadas ao Brasil diferem das estabelecidas para outros países. “A carta diz que você vai pagar 30%, 35%, 25%, 20%… em um caso 50% para o Brasil, por causa do que eles estão fazendo ao ex-presidente deles [Bolsonaro], é vergonhoso”, afirmou.

Trump classificou a situação de Bolsonaro como “uma desgraça” e reforçou que sua decisão de taxar mais severamente as importações brasileiras está ligada diretamente ao que considera uma perseguição política.

Trump reafirma apoio a Bolsonaro e critica julgamento no Brasil

“Conheço o ex-presidente e ele lutou muito pelo povo brasileiro, isso posso te dizer”, declarou o presidente norte-americano. “Acredito que ele é um homem honesto e acredito que o que estão fazendo com ele é terrível.”

As falas foram feitas depois da apresentação, pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, das alegações finais no processo que acusa Bolsonaro de tentativa de golpe de Estado. A acusação inclui, além do ex-presidente, outros sete investigados, entre eles ex-ministros e ex-militares. O julgamento está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes no STF.

O presidente dos EUA também negou vínculo pessoal com Bolsonaro, mas destacou seu reconhecimento político. “Ele não é como um amigo meu, ele é alguém que conheço, e o conheço como um representante de milhões de pessoas”, disse. “Ele ama o país e lutou muito por essas pessoas, e querem colocá-lo na prisão.”

Em nota formal enviada à Casa Branca, o governo brasileiro expressou “indignação” pela medida tarifária. A manifestação foi feita depois da oficialização, no dia 9 de julho, do chamado “tarifaço” sobre produtos brasileiros, cuja entrada em vigor está prevista para 1º de agosto.

Informações Revista Oeste


Crédito: Evandro Veiga/Correio

O governo do prefeito José Ronaldo de Carvalho tem aprovação de 72,5% nos primeiros seis meses de gestão, conforme aponta levantamento realizado pelo instituto Economic Consultoria & Pesquisas, contratado pelo site Bahia na Política. A pesquisa avaliou a percepção da população sobre o início da atual administração municipal.

De acordo com os dados, 10,4% dos entrevistados consideram o governo ótimo, 23,3% avaliam como bom, 38,8% como regular, 7,8% como ruim e 13% como péssimo. Outros 6,7% não souberam ou não quiseram opinar.

O estudo também identificou as áreas que, segundo os entrevistados, necessitam de mais atenção por parte da gestão municipal. A saúde foi apontada como prioridade por 40,63% dos participantes, seguida de estradas e educação, ambas com 16,2%, saneamento (7,79%), transporte (6,13%), tudo (4,91%), limpeza (4,82%) e iluminação pública (1,57%).

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de julho, com a participação de mil pessoas. Do total, 875 entrevistas foram feitas na sede do município, abrangendo 37 bairros, e outras 125 na zona rural, distribuídas em quatro distritos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Os resultados refletem o desempenho positivo da atual gestão e o compromisso em dialogar com a população, priorizando as áreas mais sensíveis apontadas pela comunidade.

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