Ex-governador do Ceará foi alvo da ira de manifestantes em ato contra o presidente Jair Bolsonaro

Ciro Gomes quase foi agredido por manifestante com pedaços de pau Foto: Reprodução

Neste sábado (2), durante participação nos protestos contra o presidente Jair Bolsonaro, o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, foi xingado e vaiado pelos manifestantes de esquerda. Antes de deixar o local, manifestantes esquerdistas tentaram agredi-lo, inclusive com um pedaço de pau, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.

Durante seu discurso, Ciro também foi ofendido pelos presentes, que o mandaram tomar no c*. Após os ataques, ele decidiu rebater e chamou os críticos de “fascistas de vermelho”.

– Bolsonaro a tua hora está chegando, porque o povo brasileiro é muito maior que os fascistas de vermelho ou de verde e amarelo – afirmou.

Antes de sair do protesto, Ciro encontrou militantes que tentaram partir para a agressão. Segundo o portal, um manifestante tentou jogar uma garrafa contra Ciro, mas foi detido por policiais. Já outros presentes chegaram a arremessar pedaços de madeira no carro em que o ex-governador do Ceará estava.

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De acordo com o governo de São Paulo, protesto na Avenida Paulista reuniu cerca de 8 mil pessoas

Deputada Carla Zambelli e presidente Jair Bolsonaro Foto: Marcos Corrêa/PR

Neste domingo (3), a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) utilizou as redes sociais para criticar um “malabarismo” feito pela GloboNews para “explicar o fracasso” dos protestos contra o presidente Jair Bolsonaro ocorrido neste sábado (2). De acordo com o governo de São Paulo, o ato da Avenida Paulista reuniu cerca de 8 mil pessoas. Em outras cidades do país, o número de pessoas foi menor.

Zambelli compartilhou um vídeo de um comentário feito pela jornalista Natuza Nery sobre o “engajamento” da população nos atos contra Bolsonaro e disse que a rejeição ao presidente é muito maior.

– Eu queria falar se essa rejeição ao presidente Jair Bolsonaro se traduz em engajamento. Pelas manifestações todas desse ano (…) não se traduz. A rejeição do presidente Bolsonaro na sociedade é muito maior do que se vê em imagens de atos contrários a ele. Isso por uma razão explicada por diversos fatos, segundo todas as avaliações políticas que ouvi ao longo desse período.

Os protestos deste sábado foram puxados por movimentos sociais, sindicatos e esquerdistas. Entre as pautas reivindicadas estavam o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o aumento do custo de vida e o retorno do auxílio emergencial nos moldes que foi aplicado no início da pandemia, de maneira mais generalizada.

Nas redes sociais, aliados e admiradores de Bolsonaro fizeram piada sobre a baixa adesão aos atos, e confrontaram as imagens com a suposta alta na rejeição ao presidente.

Informações Pleno News


Foto: EFE/Jim Lo Scalzo

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu acionar a Justiça para tentar reaver sua conta do Twitter. Nesta sexta-feira (1º), o empresário entrou com uma liminar exigindo que a rede social devolva seu perfil na plataforma.
Em seu pedido, Trump afirma que o Twitter cancelou sua conta em janeiro devido a uma “pressão” de rivais políticos no Congresso. Ele pretende obter o acesso temporário ao seu perfil enquanto a Justiça não decide sobre um retorno permanente, o que levará mais tempo.

Em sua solicitação, o ex-presidente apontou que o Twitter possui um grande controle sobre o debate político nos EUA, o que é “incomensurável, historicamente sem precedentes e profundamente perigoso para abrir o debate democrático”.

A ação de Trump foi apresentada a um tribunal da Flórida, estado em que reside.

A rede social decidiu banir Trump da plataforma afirmando que suas mensagens que inflamaram seus apoiadores e a defesa de pautas conservadoras violavam as políticas da plataforma. Na ocasião, o perfil do ex-presidente dos EUA contava com mais de 88 milhões de seguidores.

Informações: Pleno.News


Foto: Agência Senado/Leopoldo Silva

Marcado por tumultos e polêmicas, o depoimento do empresário Luciano Hang à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, última na quarta-feira (29), fez o canal da TV Senado no YouTube bater recorde de audiência. Até o momento, o vídeo já tem mais de 1,6 milhão de visualizações.

A presença de Hang foi até mais assistida do que os depoimentos dos irmãos Miranda (o deputado federal Luis Miranda e o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Fernandes Miranda). Os Miranda foram responsáveis por trazer à tona o escândalo envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi cancelado pelo governo federal. O depoimento dos dois tem 1,38 milhão de views.

Hang também rendeu à TV Senado a maior audiência desde as sessões no Congresso Nacional que resultaram no impeachment da ex-presidente Dilma. Rousseff (PT), em 2016. Ele é o terceiro vídeo mais popular do canal no YouTube, atrás apenas do pronunciamento de Dilma no Senado Federal, no dia 29 de agosto de 2016, e da sessão que confirmou seu afastamento, em 31 de agosto de 2016. Os vídeos têm 3,7 milhões e 2,7 milhões de views, respectivamente.

A curiosidade em acompanhar as sessões, que chegaram a se tornar “entretenimento” por causa dos embates entre senadores e depoentes, fez com que o canal da TV Senado na plataforma alcançasse 1 milhão de inscritos. Para se ter uma ideia, a TV Câmara tem pouco mais de 680 mil inscritos.

Informações: Pleno.News


Esquerda convocou manifestações contra o presidente

Manifestação em Campinas Foto: Estadão Conteúdo/Leandro Ferreira

Manifestantes foram às ruas em diversas cidades, neste sábado (2), para protestar contra o governo Jair Bolsonaro. Muito longe da grandiosidade que foram os atos pró-governo, em 7 de setembro, os protestos de hoje são puxados por movimentos sociais, sindicatos e esquerdistas.

Foram registradas aglomeração em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Sul, Maranhão, Paraíba, Pauí, Goiás e Tocantins.

Entre as pautas reivindicadas estão o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o aumento do custo de vida e o retorno do auxílio emergencial nos moldes que foi aplicado no início da pandemia, de maneira mais generalizada.

Nas redes sociais, aliados e admiradores de Bolsonaro fizeram piada sobre a baixa adesão aos atos, e confrontaram as imagens com a suposta alta na rejeição ao presidente.

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O candidato a governador do estado, ACM Neto (DEM) e o possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), visitaram alguns municípios da Bahia neste sábado (02).

Oa candidatos estiveram mas cidades de Taperoá, Nilo Peçanha e Ituberá.

“Nesse projeto liderado por ACM, para ouvir os baianos e ver de perto a realidade da nossa gente”, disse Ronaldo em suas redes sociais

Estiveram presentes os deputados Leur Lomanto, Elmar Nascimento, Adolfo Viana, Luciano Simões, Pedro Tavares, Alan Sanches e Luciano Ribeiro. E os pré-candidatos, Cláudio Tinoco, Maurício Trindade, Adriano Meireles e Alipinho. Além de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de toda região.


Foto: Reprodução/Agência Brasil

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou nesta sexta-feira (1º), um novo parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre os pedidos do PT e do PSOL para investigar se o presidente Jair Bolsonaro cometeu crime ao sair sem máscara e causar aglomeração em eventos públicos durante a pandemia.

Em seu despacho, a ministra diz que a primeira manifestação enviada pela PGR tem ‘dubiedades’ e cobrou esclarecimentos.

Ao se manifestar sobre o caso no mês passado, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo considerou que Bolsonaro não cometeu crime. Ela argumentou que não é possível atestar a ‘exata eficácia da máscara de proteção como meio de prevenir a propagação do novo coronavírus’, o que em sua avaliação impede o enquadramento do presidente por deixar de usar o equipamento. Também concluiu que o comportamento teve ‘baixa lesividade’.

Rosa Weber disse que o argumento causa ‘alguma perplexidade’. A ministra afirmou que não cabe ao Ministério Público ou ao Judiciário fazer juízo de valor sobre as normas sanitárias em vigor na pandemia.

– O motivo para que não se delegue aos atores do sistema de justiça penal competência para auditar a conveniência de medidas desta natureza é elementar: eles não detêm conhecimento técnico para tanto; falta-lhes formação nas ciências voltadas a pesquisas médicas e sanitárias – escreveu.

A ministra também afirmou que o que a PGR chamou de ‘mera infringência da determinação sanitária do poder público’ tem ‘intensidade suficiente’ para ofender a saúde pública.

– Dito de outro modo, [o Código Penal] parece ter estabelecido presunção legal de que a determinação imposta pelas autoridades sanitárias competentes é, de fato, meio eficaz e apropriado para a contenção do contágio – diz outro trecho do despacho.

Informações: Pleno.News


Rio de Janeiro já tem concentração de manifestantes, e São Paulo deve ter maior presença de presidenciáveis nos atosFoto: Lucas Neves/CNN Brasil (2.out.2021)

Manifestações de protesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ocorrem neste sábado (2) em diversas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, os manifestantes começaram a se concentrar na Candelária, região central da capital, por volta das 10 horas.

Por volta das 10h30, os manifestantes começaram a caminhar pela avenida Presidente Vargas, que já está interditada. A expectativa é que eles caminhem até a Cinelândia onde há um palco.

Os atos de hoje contam com a adesão de mais de 20 legendas partidárias. Segundo os organizadores, há eventos confirmados em 251 cidades brasileiras e em 16 países.

As principais lideranças políticas, além de artistas, devem se concentrar na Avenida Paulista, região central de São Paulo, a partir das 13h (horário de Brasília). A abertura da manifestação na capital paulista será feita por líderes de diversas religiões.

Candidato do PT em 2018, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, assim como os presidenciáveis Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania), confirmaram presença na Paulista. Também provável candidato em 2022, Ciro Gomes (PDT) anunciou que estará nos atos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O governador de São Paulo, João Doria, não comparecerá por estar em campanha das prévias do PSDB, em Minas Gerais.

Não há previsão de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compareça nos atos de São Paulo. No entanto, ele tem sido pressionado pelas centrais sindicais a participar ao menos por vídeo. A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, anunciou que estará presente.

Há ainda a previsão de que parlamentares participem por meio de vídeos que serão exibidos próximo ao Masp (Museu de Arte de São Paulo). A senadora Simone Tebet (MDB), o senador José Anibal (PSDB), os deputados Junior Bozzella (PSL) e Fabio Tradi (PSD) e o fundador do Novo, João Amoedo, devem falar por vídeo.

Os protestos de hoje foram organizados em conjunto pela campanha Fora Bolsonaro (que promoveu os atos anteriores e reúne centrais sindicais, movimentos populares e partidos de esquerda), pela entidade civil Fórum pela Democracia Direitos Já! e por lideranças dos nove partidos que assinaram pedidos de impeachment do presidente (PSOL, PCdoB, PT, PDT, PSD, Rede, PV, Cidadania e Solidariedade).

Em 12 de setembro, atos convocados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelos grupos Vem Pra Rua e Livres aconteceram em 18 capitais e no Distrito Federal, mas tiveram baixa adesão.

As manifestações também contaram com apoio de políticos da direita, do centro e de esquerda. O PT e outras legendas de esquerda não participaram e já se articulavam para os atos deste sábado. Doria, Ciro, Mandetta e Amoêdo participaram dos atos no último dia 12 na Paulista.

Informações CNN Brasil


Presidente vetou artigos que permitiam ampliar número de candidatos


TSE - Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica
Foto: Antônio Augusto

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (1º) o projeto de lei, aprovado pelo Congresso Nacional, que redefiniu os critérios para distribuição das sobras eleitorais, como são chamadas as vagas não preenchidas nas eleições proporcionais depois da divisão dos votos pelo número de cadeiras. As eleições proporcionais são aquelas que definem vereadores, deputados estaduais ou distritais e deputados federais. 

Para a definição dos candidatos eleitos nesses pleitos, o partido deve alcançar o quociente eleitoral, que é um número encontrado pela divisão do número de votos válidos pelo número de vagas na Câmara dos Deputados (e, da mesma maneira, nas assembleias legislativas e câmaras municipais), desprezada a fração. O cálculo era feito tomando-se a votação de cada partido dividida pelo quociente eleitoral. Geralmente, após essa divisão, ainda sobram algumas vagas, as sobras eleitorais, que eram então divididas apenas de acordo com o partido que obtinha mais votos. Na prática, essa regra poderia eleger um candidato com menos votos se no mesmo partido houvesse um candidato puxador de votos, que fosse eleito com um número muito grande de votos, carregando candidatos da mesma sigla menos votados.

A lei aprovada pelo Congresso e agora sancionada pelo presidente condiciona a distribuição dessas sobras com base em um limite mínimo de votos obtidos pelo partido. De acordo com o texto, poderão concorrer à distribuição das sobras de vagas apenas os candidatos que tiverem obtido votos mínimos equivalentes a 20% do quociente eleitoral e os partidos que obtiverem um mínimo de 80% desse quociente.

Vetos

O presidente decidiu vetar dois dispositivos da nova lei. Um deles previa que, nas unidades da Federação em que o número de lugares a preencher na Câmara dos Deputados não exceder a 18, cada partido poderia registrar candidatos a deputado federal e a deputado estadual ou distrital no total de até 150% das respectivas vagas. O outro estabelecia que, nos municípios de até 100 mil eleitores, cada partido poderia registrar candidatos a vereador no total de até 150% do número de lugares a preencher.

Na justificativa do veto, o governo alegou que a medida tem o “propósito de evitar o aumento dos recursos partidários, de racionalizar o processo eleitoral, de facilitar a identificação do eleitor com os candidatos, de otimizar distribuição dos recursos do fundo partidário e o acesso gratuito ao tempo de rádio e de televisão e de evitar a pulverização de candidaturas, de modo a aumentar a legitimidade dos candidatos eleitos e sua representatividade”.

Informações Agência Brasil


Ex-ministro visa ao Senado Federal ou à Câmara dos Deputados

General Carlos Alberto dos Santos Cruz Foto: Wikimedia Commons

Ex-ministro da Secretaria de Governo da gestão Bolsonaro, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz confirmou que irá concorrer às eleições em 2022. De acordo com o militar, sua decisão tem como objetivo “não deixar que o presidente arraste as Forças Armadas para ser uma ferramenta de uso político pessoal”.

À colunista Bela Megale, do jornal O Globo, Santos Cruz disse que ainda não decidiu se irá concorrer ao Senado Federal ou à Câmara dos Deputados. Ainda assim, o ex-ministro conta já ter recebido diversos convites.

O militar visa ainda apoiar a chamada “terceira via”, a fim de “acabar com a polarização”. Em sua visão, o nome escolhido como alternativa a Jair Bolsonaro e a Lula precisa “representar um projeto de país, e não um projeto de show, como estamos assistindo”.

Informações Pleno News